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18 Comentários
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  1. romério rômulo

    17 de dezembro de 2015 4:29 am

    Presidenta da Associação Mães da Praça de Maio fala de Macri,

    o chama de inimigo e diz como a Argentina vai resistir às suas ações.

    http://www.victorhugomorales.com.ar/la-entrevista-decide-hebe-de-bonafini/

    romério

  2. Fragoso

    17 de dezembro de 2015 5:41 am

    Para a Globo, a PM e o Alckmin, só havia ontem 3 mil pessoas na

    Av. Paulista. Um escândalo! Confira você mesmo nas fotos abaixo postadas no Blog da Cidadania. E ainda dizem que o picolé de chuchu não mente. Não só mente como manda também mentir. Na minha terra se diz “ele nao mente, ele come com farinha”. O Brasil na mão desses fascistas mentirosos não tem futuro.

    É escandaloso PM-SP dizer que havia 3 mil no ato pró Dilma em SP

    paulista capa

     

    Cheguei à avenida Paulista por volta das 18 horas da última quarta-feira (16). A manifestação contra o golpe paraguaio que o PSDB, a Globo e o resto da mídia tucana tentam dar no país se estendia da frente do Masp até meados da avenida da Consolação.

    Na Paulista, quase não havia espaço para caminhar. As duas pistas estavam ocupadas. Corri paralelamente à manifestação até chegar à avenida da Consolação e fiquei surpreso, porque, apesar de a marcha em direção ao Centro velho de São Paulo se afunilar em uma das pistas, essa pista estava tomada de gente até onde se podia ver.

    paulista 2

     

    consolação 1

    Seguramente foi o maior ato que a esquerda fez até hoje contra o golpe paraguaio-tucano-midiático.

    A manifestação era tão grande que a avaliação do Datafolha de que havia 55 mil pessoas na Paulista e na Consolação me parece extremamente conservadora, para não dizer mentirosa. Mas vá lá. Ainda é uma estimativa minimamente analisável.

    Agora confira abaixo, leitor, o que o Jornal Nacional e a Polícia Militar de São Paulo, controlada pelo PSDB (governo Alckmin), fizeram com esse mar de gente.

     

    Além de esconder os números do Datafolha, a Globo corroborou a mentira grotesca da PM

    Uma foto aérea pode dar uma ideia melhor do absurdo que o país assistiu na Globo na noite da última quarta-feira. Você diria que há 3 mil pessoas na foto abaixo, conforme diz a Globo no vídeo?

    paulista 3

    Então ficamos assim: segundo o Datafolha, os protestos contra Dilma do último domingo reuniram 40,3 mil pessoas e o ato contra Dilma, na quarta, reuniram 55 mil. Há, então, pelo menos uma base para dizer que mais gente saiu às ruas a favor de Dilma do que contra.

    E, enquanto as manifestações pró Dilma cresceram em público, as manifestações contra Dilma diminuíram, o que desmonta a desculpa dos golpistas de que o ato deles foi pequeno por ter sido convocado “às pressas”.

    Ora, tanto um quanto o outro foram convocados “às pressas”, mas um diminuiu e o outro, aumentou…

    O problema mesmo, porém, está no comportamento da PM. Claramente a corporação está agindo a serviço do PSDB e dos golpistas. Não dá para aceitar que divulgue uma mentira tão escandalosa. Na verdade, o Ministério Público de São Paulo deveria tomar uma providência.

    Se a Justiça valesse para todos da mesma forma no Brasil, Alckmin poderia até perder o cargo por colocar uma corporação pública que controla para mentir em seu benefício e no de seu partido. A PM-SP virou um braço do PSDB.

     

     

  3. Fragoso

    17 de dezembro de 2015 5:56 am

    A acusação de Janot, o vagaroso: o STF vai se acovardar?

    PGR retrata Eduardo Cunha: homem do impeachment foi atacadista de emendas parlamentares, mas quem ficou milionária na Suiça foi a “dona-de-casa” Cláudia

    publicado em 17 de dezembro de 2015 às 02:57

    Captura de Tela 2015-12-17 às 02.44.03

    por Luiz Carlos Azenha

    As 190 páginas que a Procuradoria Geral da República escreveu para justificar o pedido de afastamento de Eduardo Cunha tanto do mandato de deputado federal quanto da presidência da Câmara dos Deputados são reveladoras.

    Deveriam ser leitura obrigatória.

    Há muita coisa requentada, já vazada aqui e ali. Porém, a apresentação do “conjunto da obra” impressiona.

    O “homem do impeachment” — cujas manobras foram praticamente endossadas pelo ministro Luiz Edson Fachin, do STF — nas palavras de Rodrigo Janot transformou o Congresso em balcão de negócios.

