Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
alfeu
18 de setembro de 2014 3:28 amRedução do desmatamento é considerada “sem precedentes”
Envolverde
http://envolverde.com.br/ambiente/reducao-desmatamento-e-considerada-sem-precedentes/
por Cristina Ávila, do MMA
Cientistas norte-americanos destacam redução das emissões dióxido de carbono no Brasil.
Relatório produzido pela associação de cientistas norte-americanos Union of Concerned Scientists (UCS) destaca iniciativas brasileiras para a redução do desmatamento e da emissão de gases de efeito estufa. “Muitos países tomaram providências para conter ameaças às mudanças climáticas, e alguns conseguiram que suas emissões parassem de crescer, mas não há dúvida de que o Brasil é o que mais tem resultados”, afirma o documento intitulado “Histórias de sucesso: países tropicais onde políticas de proteção e reflorestamento deram resultados”.
Apesar de considerado um fenômeno natural, o efeito estufa tem sido intensificado nas últimas décadas acarretando mudanças climáticas. Essas alterações resultam do aumento descontrolado das emissões de gases como o dióxido de carbono e o metano. A liberação dessas substâncias é consequência de atividades humanas como o transporte, o desmatamento, a agricultura, a pecuária e a geração e o consumo de energia.
Medida padrão
“Entre 2005 e 2010, o país reduziu as emissões em 38%, o que significou um decréscimo anual de 800 milhões de toneladas CO² equivalente, principalmente devido às reduções do desmatamento na Amazônia”, relata a coordenadora e Mudanças Climáticas e Sustentabilidade, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Josana Lima, referindo-se à medida padrão do potencial de aquecimento global dos vários gases de efeito estufa, comparados ao dióxido de carbono, que é o principal deles.
O Decreto 7.390/2010 determina a publicação de estimativas anuais (a partir de 2012). A mais recente é de 2013, que divulgou dados referentes a 2010. Até o final deste ano, deverão ser revelados os números relacionados a 2011. O levantamento é realizado por um grupo de trabalho coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
“As mudanças na Amazônia brasileira na última década e a contribuição que elas deram para a redução do aquecimento global não têm precedentes”, afirma o documento dos cientistas norte-americanos. Eles consideram que os resultados são consequência de mudanças do uso do solo na Amazônia.
Unidades de conservação
O relatório cita que as reduções começaram com a criação de unidades de conservação e de terras indígenas, que colaboraram com a proteção das florestas, e em seguida com a criação do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm). Também são destacadas iniciativas de governos dos estados e do Ministério Público, que influenciaram nos resultados positivos.
“O desmatamento chegou ao pico em 2004-2005, movido pela expansão da produção da soja e da carne, em resposta aos altos preços do mercado internacional, mas começou a cair mesmo quando os preços atingiram níveis recorde”. O documento cita a parceria do governo com ONGs e com os movimentos sociais e ambientais, que favoreceram a aceitação voluntária das moratórias da carne e da soja por empresários.
Moratória da soja
No contexto histórico, os cientistas destacam a expansão das exportações de soja – 2,5 milhões de toneladas em 1990 para 31,4 milhões de toneladas em 2010 – com estímulos ao desmatamento, emissões de gases de efeito estufa, poluição das águas e trabalho escravo. Em 2006, associações empresariais aceitaram boicotar a comercialização de safras plantadas em novas áreas desmatadas.
“O sucesso da moratória da soja foi demonstrado por estudos baseados em imagens de satélite. Entre 2009 e 2010, apenas 0,25% de lavouras anuais haviam sido plantadas nessas novas áreas – o que representava 0,04% do total das terras plantadas com soja no Brasil”, acrescenta o documento. A UCS cita que a safra de 2013/2014 era então estimada em 95 milhões de toneladas, superior às 88 milhões de toneladas do ano anterior, sem expansão dos limites das lavouras e dos danos às florestas.
Em 2009, haveria a conexão entre o desmatamento da Amazônia e a expansão das pastagens para criação de gado. Viriam assim as parcerias que resultaram em acordos com produtores, influenciados por boicotes à comercialização de produtos derivados de áreas de desmatamento. Novas leis também passariam a condicionar os negócios ao cadastro ambiental dos imóveis rurais na Amazônia.
A associação de cientistas norte-americanos também enfatiza que os resultados positivos também foram alcançados por causa dos apoios e dos compromissos internacionais do Brasil. O documento da UCS destaca a decisão brasileira de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020 e ainda as parcerias com países como Alemanha, Reino Unido e Noruega, esse considerado o maior programa do mundo para a redução das emissões por desmatamento e degradação florestal (REED+).
Para acessar o relatório clique aqui.
* Publicado originalmente no site Ministério do Meio Ambiente.
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MMA
Brasil dá exemplo e supera metas de proteção da camada de ozônio
http://www.mma.gov.br/index.php/comunicacao/agencia-informma?view=blog&id=484
Recuperação de danos à estratosfera é o melhor em 35 anos
CRISTINA ÁVILA
Nesta terça-feira (16/9) celebra-se o Dia de Preservação à Camada de Ozônio. Esse filtro natural que protege a vida na Terra contra radiações solares excessivas apresenta o mais significativo índice de recuperação dos últimos 35 anos – resultado do cumprimento de tarefas do Protocolo de Montreal. O Brasil contribuiu com o esforço mundial, e superou as metas de redução de consumo das substâncias que causam danos à estratosfera.
“A meta brasileira seria do congelamento do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFC) em 1.327 toneladas de PDO (substâncias com potencial de destruição do ozônio) em 2013. Chegamos a 1.189,25. Com uma diferença de 138 toneladas”, relata Magna Luduvice, gerente de Proteção da Camada de Ozônio, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, do MMA. Os números são do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
CRESCIMENTO
A camada de ozônio é destruída por substâncias químicas sintetizadas, compostas por hidrogênio, carbono, cloro, flúor e bromo, com diversas aplicações, especialmente na fabricação de espumas (de colchões a autopeças) e no setor de refrigeração e ar-condicionado (fluidos refrigerantes).
Relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) informa que, entre 2000 e 2013, os níveis da camada de ozônio cresceram 4% em latitudes norte a cerca de 30 milhas (48 km) de altura. Esse é o primeiro índice significativo confirmado por cientistas, desde que foi constatado o chamado “buraco da camada de ozônio”, nos anos 1980, na Antártica.
O Brasil aderiu ao Protocolo de Montreal em 1990, e em 2010 zerou a taxa de consumo dos clorofluorcarbonos (CFC), que até então eram os principais vilões dos danos na estratosfera. No ano seguinte, o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFC (PBH) foi aprovado. Embora tenham menor potencial de destruição, os hidroclorofluorcarbonos influenciam no efeito estufa, e também por isso devem ser substituídos na indústria por outros compostos químicos.
AÇÕES
A primeira etapa do compromisso brasileiro para eliminação dos HCFCs se encerra em 2015, prazo final para que o país reduza 16,6% do consumo dessas substâncias em relação à média consumida em 2009 e 2010 (1.327 t PDO). A segunda etapa compreende o período de 2016 a 2040, com metas de redução de 35% em 2020, 67,5% em 2025, 97,5% em 2030 e eliminação total em 2040. Para o cumprimento de metas, as ações são subsidiadas pelo Fundo Multilateral para a Implementação do Protocolo de Montreal.
“Atualmente, a conversão tecnológica necessária para o cumprimento de metas está sendo desenvolvida por meio de 32 projetos, em cerca de 400 empresas do setor de espumas de poliuretano”, afirma Gabriela Lira, analista ambiental da Gerência de Proteção da Camada de Ozônio. Ela comenta que os empresários estão tendo ampla aceitação, até porque os HCFC deixarão de ser encontrados no mercado, e agora eles têm a oportunidade de contar com o apoio do governo federal para se adequar às novas exigências. Os projetos são financiados com recursos do Fundo Multilateral para a Implementação do Protocolo de Montreal.
O analista ambiental Frank Amorim, que trabalha na mesma gerência do MMA, acompanha iniciativas no setor de refrigeração e ar-condicionado, que são basicamente relacionadas a serviços. “Começamos a etapa de treinamento de técnicos, para aprendizado de boas práticas, especialmente no que se refere ao controle de vazamento de fluídos”, disse. Ele explica que o principal foco são os supermercados, e, para isso, o MMA firmou parceria com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). As instituições responsáveis pelos cursos são o Senac, Senai e Instituto Federal da Bahia. Também foram selecionados três lojas para a realização de projetos demonstrativos.
MENSAGEM DA ONU
Em nota divulgada pelo Secretariado Geral da ONU, para o Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio, o Protocolo de Montreal é citado como “um dos mais bem-sucedidos tratados ambientais da história”, com ratificação universal por 197 países. O documento acentua que, “há pouco mais de 25 anos, o mundo se uniu para reverter a rápida degradação da camada de ozônio, que hoje se encontra a caminho da recuperação em poucas décadas”.
Segundo a ONU, sem os acordos firmados junto ao Protocolo de Montreal, o nível de substâncias destruidoras da camada de ozônio na atmosfera teria crescido dez vezes até 2050. “As ações empreendidas evitaram milhões de casos de câncer de pele”, que teriam surgido devido à incidência excessiva de raios ultravioleta, que são absorvidos pelo filtro natural que se localiza na estratosfera.
A mensagem também ressalta a contribuição do Protocolo de Montreal no combate às mudanças climáticas, pois muitas das substâncias que estão sendo eliminadas também têm grande potencial de aquecimento global: “As alterações do clima afetam comunidades, ecossistemas e economias mundiais”. O documento encerra frisando que o acordo serve de exemplo a ser imitado.
Desmatamento na Amazônia é o segundo menor em 25 anos
http://www.mma.gov.br/index.php/comunicacao/agencia-informma?view=blog&id=477
Com o resultado, o Brasil poderá receber até 2,5 bilhões de dólares em pagamentos por redução de emissões na região
O desmatamento na Amazônia para o período de agosto de 2012 a julho de 2013 foi confirmado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em 5.891 km2 e é a segunda menor taxa registrada anualmente nos últimos 25 anos. A diferença entre a estimativa divulgada pelo governo em novembro de 2013 (5.843 km2) e o número consolidado pelo INPE foi menor que 1%.
A partir do número consolidado pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), o Comitê Técnico Científico do Fundo Amazônia (CTFA) validou nesta quarta-feira (10/09) o cálculo das reduções de emissões de CO2 oriundas do desmatamento, que ficou na ordem de 516 milhões de toneladas de CO2 – uma redução de 64% em relação ao referencial adotado. O CTFA é formado por cientistas de notório saber.
Com o resultado, o Brasil poderá receber até 2,5 bilhões de dólares em pagamentos por redução de emissões de desmatamento alcançados na região da Amazônia Legal, baseado em dados do Fundo Amazônia, que adota o valor de US$ 5,00 por tonelada de CO2 para captação de recursos de doações junto aos governos estrangeiros, empresas, instituições multilaterais, organizações não governamentais e pessoas físicas. O cálculo das emissões provenientes do desmatamento pelo Fundo Amazônia toma como base a média de carbono na biomassa de 132,3 tC/ha.
Os números confirmam, ainda, uma redução de 79% desde a criação do Plano de Ação para Prevenção e Combate ao Desmatamento na Amazônia Legal, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Casa Civil da Presidência da República, em 2004.
DADOS DE SATÉLITE
O Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes/INPE) registra, via satélite, áreas equivalentes a pouco mais de seis campos de futebol (6,25 hectares). Os dados são coletados periodicamente de imagens do satélite Landsat 8/OLI. O resultado preliminar é divulgado no final do mês de novembro. Em meados do ano seguinte, após o detalhamento dos estudos e a coleta de dados em campo, as taxas são consolidadas oficialmente. O Pará lidera as taxas por estado, com uma área desmatada de 2.346 Km2, representando um aumento de 35% com relação ao período anterior. O segundo a lista é o Mato Grosso, com 1.139 Km2, o que corresponde percentualmente a um aumento de 50% em relação ao ano anterior. O Acre e o Amapá registraram reduções na área desmatada, de 28% e 15% respectivamente.
Webster Franklin
18 de setembro de 2014 4:26 amEstranho Brasil que proíbe sites e libera jatinhos fantasmas
Do Tijolaço
17 de setembro de 2014 | 16:07 Autor: Miguel do Rosário
Muito se fala em reforma política, e por isso mesmo cumpre trazer ao debate os problemas reais derivados do sistema atual.
