Brasil – UFF – nscrições abertas para a 6ª edição do Uranium Film Festival do Rio de Janeiro até 20 de janeiro de 2016.
O mais completo festival de cinema da Era Nuclear em todo o mundo, o International Uranium Film Festival, procura filmes do Brasil e demais países lusofônicos sobre uma temática especial, perigosa e misteriosa: A radioatividade, seu uso e seu risco. Da primeira mineração de urânio no Brasil, em Poços de Caldas, à Caetité na Bahia, do acidente nuclear de Chernobyl ao acidente radiológico de Goiânia. O festival aceita ficções, documentários e filmes de animação novos e antigos. O Uranium Film Festival 2016 acontece de 20 a 28 de maio, na Cinemateca do MAM Rio.
Antes disso, o festival faz sua primeira mostra em Hollywood, o Uranium Film Festival Los Angeles, de 24 a 28 de março de 2016.
As inscrições encerram no dia 20 de janeiro de 2016.
O festival premia com “Oscar Amarelo” as melhores produções independentes.
Os filmes produzidos por organizações ou empresas que trabalham com a temática nuclear podem participar na mostra não competitiva. As inscrições são gratuitas.
As inscrições podem ser feitas via postal ou com o envio do filme em formato digital por e-mail, com link para download do filme em MP4 ou MOV. Também é necessário enviar a ficha de inscrição que se encontra no site do festival, bem como o seu regulamento: http://www.uraniumfilmfestival.org
Governo do Michel Cartinha Pra Mídia Golpista Temer: Ministro dos Direitos Humanos: Jair Bolsonaro (Direitos Humanos para humanos direitos!) Ministro do Meio Ambiente: Ronaldo Caiado. Ministro das Comunicações: Roberto Irineu Marinho. Ministro da Educação: Geraldo Alckmin (pensando em 2018). Ministro das Relações Exteriores: João Dória Júnior (I love D. Trump and chineses and mexicans too! I love them!) Ministro do Trabalho: Paulinho da Força (força aqui, força acolá, depende de quem paga, né?) Ministro da Defesa: Willian Waack (sim, ele mesmo, e daí?) Ministras do Planejamento: as meninas do Jô sob coordenação geral da Miriam Leitão. Ministra da Integração Social: Danuza Leão ou Nelson Motta (ainda há dúvidas, diz Mônica Bergamo, também na fita.) Ministro da Juventude: Kim Kataguiri (afinal, caminhamos muito para isso!). Ministro da Justiça: Eduardo Cunha ou Gilmar Mendes (que sairia do STF, nos braços do povo para ser o político que sempre almejou ser, mas sem votos, claro!). José Eduardo Cardozo do PT corre por fora. Ministro das Minas e Energia: José Serra (sou Chevron desde a Moóca!). Primeiro Ministro Informal, Poder Moderador, assim assado, entre a Rue Foch e Higienópolis, entre um pezinho na cozinha e outro de olho nas jornalistas da Globo, claro, FHC, o iluminado, impoluto, homem de benz, dentre todos os paulistas e paulistanos de bem.
A Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga suspeitas de corrupção na Petrobras, trata suspeitos de forma “muito dura” e seus condenados com “leniência demasiada”, disse a revista britânica The Economist desta semana.
Dezenas de empresários e políticos, a maioria da base aliada da presidente Dilma Rousseff, foram condenados ou acusados formalmente por integrarem um esquema bilionário de desvio de verbas na estatal.
Outros suspeitos foram presos preventivamente, entre eles o empresário Marcelo Odebrecht, presidente afastado da Odebrecht, maior construtora do país. Vários detidos assinaram acordos de delação premiada e estão colaborando com as investigações.
Sob o título ‘Weird Justice’ (Justiça estranha), o artigo critica o sistema criminal e judiciário brasileiro, “baseado num código penal antiquado (de 1940) e que fica aquém em muitos aspectos de normas internacionais”, que permite a prisão de suspeitos sem acusação e a libertação de condenados para que recorram das sentenças.
Leia também: Escândalo da Petrobras ‘engoliu 2,5% da economia em 2015’
Leia também: Investigações estão longe do fim, diz procurador da Lava Jato
“As cortes tratam suspeitos com severidade excessiva, e condenados com leniência demasiada”, diz a revista, na edição que começou a circular nesta sexta-feira.
“O problema não está confinado a plutocratas pegos pela Lava Jato. Cerca de dois quintos dos 600 mil detentos no Brasil estão à espera de julgamento. Esse encarceramento em massa de pessoas de presumida inocência é sinal de que algo está errado” com o sistema do país.
O artigo cita como exemplo a prisão de Odebrecht, que contratou o escritório de advocacia londrino Blackstone para analisar se a conduta da Lava Jato é compatível com padrões internacionais.
