4 de junho de 2026

Anderson Silva sofre lesão grave e perde combate para Weidman

Do Estadão
 
 
Brasileiro se machuca seriamente ao tentar chutar rival e sai do octógono de maca
 
29 de dezembro de 2013 | 3h 58
 
O Estado de S. Paulo
 
LAS VEGAS – O brasileiro Anderson Silva não tem mesmo sorte diante de Chris Weidman. Na madrugada de sábado, ao tentar retomar o cinturão dos médios no UFC 168, ele acabou sofrendo uma séria lesão e ainda não sabe quando poderá voltar ao octógono. Ele não foi bem no 1º round, mas no seguinte tentava ditar o ritmo da luta quando acertou um chute no rival e acabou tendo uma fratura na canela esquerda. Teve de desistir do combate e viu o cinturão ficar mais distante.
 
A contusão foi tão séria que Anderson precisou sair de maca do octógono, com cara de dor e a perna imobilizada, enquanto Weidman recebia o cinturão de campeão sem ter muitos motivos para festejar. “Ele ainda é o melhor de todos os tempos, que Deus o abençoe. Eu me sinto bem com a vitória, mas não queria que ele se machucasse dessa maneira. Vinha trabalhando essa defesa nos meus treinamentos”, disse Weidman. Agora ele terá pela frente outro brasileiro, Vitor Belfort, que assistiu à luta e aguarda a data do confronto. “Eu preciso relaxar um pouco, mas será um grande teste para mim”, concluiu Weidman.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

 
Vitor Belfort, por sua vez, lamentou a lesão de Anderson Silva e prometeu trazer o cinturão de volta para o País. “Foi muito triste essa lesão, senti a dor dentro de mim. Fico triste em saber que o resultado terminou desta forma. De qualquer forma, estou pronto e esperando a minha vez. Vou trazer esse cinturão para o Brasil, tenho confiança na minha vitória. É trabalho duro e acho que o combate será marcado em breve”, afirmou Belfort.
 
Somente um brasileiro saiu vitorioso no UFC 168: William Patolino, que castigou tanto o rosto de Bobby Voelker que seu cabelo ficou manchado de vermelho com o sangue do adversário. “Ele absorve muito bem as pancadas, minha mão está até doendo. Me impressionei bastante com ele”, afirmou o lutador, que apesar da superioridade venceu apenas por pontos após três rounds. “Quero dedicar essa vitória à Baixada Fluminense e aos locais que estão tendo enchente. Eu estava muito preparado para esse combate, ele é um cara experiente, duro. Senti a energia positiva do público, mas sei que posso melhorar bastante”, explicou.
 
Outros três brasileiros acabaram sendo derrotados. Gleison Tibau, em sua 21ª luta pelo UFC, acabou perdendo para Michael Johnson por nocaute a 1 minuto e 32 segundos no 2º round. “Eu estava confortável na luta, começando a ganhar a distância, mas nem vi o golpe que me acertou. Peço desculpas aos brasileiros, mas em luta isso acontece. Já passei por várias vitórias e várias derrotas, tem de levantar a cabeça. Foi uma fatalidade”, comentou Tibau. Já Fabrício Morango foi finalizado por Jim Miller aos 3 minutos e 42 segundos do 1º round enquanto Diego Brandão foi nocauteado por Dustin Poirier aos 4 minutos e 54 segundos do 1º round.
 