    Não é propriamente uma novidade, mas nunca isso tinha sido demonstrado de forma tão clara, a partir de mensagens de texto trocadas entre Cunha e seus “contratantes”.

    O STF foi colocado numa situação vexatória: tem de decidir ao mesmo tempo sobre o rito do impeachment autorizado por Eduardo Cunha e sobre o afastamento do homem que instalou o processo!

    Mas, sendo o processo de impeachment eminentemente político, as duas coisas não se confundem?

    Para o STF, aparentemente, não.

    A comissão instalada por Eduardo Cunha com maioria da oposição provavelmente será mantida, enquanto ele corre o risco de perder o mandato!

    Mas, o que fazia o agora aliado do PSDB na aventura do golpe contra Dilma Rousseff?

    Segundo o PGR, ele vendeu emendas parlamentares numa dimensão nunca vista antes neste país, como deputado e presidente da Câmara.

    Captura de Tela 2015-12-17 às 02.06.34

    Segundo Janot, as emendas eram escritas por empresários e abraçadas por Cunha ou aliados dele em troca de propina.

    Manuel Ribeiro Filho, diretor da OAS, trocou mensagens de texto com o atual presidente da Câmara em 2012, narrando um acerto envolvendo R$ 1,5 milhão, mais R$ 400 mil, pela apresentação de emendas que beneficiavam a empreiteira.

    Uma das medidas provisórias, a 584, dizia respeito a obras para as Olimpíadas de 2016.

    Aparentemente a pedido do prefeito Eduardo Paes, Cunha atuou para que emendas de interesse da OAS fossem apresentadas.

    Segundo a PGR, depois das tratativas de Cunha coube ao então deputado federal Francisco Dornelles (PP-RJ), hoje vice-governador do Rio, apresentar nada menos que 15 emendas à MP, uma delas dando desoneração tributária às obras de mobilidade feitas para as Olimpíadas.

    Captura de Tela 2015-12-17 às 02.18.22

    As mentiras de Eduardo Cunha ficam ainda mais transparentes depois da leitura do documento da PGR.

    Embora Janot reproduza muitas denúncias publicadas na imprensa para reforçar seus argumentos, há documentos de clareza límpida.

    Eduardo Cunha e seu amigo, o doleiro Lúcio Funaro — que a mídia às vezes elegantemente chama de “corretor” — negam relações comerciais, mas Funaro comprou dois dos automóveis da frota de luxo do presidente da Câmara!

    Presentes avaliados em R$ 180 mil reais. Na verdade, segundo acusação da PGR, foi em pagamento por serviços prestados por Cunha a Funaro em… emendas parlamentares.

    Captura de Tela 2015-12-17 às 01.24.05 Captura de Tela 2015-12-17 às 01.24.23

    Outro detalhe curioso diz respeito às famosas contas de Eduardo Cunha na Suiça, aquelas das quais ele se diz apenas “usufrutuário”.

    Depois de descrevê-las pormenorizadamente,com seus valores altíssimos — não declarados à Justiça Eleitoral, nem ao Fisco –, Janot faz questão de introduzir um documento que sustenta a pergunta seguinte.

    Como é que a mulher de Cunha, Cláudia, poderia ter aqueles valores depositados no Exterior, se ela se declarou dona-de-casa — housewife — ao preencher formulário bancário na Suiça?

    Eduardo Cunha nega todas as acusações e diz que é vítima de retaliação da PGR para desviar o foco do processo de impeachment. A pergunta que não será feita pela mídia é se Cunha comprou votos de deputados para se eleger presidente da Câmara. Isso, não vem ao caso…

    Captura de Tela 2015-12-17 às 01.17.18

    Captura de Tela 2015-12-17 às 02.56.29

  4. Arnaldo Summer

    17 de dezembro de 2015 6:09 am

    Dilma: meus adversários não resistem a um google

    Dilma: Meus adversários não resistem a um Google; veja o trecho do discurso

    publicado em 17 de dezembro de 2015 às 00:51

     

    Dilma: “Os que querem interromper meu mandato não resistem a pesquisa no Google”

    16/12/2015 — 22p9Brasília

    Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

    A presidenta Dilma Rousseff fez hoje (16) um dos mais inflamados discursos em defesa de seu mandato e contra o pedido de impeachment. Ao participar da 3ª Conferência Nacional de Juventude, em Brasília, evento que reúne lideranças jovens de todo o país, Dilma disse que “jamais houve desvio” durante o exercício da Presidência, atacou enfaticamente adversários, disse que há uma “invenção de motivos” por parte dos que “tentam chegar ao poder de forma assaltar a eleição direta” e afirmou que tem o “compromisso de continuar mudando o Brasil”.

