Francy Lisboa
Não é fácil ser humano, ser social, ser pensante, mas sobretudo, autocrítico. Uma das maiores virtudes que se pode identificar em alguém é a capacidade de pedir desculpas olhando no olho.
Isso não é visto nestes tempos atuais, e não falo apenas de políticos com os quais eu não tenho afinidade alguma, como FHC e Serra; eu falo de Lula e Dilma também. A exploração das contradições é algo tão corriqueiro que começo a achar que desperdicei muito do meu tempo de digitação tentando apontar pensamentos, ações e discursos discordantes, ou seja, tendo mostrar que meus adversários políticos são de “ocasião”. Mas Lula não o é? Afinal, quem não o é?
A internet nos alimenta com a gama de informações necessárias para que, mesmo sem a mesma qualidade no contraponto, possamos instigar o ambiente de contradição na esperança de alastrar na maior quantidade possível de leitores a má conduta de nosso desafeto político.
Por exemplo, veja a linha de embate entre “Esquerda Caviar” e “Direita Miami”. Ou então, entre o ativismo contra corrupção de lula enquanto oposição e o aperto de mão com o senhor procurado pela Interpol.
De fato, aqui existem colegas de blog, pessoas inteligentes, que sabem explorar bem a contradição a seu favor. Mas as vezes penso: será que eles acham que realmente estão ajudando a movimentação da roda? Apontar contradições pode, em um primeiro momento, um dever cívico de fiscalização da atividade e do discurso político, mas quando isso se torna um modo de escrever, caímos no jargão do chove, mas não molha.
Seria mais salutar que, em vez de ficar falando que a esquerda ou a direita faz isso, mas também faz aquilo, poderia ser mais salutar se apontássemos soluções. Obviamente, eu não estou pedindo um projeto executivo.
Os Debates aqui no Nassif estão ficando mais do mesmo. Por exemplo, eu não preciso ler o que o Ruy vai escrever, porque sei que ele defende seu partido com unhas e dentes. Também não é preciso ser adivinho para saber qual é a chance de o Leônidas citar Cuba e Venezuela e dar as famosas risadinhas muito altas: “rsrsrsrs”.
Bem, longe de mim tentar tutorá-los, até porque parecem inteligentes demais para permitirem isso. Mas vamos tentar esquecer o partidarismo e pensar mais no Brasil.
Obs: isso vale para mim também.
Ivan de Union
26 de janeiro de 2014 9:16 pmPerdao, Francy, mas o Ruy tem
Perdao, Francy, mas o Ruy tem pra mostrar argumentos tecnicos e numericos e estatisticos seriiiiiiissimos, coisa que o Leonidas raramente ou nunca tem pra apresentar. Que ta defendendo o partido, eh evidente, mas com uma garra que a direita em geral nao tem nem nos Estados Unidos… por falta de argumentos mesmo.
tiodocomputador
26 de janeiro de 2014 9:30 pmAAAIIII
Doeu, Ivan, direto no queixo!!! kkkk
leonidas
26 de janeiro de 2014 10:04 pmPutz esse negocio de
Putz esse negocio de argumentos tecnicos , numeros, e estatisticas me lembra o Alckymin nos debates
ô sujeitinho capaz de citar na ponta da lingua um universo de numeros para demontrar FALSAMENTE que paga bem servidor publico entre outras coisas.
Mas sabe como é né?
Tem numeros e estatisticas para tudo quanto é gosto.
No fim só sobra a coerencia , ou seja a capacidade do sujeito reconhecer merito ou demerito dentro dos que apoia …
Ivan de Union
26 de janeiro de 2014 10:51 pm“argumentos tecnicos ,
“argumentos tecnicos , numeros, e estatisticas me lembra o Alckymin nos debates”:
Foi isso que eu disse mesmo. A direita NUNCA tem argumentos tecnicos, numericos, ou estatisticos validos pra mostrar -e os argumentos economicos sao todos falsos e falsificados intencionalmente.
O Ruy tem.
leonidas
26 de janeiro de 2014 11:56 pmjesuscristo…
jesuscristo…
iron
27 de janeiro de 2014 1:15 amPor exemplo, usa numeros que
Por exemplo, usa numeros que demonstram q a copa eh bom negocio.