Confira os resultados do UFC 168:
 
Chris Weidman venceu Anderson Silva por nocaute técnico no 2º round
Ronda Rousey venceu Miesha Tate por finalização no 3º round
Travis Browne venceu Josh Barnett por nocaute no 1º round
Jim Miller venceu Fabrício Morango por finalização no 1º round
Dustin Poirier venceu Diego Brandão por nocaute no 1º round
Uriah Hall venceu Chris Leben por nocaute técnico no 1º round
Michael Johnson venceu Gleison Tibau por nocaute no 2º round
Dennis Siver venceu Manny Gamburyan por decisão unânime
John Howard venceu Siyar Bahadurzada por decisão unânime
William Patolino venceu Bobby Voelker por decisão unânime
Robbie Peralta venceu Estevan Payan por nocaute no 3º round 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

22 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. DanielQuireza

    30 de dezembro de 2013 10:29 am

    Não é questão de sorte. Ele

    Não é questão de sorte. Ele perdeu as duas lutas porque lutou pior nas duas. O Anderson já havia perdido o primeiro round e por pouco não fora nocauteado logo no início da luta. Dificilmente conseguiria reverter a situação e vencer a luta. Era possível, claro, mas não provável.

    A quebra da perna aparentemente foi um acidente, como poderia ocorrer, por exmplo em uma partida de futebol.

    Esse Weidman é mesmo um grande lutador, muito completo que está em ótima fase e ótima forma.

    O Belfort aparentemente está muito bem, talvez na melhor fase de sua carreira, mas acho meio difícil que vença o americano, que será o favorito.

  2. Assis Ribeiro

    30 de dezembro de 2013 10:48 am

    UFC e MMA devem ser proibidos?

    “O deputado José Mentor (PT-SP) apresentou um projeto de lei para que as lutas de MMA não sejam mais transmitidas no Brasil. Segundo ele, não se trata de esporte, mas de selvageria pura e simples, que não deveria ser estimulada. Ele lembra ainda que França e Nova York proibiram não só as transmissões como a própria luta. Quem sairia perdendo em caso de eventual proibição seria a Globo, que explora comercialmente essas transmissões.”

    Matéria completa: http://www.brasil247.com/pt/247/esporte/125382/A-transmiss%C3%A3o-de-lutas-de-MMA-deve-ser-proibida.htm

    1. DanielQuireza

      30 de dezembro de 2013 11:16 am

      Projeto absurdo desse

      Projeto absurdo desse deputado. As lutas já passam em horários adequados. Não tem lógica nenhuma proibir. Está querendo aparecer, só pode. E com relação às lutas de boxe, porque não diz nada ?

  3. Zanchetta

    30 de dezembro de 2013 10:49 am

    Depois reclamam que as

    Depois reclamam que as torcidas de futebol se degladiem nas arquibancadas. Chamam esse tal de UFC de esporte!?

    Bem feito! Agora teremos o lançamento da Canela em Pó Anderson Silva

    1. DanielQuireza

      30 de dezembro de 2013 11:27 am

      Por que existe um esporte de

      Por que existe um esporte de luta – que sempre existiram e existirão vários – não se pode “reclamar” de brigas de marginais em estádios ?

      Nâo existe diferença alguma, em termos de violencia, de UFC para boxe, por exemplo. Aliás, em boxe ja houve muito mais mortes.

      A quebra da perna foi um acidente. Jogos de futebol produzem muito mais pernas quebradas do que lutas.

       

       

      1. Ed Döer

        30 de dezembro de 2013 12:39 pm

        Daniel,
        Só que no futebol uma

        Daniel,

        Só que no futebol uma perna quebrada não é um “objetivo” e sinônimo de vitória para o adversário. Então é complicado fazer esse tipo de comparação, por mais que existam técnicos que “mandam bater”.

        De qualquer forma, acho inútil essa discussão conceitual que volta e meia se repete sobre o MMA ser esporte ou não, porque teria pouco impacto na realidade. A questão mesmo é se esse tipo de competição deve ser promovida por uma concessão pública ou não.

        Agora, se tal competição é realizada por adultos conscientes dos riscos e existe algum tipo de demanda pela mesma, não acho que a proibição de sua existência seja o caminho. Só que transformar esse pessoal em herói e exemplo de vida, como a Globo faz, para vender o seu produto, também não me parece o caminho.