    Antes de seu discurso, vários participantes do evento puxavam coros de apoio a Dilma e contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Durante o discurso, ela foi interrompida algumas vezes por gritos de “Não vai ter golpe” e “Ai, a Dilma fica o Cunha sai”. Cunha aceitou, no último dia 2 de dezembro, a abertura do processo de impeachment, cujo pedido foi feito pelos juristas Hélio Bicudo, Mighel Reale Jr. e Janaína Conceição Paschoal.

    “Neste momento, usando todos os instrumentos que o Estado Democrático de Direito me faculta, lutarei contra a interrupção ilegítima do meu mandato”, declarou a presidenta, enumerando argumentos que, segundo ela, comprovam que os que tentam interromper o “mandato popular conquistado legitimamente” não encontram razões consistentes para o impeachment.

    “É a falta de razão que nós chamamos de golpe. A Constituição brasileira prevê sim esse processo [de impeachment]. O que ela não prevê é a invenção de motivos. Isso nao está previsto em nenhuma Constituição.” De acordo com Dilma, os argumentos sobre as mudanças no Orçamento não são consistentes pois “jamais houve desvio nenhum”. Segundo ela, seus opositores oscilam entre “invenções e falácias porque não há como justificar o atentado que querem cometer contra a democracia”.

    “Não sustenta qualquer argumento porque não houve irregularidade. Nós pagamos o Bolsa Família sim. Pagamos o Minha Casa, Minha Vida sim. E, ao fazê-lo, sempre respeitando as leis e os contratos que existiam. Eu assinei decretos e mudanças na locação de recursos quando estes recursos sobravam e, portanto, podiam ser deslocados para outras atividades pela lei orçamentária aprovada neste país”, afirmou.

     

    Captura de Tela 2015-12-16 às 23.51.28

    Biografia

    Sem citar diretamente ninguém, a presidenta elencou políticas implementadas pelos governos do PT desde 2003, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o governo. De acordo com a presidenta, “os que buscam atalho para o poder não querem derrubar apenas uma mulher” e sim um projeto.

    Dilma comparou a sua biografia com a de adversários políticos. “Sabem que têm de usar de artifícios porque não conseguirão nada atacando minha biografia, que é conhecida. Sou uma mulher que lutou. Amo meu país e sou honesta. Além disso, não compartilho com algumas práticas da velha política que alguns deles professam. O mais irônico é que muitos que querem interromper meu mandato têm uma biografia que não resiste a uma rápida pesquisa no Google”, criticou.

    [Acima, Google do Agripino Maia, um dos defensores do impeachment]

    Diante de uma plateia de cerca de 3 mil pessoas, de acordo com a Secretaria Nacional da Juventude, a presidenta fez referências à política de oposicionistas como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). “Vamos mudar o Brasil fortalecendo a sua democracia e impedindo retrocessos. Não mudaríamos o Brasil fechando escolas. Nós também não vamos mudar o Brasil reprimindo movimentos pacíficos com forças policiais. Sabemos que fechar escolas é extinguir sonhos”, disse.

    A presidenta criticou ainda medidas atribuídas a setores conservadores como a redução da maioridade penal, a aprovação da proposta de emenda à Constituição que transfere para o Legislativo o poder de demarcar terras indígenas e a adoção de medidas contrárias à diversidade das famílias.

    “Certamente não mudaremos para melhor o Brasil se permitirmos que a nossa democracia, jovem ainda, seja golpeada agredida ou desrespeitada. Para mudar o Brasil temos de garantir respeito ao voto da população e respeitar o resultado das eleições. Hoje, sabemos que defender a democracia é mudar o Brasil para melhor. Está em curso uma batalha que ditará os rumos do nosso país por muito tempo”, disse a presidenta.

    Demandas

    Além dos refrões em coro proferidos pela plateia, os discursos da cerimônia de abertura da conferência também foram de apoio a Dilma. Ela recebeu, porém, uma reivindicação do presidente do Conselho Nacional de Juventude, Daniel Souza. “Que esse governo se coloque cada vez mais à esquerda e com o povo”, disse Daniel. Delegados da conferência também pediram a demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

    Mujica

    Antes da chegada de Dilma à Conferência Nacional da Juventude, o ex-presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, discursou e foi ovacionado pelos participantes do evento. A presidenta foi acompanhada pelos ministros Jaques Wagner, da Casa Civil; Edinho Silva, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência; Miguel Rossetto, do Trabalho; e pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello.

