Jornal GGN – O índice de inadimplência das empresas medido pela consultoria Serasa Experian registrou alta de 6,1% no primeiro semestre de 2014 em relação ao apurado no mesmo período do ano anterior. Na relação com o total registrado contra o mesmo mês de 2013, o indicador também cresceu 1,6%. Por outro lado, a comparação com o desempenho registrado em maio mostra uma redução de 7,2%, representando a primeira queda após três altas mensais consecutivas.
As dívidas com os bancos puxaram o aumento da inadimplência das empresas no primeiro semestre do ano, com variação de 18,5% e contribuição de 3,6 pontos percentuais (p.p). A inadimplência não bancária e os protestos também colaboraram para a alta, com variações de 3,3% e 7,3% e contribuições de 1,2 p.p. e 1,8 p.p., respectivamente. Já os cheques sem fundos apresentaram variação negativa de 3,1%, que contribuiu para que o índice não subisse ainda mais.
O valor médio dos cheques sem fundos caiu 12,6% no acumulado do primeiro semestre de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, passando de R$ 2.548,99 para R$ 2.227,89. O valor médio das dívidas com os bancos também apresentaram declínio de 2,1%, de R$ 5.102,45 para R$ 4.993,42. Já o valor médio dos títulos protestados e das dívidas não bancárias registraram altas de 8,6% (de R$ 2.021,00 para R$ 2.195,49) e 6,7% (de R$ 803,87 para R$ 857,60), respectivamente.
De acordo com os economistas da consultoria, “o aumento da inadimplência das empresas no primeiro semestre deste ano foi fruto do quadro conjuntural de estagnação da economia, aumento de custos (salários reais avançando além da produtividade) e elevação do custo financeiro das empresas determinado por taxas de juros mais altas em relação às vigentes durante o primeiro semestre do ano passado”.
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31 de julho de 2014 3:03 amO PIG diria isso, mas a
O PIG diria isso, mas a manchete fabulosa e verdadeiramente de interesse do povo é da qued de 7,2%