        1. DanielQuireza

          30 de dezembro de 2013 1:13 pm

          Sem dúvida. Mas o objetivo da

          Sem dúvida. Mas o objetivo da luta não é quebrar a perna de ninguem também. Foi um acidente, por isso a comparação. inclusive um lutador brasileiro, conhecido como Toquinho, foi recentemente expulso do UFC por demorar a soltar o adversário durante as finalizações.

          Concordo. Algumas pessoas, talvez as detentoras da verdade absoluta, dizem com arrogância: não é esporte !, como se isso, por si só decretasse a proibição das lutas ou como tivessem a primazia do julgamento sobre o que é ou não esporte. As lutas fazem sucesso, mutas pessoas assistem. Quem não gosta é só não assistir e não lutar, simples. Será que é tão difícil assim não ficar acordado até de madrugada para não ver a luta ? Eu acho que não.

          A Globo faz parte e estimula o espetáculo para ganhar audiencia, ganhar dinheiro. Também acho forçação de barra, mas fazer o que.

      2. Zanchetta

        30 de dezembro de 2013 12:51 pm

        Primeiro, querer justificar

        Primeiro, querer justificar uma aberração com outra (boxe) não dá. Ambos não o são!

        Segundo, até os termos do tal UFC como “finalizar alguém” já fazem parte da meliância esportiva!

        E vc ainda acha bonito!

        1. DanielQuireza

          30 de dezembro de 2013 1:06 pm

          Finalizar alguem é apenas um

          Finalizar alguem é apenas um termo que se popularizou. Quer dizer apenas finalizar a luta, nada mais do que isso.

          Prova de que o esporte não induz a violencia é que existe muito menos briga nas torcidas de MMA do que entre torcidas de futebol, por exemplo.

          Cada um tem uma opinião, mas é fato que boxe tem muitra tradição. Se boxe pode, porque não outros tipos de luta ?

          Ninguem é obrigado a disputar ou mesmo assistir. Querer dizer que não é esporte – quem tem a primazia sobre o que é ou não esporte ? – querer proibir a prática ou a transmissão não beneficia a ninguem, muito menos a coletividade.

          1. Ed Döer

            30 de dezembro de 2013 2:24 pm

            Prova de que o esporte não

            Prova de que o esporte não induz a violencia é que existe muito menos briga nas torcidas de MMA do que entre torcidas de futebol, por exemplo.

            Só que o ponto da diferença pode ser outro, não o “esporte” em si, mas a relação do público com ele. No futebol existe a criação de um vínculo passional muito forte com o clube. Poderíamos comparar com a religião até, seja pelo grau de fanatismo que pode desencadear, como pela “origem”, já que normalmente o torcedor não escolhe o seu clube, e sim, o recebe dos pais ainda no berço.

            E indo um pouco além e comparando com outros esportes populares nos EUA, alguns mais violentos como o futebol americano, outro problema que ocorre aqui normalmente, mas que é raro lá, é a presença de 2 ou mais clubes representativos numa mesma cidade. Isso colabora para a criação de uma rivalidade, muitas vezes irracional, que pode acabar em violência.

            Já no UFC, como os lutadores são indivíduos, e com carreiras “curtas”, não haveria nem tempo hábil para se formar esse tipo de relação passional que existe com o futebol. O apreço por um lutador será sempre efêmero e temporário. E mesmo que possa despertar algum grau de nacionalismo e patriotismo, os eventos ocorreriam com público quase que em sua totalidade do local onde está sendo realizado. O perigo e um dos meus maiores receios em relação ao UFC é a tentativa de vincular lutadores com clube de futebol, como parece já estar ocorrendo de forma limitada.

  4. Antonio C.

    30 de dezembro de 2013 11:41 am

    Comentário.

    Uma mistura de Coliseu com Van Damme. Dispensável.