    Edição: Lana Cristina

  5. José Carlos - Spin

    17 de dezembro de 2015 7:26 am

    a midia é apenas um dos

    a midia é apenas um dos jogades do time golpista

     

    http://blogdobolche.blogspot.com.br/2015/12/e-escandaloso-pm-sp-dizer-que-havia-3.html

  6. José Carlos - Spin

    17 de dezembro de 2015 8:02 am

    Oi entra com Habeas Corpus para tentar suspender bloqueio ao Wha

    http://www.conjur.com.br/2015-dez-17/oi-entra-habeas-corpus-suspender-bloqueio-whatsapp

  7. José Carlos - Spin

    17 de dezembro de 2015 8:11 am

    criminosos contemplados por Fachin

    http://www.pragmatismopolitico.com.br/2015/12/20-integrantes-da-comissao-do-impeachment-respondem-a-inquerito-no-stf.html

  8. José Carlos - Spin

    17 de dezembro de 2015 8:36 am

    macri mostra as unhas

    http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/15/internacional/1450152368_167921.html

  9. José Carlos - Spin

    17 de dezembro de 2015 8:55 am

    O ministro Fachin tem sido ameaçado e intimidado na porta da sua

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=a8dI0tMa_dQ&feature=share%5D

      

    Castor Filho

    7 h · YouTube ·  

    O ministro Fachin tem sido ameaçado e intimidado na porta da sua casa, como aconteceu ontem, 15/12, às 7:00.

    Ele e o ministro Lewandowski.

    Além da ameaça física, que ultrapassa o direito à manifestação, familiares são ameaçados, há perfis falsos no Face, chantagem na internet.

    O zé da Justiça foi avisado de tudo.

    O que ele fez?

    Nada!

     

  10. José Carlos - Spin

    17 de dezembro de 2015 9:10 am

    o traficante solto pelo stf e o bloqueio do whathsapp

    um chefe do pcc recebeu ha um mes atras habeas corpus de um ministro do stf….alguem sabe me informar o nome do ministro…como nao eh petista nessas horas tem habeas corpus e nada vaza…nem mesmo o nome do traficante ..,..tem gato nessa tuba.,,,..

    http://www.conjur.com.br/2015-dez-16/bloqueio-whatsapp-pivo-homem-solto-stf-mes

  11. veras

    17 de dezembro de 2015 10:28 am

    Direto no ponto!

    Quem colocou o Brasil no bolso do paletó de Cunha?

     

     

    Os jornais dão conta hoje de que a busca policial encontrou, no bolso de um dos paletós de Eduardo Cunha, uma cópia do registro das ameaças sofridas pelo ex-relator de seu processo ético na Câmara dos Deputados, Fausto Pinatto.

    Como na imagem clássica, Cunha – ao pedir a investigação sobre as declarações de Pinatto de que havia sido intimidado daquela forma – revela neste pequeno detalhe o que todos sabem: é um mafioso, cínico ao ponto de ordenar a morte e levar flores ao enterro.

    Aliás, natureza que bem pode ser ilustrada com seu cartão de Natal a Dilma Rousseff.

    Dito o que todos já sabem, resta saber quem permitiu a um desclassificado, um marginal com traços de psicopatia, um ladrão público, chegar aonde chegou e ter, hoje, no bolso de seu paletó, os destinos de um país continental e o governo que 54,5 milhões de votos legitimou.

    Porque agora, na desgraça, salvo seus capangas com mandato, ninguém assume mais o patrocínio  deste inacreditável processo de chantagem política a que foi submetido o nosso país.

    Calhordas na política sempre houve, aqui e em toda parte do mundo, mas é preciso que haja uma estufa para que atinjam o grau letal que Cunha alcançou.

    Cunha chegou à Presidência da Câmara com mais que o apoio do PMDB e da bancada de deputados que financiou, agora se sabe com que recursos.

    Seu caminho contou com o PSDB, com o DEM e com os festejos da mídia que o via como era: uma víbora enrodilhada, pronta a acuar e paralisar o Governo Dilma, com as presas venenosas de seu poder institucional no parlamento.

    Suas pautas-bomba, uma a uma,  acossaram uma administração forçada, todo o tempo, a mendigar apoio para limitar os danos que elas  causavam.

    A demora imposta por Gilmar Mendes à decisão de vetar o financiamento privado das campanhas permitiu-lhe arregimentar maiorias para – a pretexto, recordem, de preservar os dinheiros públicos, ideia francamente apoiada pela mídia – manter abertas as burras  que transformaram em negócio a política brasileira.

    E vieram a terceirização, a redução da maioridade e tudo o mais  que lhe valia os aplausos do “Brasil moderno”, já se vê o quanto, pela vocação escravagista.

    Pensávamos que o ápice tinha chegado com a chantagem do impeachment, que levou a seu lado, posando sorridentes para a posteridade, todo o lixo perfumado de nossa política, os guris fascistóides, os moralistas possuídos, os juristas senis.

    As contas na Suíça, as latas de carne moída, o “usufrutário” dos trusts e muito mais já haviam desnudado Cunha na praça ao ponto de um cego ver suas vergonhas.

