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  1. Notívago

    27 de setembro de 2014 5:51 am

    As apelações de uma Marina desinformada. Ou será mentirosa?

    Fábio Kerche: Numa frase, 4 “imprecisões” sobre o BNDES

    publicado em 26 de setembro de 2014 às 13:14, no Vi o Mundo

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/fabio-kerche-numa-frase-quatro-imprecisoes-de-marina.html

    neca

    Bom mesmo é a Neca Setubal…

    MARINA E O BNDES

    por Fábio Kerche*, na Folha, via Conversa Afiada

    O BNDES é um dos principais instrumentos que o governo brasileiro dispõe para implementar sua política econômica. É o governo em exercício que escolhe as áreas prioritárias e as linhas de atuação do banco, que as executa por meio de um rigor técnico garantido por seu capacitado corpo funcional.

    Para ficarmos em apenas dois exemplos: no governo Fernando Henrique Cardoso, o BNDES teve um papel fundamental nas privatizações e no governo Lula, respondendo à forte crise iniciada em 2008, expandiu o crédito à indústria e à infraestrutura.

    É, portanto, absolutamente legítimo que o papel do BNDES seja debatido na campanha eleitoral. O próximo presidente terá a responsabilidade de manter ou modificar as prioridades do banco nos próximos anos, decisão que poderá afetar todo o financiamento ao setor produtivo brasileiro.

    Mas esse necessário debate eleitoral seria mais proveitoso para o país se fosse lastreado por um correto diagnóstico por parte dos candidatos. Como corrigir rumos se não conseguimos entender a atual direção? Esse parece ser o caso da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva. Senão, vejamos.

    Nesta quinta-feira (25), em entrevista ao programa “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, a candidata disse que “o que enfraquece os bancos é pegar o dinheiro do BNDES e dar para meia dúzia de empresários falidos, uma parte deles, alguns deles que deram, enfim, um sumiço em bilhões de reais do nosso dinheiro”. O número de imprecisões só dessa frase é impressionante.

    Em primeiro lugar, o BNDES não “dá” dinheiro a ninguém, ele empresta. Isso significa que o banco recebe de volta, corrigidos por juros, os seus financiamentos. Sua taxa de inadimplência é de 0,07% sobre o total da carteira de crédito, segundo o último balanço, sendo a mais baixa de todo o sistema bancário no Brasil, público e privado.

    Isso nos leva a outra imprecisão da fala da candidata. A qual “sumiço” de recursos ela se refere se o BNDES recebe o dinheiro de volta e obtém lucros expressivos de suas operações? O lucro do primeiro semestre, de R$ 5,47 bilhões, foi o maior da história do banco.

    Em relação aos empresários “falidos”, talvez a candidata, em um esforço de transformar em regra a exceção, esteja se referindo ao caso Eike Batista. Se isso for verdade, temos mais uma imprecisão: seja por causa de um eficiente sistema de garantias das operações, seja porque grupos sólidos assumiram algumas empresas, o BNDES não sofreu perdas frente aos problemas enfrentados pelo empresariado.

    Por fim, nada mais falso do que dizer que o BNDES empresta para “meia dúzia”. No ano passado, o banco fez mais de 1 milhão de operações, sendo que 97% delas para micro, pequenas e médias empresas.

    Embora o BNDES não tenha a capilaridade dos bancos de varejo, a instituição aumentou seus desembolsos para as pequenas empresas de cerca de 20% do total liberado na primeira década de 2000 para mais de 30% no ano passado. Se retirássemos as típicas áreas onde os pequenos não atuam (setor público, infraestrutura e comércio exterior), os financiamentos para os menores representariam 50% dos desembolsos do banco.

    Das cem maiores empresas que atuam no Brasil, 93 mantém relação bancária com o BNDES. Entre as 500 maiores, 480 são seus clientes. Como sustentar que o BNDES escolhe “meia dúzia” se o banco apoia quase todas as empresas brasileiras dos mais variados setores de nossa economia?

    A candidata Marina lembrou recentemente que uma mentira repetida diversas vezes não a transforma em verdade. Isso também vale para o papel que o BNDES vem desempenhando nos últimos anos.

    *FÁBIO KERCHE, 43, doutor em ciência política e pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa, é assessor da Presidência do BNDES. Foi secretário-adjunto e secretário de Imprensa da Presidência da República (governo Lula).

     

  2. Adamastor

    27 de setembro de 2014 6:11 am

    O que o último Datafolha mostra
    As rivais

    As rivais

      

    Muita gente atribuiu os números do último Vox Populi a uma suposta simpatia do instituto pelo PT.

    Mas os resultados do Datafolha divulgados hoje reforçam o que o Vox Populi apontava: o momento é inteiramente favorável para Dilma.

    O quadro, a pouco mais de uma semana das eleições, é o seguinte: Dilma cresce, Marina diminui e Aécio fica parado.

    A grande questão, hoje, é se esta tendência se manterá. Caso isso aconteça, são grandes as chances de Dilma levar no primeiro turno.

    Os adversários de Dilma estão ajudando, é verdade. Aécio insiste em falar em corrupção, como se fosse um Catão e os brasileiros idiotas.

    Não poderia triunfar, a verdade é essa, um candidato que começa sua campanha jurando à plutocracia que iria tomar “medidas impopulares”.

    Marina se enrolou nela mesma. Abraçou um projeto conservador e depois teve imensa dificuldade em sustentá-lo. Um dos casos mais notáveis de guinada foi o da CLT, que ela prometeu “atualizar” para empresários e depois, diante da reação de sindicatos, disse ser “sagrada”.

    A campanha de Dilma foi brilhante, talvez melhor até que seu governo.

    Mesmo sendo situação, ela soube capitalizar o desejo dos brasileiros de mudar. “Muda Mais” é um dos melhores slogans da história política nacional.

    Em outro ponto explorado pelos adversários, o da corrupção, ela também tomou a dianteira. Disse que a grande diferença entre hoje e antes é que no passado a corrupção era empurrada para debaixo do tapete, e agora é combatida.

    Fora tudo, ela se beneficiou de um estado de espírito que tomou o mundo: a insatisfação com a desigualdade social.

    Neste campo, são inquestionáveis os avanços promovidos primeiro por Lula e depois por ela.

    Programas como o Bolsa Família e o Mais Médicos mudaram para melhor a vida dos pobres.

    Sinal disso, tanto Aécio quanto Marina gastam um bom tempo de suas falas na defensiva, garantindo que não irão mexer em nenhum desses programas.

    O pior, para Aécio e Marina, é que eles não têm um único projeto social novo, de porte, para anunciar.

    Por fim, não se deve subestimar também a força eleitoral de Lula. Com seu carisma, com sua popularidade e com seu humor cortante, ele se empenhou intensamente pela pupila.

    Aécio não teve um padrinho desses: FHC tira votos, em vez de trazer. E Marina teve em Neca Setúbal uma conselheira e apoiadora de muito menor impacto eleitoral que Lula.

    Todas as circunstâncias, vistas as coisas em retrospectivas, foram dar no cenário de hoje: o franco favoritismo de Dilma.

    Pode mudar? Pode. Mas é altamente improvável. Aécio está fora do jogo. No jargão do futebol, tem chances matemáticas. E para Marina a maior vitória será conseguir se arrastar, em meio à rápida erosão de intenção de votos, até o segundo turno.

    DCM

  3. Adamastor

    27 de setembro de 2014 6:44 am

    Entrevista de Dilma aos blogueiros progressistas

    Captura de Tela 2014-09-26 às 20.00.12

    Foto Reprodução do Muda Mais

    por Luiz Carlos Azenhas

    Em entrevista esta tarde a blogueiros, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff defendeu o cumprimento do parágrafo quinto do capítulo 220 da Constituição de 1988.

    Ele diz: “§ 5º – Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio”.

    “No Brasil se confunde regulação com controle de conteúdo, que é coisa de país ditatorial”, afirmou Dilma ao responder ao blogueiro Altamiro Borges.

    Ela lembrou que a existência de oligopólio ou monopólio em qualquer setor da economia cria uma “assimetria” não só entre os cidadãos, mas entre as instituições. Disse também que estimula a “prepotência”.

    A candidata à reeleição disse que a regulação econômica já existe em outras áreas fundamentais, como os portos, o setor elétrico e o do petróleo.

    “Não há porque ser ser diferente. O Brasil tem de regular”, afirmou. Outros objetivos de um eventual segundo mandato serão o de promover a regionalização da produção de conteúdo e a diversidade cultural na mídia.

    “Eu acho que está maduro para fazer a regulação econômica” da mídia, disse a presidente.

