Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Webster Franklin
19 de agosto de 2016 3:15 amUrgente, PF indicia a dona do Tripléx do Guarujá e advinhem não
Falando Verdades
Urgente, PF indicia a dona do Tripléx do Guarujá e advinhem não é o Lula
Posted By: admin 18 de agosto de 2016
A Polícia Federal entregou à Justiça na última sexta (12) o relatório final sobre a fase Triplo X da Lava Jato; foram indiciados a publicitária Nelci Warken (que admitiu ser a verdadeira dona de um tríplex no Condomínio Solaris, no Guarujá) e funcionários da Mossack Fonseca no Brasil; o ex-presidente Lula e seus familiares não são mencionados nesse indiciamento
247 – A Polícia Federal entregou à Justiça na última sexta-feira (12) o relatório final sobre a fase Triplo X da Lava Jato. Foram indiciados a publicitária Nelci Warken (que admitiu ser a verdadeira dona de um tríplex no Condomínio Solaris, no Guarujá) e funcionários da Mossack Fonseca no Brasil. O relatório final da PF foi tornado público pelo juiz Sérgio Moro no final da tarde desta quinta-feira (18). Leia a íntegra aqui.
Além de Nelci, são arroladas Maria Mercedes Riaño (chefe do escritório da Mossack no Brasil), Luis Fernando Hernandez, Rodrigo Andrés Cuesta Hernandez, Ricardo Honório Neto e Renata Pereira Britto, que trabalhavam para a Mossack.
O ex-presidente Lula e seus familiares não são mencionados nesse indiciamento.
No relatório, A PF descreve a Mossack Fonseca como uma “organização criminosa de caráter transnacional, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, voltada para a prática do crime de lavagem de dinheiro”.
“Ex-presidente Lula e familiares não estão no indiciamento
Leia aqui a íntegra do relatório final da PF na fase “Triplo X”
Empregados da Mossack Fonseca no Brasil foram indiciados
Para PF, Mossack era “organização criminosa transnacional”
Fernando Rodrigues, UOL
A Polícia Federal entregou à Justiça na 6ª feira (12.ago) o relatório final sobre a fase Triplo X da Lava Jato, deflagrada em 27.jan.2016. Foram indiciados a publicitária Nelci Warken (que admitiu ser a verdadeira dona de um tríplex no Condomínio Solaris, no Guarujá) e funcionários da Mossack Fonseca no Brasil.
As informações são do repórter do UOL André Shalders.
O relatório final da PF foi tornado público pelo juiz Sérgio Moro no final da tarde de hoje (18.ago). Leia a íntegra aqui.
Além de Nelci, são arroladas Maria Mercedes Riaño (chefe do escritório da Mossack no Brasil), Luis Fernando Hernandez, Rodrigo Andrés Cuesta Hernandez, Ricardo Honório Neto e Renata Pereira Britto, que trabalhavam para a Mossack. Também é indiciado o empresário Ademir Auada, que intermediava negócios para a Mossack.
O ex-presidente Lula e seus familiares não foram indiciados. A real propriedade do apartamento do Guarujá, porém, é apurada em uma investigação à parte. A defesa do ex-presidente pediu a Sérgio Moro acesso à essa apuração na tarde de hoje (18.ago). Ainda não há decisão.
A Mossack Fonseca se tornou conhecida no Brasil após a divulgação da série jornalística Panama Papers, em abril deste ano. A série baseou-se em um acervo de 11,5 milhões de documentos internos da Mossack, obtido pelo jornal alemão “Süddeutsche Zeitung” e compartilhado com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). No Brasil, participaram da apuração o UOL, o jornal “O Estado de S. Paulo” e a “RedeTV!”.
“ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA TRANSNACIONAL”
No documento de cinco páginas, a PF descreve a Mossack Fonseca como uma “organização criminosa de caráter transnacional, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, voltada para a prática do crime de lavagem de dinheiro”.
“As diligências efetuadas revelaram que a atividade principal da Mossack guardava relação com a abertura de empresas offshore, de forma a ocultar seus verdadeiros sócios e responsáveis. Nesse sentido, todos os que trabalhavam na empresa tinham plena ciência de que atuavam em um mercado voltado à demanda do trânsito de valores e bens de origem suspeita e duvidosa. Por tal motivo, foram indiciados como incursos no art. 1, par. 2º, inciso II da Lei 9.613/98”, diz outro trecho do relatório. A lei mencionada é a que trata de lavagem de dinheiro.
PANAMA PAPERS
A investigação jornalística dos Panama Papers é citada em vários momentos nos relatórios produzidos pela Polícia Federal. Em alguns trechos, os peritos da Polícia utilizaram-se de reportagens para analisar documentos apreendidos na sede da Mossack Fonseca e na casa das pessoas que foram alvo da fase Triplo X.