    Ainda assim, num ato em que ninguém teve a coragem de considerar institucional, mas um gesto de vingança e retaliação por  tentar fazer com que ele respondesse pelo que fez, ele acolheu o pedido de impeachment e lançou o país na crise institucional que agora enfrenta.

    Coisa de bandido, mas bandido útil.

    Lançaram-se todos , sem cogitar um segundo sobre quem lhes servia o pasto, sobre o prato saboroso do poder.

    Até a atitude aética e imoral de um vice-presidente sem votos, desavergonhado ao ponto de oferecer-se como capaz de “unir o Brasil”, não teve nos sábios da mídia uma palavra sobre quem lhe propiciava a perspectiva indigna de poder.

    Tudo valeu, tudo valia e, esperam, tudo valerá.

    Restava, ou ainda resta hoje e talvez amanhã, a Corte Suprema do país.

    Veremos se seguirá o caminho do cínico opróbrio que lhe abriu ontem o Ministro Luís Fachin, ao dizer que, no Olimpo  da pureza, o crime se perpetra “dentro da lei”.

    Claro: os histéricos do fascismo e os patronos do golpe o observam e sua excelência talvez não lhes queira nos calcanhares, a chamá-lo de “governista” porque põe algum freio ao que fez um bandido útil que escancarou-lhes as portas do poder.

    Afinal,  eles sabem ser mais convincentes e mais gentis que os emissários de  Cunha mandados dar recados para Fausto  Pinatto, que registrou o boletim de ocorrência que repousava no bolso do paletó do “capo”.

    No mesmo bolso do paletó onde repousou  por meses o pedido de impeachment que há dias  ele afinal sacou e disparou contra o Governo, na ilegítima defesa  de suas falcatruas.

    É isso o que está, afinal, em julgamento hoje, embora suas excelências portem-se com maneiras e palavras de ascetas.

    E, na sua pureza hipócrita,  terminem de enfiar o país de 200 milhões de habitantes e o voto da maioria de seus cidadãos na imundície do bolso do paletó do Cunha.

     

  12. Mailson

    17 de dezembro de 2015 10:58 am

    Grande Fernando Brito!

    Quem colocou o Brasil no bolso do paletó de Cunha?

     

    paleto

    Os jornais dão conta hoje de que a busca policial encontrou, no bolso de um dos paletós de Eduardo Cunha, uma cópia do registro das ameaças sofridas pelo ex-relator de seu processo ético na Câmara dos Deputados, Fausto Pinatto.

    Como na imagem clássica, Cunha – ao pedir a investigação sobre as declarações de Pinatto de que havia sido intimidado daquela forma – revela neste pequeno detalhe o que todos sabem: é um mafioso, cínico ao ponto de ordenar a morte e levar flores ao enterro.

    Aliás, natureza que bem pode ser ilustrada com seu cartão de Natal a Dilma Rousseff.

    Dito o que todos já sabem, resta saber quem permitiu a um desclassificado, um marginal com traços de psicopatia, um ladrão público, chegar aonde chegou e ter, hoje, no bolso de seu paletó, os destinos de um país continental e o governo que 54,5 milhões de votos legitimou.

    Porque agora, na desgraça, salvo seus capangas com mandato, ninguém assume mais o patrocínio  deste inacreditável processo de chantagem política a que foi submetido o nosso país.

    Calhordas na política sempre houve, aqui e em toda parte do mundo, mas é preciso que haja uma estufa para que atinjam o grau letal que Cunha alcançou.

    Cunha chegou à Presidência da Câmara com mais que o apoio do PMDB e da bancada de deputados que financiou, agora se sabe com que recursos.

    Seu caminho contou com o PSDB, com o DEM e com os festejos da mídia que o via como era: uma víbora enrodilhada, pronta a acuar e paralisar o Governo Dilma, com as presas venenosas de seu poder institucional no parlamento.

    Suas pautas-bomba, uma a uma,  acossaram uma administração forçada, todo o tempo, a mendigar apoio para limitar os danos que elas  causavam.

    A demora imposta por Gilmar Mendes à decisão de vetar o financiamento privado das campanhas permitiu-lhe arregimentar maiorias para – a pretexto, recordem, de preservar os dinheiros públicos, ideia francamente apoiada pela mídia – manter abertas as burras  que transformaram em negócio a política brasileira.

    E vieram a terceirização, a redução da maioridade e tudo o mais  que lhe valia os aplausos do “Brasil moderno”, já se vê o quanto, pela vocação escravagista.

    Pensávamos que o ápice tinha chegado com a chantagem do impeachment, que levou a seu lado, posando sorridentes para a posteridade, todo o lixo perfumado de nossa política, os guris fascistóides, os moralistas possuídos, os juristas senis.