    Em resposta à blogueira Conceição Lemes, editora do Viomundo, Dilma disse que pretende promover a integração dos sistemas público e privado de saúde para garantir o atendimento de especialistas a usuários do SUS, numa rede integrada por clínicas públicas, privadas e filantrópicas.

    Lembrou que desde que a CPMF — o imposto do cheque que arrecadava dinheiro para a Saúde — foi derrubada por ação do PSDB no Congresso, com a ajuda de aliados, o governo federal deixou de arrecadar R$ 470 bilhões.

    Ainda assim, segundo Dilma, não houve recuo nos investimentos federais na Saúde, como tem dito José Serra, candidato ao Senado pelo PSDB em São Paulo e ex-ministro da Saúde. Segundo a candidata, os números indicam aumento de 77,4% nos investimentos em Saúde desde o início do governo Lula, em 2003.

    [Clique aqui para ver o que Serra tem dito na propaganda eleitoral]

    Ao longo de duas horas de entrevista, a candidata petista usou suas respostas para alguns disparos contra adversários políticos e a própria mídia:

    – “Meu discurso na ONU foi integralmente distorcido”, disse Dilma, sobre as acusações de que teria fraquejado no combate ao terrorismo. Segundo ela, os ataques ao Afeganistão, Iraque, Líbia e Síria já demonstraram que a ação militar não é o caminho para resolver questões políticas. Dilma condenou as ações bárbaras do Estado Islâmico do Iraque, mas lembrou também que a fragilidade do governo iraquiano, dividido entre sunitas e xiitas, foi um dos fatores que determinaram o crescimento do Isis. A coalizão que governa o Iraque chegou ao poder depois da invasão promovida pelos Estados Unidos para derrubar Saddam Hussein.

    [Clique aqui para ouvir a íntegra do discurso]

    – Dilma definiu como “discussão estarrecedora” o embate que teve com a jornalista Miriam Leitão, durante entrevista ao Bom Dia Brasil, sobre o crescimento econômico da Alemanha. Na ocasião, a jornalista global disse que o Brasil crescia a taxa de 0,3%, contra 1,5% da Alemanha. “Não, a Alemanha não está crescendo 1,5%. A Alemanha está crescendo 0,8%, e há dúvidas a respeito da continuidade. Tanto é que o índice, aquele Zeus, que mede a confiança do empresariado na economia cai pelo nono mês consecutivo”, disse a presidente na ocasião.

    – “Tem pessoa que gosta de aparecer como vítima, eu não. Eu não posso dar ao Brasil esta demonstração”, afirmou a petista, numa referência óbvia à candidata Marina Silva, que tem se queixado das críticas que recebe do PT ao longo da campanha.

    – Sobre reforma política, Dilma definiu como melhor caminho um plebiscito para perguntar aos cidadãos se eles aprovam ou não o financiamento público de campanhas. Segundo ela, nem uma Assembleia Constituinte ficaria livre da influência do poder econômico. “Se a gente não acreditar na força do povo brasileiro, a gente não tem mais nada pra acreditar”, disse.

    – “Ninguém desmonta uma empresa como a Petrobras”, afirmou. Lembrou que a petrolífera brasileira, a sexta maior do mundo, valia R$ 15,5 bilhões em 2002 e hoje vale R$ 110 bilhões. A candidata afirmou que por trás dos ataques à empresa estão interesses dos que pretendem mudar o sistema de exploração para beneficiar empresas estrangeiras.

    – Dilma disse que num eventual segundo mandato seu foco será em usar a renda do pré-sal para investimentos na educação. Seria um novo passo, depois da ênfase do ex-presidente Lula em programas sociais e em garantir renda e emprego para a maioria dos brasileiros. Também prometeu a expansão da rede de banda larga. Disse aos blogueiros que, ganhando a eleição, fará um segundo mandato politicamente “mais combativo” e que as entrevistas como a de hoje passarão a ser feitas “de forma sistemática”.

    PS do Viomundo: Segundo o site Muda Mais, que providenciou a transmissão pela internet, a entrevista teve 600 mil acessos. Abaixo, o trecho da entrevista em que Dilma Rousseff falou sobre a regulação econômica da mídia. Ela começa citando o papa Francisco, que recentemente falou sobre a desinformação da mídia:

  4. Webster Franklin

    27 de setembro de 2014 6:45 am

    Dilma atinge 45% dos votos válidos

    O Cafezinho

     

     

    Por , postado em setembro 26th, 2014                                                                                                                                                                                    

                                                                                                                                                                                                                                                                                                  

    tendencia1

     

    Acabo de chegar em casa, vindo de Brasília, onde participei de uma entrevista de mais de três horas com a presidenta Dilma. Eu e mais sete blogueiros.

    Bom salientar que a passagem aérea e táxis foram pagos do meu bolso. O Cafezinho só tem publicidade do adsense do google e vive da assinatura dos milhares de leitores que assinam e fazem doações ao blog.

    Quer dizer, semanas atrás ganhei uma publicidadezinha convencional também. Uma agência do Paraná quis fazer uma experiência por alguns dias e pagou um valor adiantado.

    As coisas estão melhorando.

    Nas eleições, também há novidades.

    Antes de escrever sobre a entrevista, que deixo para fazer em outro post, um pouco de pesquisa eleitoral.

    Um blog do Globo acaba de publicar uma análise, reproduzida abaixo, que causará incômodo aos barões do Jardim Botânico.

    Tomara que o autor não leve um pito muito severo do patrão.

    Quando um jornalista se atêm exclusivamente aos números e à realidade, acontece o milagre de se publicarem matérias e análises verídicas até mesmo na grande imprensa.

    Fábio Vasconcelos usa os números do Ibope e Datafolha, institutos de pesquisa patrocinados pela Vênus, para constatar o óbvio: Dilma está numa curva ascendente; Marina, num processo de esboroamento de seu eleitorado – apesar de ser ainda uma candidata muito forte e perigosa no segundo turno.

    Os novos números do Datafolha para a corrida presidencial saíram há pouco. Dilma cresceu fortemente. Marina despencou. Aécio continua oscilando para cima e para baixo, na margem de erro, qual biruta de… aeroporto.

     

    A tendência das intenções de votos válidos na disputa presidencial

    Por Fábio Vasconcellos, no blog Na Base de Dados

    26.09.2014 20p3m

    Os institutos de pesquisa eleitoral costumam trabalhar apenas com os percentuais de intenções de votos válidos na semana que antecede o dia da votação. Com o Datafolha divulgado há pouco, produzimos as curvas de tendência geral para Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) considerando esses percentuais. Esses são os valores que mais se aproximarão dos resultados das urnas, já que, no seu cálculo, são desconsiderados os eleitores que pretendem votar em branco, anular ou os indecisos.

    A série leva em conta as pesquisas do Ibope e Datafolha divulgadas desde julho. Esse tipo de análise ajuda a dar uma visão geral do comportamento das intenções de voto dos candidatos, já que produz uma média dos diferentes percentuais identificados pelos institutos, com as suas mais diferentes metodologias.

    Pelos dados, Dilma Rousseff apresenta uma curva ascendente, chegando a registrar agora 45% de intenções de votos válidos contra 43% do Ibope. Embora leve, o desenho da curva da candidata do PT a coloca numa certa distância de Marina, que apresenta curva descendente. Nesse levantamento, a candidata do PSB registrou 31% das intenções de votos válidos, um percentual abaixo do identificado pelo Ibope no início da semana. Já Aécio Neves apresenta curva de leve ascendência. Nesse levantamento, Aécio registrou 20% das intenções de votos válidos.

    – See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/09/26/dilma-atinge-45-dos-votos-validos/#sthash.hH3EnI3J.dpuf

    http://www.ocafezinho.com/2014/09/26/dilma-atinge-45-dos-votos-validos/

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  5. Webster Franklin

    27 de setembro de 2014 7:02 am

    Veja tenta bala de prata e conecta Dilma ao delator

    Brasil 247

     

     

     

    :

     

    Acaba de sair a última tentativa da revista Veja para impedir a reeleição da presidente Dilma Rousseff; capa desta semana, que circula a partir deste sábado, anuncia o que seria o “núcleo atômico da delação”; de acordo com reportagem, ainda não disponível, a campanha que elegeu Dilma presidente em 2010 teria recorrido aos préstimos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras; ontem, Veja foi condenada por 7 a 0 no Tribunal Superior Eleitoral por ter acusado, sem provas, o PT; e agora: será mais uma vez condenada ou terá disparado a bala de prata capaz de mudar o destino do País?