Trecho de reportagem do Blog reproduzido em relatório da PF
http://falandoverdades.com.br/urgente-pf-indicia-a-dona-do-triplex-do-guaruja-e-advinhem-nao-e-o-lula/
Webster Franklin
19 de agosto de 2016 4:26 amPF conclui relatório da fase Triplo X e indicia dona do tríplex
Blog do Fernando Rodrigues
PF conclui relatório da fase Triplo X e indicia dona do tríplex do Guarujá
Fernando Rodrigues
18/08/2016 19:58
Ex-presidente Lula e familiares não estão no indiciamento
Leia aqui a íntegra do relatório final da PF na fase “Triplo X”
Empregados da Mossack Fonseca no Brasil foram indiciados
Para PF, Mossack era “organização criminosa transnacional”
O Condomínio Solaris, no Guarujá (SP)
A Polícia Federal entregou à Justiça na 6ª feira (12.ago) o relatório final sobre a fase Triplo X da Lava Jato, deflagrada em 27.jan.2016. Foram indiciados a publicitária Nelci Warken (que admitiu ser a verdadeira dona de um tríplex no Condomínio Solaris, no Guarujá) e funcionários da Mossack Fonseca no Brasil.
As informações são do repórter do UOL André Shalders.
O relatório final da PF foi tornado público pelo juiz Sérgio Moro no final da tarde de hoje (18.ago). Leia a íntegra aqui.
Além de Nelci, são arroladas Maria Mercedes Riaño (chefe do escritório da Mossack no Brasil), Luis Fernando Hernandez, Rodrigo Andrés Cuesta Hernandez, Ricardo Honório Neto e Renata Pereira Britto, que trabalhavam para a Mossack. Também é indiciado o empresário Ademir Auada, que intermediava negócios para a Mossack.
O ex-presidente Lula e seus familiares não foram indiciados. A real propriedade do apartamento do Guarujá, porém, é apurada em uma investigação à parte. A defesa do ex-presidente pediu a Sérgio Moro acesso à essa apuração na tarde de hoje (18.ago). Ainda não há decisão.
A Mossack Fonseca se tornou conhecida no Brasil após a divulgação da série jornalística Panama Papers, em abril deste ano. A série baseou-se em um acervo de 11,5 milhões de documentos internos da Mossack, obtido pelo jornal alemão “Süddeutsche Zeitung” e compartilhado com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). No Brasil, participaram da apuração o UOL, o jornal “O Estado de S. Paulo” e a “RedeTV!”.
“ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA TRANSNACIONAL”
No documento de cinco páginas, a PF descreve a Mossack Fonseca como uma “organização criminosa de caráter transnacional, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, voltada para a prática do crime de lavagem de dinheiro”.
“As diligências efetuadas revelaram que a atividade principal da Mossack guardava relação com a abertura de empresas offshore, de forma a ocultar seus verdadeiros sócios e responsáveis. Nesse sentido, todos os que trabalhavam na empresa tinham plena ciência de que atuavam em um mercado voltado à demanda do trânsito de valores e bens de origem suspeita e duvidosa. Por tal motivo, foram indiciados como incursos no art. 1, par. 2º, inciso II da Lei 9.613/98”, diz outro trecho do relatório. A lei mencionada é a que trata de lavagem de dinheiro.
PANAMA PAPERS
A investigação jornalística dos Panama Papers é citada em vários momentos nos relatórios produzidos pela Polícia Federal. Em alguns trechos, os peritos da Polícia utilizaram-se de reportagens para analisar documentos apreendidos na sede da Mossack Fonseca e na casa das pessoas que foram alvo da fase Triplo X.
Trecho de reportagem do Blog reproduzido em relatório da PF
O Blog está no Facebook, Twitter e Google+.
Tags : Guarujá Lava Jato Lula Mossack & Fonseca Nelci Warken operacao Triplo X Panama Papers PanamaPapers
http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/08/18/pf-conclui-relatorio-da-fase-triplo-x-e-indicia-dona-do-triplex-do-guaruja/
Webster Franklin
19 de agosto de 2016 4:49 amLava Jato entregou segurança militar a Israel
Tijolaço
Lava Jato entregou segurança militar a Israel
Por Fernando Brito · 17/08/2016
Toquei neste assunto no programa Melhor e Mais Justo, da TVT, que fiz com o ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella: a entrega, para uma empresa israelense, da divisão da Odebrecht que desenvolve mísseis para as Forças Armadas brasileiras.
Hoje, o The Intercept Brasil, em reportagem de Breno Costa, vai mais fundo nesta questão, que envolve também os drones usados para o patrulhamento de fronteiras.
