4 de junho de 2026

Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

13 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Humberto Oce

    14 de dezembro de 2015 3:08 am

    Será que o Cunha está atrapalhando?

    PM calcula em 30 mil na Paulista. A rua está aberta para a legalidade.

    gn

    Deu agora há pouco na Globonews que a PM de São Paulo calculou em 30 mil o número de manifestantes pró-impeachment na Avenida Paulista.

    Menos que os 40 mil do Datafolha ( ou 40,3 mil, segundo a ridícula precisão “folhística”).

    Diante da “Marcha do Milhão”, alegue-se o clima de festas (“apesar da crise”) é um inequívoco sinal de esvaziamento do suporte público ao golpismo.

    Manifestações massivas pela legalidade vão decidir a sorte de um impeachment que se resolve no Legislativo, no ganhar ou perder votos e apoio de partidos e de facções de partidos?

    Não.

    Multidões maiores do que as que hoje possamos pensar em reunir – ao menos neste momento – pela legalidade, no início dos anos 80, não impediram a derrota da emenda das Diretas-Já.

    Mas, com a perspetiva da História, não é difícil dizer que elas derrotaram algo maior: o regime militar.

    Reduzir o enfrentamento do golpe a uma negociação com os que detém os votos para aprová-lo ou rejeitá-lo é perder não só a oportunidade de suprir o que tanto faltou aos nossos governos progressistas – a politização da população – como, de novo, deixar o pescoço permanentemente sob a faca do chantagismo  político que os levou a esta situação dificílima e perigosa em que nos encontramos.

    Não se vai adiante sem política, e política é , necessariamente feita de conversa entre diferentes que se dispõem a procurar pontos e interesses comuns.

    Mas não há política progressista sem massas a apoiá-la, porque elas são o cacife com que podem pesar à mesa os  que têm compromisso com o nosso povão.

    Só os tolos acham que não precisamos de líderes capazes de buscar, com conversa e acenos de parcerias, a manutenção  de uma hegemonia popular  que nos custou décadas construir.

    E só os pretensiosos podem achar  que, sem povo, o mais hábil dos líderes pode bastar.

    No jogo de pressões que é a política, a rua tem de ser nossa.

     

  2. Algaravia

    14 de dezembro de 2015 9:42 am

    O culpado pelo fracasso é o Cunha. Pau nele

    Fracasso retumbante. Impítim não tem as ruas!

    Manifestação do apartheid: não teve um pobre

    No Conversa Afiada

  3. CB

    14 de dezembro de 2015 9:48 am

    Foto de carro da PF com

    Foto de carro da PF com cartaz golpista

    http://www.facebook.com/OCafezinho/photos/a.475680422455096.98774.421927677830371/1013323248690808/?type=3&theater

  4. Algaravia

    14 de dezembro de 2015 9:54 am

    Zé Cardoso, os seus “meninos” fazem o que querem. Que zona!

    Dr. Cardozo, isso também é “republicano”?

    pf

    Hoje, pertinho da sede da Polícia Federal em Goiânia, tiraram a foto de um de seus carrões coberto por cartazes e bolas de festas para confraternizar com a manifestação  pelo impeachment.

    Aparelhamento da máquina estatal é isso aí, não é?

    Uso político dos bens públicos, será que Aécio Neves vai pedir a abertura de inquérito?

    É isso uma “polícia de Estado”, “republicana”?

    Ou será que precisamos acrescentar um de seus agentes postando fotos de tiro ao alvo sobre um desenho da Chefe de Estado para alcançar o máximo de profissionalismo.

    Imagino a dificuldade de um oficial das Forças Armadas para dizer aos seus subordinados que uma força armada, mais que qualquer outra, deve preservar o respeito à hierarquia, ao respeito  e  a subordinação constitucional legítima.

    “Ué, general, mas a PF pode decorar os seus carros, porque é que eu não posso decorar o tanque?”

    O ministro José Eduardo Cardozo, porém, a tudo assiste, com sua fleuma de quem não se interessa por essas “miudezas.

    Dizia um velho amigo que, para a imbecilidade, a pose era um componente indispensável.

     

  5. José Carlos - Spin

    14 de dezembro de 2015 1:31 pm

    “Olhando para 1946, 1950,

    “Olhando para 1946, 1950, 1954, 1961 e 1964 contemplamos agora algo de novo? Vimos nas eleições de 2014 que Lacerda não morreu.”