     

    26 de Setembro de 2014 às 21:24

     

    247 – A revista Veja acaba de disparar seu último tiro contra a presidente Dilma Rousseff, numa campanha de ataques que vem sendo movida há vários meses. A reportagem de capa desta semana anuncia o que seria “o núcleo atômico da delação”.

    De acordo com a chamada na capa, a campanha que elegeu Dilma Rousseff presidente em 2010 recorreu aos préstimos de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, para obter recursos de campanha.

    Não se sabe se esta será a “bala de prata” das eleições deste ano. Até agora, as denúncias contra a Petrobras não atingiram a popularidade da presidente Dilma Rousseff. Nesta segunda-feira, num almoço de empresários, o próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse não ter dúvidas sobre a honestidade de Dilma.

    Mas a capa de Veja tem, evidentemente, um claro propósito. A sete dias das eleições, é um esforço desesperado para tentar impedir o quarto mandato presidencial consecutivo do Partido dos Trabalhadores.

    É impossível saber como reagirá o eleitor ao novo tiro de Veja. Ontem, no entanto, a revista foi condenada, no Tribunal Superior Eleitoral, por 7 votos a zero, a conceder direito de resposta ao PT. Numa denúncia sem provas, a revista acusava o partido de pagar um chantagista para impedir que o ex-presidente Lula e o ministro Gilberto Carvalho fossem arrastados para o escândalo.

    E agora? O que será da nova denúncia de Veja? A bala de prata? Ou, então, um traque como a reportagem que redundou numa condenação por 7 a 0? 

    http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/154924/Veja-tenta-bala-de-prata-e-conecta-Dilma-ao-delator.htm

     

  6. NICKNAME

    27 de setembro de 2014 8:51 am

    DEVAGAR COM O ANDOR (com meus erros de prolixidade):

    (escrito digitado meio na pressa antes de viajar) //Simultanemente propagar as realizaçoes de Dilma/PT,catapultar Aécio Neves/PSDB(propagandear sua candidatura).Pq um 2º turno entre Dilma e Aécio é melhor.Marina pode se abster(contrariamente a possível posição do PSB de se posi- cionar).Digo isto tendo em vista a hipótese de Marina ser(até pelo seu histórico e crença religiosa mais rígida)de muita autostima (e vaidadel e teimosia) e por ter a maior visão de longo prazo,novamente se abster em 2º turno. P/sinal, urgen-temente o PT e/ou Dilma devem agir dia seguinte à posse e provocar(ao menos)debate s/meios de comunicação(como é em outros países?A quem pertencem diversos meios de comunicação,a políticos agraciados que se eternizam nos pode- res municipais, estaduais, federais (Senado e Câmara de Deputados).E levar proposta de Reforma Política. Elaborados agora,se já não estão prontos! Um 2º turno com Marina,não fechemos sol com peneira, é difícil. As esquerdas brasilei- ras passam como arrogantes, donos de verdades.Desde o nascimento,foram propaladas idéias de q o PT nascia puro (talvez, mas nada além de um talvez, pela importante influência de parte progressista das igrejas). Nascia tb de cima pra baixo também (como sempre existiu nos partidos no mundo, e não só propalando “de baixo pra cima”) com a presença de setores intelectualizados e intelectuais e de classe média, estudantes, p.ex.). Esta não é uma fácil crítica a poste-riori, grupos como o PCdoB e PCB, então, não viam com bons olhos (pra não dizer que atacavam) um outro gru- po que desunia (Viva Golbery!…).Dos mais públicos erros (do pouco q seiou me lembro neste instante) houve esperte- zas politiqueiras no nível de equiparar Ciro Gomes como “um novo Collor”. E expulsões e saídas ou es- pontâneas ou por não encontrar espaço democrático interno sem haver constrangimentos. Uma ou outra expulsão creio que foi justa, mas… a intervenção no Rio de Janeiro foi a gota d’água para , p.ex., este cidadão Nickname (Humberto) se desfiliar simbolica e formalmente, tendo passado antes pelo então PCB e visto semelhantes filmes de autoritarismos, arrogâncias, expulsões, intervenções, do “novo” Partido (como se a história do mundo e do Brasil fosse totalmente diferente) e reflexo do autoritarismo entranhado em nossa sociedade, não seriam totalmente imunes .P.ex., em estadia totalmente independente, eu e um companheiro (eu do PCB, ele do PT, relação amistosa incomum), visitamos um amigo do MR8 num dos cursilhos pra esaquerda em Havana. Pois meus dois amigos tinham a certeza de que a Direita, então, era Brizola. Isso de ver adversários entre as próprias esquerdas, centro esquerdas ou humanistas democratas está presente na nossa sociedade. O PT e cia. não contribuiu para a educação e conscientização, pelo contrário, lançou mão de expedientes uns poucos de amplo conhecimento citados aqui. A briga pública do PT em Recife revela que há PTs e PTs, e a Direção Nacional veio a Recife e contribuiu para piorar… a situação. Essa amostra deve ter ocorrido e ocorre em municípios por esse enorme país. O PT deveria ter um site com uma seç~´ao ultra visível de alfabetização política, e de autocrítica PÚBLICA, e não entre 4 paredes. Um levantamento desde o nascimento e autocríticas públicas e publicadas por meios que forem possíveis. (escrito digitado meio na pressa antes de viajar)

  7. Assis Ribeiro

    27 de setembro de 2014 8:55 am

    Coutinho: Marina precisa

    Coutinho: Marina precisa estudar melhor BNDES

    Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, rebateu críticas da candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, sobre a política de empréstimos do BNDES: “Eu sugiro que a equipe da Marina estude um pouco mais as atividades do banco para não municiar a candidata com informações erradas”; segundo ele, o apoio para a internacionalização de grandes empresas brasileiras foi concedido a preços de mercado e não houve influência política na destinação dos recursos; o assessor da presidência do BNDES, Fabio Kerche, também contestou declarações de Marina: ‘ela erra ao dizer que o BNDES empresta para “meia dúzia”. Em 2013, 97% de suas operações foram para micro, pequenas e médias empresas’

     (Reuters) – O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, rebateu nesta quinta-feira as críticas feitas pela candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, sobre a política de empréstimos do BNDES e disse que ela precisa estudar melhor as atividades do banco.

    “Eu sugiro que a equipe da Marina estude um pouco mais as atividades do banco para não municiar a candidata com informações erradas”, disse Coutinho a jornalistas após participar de congresso em São Paulo.

    Segundo Coutinho, o apoio do BNDES para a internacionalização de grandes empresas brasileiras foi concedido a preços de mercado e não houve influência política na destinação dos recursos.

    No caso das empresas do empresário Eike Batista, algumas das quais estão em recuperação judicial, Coutinho disse que o BNDES não teve nenhum prejuízo com os empréstimos ao grupo de Eike, pois as empresas com problemas foram revendidas a novos controladores bem capitalizados.

    “Não houve prejuízo para o BNDES”, garantiu Coutinho.

    Marina tem criticado o que classifica de “uso político” dos bancos públicos no governo da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.

    A candidata do PSB chegou a dizer em seu programa eleitoral na TV que o BNDES “deu” 500 bilhões de reais para “meia dúzia de empresários falidos”, argumentando que esses recursos poderiam ser usados em promessas de campanha feitas por ela, como o passe livre no transporte público para estudantes e o ensino em tempo integral. (Reportagem de Aluísio Alves)

    247 – Assessor da presidência do BNDES, Fabio Kerche também contestou declarações de Marina: ‘ela erra ao dizer que o BNDES empresta para “meia dúzia”. Em 2013, 97% de suas operações foram para micro, pequenas e médias empresas’.

    Leia: 

    Marina e o BNDES

    O BNDES é um dos principais instrumentos que o governo brasileiro dispõe para implementar sua política econômica. É o governo em exercício que escolhe as áreas prioritárias e as linhas de atuação do banco, que as executa por meio de um rigor técnico garantido por seu capacitado corpo funcional.

    Para ficarmos em apenas dois exemplos: no governo Fernando Henrique Cardoso, o BNDES teve um papel fundamental nas privatizações e no governo Lula, respondendo à forte crise iniciada em 2008, expandiu o crédito à indústria e à infraestrutura.

    É, portanto, absolutamente legítimo que o papel do BNDES seja debatido na campanha eleitoral. O próximo presidente terá a responsabilidade de manter ou modificar as prioridades do banco nos próximos anos, decisão que poderá afetar todo o financiamento ao setor produtivo brasileiro.

    Mas esse necessário debate eleitoral seria mais proveitoso para o país se fosse lastreado por um correto diagnóstico por parte dos candidatos. Como corrigir rumos se não conseguimos entender a atual direção? Esse parece ser o caso da candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva.