    As contas na Suíça, as latas de carne moída, o “usufrutário” dos trusts e muito mais já haviam desnudado Cunha na praça ao ponto de um cego ver suas vergonhas.

    Ainda assim, num ato em que ninguém teve a coragem de considerar institucional, mas um gesto de vingança e retaliação por  tentar fazer com que ele respondesse pelo que fez, ele acolheu o pedido de impeachment e lançou o país na crise institucional que agora enfrenta.

    Coisa de bandido, mas bandido útil.

    Lançaram-se todos , sem cogitar um segundo sobre quem lhes servia o pasto, sobre o prato saboroso do poder.

    Até a atitude aética e imoral de um vice-presidente sem votos, desavergonhado ao ponto de oferecer-se como capaz de “unir o Brasil”, não teve nos sábios da mídia uma palavra sobre quem lhe propiciava a perspectiva indigna de poder.

    Tudo valeu, tudo valia e, esperam, tudo valerá.

    Restava, ou ainda resta hoje e talvez amanhã, a Corte Suprema do país.

    Veremos se seguirá o caminho do cínico opróbrio que lhe abriu ontem o Ministro Luís Fachin, ao dizer que, no Olimpo  da pureza, o crime se perpetra “dentro da lei”.

    Claro: os histéricos do fascismo e os patronos do golpe o observam e sua excelência talvez não lhes queira nos calcanhares, a chamá-lo de “governista” porque põe algum freio ao que fez um bandido útil que escancarou-lhes as portas do poder.

    Afinal,  eles sabem ser mais convincentes e mais gentis que os emissários de  Cunha mandados dar recados para Fausto  Pinatto, que registrou o boletim de ocorrência que repousava no bolso do paletó do “capo”.

    No mesmo bolso do paletó onde repousou  por meses o pedido de impeachment que há dias  ele afinal sacou e disparou contra o Governo, na ilegítima defesa  de suas falcatruas.

    É isso o que está, afinal, em julgamento hoje, embora suas excelências portem-se com maneiras e palavras de ascetas.

    E, na sua pureza hipócrita,  terminem de enfiar o país de 200 milhões de habitantes e o voto da maioria de seus cidadãos na imundície do bolso do paletó do Cunha.

       

  13. Djijo

    17 de dezembro de 2015 1:01 pm

    Reator de fusão, parece que agora vai

    Alemanha liga reator de fusão nuclear bizarro

    Redação do Site Inovação Tecnológica –  17/12/2015

    Alemanha liga reator de fusão nuclear bizarroEm vez de um torus circular, o anel do Wendelstein 7-X é totalmente retorcido. [Imagem: IPP] 

    Reator estelarator

    Depois de quase 10 anos de construção, engenheiros alemães ligaram pela primeira vez o estranho reator de fusão Wendelstein 7-X.

    Na primeira operação experimental, a equipe conseguiu gerar o primeiro plasma de hélio no interior do reator, que tem uma arquitetura torcida e um sistema de operação bem diferente dos tokamaks, como o que equipa oprojeto internacional ITER, por exemplo.

    O Wendelstein 7-X é o maior reator de fusão do tipo estelarator do mundo e pretende demonstrar que essa arquitetura é adequada à produção de energia.

    Ao contrário de um tokamak, que é alimentado por uma corrente de plasma, que precisa ser isolada magneticamente das paredes do reator, um reator do tipo estelarator não tem corrente, eliminando de pronto o problema das instabilidades do plasma.

    Além disso, um estelarator pode funcionar continuamente, e não em pulsos, como os tokamaks.

     

    Reatores de fusão nuclear de pequeno porte

     

    Alemanha liga reator de fusão nuclear bizarro
    Vista geral da construção do reator de fusão tipo estelarator, antes de seu fechamento final. [Imagem: IPP]

    Plasma de hélio

    É claro que o estelarator tem seus próprios problemas e desafios, mas a equipe agora ficou mais entusiasmada em superá-los ao demonstrar que tudo começou funcionando como esperado: o vácuo interno, o sistema de resfriamento, o sistema de aquecimento, as bobinas supercondutoras e seu campo magnético, a aparelhagem de medição e o sistema de controle.

    No primeiro teste, com o campo magnético isolando o interior da câmara retorcida, que já estava sob vácuo, o sistema injetou cerca de um miligrama de gás hélio nessa câmara de plasma. Um pulso de aquecimento de micro-ondas de 1,8 kilowatt foi suficiente para gerar o plasma, que durou um décimo de segundo e alcançou uma temperatura de um milhão de graus Celsius.