     

    http://justificando.com/2015/12/12/nao-aprendem-nada-nao-esquecem-nada/

  6. Edivaldo Dias Oliveira

    14 de dezembro de 2015 3:16 pm

    Pode vir quente…

    Abaixo a canção contra o golpe, na voz de Erasmo Carlos.

     

     

    blob:https%3A//www.youtube.com/a382be84-44c8-416d-b717-f50c758041c1

  7. bfcosta

    14 de dezembro de 2015 6:02 pm

    Entrevista com Rudá Ricci sobre o impeachment
    http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/550084-a-arena-de-combates-do-impeachment-e-o-brasil-jogado-aos-leoes-entrevista-especial-com-ruda-ricci

    A arena de combates do impeachment e o Brasil jogado aos leões. Entrevista especial com Rudá Ricci
    “Estamos vivendo uma aventura política, e isto tem que ficar nítido, liderada pela pior geração de políticos da história de nossa República”, frisa o professor.


    Foto: expressorj.com.br À medida que se seguem as etapas para implementação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, cada vez mais se acirram as disputas e jogos políticos no país. O cientista social e professor Rudá Ricci define as negociações e conflitos como um verdadeiro “leilão” e, a partir dos últimos acontecimentos, prevê como poderá ser o cenário brasileiro nos próximos meses: “Será um toma-lá-dá-cá que pode durar todo primeiro semestre de 2016. E sangrará o país e nossa economia durante todo este tempo”.
    Em entrevista à IHU On-Line por e-mail, Ricci analisa o contexto político do Brasil nos últimos dias em perspectiva com acontecimentos anteriores. Para o professor essa crise política teve origem em uma mudança de estratégia governamental, que acabou gerando lacunas para o fortalecimento das forças oposicionistas. “O processo só prosperou em virtude do pacote econômico de natureza monetarista, ultraconservador, que rompeu com a ‘aliança tácita’ que a inclusão pelo consumo havia gerado entre governos lulistas e eleitor pobre”, explica.

    Segundo o professor, esse movimento de busca da destituição do poder da presidente, independentemente dos resultados que virão, só trará prejuízos ao país. “Teremos que amargar com esta crise por mais dois anos e a luta fratricida que se seguirá. Não haverá pacto nacional, pacto de salvação nacional ou algo que o valha, seja lá quem sair vitorioso deste processo de impeachment. Todos sairão com feridas profundas”, alerta.

    Rudá Ricci é graduado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUCSP, mestre em Ciência Política pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp e doutor em Ciências Sociais pela mesma instituição. Atualmente é diretor geral do Instituto Cultiva, professor do curso de mestrado em Direito e Desenvolvimento Sustentável da Escola Superior Dom Helder Câmara e colunista Político da Band News. È autor de Terra de Ninguém (Ed. Unicamp), Dicionário da Gestão Democrática (Ed. Autêntica), Lulismo (Fundação Astrojildo Pereira/Contraponto), coautor de A Participação em São Paulo (Ed. Unesp), entre outros.

    Confira a entrevista.


    Foto: twitter.com/rudaricci IHU On-Line – Como ler o episódio da – tentativa – instalação da comissão que vai avaliar o pedido de impeachment na Câmara, na noite da última terça-feira, 08-12-15?
    Rudá Ricci – Um leilão. É o baixo clero tendo seus 15 minutos de fama. Os partidos políticos estão esfacelados. E é o baixo clero do PMDB que vai comandar a festa nesta primeira fase de abertura do processo de impeachment (comissão especial e, se evoluir, plenário da Câmara). Será um toma-lá-dá-cá que pode durar todo primeiro semestre de 2016. E sangrará o país e nossa economia durante todo este tempo. A fatura por este desatino tem que cair no colo do PSDB, DEM e PPS.

    IHU On-Line – Como avalia a decisão do STF em suspender a instalação do processo de impeachment e quais os desdobramentos disso?

    Rudá Ricci – Não há o que avaliar sobre uma decisão do judiciário. Mesmo porque, não é julgamento do mérito. Mas, evidentemente, freou o “já ganhou” que a oposição à direita esboçava. Mesmo que momentaneamente.

    IHU On-Line – Como interpretar todo o episódio de aceitação do pedido de impeachment? O que se projeta daqui para frente?

    Rudá Ricci – Um desgaste progressivo do governo Dilma Rousseff. O processo só prosperou em virtude do pacote econômico de natureza monetarista, ultraconservador, que rompeu com a “aliança tácita” que a inclusão pelo consumo havia gerado entre governos lulistas e eleitor pobre. Dilma rompeu com este compromisso e está levando o PT para o abismo. Enfim,
    por erro grosseiro do governo federal, temos o atual estágio do jogo
    político.