Por exemplo: pesquisas eleitorais.
Pesquisas eleitorais não são apenas para apurar a intenção de votos.
Há sempre outras perguntas, ainda mais importantes.
O que você pensa dos impostos? Gosta de que jornais? Quais os que você não gosta?
Quem escolhe o que será perguntado, tem o poder.
Aliás, a própria abordagem, naturalmente, implicará em alguma reação.
É por isso que a Globo, hoje, paga o Datafolha e paga o Ibope.
E a grande mídia só dá destaque a essas duas pesquisas, tidas como as melhores, as mais profissionais.
A concentração de dinheiro em mãos da Globo facilita tudo.
Isso deverá ser discutido numa reforma política, e que virá através de um plebiscito e da eleição de uma constituinte exclusiva.
É preciso estimular a diversidade de pesquisas. Não pode ficar tudo nas mãos de um só, como hoje, com a Globo.
Ter o controle da pesquisa, quais perguntas fazer, que regiões pesquisar, qual a abordagem, quando publicar, é um tremendo poder!
Poder demais para um só!
A pesquisa eleitoral restitui à mídia o poder que ela havia perdido na área de informação e, sobretudo, em opinião e debate, para as redes sociais e blogs.
A opinião da pessoa sobre a criminalização do aborto poderia mudar radicalmente, se a pergunta fosse feita de outra forma.
Você acha que as mulheres merecem morrer por causa de uma legislação atrasada?
Você sabe que direitos possuem as mulheres em outros países desenvolvidos?
Você sabia que os programas sociais na Europa são cinco vezes maiores que os do Brasil?
Que o número de servidores públicos por mil habitantes é bem maior nos EUA do que no Brasil?
Diante disso, você ainda acha que nosso setor público é “inchado”?
Daí voltamos à guerra da comunicação.
Censuram um candidato em São Paulo, processam tuiteiros, entram com ações no TSE para derrubar o site do adversário.
O que leva um ministro do TSE a mandar fechar o site de uma campanha para presidente da república, a pouco mais de uma semana do pleito?
Que tipo de democracia é essa, que juízes decidem monocraticamente quem pode e quem não pode falar?
Criamos, por fora do debate parlamentar, um novo regime político, regido por mandarins do judiciário e barões de mídia?
O TSE entendeu que o Empiricus tem o direito de anunciar no Youtube um vídeo de campanha negativa contra a Dilma.
É do jogo, concluiu o TSE.
Um site que integra o núcleo da comunicação de uma campanha, através o qual milhares de jovens estão interagindo e discutindo política, esse pode fechar.
O TSE desenvolveu uma postura criminalizante, rígida, mau humorada, diante da liberdade democrática.
Tudo é sujo e feio.
O procurador-Geral, Rodrigo Janot, diz que a campanha de Dilma não pode criticar Marina.
Marina pode criticar Dilma, pode falar que o PT botou um diretor por 12 anos para roubar na Petrobrás.
Dilma não pode usar a linguagem audiovisual para comunicar o que pensa do projeto de Marina de dar independência ao Banco Central.
Os “melhores”, os “mió do mió”, querem assumir o comando da democracia brasileira. E por isso se identificam com o discurso autocrático e guardianista de Marina Silva.
Identificam-se e interferem no processo eleitoral.
Há tempos acusamos a transferência do autoritarismo dos generais para os juízes.
Não todos, mas para alguns juízes, que acham saber o que é o “melhor” para o Brasil.
Jatinhos fantasmas?
Isso não é problema.
O PSB agora diz que a culpa é do morto, exclusivamente dele.
Em nome do poder, que se dane o culto a Eduardo Campos, é a mensagem de Marina Silva.
Não é bem assim. Campos não pode levar a culpa disso sozinho. É óbvio que há tesoureiros e assessores envolvidos.
Campos não iria se meter numa furada dessas por conta própria, afinal ele era um político, não um corretor de jatinhos.
O tesoureiro de Marina Silva participou da negociação do jato? Já sabia o que estava acontecendo?
O nome dele é Rubens Novelli e sumiu do mapa.
Onde está Rubens Novelli, que trabalhou com Marina em 2010 e agora em 2014?
O homem de confiança de Marina em se tratando de dinheiro, onde está?
Ah, isso é secundário!
O problema são esses malditos sites e blogs!
Ai de quem mandar fechar um site da Globo, da Folha, do Estadão.
O da presidente da república, esse pode derrubar.
Um site da campanha de Dilma não vale nada, não é, seus juízes?
Um site da presidenta eleita com 55 milhões de votos em 2010, e que pode ter ainda mais votos este ano, não vale nada.
Enquanto isso, o poder se cala sobre os donos do jatinho fantasma de Marina Silva.
Jatinhos são sagrados.
Embora possam ser derrubados pela “providência divina”.
Como os sites.
http://tijolaco.com.br/blog/?p=21315
romério rômulo
18 de setembro de 2014 5:17 amnão entendo o raciocínio das madames. quem entende?
voto útil na Marina:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/186284-apos-subida-de-aecio-em-pesquisa-socialites-atacam-voto-util-em-marina.shtml
deve ser uma multidão.
romério
CB
18 de setembro de 2014 10:52 amhttp://tijolaco.com.br/blog/?
http://tijolaco.com.br/blog/?p=21308
O controverso dono do apê de Marina
17 de setembro de 2014 | 14:02 Autor: Miguel do RosárioValle é o do meio. Foto do Facebook da RVM, uma das empresas dele. Agora a Marina Silva vai chorar como nunca. Vai falar que é mentira, boato, baixaria. Vai convocar milhares de coxinhas para rebaterem as supostas inverdades. Vai querer censurar os blogs. Mas não posso fazer nada. Tenho que informar aos leitores, sempre trazendo documentos e links. Desde o início achei estranho que Marina Silv…
André LB
18 de setembro de 2014 11:44 am“Ninguém governa sem o PMDB”,
“Ninguém governa sem o PMDB”, diz vice de Marina
“Ninguém governa sem o PMDB, mas isso não significa que seja preciso entregar o governo ao PMDB ou a qualquer partido. Temos um programa”, afirmou Beto Albuquerque, vice na chapa da candidata do PSB, Marina Silva, em sabatina realizada na tarde desta quarta-feira no jornal O Estado de S. Paulo.
Questionado sobre como garantir a governabilidade em um eventual governo Marina Silva, Beto Albuquerque afirmou: “É possível e necessário dialogar com todo o Congresso e não escolher seis ou sete para negociar e empoderar. Vamos criar um ambiente de respeito na política, valorizando todos os deputados e não apenas poucos aliados.”
As declarações do candidato à vice contrariam o que disse o então presidenciável Eduardo Campos, que garantiu que em seu governo o PMDB seria oposição. Questionada sobre o assunto, Marina Silva tem dito que pretende governar com os melhores de cada partido.
Saiba Mais: globo
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/ninguem-governa-sem-o-pmdb-diz-vice-de-marina/
André LB
18 de setembro de 2014 11:46 amBeto Albuquerque: ‘ninguém
Beto Albuquerque: ‘ninguém governa sem o PMDB’
Questionado sobre a governabilidade em um mandato de Marina Silva, vice disse que quer dialogar com todo o Congresso
SÃO PAULO — Ninguém governa sem o PMDB, mas isso não significa que seja preciso entregar o governo ao PMDB ou a qualquer partido. Temos um programa — afirmou Beto Albuquerque, vice na chapa da candidata do PSB, Marina Silva, em sabatina realizada na tarde desta quarta-feira no jornal O Estado de S. Paulo.
Questionado sobre como garantir a governabilidade em um eventual governo Marina Silva, Beto Albuquerque afirmou que:
— É possível e necessário dialogar com todo o Congresso e não escolher seis ou sete para negociar e empoderar. Vamos criar um ambiente de respeito na política, valorizando todos os deputados e não apenas poucos aliados.
As declarações do candidato à vice contrariam o que disse o então presidenciável Eduardo Campos, que garantiu que em seu governo o PMDB seria oposição. Questionada sobre o assunto, Marina Silva tem dito que pretende governar com os melhores de cada partido.
Albuquerque disse ainda que “a sociedade brasileira se cansou de corrupção, malfeitos, desequilíbrio” e que em um governo Marina, não haverá indicação meramente política para o comando de empresas públicas:
— Queremos valorizar o currículo das pessoas — defendeu.
http://oglobo.globo.com/brasil/beto-albuquerque-ninguem-governa-sem-pmdb-13965429
Adir Tavares
18 de setembro de 2014 11:48 amA História se repete como Tragédia.
Por Jussara Seixas.
Prestem bem atenção, porque, a verdade está em cada parágrafo deste texto.
Elegeram Collor apesar de serem avisados do risco. Deu no que deu, fez um péssimo governo, sofreu o impeachment. A equipe econômica, com Zélia Cardoso e André Lara Rezende, confiscou a poupança. Foi um horror, pessoas suicidaram-se por desespero. O mesmo Lara Rezende que vai fazer parte da equipe econômica da Marina Silva.
Elegeram FHC, foi um terror para o país e para o povo brasileiro. Privatizações escusas, arrocho salarial, desemprego recorde, FMI mandando e desmandando na nossa economia, 54 milhões de pessoas vivendo na miséria. Juros estratosféricos, o país quebrou três vezes, dívida imensa externa e interna. Comprou votos no Congresso para a reeleição. Tentou privatizar a Petrobras, o BB, a Caixa Federal. O povo não tinha crédito, tinha que recorrer a agiotas com juros de 20% ao mês se necessitasse de dinheiro. O povo comeu o pão que o diabo amassou.
Agora querem eleger Marina Silva. Ligada diretamente com banqueiros, que querem cada vez mais lucro, o povo vai ser massacrado. O desemprego será imenso, o crédito pessoal vai sumir e os juros serão insuportáveis. Os banqueiros vão ditar as regras para economia. Ela vai entregar o pré-sal aos EUA, vai privatizar a Petrobras com ajuda do PSDB/DEM. Essa é nova política?
Os homossexuais não terão direitos no governo Marina Silva, o fundamentalismo evangélico vai ditar o comportamento da população. Vai ter censura de programas, de filmes, livros, revistas e até de vestimentas, que serão julgadas adequadas ou não. O Brasil deixará de ser um estado laico, as religiões africanas serão dizimadas. Marina Silva e seus bispos mentores são fundamentalistas da Assembleia de Deus!
Os programas sociais de Lula e Dilma vão acabar, o país vai viver um caos. As obras de infraestrutura do PAC serão suspensas, causando um grande prejuízo para o país e para o povo.
O agronegócio e a pecuária não vão ser muito prejudicados porque toda a produção será voltada para a exportação, mas vão faltar alimentos, carne e leite, que terão preços estratosféricos. O desemprego será novamente imenso. Marina Silva vai cortar os incentivos para os pequenos produtores agrícolas. Não vai ter mais Mercosul, Unasul ou BRICS, ela vai se unir com o EUA, com a ALCA, e vai ter a volta do FMI. E novamente, como ocorreu com Collor, o povo vai às ruas pedir o impeachment. É isso que desejam para o país, para o povo, para seus filhos? Vai ser um grande pesadelo se, por uma imensa desgraça, ela se eleger!
Jussara Seixas http://aposentadoinvocado1.blogspot.com.br/
Fulvia
18 de setembro de 2014 1:27 pmPor que Putin convida o
Por que Putin convida o Brasil a substituir a União Europeia na mesa dos russos
17.09.2014 | Fonte de informações:
Pravda.ru
“Acho que os empresários europeus estão decepcionados com as políticas de seus países”, disse o presidente da Rússia
A curta reunião de cúpula da OTAN em Cardiff, no País de Gales, confirmou mais uma vez: a Rússia tomou a decisão certa ao restringir a entrada de produtos de países-membros da organização para “a mesa” dos russos. O secretário-geral da OTAN, Anders Fog Rasmussen, fez declarações de tal forma “linha-dura” que os membros da Aliança do Norte escutaram como se estivessem no início dos anos 1950.
Foi tomada a decisão de implantar forças de rápida reação por parte da OTAN na fronteira com a Rússia, com uma nova sede dessa força na Polônia – país que é um dos vizinhos mais próximos da Rússia, mas com certeza não é um dos melhores amigos dos russos (a russofobia na Polônia, que chama a guerra civil na Ucrânia de “invasão russa”, chegou ao pico).