Segundo um relatório da Bçackstone citado pela revista, o uso de prisão preventiva pelo juiz Sérgio Moro, que comanda a Lava Jato, pode levantar “questões sérias” e violar convenções das quais o Brasil é signatário. O escritório diz que muitos dos detidos sem julgamento deveriam ser libertados.
Leia também: Mitos e verdades nas mensagens de WhatsApp sobre zika
Odebrecht foi detido preventivamente como parte das investigações da Lava Jato
“Prisões preventivas não podem ser usadas para intimidá-los a cooperar com as investigações ou sinalizar a gravidade das acusações que eles enfrentam. Os interrogadores da Lava Jato negam estar fazendo isso, mas os leitores do relatório da Blackstone ficarão pensando”, diz o texto.
Moro tem defendido as prisões, dizendo que muitos dos suspeitos podem atuar para atrapalhar as investigações. Mas alguns detidos foram libertados após a Justiça conceder-lhes habeas corpus.
A revista diz que a lei brasileira “pode ser tão estranhamento indulgente quanto é dura” ao permitir que condenados sejam libertados para que recorram de sentenças.
“Muitos críticos do sistema, incluindo Moro, acreditam que condenados deveriam recorrer em suas celas na prisão. Isto faria sentido. Assim como uma reforma do código criminal que deixaria em liberdade pessoas com presumida inocência e lhe dessem garantia de um julgamento justo”, diz o texto.
“Moro está certo em aplicar a lei, mas a lei em si precisa mudar”.
romério rômulo
11 de dezembro de 2015 3:53 ampolítica argentina: fala o sociólogo e deputado Eric Calcagno.
http://www.victorhugomorales.com.ar/la-entrevista-decide-eric-calcagno/
romério
romério rômulo
11 de dezembro de 2015 4:12 amo racha do pmdb: renan apoia piciani
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/12/10/destituicao-de-leonardo-picciani-abre-guerra-no-pmdb/
romério
José Carlos - Spin
11 de dezembro de 2015 8:41 ampara quem não tem grilo com
para quem não tem grilo com auto-ajuda
http://www.fasdapsicanalise.com.br/nunca-peca-desculpas-por-essas-13-coisas-mesmo-que-ache-que-deva/
alfeu
11 de dezembro de 2015 10:54 am*
China: triunfo do setor financeiro
http://www.esquerda.net/artigo/china-triunfo-do-setor-financeiro/40030
alfeu
11 de dezembro de 2015 11:48 am*
Diario Liberdade
Brasil – UFF – nscrições abertas para a 6ª edição do Uranium Film Festival do Rio de Janeiro até 20 de janeiro de 2016.
O mais completo festival de cinema da Era Nuclear em todo o mundo, o International Uranium Film Festival, procura filmes do Brasil e demais países lusofônicos sobre uma temática especial, perigosa e misteriosa: A radioatividade, seu uso e seu risco. Da primeira mineração de urânio no Brasil, em Poços de Caldas, à Caetité na Bahia, do acidente nuclear de Chernobyl ao acidente radiológico de Goiânia. O festival aceita ficções, documentários e filmes de animação novos e antigos. O Uranium Film Festival 2016 acontece de 20 a 28 de maio, na Cinemateca do MAM Rio.
Antes disso, o festival faz sua primeira mostra em Hollywood, o Uranium Film Festival Los Angeles, de 24 a 28 de março de 2016.
As inscrições encerram no dia 20 de janeiro de 2016.
O festival premia com “Oscar Amarelo” as melhores produções independentes.
Os filmes produzidos por organizações ou empresas que trabalham com a temática nuclear podem participar na mostra não competitiva. As inscrições são gratuitas.
As inscrições podem ser feitas via postal ou com o envio do filme em formato digital por e-mail, com link para download do filme em MP4 ou MOV. Também é necessário enviar a ficha de inscrição que se encontra no site do festival, bem como o seu regulamento: http://www.uraniumfilmfestival.org
http://www.diarioliberdade.org/artigos-em-destaque/407-cultura-música/59252-última-chamada-para-filmes-radioativos-no-rj.html
Osvaldo Ferreira
11 de dezembro de 2015 5:57 pmGoverno do Michel Cartinha
Governo do Michel Cartinha Pra Mídia Golpista Temer:
Ministro dos Direitos Humanos: Jair Bolsonaro (Direitos Humanos para humanos direitos!)
Ministro do Meio Ambiente: Ronaldo Caiado.
Ministro das Comunicações: Roberto Irineu Marinho.
Ministro da Educação: Geraldo Alckmin (pensando em 2018).
Ministro das Relações Exteriores: João Dória Júnior (I love D. Trump and chineses and mexicans too! I love them!)
Ministro do Trabalho: Paulinho da Força (força aqui, força acolá, depende de quem paga, né?)