    Em entrevista ao programa “Bom Dia Brasil”, da TV Globo, que foi ao ar nesta quinta-feira (25), a candidata disse que “o que enfraquece os bancos é pegar o dinheiro do BNDES e dar para meia dúzia de empresários falidos, uma parte deles, alguns deles que deram, enfim, um sumiço em bilhões de reais do nosso dinheiro”. O número de imprecisões só dessa frase é impressionante.

    Em primeiro lugar, o BNDES não “dá” dinheiro a ninguém, ele empresta. Isso significa que o banco recebe de volta, corrigidos por juros, os seus financiamentos. Sua taxa de inadimplência é de 0,07% sobre o total da carteira de crédito, segundo o último balanço, sendo a mais baixa de todo o sistema bancário no Brasil, público e privado.

    Isso nos leva a outra imprecisão da fala da candidata. A qual “sumiço” de recursos ela se refere se o BNDES recebe o dinheiro de volta e obtém lucros expressivos de suas operações? O lucro do primeiro semestre, de R$ 5,47 bilhões, foi o maior da história do banco.

    Em relação aos empresários “falidos”, talvez a candidata, em um esforço de transformar em regra a exceção, esteja se referindo ao caso Eike Batista. Se isso for verdade, temos mais uma imprecisão: seja por causa de um eficiente sistema de garantias das operações, seja porque grupos sólidos assumiram algumas empresas, o BNDES não sofreu perdas frente aos problemas enfrentados pelo empresariado.

    Por fim, nada mais falso do que dizer que o BNDES empresta para “meia dúzia”. No ano passado, o banco fez mais de 1 milhão de operações, sendo que 97% delas para micro, pequenas e médias empresas.

    Embora o BNDES não tenha a capilaridade dos bancos de varejo, a instituição aumentou seus desembolsos para as pequenas empresas dos cerca de 20% do total liberado da década de 2000 para mais de 30% no ano passado. Se retirássemos as típicas áreas onde os pequenos não atuam (setor público, infraestrutura e comércio exterior), os financiamentos para os menores representariam 50% dos desembolsos do banco.

    Das cem maiores empresas que atuam no Brasil, 93 mantém relação bancária com o BNDES. Entre as 500 maiores, 480 são clientes do banco. Como sustentar que o BNDES escolhe “meia dúzia” se a instituição apoia quase todas as empresas brasileiras dos mais variados setores de nossa economia?

    A candidata Marina Silva lembrou recentemente que uma mentira repetida diversas vezes não se transforma em verdade. Essa máxima também vale para o papel que o BNDES vem desempenhando nos últimos anos.

    http://www.brasil247.com/pt/247/economia/154795/Coutinho-Marina-precisa-estudar-melhor-BNDES.htm

  8. Assis Ribeiro

    27 de setembro de 2014 8:59 am

    O simbólico de Dilma
    A

    O simbólico de Dilma

    A resposta de Dilma às ruas leva-nos a compreender o significado simbólico da sua trajetória de vida. Assim como Lula e Marina, Dilma formou-se no contato direto da experiência modernizante-conservadora da ditadura militar. Mas nasceu politicamente não nas greves, mas na tortura de um Estado de exceção criado para garantir privilégios, contra o projeto de uma democracia popular

    O sentimento genuíno e concreto de ausência na política atual, que emergiu em termos nacionais durante as manifestações de junho de 2013, resultou em dois processos antagônicos de mudança no País: a retomada do projeto de Democracia Popular, centrada nas reformas de base, em especial a Reforma Política; e a retomada do Salvacionismo, força política tradicionalmente conservadora que, empenhando abstrações como a unidade nacional e o governo das pessoas boas, valem-se da leveza ufanista para negar conflitos graves existentes no interior da sociedade brasileira.

    Diante dessa clivagem entre projetos, é inevitável perceber como a candidatura de Dilma Rousseff tende a se aproximar mais das reformas de base enquanto a candidatura de Marina Silva vai adotando uma plataforma essencialmente moralista.

    Mesmo reconhecendo que determinados pontos explícitos no programa desta última sejam superiores em formulação quando comparada às propostas do campo dilmista, é fundamental compreender que o grau de conflito interno provocado entre as forças concentradoras da riqueza e a atuação política de Dilma é da mesma natureza do conflito de todo o ciclo político do “lulismo”.

    Porém em maior intensidade, cuja polarização recente revela como a possibilidade de superação do modelo de desenvolvimento atual para uma “democracia de maior intensidade” está nas mãos de Dilma e não de Marina.

    Marina teria de vencer novamente todos os “pedágios” dos donos do poder para consolidar-se como força política, mantendo vetores progressistas ao longo do tempo.

    Fazer isso sem o mínimo de uma estrutura partidária sólida, seja na nova ou na velha política, é muito menos provável, ainda mais com o sentimento errático de Marina em relação às bandeiras históricas defendidas pela esquerda para a transformação definitiva do Brasil.

    No entanto, desde pronto as intensões progressistas do programa de governo de Marina já foram checadas pelo grande capital, já está capitulado.

    Lula e Dilma já enfrentaram muitos pedágios – e perderam outros –, mas, após as manifestações de 2013, a presidenta reagiu às demandas nas ruas com algo além de vagas promessas.

    Pressionando a aprovação de projetos que estavam em tramitação no Congresso Nacional ou agindo com as atribuições do Executivo, Dilma recebeu os movimentos sociais e construiu uma agenda de longo prazo, com um conteúdo altamente democrático e progressista para nossos padrões atuais, centrado nos seguintes pontos:

    • Estatuto da Juventude, criando um marco estruturante na inclusão dos jovens numa sociedade em que eles já se configuram como o grupo mais representativo;

    • Marco Civil da Internet, garantindo direitos permanentes ao caráter cidadão da Internet, protegendo o usuário dos grandes interesses econômicos;

    • Lei dos Royalties do Pré-sal para Educação e Saúde criou um fundo estratégico de financiamento de patamares superiores políticas públicas nas áreas de educação e saúde;

    • Plano Nacional de Educação, viabilizado pela lei do Pré-sal, garantirá níveis adequados de financiamento (10% do PIB);

    • Política Nacional de Participação Social, que inovou ao reconhecer formas de participação com redes digitais e que, junto com o Marco Civil da Internet e a expansão do acesso à banda larga, transformará o Brasil no primeiro grande celeiro para a hiperdemocracia;

    • Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil, que criou novo patamar de relação entre o Estado e a Sociedade, garantindo estruturas de controle dos recursos públicos e ampliando a capilaridade das políticas públicas por meio das organizações sociais;

    • Programa Mais Médicos, que mudou em pouco tempo o paradigma de atuação do sistema público de saúde, ampliando o atendimento para milhões de pessoas;

    • O fortalecimento de obras de mobilidade urbana no PAC2, dialogando com o motivo primário que levou os jovens às ruas em 2013;

    • E o apoio à Reforma Política, a mãe de todas as reformas de base, cuja proposta enviada ao Congresso Nacional, no entanto, foi derrotada pelas forças conservadoras. Hoje, a saída é o plebiscito para uma Constituinte exclusivamente eleita para encaminhar essa grande demanda das manifestações de junho de 2013.

    A resposta de Dilma às ruas leva-nos a compreender o significado simbólico da sua trajetória de vida. Assim como Lula e Marina, Dilma formou-se no contato direto da experiência modernizante-conservadora da ditadura militar, no entanto, as contradições criaram trajetórias muito distintas.

    Lula, como dito antes, é o conflito da modernização com a pobreza, emerge dos povos retirantes para o centro da industrialização brasileira como um líder nato, de incomum capacidade de intuição e decisão política.

    Marina é o conflito da modernização com a tradição, cuja resultante está no sentido da civilização ocidental, questionando fundamentos basilares das sociedades urbano-industriais, como é o caso da própria política.

    E Dilma? É o conflito da violência conservadora contra a utopia social. Dilma nasceu politicamente não nas greves, nem nos “empates”, nasceu na tortura de um Estado de exceção criado para garantir privilégios dos donos do poder, contra o projeto de uma democracia efetivamente popular.

    Essa referência simbólica demonstra as reais possibilidades de que o campo político de Dilma possui vida própria no sentimento nacional, está conectado com a história do Brasil, e não se trata apenas um prolongamento do “lulismo”.

    Se Marina tivesse sido capaz de manter sua dimensão simbólica sem aderir às teses neoliberais que operarão invariavelmente para destituir a “Nova Política” de tudo o que poderia ser novo, o debate com Dilma ganharia uma polarização simbólica extraordinária entre projetos.

    Mas a capitulação de Marina reforçou as forças transformadoras do projeto dilmista, desenhado concretamente na reação propositiva às manifestações de junho.