O Secretário-Geral Rasmussen afirmou também que pretende adotar um “pacote de medidas para a inclusão da Geórgia na OTAN”, e juntamente manter a sua promessa de “conservar as portas da Aliança abertas” para uma Ucrânia já entregue a uma guerra civil. Isso já se soma a uma boa quantidade de passos não amigáveis com a Rússia, tal como a Rússia não via desde os tempos da Alemanha nazista contra a União Soviética em 1941. (Mesmo sob o comando de Hitler até o ataque contra a União Soviética em 1941 a Alemanha não interveio nem pela “defesa da soberania” de Lituânia, Letônia e Estônia por causa de um voo de três minutos de um caça de Leningrado sobre a Estônia, e muito menos na construção de um muro entre a Ucrânia e a Rússia. Mas a OTAN está planejando e prometendo tudo isso.)
Com essas condições , deixar a alimentação dos russos nas mãos dos mesmos países que cercam a Rússia com bases militares e enviam 15 milhões de dólares em ajuda militar ao regime de Kiev hostil à Rússia – com essas condições, receber carne e queijo de países da Aliança que fazem tudo isso seria imprudente por parte de Moscou.
E aqui está uma situação muito favorável ao Brasil.
Recentemente o presidente da Rússia, Vladimir Putin, junto com o seu ministro dos Negócios Estrangeiros, falou sobre o Brasil, colocando o país em primeiro lugar entre os países da América Latina, dando-lhe posição favorável sobre importações de alimentos para a Rússia. Vale lembrar que ainda em julho, em resposta à aplicação de sanções contra bancos russos por parte da União Europeia, a Rússia restringiu o acesso aos seus mercados para vários tipos de alimentos provenientes da União Europeia e de outros países não membros da OTAN (incluindo a Noruega, de quem deixou de receber pescado).
Enquanto isso, desde o início da década de 1990, o alimento estrangeiro ocupa um lugar importante na dieta dos russos, e a União Europeia, em conjunto com os Estados Unidos, tomou um lugar de liderança nesses suprimentos. O frango dos Estados Unidos, o queijo da França, as salsichas da Holanda – o fornecimento desses produtos à Rússia há mais de 20 anos tem gerado um negócio multibilionário. Na verdade, nos últimos anos os russos e os aliados da União Aduaneira, na Bielorrússia e no Cazaquistão, têm aprendido a fazer esses produtos por conta própria, mas no mercado de alimentos da Rússia existem nichos bilionários para os alimentos estrangeiros – e Putin diz que gostaria de obtê-los do Brasil.
“Por isso, estamos trabalhando com outros produtores, produtores estrangeiros, países da América Latina, principalmente Brasil, Argentina e Chile. Os nossos colegas europeus se dirigem a esses países com o pedido de não fornecerem seus produtos à Rússia. Isso é estranho, e até mesmo difícil de imaginar que empresários não vão aproveitar esse caso para entrar no nosso mercado”, disse Putin durante uma entrevista no programa ‘Voskresnoe Vremia”.
Putin até chegou a ameaçar os fornecedores europeus, alegando que após a chegada dos brasileiros será difícil para os europeus voltar ao mercado russo: “O perigo para os nossos fornecedores tradicionais é que, quando uma ou outra empresa tem suas estruturas fixadas em algum mercado – e nós estamos falando, em particular, do mercado russo -, em seguida, movê-las para fora daqui será muito difícil ou mesmo impossível. E eu acho que as empresas dos países europeus entendem isso. Elas não entendem essas voltas políticas. Acho que os empresários europeus estão decepcionados com as políticas de seus países”, disse o presidente da Federação Russa.
Como aconteceu que os países europeus tradicionalmente mais próximos da Rússia acabaram sendo parceiros menos desejáveis do que o Brasil? O motivo aqui não está vinculado à xenofobia russa, mas à política dos próprios países europeus. O exemplo mais marcante aqui é o caso da Alemanha, que, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, por quase 70 anos foi o parceiro comercial mais importante da União Soviética e depois da Rússia. Vejamos este exemplo em mais detalhes.
Por muitos anos, a comunidade russa de especialistas considerou a Alemanha como um dos países europeus mais amigáveis da Rússia. Além disso, nossos analistas vieram de pressupostos bastante pragmáticos. A lógica é esta: a Alemanha precisa de gás russo e a cooperação econômica com a Rússia fornece nada menos que 300 mil postos de trabalho na Alemanha (mais milhões de funcionários de meio-período e outros “beneficiários”); então, a Alemanha resistiria a toda a óbvia linha antirrussa da União Europeia.
Sim, os interesses nacionais da Alemanha, sem dúvida, estão ligados à Rússia, e o fundador do centro americano de pesquisa Stratfor, George Friedman, chega a considerar a associação entre a tecnologia alemã com o mercado e as matérias-primas russas como a única concorrência em longo prazo para os Estados Unidos no cenário econômico mundial.
Mas será que os políticos alemães irão atender aos interesses do país de dar passos ao encontro da Rússia? Esta é uma grande pergunta. A história recente da União Europeia conhece cada vez mais exemplos de líderes de grandes países ocidentais ou do Leste da Europa que agiram justamente de forma contrária aos interesses dos seus povos.
Estava a Alemanha interessada em uma revolução na Ucrânia, na fragmentação do país e no que se seguiu após essa troca de golpes de sanções entre a União Europeia e a Rússia? É claro que não. No entanto, a Chanceler Angela Merkel fez uma enorme contribuição para a desestabilização da Ucrânia. Em novembro de 2013 Merkel expressou a maior insatisfação com o pedido do ex-Presidente Yanukovich de adiar a assinatura do Acordo de Associação entre a Ucrânia e a União Europeia. “Nós esperávamos mais”, disse ela a Yanukovich na conferência de cúpula de Vilnius em novembro de 2013, quando o presidente ucraniano pediu para adiar a assinatura da associação em março ou pagar a compensação financeira ao seu país pela quebra dos laços com a Rússia. Em seguida, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Guido Westerwelle, participou pessoalmente dos protestos no Maidan de Kiev – um fato improvável sem o consentimento de Merkel.
Enquanto isso, quando no Maidan já soavam slogans antirrussos – ameaças de matar Yanukovich e Putin como “invasores” (embora a Ucrânia seja independente de Moscou desde 1991), promessa de atacar russos com facas, chamadas para “pendurar comunistas e russos”, etc. -, Westerwelle pareceu não notar tudo isso, dizendo apenas que os manifestantes prometiam combater a corrupção de Yanukovich. Com efeito, Berlim acabou na companhia dos países mais antirrussos da União Europeia, como a Lituânia e a Polônia.
Todos esses acontecimentos dizem respeito ao fato que a Alemanha de hoje e a União Europeia de uma forma geral preferem não lembrar: a República Federativa da Alemanha e a União Europeia como um todo têm sua parcela de responsabilidade na guerra civil da Ucrânia. Pelo seu apoio à derrubada de Yanukovich, que foi legitimamente eleito em 2010, a Alemanha contribuiu para a destruição do equilíbrio político entre o leste e o oeste da Ucrânia. De 1991 até 2014, o leste tendendo para a Rússia e o oeste orientado para a União Europeia resolviam suas diferenças nas eleições presidenciais, assim como no Parlamento, onde frequentemente chegavam a brigar. Agora, após a deposição de Yanukovich e a perda da Crimeia com os seus dois milhões de eleitores para a Rússia, a Ucrânia ocidental ganhou o controle absoluto no Parlamento e na escolha do futuro presidente. E as diferenças entre o ocidente e o oriente passaram a ser decididas no campo de batalha no Leste ucraniano.
É possível que, justamente por isso, pela sensação de própria responsabilidade, Merkel fuja da expressão “guerra civil”, preferindo falar de “invasão russa” e “meios de contenção” que devem ser aplicados contra o supostamente responsável por tudo, Putin.
Dos seus colegas na Polônia e do Báltico, Merkel se diferencia apenas por uma grande hipocrisia. Ela frequentemente fala do seu amor pela Rússia e do desejo de “cessar as hostilidades na Ucrânia” (por alguma razão, nunca menciona a responsabilidade das autoridades de Kiev por esses mesmos atos de guerra, embora o lado agressor seja exatamente Kiev). Um exemplo dessa hipocrisia foi a entrevista ao canal alemão ARD:
“Eu quero encontrar um método que não prejudique a Rússia. Nós na Alemanha queremos ter boas relações comerciais com a Rússia, assim como com outros países… Nós dependemos um do outros, e no mundo existem tantos conflitos que devemos agir juntos para evitá-los, por isso espero que consigamos atingir um progresso.”
É interessante como Merkel pretendia “não prejudicar” a Rússia, discursando a favor das sanções, destinadas a interromper o acesso da Rússia ao crédito e à tecnologia europeia. E como ela pretende “trabalhar junto” com o presidente russo, se o seu país adota sanções contra indivíduos pertencentes a seu “círculo interno” apenas porque eles são “amigos de Putin”? Qual é a lei da Europa que permite que as pessoas tenham a propriedade retirada porque elas se tornaram amigas de um político censurável pela União Europeia?
Existe o temor de que a “amizade” de Merkel com a Rússia soe como hipócrita, assim como seu “incômodo” de muitos anos sobre as escutas no seu telefone particular feitas pelos serviços de inteligência americanos (apesar de todas as promessas, este “incômodo” não resultou em sanções contra os Estados Unidos).
Agora Merkel vai enfrentar um novo desafio – os países do Leste Europeu (especialmente a Polônia e os Países Bálticos) vão exigir elevar o seu status na OTAN a um nível comparável com o da Alemanha. Eles também pretendem buscar a implantação de bases da OTAN em seu território, o que vai realmente ser controlado pelos americanos, sem a participação da Alemanha e de outros gigantes europeus ocidentais da OTAN. Outro elemento será o pedido da Polônia e dos Estados bálticos para colocar o sistema de defesa antimísseis norte-americano no Leste Europeu direcionado à Rússia. Isso foi evidenciado pelo vazamento de informações antes da cúpula da OTAN, agora em setembro, no País de Gales.
Com a sua política antirrussa seguindo cegamente a política aventureira da Comissão Europeia na Ucrânia, Merkel estragou as perspectivas de negócios alemães no mercado russo. Infelizmente, com o mesmo espírito agiu a aliança da OTAN, fechando as suas perspectivas de negócios no mercado russo. Assim, vamos esperar a abertura dessa perspectiva para os negócios no Brasil.
Diário da Rússia
Fulvia
18 de setembro de 2014 1:36 pmA América Latina é um
A América Latina é um exemplo para ‘reverter os piores aspectos do neoliberalismo’
17.09.2014 | Fonte de informações:
Pravda.ru
América Latina – Andes – [Tradução do Diário Liberdade]
O professor inglês David Harvey voltou ao Equador. Lançou um novo livro, advertiu sobre as contradições do capitalismo, e opinou sobre o “modelo Correa” que transcende fronteiras.
Em entrevista à Andes, disse que a América Latina está dando um exemplo ao tratar de reverter os piores aspectos do neoliberalismo, e anunciou que “deveria-se inventar um modo no qual haja valores, em que não se busque o lucro, em que se possa viver uma vida decente e tenhamos um ambiente diferente”.
Por que o fim do capitalismo?
Porque creio que há muitos sinais que indicam que o capitalismo está um pouco fora de tempo e de espaço, o que impossibilita que siga se expandindo. O capitalismo é um sistema que, ou cresce, ou morre. As possibilidades de crescimento estão cada vez mais e mais limitadas. Agora o capitalismo está estabelecido em todo o mundo, e não posso imaginar um crescimento maior a 3% baseado no que existe hoje.
O que o motivou a escrever este livro em particular?
É parte de uma grande sequência que vem se desenvolvendo por 10 ou 15 anos. Queria que ficasse claro que uma análise baseada na teoria de Marx pode ser muito útil e pode ajudar a entender o que acontece atualmente na sociedade. De modo que parte da minha missão era deixar claro o que Marx realmente disse, dado que houve muitos mal-entendidos a esse respeito, e demonstrar que se leva em conta o que realmente disse e a forma em que o disse, então é muito útil e podemos entender por que temos estagnação, por que temos desigualdade social, por que temos desemprego, e também tanto dano ambiental.
O vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, disse: ‘O neoliberalismo é um arcaísmo que estamos jogando na lixeira da história’. O que você acha disso?
Bom, o capitalismo tomou muitas formas ao longo da história. Desde os anos setenta veio mudando seu modus operandi. Algumas personalidades-chave, como Pinochet no Chile, se viram imersas em uma forma neoliberal que tem características muito específicas, e muitas destas características são, por exemplo, a redução dos salários, que recaem especialmente sobre as classes baixas, enquanto que as classes altas ficam mais e mais ricas. Então, posso entender muito bem por que muitos movimentos ao redor do mundo bucam sair desta específica forma neoliberal de fazer política. A América Latina, em geral, está dando um exemplo ao tratar de reverter alguns dos piores aspectos do neoliberalismo. Agora, a pergunta é: o problema é o neoliberalismo ou é o capitalismo em todas as suas formas?
Alguns líderes estão falando do modelo de [Rafael] Correa. Você conhece esse modelo? O que acha dele?
Sim, claro. Sobre o governo equatoriano, acredito que não é único. Há algumas semelhanças com o que está se fazendo na Bolívia, o que está se tentando fazer na Venezuela, o que está acontecendo no Brasil, ou na Argentina, que se trata de sair desta forma neoliberal e tentar redistribuir as riquezas entre a massa populacional, e se observarmos os dados podemos ver que aqui no Equador diminuiu a desigualdade social, e algo parecido está acontecendo na Bolívia, se está investindo muito mais nos campos da educação e da saúde e em muitos serviços sociais desse tipo.
As infraestruturas melhoraram, estradas foram construídas. Se está tentando distribuir as riquezas, e esse não tem sido o caso de muitos países na Europa e na América do Norte. Então, há aqui um modelo diferente. Além disso, no Equador existe um problema muito específico, que constitui uma contradição no fato de que para poder executar tudo isso, é preciso explorar o petróleo e atualmente há uma lei que busca proteger a mãe natureza. Como lidar com esta contradição é uma das perguntas-chave agora.
O presidente Correa tem falado sobre privilegiar os direitos das pessoas diante do capital. Você concorda?
Acredito que há aqui um princípio muito importante, eu trabalhei muito com esta organização, e aqui vem um dos slogans: Queremos as cidades para os lucros ou as cidades para as pessoas? E acredito que alguém que está tentando reformar ou se distanciar do neoliberalismo tentará criar um país para as pessoas e não para o capital. Mas acredito que isso é algo difícil de conseguir, já que o capital é necessário para conseguir coisas e para poder entregar bens para a população.
Se o capitalismo está com seus dias contados e o neoliberalismo também, qual é a situação em que nos encontramos?
Para ser honesto, não estou muito seguro. Mas se vivêssemos no século XV e alguém nos perguntasse “como é o capitalismo?” não teríamos ideia de como responder isso e, na verdade, não acredito que essa resposta esteja clara. Bom, agora creio que devamos nos distanciar de uma sociedade que se baseia em jogos monetários e que quer comercializar tudo, e começar a pensar realmente em construir um mundo no qual as pessoas tenham acesso às coisas que são necessárias para viver uma vida decente. Por exemplo, recentemente nos Estados Unidos vimos como deixaram 6 milhões de pessoas sem moradia por não terem como pagá-las, e todo o mundo tem direito a uma casa e a um ambiente decente. Deveria-se inventar um mundo no qual haja valores, em que não se busque o lucro, no qual se possa viver uma vida decente e tenhamos um ambiente diferente.
Leia mais: Ponto de bifurcação para a esquerda na América Latina, questões e desafios
O livro
As “17 contradições e o fim do capitalismo” aborda as contradições do capital, que o autor classifica em “fundamentais, mutantes e perigosas”, e as considera “essenciais para explicar a reprodução social das sociedades atuais”.
É de máximo interesse para quem deseja aprofundar na compreensão e lógica do capitalismo e suas contradições, “excelente mapa, necessário esquema para organizar a luta de classes no século XXI e a revolta global, regional e local contra a lógica do capital e as formas de exploração e dominação, que oferecem a 99% da população do planeta um presente de crise e de desastre social e um futuro de desolação e caos sistêmico. E talvez para desenhar a superação definitiva do capitalismo”.
Pedro Penido dos Anjos
18 de setembro de 2014 1:55 pmBibope (lá como cá?):
Final
Bibope (lá como cá?):
Final poll puts yes on 47%, no on 53%, as Scotland votes over independence
Apoio à permanência da Escócia no Reino Unido é de 53%, revela pesquisa
quinta-feira, 18 de setembro de 2014 09:27 BRT Imprimir[–] Texto [+]
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LONDRES (Reuters) – Os defensores da manutenção Escócia dentro do Reino Unido estavam com uma vantagem de 6 pontos percentuais numa última pesquisa de opinião sobre a independência divulgada enquanto os eleitores já estavam indo às urnas para decidir se a Escócia deve romper 307 de permanência no Reino Unido, do qual fazem parte Gales, Escócia, Inglaterra e Irlanda do Norte.
A pesquisa Ipsos Mori para o jornal London Evening Standard indica que o apoio para permanecer no Reino Unido estava em 53 por cento, e o dos partidários da independência, em 47 por cento.
A sondagem revelou que 4 por cento dos escoceses ainda estavam indecisos.
O referendo se realiza nesta quinta feira e a previsão é de divulgação do resultado na manhã de sexta-feira.
(Reportagem de Kate Holton)
NYT
Scottish Vote on Independence Weighs Pride Against Risk
By STEVEN ERLANGER and KATRIN BENNHOLD
While Scots have been warned repeatedly about the dire consequences of voting for independence from the United Kingdom, half — more or less — are expected to do so anyway.
jueves, 18 septiembre 2014
El último sondeo confirma la ventaja del no; Europa atenta al desenlace
El referéndum decide sobre el futuro de Reino Unido y marca el paso para otros soberanismos
Diez preguntas y respuestas. ¿Saldría de la UE? ¿Seguiría la reina siendo jefa de Estado? Consulta las respuestas. / R. C. (REUTERS) / REUTERS-LIVE
Walter Oppenheimer Edimburgo 582
La jornada en la que Escocia decide si sigue formando parte de Reino Unido discurre con una gran afluencia de votantes. Según una encuesta de Ipsos que se ha conocido esta tarde, el respaldo al no se sitúa en el 53% y el sí cae al 47%. Un 4% son indecisos. Europa, mientras, está muy pendiente del resultado, que no se conocerá hasta esta madrugadaen directoEl sí se impone al no en Internet y las redes sociales
Los mayores prefieren la unión y los jóvenes, la independencia
Pablo Guimón Edimburgo 624,3 millones de electores están llamados a las urnas en Escocia.
Pedro Penido dos Anjos
18 de setembro de 2014 2:17 pmO controverso dono do apê de
O controverso dono do apê de Marina
17 de setembro de 2014 | 14:02 Autor: Miguel do Rosário
Valle é o do meio. Foto do Facebook da RVM, uma das empresas dele.
Agora a Marina Silva vai chorar como nunca.
Vai falar que é mentira, boato, baixaria.
Vai convocar milhares de coxinhas para rebaterem as supostas inverdades.
Vai querer censurar os blogs.
Mas não posso fazer nada. Tenho que informar aos leitores, sempre trazendo documentos e links.
Desde o início achei estranho que Marina Silva se hospedasse no apartamento de um milionário como Carlos Henrique Ribeiro do Valle.
Não quero demonizar ninguém. Como jornalista, já entrevistei muitos fazendeiros e empresários. Tem gente boa e honesta em todos os setores.
Eu achei estranho porque não combinava com Marina, ou assim eu supunha, ingenuamente.
O dono do apartamento é proprietário de um grupo, o RVM, que possui vários postos de gasolina; uma distribuidora de combustível (Petronac); e fazendas em Minas, Mato Grosso e Pará (segundo a Folha).
É filiado ao DEM, o partido mais à direita do espectro político.
Nada menos ambientalista e menos “nova política”.
A troco de que um sujeito com esse perfil emprestaria, de graça, um apartamento à Marina Silva?
Essa é uma pergunta que não posso responder. Mas fui pesquisar sobre o homem e suas empresas.
E descobri que ele, a Petronac, e um de seus postos, o Saema Auto Posto, foram condenados pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região por adulteração de combustível.
Segundo a Polícia Federal, vários postos situados em Minas Gerais, abastecidos pela Petronac, adulteravam combustível.
A decisão judicial, em última instância, sem mais direito à apelação, está aqui.
A Petronac também foi acusada de fraudar uma licitação em Marília, interior de São Paulo. Um dos documentos do Tribunal de Contas de SP pode ser baixado aqui.
A Petronac tem uma briga constante contra a Petrobrás para avançar mais no setor de distribuição de combustível. As duas disputam licitações para fornecer combustível a prefeituras, Brasil a fora.
Provavelmente é por isso ele apoia Marina, porque a Petrobrás atrapalha a sua vida. Ele tem razões pessoais para odiar o monopólio do petróleo.
As invenctivas de Marina contra a Petrobrás devem soar como música aos ouvidos de Carlos Henrique Ribeiro do Valle.
É seu direito democrático pensar assim. Assim como é emprestar seu apartamento à Marina.
Mas é também direito democrático fundamental do brasileiro conhecer melhor em quem irá votar.
Como o candidato ganha a vida? Como mora?
Já sabemos que o instituto Marina, que sustenta a candidata, recebeu R$ 1 milhão de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, ou 83% de todo o valor arrecadado pelo instituto nos últimos anos.
Depois fomos informados que Marina Silva mora no apartamento de um dono de postos de combustível e fazendeiro, cujas empresas respondem processos por adulteração de combustível e fraude em licitações.
Essa é a “nova política”.
Gão
18 de setembro de 2014 7:36 pmImagem da Globo fica congelada com candidato do DEM por 24 horas
Imagem da Globo fica congelada com candidato do DEM por 24 horas na BA
JOÃO PEDRO PITOMBO
DE SALVADOR
18/09/2014 12p3
Mais opçõesPublicidade
A TV Oeste, retransmissora da Rede Globo no oeste da Bahia, passou ao menos um dia veiculando uma imagem congelada do candidato a governador Paulo Souto (DEM) para aparelhos da região de Bom Jesus da Lapa (a 796 km de Salvador).
Segundo a Rede Bahia, proprietária da TV Oeste que retransmite a emissora na região, uma falha técnica do equipamento receptor de satélite instalado na cidade motivou o congelamento da imagem, que começou na terça-feira (16).
Com a falha, o sinal da transmissão da TV aberta na cidade “ficou sem áudio e com a última imagem veiculada congelada”.
Arquivo Pessoal
Imagem da propaganda de Paulo Souto, que ficou congelada na TV Oeste, retransmissora da Globo
Nas TVs da região, a imagem em questão mostrava um trecho do programa eleitoral em que Souto abraça uma eleitora em um evento de campanha. O número do partido não aparece na tela.
O problema só foi solucionado na tarde desta quarta-feira (17), após uma equipe da TV Oeste ser deslocada para a região.
O receptor de satélite que teve a falha técnica engloba as cidades de Bom Jesus da Lapa, que tem 69 mil moradores, e Sítio do Mato, com 13 mil.
LAÇOS FAMILIARES
Liderando a corrida eleitoral na Bahia, segundo pesquisa Ibope divulgada em 10 de setembro, Paulo Souto enfrenta nas urnas Rui Costa (PT), candidato do governador Jaques Wagner, e a senadora Lídice da Mata (PSB).
Souto tem como principal cabo eleitoral o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), cuja família é sócia majoritária da Rede Bahia.
Diante da situação, a coligação de Rui Costa informou que irá entrar com representação na Justiça Eleitoral nesta quinta-feira (18).
“É um desequilíbrio na eleição. A população da região ficou obrigada a ficar olhando a imagem do adversário”, disse o advogado da coligação Adriano Soares da Costa.
Segundo o advogado, a coligação vai solicitar que a TV Oeste seja retirada do ar por 24 horas –sanção prevista na legislação eleitoral por uso indevido dos meios de comunicação.
OUTRO LADO
Em nota, a Rede Bahia informou que a falha do equipamento receptor de satélite não teve “qualquer intervenção humana”.
