A situação de urgência neste momento é o iminente golpe político que nosso país está prestes a vivenciar. O que ocorreu ontem na Câmara dos Deputados, com a imposição do voto secreto que deu à oposição de direita uma vitória claramente golpista, é uma expressão clara de um processo ilegítimo que visa alcançar o impeachment. Este processo de impeachment, conduzido por Eduardo Cunha, não tem legitimidade alguma, pois vem sendo conduzido com métodos golpistas e através de manobras fraudulentas. Um presidente da Câmara sobre quem pairam acusações gravíssimas não tem autoridade política ou moral para conduzir um processo de destituição de um governo eleito.
Nosso primeiro desafio é, portanto, derrotar Cunha, seu impeachment e colocar para fora este representante máximo da máfia no Congresso. Tenho enorme orgulho da postura da bancada do PSOL na Câmara, que sob a liderança do deputado Chico Alencar, tem sido incansável na luta contra Cunha desde o primeiro momento. É preciso seguir esta batalha para que este corrupto deixe a presidência da Câmara e vá para a cadeia. A partir daí é preciso ir além. Afinal, a simples continuidade do governo também não interessa ao povo.
É fato que,mesmo Dilma tendo sido recentemente reeleita, já padece de absoluta falta de apoio popular. Com toda razão o povo está indignado com a corrupção desenfreada que a Operação Lava Jato vem revelando e que envolve altos escalões de vários partidos. Está claro que a roubalheira não é fruto apenas do mau comportamento de alguns, mas um método de governo, e não só deste governo, que une partidos e grandes empresas no saque aos cofres públicos.
Não menos justa é a indignação popular com o desemprego que vem crescendo, com a carestia e com a deterioração cada vez maior dos serviços públicos, pelos quais os trabalhadores pagam uma alta carga tributária, muito mais do que os rentistas e milionários, protegidos por isenções e pela leniência com a sonegação.
Por isso, assim como não podemos aceitar um impeachment golpista, também não podemos nos alinhar na defesa de um governo que foi eleito com um discurso oposto ao programa que implementa.
Diante desta situação de absoluta falta de credibilidade e representatividade do governo e das instituições que deveriam zelar pelo interesse público, urge uma reorganização do país antes que as forças da oposição de direita consigam derrubar o governo pela força de manobras golpistas e o país seja entregue ao Vice-Presidente Michel Temer. Um vice cujo apoio popular, mostram as pesquisas, não passa de 2%, a metade do apoio que tem o meu nome, por exemplo, na mesma pesquisa. E, ainda mais grave, um vice que propõe um programa de ataques ainda mais cruéis contra os direitos do povo, como expresso na chamada “Agenda Temer”, uma agenda de neoliberalismo explícito.
A proposta que apresento neste momento crucial para os rumos do país é que a derrota do impeachment seja acompanhada pelo governo Dilma assumindo a responsabilidade de propor que as eleições municipais de 2016 se transformem em eleições gerais para renovar todos os parlamentos e o Poder Executivo. Eleições sem financiamento privado, conforme decidido pelo STF, e com direitos iguais para todos os candidatos.
Através de novas eleições o povo poderá expressar o seu descontentamento de forma direta, sem a intermediação de políticos e partidos golpistas, que se aproveitam da indignação popular para impor os seus interesses. Esta mudança no calendário eleitoral é absolutamente necessária diante da gravidade da situação, e nestes momentos de grave crise, mais do que nunca, é o povo quem deve ter a palavra final, e não as castas políticas em seus conluios escusos.
A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, jogou uma taça de vinho na cara do senador José Serra (PSDB-SP). A cena ocorreu na noite de quarta (9), em um jantar de fim de ano na casa do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) em que estavam presentes cerca de 40 senadores e também o vice-presidente Michel Temer.
A ministra confirmou o fato.
“Eu fiz o que qualquer mulher honrada faria. Respondi à altura de quem preza a sua honra”, afirma ela.
Kátia Abreu conta que conversava com senadores quando Serra “simplesmente chegou numa roda em que não tinha sido chamado, sem mais nem menos”.
Segundo ela, o tucano afirmou: “Kátia, dizem por aí que você é muito namoradeira”.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, tentou consertar a gafe: “Serra, a ministra se casou neste ano”.
A ministra diz que imediatamente reagiu: “Você é um homem deselegante, descortês, arrogante, prepotente. É por isso que você nunca chegará à Presidência da República”.