Ministro da Defesa: Willian Waack (sim, ele mesmo, e daí?)
Ministras do Planejamento: as meninas do Jô sob coordenação geral da Miriam Leitão.
Ministra da Integração Social: Danuza Leão ou Nelson Motta (ainda há dúvidas, diz Mônica Bergamo, também na fita.)
Ministro da Juventude: Kim Kataguiri (afinal, caminhamos muito para isso!).
Ministro da Justiça: Eduardo Cunha ou Gilmar Mendes (que sairia do STF, nos braços do povo para ser o político que sempre almejou ser, mas sem votos, claro!). José Eduardo Cardozo do PT corre por fora.
Ministro das Minas e Energia: José Serra (sou Chevron desde a Moóca!).
Primeiro Ministro Informal, Poder Moderador, assim assado, entre a Rue Foch e Higienópolis, entre um pezinho na cozinha e outro de olho nas jornalistas da Globo, claro, FHC, o iluminado, impoluto, homem de benz, dentre todos os paulistas e paulistanos de bem.
Anna Dutra
11 de dezembro de 2015 9:13 pmBBC Brasil ; Lava Jato:
BBC Brasil ; Lava Jato: Justiça brasileira é severa com suspeitos e leniente com condenados, diz ‘Economist’.
Para quem acha que Elliot Ness vai salvar a República!
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151211_pressreview_economist_lavajato_hb?ocid=wsportuguese.chat-apps.in-app-msg.whatsapp.trial.link1_.auin
A Operação Lava Jato da Polícia Federal, que investiga suspeitas de corrupção na Petrobras, trata suspeitos de forma “muito dura” e seus condenados com “leniência demasiada”, disse a revista britânica The Economist desta semana.
Dezenas de empresários e políticos, a maioria da base aliada da presidente Dilma Rousseff, foram condenados ou acusados formalmente por integrarem um esquema bilionário de desvio de verbas na estatal.
Outros suspeitos foram presos preventivamente, entre eles o empresário Marcelo Odebrecht, presidente afastado da Odebrecht, maior construtora do país. Vários detidos assinaram acordos de delação premiada e estão colaborando com as investigações.
Sob o título ‘Weird Justice’ (Justiça estranha), o artigo critica o sistema criminal e judiciário brasileiro, “baseado num código penal antiquado (de 1940) e que fica aquém em muitos aspectos de normas internacionais”, que permite a prisão de suspeitos sem acusação e a libertação de condenados para que recorram das sentenças.
Leia também: Escândalo da Petrobras ‘engoliu 2,5% da economia em 2015’
Leia também: Investigações estão longe do fim, diz procurador da Lava Jato
“As cortes tratam suspeitos com severidade excessiva, e condenados com leniência demasiada”, diz a revista, na edição que começou a circular nesta sexta-feira.
“O problema não está confinado a plutocratas pegos pela Lava Jato. Cerca de dois quintos dos 600 mil detentos no Brasil estão à espera de julgamento. Esse encarceramento em massa de pessoas de presumida inocência é sinal de que algo está errado” com o sistema do país.
O artigo cita como exemplo a prisão de Odebrecht, que contratou o escritório de advocacia londrino Blackstone para analisar se a conduta da Lava Jato é compatível com padrões internacionais.
Segundo um relatório da Bçackstone citado pela revista, o uso de prisão preventiva pelo juiz Sérgio Moro, que comanda a Lava Jato, pode levantar “questões sérias” e violar convenções das quais o Brasil é signatário. O escritório diz que muitos dos detidos sem julgamento deveriam ser libertados.
Leia também: Mitos e verdades nas mensagens de WhatsApp sobre zika
Odebrecht foi detido preventivamente como parte das investigações da Lava Jato
“Prisões preventivas não podem ser usadas para intimidá-los a cooperar com as investigações ou sinalizar a gravidade das acusações que eles enfrentam. Os interrogadores da Lava Jato negam estar fazendo isso, mas os leitores do relatório da Blackstone ficarão pensando”, diz o texto.
Moro tem defendido as prisões, dizendo que muitos dos suspeitos podem atuar para atrapalhar as investigações. Mas alguns detidos foram libertados após a Justiça conceder-lhes habeas corpus.
A revista diz que a lei brasileira “pode ser tão estranhamento indulgente quanto é dura” ao permitir que condenados sejam libertados para que recorram de sentenças.
“Muitos críticos do sistema, incluindo Moro, acreditam que condenados deveriam recorrer em suas celas na prisão. Isto faria sentido. Assim como uma reforma do código criminal que deixaria em liberdade pessoas com presumida inocência e lhe dessem garantia de um julgamento justo”, diz o texto.
“Moro está certo em aplicar a lei, mas a lei em si precisa mudar”.