“O equipamento tecnológico é suscetível a falha técnica, o que pode ocasionar o efeito de congelamento da última imagem exibida sem sinal de áudio ou movimento de vídeo, inclusive como neste caso”, informou a emissora.
A Rede Bahia disse não saber por quanto tempo a imagem ficou congelada com a imagem do candidato, pois foi notificada por telespectadores somente na manhã desta quarta-feira (17).
Moradores de Bom Jesus da Lapa, contudo, informam que o problema se estendeu por ao menos um dia.
“Tentei sintonizar na terça, mas a TV estava congelada numa imagem de política”, disse à Folha Lucas Ferreira, 19, atendente de uma farmácia da cidade.
Segundo a retransmissora, a falha foi corrigida após atuação presencial de técnicos especializados, que foram deslocados da cidade de Barreiras, a cerca de 260 km de Bom Jesus da Lapa.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/09/1517853-imagem-da-globo-fica-congelada-com-candidato-do-dem-por-24-horas-na-ba.shtml
Marco Antonio Silva
18 de setembro de 2014 11:07 pmQuer dizer que a qualquer momento minha Tv pode virar outdoor
Quer dizer que a qualquer momento minha TV pode virar outdoor da Marina Silva Setúbal…
Gão
18 de setembro de 2014 7:40 pmCrianças estão estudando mais e trabalhando menos, diz IBGE
Crianças estão estudando mais e trabalhando menos, diz IBGE
Segundo Pnad, caiu o trabalho infantil e aumentou o número de crianças com 4 anos nas escolas
O Brasil registrou queda de 12,3% no número de trabalhadores entre 5 e 17 anos de idade entre 2012 e 2013, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Restam 3,1 milhões de trabalhadores nesta faixa etária, após a saída de 438 mil crianças e adolescentes dessa condição. A maioria das crianças e dos adolescentes era do sexo masculino.
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Para coordenadora do estudo, Maria Lucia Vieira, os jovens estão deixando de trabalhar para estudar. “Podemos associar a queda à questão da escolaridade, da manutenção das pessoas na escola,” disse ela ao informar que em termos percentuais, a maior queda ocorreu entre pessoas de 5 a 9 anos de idade, faixa da qual 24 mil crianças deixaram de trabalhar. A maior queda de contingente, contudo, ocorreu no grupo de 14 a 17 anos, cerca de 362 mil pessoas, sendo 225 mil delas nas Regiões Nordeste e Sudeste.
Os adolescentes de 14 a 17 anos de idade eram maioria (2,6 milhões) dos empregados menores. Cerca de 486 mil crianças de 5 a 13 anos estavam em situação de trabalho infantil, 15,5% dos ocupados de 5 a 17 anos de idade. Deste total, 58 mil tinham de 5 a 9 anos de idade, e 428 mil de 10 a 13 anos de idade.
A maioria dos casos de trabalho infantil foi encontrada nas regiões Norte e Nordeste, aonde chegavam a 24,9% e 21,4% da força de trabalho. O Norte foi a região em que houve maior saída de crianças e adolescentes (de 9,6% para 8,2%), acompanhado do Sul (de 10,4% para 9,1%).
O índice da ocupação das pessoas de 5 a 17 anos de idade no Brasil foi 7,4% em 2013, ante 8,4% em 2012. Ainda segundo a Pnad, o rendimento mensal domiciliar per capita real dos trabalhadores de 5 a 17 anos de idade foi estimado em R$ 557,00. A média de horas trabalhadas era 27,1 horas por semana. A população ocupada de 5 a 13 anos de idade estava concentrada na atividade agrícola (63,8%).
Crianças na escola
O número de crianças entre 4 anos e 5 anos na escola chegou a 81,2%, o que significa crescimento de 3,1 pontos percentuais a de 2012 (78,1%). Já a taxa na faixa etária de 6 a 14 anos na escola, que corresponde ao ensino fundamental, chegou a 98,4%.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, o aumento no número de crianças na escola pode estar relacionado ao fato de que mais mulheres estão entrando para o mercado de trabalho. “As crianças precisam ir mais cedo para as escolas e creches, e esse percentual cresce especialmente na Região Nordeste”, explicou. No Nordeste, a taxa nos primeiros anos escolares alcançou 86,9%, e junto com os 84,9% na Região Sudeste influenciaram a alta da média nacional. No Norte, o percentual era 67,9%; no Sul, 72,9%; e no Centro-Oeste, 72,1%,
A taxa de escolarização de adolescentes, entre 15 e 17 anos, alcançou 84,3% no ano passado, ante 84,2% no ano anterior. Entre os jovens de 18 e 24 anos, a taxa cresceu 29,3%, em 2012, para 30,1% no ano passado. Para pessoas com 25 anos ou mais, a taxa de escolarização manteve-se em 4,1%.
A proporção de estudantes com 4 anos ou mais de idade na rede pública de ensino era 72,9%. No ensino fundamental, 85,7% dos alunos estavam em escolas públicas, e no ensino médio, a proporção chegou a 86,8%. Somente 25,2% dos estudantes de nível superior, incluindo mestrado e doutorado, frequentavam instituições públicas.
Ao todo, 76,5% dos estudantes estavam na rede pública, no ano passado, equivalentes a 41,1 milhões de pessoas. O número médio de anos de estudo no Brasil era 7,7 anos em 2013, um pouco acima dos 7,5 anos registrados em 2012.
Houve aumento do número médio de anos de estudo em todas as regiões. A média mais alta é no Sudeste, com 8,3 anos, e a mais baixa no Nordeste, com 6,6 anos. A análise por sexo mostrou que as mulheres têm mais anos de estudo, em todas as regiões. Elas ficam, em média, 0,5 ano a mais na escola. Diferença que aumenta para 0,8 ano no Nordeste.
A Pnad é feita anualmente e revela dados sobre população, migração, educação, trabalho, rendimento e domicílios. Os resultados de 2001 a 2012 foram ponderados com base na última projeção da população.
http://noticias.terra.com.br/brasil/criancas-estao-estudando-mais-e-trabalhando-menos-diz-ibge,a9542bc2dc888410VgnCLD200000b1bf46d0RCRD.html
Gão
18 de setembro de 2014 7:44 pmPSB ASSUME: QUER ABRIR O PRÉ-SAL A ESTRANGEIROS
PSB ASSUME: QUER ABRIR O PRÉ-SAL A ESTRANGEIROS
Published setembro 16, 2014 Uncategorized 2 Comments
Tags:Eleições 2014, fernando henrique cardoso, fhc, Marina, Marina Silva, Petróleo, Petrobrás, Pré-sal, PSB, psdb, Walter Feldman
Com todas as letras, coordenador de campanha Walter Feldman disse a empresários em São Paulo que modelo de partilha será mudado em caso de vitória de Marina Silva (PSB); pelo atual regime, aprovado durante o governo Lula, o País fica com a maior parte dos lucros obtidos e a Petrobras é parte obrigatória na exploração de todos os campos; Feldman chamou política de “doutrinária” e errada e disse que executivos do setor se queixaram do modelo; pelo regime de concessão, em vigor do governo FHC e mais apropriado para áreas onde há menor quantidade de petróleo, predominam os interesses das multinacionais; proposta de acabar com o modelo de partilha também é defendida pelo tucano Aécio Neves
Pescado do Brasil 247 – O PSB da candidata Marina Silva assumiu: tem a intenção de priorizar o interesse das multinacionais na exploração do pré-sal. É o que prevê, pelo menos, a revisão do regime de partilha, aprovado durante o governo Lula. Nesta segunda-feira 15, durante encontro com empresários em São Paulo, o coordenador da campanha da presidenciável, Walter Feldman, chamou a política atual de “doutrinária” e errada.
No atual modelo, vigente para a exploração de áreas cuja expectativa é de grandes quantidades de petróleo, o Estado fica com a maior parte dos lucros obtidos e a participação da Petrobras é obrigatória na exploração de todos os campos. Feldman argumenta que a situação financeira da estatal não permite que isso seja praticado. “A própria Petrobras se diz com dificuldades de responder a essa demanda”, disse ele.
No modelo de concessão, vigente durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e apropriado para áreas de maior risco exploratório e com expectativa menor em relação a quantidades, predominam os interesses das grandes multinacionais, como Shell, BP (British Petroleum) e Chevron, que passariam a explorar e obter a maior parte dos lucros da riqueza extraída de mares brasileiros.
Segundo Walter Feldman, executivos do setor criticaram a emissários da candidata, durante encontro na semana passada, a política de conteúdo local – que prevê que 60% dos componentes sejam feitos no Brasil. Rever o regime de partilha na exploração de petróleo também é uma proposta do candidato do PSDB, Aécio Neves, duramente criticada pelo ex-presidente da ANP Haroldo Lima, em entrevista ao 247 concedida em abril desse ano (leia aqui).
http://luizmullerpt.wordpress.com/2014/09/16/psb-assume-quer-abrir-o-pre-sal-a-estrangeiros/
Gão
18 de setembro de 2014 7:49 pmMarina mexe em mais um vespeiro popular: a CLT
Marina mexe em mais um vespeiro popular: a CLT
A candidata Marina Silva, do PSB, enfiou as mãos em mais um vespeiro popular. Depois de questionar a prioridade dada pelo governo à exploração do pré-sal e reafirmar, por meio do coordenador Walter Feldman, que pretende mudar o modelo de partilha do petróleo brasileiro em benefício das empresas estrangeiras, agora ela escolheu um novo alvo: a CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas.
“Vamos fazer uma atualização das leis trabalhistas”, disse Marina, ontem, em São Paulo, em reunião com micro e pequenos empresários. Ela não deixou claro, porém, qual será o sentido da mudança em caso de se eleger presidente. “Ainda não temos essa resposta, esse assunto é muito complexo”, completou ela.
Marina fez sua promessa de atualizar a CLT num contexto de reclamações dos pequenos empreendedores sobre dificuldades para a contratação de mão de obra. A candidata se comprometeu, então, a trabalhar pela alteração das atuais normas trabalhistas. Este ano, entre janeiro e agosto, o País registrou a criação de 701 mil vagas com carteira de trabalho assinada, dentro da legislação atual.
Marina agregou que as mudanças que pretende fazer na CLT serão “sem prejuízo” a empregadores e empregados. Ela ressalvou que não quer que sua iniciativa seja chamada de “flexibilização” da CLT, apesar de ter sido essa a impressão que ficou de sua nova promessa eleitoral.
— Quero reafirmar, para que não fique nenhuma dúvida, de que isso será feito sem prejuízo às conquistas que os trabalhadores a duras penas alcançaram, afirmou a candidata a jornalistas.
Ao ser questionada sobre o que pretende fazer em relação à terceirização da mão de obra, ela procurou ajustar novamente seu discurso.
— Não queremos a precarização das ocupações que existem. Foi feito um processo no governo do PSDB que tem muitos problemas e esses problemas precisam ser reparados, acentuou Marina.
Após prometer a “atualização” da CLT, citando “o professor Gianetti” como inspiração, a candidata reconheceu que ainda não faz ideia do que pretende fazer sobre o assunto em caso de chegar ao governo.
– É um debate difícil e ainda não temos uma finalização sobre o assunto, assinalou.
Pela cartilha do economista Eduardo Gianetti da Fonseca, que vai assumindo o posto de chefe da equipe econômica de Marina, sabe-se que garantias trabalhistas são vistas como entraves para o desenvolvimento do País. Os empreendedores que ouviram Marina ficaram com a impressão de que, para um lado ou para o outro, a CLT não será a mesma caso a candidata do PSB vença a corrida eleitoral.
http://www.contextolivre.com.br/2014/09/marina-mexe-em-mais-um-vespeiro-popular.html
Gão
18 de setembro de 2014 7:55 pmMaterial pró-Marina chama Dilma e LGBTs de “anticristo”
Material pró-Marina chama Dilma e LGBTs de “anticristo”
Deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) denuncia a distribuição de material de campanha criminoso na periferia do Rio. Marina Silva publica nota de repúdio a panfletospor Jean Wyllys — publicado 14/09/2014 17:06, última modificação 15/09/2014 09:59 inShare9 Reprodução
Capa e contracapa do material distribuído no Rio de Janeiro.
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Atualização às 9p0 de 15 de setembro. A candidata Marina Silva divulgou uma nota de repúdio ao material distribuído em seu nome, que pode ser lida no final do texto.