    Post como esse constitui um sintoma de muitos blogs que vejo por aí. Até publicações como a Carta Capital tem se valido de blogs com intuito de aumentar sua frequência. E não dá outra. Posts são mais lidos e comentados que reportagens ou artigos. E o pior, que é quase uma tautologia: as pessoas comentam aquilo que são capazes de comentar.

    Copiar notícia, colar e passar adiante, frente à quantidade de informação, é fácil. Difícil mesmo é sentar, ler um livro com calma, ler um artigo com termos econômicos que pouco usamos (não sejamos tão cricris: “triângulo” é termo técnico quanto é “commoditie”).

    “Esporte” como esse, propriedade privada, veiculada em concessão pública, com rios de dinheiro, gladiadores assalariados e patrocinados.

    Muhammad Ali. O cara que não entrou numa luta cega pra sair com sangue alheio na foto: a guerra do Vietnã. “My conscious won’t let me go shoot my brother, or some darker people, or some poor hungry people in the mud for big powerful America. And shoot them for what? They never called me nigger, they never lynched me, they didn’t put no dogs on me, they didn’t rob me of my nationality, rape and kill my mother and father… Shoot them for what? …How can I shoot them poor people, Just take me to jail.”

  5. RACS

    30 de dezembro de 2013 12:09 pm

    Engraçado, foi só a globo

    Engraçado, foi só a globo “abraçar” o Anderson Silva que ele não ganha mais nada.

    1. Zanchetta

      30 de dezembro de 2013 12:48 pm

      E vestir a camisa do

      E vestir a camisa do Corinthians!!!

  6. JB Costa

    30 de dezembro de 2013 12:45 pm

    Repudio de maneira radical

    Repudio de maneira radical esse “esporte”(as aspas já denotam ser inadequado esse conceito).

    Só os seres humanos mesmos são capazes, somente por dinheiro e sede de notoriedade, de se esfolarem em público para o gáudio de sádicos. 

    A depender de mim, que fossem mesmos proibidas suas transmissões pelas TV. Como já disse certa vez um amigo meu: “por que proíbem briga de galo e permitem tal absurdo?”

    Outra coisa: dispenso o pedido de desculpas desse rapaz aí que foi derrotado. Ele não me representava como brasileiro nesse trabalho dele. 

    1. Zanchetta

      30 de dezembro de 2013 4:45 pm

      Falou tudo!!!

      Falou tudo!!!

  7. Gilson AS

    30 de dezembro de 2013 1:10 pm

    A história se repete.

    A história se repete. Todos os grande lutadores de boxes americanos, enquanto se dedicavam exclusivamente e focado nas competições, eram grandes vencedores. Quando o sucesso subia à cabeça, e viravam celebridades, participando de programas de televisão, logo em seguida vinha a decadência nos ringues. O Filme Rocky o lutador II retratou bem essa situação. Com o Anderson aconteceu algo semelhante. Enquanto ele morava nos Estados Unidos ( Los Angeles) e era desconhecido do grande público brasileiro, ele era um grande vencedor, ao ponto de ser considerado o melhor lutador UFC de todas as categoria. Há uns dois anos, o Anderson virou celebridade, participando de vários programa de TV, principalmente na Besta das comunicações(TV Globo).Resultado, perdeu o foco e o objetivo, priorizou o artista, ao invés do esportista. O resultado final todos nós sabemos. Depois dessa fratura, difilcílmente o Anderson Silva voltará ser o que era. É o fim de um ciclo.

    1. DanielQuireza

      30 de dezembro de 2013 1:27 pm

      É verdade, pode ter

      É verdade, pode ter atrapalhado, mas também ele ficou mais velho e ainda não havia enfrentado um lutador do quilate deste Weidman. É um lutador sem carisma, mas muito completo, que dificilmente perderia para o Anderson Silva.