    A “Nova Política” está fora de lugar, encontra-se na dureza simbólica de Dilma, que antes enfrentou com sonhos o fascismo e agora quer reconduzir a Democracia Popular para o centro da dinâmica social brasileira.

    http://brasildebate.com.br/o-simbolico-de-dilma-2/

     

  9. NICKNAME

    27 de setembro de 2014 9:01 am

    PSB Recife não tocou palavra com Marina nas 24 horas

    PSB Recife não tocou palavra com Marina nas 24 horas após a morte de E. Campos. Segundo reportagem da revista Piauí. Não sei se há na íntegra no site da revista. E é bom lembrar pra única esquerda não minúscula, que Wanderley G. dos San- tos aqui no blog considera PSB de esquerda, atravessando um momento que é contrário totalmente à sua história. Coliga- ções as mais diversas há e houve no governo Eduardo Campos (em que votei 1 vez, seria fanatismo votar então no PT que não se entendia publicamente entre si, jogo muito pesado e sujo, rumores até hoje de corrupçao entre prefeito e vice-pre- feito, assunto que, pelo menos nisso, evitaram tocar publicamente, mas está na boca do povo, estava e está).Sugiro cnvidar outros estudiosos e pesuqisadores do ex-IUPERJ, ex alunos do prf Wanderley, espalhados pelo país. Renovaria um pouco todo este Blog. E repito, repito: Sempre ter um aviso enorme pra esclarecer e convidar novos particiapntes. Coo está há um tempo atrás, é uma voz só, uma unanimidade só, e não é apenas pela intensa disputa eleitoral de animos exaltados. Em qq outro assunto, predominam comentários nem sempre de bom nível (eu tive que dançar conforme a música, mas no passo contrário, cutucando, provocando, ridicularizando a maioria). O BLOG PRECISA URGENTE RENOVAR-SE.

  10. Assis Ribeiro

    27 de setembro de 2014 9:01 am

    Para identificar uma política

    Para identificar uma política verdadeiramente popular

    O que está em causa no Brasil hoje – e essa é a grande conquista dos governos Lula/Dilma – é a possibilidade de participação do povo e a realização de políticas pelo povo para além do espaço que lhe foi tradicionalmente reservado – ou seja, negado, como sempre destaca Fábio Konder Comparato – na história do Brasil

    Não é a origem popular que define uma candidatura comprometida com interesses populares. Não é porque uma candidatura se apresenta como de origem humilde, das camadas de trabalhadores e menos favorecidas, que merece de imediato o voto da população humilde, de trabalhadores e menos favorecida.

    É claro que um critério decisivo está no programa defendido, no que se refere aos interesses populares que o mesmo contempla ou não; se atende às demandas que favorecem as camadas populares. Há necessidade, nesse âmbito, de conhecimento dos compromissos programáticos para poder caracterizar uma determinada política como sendo “para o povo”.

    No entanto, embora esse critério seja decisivo, ainda não basta.

    O que caracteriza uma política popular são, além disso, as possibilidades de apresentação e de expressão dos interesses populares, de modo que a política, além de ser para o povo, seja também do povo e pelo povo.

    Hannah Arendt caracterizou a política tendo em vista exatamente essa questão. Ela condicionava essa atividade à existência de “espaços públicos de aparição”. Ou seja, no caso de políticas populares, isso quer dizer: garantia de espaços de participação popular no plano das políticas destinadas à defesa dos interesses populares, isto é, das políticas para o povo.

    Esse é o critério que se soma ao conteúdo programático de defesa dos autênticos interesses populares, para juntos caracterizarem de fato políticas populares, do povo, pelo povo e para o povo.

    A política deve não só defender interesses populares, mas criar condições para que cada vez mais possa ser desenvolvida por aqueles a quem mais interessa. Assim não só o povo faz a sua política, mas cada vez mais se desenvolvem também as condições em que pode fazê-la.

    O Partido dos Trabalhadores foi o primeiro a garantir voz própria ao povo brasileiro. Representa a única vez em que, em nosso País, as políticas “para o povo” também procuraram ser políticas “do povo e pelo povo”, isso é, que se aproximam do que seria uma “soberania popular”. Não é por acaso que o PT surgiu do sindicalismo autêntico, que se opunha ao sindicalismo pelego, para os trabalhadores, mas não deles próprios.

    Estamos diante das iniciativas de participação, como nos orçamentos participativos e nas iniciativas populares legislativas.

    Somam-se as inúmeras mobilizações realizadas em torno de discussões e de consultas públicas de planos de políticas sociais e populares, que sem dúvida são de grande valia, reunidas agora no plano dos Conselhos Populares.

    Aliás, é por isso que a iniciativa voltada aos Conselhos Populares encontra resistência de quem se coloca na postura de governar “para o povo”, mas sem soberania popular. Quem não tolera a ideia da soberania popular rotula de “assistencialismo” as políticas sociais de combate à desigualdade, que querem reduzir a todo custo.

    A rigor trata-se de políticas que se voltam às condições de possibilidade de desenvolver participação onde ela se encontra inexistente ou fortemente truncada, garantindo-lhe bases materiais, que inicialmente podem até ser incipientes, mas com forte potencial de evolução.

    As políticas de combate à miséria e de valorização do poder de compra do salário mínimo significam, nessa medida, melhorias das condições materiais da expressão dos interesses populares. Inserem-se aqui também as políticas de acesso à educação (Enem, Prouni, ampliação de universidades e institutos técnicos), de acesso à saúde (reforço do SUS, Mais Médicos), de acesso à moradia (Construção de casas populares), de infraestrutura de mobilidade popular etc..

    O que está em causa no Brasil hoje – e essa é a grande conquista dos governos Lula/Dilma – é a possibilidade de participação do povo e a realização de políticas pelo povo para além do espaço que lhe foi tradicionalmente reservado – ou seja, negado, como sempre destaca Fábio Konder Comparato – na história do Brasil.

    Mas ainda mais do que isso: o estabelecimento de condições para que possa exercer sua soberania nesse espaço, constantemente alienado dos interesses do povo mediante iniciativas conservadoras – sobretudo pela via dos meios de comunicação de massa.

    As práticas de manipulação crescem tanto mais quanto mais o espaço popular se consolida inexoravelmente, para se decantar em configurações da classe trabalhadora.

    Não que a passagem entre popular e classe seja imediata, já que é mediada por um processo de formação consciente. Mas convenhamos que ela tem muito mais condições de ocorrer do que nunca.

    É por isso que a questão da chamada “nova classe média”- a rigor: novas camadas populares em ascensão potencialmente participativa – tanto incomoda as lides dos detentores tradicionais do mando na sociedade brasileira, sedentos de lhe cortarem qualquer pretensão de expressão política.

    Não se teme que ganhem mais; isso é tolerável. Teme-se que eles ganhem mais por força própria. Nas condições concretas do Brasil hoje, as camadas populares sabem que estão num curso de avanço político. E sabem quem ameaça essa situação.

    http://brasildebate.com.br/para-identificar-uma-politica-verdadeiramente-popular/

     

  11. NICKNAME

    27 de setembro de 2014 9:05 am

    O BLOG PRECISA URGENTE RENOVAR-SE.

    Sugiro convidar outros estudiosos e pesquisadores do ex-IUPERJ, ex alunos do prof.  Wanderley, espalhados pelo país. Renovaria um pouco todo este Blog. E repito, repito: Sempre ter um aviso enorme pra esclarecer e convidar novos partici- pantes. Como está de um tempo pra cá, é uma voz só, uma unanimidade só, e não é apenas pela intensa disputa eleitoral de animos exaltados. (Posso usar de foraç deezxpresão, né). Em qq outro assunto, predominam comentários nem sempre de bom nível (eu tive que dançar conforme a música, mas no passo contrário, cutucando, provocando, ridicularizando a maioria). O BLOG PRECISA URGENTE RENOVAR-SE. Voltei e fui aceito pela 3. vez sob outros nicks, caí na tentação, mas percebo que vai de mal a pior, pelo menos nos posts recentes, por sinal devem ter letras coloridas ou muito negritadas e maiores.E outro aviso pra visitar o restante do Blog q somente de uns dias pra cá é que comecei a descobrir e curtir !…

  12. Bruno Cabral

    27 de setembro de 2014 9:16 am

    Fonte:http://www.folhapaulist
    Fonte:http://www.folhapaulistana.com.br/2014/09/greve-nos-bancos-greve-dos-bancarios/

    Os bancários precisam entender que, com os caixas eletronicos, correspondentes bancários e home banking, greve como instrumento de pressão é inócuo. Ou eles sindicalizam caixas de supermercado, de loterias, correspondentes e segurança para que parem também OU, o que ao meu ver seria muito mais eficiente, continuem atendendo e como instrumento de pressão repassem descontos e melhores taxas aos clientes p que diminuiria sensivelmente o lucro do banco forçando a negociação

    Greve só prejudica a causa deles mesmos condicionando os clientes a não usarem os serviços dos bancários.