Assustador! O esgoto eleitoreiro já começa a vazar na reta final de campanha. Na zona oeste do Rio de Janeiro, um exército de fiéis recrutados como voluntários por igrejas evangélicas fundamentalistas está distribuindo um material de campanha bizarro criminoso assinado pelas campanhas de Marina Silva para presidenta, Ezequiel Teixeira para deputado federal e Édino Fonseca para deputado estadual. São milhares de revistas de 24 páginas em cores acompanhadas de um DVD com mentiras acerca de LGBTs, estimulando o ódio e a violência contra estes, além de trazer deturpações sobre as pautas dos movimentos feministas e negro para prejudicar a candidatura da presidenta Dilma. Fonseca é quem se responsabiliza formalmente pelo material, assinando-o com seu CNPJ eleitoral: 20583168000184.
Para quem está duvidando dessa sujeira, ele pode ser baixado na íntegra (o link está no final deste artigo). É o mesmo material que usarei como prova para acionar a justiça eleitoral no intuito de que essa porcaria seja apreendida e seus responsáveis sancionados de acordo com a lei.
Na capa, a revista com Fonseca, Teixeira e Marina anuncia: “Veja os planos do anticristo: nova ordem mundial contra a família e a igreja” (a palavra “Veja” é escrita com a mesma tipografia usada pela revista da editora Abril), e depois enumera: “eutanásia, mercado do feto, prostituição de menores, carícias de homossexuais em lugares sagrados…”, etc.
O panfleto mistura um discurso religioso da época da Inquisição (com repetidas alusões ao “anticristo”) e uma linha argumentativa que lembra a propaganda nazista contra os judeus. No caso, contudo, em vez dos judeus, o “inimigo” apontado é composto por homossexuais, prostitutas, ateus, comunistas, “abortistas”, usuários de drogas e o governo Dilma. A partir dessa premissa, a publicação descreve uma conspiração satânica internacional para a criação de uma “nova ordem mundial” que pretende “se rebelar contra Deus” e “dominar a mente do povo com a legalização das drogas”, acusa o governo do PT de querer legalizar a eutanásia para “matar os mais velhos” e o aborto para provocar um “extermínio” e comercializar os órgãos dos fetos abortados.
O delírio é tal que a revista traz uma tabela de preços do “mercado do feto” e diz que a legalização do aborto provocará um aumento da pedofilia, porque as meninas estupradas serão obrigadas a abortar para esconder o crime.
Nas páginas seguintes, a revista ataca a regulamentação da prostituição, relacionando-a também, com extremo cinismo e má fé, à pedofilia (como se o abuso sexual de crianças pudesse ser equiparado à prostituição exercida por pessoas adultas); diz que a criminalização da homofobia permitirá que os gays pratiquem sexo dentro das igrejas; refere-se a gays, lésbicas e transexuais como doentes mentais; ataca com argumentos igualmente toscos a proposta de legalização da maconha e até diz que existe um plano do “anticristo” para dominar a água e os alimentos.
Quase todas as páginas da publicação são dedicadas a atacar meus projetos e os de outros parlamentares progressistas e comprometidos com os direitos humanos, embora não nos mencione expressamente. O principal alvo da publicação é o governo Dilma, que seria, de acordo com a publicação, o principal representante no Brasil da “rebelião mundial comandada por Satanás”.
A publicação faz uma relação direta entre o “plano do anticristo” e as eleições de 5 de outubro: para impedir a vitória do Demônio, os eleitores deveriam votar em Marina Silva para presidenta e em Teixeira e Fonseca para os parlamentos federal e estadual. Na última página, a publicação traz uma foto em cores dos três candidatos, com a logo da campanha de Marina destacada no centro.
A pergunta é: quem pagou por tudo isso?
Eu gostaria de saber se Marina Silva sabe que seu nome está sendo usado nessa campanha suja. Fonseca é candidato pelo PEN, uma legenda de aluguel de ultra-direita que faz parte da coligação de Aécio Neves, da mesma forma que o partido Solidariedade, formado por parlamentares que decidiram sair das legendas pelas quais se elegeram, entre eles Teixeira. Ambos fazem parte, também, da coligação estadual que apoia o governador Pezão, que por sua vez é do PMDB, aliado à presidenta Dilma, mas que também faz campanha por Aécio. Contudo, Fonseca e Teixeira fazem campanha por Marina — e juntos, apesar de suas candidaturas proporcionais não estarem coligadas.
Além de ser incompreensível e causar confusão a qualquer eleitor, essa esquizofrenia eleitoral também é ilegal, já que um candidato proporcional (ou seja, a deputado federal ou estadual) não pode citar em seus materiais de campanha o nome de um candidato majoritário (ou seja, presidente ou governador) que não seja o de seu partido ou coligação. Porém, para as gangues da velha política corrupta do nosso querido país, vale tudo.
Será que Marina, ou sua coordenação de campanha, concordaram com essa sujeira e “deixaram” que ela fosse feita porque, na reta final, tudo o que servir para somar votos é bem-vindo, mesmo que provenha do esgoto político?
Ou será que Fonseca e Teixeira estão usando o nome de Marina sem a anuência dela porque acham que a figura da candidata do PSB pode ser mais atraente para o eleitorado evangélico fundamentalista que pretendem conquistar que o do liberal Aécio?
Seja como for, Marina deveria se perguntar por que o nome dela é associado a esse discurso fascista. Será por que seu discurso, em vez de questionar, à esquerda, as falências do governo Dilma, como muitos dos seus eleitores progressistas de 2010 esperavam, é cada dia mais reacionário, aproximando-a da linha discursiva da revista Veja (que essa semana saiu em defesa dela), do Círculo Militar (que se declarou esperançoso com a sua candidatura), dos pastores que pregam discurso de ódio contra a população LGBT e dos setores mais conservadores da sociedade, que podem se sentir representados pela propaganda de Fonseca e Teixeira?
Marina deveria preparar um café, sentar no sofá e, com calma, refletir sobre o que está fazendo ou sobre o que estão fazendo com o nome dela. E você, eleitor, eleitora, deveria pensar com qual Brasil você sonha. O fundamentalismo está aí, virando a esquina, e dá medo.
Marina Silva repudia material. A candidata do PSB à presidência chamou o material de “criminoso” e acusou de usar de forma indevida a imagem de Marina. A campanha da candidata soltou uma nota de repúdio aos panfletos que afirmou ter “cunho homofóbico e amplamente discriminatório”. A campanha ainda afirma que vai entrar na justiça para que o material seja apreendido.
O candidato a deputado Jean Wyllys parabenizou Marina Silva e sua campanha pela atitude de repudiar a ação dos dois candidatos no Rio de Janeiro. Leia abaixo a nota na íntegra:
A Coligação Unidos pelo Brasil vem a público repudiar de forma veemente o uso criminoso e indevido da imagem de Marina Silva em panfletos de cunho homofóbico e amplamente discriminatório, assinados com o CNPJ da campanha de Édino Fonseca, candidato a deputado estadual pelo partido PEN/RJ, que cita também Ezequiel Teixeira, candidato a deputado federal pelo Solidariedade/RJ.
A Coligação vai acionar a Justiça para a busca e apreensão, bem como proibição de distribuição do material, que estimula o ódio e a violência contra pautas diferenciadas dos movimentos feminista e negro.
O programa de governo da candidata à Presidência Marina Silva não deixa dúvidas quanto à cultura de paz e de garantia ampla dos direitos humanos: “Não podemos mais permitir que a dignidade das minorias sexuais continue sendo violada em nome do preconceito. É preciso olhar com respeito os grupos hoje discriminados.” O programa aponta como fundamentais políticas, leis e programas destinados a reparar injustiças históricas e a aproximar, cada vez mais, a cidadania cotidiana da definida como ideal pela sociedade em sua lei maior.
Para baixar o material clique no link ABAIXO.
http://www.cartacapital.com.br/politica/material-pro-marina-chama-dilma-e-lgbts-de-anticristo-7393.html
Gão
18 de setembro de 2014 8:06 pmMédicos assinam manifesto em favor de Dilma Rousseff
Médicos assinam manifesto em favor de Dilma Rousseff
13 de setembro de 2014 | 10:32 Autor: Miguel do Rosário
Nos últimos dias, tenho recebido pedidos de diversas categorias de profissionais, sobretudo professores, e agora médicos, pedindo-me ajuda para divulgar manifestos de apoio à presidenta Dilma Rousseff. Tentarei divulgar todos no Tijolaço e no Cafezinho.
São iniciativas espontâneas, apartidárias, puramente idealistas, do tipo que a mídia brasileira, por exemplo, que vive num mundinho onde o único valor é o dinheiro, nunca vai entender.
É emocionante constatar que as placas tectônicas estão se mexendo.
Sentimentos profundos em prol de mais justiça social, mais soberania, mais democracia, estão aflorando e se tornando mais fortes.
As pessoas estão ganhando coragem para expor suas preocupações com essa falácia chamada “nova política”, já identificada com o mais um cavalo de tróia da direita e do conservadorismo.
Dessa vez, a manifestação veio de um grande grupo de médicos. Sem mais delongas, reproduzo abaixo:
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Médicos com Dilma, por mais Futuro
1. No nosso trabalho como médicos e médicas, seja atendendo diretamente a população ou em outras funções no Sistema Único de Saúde (SUS), percebemos claramente o impacto das políticas públicas nas condições de vida do povo brasileiro nos últimos anos. Acompanhamos com empatia e senso de responsabilidade as dores e a vida sofrida do povo, os ganhos sociais e as alegrias do povo. Arregaçamos as mangas fazendo o nosso melhor. E assim como participamos das transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos anos e não deixamos de nos posicionar em defesa dos interesses nacionais, hoje novamente o fazemos.
2. Na saúde o saldo é positivo. Somos o maior sistema de saúde público universal do mundo, com um SUS que pertence a 200 milhões de brasileiros. Com a lei do Mais Médicos promulgada pela presidenta Dilma, hoje o país ampliou o atendimento médico diretamente a 50 milhões de brasileiros. Além da ampliação do acesso ao atendimento médico, numa só tacada a Lei do Mais Médicos ampliou também o envolvimento dos serviços de saúde na formação dos jovens médicos e o acesso ao ensino superior. Dilma efetivou como nunca a formação de profissionais de saúde enquanto responsabilidade do Estado Brasileiro, como previsto em nossa Constituição. Estamos diante da mais importante ação de ampliação de acesso à saúde desde a criação do SUS.
3. A candidatura da presidenta Dilma Rousseff (PT) é a candidatura que representa as mudanças que aconteceram no Brasil a partir das políticas sociais desenvolvidas desde os governos Lula na saúde, educação, economia, diplomacia, meio ambiente, geração de energia, na exploração do pré-sal, no combate a miséria e a fome, direito à memória e à verdade, bem como na ampliação dos direitos das minorias.
4. Esse ciclo de desenvolvimento trouxe grandes ganhos sociais, como redução das desigualdades, melhoria dos indicadores de saúde (como a mortalidade infantil, que reduziu enormemente), baixos índices de desemprego, ampliação do acesso à saúde e educação, aumento da participação popular e da transparência na gestão pública, redução do desmatamento florestal, reativação de vários segmentos da indústria nacional, baixa inflação, aumento do investimento público e importante redução dos juros da dívida pública.
5. As duas principais candidaturas da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) cada uma a sua maneira, flertam com a demagogia que tenta esconder quais seriam as consequências para o país das políticas de governo que ambos propõem com tanta semelhança, bradando “choque de gestão” de cá e “nova política” de lá. Num Brasil que quer seguir reduzindo desigualdades sociais, e ampliando e melhorando os serviços públicos não pode ser admissível propostas econômicas que gerem desemprego, aumento de impostos, mais poder aos bancos, perda dos aumentos anuais do salário mínimo ou violações dos direitos das minorias.
6. Dilma é a presidenta que representa o novo ciclo para o Brasil. É um ciclo democrático, com disposição para apoiar a ampliação da participação do povo nas decisões do Estado brasileiro, e também uma Reforma Política que estabeleça no mínimo: a) limites a influência do dinheiro dos bancos e das empresas sobre o processo eleitoral (proibindo assim as suas doações para as campanhas eleitorais), b) reduza as distorções que mantém certas populações sub-representadas nos processos decisórios e c) avance nos mecanismos de participação direta na democracia.