    “Nós estamos começando com um plasma produzido pelo gás nobre hélio. Nós não vamos mudar para o objeto de teste real, um plasma de hidrogênio, antes do ano que vem,” disse Thomas Klinger, do Instituto Max Planck para Física de Plasmas, responsável pelo projeto do Wendelstein 7-X.

    Alemanha liga reator de fusão nuclear bizarro
    Um técnico no processo de montagem da câmara de fusão, e o primeiro plasma gerado em seu interior. [Imagem: IPP]

    Plasma de hidrogênio

    Nestes testes iniciais com hélio, a equipe pretende aumentar a duração do plasma, descobrindo aos poucos os parâmetros mais adequados dos pulsos de micro-ondas para produzi-lo e mantê-lo, e checar cuidadosamente se ele está mesmo isolado das paredes externas pelos campos magnéticos.

    Tudo correndo bem, no próximo ano a equipe deverá começar os experimentos com plasma de hidrogênio, o elemento que deverá se fundir em hélio nos experimentos de fusão nuclear.

    Ou seja, o sonho de dominar a energia das estrelas continua brilhando, ainda que sejam brilhos fugazes como os das estrelas mais distantes.

  14. Paulo F.

    17 de dezembro de 2015 2:59 pm

    O “japonês bonzinho”

    Do Diário de Notícias de Lisboa

    O “japonês bonzinho” afinal pode ser vilão

    Newton Hidenori Ishii na detenção de Marcelo Odebrecht

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    Cada vez que a operação Lava-Jato prende poderosos no Brasil, ao lado do detido aparece o mesmo polícia

    A cada detenção da Lava-Jato, a operação policial que investiga o Petrolão e está a abalar as estruturas do Brasil, os olhos dos brasileiros concentravam-se no essencial: os milionários Marcelo Odebrecht e Otávio de Azevedo, algemados, rumo ao cárcere; José Carlos Bumlai, íntimo de Lula de Silva, a entrar na esquadra; o tesoureiro do PT Vaccari Neto a agachar-se para entrar no carro da polícia; e por aí adiante. Mas, qual mensagem subliminar, os mesmos olhos dos brasileiros passaram a concentrar-se no agente, de colete, óculos escuros, cabelo grisalho e traços orientais comum a todas as imagens. Quem é afinal aquele japonês, perguntou-se o Brasil?

    Lava-Jato. A operação policial que não tem limites

    “Se tocarem à campainha de sua casa às seis da manhã e for um japonesinho, não abra, você vai ser preso”, escreveu nas redes sociais o humorista Sérgio Mallandro. Cidadãos anónimos que por um acaso se cruzavam com o agente pediam selfies e faziam legendas sugestivas do tipo “ao lado do homem que está a consertar o Brasil” ou “estou com o japa mais famoso do país mas não estou indo preso, não”. Como Sérgio Moro, o juiz da Lava-Jato, é, na medida do que lhe é possível, discreto, o japa tornou-se o rosto da operação. Mais tarde ou mais cedo, a história do agente chegaria aos media. E chegou: mas não como fait divers.

    Numa gravação que levou à detenção do senador Delcídio do Amaral no final do novembro, o político combinava a fuga do país de Nestor Cerveró, um dos principais delatores do Petrolão, com o filho deste, um advogado e um assessor. Às tantas, alguém diz que um agente da polícia vende informações às revistas e passa relatórios secretos para as defesas dos acusados. “Quem?”, pergunta Delcídio. “O japonês, o japonês é bonzinho”, responde o advogado.

    O chefe de núcleo de operações de Curitiba, Newton Hidenori Ishii, na polícia desde 1976, ganhou imediatamente a alcunha de “japonês bonzinho” e já vai ser ouvido pelo juiz Sérgio Moro sobre as supostas fugas de informação.

    “A Lava-Jato mostra que há uma justiça republicana, uma justiça igual para todos”

    A imprensa procurou então saber mais sobre Ishii e descobriu que em 2003 o agente fora apanhado em flagrante pela própria corporação a facilitar contrabando na Foz do Iguaçu, na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Demitido em 2009, foi considerado depois inocente e reintegrado à corporação por decisão judicial em 2012. “Estão a usar o meu nome e a minha história para criar uma cortina de fumo em torno da Lava-Jato”, tem dito, segundo amigos próximos, o “japonês bonzinho”. Mas Ishii passou mesmo num instante de rosto da impunidade no Brasil ao seu inverso.

    “Este país não tem jeito mesmo: até tu, japa?”, queixavam-se brasileiros no Facebook.

     

  15. Maria Luisa

    17 de dezembro de 2015 4:52 pm

    As difrenças nas manifestações, por Hildegard Angel

    Que diferença da manifestação de ontem, na Cinelândia, daquela passeata de domingo em Copacabana. Ah, e teve muito mais gente!