  13. Assis Ribeiro

    27 de setembro de 2014 9:35 am

     Dilma tem 40%, Marina, 27%,

     Dilma tem 40%, Marina, 27%, e Aécio, 18%, aponta pesquisa Datafolha

    Em simulação de segundo turno, Dilma tem 47% e Marina, 43%. Instituto ouviu 11.474 eleitores nos dias 25 e 26 de setembro.

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (26) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para a Presidência da República:
    Dilma Rousseff (PT): 40%
    Marina Silva (PSB): 27%
    Aécio Neves (PSDB): 18%
    Pastor Everaldo (PSC): 1%
    Luciana Genro (PSOL): 1%
    Eduardo Jorge (PV): 1%
    Zé Maria (PSTU): 0%*
    Rui Costa Pimenta (PCO): 0%*
    Eymael (PSDC): 0%*
    Levy Fidelix (PRTB): 0%*
    Mauro Iasi (PCB): 0%*
    – Branco/nulo/nenhum: 5%
    – Não sabe: 6%

    * Cada um dos cinco indicados com 0% não atingiu, individualmente, 1% das intenções de voto; somados, eles têm 1%.

    No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 19, Dilma tinha 37%, Marina, 30%, e Aécio, 17%.

    A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

    Segundo turno
    O levantamento divulgado nesta sexta indica que, em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PT tem 47% das intenções de voto e a do PSB, 43%. Segundo o Datafolha, “embora persista o empate técnico no limite da margem de erro, há maior probabilidade de Dilma estar à frente de Marina neste cenário”. É a primeira vez que a presidente aparece numericamente à frente. Na semana passada, Marina tinha 46% e Dilma, 44%.

    Na simulação de segundo turno entre Dilma e Aécio, a petista vence por 50% a 39% (49% a 39% na semana anterior).

    O Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios nos dias 25 e 26 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00782/2014.

    Espontânea
    Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

    – Dilma Rousseff : 33%
    – Marina Silva: 21%
    – Aécio Neves: 14%
    – Outras respostas: 2%
    – Em branco/nulo/nenhum: 5%
    – Não sabe: 25%

    Rejeição
    A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os números:

    – Dilma Rousseff: 31%
    – Marina Silva: 23%
    – Pastor Everaldo: 22%
    – Aécio Neves: 20%
    – Zé Maria: 17%
    – Levy Fidelix: 17%
    – Eymael: 16%
    – Luciana Genro: 15%
    – Rui Costa Pimenta: 14%
    – Eduardo Jorge: 13%
    – Mauro Iasi: 13%

    Avaliação da presidente
    A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 37% dos entrevistados – mesmo índice do levantamento anterior, divulgado no último dia 19. O percentual de aprovação reúne os entrevistados que avaliam o governo como “ótimo” ou “bom”.

    Os que julgam o governo “ruim” ou “péssimo” são 22%, segundo o Datafolha (ante os 24% da semana passada). Para 39%, o governo é “regular” (eram 38% no levantamento anterior).

    O resultado da avaliação é:
    – Ótimo/bom: 37%
    – Regular: 39%
    – Ruim/péssimo: 22%
    – Não sabe: 1%

    A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 6,1 (a mesma da semana anterior).

    Datafolha - 26.9 - final (Foto: Arte/G1)

    http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/09/dilma-tem-40-marina-27-e-aecio-18-aponta-pesquisa-datafolha.html

    1. Assis Ribeiro

      27 de setembro de 2014 9:51 am

      Aos poucos os números vão

      Aos poucos os números vão chegando ao lugar

      Como explicar a desidratação de Dilma nas pesquisas logo após o acidente de Campos?

      02/10/2013  Datafolha:  Dilma 42%, Aécio Neves 21% e Eduardo Campos 15%

      07/11/2013  CNT/MDA: Dilma 43%, Aécio  19% e  Campos 9%

      18/11/2013  Ibope:  Dilma 43%, Aécio  14% e Campos 7%

      18/02/2014  MDA: Dilma 43,7%, Aécio  17% e Campos 9,9%

      ….

      29/08/2014 Datafolha: Dilma 34%, Marina 34%, Aécio 15%

    2. Alan Souza

      27 de setembro de 2014 12:03 pm

      Me preocupa muito mais

      Me preocupa muito mais esse 1% do Pastor Everaldo do que os 27% da Marina…

  14. Assis Ribeiro

    27 de setembro de 2014 10:39 am

    Não tem mais pesquisa que dê

    Não tem mais pesquisa que dê jeito. Banditismo mídio-policial é a última arma da direita

    Embora todos soubessem que o Datafolha não poderia ter outro resultado senão o crescimento da diferença entre Dilma Rousseff e Marina Silva, a tarde de hoje foi marcada por uma intensa especulação na Bolsa.

    O motivo? Os boatos de que a Veja trará, amanhã, trechos bombásticos de um suposto depoimento do doleiro Alberto Yousseff que, em troca de um (na prática) perdão judicial distribuiria as mais pesadas acusações contra políticos e autoridades.

    Ricardo Noblat, que se tornou um dos mais “ofendidos” viúvos de Marina Silva já adianta a podridão em seu blog. Depois tirou a nota. Mas vários sites “ameaçam” com um novo e rocambolesco escândalo como “ultima ratio” para evitar aquilo que até  Marcos Paulino, diretor do Datafolha, admitiu ser possível: Dilma liquidar a eleição no primeiro turno.

    Chegamos a um “vale-tudo” que envergonha qualquer sentido de Justiça, porque qualquer coisa que se publique – a não ser que seja apenas banditismo jornalistico, simples invenção – será pior, porque banditismo policial e judiciário, com o vazamento seletivo de acusações que, até o momento, nada têm de sólido senão a palavra de um criminoso e olhe lá que ele tenha dito de fato o que se publica.

    É simples: se a revista Veja quiser dizer que Alberto Yousseff  me acusa de ter recebido um milhão de dólares para aprovar qualquer coisa enquanto estive no Governo, dirá e pronto, muito embora o amigo aqui não saiba o que é um milhão, o que dirá de dólares.

    E não pode sequer se defender poque é o “dizem que ele teria dito”…

    Mas se a revista não estiver, pura e simplesmente, inventando, tudo é pior.

    Formou-se uma inegável cumplicidade desde o caso dos supostos depoimentos de Paulo Roberto Costa.

    Não se viu nem o Juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo, nem os promotores, nem os delegados federais manifestarem qualquer indignação com a quebra do sigilo pelo qual eram os responsáveis e que, rompido, pode ter ajudado até a eventuais envolvidos a destruir provas.

    Agora, repetir-se esta parceria quadrilhesca entre a Veja e os policiais federais ou promotores públicos que decidem o que e a quem vazar informações que têm a subscrevê-las só a palavra de um criminoso desesperado.

    Pior, porque embora meia-dúzia de pilantras pudessem aquadrilhar-se com um doleiro já preso, processado e “delator premiado” no caso do Banestado, qualquer finório de alto coturno ia se servir de gente menos exposta que Yousseff, que tinha um neon piscando “doleiro” na testa que só um energúmeno como André Vargas pode dizer que não sabia”.

    Estamos assistindo o impensável: os agentes da Polícia Federal, publicamente, dando apoio à candidata de oposição, em troca de melhorias funcionais e os delegados federais a ponto de fazer um “eleição” para impor – não de direito, mas de fato – um diretor da Polícia Federal de sua preferência.

    Normal? Alguém poderia imaginar os agentes do FBI americano engajados na campanha eleitoral, fazendo discursos em atos políticos?

    Quem sabe fazemos o mesmo com as polícias estaduais ou até com as guardas municipais?

    É o resultado de ter-se um ministro (assim mesmo, sem maíúscula) como José Eduardo Cardozo.

    No século 20 tínhamos as conspirações militares a ameaçar a democracia. Agora, baixamos de nível: basta meia dúzia de policiais para desestabilizar um Governo.

    Mas, afinal, se até treinar tiro ao alvo na presidenta eleita pode, esperar o que, não é?

    O que salva o povo brasileiro é a sua lucidez em perceber que não temos, em muitos dos grandes veículos de comunicação, uma imprensa.