Tecnologia militar da qual não se detém o controle é o mesmo que nada, nestes tempos modernos.
Um chip e puff…
Alguém tem dúvidas de que Israel partilha com “vocês sabem quem” todas as suas informações militares?
Com queda da Odebrecht, Elbit, fabricante israelense de drones, tenta decolar no Brasil
Breno Costa, no The Intercept Brasil
A crise financeira gerada pelas descobertas da Operação Lava Jato sobre os negócios do grupo Odebrecht acaba de provocar um efeito secundário preocupante: o crescimento expressivo, dentro do Brasil, da principal fabricante mundial de drones de uso bélico e alvo de fortes críticas de organizações de direitos humanos.
No último dia 5, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)aprovou a venda dos negócios de comunicação militar da Mectron Engenharia, empresa da área de defesa do grupo Odebrecht, para a Elbit Systems. Essa companhia é responsável pela fabricação de quase todas as aeronaves não tripuladas usadas por Israel em bombardeios na Faixa de Gaza, além de ter papel preponderante na vigilância que envolve o muro erguido pelos israelenses para separar o país do território palestino. Na última ofensiva de Israel, em 2014, a organização Defense for Children International relatou que 164 crianças foram mortas em ataques executados por drones fabricados pela Elbit.
A Elbit é a maior companhia privada da área militar dentro de Israel. Somente com a produção de drones e a venda deles para o Exército de Israel e forças armadas de outros países em todo o mundo, a empresa faturou US$ 1,2 bilhão em 2015, conforme seu último balanço.
Devido a esse envolvimento direto da Elbit Systems nas ações militares de Israel, a corporação é alvo de boicotes internacionais entre defensores dos direitos humanos e da causa palestina, mas também por parte de governos estrangeiros, que acabaram vetando negócios com a empresa. Entre eles, estão Suécia, Noruega, Dinamarca (cujos fundos de pensão retiraram investimentos feitos na empresa) e, mais recentemente, a França, que, em fevereiro deste ano, anunciou que não compraria mais drones produzidos pela Elbit.
No Brasil, entretanto, a companhia israelense opera normalmente. E com força. Desde 2008, quando a Elbit em Israel passou a ser vinculada com violações de direitos humanos depois que o Conselho de Direitos Humanos da ONU considerou que os ataques apoiados por drones na ofensiva de 2008-2009 contra a Palestina representaram graves violações de direitos humanos e possíveis “crimes de guerra e crimes contra a humanidade“, a principal subsidiária da empresa dentro do Brasil já recebeu mais de R$ 456 milhões das Forças Armadas Brasileiras, especialmente da Aeronáutica, de acordo com dados do Portal da Transparência do governo federal.
A empresa já tinha três subsidiárias dentro do Brasil. A principal delas, que atua na área de drones, é a AEL Sistemas Ltda, com sede em Porto Alegre.
O único sobressalto que os israelenses tiveram em suas operações no Brasil aconteceu no final de 2014, quando o então governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT) cancelou um acordo assinado no ano anterior com a AEL, que permitia financiamentos públicos à empresa, além de acesso a tecnologias produzidas por universidades gaúchas. O objetivo da parceria era a construção de um parque aeroespacial militar no Estado.
É essa empresa que irá herdar os negócios da Mectron na sensível área de comunicação militar – incluindo o desenvolvimento de computadores de missão para drones.
No pacote negociado, também estão sistemas de Rádio Definido por Software (RDS) e outros sistemas de comunicação, além, claro, de todos os contratos vigentes da Mectron com as Forças Armadas brasileiras. Nesse grupo está incluído, entre outros, um contrato de R$ 193 milhões com a Força Aérea Brasileira, assinado em 2012 e ainda vigente, para a produção de um moderno e inovador sistema de comunicação entre caças e torres de comando (projeto Link BR-2).
Os israelenses da Elbit agora terão controle sobre isso – desde que as nossas Forças Armadas autorizem que os contratos da Mectron sejam repassados para a Elbit. Consultada a respeito pelo The Intercept Brasil, a FAB respondeu apenas que “O assunto está sendo analisado pela Força Aérea Brasileira”.
Para Michel Temer, drones usados no Brasil têm “resultado extraordinário”
A chegada dos drones israelenses ao Brasil começou em 2010. Em dezembro daquele ano, a Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate, vinculada ao Comando da Aeronáutica, acertou com a Aeroeletrônica (antigo nome da AEL, mas já controlada pela Elbit), o fornecimento de dois drones Hermes 450, fabricados pela empresa israelense.
Esses drones foram contratados sem licitação. O argumento do governo era anotória especialização da fabricante. De fato, o drone já tinha sido testado em combate havia pouco tempo. Na ofensiva de 2008-2009 ao território palestino, Israel usou e abusou desses mesmos drones para lançar bombas contra, supostamente, alvos militares. Centenas de civis morreram.