    Publicado em 17/12/2015

    Não teve palavrão nem bordão obsceno gritado pelo alto falante, não teve mulher pelada, nem pato, nem boneco inflado, muito menos cidadãos exóticos fantasiados de Tio Sam ou soldado camuflado.

    passeata '13

    Não teve camiseta customizada, cada um vestiu o que tinha e foi como pôde.

    Não teve briga, ninguém tentou linchar menor de rua ou senhoras idosas; não houve confrontos com skatistas, ninguém foi agredido por não vestir vermelho.

    Nenhum cidadão ao microfone xingou ou desejou a morte a qualquer figura da oposição. Nem a chamou de “lixo humano” por pensar diferente. Enfim, foi uma passeata responsável, séria, grave até, mas sem perder a ternura e a alegria.

    Em vez de mantra baixaria, sambinha gostoso, sambas enredos que nos falassem à alma e ao brio da memória brasileira. Ao contrário de circo de excentricidade, uma passeata cívica, como em qualquer país civilizado. No lugar dos comícios de ódio, discursos inflamados pela causa justa da soberania.

    Que diferença da manifestação de ontem, na Cinelândia, daquela passeata de domingo em Copacabana. Ah, e teve muito mais gente!

    Movimento da População de Rua; dos Petroleiros; da causa GLS; dos estudantes; jornalistas lá, donas de casa,

    Fui à Cinelândia somar-me aos milhares que bradaram “Não vai ter golpe!”. Orgulho-me disso. Cumpri um dever cidadão. Espero que este grito ecoe nos 3 Poderes, como demonstração de consciência cidadã, não apenas dos cariocas, mas das centenas de milhares de São Paulo, Minas, Nordeste, Norte, Centro Oeste, Sul, enfim, do Brasil inteiro, que saíram de suas casas, não em nome de eleger candidatos, não movidos pela raiva, agente mobilizador muito mais eficaz (os meios de comunicação sabem disso e têm feito seu trabalho direitinho nesse sentido), mas por dever da responsabilidade cívica.

    Fomos às ruas e praças por prezarmos a democracia duramente conquistada, que, neste país, desde sempre, acontece aos barrancos e trancos, rondada por manipuladores, a serviço dos grandes golpistas e saqueadores.

    Verdade que, de saqueadores, estamos muito bem sortidos. Desde a primeira pisada de Cabral na praia em Porto Seguro, usurpadores daqui e d’além mar enchem seus cofres com nossas riquezas e o suor de nosso esforço. Porém, de todos, o saqueador mais perverso é aquele que pretende nos negar a liberdade democrática de escolha, o direito de o povo ver prevalecer a expressão de sua vontade nas urnas.

    O brasileiro responsável foi às ruas, também para exigir um imediato “basta!” à massacrante e ininterrupta campanha deflagrada e mantida, meses a fio, pela mídia e grupos indiferentes aos reais interesses soberanos do país, sugando as energias do Brasil, exaurindo as mentes dos cidadãos, através de um enredo escrito com as tintas da exacerbação golpista, para levar os brasileiros ao paroxismo da ansiedade e do ódio.

    Vimos que era chegado o momento decisivo, em que cada um de nós tem a cumprir o papel de sua consciência. Por isso, estávamos ali, na Cinelândia. Martha Alencar, a jornalista combativa dos anos 60 e de sempre, viúva de Hugo Carvana, me disse, sentada em cadeira na calçada do Amarelinho: “Hilde, não vinha aqui me manifestar desde aqueles anos, mas nesta tinha que estar”. Com problema no joelho e bengala, Martha se levantava a qualquer movimento ou burburinho, que invariavelmente terminava com o clamor em uníssono da multidão, braços ao vento: “Não vai ter golpe!”.

    passeata cinelandia

     

  16. alfeu

    17 de dezembro de 2015 6:24 pm

    *

    Bolsonaro é novamente condenado a indenizar Maria do Rosário por ofensa

     

    http://www.sul21.com.br/jornal/bolsonaro-e-novamente-condenado-a-indenizar-maria-do-rosario-por-ofensa/

     

     

  17. Colin Brayton

    17 de dezembro de 2015 10:05 pm

    Deu no Estadão tambem —  na

    Deu no Estadão tambem —  na pagina A13, embaixo o dobro …

    http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/12/16/ex-governador-eduardo-azeredo-e-condenado-a-20-anos-de-prisao-em-mg.htm

  18. alfeu

    17 de dezembro de 2015 10:45 pm

    *

    Ministro diz que salário mínimo deve chegar a pelo menos R$ 868 em janeiro

     

    http://www.redebrasilatual.com.br/economia/2015/12/ministro-diz-que-salario-minimo-deve-chegar-a-pelo-menos-r-868-em-janeiro-1290.html

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