Balança comercial: aumenta a integração do Brasil com a China

Não para de crescer a integração comercial do Brasil com a China. Nos 12 meses fechados em maio, o país respondeu por 31,8% das exportações brasileiras; 20,05% das importações e 67,12% do saldo comercial.

No mesmo período, a participação dos Estados Unidos caiu de 12,1% para 10,08% das exportações; de 19.42% para 16,24% das importações.

O gráfico com linhas de 3, 6 e 12 meses servem para identificar movimentos de médio e curto prazo. A linha de 3 meses mostra uma nova aceleração das exportações para a China.

O saldo comercial brasileiro saltou de US$ 40 bilhões para US$ 50 bilhões em um ano. Sem a China, cairia de US $28 bilhões para US $22 bilhões.

Em relação aos 12 meses acumulados até maio de 2020, houve um aumento de US$ 24 bilhões no saldo comercial. Desse total, a China respondeu por US$ 8,7 bilhões. Outros US$ 4 bilhões foram reflexo da redução do déficit comercial com os EUA.

O gráfico abaixo mostra o fluxo de comércio dos Estados Unidos em relação à China. Cai de perto de 80% em 2011 para 40% nos últimos 12 meses.

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