Naquele mesmo ano, no Brasil, a Polícia Federal também contratou drones, mas da EAE Soluções Aeroespaciais Ltda, uma joint venture formada entre o grupo brasileiro Synergy, dos donos da Avianca, e a empresa estatal israelense IAI (Israel Aerospace Industries).
Em 2012, o então vice-presidente Michel Temer elogiou entusiasmadamente a eficiência dos drones israelenses da Elbit. Ao lado de um deles, em entrevista dada na ocasião, o então vice-presidente destacou que o avião não tripulado produz “um resultado extraordinário” e “uma eficiência extraordinária” no controle das fronteiras.
Os contratos de 2010 abriram as portas do Brasil para o mercado de drones. No ano seguinte, a Elbit anunciou uma união com a Embraer para criar uma empresa destinada a produzir aeronaves não tripuladas com design brasileiro, a Harpia Sistemas. Diante da crise econômica no país, a empresa acabou sendo fechada em janeiro deste ano. No entanto, em comunicado aos investidores, a Elbit deixou claro que as empresas “concordaram em trabalhar juntas no futuro”.
Os grandes eventos do país, mais especificamente a Copa do Mundo de 2014, serviram de impulso para as operações da Elbit no Brasil. Apenas em 2013, quando foi realizada a Copa das Confederações, a empresa recebeu R$ 102,6 milhões do governo, e os drones foram usados para monitorar inclusive as manifestações de rua daquele ano. Foi o maior valor registrado até aqui.
Em março de 2014, a Elbit anunciou o fornecimento de uma linha de Hermes 900 para a FAB. O Brasil foi o oitavo país do mundo a adquirir essa aeronave, o drone mais moderno e mais potente fabricado pela empresa israelense. O modelo tem autonomia de voo de 36 horas e alcança raio de 300 km em relação à sua base em solo. É o dobro da capacidade do Hermes 450.
http://www.tijolaco.com.br/blog/lava-jato-entregou-seguranca-militar-israel/
Webster Franklin
19 de agosto de 2016 4:57 amComeça a aparecer o “modelo Sarney” de Temer
Tijolaço
Começa a aparecer o “modelo Sarney” de Temer
Por Fernando Brito · 18/08/2016
E aí, Merval?
Viu essa, Cantanhêde?
Sacou, Míriam?
Gostou, Cristovam?
Expliquem aí para seus leitores como Michel Temer veio para restaurar a moralidade no uso dos dinheiros públicos.
Contem para eles que agora estamos livres da “máquina lulopetista”
Justifiquem como o “pacto federativo” está preservado agora que Michel Temer (PMDB) retirou dos governadores do Nordeste a execução de obras de combate à seca para transferi-la aos diretores locais do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, escolhidos a dedo entre os apaniguados da bancada do PMDB, como mostra detalhadamente Igor Gadelha, no Estadão.
Mostrem como é “republicano” multiplicar por cinco as verbas do filho de Renan Calheiros, presidente do Senado, governador que controla o Dnocs alagoano.
Podem ficar tranquilos, a elite paulista nem liga, porque governador de São Paulo é honesto e governador do Nordeste é ladrão, por princípio. Aliás, são todos eleitos por aquele povinho que atrapalha a democracia, não é?
Isso só seria absurdo se Lula ou Dilma tirassem dos governadores para entregar aos “comissários petistas” nomeados no Dnocs, não é?
Parece que voltamos aos tempos de Sarney: centrão e coronelismo, agora temperados com mesóclises janistas.
A única diferença – meu Deus, jamais imaginei que iria dizer isso! – é que Sarney falava e escrevia melhor que Temer.
http://www.tijolaco.com.br/blog/comeca-parecer-o-modelo-sarney-de-temer/
Webster Franklin
19 de agosto de 2016 5:34 amEstão se fechando, mais uma vez, as portas do país ao povo brasi
Carta Maior
Estão se fechando, mais uma vez, as portas do país ao povo brasileiro
A demolição do Estado que abriga os interesses da população é a nova locomotiva do Brasil em marcha à ré.
por: Saul Leblon
Estão se fechando, mais uma vez, as portas do país ao povo brasileiro.
É disso que nos falam os anúncios que fazem as bolsas subir e os editoriais baixarem o tom.
Falam de cruzar ferrolhos e trancas, erguer tapumes, barreiras, falam de cortes, sacrifícios e retrocessos; falam em adiar, entregar e de chamar o ‘Choque’.
Aos que povoam as bordas não será suficiente conter o curso.
Será necessário recuar, adverte-se.
Não há como manter o mínimo disponível, esse que carece de tão mais.
Não há, justifica-se.
Por vinte anos não haverá.