    Temos lixo.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=21496

  15. Roberto São Paulo-SP 2014

    27 de setembro de 2014 10:50 am

    PESQUISA ISTOÉ SENSUS| BR-0756/2014

     

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    Empate na reta final
    Pesquisa ISTOÉ/Sensus mostra que a sucessão presidencial será decidida no segundo turno e que Aécio e Marina chegam embolados na última semana de campanha
    ISTOÉ |  N° Edição:  2340 |  26.Set.14 – 19:30 |  Atualizado em 26.Set.14 – 20:43

    Os candidatos Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) entram na semana que antecede o primeiro turno das eleições presidenciais em empate técnico. Essa é a principal constatação feita pela pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre o domingo 21 e a sexta-feira 26.
    Segundo o levantamento, Marina tem 25% das intenções de voto e Aécio 20,7%. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2% para mais ou para menos, ambos estão empatados tecnicamente na briga por um lugar no segundo turno.
    A presidenta Dilma Rousseff (PT) conta com 35% e só não estará na segunda etapa da disputa se houver uma hecatombe nuclear sobre a sua campanha.
    A pesquisa mostra que tanto Dilma como Aécio acertaram nas estratégias adotadas nas últimas semanas. A presidenta reforçou os ataques contra Marina, exagerou na defesa de seu governo e intensificou as agendas públicas. Com isso, cresceu 5,3% durante o mês de setembro. O senador mineiro procurou demonstrar as semelhanças entre Dilma e Marina, questionou a veracidade do que ambas mostravam em seus discursos e colocou-se como a alternativa mais segura para mudar os rumos do País. A estratégia lhe valeu um crescimento de 5,5 pontos percentuais nos últimos 30 dias.
    Já Marina apostou em se colocar como vítima de uma campanha que chama de “difamatória” e adotou um tom emocional tanto em entrevistas como nos palanques. Não conseguiu explicar as contradições de seus discursos e perdeu 4,5 pontos percentuais em menos de um mês.

    “Pela primeira vez se constata a situação de empate técnico entre Marina e Aécio. O senador mineiro chega na reta final com tendência de crescimento e a ex-senadora com tendência de queda”, diz Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

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    A pesquisa ouviu dois mil eleitores de 24 Estados e também constatou um significativo aumento no índice de rejeição da candidata Marina Silva. No início do mês, 22,3% dos eleitores diziam que não votariam em Marina de forma alguma. Na semana passada esse índice saltou para 33%, superando a rejeição ao senador tucano que variou de 31,5% para 31,9%. A rejeição à presidenta continua na casa dos 40%, o que, segundo Guedes, é um empecilho à reeleição. “O aumento da rejeição a Marina, já superior ao de Aécio, é outro dado que permite afirmar que permanece aberta a possibilidade de um segundo turno entre PT e PSDB”, avalia Guedes. Segundo ele, a candidata do PSB entrou na disputa com um forte apelo emocional, mas com o passar do tempo o eleitor passou a enxergar sua candidatura de forma mais racional.

    O levantamento realizado em 136 municípios de cinco regiões mostra em um eventual segundo turno com Aécio, Dilma somaria 43,4% dos votos contra 38,2% se a disputa fosse realizada agora.

    No cenário de segundo turno entre Dilma e Marina haveria empate, com 40,5% para Dilma e 40,4% para Marina.

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    O GURU
    FHC procura mobilizar as lideranças tucanaspara transferir
    votos a Aécio. Alckmin é o principal aliado

    As tendências mostradas pela última pesquisa ISTOÉ/Sensus confirmam os dados levantados diariamente pelas campanhas dos três principais candidatos. E é com base nesses números que são traçados os planos para os dias que antecedem o primeiro turno. No PT, a palavra de ordem é manter os ataques contra a candidatura de Marina e intensificar a mobilização dos militantes para atos de rua nas principais cidades do País.

    No QG de Dilma há a avaliação de que, como as principais lideranças no partido não têm obtido bons resultados em seus Estados, é necessário ocupar as praças para manter um crescimento na última semana. Os caciques petistas avaliam que é possível sair das urnas com cerca de 40% dos votos.

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    Nesses últimos dias de campanha antes do primeiro turno, os tucanos, comandados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, preparam uma ofensiva nos maiores colégios eleitorais do País. Aécio, que na última semana esteve sete vezes em Minas, irá ficar mais tempo nas ruas. Em São Paulo, os eventos ao lado do governador Geraldo Alckmin serão quase diários. No Estado com o maior número de eleitores, os tucanos lideram a disputa e o governador deverá ser reeleito no primeiro turno. Aliados de Aécio também têm chances de sair vitoriosos já no domingo 5 no Paraná, no Pará, em Goiás e na Bahia. Segundo FHC, é possível que essas lideranças regionais consigam transferir uma grande quantidade de votos para Aécio na reta final da campanha.

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    No PSB, a proposta é sair da defensiva para procurar estancar a perda de votos verificada nas últimas semanas. Para tanto há um esforço para procurar não contaminar a campanha com a divisão interna que vem ocorrendo no partido. Com fragilidade nos palanques regionais, Marina deverá usar os últimos programas no horário eleitoral e os debates nas tevês para fazer críticas ao governo de Dilma e à polarização PT/PSDB, que pauta as disputas presidenciais desde 1994. No lugar de vítima dos ataques dos adversários, Marina tentará se posicionar como uma real terceira via, repetindo o discurso que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos entoou no início da campanha. 

    Apesar de as tendências já estarem postas, de acordo com Ricardo Guedes, não será surpresa se durante esta semana as pesquisas mostrarem movimentos bastante acentuados por parte dos eleitores. Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em eleições anteriores, os eleitores só agora, na reta final, passaram a observar melhor os candidatos e as escolhas não têm seguido uma lógica partidária. “O brasileiro quer mudar, mas não quer embarcar em aventuras”, conclui.

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    URL:

    http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140926/pesquisa-isto

     

  16. Notívago

    27 de setembro de 2014 11:07 am

    Publicado em 26/09/2014, no

    Publicado em 26/09/2014, no Conversa Afiada

    http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/09/26/dilma-aecio-por-que-titio-tinha-a-chave-do-aeroporto/

    Dilma: Aécio, por que titio
    tinha a chave do aeroporto?

    Bláblá, quem é o dono do jatinho?

    Comparti

     

    A Presidenta Dilma Rousseff respondeu, nesta sexta-feira (26), as críticas do candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) quanto às denuncias de corrupção do governo da petista. “Aécio deveria responder antes sobre a questão do aeroporto, em vez de fazer acusações genéricas”, afirmou Dilma em coletiva. “Ele tem que responder porque quem tinha a chave do aeroporto de Claudio era o tio de Aécio”, completou.

    Questionada sobre a avaliação de Marina Silva (PSB) sobre o programa de energia do Brasil, Dilma afirmou: “Não é especialidade da Dona Marina a questão da energia no Brasil. A candidata talvez não saiba o quanto nós ampliamos e investimos em energia nos meus 4 anos de governo. Fiz o dobro das linhas de transmissão do que os 8 anos de governo do FHC”, lembrou. E prosseguiu: “Nós garantimos que não houvesse racionamento durante a seca que o Brasil passou. Essa seca foi maior do que a de 2001/2002. De lá pra cá, o país teve um aumento de geração de energia e linhas de transmissão”.

    A petista também anunciou um conjunto de medidas para combater a impunidade:  Modificação da legislação eleitoral para criação do crime de prática de “Caixa Dois”, punindo todos os que se utilizarem de tais procedimentos;  Aprovação, por lei, de crime que puna com rigor agentes públicos que apresentem enriquecimento sem justificativa ou sem demonstração da origem dos ganhos patrimoniais; Criação de uma nova espécie de ação judicial – “ação civil pública de extinção de domínio” –  que permita declarar a perda da propriedade ou da posse de bens adquiridos por atividades ilícitas, ou de bens sem comprovação de procedência lícita;  Ateração da legislação processual para agilização do julgamento de processos judiciais que digam respeito a desvio de recursos públicos, respeitando o contraditório e o mais amplo direito de defesa;  Criação de uma nova estrutura no poder judiciário, em especial junto aos tribunais superiores, que permita agilização e  maior eficácia da investigação e dos processos contra agentes que possuem foros privilegiados.

    “Nós, ao longo do governo, tivermos várias iniciativas que podiam ser feitas por envio de lei ou medidas administrativas”,afirmou. “Caixa 2, por exemplo, no Brasil não é crime. Quem tem propriedades adquiridas de forma ilícita pode ficar com elas contanto que pague imposto”, comentou a Presidenta.

    “Consideramos isso o centro do combate à impunidade. É como se fosse uma nova etapa, levar às últimas consequências o processo de combate à corrupção, tornando o processo de combate à corrupção mais rápido e eficiente e tipificando o crime”, prosseguiu Dilma aos jornalistas.