E seguiu: “E, de mais a mais, nunca traí ninguém na minha vida”.
Enfim, conta a ministra, ela jogou vinho na cara de Serra e disse: “Nunca lhe dei esse direito nem essa ousadia. Por favor, saia dessa roda, saia daqui imediatamente”.
Serra então teria se afastado.
A ministra afirma que “toda mulher sabe o que um comentário desses significa” e que não tinha outra atitude a tomar.
“Que ódio me deu”, afirma ela.
Kátia Abreu diz que o episódio não tem nada a ver com a divergência atual entre os dois: Serra trabalha para a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff. Já a ministra é da equipe e amiga pessoal da presidente.
“Imagina se vou brigar com colega por causa de bandeiras diferentes que cada um possa ter. E eu fiz campanha para o Serra [ à Presidência em 2010], uma campanha derrotada, que sempre apoiei.”
A assessoria do senador José Serra afirmou que ele não comentará o assunto.
Pedro Penido dos Anjos
10 de dezembro de 2015 8:20 amME DESCULPEM EU
Passarinho na muda, finge de moto, nè?
E aí?
Rapozão das docas}
Gato Angorá?
Jucá Jucá?
Elizeu Padilha,
Aquele que não tem alcunha.
Já que seu próprio nome já o é?
Atenção, essa grnte sem moral.
Camisa preta, gravata branca
Ou cor de rosa brilhante
Talvez piink?
Que coisa, não?
Cadê as planilhas das votações?
How longs?
Moro onde nãp mora niguém?
Veremos e viveremos!
Nonato Amorim
10 de dezembro de 2015 10:16 amESQUERDA TAMBÉM QUER GOLPE?
Nassif & Amigos, nem Stanislaw Ponte Preta podia prever: A ESQUERDA TAMBÉM QUER UM GOLPE! É o rock-xaxado-vanerão do índio velho doido!!!
Luciana Genro propõe derrotar Cunha, primeiro, e depois diminuir o mandato da Dilma. Dái teríamos eleições gerais em 2016. Eu tou pasmo!
Abraços….
Do diario do centro do mundo (copiado do site do PSOL)
Luciana Genro propõe eleições gerais em 2016
De Luciana Genro, no site do Psol:
(…)
A situação de urgência neste momento é o iminente golpe político que nosso país está prestes a vivenciar. O que ocorreu ontem na Câmara dos Deputados, com a imposição do voto secreto que deu à oposição de direita uma vitória claramente golpista, é uma expressão clara de um processo ilegítimo que visa alcançar o impeachment. Este processo de impeachment, conduzido por Eduardo Cunha, não tem legitimidade alguma, pois vem sendo conduzido com métodos golpistas e através de manobras fraudulentas. Um presidente da Câmara sobre quem pairam acusações gravíssimas não tem autoridade política ou moral para conduzir um processo de destituição de um governo eleito.
Nosso primeiro desafio é, portanto, derrotar Cunha, seu impeachment e colocar para fora este representante máximo da máfia no Congresso. Tenho enorme orgulho da postura da bancada do PSOL na Câmara, que sob a liderança do deputado Chico Alencar, tem sido incansável na luta contra Cunha desde o primeiro momento. É preciso seguir esta batalha para que este corrupto deixe a presidência da Câmara e vá para a cadeia. A partir daí é preciso ir além. Afinal, a simples continuidade do governo também não interessa ao povo.
É fato que,mesmo Dilma tendo sido recentemente reeleita, já padece de absoluta falta de apoio popular. Com toda razão o povo está indignado com a corrupção desenfreada que a Operação Lava Jato vem revelando e que envolve altos escalões de vários partidos. Está claro que a roubalheira não é fruto apenas do mau comportamento de alguns, mas um método de governo, e não só deste governo, que une partidos e grandes empresas no saque aos cofres públicos.
Não menos justa é a indignação popular com o desemprego que vem crescendo, com a carestia e com a deterioração cada vez maior dos serviços públicos, pelos quais os trabalhadores pagam uma alta carga tributária, muito mais do que os rentistas e milionários, protegidos por isenções e pela leniência com a sonegação.
Por isso, assim como não podemos aceitar um impeachment golpista, também não podemos nos alinhar na defesa de um governo que foi eleito com um discurso oposto ao programa que implementa.