Faltarão novos pratos à fome, novos leitos aos doentes, novas escolas às crianças, novos amparos aos idosos, nova esperança aos jovens.
É tudo o que a aliança da escória com a mídia e o dinheiro tem a propor para o futuro da oitava maior economia da terra, segundo maior exportador de alimentos do planeta, maior planta industrial do Ocidente em desenvolvimento.
O vento frio de agosto fustiga o Brasil, de novo, em uma esquina histórica.
A exemplo daquela enfrentada por Getúlio Vargas, há sessenta e dois anos, a dobra seca cobra um esforço hercúleo de superação e reconstrução.
A tarefa da resistência democrática só terá êxito engatada na repactuação de um novo projeto de desenvolvimento.
Um ciclo se esgotou; outro precisa ser erguido.
É a hora das matilhas: foi assim em 32, em 54, em 64, em 88, em 2002…
A gravidade desta transição se expressa na ruptura institucional liderada por interesses que deixaram de lado o pejo e a focinheira para impor reformas que alteram o pacto da sociedade, sem consulta-la.
Se o nome disso não é golpe será preciso inventar um outro mais forte.
A usurpação regressiva avança a contrapelo dos ares do mundo.
A supremacia global do neoliberalismo estrebucha.
As notícias chegam à revelia do filtro midiático.
Dão conta de um esgotamento imerso em capacidade excedente, comércio internacional anêmico, ressurgências xenófobas, cinturões de ferrugem e legiões de descartados que já flertam com salvadores da pátria pura.
Trump pode perder, mas o trumpismo sobreviverá, sibila o establishment norte-americano.
Estados aparvalhados e uma epidemia de juros negativos denunciam a eutanásia, não do rentista, mas do seu arcabouço.
Sobra dinheiro especulativo no mundo: há US$ 13 trilhões enjaulados em juros negativos.
A busca de pastos frescos pode inundar o Brasil –e não há nada mais perigoso do que isso na vida de uma nação, dizia Celso Furtado.
Promover a combustão do PT e da CLT , e permitir que o câmbio dispare o tiro de misericórdia na indústria nacional, e dobre o fastígio brasileiro em Miami, disso se alimenta a fogueira na qual o anacronismo pretende defumar o país para encaixotá-lo no esquife neoliberal.
Cinquenta e quatro milhões e quinhentos mil votos da Presidenta Dilma ardem nas labaredas de extinção de direitos e privatização de riquezas nacionais, imolados para que os patos gordos da Fiesp continuem a deslizar em lagos e contas suíças, a salvo de uma justiça tributária que sustente o investimento público e induza a produção privada.
Lula, Dilma e o PT , a exemplo de Getúlio em 54, subestimaram a necessidade de se ancorar a luta pelo desenvolvimento em uma organização popular da envergadura do estirão que interliga a CLT à Petrobrás, ao BNDES, à Eletrobrás, ao salário mínimo, ao Fome Zero, ao Bolsa Família, aos PACs, ao Prouni, à soberania no pré-sal, ao conteúdo nacional, ao Mercosul, ao banco dos BRICS, à valorização real de 70% do salário mínimo…
A resposta foi o cerco asfixiante das elites.
Do Catete, Vargas só não saiu deposto porque decidiu entrar para a história conduzindo a alça do próprio caixão. E ali perpetua uma influência ainda inexcedível no imaginário popular.
Torniquete de interesses semelhantes espremeu o ciclo Lula desde do seu início, em 3 de janeiro de 2003, quando anunciou o programa Fome Zero.
A simples menção ao termo maldito foi recebida com a sublevação da elite que não queria se ver num espelho composto de 56 milhões de pobres (33,6% da população então, conforme o Ipea), sendo 24,7 milhões de indigentes e mais de 30 milhões de famintos e subnutridos.
A segunda volta no torniquete veio em 2009, com a regulação soberana das maiores reservas de petróleo descobertas no século XXI.
O pre-sal foi corretamente entendido e direcionado pelo governo como o derradeiro impulso industrializante do país, capaz de faze-lo crescer com empregos de qualidade, produtividade e renda para financiar a universalização da cidadania brasileira.
O cerco se estreitaria de forma asfixiante em 2012, já no primeiro mandato da Presidenta Dilma Rousseff.
A senha da vez foi a tentativa de derrubar spreads e juros, com a indução dos bancos estatais, e taxar operações para impedir que o pernoite do dinheiro barato tomado lá fora, rendesse lucros obscenos aos párias daqui e de fora.
A busca de indulgencias no seu segundo mandato, com a deflagração de um ajuste fiscal desastroso, longe de aplacar aguçou a crise: abriu de vez o flanco ao assalto das matilhas até chegarmos neste agosto de 2016.