    “Temos que ter garantias de que órgãos públicos não sejam usados em favor deste ou daquele candidato. Por isso tem que ter isenção da Polícia Federal”, finalizou.

    Alisson Matos, editor do Conversa Afiada

     

  17. Pedro Penido dos Anjos

    27 de setembro de 2014 11:52 am

     

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    Imprensa francesa desmascara Marina: ela é a direita

    27 de setembro de 2014 | 07:36 Autor: Miguel do Rosário

    ScreenHunter_4921 Sep. 27 07.23

    Um internauta atento nos repassa a informação de que o L’Humanité, o principal jornal da esquerda francesa, fundado em 1904, com papel importante no apoio à Resistência Francesa, durante a II Guerra, publicou uma reportagem especial sobre a campanha eleitoral brasileira.

    O destaque vai para a abordagem sobre Marina Silva. O jornal francês já entendeu o que ela significa, por isso o título (foto acima) deixa bem claro:

    Marina,  a nova direita brasileira.

    E direita, no Brasil, não pode nem ser confundida com o conservadorismo austero porém nacionalista da direita europeia ou norte-americana.

    A direita brasileira é a pior direita do mundo, porque além de ser antipovo, é também antinacionalista e historicamente antidemocrática e golpista.

    Na chamada de capa, o L’Humanité acusa Marina de ser uma “criação de Washington”.

    ScreenHunter_4923 Sep. 27 08.26

     

    Não duvido nada.

    *

    Por Leandro Cavalcante, no Facebook.

    Até os franceses já sabem quem é a verdadeira Marina Silva, enquanto que ainda tem brasileiro que continua acreditando na tal da “nova política”.

    “Marina Silva, a nova direita brasileira”, hoje nas páginas de L’Humanité (o principal jornal de esquerda da França).

    A matéria destaca sobretudo que Marina não esconde seu lado neoliberal, é protegida pela mídia burguesa e é controlada pelo capital financeiro e por fundamentalistas religiosos.

    Pelo menos o Mundo já tem consciência do que pode representar a vitória dessa criatura! #ArMarinaNam — em Paris.

  18. Roberto São Paulo-SP 2014

    27 de setembro de 2014 12:07 pm

    Pesquisas Eleitorais da semana

    TSE-Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle)
    BR-00888/2014—-VOX POPULI/Rede Record—Data de divulgação: 29/09/2014
    BR-00892/2014—MDA/CNT—Data de divulgação: 29/09/2014
    BR-00905/2014 —DATAFOLHA/Folha de São Paulo—Data de divulgação: 30/09/2014
    BR-00909/2014–IBOPE/Globo-Estadão—Data de divulgação: 30/09/2014
    BR-00918/2014—Sensus/Isto É—Data de divulgação: 01/10/2014
    BR-00933/2014—DATAFOLHA/Globo-Folha de São Paulo—Data de divulgação: 01/10/2014

    Pesquisa Eleitoral – BR-00888/2014—-VOX POPULI/Rede Record
    Data de divulgação: 29/09/2014
    Data de início: 27/09/14 Data de término: 28/09/14 Entrevistados: 2000
    Questionário completo aplicado ou a ser aplicado (formato PDF): Questionario_Nacional_VR_3ª rodada_RECORD.pdf
    URL:
    http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/pesquisa/Pesquisa/visualizacaoPublica.action?id=26348.

    Pesquisa Eleitoral – BR-00892/2014—MDA/CNT-CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE
    Data de divulgação: 29/09/2014
    Data de início: 27/09/14 Data de término: 28/09/14 Entrevistados: 2002
    Questionário completo aplicado ou a ser aplicado (formato PDF): QUESTIONÁRIO CNT – MDA R123.pdf
    URL:
    http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/pesquisa/Pesquisa/visualizacaoPublica.action?id=26405

    Pesquisa Eleitoral – BR-00933/2014—DATAFOLHA/Folha de São Paulo
    Data de divulgação: 30/09/2014
    (sic)Data de início: 29/09/14 Data de término: 30/09/14 Entrevistados: 7526
    Questionário completo aplicado ou a ser aplicado (formato PDF):Questionário PO para registro PO813765.pdf
    URL:
    http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/pesquisa/Pesquisa/visualizacaoPublica.action?id=26565

    Pesquisa Eleitoral -BR-00909/2014—IBOPE/Globo-Estadão
    Data de divulgação: 30/09/2014
    Data de início: 25/09/14 Data de término: 30/09/14 Entrevistados: 3010
    Questionário completo aplicado ou a ser aplicado (formato PDF): JOB 14_0462-7_BRASIL – Materiais de Campo.pdf
    URL:
    http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/pesquisa/Pesquisa/visualizacaoPublica.action?id=26581

    Pesquisa Eleitoral – BR-00918/2014—Sensus/Isto É
    Data de divulgação:01/10/2014
    Data de início: 30/09/14 Data de término: 03/10/14 Entrevistados: 200000
    Questionário completo aplicado ou a ser aplicado (formato PDF): Questionário Pesquisa Isto É Sensus BR 08.pdf
    URL:
    http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/pesquisa/Pesquisa/visualizacaoPublica.action?id=26632

    Pesquisa Eleitoral – BR-00933/2014—DATAFOLHA/Globo-Folha de São Paulo
    Data de divulgação: 01/10/2014
    (sic)Data de início: 01/10/14 Data de término: 02/10/14 Entrevistados: 12148
    Questionário completo aplicado ou a ser aplicado (formato PDF): Questionário PO para registro PO813766.pdf
    URL:
    http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/pesquisa/Pesquisa/visualizacaoPublica.action?id=26770

     

  19. Carioca

    27 de setembro de 2014 1:26 pm

    Okay! Certo! Conter a evasão de magistrados ….

    Fux concede auxílio-moradia a todos os juízes do país

    Valor a ser pago é o mesmo oferecido a ministros do Supremo Tribunal Federal, de R$ 4.377,73

    POR CAROLINA BRÍGIDO26/09/2014 16:25 / ATUALIZADO 26/09/2014 16:43Ministro Luiz Fux garantiu a equiparação do valor a ser recebido pelos magistrados – Carlos Humberto/STF / Agência O Globo

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    BRASÍLIA — Dez dias depois de determinar o pagamento de auxílio-moradia a juízes federais que moram em cidade onde não há residências oficiais disponíveis, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) estendeu a medida à Justiça do Trabalho, à Justiça Militar e aos Tribunais de Justiça de nove estados que ainda não recebem o benefício. Terão direito ao auxílio juízes estaduais do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os outros estados não estão na decisão porque já recebem os valores.

    O valor a ser pago é o mesmo oferecido a ministros do STF, de R$ 4.377,73. Não se trata de ressarcimento – ou seja, o juiz não precisa antes apresentar o recibo do aluguel pago como condição para receber o dinheiro. Mesmo que o magistrado pague menos com a moradia, ou que não tenha custo algum, receberá o benefício. Embora os ministros do STF tenham o direito ao benefício, hoje nenhum deles recebe o auxílio, segundo a assessoria de imprensa do tribunal.

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai regulamentar o assunto e fixar um valor definitivo. Mas Fux deixou claro na decisão que o pagamento pode ocorrer imediatamente. “O pagamento do referido auxílio independe de regulamentação pelo CNJ”, afirmou na decisão.

     

    ministro reforçou o argumento, de forma resumida: “Onde houver o mesmo fundamento, deve ser assegurado o mesmo direito”, escreveu.

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    No texto que beneficiou aos magistrados da Justiça Federal, Fux defendeu o auxílio-moradia como forma de compensar os juízes por não receberem benefícios trabalhistas, como adicional noturno, adicional de insalubridade, adicional de periculosidade, participação nos lucros, FGTS, bônus por produtividade, auxílio-educação, indenização para aprimoramento profissional e gratificação por desempenho.

    “E nem se diga que o referido benefício revela um exagero ou algo imoral ou incompatível com os padrões de remuneração adotados no Brasil. É que cada categoria de trabalhador brasileiro possui direitos, deveres e verbas que lhe são próprias”, escreveu o ministro. “É isso o que, aliás, tem provocado no Brasil uma recente evasão maciça da carreira da magistratura federal”, completou.

    No mês passado, o presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, enviou ao Palácio do Planalto pedido de inclusão no orçamento de 2015 de aumento salarial de 22% para os ministros da corte. A presidente Dilma Rousseff vetou o aumento, que refletiria em toda a magistratura brasileira.

    Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/fux-concede-auxilio-moradia-todos-os-juizes-do-pais-14058658#ixzz3EWPoq3EX

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