    IHU On-Line – Quem são e como se articulam os atores desse cenário político de hoje?

    Rudá Ricci – O principal ator político é o PMDB. Na verdade, os PMDBs. Temos, ao menos, quatro partidos em um só: o de Renan, o de Temer, o de Eduardo Cunha e o baixo clero que se movimenta ao sabor dos ganhos de momento. Os três primeiros tentam compor e recompor a base, mas é o baixo clero que joga objetivando fortalecer sua base eleitoral que estará em campo no próximo ano. PSDB é coadjuvante neste momento. E DEM e PPS, assim como PSB, PTB e outros partidos menores, coadjuvantes dos coadjuvantes. O PT está totalmente acuado e, possivelmente, sofrerá defecções importantes a partir de 2016. Deve se tornar um partido médio depois das eleições municipais, perdendo o posto que tem na tríade hegemônica do sistema partidário (juntamente com PMDB e PSDB). Já as organizações sociais não conseguem atingir a base eleitoral dos deputados federais de tal sorte que não alteram o jogo na Corte como fizeram no passado. Enfim, o PMDB é o principal ator e no seu interior é que os principais atores se articulam, se traem e se rearticulam diariamente.

    IHU On-Line – Como entender a relação entre PMDB e PT, desde a aliança eleitoral até a carta de Michel Temer a Dilma Rousseff? Como compreender o pedido de impeachment no contexto de um governo como dito de coalização?

    Rudá Ricci – Foi uma aliança de conveniência. Lula sempre se opôs ao PMDB de Quércia e de Temer. E o PMDB nunca foi confiável para nenhum governo porque ele mesmo não consegue eleger um Presidente da República em função das traições internas. Explico: como se trata de um partido-federação, forjado a partir de lideranças regionais, nenhuma dessas lideranças deseja o desequilíbrio da eleição de um deles como Príncipe, de tal maneira que estaria acima de todas as regiões. Assim, em toda eleição, o PMDB se divide entre a força situacionista majoritária e a força oposicionista majoritária. Nem mesmo Temer tem confiança em seu partido como um todo. Tanto que levou um drible curto de Picciani, que também driblou seu ex-aliado, Eduardo Cunha, que tenta trazer Temer e Renan para seu lado pela chantagem, e assim, sucessivamente, como a poesia de Drummond sobre a ciranda/quadrilha de amores perdidos. Como o PT, no último período, se aproximou do estilo peemedebista de gerir interesses internos, a confusão é que preside os acordos desde então.

    IHU On-Line – De que forma analisa as estratégias do governo e da oposição? Como se dá e o que está por trás, nesse cenário de articulações pró e contra impeachment?

    Rudá Ricci – O Brasil está entregue ao baixo clero da Câmara dos Deputados, como já afirmei. Dilma só reagiu com certa inteligência nos últimos dez dias, apresentando muitas forças sociais anti-impeachment, articulação de juristas e tentando cindir o PMDB a partir do baixo clero. Mas demorou, e muito, para reagir. Imagino, inclusive, que esta reação não veio dela propriamente, mas de algum núcleo estrategista que pode ter envolvido gente do calibre de Jacques Wagner ou Franklin Martins. A questão é se reagiu com tempo suficiente para virar o jogo. Já a oposição está dividida e é pouco inteligente. Só sabe agir na Corte (o palco das disputas neste momento do processo de impeachment), com exceção da ala oposicionista do PMDB, ágil e objetiva. O PSDB é um partido sem programa e sem habilidade política. Diria que é um partido livresco, acadêmico, com muita teoria e muitos conselhos a dar (como os conselhos diários de Fernando Henrique Cardoso), mas que pouco sabe se movimentar no dia-a-dia do jogo político.

    IHU On-Line – O que a ameaçada de impeachment ensina para a esquerda nacional, em especial ao PT?