Reverter as expectativas de longo prazo dos detentores da riqueza, reconduzir o dinheiro aos trilhos da produção e do emprego não é tarefa técnica.
Desenvolvimento é transformação, é superar velhas estruturas e criar outras novas, uma audaciosa operação de economia política que não prospera sem um sujeito social que a conduza.
O enredo exige o discernimento engajado de amplas camadas para negociar os conflitos e repactuações do caminho.
Nos governos Lula e Dilma, 30 milhões de brasileiros saíram de pobreza extrema, outros tantos ascenderam na pirâmide de renda.
Formam hoje a maioria da sociedade.
Mas ainda não o sujeito da própria história.
Hoje, como ontem, o cacho de forças contrariadas pela vitória esmagadora de Getúlio em 1950 –as de Lula em 2002 e 2006, e as de Dilma, em 2010 e 2014– preservou intacta a supremacia de sua voz junto à opinião pública.
A rigor, em todo esse período, a ubiquidade do jogral da elite só foi afrontado por um veículo diário de marcada presença nacional: o jornal Última Hora, no segundo governo Vargas, cuja tiragem chegou a 800 mil exemplares (a Folha, hoje, não vende a metade disso).
A solitária trincheira não existe mais. Mas o cerco persiste ao Catete.
A qualquer Catete que dentro tenha um representante do povo disposto a assumir a tarefa que o mais mítico de todos eles deixou inconclusa.
Porém agendada.
O estampido e a carta testamento de 24 de agosto de 1954 ainda hoje ecoam a esperança em um Brasil desenvolvido, soberano, justo e democrático que o país nunca foi.
Mas que poderá ser.
A evocação desse repto varguista causa calafrios na alma dos golpistas de todos os tempos – os de ontem e de agora.
A cada estirão de conquistas populares o rebote conservador cuida de preveni-lo, dobrando a aposta nas muralhas institucionais para fustigar os intrusos de uma sociedade pensada para 30% da população.
Quando os negros conquistaram a liberdade, o senhorio os expulsou para a miserável existência periférica, apartada da riqueza fundiária, mantida intocada.
Quando Vargas ameaçou fundir direitos trabalhistas a um projeto soberano de desenvolvimento, o assalto que o levou à morte operou obstinadamente por uma década até atingir seu intento no golpe de 1964.
A democracia, e com ela o povo, uma geração de lideranças e conquistas foram postos na ilegalidade, esmagados e banidos por mais de duas décadas.
Com Lula e Dilma o armistício durou enquanto o crescimento permitiu conciliar a política de expansão de consumo e crédito, com forte geração de empregos e combate às desigualdade, com os interesses cristalizados.
Quando o lubrificante fiscal minguou, a fricção progrediu rapidamente em conflito aberto.
Esse que catalisa novos e velhos adversários e recupera a bandeira sempre desfrutável da luta contra a corrupção, vendida como requisito para outras reformas que na verdade se quer protelar.
O país real não cabe numa equação fiscal que destina 8% do PIB ao pagamento de juros aos rentistas –e enfrenta a sublevação da Fiesp a uma tributação justa e progressiva da riqueza.
A ‘purga’ emerge como fatalidade no monólogo de uma mídia que interdita o debate de uma transição para a qual não existem respostas prontas.
Transição de desenvolvimento é uma operação essencialmente política. Irrealizável , numa chave popular, sem democracia ativa e Estado indutor.
A motivação verdadeira do golpe em curso é justamente impedir que essa travessia se dê no campo aberto da democracia, do voto e da rua.
A opção é devolver a pasta de dente ao tubo, reverter avanços sociais de dimensões épicas — a exemplo da erradicação da insegurança alimentar, que caiu de 10% da população para 1%, a da miséria, que recuou para 2,5% e a do consumo de massa, que ganhou escala de um mercado para caber no G-20.
É preciso desmontar esse trunfo condicionador do desenvolvimento.
A demolição do Estado que abriga os interesses do povo é a nova locomotiva de um Brasil em marcha à ré.
A mutação se completa transformando direitos em serviços vendidos a ‘preços populares’, como quer o lobista da medicina privada lotado no ministério da Saúde.
Tudo o que não for mercado é corporativismo e gastança.
São suspeitos todos os laços que podem induzir a um projeto compartilhado de nação.
Não faltam colunistas a entoar a Marselhesa à universidade paga — ‘os mais rico devem pagar pelos mais pobres’.
Não ocorre aos robespierres do cinismo cobrar impostos dos ricos para injetar recursos a todos os serviços essenciais que só o Estado tem condições de prover.
A exemplo de outras vezes em que ferrolhos e trancas foram mobilizados, será preciso colocar o pé na porta e forçar a dobradiça.
A hora, porém, não é de heróis.