7. A disposição em promover tal Reforma Política ficou clara com o apoio ao “Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político” que colheu votos de 1º a 7 de setembro em todo o país e já aponta para um novo cenário na luta dos movimentos sociais nos próximos períodos, onde se quer mais participação social nas decisões sobre a Reforma Política.
8. Por tudo isso, os médicos e médicas abaixo assinados apoiam a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, que hoje representa o projeto nacional que vem transformando o Brasil!
Assinaturas:
1. Marcos Vinícius Soares Pedrosa, Médico de família e comunidade e professor da UFPE – Caruaru(PE)
2. Aristóteles Cardona Júnior, Médico de família e comunidade e Professor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) – Petrolina(PE)
3. Paulo Roberto de Santana, Médico de família e comunidade e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Camaragibe(PE)
4. Ana Cristina de Lima Pimentel, Médica e Doutoranda no Instituto Fernandes Figueira / Fiocruz – Rio de Janeiro(RJ)
5. Alexandre José de Melo Neto, Médico de família e comunidade e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – João Pessoa (PB)
6. João Batista Cavalcante Filho, Médico sanitarista e Médico de família e comunidade, professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS) – Aracaju(SE)
7. Marco Túlio Aguiar Mourão Ribeiro, Médico de família e comunidade –Fortaleza(CE)
8. Marco Tulio Caria Pereira, Médico de Família e Comunidade – Petrolina(PE)
9. Marcos Oliveira Dias Vasconcelos, Médico de família e comunidade – João Pessoa(PB)
10. Pedro Carvalho Diniz, Médico Clínico – Petrolina-PE
11. Flávio Cardoso Arcângelis, Médico e residente de Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) – Petrolina(PE)
12. André PetragliaSassi, Médico de família e comunidade e Professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – João Pessoa (PB)
13. Danyella da Silva Barreto, médica de família e comunidade e professora da UFPB (PB)- João Pessoa(PB)
14. Claudia Bonan, Médico/Instituto Fernandes Figueira / Fiocruz – Rio de Janeiro(RJ)
15. João André Santos de Oliveira, Médico Sanitarista – Salvador(BA)
16. Paulo Roberto Marinho Meira, residente em medicina de família e comunidade – Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) – Petrolina(PE)
17. Rafaela Alves Pacheco, Médica de família e comunidade e Professora do curso de medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Caruaru(PE)
18. Mario Francisco Giani Monteiro, Médico PHD em Demografia e professor aposentado do Instituto de Medicina Social / UERJ – Rio de Janeiro(RJ)
19. Thiago de Carvalho Milet, Médico Cirurgião geral/aparelho digestivo – Vitória da Conquista(BA)
20. Thiago Henrique dos Santos Silva, médico de família e comunidade – (São Paulo – SP)
21. Carlos Eduardo Gomes de Melo, Médico de família e comunidade –Recife(PE)
22. Tomaz Pinheiro da Costa, Médico e Professor Adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Rio de Janeiro(RJ)
23. Pablo Kokay Valente, Médico residente R3 do Instituto de Infectologia Emílio Ribas – São Paulo(SP)
24. Emerson Elias Merhy, Médico formado em 1973 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Professor titular de saúde coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Macaé(RJ)
25. Carolina Albuquerque da Paz, Médica de família e comunidade e Professora do curso de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – Caruaru(PE)
26. Maria Bernadete de Cerqueira Antunes, Médica Sanitarista, MSC em Saúde Coletiva e Professora Assistente da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco (FCM/UPE) – Recife(PE)
27. Paulette Cavalcanti de Albuquerque, Médica, doutora em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (2003), Professora adjunta da Universidade de Pernambuco (UPE) e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz – Recife(PE)
28. Aristides Vitorino de Oliveira Neto, Médico de família e comunidade –Brasília(DF)
29. Bruno Pedralva, Médico de família e comunidade – Belo Horizonte(MG)
30. Tania Maria Lago Falcão, Médica e Professora adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Pernambuco (FCM-UPE)
31. Ademir Abreu Magalhães, Médico cirurgião Geral – Vitória da Conquista(BA)
32. Adriana Cardoso Freitas Arcângelis, Residente em Medicina de Família e Comunidade – Petrolina (PE)
33. Afra Suassuna Fernandes, Médica Pediatra – Recife(PE)
34. Agostinho Hermes de Medeiros Neto, Médico Pneumologista – João Pessoa(PB)
35. Ailton Vieira de Souza Júnior, Médico Generalista – São Paulo(SP)
36. Alexandre Câmara – Diretor de Saúde e Rede Credenciada – Correios – Distrito Federal(DF)
37. Alzira de Oliveira Jorge, Médica e professora Depto Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina da UFMG – Belo Horizonte (MG)
38. Ana Maria A. Figueiredo, Médica – São Paulo(SP)
39. Ana Paula Guljor, Médica Psiquiatra – Rio de Janeiro/Niterói (RJ)
40. Angela Aparecida Capozzolo, Médica Pediatra – São Paulo (SP)
41. Antonio da Cruz Gouveia Mendes, Médico Doutor em Saúde Pública– Recife(PE)
42. Ariovaldo Vieira Boa Sorte, Médico dermatologista – Bahia
43. Arlete Avelar Sampaio, Médica e Deputada Distrital – Distrito Federal(DF)
44. Beatriz Mac Dowell Soares, Diretora Presidente da Fundação Hemocentro de Brasília – Distrito Federal(DF)
45. Beatriz Selles,Médica de família e comunidade – Niterói (RJ)
46. Bernardo Lentz da Silveira Monteiro, Médico Generalista – Belo Horizonte(MG)
47. Camila Boff, Médica de família e comunidade – Florianópolis(SC)
48. Carina Almeida Barjud, Médica de família e comunidade – Valinhos (SP)
49. Carla FrauchesFinotti Barbosa, Médica Pneumologista – Belo Horizonte(MG)
50. Carla Pontes de Albuquerque, Médica pediatra – Rio de Janeiro(RJ)
51. Carlos Alberto Trindade, Médico sanitarista – Salvador(BA)
52. Carlos Armando Lopes do Nascimento, Médico Clínico – São Paulo(SP)
53. Carlos Frederico Dantas Anjos, Médico Infectologista– São Paulo(SP)
54. Carlos Henrique Nery Costa, Médico Infectologista – Teresina(PI)
55. Carolina Chaccur Abou Jamra, Médica – São Paulo(SP)
56. Cátia Maria Justo, Médica intensivista e professora universitária da UFS – Aracaju(SE)
57. Celso Matias, Médico e professor da Universidade Federal de Juiz de Fora – Juiz de Fora (MG)
58. ClaunaraSchilling Mendonça, Médica de família e comunidade e Profa. FAMED UFRGS, médica do SSC/GHC – Porto Alegre(RS)
59. Daniela Donação Dantas, Residente de Medicina de Família e Comunidade – João Pessoa(PB)
60. Daniela Batista Leite,Médica Hematologista Pediatra do Instituto Estadual de Hematologia do Rio de Janeiro (HEMORIO) – Rio de Janeiro(RJ)
61. Débora Ávila de Carvalho, clínica médica e geriatria – Pouso Alegre(MG)
62. DorcasLamounier Costa, MédicoPediatra – Teresina(PI)
63. Eduardo Simon, Médico de família e comunidade e Professor da Universidade Federal Da Paraíba (UFPB) – João Pessoa(PB)
64. Eduardo Simon, Médico de Família e Comunidade e Professor do DPS-CCM-UFPB – João Pessoa(PB)
65. Elza Ferreira Noronha, Professora adjunta da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, núcleo de medicina tropical, à Área de Clínica Médica – Brasília(DF)
66. Emilio Rossetti Pacheco, Médico de Família e Comunidade – Fortaleza(CE)
67. Erika Siqueira da Silva, Médica de Família e Comunidade – Brasília(DF)
68. Erivelto Pires Martins, Médico sanitarista – Vitória(ES)
69. Estevão Toffoli Rodrigues, Médico sanitarista – Salvador(BA)
70. Eymard Mourão Vasconcelos, Especialização em Clínica Médica e Saúde PúblicaProfessor da Universidade Federal da Paraíba – João Pessoa(PB)
71. Fabio Luiz Alves,Médico Sanitarista – Campinas(SP)
72. Felipe Anselmi Corrêa, Médico de Família e Comunidade – Porto Alegre(RS)
73. Felipe Augusto Reque, Medico sanitarista – Ponta Grossa(PR)
74. Fernanda Correa Pires Quintão, Médica de Família e Comunidade, Coordenadora Técnica do Programa Médico de Família de Niterói – Niterói(RJ)
75. Fernando Miziara, Médico Patologista – Distrito Federal(DF)
76. Flávia Henrique, Médica de família e comunidade – Santa Catarina
77. Francisco Hideo Aoki, Médico infectologista – (São Paulo – PE)
78. Francisco Torres Troccoli, Médico sanitarista – São Paulo(SP)
79. Frederico Fernando Esteche, Médico de família e comunidade –Fortaleza(CE)
80. Geniberto Paiva Campos, Médico Cardioologista – Distrito Federal(DF)
81. Gerlane Alves Pontes da Silva, Médica pediatra – Recife(PE)
82. Gilberto José Spier Vargas(Pepe Vargas), Médico e Dep federal PT/ RS
83. Gilvanice Delgado Noblat, Médico Psiquiatra – Pernambuco
84. Gines Villarinho, Médico residente em medicina de família e comunidade UFPB- João Pessoa(PB)
85. Giovana Bacillieri Soares, médica de família e comunidade e professora da UFS – Aracaju(SE)
86. Graciela Esther Pagliaro, Médica da saúde da família – Rio de Janeiro(RJ)
87. Gustavo Adolfo Sierra Romero, médico infectologista e prof UNB (DF)
89. Hêider Aurélio Pinto, Médico sanitarista – Brasília(DF)
90. Heleno Rodrigues Corrêa Filho, Médico e livre docente em epidemiologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/FCM) – São Paulo(SP)
91. Hugo Crasso Oliveira do Nascimento, MédicoGeneralista – Belém(PA)
92. Idê Gomes Dantas Gurgel, Coordenadora do Fórum Pernambucano de Combate aos Efeitos dos Agrotóxicos, na Saúde do Trabalhador, no Meio Ambiente e na Sociedade Laboratório de Saúde,Ambiente e Trabalho (LASAT) – Recife(PE)
93. Igor Tavares da Silva Chaves, Médico de Família e Comunidade -Florianópolis(SC)
94. Joana Carvalho Ribeiro de Jesus, Médica de Família e Comunidade – Rio de Janeiro(RJ)
95. Jorge Esteves Teixeira Junior,Médico de família e comunidade e Professor do Departamento de Medicina de Família e Comunidade da UFRJ – Rio de Janeiro(RJ)
96. Jorge José Santos Pereira Solla, Médico epidemiologista – Salvador(BA)
97. José Ângelo LaulettaLindoso, médico infectologista – São Paulo(SP)
98. José Bonifácio Carreira Alvim, Secretário de Saúde do DF – Distrito Federal(DF)
99. José Gustavo Sobreira de Oliveira, Médico pediatra, residente de UTI pediátrica – São Paulo(SP)
100. Jose Luiz dos Santos Nogueira, Clínico Geral – Belo Horizonte(MG)
101. José Noronha, Médico e Pesquisador da Fiocruz e Conselheiro do Centro Brasileiro de Estudos de Saúde – CEBES – Rio de Janeiro(RJ)
102. José Santos Souza Santana, Médico sanitarista- Salvador(BA)
103. Karina BarrosCalife Batista, Médica sanitarista – São Paulo(SP)
104. Karla Santa Cruz Coelho, Médica – Rio de Janeiro(RJ)
105. Karoline Cornejo, Médica psiquiatra, Instituto Nise da Silveira – Rio de Janeiro (RJ)
106. Kathleen Tereza da Cruz, Médica – Rio de Janeiro(RJ)
107. Lara Ximenes Santos, Médica de Família e Comunidade – Recife(PE)
108. Laura Camargo MacruzFeuerwerker, Médica sanitarista e professora universitária – São Paulo(SP)
109. Leandro Domingues Barretto, Médico de família – Salvador(BA)
110. Leila BitarMoukachar Ramos,Médica Sanitarista – Belo Horizonte(MG)