Francy Lisboa
27 de janeiro de 2014 6:29 amIvan. Eu usei Ruy e Leonidas
Ivan. Eu usei Ruy e Leonidas como exemplos de previsibilidade, mas não faço juízo de valor sobre se estão certos ou errados. Apenas para sair da mesmice. Daqui a pouco vão dizer que eu também estou contribbundo com a mesmice.
Todos aqui são velhos de guera do blog, tarimbados, nossas formas de escrever e se expressar estão ficando batidas em um mundo cheio de dinâmica, daqui a pouco vão nos chamar de conservadores.
leonidas
26 de janeiro de 2014 9:22 pmOk trato feito vou diminuir
Ok
trato feito
vou diminuir o uso dos ” rs” pois de fato da uma conotaçao cinica…
tiodocomputador
26 de janeiro de 2014 9:29 pmSeria bom…
Francy, muito boa sua colocaćão.
Acho que temos 3 problemas estruturais no Brasil.
Primeiro, uma massa – se é que o termo marxista ainda serve de alguma coisa – a grande maioria da populaćão que só recentemente encontra acesso a um mínimo de escolarizaćão (nem digo educaćão) e nem desconfia que existem 3 poderes, 3 instâncias federativas, nem a diferenća entre senador e deputado.
Segundo, uma classe média ou média-alta que ainda se ressente de haver perdido seus privilégios escravocratas e culpam o governo por ter-lhes retirado o status de “oligarquia”. Odeia o Bolsa-família, mas se cala quando perguntada sobre o bolsa-dondoca.
Terceiro, uma classe alta que ainda tem privilégios escravocratas, que ainda se diz muito esclarecida, progressista e tudo o mais, mas ainda é pautada pelos privilégios conquistados na época das capitanias hereditária, que não liga a mínima para o bem comum ou para o país.
Resumindo, ainda temos muito que caminhar para fazer disso um país digno, porque falta-nos um projeto de Naćão. E não falo de um projeto ideologicamente constituido, mas de um projeto executivo integrado, mesmo: integraćão nacional, transportes, sistema de saúde, educaćão, planos de desenvolvimento cíclicos, geraćão de energia, expectativa de crescimento populacional… A exemplo do que fazem a China, o Japão, os Estados Unidos, Alemanha… nesses países existe um projeto de país, especialmente no Japão, segundo o qual todos – dos mais pobres aos mais poderosos – se sentem responsáveis diretos pelo êxito.
Aqui, ainda é cada um por si.
leonidas
26 de janeiro de 2014 10:02 pmresumindo
La tem poltica de
resumindo
La tem poltica de estado
E aqui nao, apesar de ja estarmos indo para 12 anos com o PT no poder
E nem assim os caras conseguem se planejar , fala serio né?
afinal a gente sabe que o Dilmão vai ser reeleita mas nao tem jeito, a arte do improviso é uma praga na america latina…
tiodocomputador
27 de janeiro de 2014 2:18 amConcordo, mas vamos mais fundo…
Em 500 anos de governos de direita no Brasil, a única política de Estado foi a submićão total às metrópoles do hemisfério norte. Primeiro Portugal, depois Franća, Inglaterra e finalmente EUA.
Em 12 anos de PT, esta tendência se inverteu ou ao menos foi refreada. Pode parecer um chavão, mas é claro que 500 anos de dependência não são revertidos em apenas uma década: existem contratos internacionais que precisam ser cumpridos. Se não cumprissemos, seria porque o Lula é comunista, caloteiro, bla bla bla… Como cumprimos, é porque o governo do PT é incompetente: já sabemos os argumentos dos PIGs em ambos os casos.
Não é esse o ponto onde quero chegar, até porque sabemos que o governo PSDB não foi rejeitado apenas nas urnas, mas também por Davos e pelo Grupo dos 13, aquele de Copenhague, sabe de qual estou falando, não é?
Afinal, em 2002 o PSDB não soube nem explicar para a Anne Krueger onde foi parar o dinheiro das privatizaćões, e isso deve ter irritado muito alguns banqueiros em Copenhague que financiaram a direita no Brasil, desde o golpe militar até as campanhas precidenciais de FHC.
Pergunte ao Aécio Neves qual o projeto do PSDB para o Brasil e ele vai repetir feito papagaio o receituário neoliberal “choque de gestão”. O PSDB se tornou um síndico indesejado, que fala demais, atrapalha demais e assume de menos suas responsabilidades em nome de uma política de “Estado mínimo” que se mostrou completamente equivocada. Se tornou um empecilho aos negócios para empresariado sério, e um alvo de ódio profundo entre a populaćão que viveu anos à margem do emprego formal, desde os tempos do Collor.