A resposta ao golpe de agosto de 2016 deve ser buscada na superação do flanco que se tornou ostensivo.
O Brasil precisa do engajamento organizado do seu povo.
Mais que a carta de 24 de agosto de 54, é preciso ouvir o recado de Vargas aos trabalhadores reunidos no estádio do Vasco da Gama, no Rio, no 1º de maio daquele ano.
O povo brasileiro precisa assumir o comando do seu destino — foi o que disse, em outras palavras, um presidente em cerimônia de adeus.
Era assim, também, que Celso Furtado se referia a um projeto de desenvolvimento soberano e democrático.
E é em torno desse repto colossal que a resistência ao golpe terá que cerrar fileiras agora.
Vença ou perca a votação do impeachment no Senado.
Chegou a hora de se colocar o pé na porta e de uma vez por todas entronizar o país que patina na soleira, do lado de fora do Brasil.
Foi essa a evocação de Vargas, no discurso ao lado de Jango, três meses e vinte e quatro dias antes de atirar contra o próprio peito para, quem sabe, dar tempo ao povo de cumprir a predestinação abrigada em suas palavras.
Hoje, como ontem, elas mantem sua lancinante atualidade:
“A minha tarefa está terminando e a vossa apenas começa. O que já obtivestes ainda não é tudo. Resta ainda conquistar a plenitude dos direitos que vos são devidos e a satisfação das reivindicações impostas pelas necessidades (…) Como cidadãos, a vossa vontade pesará nas urnas. Como classe, podeis imprimir ao vosso sufrágio a força decisória do número. Constituí a maioria. Hoje estais com o governo. Amanhã sereis o governo’ (Vargas, 1º de maio de 1954)
http://cartamaior.com.br/?/Editorial/Estao-se-fechando-mais-uma-vez-as-portas-do-pais-ao-povo-brasileiro/36612
romério rômulo
19 de agosto de 2016 6:57 amEles não são militares
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/bernardomellofranco/2016/08/1804628-patrocinio-de-farda.shtml
romério
antonio francisco
19 de agosto de 2016 9:24 amMineira condecorada no prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia
Jornal Hoje em Dia, de Minas:
A estudante da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Gabriele Abreu, 22 anos, desenvolveu um projeto que pesquisava materiais que pudessem desacelerar o processo de apodrecimento de frutas e legumes. Pelo projeto, Gabriele foi contemplada com uma menção honrosa no Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).
Leia mais, em
http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/aluna-mineira-%C3%A9-condecorada-com-men%C3%A7%C3%A3o-no-pr%C3%AAmio-mercosul-de-ci%C3%AAncia-e-tecnologia-1.407049
Fagundes
19 de agosto de 2016 10:05 amUma trama repugnante
Joia que adorna a faixa foi “descoberta” por faxineiro na sala do chefe do cerimonial de Temer
Como o factoide sobre o sumiço da faixa presidencial foi armado por gente de Temer
Fonte: Diário do Centro do Mundohttp://www.diariodocentrodomundo.com.br/como-o-factoide-sobre-o-sumico-da-faixa-presidencial-foi-armado-por-gente-de-temer/
Postado em 18 Aug 2016por : Kiko Nogueira
Uma fonte do DCM nos conta a história abaixo:
No sábado passado, a assessoria de Dilma foi surpreendida com reportagem da IstoÉ citando o desaparecimento de itens do patrimônio da presidência da república, segundo auditoria inconclusa do TCU.
Na semana anterior, Jorge Bastos Moreno, no Globo, publicou o sumiço de uma cabeça de cervo dado a Dilma pelo governo búlgaro. A assessoria preparou duas notas, publicadas no site Dilma.com.br, com esclarecimentos.
Ainda no sábado, a Veja publicou a história de que a faixa presidencial havia desaparecido. Na segunda, funcionários foram atrás da história.
O antigo chefe do cerimonial de Dilma, embaixador Renato Mosca, disse que a faixa estava guardada, junto com a joia, na antiga sala dele. E que testemunhas viram quando ele mostrou ao sucessor onde estava guardada.
A essa altura, o Planalto já havia passado a informação do desaparecimento para a grande imprensa. Trataram do desaparecimento como escândalo. A assessoria de Dilma disse aos repórteres que pediria medidas legais cabíveis para apurar o desaparecimento.
O Planalto soltou nota anunciando a abertura de sindicância para apurar responsabilidades. Na terça, o Alvorada descobriu que a faixa estava lá, mas sem a joia.
Que reapareceu na quarta, “descoberta” por um faxineiro na sala do chefe do cerimonial de Temer. Ou seja, era um factoide. Feito por determinação do Planalto para desmoralizar a titular.