    Rudá Ricci – Primeiro, que a conciliação de interesses não interessa à classe média tradicional sulina e setores do empresariado. Há uma forte cultura reacionária focada numa cultura estamental, que refuta que recursos públicos sejam canalizados para a promoção social. Utilizam o frágil argumento da meritocracia para afirmar que os seus privilégios são fruto de seu esforço pessoal. Não são afeitos à noção de justiça equitativa. De outro lado, não se indica uma neófita política, como Dilma Rousseff, para um cargo tão alto, à sombra de um líder carismático. Estamos no topo do ecossistema econômico mundial. Dilma tem perfil tecnocrata e nunca soube negociar com nenhuma força social coletiva. Finalmente, em países com forte desigualdade social, atrair entidades de mediação para o interior do Estado (como pastorais sociais, Organizações Não Governamentaiss e sindicatos) é apostar na orfandade das ruas. A adoção da política econômica monetarista no início deste ano destruiu todo vislumbre de política estratégica que o lulismo havia esboçado. Agora, estamos ao sabor da queda do PIB, do aumento do desemprego e da volta à pobreza.

    IHU On-Line – Como aparecem e como compreender as movimentações para as eleições 2016 nesse episódio do pedido de impeachment e para as eleições presidências de 2018?

    Rudá Ricci – Imagino que o país sairá mais plural, do ponto de vista partidário, das eleições municipais. O PSOL deve crescer em Porto Alegre e Rio de Janeiro. O PT deve se encolher aos Estados nordestinos e Minas Gerais. O PMDB deve permanecer grande. Fica a dúvida sobre PSB (que vinha crescendo constantemente), Rede (que oscila a partir das desventuras de sua figura maior, Marina Silva) e PSDB (que está encolhido, neste momento, a São Paulo).

    IHU On-Line – O que se pode esperar para o Brasil no primeiro semestre de 2016, em termos políticos e econômicos?

    Rudá Ricci – Uma crise econômica quase similar a este ano (queda de 2,5% do PIB que já terá sido reduzido em 3% neste ano). E queda de 1,5% do PIB em 2017. Teremos, contudo, Olimpíadas e eleições municipais, que podem alterar um pouco o debate público a partir de junho ou julho. Mas será a economia que contaminará os ânimos. No mais, o vencedor do processo de impeachment levará as batatas: se Dilma, governará com uma margem de manobra no Congresso ainda menor do que a atual; se a oposição, assumirá o papel de algoz da economia popular. Quem governar o país ao final do processo de impeachment dificilmente estará fortalecido em 2018.

    IHU On-Line – Nesse cenário atual, como ficam as discussões e qual a importância de retomar o debate acerca da reforma política? E que reforma política emerge?

    Rudá Ricci – A reforma política foi destruída pelo PT (aqui, a Presidente Dilma não tem culpa) e pela oposição liderada pelo PSDB. Neste momento, trata-se de uma sugestão que aparece como prato requentado para a opinião pública. Teremos que retomar esta agenda começando do início, como se nunca tivesse se apresentado como alternativa.

    IHU On-Line – Vislumbra a possibilidade de um novo pacto federativo? Sim ou não e entorno de quem? Do vice-presidente? Ele representa hoje o que representou Itamar no impeachment de Collor?

    Rudá Ricci – Não há pacto federativo algum em momento de crise econômica com a dimensão que a recessão atual se impôs. Estamos mais próximos da situação da Grécia que dos Estados Unidos. Teremos que amargar com esta crise por mais dois anos e a luta fratricida que se seguirá. Não haverá pacto nacional, pacto de salvação nacional ou algo que o valha, seja lá quem sair vitorioso deste processo de impeachment. Todos sairão com feridas profundas. Estamos vivendo uma aventura política, e isto tem que ficar nítido, liderada pela pior geração de políticos da história de nossa República.

    Por João Vitor Santos, Patrícia Fachin e Leslie Chaves

  8. Colin Brayton

    14 de dezembro de 2015 7:13 pm

    «Grupo Abril recebe aporte de
    «Grupo Abril recebe aporte de R$ 450 milhões»

    http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/grupo-abril-recebe-aporte-de-r-450-milhoes

    Alguem gostaria de comentar

  9. Carioca

    14 de dezembro de 2015 7:55 pm

    Mudanças no negócio ?

    Família Civita faz aporte de R$ 450 milhões no grupo Abril

    Junto com reestruturação de dívidas, recursos asseguram ‘equilíbrio’ financeiro

    por O Globo14/12/2015 13:47/ Atualizado 14/12/2015 14:04

    SÃO PAULO – O Grupo Abril anunciou nesta segunda-feira um aporte de capital de R$ 450 milhões, feito pela família Civita. Paralelamente, a Abril acaba de fechar acordo de reestruturação de sua dívida de curto e médio prazo. De acordo com comunicado divulgado pelo grupo, a operação permite “uma redução efetiva” do endividamento e permite que a empresa encerre 2015 com “equilíbrio em suas finanças e fortalecida para 2016”.