A construćão de um projeto nacional independe de governos. Governos são reflexo deste projeto. O projeto neo-liberal excludente, nos moldes do PSDB, fracassou miseravelmente. Com isso, não apenas a populaćão sofreu com o desemprego e a falta de servićos públicos, mas também o empresariado se viu perto da bancarrota, excetuando-se os mega-expeculadores.
Então resolveu adotar um modelo mais social-democrata, focado na distribuićão de renda e fortalecimento do mercado interno, por um lado, e alavancagem do comércio exterior por outro, com câmbio flutuante e uma série de ajustes que foram, estão sendo aou ainda deverão ser implementados.
Lula e o PT era quem havia disponível em 2002. Em que pese o fisiologismo do PMDB, Dilma ainda é o nome que se tem para gerenciar o projeto nacional (capenga, mas é o que temos). Muito ainda há para ser feito, sem dúvida.
Antes da candidatura Lula decolar, a Dilma foi apresentada à FIESP pelo José Alencar, onde fez 2 horas de explanaćão sobre ciclos macro-econômicos e sobre como a receita FMI defendida pelo PSDB estava levando os empresários à bancarrota, usando para isso dados e números da própria FIESP, e apresentando as alternativas viáveis para reverter tal quadro.
Se vamos falar de um projeto de Estado, de uma política de longo prazo, não podemos esquecer que Lula não foi eleito apenas com os votos da populaćão, mas também com o aval do empresariado, em especial da indústria. Para estes, não existe ideologismo político, existem negócios. Mas o empresariado e a sociedade ainda precisa evoluir muito para chegar a um concenso sobre, afinal, que país queremos. Gerente para isso, temos: Dilma será reeleita com folga. Faltam os donos da casa se decidirem qual prato escolher.
alexis
26 de janeiro de 2014 9:58 pmBoa crônica
Contribui muito para evoluir. Vou me policiar mais.
CELSO ORRICO
26 de janeiro de 2014 10:15 pmconcordo com o Francy mas..
concordo com o Francy mas me parece que a conjuntura política atual não favorece muito, vivemos momento de embate político e ideológico acirrados onde os argumentos geram mais luz que calor ao mesmo tempo não consigo ver como esse debate mesmo que “partidarizado” conflita com pensar mais o Brasil”, na minha opinião essa é a questão de fundo presente: que Brasil queremos..se os comentários estão carregado de ideologia e se a entendemos como visão de mundo o Brasil está inserido nesse contexto..
Obelix
26 de janeiro de 2014 10:37 pmMeu partido é um coração partido?
Prezados e prezadas,
Longe de mim querer patrulhar o patrulheiro, que ao fim do texto, como exercício de retórica, para não ficar nem do lado de lá, nem de cá, diz-se que o recado dado se aplica a si mesmo.
Mas eu fico encucado, e penso que até os botões do Mino Carta também ficarão ao ouvir a frase: “vamos esquecer os partidarismos e pensar mais no Brasil”.
O que isto quer dizer?
Como é possível pensar algo sem ter uma visão particular da História, ou mais: como pensar a História e o Brasil sem ter um filtro “partidário” ou ideológico deste país e sua História?
Ora pilordas, se uma das queixas seculares dos “intelectuais” e outros “especialistas” deste país sempre foi a pouca densidade partidária e o pouco debate partidário dela decorrente, e justo no espaço onde estas posições se estruturam, uns com mais sofisticação, outros com menos, é verdade, vem a “turma do deixa-disso”, ou a patota da neutralidade a subir nas tamancas?
Soluções? Que catzo é isto em um blog, onde pessoas escrevem sem ter um nível orgânico e de pessoalidade qualquer?
Qual o sentido de pensar soluções que não tem nenhuma chance de se relacionarem com qualquer instância de execução? Isto sim que é um exercício masturbatório desnecessário!
O compromisso aqui é falar, falar, falar sem ter compromisso algum. Esta é a dinâmica que produz algo aproveitável no campo dos princípios.
Embora na aparência haja uma ferrenha disputa por espaço, todos aprendemos um pouco com cada um aqui, ainda que não admitamos.
Pensar mais no Brasil?
Eu não cometeria a deselegância de dizer que o patriotismo é o único refúgio dos canalhas, nada disto.