Um acinte à inteligência. O Alvorada considera o episódio patético e “uma molecagem típica de Geddel Vieira Lima”. Depois da demissão de garçons, do cerco ao Alvorada, do corte do avião para Dilma, do cartão alimentação era o que faltava para mostrar em que nível o governo interino age e funciona: mesquinharia total.
Edivaldo Dias Oliveira
19 de agosto de 2016 1:30 pmA Aple contra o fisco
A Aple contra o fisco americano.
Qual o nome disso? Evazão, Elizão ou esperteza?
“Traduzindo em uma linguagem simplificada, Tim Cook crê que o plano que vem sendo implementado pelo setor corporativo americano, de manter os EUA em cativeiro e exigir pagamento de resgate, no final das contas, trará resultados no ano que vem.
Empresas americanas já acumularam mais de US$ 2,1 trilhões em lucro no estrangeiro (incluindo os US$ 181 bilhões da Apple), privando os cofres americanos de receita que poderia ser usada para investir em suainfraestrutura em colapso. Querem que os americanos fiquem tão desesperados, que o Congresso aceite reduzir acentuadamente a taxa tributária corporativa para receitas “repatriadas”.”
Apple decide que não precisa pagar bilhões em impostos que considera “injustos”
Não seria ótimo poder se recusar a pagar seus impostos até que sua taxa fosse “justa”?
Obviamente, não é assim que as coisas funcionam. A menos que você seja a Apple.
Atualmente, a empresa detém US$ 181 bilhões fora dos EUA simplesmente por ter decidido, de forma arbitrária, que suas propriedades intelectuais de maior valor vêm exclusivamente de países onde a taxa tributária é reduzida. Por exemplo, em uma ocasião, a filial da Apple na Irlanda — um país com 4,6 milhões de pessoas — faturou mais de um terço de toda a receita global da Apple.
Por conta de uma particularidade na lei tributária americana, extremamente favorável a grandes corporações, a Apple não precisa pagar impostos sobre seus lucros fora dos EUA até que “retornem” ao país.
Veja o que o CEO da Apple, Tim Cook, disse a respeito em uma longa entrevista publicada no Washington Post esta semana:
Dissemos que, com a taxa em 40%, não repatriaríamos a receita até que a taxa seja justa. Não há o que se discutir. Isso é legal ou ilegal? É legal. É a lei tributária corrente. Não é questão de ser patriótico ou não. Não funciona em termos de quanto mais você pagar, mais patriótico você é.
Ao mesmo tempo, Tim Cook não se considera um “CEO tradicional”, insensível, que se importa apenas com dinheiro. Não, pelo contrário, ele sente uma “grande responsabilidade” perante “as comunidade e os países onde a empresa opera” e diante “da conjuntura geral da empresa”.
Portanto, como Tim Cook se importa tão pouco com dinheiro e tanto com as comunidades, a Apple não vai pagar seus impostos. Parece muito justo.
E Tim Cook acredita que há mais justiça vindo por aí. “Estou otimista acerca de, em 2017, haver uma reforma tributária corporativa”, contou o CEO. “Os EUA precisam investir mais em infraestrutura. Seria bom para nós se a receita de uma reforma tributária corporativa fosse investida em infraestrutura, estradas, pontes e aeroportos.”
Traduzindo em uma linguagem simplificada, Tim Cook crê que o plano que vem sendo implementado pelo setor corporativo americano, de manter os EUA em cativeiro e exigir pagamento de resgate, no final das contas, trará resultados no ano que vem.
Empresas americanas já acumularam mais de US$ 2,1 trilhões em lucro no estrangeiro (incluindo os US$ 181 bilhões da Apple), privando os cofres americanos de receita que poderia ser usada para investir em suainfraestrutura em colapso. Querem que os americanos fiquem tão desesperados, que o Congresso aceite reduzir acentuadamente a taxa tributária corporativa para receitas “repatriadas”.
Isso resultaria na entrada de um único montante em receita tributária, à custa de sugerir que qualquer um poderá usar os mesmos esquemas de evasão fiscal da Apple no futuro.
Tim Cook está certo em se manter otimista: Hillary Clinton indicou que deve defender essa posição em seus 100 primeiros dias de mandato. Donald Trump, por sua vez, declarou expressamente que adotará a medida. Além disso, Tim Cook também mencionou na entrevista que obteve orientação do CEO da Goldman Sachs, Lloyd Blankfein, e de Bill Clinton, sobre como lidar com a questão.
Que os americanos se preparem para a grande onda de justiça que se aproxima no ano que vem.
(A afirmação “não funciona em termos de quanto mais você pagar, mais patriótico você é” soa muito bem aos ouvidos. Mas talvez não soe tão bem aos ouvidos da Receita Federal dos EUA.)
Tradução de Inacio Vieira