    “Esse aporte representa, acima de tudo, nossa confiança nos negócios e no país. Temos um compromisso com a Abril e acreditamos na sua perenidade. Somos e continuaremos sendo a maior Editora da América do Sul, líder em vários segmentos e plataformas. Também nos mantemos fortes nos negócios de impressão e distribuição. Vamos encerrar este ano muito melhor do que terminamos em 2014. Fizemos os ajustes necessários, nossa rentabilidade melhorou e entramos em 2016 com nova perspectiva”, afirma Giancarlo Civita, presidente do Grupo Abril, no comunicado.

    Segundo ele, a capitalização e o fechamento do acordo de repactuação dos débitos de curto prazo colocam a empresa em condições melhores de operação. A capacidade de geração de caixa somada à credibilidade e à solidez do Grupo Abril, observou Civita na nota, são os principais fatores que tornam a companhia preparada para o ano que vem.

    No comunicado, Civita observa ainda que o cenário macroeconômico adverso impôs às empresas de mídia uma pressão ainda maior da necessidade, permanente, de ajustes e mudanças nos negócios, de acordo com Giancarlo Civita.

    “Mesmo diante desse quadro, estou certo de que entramos em 2016 ainda mais fortes para cumprir nossa missão em defesa da livre iniciativa, das instituições democráticas, da difusão de cultura, educação e entretenimento”, afirma.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/familia-civita-faz-aporte-de-450-milhoes-no-grupo-abril-18290406#ixzz3uKJF2Tmr
    © 1996 – 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.

     

  10. Cris Kelvin

    14 de dezembro de 2015 9:24 pm

    “Não vai ter golpe”, afirma Levandowski

    de Conversa Afiada

    O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandowski, afirmou nesta sexta-feira (13) que o Brasil precisa de “paciência” nos próximos três anos e avisou que o País não será alvo de um “golpe institucional”, o que, segundo ele, traria de volta os tempos “tenebrosos”.

    Em palestra ministrada em faculdade de São Paulo, Lewandowski não citou o nome da presidente Dilma Rousseff, mas se referia claramente aos pedidos de impeachment que foram protocolados contra ela na Câmara dos Deputados.

    — Com toda a franqueza, devemos esperar mais um ano para as eleições municipais. Ganhe quem ganhe as eleições de 2016, nós teremos uma nova distribuição de poder. Temos de ter a paciência de aguentar mais três anos sem nenhum golpe institucional.

    O ministro do Supremo afirmou que, caso houvesse um golpe, “estes três anos [após o ‘golpe institucional’] poderiam cobrar o preço de uma volta ao passado tenebroso de trinta anos”.
    — Devemos ir devagar com o andor, no sentido que as instituições estão reagindo bem e não se deixando contaminar por esta cortina de fumaça que está sendo lançada nos olhos de muitos brasileiros.

    Congresso

    Lewandowski aproveitou a ocasião para criticar a atuação do Congresso, que havia derrubado a obrigatoriedade de se informar os autores de doações eleitorais. Na última quinta-feira (12), o STF suspendeu doações eleitorais ocultas, medida que foi alvo de elogio do ministro.
    Enquanto comentava a determinação do dia anterior, Lewandowski afirmou que o Judiciário está assumindo papéis da competência do Legislativo que, segundo ele, se dedica hoje a funções que deputados desconhecem.

    Para o presidente do STF, “investigar não é para amador” — em referência às Comissões Parlamentares de Inquérito instaladas na Câmara e no Senado para apurar eventuais esquemas de corrupção.

    — Essa ideia de separação tão absoluta de poderes hoje não sei se ainda vigora. Sobretudo no momento que o STF tem um protagonismo um tanto quanto maior resolvendo questões tais como essa de ontem. É matéria própria do Congresso Nacional, mas que o Congresso Nacional hoje não tem como resolver.

    Para o ministro, “o Congresso deixou de lado a sua função legislativa e passou a exercer uma função investigativa”.

    — Inúmeras CPIs correndo, substituindo o Ministério Público, a Polícia Federal e o próprio Judiciário, fazendo aquilo que eles não sabem fazer e deixando de fazer aquilo que eles sabem fazer de melhor, que é legislar. Investigar é para profissional, não é para amador.