111. LisianeSeguti Ferreira, Médica neuropediatra – Distrito Federal(DF)
112. Lorene Louise Silva Pinto, médica epidemiologista e professora da UFBA – Salvador(BA)
113. Lourival Rodrigues Marsola, Médica Infectologista–Belém(PA)
114. Luciana Cajado, Médica de Família e Comunidade e mestranda em Saúde Pública na FIOCRUZ – Rio de Janeiro(RJ)
115. Luciana Guimaraes Nunes de Paula, Médica de família e comunidade – Distrito Federal(DF)
116. Luciana Utsunomiya, Médica sanitarista – Sumaré(SP)
117. Luciano Bezerra Gomes, Médico sanitarista e professor da UFPB – João Pessoa(PB)
118. Luis Augusto de Faria Cardoso, Médico Clínico – Minas Gerais
119. Luis Cláudio de Carvalho, Médico – Rio de Janeiro(RJ)
120. Luis Eugenio Portela Fernandes de Souza, Médico e Professor da Universidade Federal da Bahia – Salvador(BA)
121. Luiz Renato de Rezende Lopes, Médica pediatra – Pouso Alegre (MG)
122. Luiz Ricardo Stinghen, Especialista em Auditoria Médica e Saúde Coletiva – Curitiba(PR)
123. MaraCosta Vieira, Médica generalista – Salvador(BA)
124. Marcelo Coltro, Médico de família e comunidade – Florianópolis(SC)
125. Márcio Leno Maués, Perito Médico Previdenciário do INSS – Pará
126. Marco Paulo Tomaz Barbosa, Médico cardiologista – Belo Horizonte(MG)
127. Marcos Heridijanio Moura Bezerra, Médico ortopedista – Serra Talhada(PE)
128. Margarida Barreto, Médica do trabalho – São Paulo(SP)
129. Margarita Silva Diercks, Médica de Família e Comunidade – Porto Alegre(RS)
130. Maria Aparecida Affonso Moyses, Médica – São Paulo(SP)
131. Maria da Conceição Stern, Médica pediatra e homeopata – Niterói(RJ)
132. Maria do Carmo Cabral Carpintero, Médica sanitarista – São Paulo(SP)
133. Maria Inês Vasconcelos Lopes Ferreira, Médica – Recife(PE)
134. Maria InesBattistellaNemes, Médica Sanitarista e Professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) – São Paulo(SP)
135. Maria Martins Aléssio, médica de família e comunidade – Brasília(DF)
136. Maria Regina Fernandes de Oliveira, Médica Epidemiologista – Brasília(DF)
137. Mariana Amorim Alencar, Médica de Família e Comunidade – Distrito Federal(DF)
138. Mariana Troccoli de Carvalho, Médica de família e comunidade –Recife(PE)
139. Marília Gava, Médica do trabalho e sanitarista, Perita Médica do INSS –Brasília(DF)
140. Marina Guimarães, Médica de saúde da família – Juiz de Fora(MG)
141. Mario Adriano dos Santos, Médico alergista e imunologista – Aracaju(SE)
142. Marita Pinho Cerqueira, Médica da Estratégia Saúde da Família – Salvador(BA)
143. Marta Teixeira Rocha, Médica Generalista – Salvador(BA)
144. Michele Lopes Pedrosa, Chefe da Divisão Médica do Instituto de Ginecologia da UFRJ – Rio de Janeiro(RJ)
145. Mônica Ávila de Carvalho, médica ginecologista e obstetra – Pouso Alegre(MG)
146. Mônica de Medeiros Eloy, médica anestesiologista – Recife(PE)
147. Mônica Sampaio de Carvalho, Médica Sanitarista – Distrito Federal(DF)
148. Murilo Leandro Marcos, Médico de Família e Comunidade – Florianópolis(SC)
149. Natália de Souza Magalhães, Médica cirurgiã pediátrica – Vitória da Conquista(BA)
150. Nilton Pereira Júnior, Médico sanitarista e Professor do Departamento de Saúde Coletiva na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Uberlândia – Uberlândia(MG)
151. Odalci Joé Pustai, Médico e Prof. Adjunto do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da UFRGS – Porto Alegre(RS)
152. Paula Ávila Fernandes, Médica patologista- Belo Horizonte(MG)
153. Paula Garcia de Araújo, Médica de família e comunidade – Distrito Federal(DF)
154. Paulo Afonso Martins Abati, Médico Infectologia – São Paulo(SP)
155. Paulo J. B. Barbosa, Médico Cardiologista – Salvador(BA)
156. Pedro Miguel dos Santos Neto, Médico sanitarista – Recife(PE)
157. Priscilla D. C. Batista, Médica Sanitarista – Sergipe(SE)
158. Rafaela Cordeiro Freire, Médica Sanitarista– Salvador(BA)
159. Renato Penha de Oliveira Santos, Médico de Família e Comunidade – Rio de Janeiro(RJ)
160. Ricardo de Sousa Soares, Médico de Família e Comunidade e Professor da UFPB – João Pessoa(PB)
161. Ricardo Duarte Vaz, Médico psiquiatra – Rio de Janeiro(RJ)
162. Rodrigo Alves Torres Oliveira, Médico Sanitarista – Rio de Janeiro(RJ)
163. Rodrigo de Oliveira Silva, Médico de família e comunidade – Recife(PE)
164. Rodrigo Macedo Pacheco, Médico de família e comunidade e Preceptor da Residência de Medicina de Família e Comunidade SMS – Rio de Janeiro(RJ)
165. Rogério Cássio Leal Rodrigues, Médico dermatologista – Juazeiro(BA)
166. Ronaldo Zonta, Médico de Família e Comunidade – Florianópolis(SC)
167. Ruben Araujo de Mattos médico, Médico e professor da UERJ – Rio de Janeiro(RJ)
168. Sawllus Coelho Marques Silvaira, Médico psiquiatra, Rio de Janeiro(RJ)
169. Silvio Roberto Medina Lopes, Médico Sanitarista – Salvador(BA)
170. Sonia Maria CoutinhoOrquiza, Médica de família e comunidade – Londrina(PR)
171. Teresa de Jesus Martins, Médica sanitarista – São Paulo(SP)
172. Thiago Carvalho de Lima, Médico anestesiologista, Hospital Universitário Pedro Ernesto – Rio de Janeiro(RJ)
173. Tiago Salessi Lins, Médico de família e comunidade, Universidade Federal Da Paraíba (UFPB) – Paraíba
174. Ticyana Ferreira d Azambuja Ramos, MédicoAnestesiologista – Rio de Janeiro(RJ)
175. Valeska Antunes, Médica de Família e Comunidade – Rio de Janeiro(RJ)
176. Verônica Gomes Alencar, Médica ginecologista, sanitarista e homeopata – Campinas(SP)
177. Viviane Xavier de Lima e Silva, médica de família e comunidade e professora da UFPE – Caruaru(PE)
178. Emile Sampaio Cordeiro, Médica generalista – Juazeiro do Norte(CE)
179. Natália Madureira Ferreira, Médica de família e comunidade – Uberlândia(MG)
180. Rodrigo Caprio Leite de Castro, Médico de família e comunidade – Porto Alegre(RS)
http://tijolaco.com.br/blog/?p=21192
Roberto São Paulo-SP 2014
18 de setembro de 2014 10:39 pmProtógenes quer provar que morte de Campos foi atentado
Por Redação Yahoo! Brasil | Yahoo Notícias – 2 horas 30 minutos atrás——-
Deputado federal candidato à reeleição, Protógenes Queiroz (PCdoB) afirmou em entrevista ao portal Terra que o acidente que matou o então presidenciável Eduardo Campos (PSB) “não foi um acidente normal”, mas sim um atentado. Ele afirma ter provas de sua versão e também que está conduzindo uma investigação paralela à oficial.
“Eu quero saber as explicações para as lacunas de dados que eu estou coletando, pra formatar uma convicção e apontar até uma direção dos possíveis responsáveis. A equipe da PF que ficou designada pra poder acompanhar nas buscas, coletar alguns dados, só chegou na madrugada do dia seguinte”, afirmou ele ao Terra.
Outras questões destacadas por Protógenes dizem respeito aos pedaços de fuselagem do avião, já que, segundo ele, várias peças não constam nas fotos. Além disso, ele afirma que câmeras de prédios da região dão conta de que o piloto não estava no controle da aeronave. Para o deputado, ainda é necessário saber quem autorizou o voo em condições climáticas tão adversas.
“Os técnicos estão um pouco amedrontados com a situação, amedrontados porque converge com uma situação de um atentado e eles têm medo de algum tipo de retaliação”, concluiu Protógenes.
URL:
https://br.noticias.yahoo.com/prot%C3%B3genes-quer-provar-que-morte-de-campos-foi-atentado-124046559.html
Marco Antonio Silva
18 de setembro de 2014 11:06 pmA Justiça foi feita: O Muda Mais voltou
Muda Mais28 min · Editado · O Muda Mais está de volta, mais forte e ativo do que nunca! Salve militância! #oMudaMaisVoltouO Muda Mais voltou! A justiça reconheceu o direito de expressão do Muda Mais, o direito a disseminar o debate nas redes, baseando-se na honestidade dos fatos, em uma boa apuração e na checagem das informações que servem ao diálogo franco e aberto, levando em consideração a disputa de projetos que está em jogo nessas eleições.Na terça-feira, dia 16 de setembro, fomos surpreendidos com uma decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que atendia ao pedido judicial da coligação encabeçada pela candidata Marina Silva (PSB) para a retirada do Muda Mais do ar.Uma decisão liminar é uma ordem judicial que não é definitiva. Sempre, após a decisão liminar, o juiz se debruça sobre o assunto para melhor compreendê-lo e avaliar os detalhes do caso. Assim, a decisão pode ou não se manter.Pois bem, a liminar não foi mantida. Diante de todas as explicações jurídicas que foram prestadas – incluindo a comprovação de que nosso provedor está hospedado no Brasil e de que o Muda Mais está ligado ao Partido dos Trabalhadores – o juiz autorizou a imediata retomada do sítio eletrônico, por considerar que as alegações da coligação adversária tratavam apenas de formalismos jurídicos.Nas quase 48 horas que ficamos fora do ar, a militância espontaneamente partiu em defesa da democracia e da liberdade de expressão. A hashtag#MarinaCensura permaneceu entre as mais citadas do twitter por quase 24 horas e inúmeros foram os sites, blogs e perfis das redes sociais que se posicionaram ao nosso lado.

Continuaremos atuando nas redes sociais, em defesa do projeto de governo em que acreditamos e que tem mudado a vida de milhões de brasileiros ao longo dos últimos 12 anos. É preciso atribuir ao TSE o mérito de restabelecer o primado da liberdade de expressão e favorecer o bom debate político, normal e necessário em um período decisivo como o eleitoral.Com a decisão de hoje, o Muda Mais volta ao ar com a mesma proposta de sempre: fazer o debate de argumento e ideias, sem ataques infundados ou pessoais. Na democracia, ninguém fala sozinho, e nós temos muito o que dizer!Estamos de volta! http://www.mudamais.com
alfeu
19 de setembro de 2014 2:23 amAneel autoriza operação comercial da primeira turbina de hidrelé
Aneel autoriza operação comercial da primeira turbina de hidrelétrica no Jari
Agência Brasil
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2014-09/aneel-autoriza-operacao-comercial-de-primeira-turbina-de-hidreletrica-no
Da Agência Brasil Edição: Armando Cardoso A primeira unidade geradora da Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari já pode começar a operar comercialmente. O despacho da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizando o início da operação comercial foi publicado no Diário Oficial de ontem (17). A usina hidrelétrica fica no Rio Jari, na divisa entre os estados do Pará e Amapá. A unidade tem potência de 123,3 megawatts (MW) e, como teste, já vinha fornecendo energia ao Sistema Interligado Nacional (SIN) desde o dia 26 de agosto. Segundo técnicos da hidrelétrica, com o início das operações comerciais a energia de antecipação será liquidada no mercado de curto prazo ou poderá ser comercializada por meio de contratos.
A usina, que pertence ao Grupo EDP e CWEI Participações, terá potência total de 373,4 MW. As demais unidades geradoras da hidrelétrica, duas com capacidade instalada de 123,3 MW e uma de 3,4 MW, aguardam licença gradativa para operação.