      1. Juliano Santos

        30 de dezembro de 2013 3:46 pm

        Daniel, vejo que voce é um

        Daniel, vejo que voce é um admirador de lutas. Eu também via muito boxe na época do Tyson. Mas vamos admitir, isso é a parte “platéia do Coliseu” que todos temos, principalmente homem. 

        Não dá para fingir que o Mohamed Ali não ficou sequelado de tanto levar soco na cabeça. E sinceramente desconfio que o Weidman provocou sim a lesão no Anderson. Ouvi que a maioria defende esse chute levantando mais a perna, e ele deixou no nível do joelho, onde fatalmente isso aconteceria.

        Acho que é incontitucional proibir a luta, senão teria que proibir todas. Mas fazer do lutador de MMA um ídolo de crianças é demais. Essa luta deveria ser tratada como cigarrro, fuma quem quer, mais sem propaganda na TV

        1. DanielQuireza

          30 de dezembro de 2013 4:04 pm

          Sem dúvida que é algo

          Sem dúvida que é algo violento. Eu não faria jamais, apenas assisto.  Mas por exemplo, muita gente não sabe, mas futebol mesmo costuma deixar muitas sequelas. É um esporte muito violento, principalmente categorias menores de times pequenos. A briga para ser titular é muito grande. O Pelé, que hoje aparenta estar muito bem fisicamente é uma excessão. Zico e Casagrande creio que não conseguem correr muito. Vários jogadores são assim. Veja o Romário, com 40 e poucos anos, tem aparencia já de velho. A maioria dos esportes de elite são ruins para o físico. Ronaldão nem se fala. Neto, etc…

          Com certeza o Weidman não provocou a lesão, não teria como fazê-lo. O chute foi muito rápido, ele defendeu na reação, no instinto. O ideal seria mesmo ele levantar mais a perna, mas acho que não deu tempo. Até porque ele também pode ter machucado o joelho, o menisco. E se pega na canela dele também ? Poderia ter quebrado a dele ou as duas. É acidente de trabalho, não tem jeito.

          O MMA já evoluiu muito desde a década de 90. Hoje não vale cabeçada, cotovelada ou chute quando o atleta está com 3 apoios no chão, golpes baixos. Antes valia tudo, até puxão de cabelo. Algo que poderia melhorar, era a limpeza de sangue durante a luta, deveria interromper mais vezes.

          Com relação ao último parágrafo eu concordo com voce. Só que é complicado proibir a emissora de fazer propaganda das lutas né.

           

          1. Ballade Prata

            30 de dezembro de 2013 10:41 pm

            Acho um tanto quanto exagerado

            comparar com o futebol. A maioria dos futebolistas levam uma vida praticamente normal após a aposentadoria. Muitos deles sofrem um declínio físico natural pelo avançar dos anos e pelo descuido com o físico. O caso do Romário, que nem era muito chegado a treinos, é diferente; sinais de envelhecimento como calvície e cabelos brancos, aliado ao fato de ele ser um rato de praia não tem nada a ver com possíveis efeitos da vida dura de atleta.

  8. iron

    30 de dezembro de 2013 9:23 pm

    Creio que  me lembro de algo

    Creio que  me lembro de algo que certamente irácolaborar para esta discussão.

    Mohamed Ali, tido como o maior lutador de todos os tempos. Pois bem, havia uma pedra no caminho de Ali. Chamava-se Joe Frazier. Lutador bom, mas nada de extraordinario.Mas o box de Ali, simplesmente nao funcionava com Frazier. O próprio Ali reconhece isto. Me parece ser o caso deste rapaz, é a pedra do Anderson. Anotem aí que serah provavelmente derrotado pelo Belfort.

  9. tiao

    31 de dezembro de 2013 6:46 pm

     Não entendo certas pessoas:

     Não entendo certas pessoas: assistem e gostam deste de show de selvageria,e ficam escandalizados com as brigas 

    das torcidas organizadas. Só um psiquiatra pra explicar…

Recomendados para você

Recomendados