    Ontem, os ministros do STF decidiram suspender as doações ocultas. Eles determinaram que os repasses eleitorais de pessoas físicas a partidos e transferidos para candidatos precisam ser identificados. Com a decisão de caráter liminar, a Corte suspendeu o trecho da lei de minirreforma eleitoral, aprovada pelo Congresso, que permitia doações sem a demonstração da origem dos recursos. A lei da minirreforma foi sancionada em 29 de setembro pela presidente Dilma Rousseff.

    Ao elogiar a decisão, o presidente do STF disse que a determinação tornará a expressão do voto popular “livre de interferências espúrias”. A declaração foi dada depois de Lewandowski comentar o financiamento privado das campanhas eleitorais, também vetado pela Corte neste ano.

    — O STF proibiu ao meu ver em boa hora o financiamento de campanha por parte de empresas privadas. Entendemos que haveria um desequilíbrio de armas. Um cidadão, um votinho só não tem como enfrentar uma empresa que tem 100 milhões [de votos]. Medidas como essa de ontem ao meu ver, tornam o processo mais transparente, torna a expressão do voto popular também mais livre de interferências espúrias.

    http://www.conversaafiada.com.br/brasil/lewandowski-nao-vai-ter-golpe

  11. evandro condé de lima

    14 de dezembro de 2015 9:41 pm

    Para não esquecermos

    E as obras da Copa? Valeram à pena? Aqui houve apalausos. Eu sempre achei que era demais.

    Estudantes improvisam praia e piscina em canteiro de obra parada da Copa

    “Se a vida te der limões, faça caipirinhas. Se a vida não te der VLT, faça um churras.” Foi com essa e outras frases de humor que estudantes universitários divulgaram e realizaram um protesto diferente no último domingo, em Cuiabá.

    Eles queriam protestar contra a obra inacabada do VLT (Veículo leve sobre Trilhos) na capital mato-grossense. Ela é a segunda obra de mobilidade urbana mais cara das que foram planejadas para estarem prontas a tempo da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Já consumiu R$ 1 bilhão dos cofres públicos, mas não chegou nem na metade, e seus canteiros, que cortam boa parte da cidade, estão abandonados.

    Há pouco mais de duas semanas, então, um grupo de estudantes da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) e da Universidade de Cuiabá resolveram protestar de um modo diferente. Criaram uma página em uma rede social convidando as pessoas a ocuparem o local no último domingo, levando piscinas, churrasqueiras, roupas de banho, cadeiras e guarda-sóis.

    Quase 2.000 pessoas confirmaram presença no evento na rede social, mas o número de participantes real não passou da casa da centena. “É que muita gente achou que era brincadeira, que ninguém iria ali de verdade”, diz Ana Lu Melo, 20 anos, estudante de jornalismo na UFMT, que esteve no evento. Segundo ela, o próximo evento, marcado para o domingo (20), irá reunir mais gente. “A ideia é ocupar um espaço público que não está sendo utilizado para nada”, explica a estudante.

    No último domingo, os estudantes contrataram um caminhão-pipa para encher as piscinas infláveis e refrescar os manifestantes. O mesmo equipamento deverá ser contratado no “churras na vala” do dia 20, que, a princípio, ocorrerá na ala na região próxima ao aeroporto de Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá.

    Uma obra feita na “euforia do momento”

    O deputado estadual mato-grossense Romoaldo Junior (PMDB) era o líder do governo na Assembleia Legislativa em junho de 2011, quando a Casa aprovou a construção de uma linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), de custo então previsto de mais de R$ 1 bilhão, na cidade de Cuiabá. A obra foi incluída no plano de mobilidade urbana da cidade para a Copa do Mundo de 2014, contrariando a opinião unânime de técnicos em engenharia, que eram favoráveis à construção de um sistema de corredores de ônibus na cidade, por metade do preço da obra que foi por fim escolhida.

    O sistema de transporte não ficou pronto a tempo para a Copa. Até hoje, a capital de Mato Grosso é cortada por linhas inacabadas do VLT, cuja construção chegou só até a metade, está parada desde o ano passado e já consumiu cerca de R$ 1 bilhão dos cofres estaduais. O deputado Romoaldo, então, explicou à sociedade, na semana passada, o que fez com que ele e seus pares aprovassem a construção do sistema, mesmo com aviso dos técnicos sobre a dificuldade de êxito na obra: foi “a euforia do momento”.

    Na euforia da Copa do Mundo, o VLT parecia ser a melhor opção. Naquele momento, pareceu o melhor investimento, o mais moderno. A Assembleia errou? Se errou, foi tentando acertar“, disse o deputado, em entrevista coletiva na Assembleia Legislativa.

Recomendados para você

Recomendados