O texto parece só ingênuo. Como uma música de Cazuza para adolescentes.
Tem coisa bem pior.
leonidas
26 de janeiro de 2014 10:42 pmcalma …
O colega só quis
calma …
O colega só quis pedir ponderação
Obelix
26 de janeiro de 2014 11:58 pmEscreva com moderação?
Prezado Leonidas, embora eu tenha certeza que debater com você, por exemplo, é perder tempo, desta vez eu vou te usar para falar “através” de você.
Pedir ponderação é algo como a propaganda de cerveja: beba com moderação!
Uai, a gente bebe para perdê-la, como pedir o contrário?
Pois é, ponderação no blog quem dá é o editor, que no fim das contas é o juiz daqui.
De resto, cada um regula seu ritmo.
“Quem tá na chuva é para se queimar”.
Aquele que estiver incomodado, o blog não é obrigatório, muito menos comentar nele.
leonidas
27 de janeiro de 2014 2:30 amacho desnecessario esse tipo
acho desnecessario esse tipo de “didatica ” ate´pq beber com moderaçao significa nao encher o caneco de forma irresponsavel ( entre elas dirigir ou ficar bebado )
Beber e ficar bebado nao sao sinonimos ao menos nao deveriam ser…
CELSO ORRICO
26 de janeiro de 2014 11:24 pmeu não tenho conhecimento..
eu não tenho conhecimento de alguma Democracia verdadeira sem Partidos Políticos fortes, estruturados e com projeto político definido ideologicamente..a via Prussiana historicamente foi e é ultilizada no Brasil para manter as estruturas de Partidos oligarcas e afastar qualqure possiblidade de quadros orgânicos com consistência ideológicas, o PT foi criado para subverter essa lógica mas mesmo ele com a “paulistização” de certa forma ainda mantém esse status quo..
Obelix
27 de janeiro de 2014 12:07 amO mosaico.
Prezado Celso,
Eu não conheço, ou melhor, não reconheço mais este traço ideologicamente forte em nenhum partido de nenhuma Democracia mundial que escape da lógica da luta binária de classes, embora em cada classe haja outras subclasses e subrepresentações.
Sua concepção, a meu ver, é muito mais uma idealização do papel dos partidos e da própria Democracia. Eu respeito. Mas discordo.
Assim temos partidos de ultra-esquerda no mundo que se unem ao espectro conservador para derrubar social-democratas na Alemanha, trabalhistas de Tony Blair subordinados a agenda de Bush Jr, Democratas do Sul dos EEUU com cacoetes tão ou mais conservadores que os Republicanos de San Francisco, Socialistas franceses devotados as teses de xenofobia e hostilidade a imigrantes, e por aí vamos.
Que outro partido conseguiria mobilizar milhares de pessoas para contribuirem para a multa de um preso, que foi massacrado moralmente pela mídia?
Eu sou capaz de concordar contigo que o PT deixa muito a desejar, principalmente pelo que esperamos dele, mas ele não é pela manutenção do estamento, ainda não…o que não quer dizer que não se transforme nisto, e aí nosso desafio é encontrar outras ferramenta partidária que dê conta das tarefas que temos pela frente.
Saudações.
Francy Lisboa
27 de janeiro de 2014 6:22 am“O compromisso aqui é falar,
“O compromisso aqui é falar, falar, falar sem ter compromisso algum. Esta é a dinâmica que produz algo aproveitável no campo dos princípios”
Pois é rapaz..deixa eu falar ô!
Abs
Obs: eu não faço esforço para ficar em cima do muro, todos aqui sabem que sou PT e voto na Dilma de olho fechado. O que eu quiz dizer com sem partidarismo é o ato apaixonado que nos leva a circular e acaba entediando o Blog. Mas vc é muito mais qualificado do que eu para não enteder tal relação.
Zanchetta
26 de janeiro de 2014 10:45 pmVocê quer acabar com uma das
Você quer acabar com uma das poucas diversões aqui do blog…
Por exemplo:
Como explicar que o Eduardo Campos é um traíra e o Lindenberg Farias está somente exercendo o seu direito e o do partido de concorrer a um cargo majoritário?
alexis
27 de janeiro de 2014 9:24 amExiste apenas um Governo a ser traído
Eduardo Campos saiu do Governo e, através da sua candidatura a Presidente, está propondo outro programa nacional para o país (embora com programa pouco claro) e, ainda, em nível federal, acenando apoio aos tucanos. Hoje, a sua saída, embora legítima como partido, constitui uma traição ao Governo e ao programa que lhe deu amparo durante muito tempo.
