Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Odonir Oliveira
11 de maio de 2015 1:58 pmHuuuuum… cheios de amor, então…
Sim, porque “eu te amo”
Sim, porque eu te amo, dei pra gostar de músicas de amor, outra vez;
Sim, porque eu te amo, dei pra gostar de cartas de amor, ora em nuvem;
Sim, porque eu te amo, dei pra conversar com as flores, os pássaros, os bichos que percorrem os caminhos;
Sim, porque eu te amo, dei pra recordar sorrisos e alegrias e piadas tolinhas outrora ouvidas;
Sim, porque eu te amo, dei pra adorar vegetais, verduras, pratos coloridos em geral;
Sim, porque eu te amo, voltei a ver os filmes que já vi, os que nunca vi e desejar fazer outros tantos;
Sim, porque eu te amo, encontro gente que me sorri adivinhando meu estado de constante prenhez amorosa;
Sim, porque eu te amo, fico a namorar a chuva pela janela, a ver escorrer enxurradas de barquinhos invisíveis …
Sim, porque eu te amo, abro sorrisos largos, antes desconhecidos;
Sim, porque eu te amo, dei pra dormir menos e viver mais;
Sim, porque eu te amo, passei a fertilizar a terra, a polvilhar nela sementes de abacateiros, ameixeiras, limoeiros, passiflora ardente;
Sim, porque eu te amo, espero o entardecer, o sol se por e o dia raiar de novo a suspirar;
Sim, porque eu te amo, dei pra aceitar mais as diferenças entre as pessoas, o percurso de cada uma, a beleza das animas;
Sim, porque eu te amo, encontro nas montanhas companhia solene para a reflexão, o assobiar dos bem-te-vis e a oratória das maritacas;
Sim, porque eu te amo, abro mão da cotidiana cobrança do ser e estar, do compulsório e eterno ressarcimento de tempo e espaço;
Sim, porque eu te amo entrego, em pacotes, manifestações de afeto e alegria como mínima retribuição pelos sonhos sonhados;
Sim, porque eu te amo, entorno rios de lágrimas pela insegurança do meu amor e não do teu;
Sim, porque eu te amo, não me permito ser mais frágil como antes o fui e não polir esse último e único brilhante;
Sim, porque eu te amo, contraio vontades inusitadas de dirigir por estradas a esmo, easyridermente;
Sim, porque eu te amo, aguardo o sono e os sonhos em que símbolos e sons compartilharão sensações indefinidas, irracionais, incompreensivelmente deleitáveis;
Sim, porque eu te amo, conheço espaços nunca antes percorridos, sabores nunca antes encontrados, sensações nunca antes experimentadas;
Sim, porque eu te amo, sei que estás no todo do meu caminhar e descubro que és a outra parte de mim em mim.
Sim porque eu te amo.
jns
11 de maio de 2015 2:56 pmAmar o doce das mães e das manhãs
Esta bela intervenção não é minha!
Um salve ao post derivado da contribuição do Amaro Doce ao blog.
https://jornalggn.com.br/comment/647830#comment-647830
No dia das mães, uma pausa para o amor
dom, 10/05/2015 – 08:43
Esta música é sobre o impagável cuidados das mamães com os seus filhos.
[video:https://youtu.be/wJF80OqmbKU%5D
A maioria canções folclóricas tradicionais e populares da Mongólia
cantam o amor à terra mãe e aos pais.
lucianohortencio
11 de maio de 2015 10:01 pm,,, e para uma
NOVA ILUSÃO!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=OREcZ79hhc4%5D
Anna Dutra
11 de maio de 2015 4:23 pmCarpe diem
Odonir, querida!
Este texto é de uma precisão !! Adorei. Garimpaste bem e nos presenteaste com coisinhas assim:
“Sim, porque eu te amo, abro mão da cotidiana cobrança do ser e estar, do compulsório e eterno ressarcimento de tempo e espaço;
Sim, porque eu te amo entrego, em pacotes, manifestações de afeto e alegria como mínima retribuição pelos sonhos sonhados;
…
Sim, porque eu te amo, não me permito ser mais frágil como antes o fui e não polir esse último e único brilhante;
Sim, porque eu te amo, contraio vontades inusitadas de dirigir por estradas a esmo, easyriderment;”
Diz, sem filtro!
Tenha uma boa e amorosa semana!!!
Abraços rimados da Anna.
Odonir Oliveira
11 de maio de 2015 7:22 pmAnna, Anna, que carpe diem é do que mais necessito
Vida que segue.
E segue cheia de amor.
Anna Dutra
11 de maio de 2015 7:33 pmQue bom!!!!
É, segue, quer queiramos ou não…
Então é aceitar e prosseguir tentando o melhor!
will
11 de maio de 2015 3:57 pmisso é rock!
Tem bandas contemporâneas à essa, como a Cor do Som, Radio Táxi, Roupa Nova, aliás tem várias com essa mesma pegada de rock progressivo e nunca deixaram de ser MPB.
Fazem falta.
Odonir Oliveira
11 de maio de 2015 10:08 pm” Uma flor em botão…
que abrirá se quiseres “..
Muito bonito !