Diante desta situação de absoluta falta de credibilidade e representatividade do governo e das instituições que deveriam zelar pelo interesse público, urge uma reorganização do país antes que as forças da oposição de direita consigam derrubar o governo pela força de manobras golpistas e o país seja entregue ao Vice-Presidente Michel Temer. Um vice cujo apoio popular, mostram as pesquisas, não passa de 2%, a metade do apoio que tem o meu nome, por exemplo, na mesma pesquisa. E, ainda mais grave, um vice que propõe um programa de ataques ainda mais cruéis contra os direitos do povo, como expresso na chamada “Agenda Temer”, uma agenda de neoliberalismo explícito.
A proposta que apresento neste momento crucial para os rumos do país é que a derrota do impeachment seja acompanhada pelo governo Dilma assumindo a responsabilidade de propor que as eleições municipais de 2016 se transformem em eleições gerais para renovar todos os parlamentos e o Poder Executivo. Eleições sem financiamento privado, conforme decidido pelo STF, e com direitos iguais para todos os candidatos.
Através de novas eleições o povo poderá expressar o seu descontentamento de forma direta, sem a intermediação de políticos e partidos golpistas, que se aproveitam da indignação popular para impor os seus interesses. Esta mudança no calendário eleitoral é absolutamente necessária diante da gravidade da situação, e nestes momentos de grave crise, mais do que nunca, é o povo quem deve ter a palavra final, e não as castas políticas em seus conluios escusos.
(…)
Anna Dutra
10 de dezembro de 2015 10:42 amA Trairagem impera.
A Trairagem impera.
Vânia
10 de dezembro de 2015 2:51 pmMarta supera Pelé e vira maior artilheira da história da seleção
http://espn.uol.com.br/noticia/563554_marta-supera-pele-e-vira-a-maior-artilheira-da-historia-da-selecao
http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,superando-pele–marta-comemora-5-gols-em-massacre-da-selecao-em-amistoso,1809654
Alan Souza
10 de dezembro de 2015 3:25 pmCaramba!
Como eu queria que pelo menos uns três jogadores da Seleção masculina jogassem bola como essa mulher!
Acho que à altura dela, na Seleção masculina, só o Neymar. E olhe-olhe!
Alan Souza
10 de dezembro de 2015 3:23 pmKátia Abreu joga vinho na cara de Serra
Nunca gostei da Katria Abreu, mas desde já declaro meu apoio incondicional a ela pelo gesto!
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2015/12/1717302-ministra-katia-abreu-joga-vinho-na-cara-de-serra-e-diz-voce-nunca-sera-presidente.shtml
Kátia Abreu joga vinho na cara de Serra: “Você nunca será presidente”
10/12/2015 12p1 2,6 mil
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A ministra Kátia Abreu, da Agricultura, jogou uma taça de vinho na cara do senador José Serra (PSDB-SP). A cena ocorreu na noite de quarta (9), em um jantar de fim de ano na casa do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) em que estavam presentes cerca de 40 senadores e também o vice-presidente Michel Temer.
A ministra confirmou o fato.
“Eu fiz o que qualquer mulher honrada faria. Respondi à altura de quem preza a sua honra”, afirma ela.
Kátia Abreu conta que conversava com senadores quando Serra “simplesmente chegou numa roda em que não tinha sido chamado, sem mais nem menos”.
Segundo ela, o tucano afirmou: “Kátia, dizem por aí que você é muito namoradeira”.
O presidente do Senado, Renan Calheiros, tentou consertar a gafe: “Serra, a ministra se casou neste ano”.
A ministra diz que imediatamente reagiu: “Você é um homem deselegante, descortês, arrogante, prepotente. É por isso que você nunca chegará à Presidência da República”.
E seguiu: “E, de mais a mais, nunca traí ninguém na minha vida”.
Enfim, conta a ministra, ela jogou vinho na cara de Serra e disse: “Nunca lhe dei esse direito nem essa ousadia. Por favor, saia dessa roda, saia daqui imediatamente”.
Serra então teria se afastado.
A ministra afirma que “toda mulher sabe o que um comentário desses significa” e que não tinha outra atitude a tomar.
“Que ódio me deu”, afirma ela.
Kátia Abreu diz que o episódio não tem nada a ver com a divergência atual entre os dois: Serra trabalha para a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff. Já a ministra é da equipe e amiga pessoal da presidente.
“Imagina se vou brigar com colega por causa de bandeiras diferentes que cada um possa ter. E eu fiz campanha para o Serra [ à Presidência em 2010], uma campanha derrotada, que sempre apoiei.”
A assessoria do senador José Serra afirmou que ele não comentará o assunto.