O Lindenberg Farias sempre foi do PT e, por conta de estratégia eleitoral, considera-se hoje que é o melhor candidato para representar o Governo e a Dilma no estado de Rio de Janeiro. Lindenberg não mudará nem trairá o Governo federal, pois nunca saiu dele e, também, não trairá ao Governo local do Rio de Janeiro, considerando que o PT apenas apoiou, temporariamente, o mesmo programa de Governo Federal, aplicado no RJ, representado ocasionalmente pelo Governador de RJ e o PMDB, que já foi o melhor candidato naquele momento passado.
O PT submeteu os legítimos interesses partidários locais, durante algum tempo, em favor de políticos aliados regionais de RJ, no caso, o PMDB. Hoje, por razões políticas, o programa nacional de Governo do PT é colocado como prioritário no Estado. Nem o Estado de Rio de Janeiro nem qualquer município do país possuem um programa diferente do programa nacional do partido pertinente, que possa ser ou não traído, mas apenas “o programa” do Governo federal, onde o PMDB é aliado.
Zanchetta
27 de janeiro de 2014 5:39 pmEntão… é disso que estou
Então… é disso que estou falando: sempre acham uma explicação, por mais estapafúrdia que seja.
Meu caro… pra que é que existe eleição para GOVERNADOR?!?!?! se prá vc só tem FEDERAL!!!!
alexis
27 de janeiro de 2014 6:28 pmEstá difícil?
A prefeitura e o Governo do Estado, seguem a visão nacional que o partido (qualquer partido), no seu conjunto, gera para eles. O Governo do Rio, ao ser ganho pela base do Governo, embora na pessoa de um aliado (Cabral), levou para aquele estado a visão política do Governo Dilma, customizada para aquele estado.
Você deve votar pela sua opção política, ou seja, a que achar melhor para o país. Essa opção reflete-se, nacionalmente, na Presidência (ou seja, o Governo do Brasil) e, ainda, vota por executivos que ajudarão a esse presidente, na penetração das suas políticas no estado pertinente. Rio de Janeiro não é uma república independente.
Zanchetta
26 de janeiro de 2014 10:47 pmOutra…
Alguém, em sã
Outra…
Alguém, em sã consciência, acha que a Dilma Roussef, se ainda fosse filiada ao PDT, mesmo sendo aliada do PT, seria presidentA da República hoje?
Jorge Nogueira Rebolla
26 de janeiro de 2014 11:36 pm“… afinal o contraditório não existe para os capachos do PT.”
“Não alimente o governismo!
Eu tenho a política de não postar links de sites e blogs canalhas governistas como Diário do Centro do Mundo, Brasil 247, dentre outros. Até do Vi o Mundo evito (pese não ser o pior).
Porque?
Simples: Porque mesmo que haja algo que se salve nesses blogs/sites, faz parte da tática. Atraem o leitor incauto.
E esse leitor vai atras de mais conteúdo por lá. E qual é o conteúdo? PT é maravilhoso, não tem nenhum problema de DH, viva a Copa, não tem homofobia no país, genocídio indígena, retrocessos, privatizações e etc.
É uma linda tática essa de postar algo prestável em meio a tanta MERDA e deixar que alguns se afoguem nela. Quando você compartilha algo que “presta”, você abre a porta do lixo governista para seus seguidores que, confiando em você, podem achar que TODO aquele conteúdo é sério.
Eu não ajudo a divulgar.
E como bem lembrou o @ViuVotouNoPaes, no Twitter, cada click/visita nessas páginas governistas é grana que entra no bolso deles. De fontes tão diversas quanto os pelegos da CTB, a Caixa e afins.
Não divulgue links de portais governistas, não leia portais governistas. Mantenha sua TL limpa e a dos outros também, não dê ibope para o fanatismo governista.
E uma das melhores formas de se informar sobre páginas e perfis a evitar é acompanhar o Governismo, a doença infantil!
Isso vale obviamente pra blogs governistas, como os do fanático demente Eduardo Guimarães, Maria Frô, etc…”
Acho que a partir de agora vou usar escritos esquerdistas como estes quando quiser chocar os lulistas…
Caio Freitas
27 de janeiro de 2014 11:12 amJá que o senhor classificou
Já que o senhor classificou todos estes outros meios como “lixo! e “propaganda governista”, me explique então aonde você faz a sua leitura diária dos fatos e das análises destes fatos?
