4 de junho de 2026

Fundos de private equity brasileiros devem levantar US$ 8 bi

 

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Jornal GGN – As empresas de private equity ­estão passando por uma nova onda de captação de recursos no Brasil. Essa nova rodada de investimentos coincide com um momento em que as perspectivas econômicas para o País não são das mais animadoras.

Antes que isso afaste ainda mais investidores de curto prazo e aumente as oportunidades par fundos de pensão, estas empresas que compram participações em outras companhias para vender, no futuro, com lucro, já estão se mexendo e buscando alternativas.
 
Nos próximos meses, segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, US$ 8,3 bilhões devem entrar no caixa dos fundos. Dinheiro este que virá de investidores estrangeiros, fundos de pensão e family offices (que administram as
fortunas de famílias com alta renda).
 
O primeiro a concluir a captação de novos fundos, entre as companhias que atuam no Brasil, foi o Pátria, que concluiu no mês passado a captação de seu quinto fundo, com patrimônio de US$ 1,8 bilhão, mesmo com as incertezas de um ano eleitoral e de economia oscilante – e em oito meses. Para os sócios do banco, rentabilidade e credibilidade para os investidores são os fatores que contribuíram para esse resultado – a empresa entrega cerca de 30% de retorno ao ano.

 
O Gávea, fundado pelo ex-BC, Armínio Fraga, deverá ser o próximo fundo a levantar dinheiro: algo em torno de US$ 1,1 bilhão, nos próximos meses. Carlyle e BTG também vem tentando estruturar fundos para o ano que vem. O grupo GP, também segundo a reportagem, não tem planos para os próximos 12 meses neste quesito.
 
Para os investidores em private equity, as empresas conseguem levantar recursos, mas os fundos são menos robusto do que há três ou quatro anos, quando somente a indústria conseguiu captar mais de US$ 12 bilhões. 
 
Somente no Brasil, segundo o Estadão, as captações dos fundos caíram 64%, de acordo com dados da Emerging Markets Private Equity Association. O país também passou a atrair grandes gestoras internacionais, que na competição com as locais, encareceu os preços dos ativos – recuando assim os investimentos dos fundos.
 
A fraca atividade econômica, inflação alta, queda da competitividade e baixo crescimento crédito podem, no entanto, melhorar os preços desses ativos, segundo especialistas.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. Miguel A. E. Corgosinho

    8 de agosto de 2014 7:43 pm

    “Para os sócios do banco,

    Estes dois parágrafos retirados do post funcionam muito bem através da mídia golpista. 

    “Para os sócios do banco, rentabilidade e credibilidade para os investidores são os fatores que contribuíram para esse resultado – a empresa entrega cerca de 30% de retorno ao ano”

    Ou seja, com mentiras que “A fraca atividade econômica, inflação alta, queda da competitividade e baixo crescimento crédito podem, no entanto, melhorar os preços desses ativos, segundo especialistas.”

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