Jorge Nogueira Rebolla
27 de janeiro de 2014 1:59 pmMeu é só…
…o que está em negrito no final do comentário… o resto é de esquerdistas colhidos na internet…
agincourt
26 de janeiro de 2014 11:36 pmmétodo dialético
Francy, é o método dialético: caçar as contradições.
…Mas são tantas que a síntese inda vai demorar.
Heart
26 de janeiro de 2014 11:38 pmO Brasil está afundado em
O Brasil está afundado em contradição:
a “heroica Guerra do Paraguay”;
Um golpe de direita em um país com maioria de esquerda (i.e. a maioria dos brasileiros votou duas vezes em Jango);
A aliança emblemática entre Sarney, Maluf (egressos do ARENA) com Lula (sindicalista);
Lula coloca Henrique Meirelles (PSDB) para dirigir o Banco Central (é como colocar uma raposa para cuidar do galinheiro);
A eterna política do PT em gastar rios de publicidade na mídia de extrema direita, enquanto pouco dinheiro vai para a mídia de esquerda;
Indicar direitistas para o STF e para procuradoria geral da União;
Enfim, como fazer o país decolar, com tanto peso morto na carga do avião?
lenita
27 de janeiro de 2014 12:13 amSe eu não puder mais encher a
Se eu não puder mais encher a paciência do Leônidas, juro que abandono o Blog, apesar de aprender mt por aqui. rsrsrs. Chega ter de aturar os machistas ! Sr. Francy, será que o blog não ficará mt elitista e pq não dizer, chato mesmo? Gosto muito dos seus comentários, mas imagino se não pudermos tb nos divertir um tiquinho que seja !
leonidas
27 de janeiro de 2014 12:20 amoxê e eu sou machista por
oxê e eu sou machista por acaso? rs
lenita
27 de janeiro de 2014 12:31 amLeônidas, vê se aprende a ler
Leônidas, vê se aprende a ler , kkkkk Não me referia a vc, mas alguns outros.
leonidas
27 de janeiro de 2014 12:55 amah ta…
ah ta…
Francy Lisboa
28 de janeiro de 2014 11:28 amCara Lenita, ainda sim nos
Cara Lenita, ainda sim nos divertiriamos, afinal, estamos sempre por aqui.
Abs
JB Costa
27 de janeiro de 2014 6:35 amVou ficar em cima do muro. Ao
Vou ficar em cima do muro. Ao tempo em que acho normal cada um puxar brasa para sua sardinha, ou seja, defender seus pontos de vistas tomando como referência suas referências políticas-ideológicas, também propugno por uma senso crítico mais apurado para no ficarmos no mesmo rame-rame. O excesso de previsibilidade, como bem anota o autor do post, faz mal até mesmo ao comentarista.
A esse propósito, sabemos, sim, de antemão o que “pensam” alguns comentaristas acerca de qualquer tema. Eles exercem um direito e nada tenho a opor. Apenas realço que com o tempo nasce até mesmo a indiferença.
Mas, o que signifi8ca mesmo “senso crítico”?
BRAGA-BH
27 de janeiro de 2014 11:01 amSenso critico.
Senso crítico é igual a braços. Tem gente que já nasce sem!!
Tô sentindo falta do Assis nos comentários! Alguém sabe me dizer por onde anda?
Francy Lisboa
27 de janeiro de 2014 2:36 pmRapaz eu estava pensando
Rapaz eu estava pensando nisso ainda ontem.
Where is Assis?
alexis
27 de janeiro de 2014 6:20 pmFérias
Ele falou disso, dias atrás.
Alexandre Weber - Santos -SP
27 de janeiro de 2014 1:18 pmTrês dimensões
Nossa mente processa a realidade gnosiológica na cognição, desta miríade é que tomamos as decisões, uma falha nesta manufatura da percepção produz estes resultados pobres que muitos aqui denunciam.
Têm razão.
Alexandre Weber - Santos -SP
27 de janeiro de 2014 1:10 pmProfecias e advinhações
Não visto a carapuça pois sou o único profissional de Tarot aqui do blog e, por enquanto, não errei nenhuma das minhas predições, apesar de terem uns chatos que colecionam as minhas mensagens de anos KKKKKKKKKKK!!!!!!!!!!!