
Jornal GGN – Após as manifestações pelo impeachment da presidente Dilma, que tiveram um impacto menor do que os eventos anteriores, o Palácio do Planalto acredita que pode aproveitar para dialogar com a sociedade e evitar o afastamento da presidente.
Nas análises feitas por auxiliares do governo, eles registraram que, assim como a presidente, outras figuras políticas não foram poupadas pelos manifestantes, que também criticaram o vice-presidente Michel Temer (PMDB) e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, também do PMDB. Dentro do Planalto também há a avaliação de que o período de festas e de férias pode diminuir o clima de tensão política.
Do Estadão
Planalto vê espaço para ‘debate com a sociedade’
Governo aproveita menor impacto dos protestos para tentar ‘esclarecer’ a população sobre afastamento; ministro diz que atos são parte da democracia
Segundo a assessoria do Planalto, Dilma permaneceu o dia todo no Palácio do Alvorada, sem receber visitas. As vias de acesso à residência oficial tiveram um dia típico de domingo, com pouco trânsito e turistas ao redor. A poucos quilômetros dali, na Esplanada dos Ministérios, o ato pelo impeachment reunia 3 mil pessoas, segundo a Polícia Militar.
Nas análises repassadas por telefone, auxiliares do governo registraram que a presidente não foi poupada nos protestos, mas nenhuma outra figura política foi cortejada pelos manifestantes. Também houve protestos contra o vice-presidente Michel Temer (PMDB), que na semana passada ensaiou uma ruptura com o governo por meio de uma carta de queixas, e contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Manifestantes pediram a saída dos dois.
Debate. O governo avalia que terá o período de festas de fim de ano e de férias escolares para tentar esfriar o clima de tensão política. Pelo menos até março não estão previstas grandes manifestações. É o tempo que o Planalto considera fundamental para reavaliar estratégias políticas e ganhar força na opinião pública.
Para auxiliares da presidente, a tese do impeachment, emplacada pela oposição na última semana, ainda não chegou totalmente à sociedade. Nessa análise, o governo ainda teria espaço para disputar a opinião pública.
A meta é intensificar, nas próximas semanas, iniciativas de “esclarecimento” à população de que os argumentos seriam políticos, e não jurídicos. Ministros próximos da presidente defendem reforçar o discurso de ligar a aceitação do pedido de impeachment a Cunha, que foi denunciado por suspeita de manter dinheiro de propina no exterior. / Colaboraram Beatriz Bulla e Isadora Peron
altamiro souza
14 de dezembro de 2015 12:20 pmo governo só pode convencer a
o governo só pode convencer a sociedade pelas mídias sociais.
através sda grande mídia vai ser difícil.
todos sabem de que lado ela está – essa grande mídia golpista,
que aceita uma informaçã dos roganizadores da passeata goilpista
como se fosse verdade e não checa o óbvio:
300 pessoas não podem ser visualizadas como se
fossem 25 mil.como ocorreu em curitiba.
Carlos Elísio
14 de dezembro de 2015 12:27 pmSegundo o coreano foi “esquenta”
Não entendo porque o coreano que comanda grupo de sp falou em “esquenta”.
Até onde eu sei, merda já vem quente!
SUPER PREOCUPADO
14 de dezembro de 2015 12:38 pmGrande idéia.
O governo acha
Grande idéia.
O governo acha que pode haver a possibilidade de se tentar o diálogo.
Vai debater com os FACISTAS?
Vai debater com os GOLPISTAS?
Vai debater com os INIMIGOS dos pobres?
Vai debater com os sabotadores?
Vai debater com os perdedores?
Vai debater com os preconceituosos?
Vai debater com os homofóbicos?
Vai debater com os racistas?
Vai debater com os coxinhas?
Quero só ver de que maneira o governo vai conseguir desmontar 13 anos de discurso nós x eles, sul contra norteste, ricos x pobres.
Foram 13 anos de sistemático confronto do governo com a sociedade onde se apostou na divisão. Agora que estão com a maioria da população contra, QUEREM O DIÁLOGO.
nilo filho
14 de dezembro de 2015 12:48 pmSim, existe. A começar pelo
Sim, existe. A começar pelo seu retorno às bases e abandono, imediato, dos preceitos neoliberais financistas e especulativos adotados. É maciça à crítica a essa política econômica restritiva do governo e rica a oferta de modelos sociais expansivos (progessistas e desenvolvimentistas) de solução.
Acorda Dilma, ou mais uma vez o cavalo encilhado passara… às portas estão se fechando rapidamente…
Georgeis10
14 de dezembro de 2015 1:18 pmJá era…
Esqueça… Ninguém vai dar crédito ao governo após o estelionato eleitoral de 2014.
Eduardo.
14 de dezembro de 2015 1:04 pmCreio que a conversa com a
Creio que a conversa com a sociedade civil organizada aconteceria se houvesse disposição do governo em remover Katia Abreu, Ze Cardoso, Levy, ministro da saúde e similares.
As pautas dos movimentos sociais nao tem nada em comum com que o governo anda fazendo. Não é um governo do PT!!!
Andre B
14 de dezembro de 2015 7:11 pmÉ um governo do PT só não é
É um governo do PT só não é dos trabalhadores.
Fernando SP
14 de dezembro de 2015 1:13 pmDia 16/12 quarta feira quem é
Dia 16/12 quarta feira quem é a favor da democracia deve ir às ruas mostrar que o golpe não avançará
aliancaliberal
14 de dezembro de 2015 3:36 pmA favor do governo não da
A favor do governo não da democracia.
Quanto que tão pagando a diária, vai ter ônibus fretado?
ruyacquaviva
14 de dezembro de 2015 4:28 pmMais uma trollagem tucana
Troll profissional tem que marcar presença senão não recebe.
Mesmo desmoralizado tem que bater ponto… Mas não consegue esconder a dor de cotovelo.
Andre B
14 de dezembro de 2015 7:10 pmEu tenho uma dúvida: quem
Eu tenho uma dúvida: quem ‘pagou o pato’ da paulista?
Rogério Rodrigues da Silva
14 de dezembro de 2015 1:14 pmPorque o movimento Impeachment diminui nas ruas ?
A fracassada cobertura da mídia golpista que fechava as imagens em cantos da Av Paulista para não dar o real dimensão de que houve sim pouca adesão a esse movimento golpista de retirar uma presidente sob fatos jurídicos frágeis.A população percebeu duas coisa bem distintas: A primeira é que não compactua com essa corrupção sistêmica institucionalizada, mas que tem o seu “modo operantes” a muito tempo e presente e outras esferas estaduais e municipais, com um detalhe de que não são investigados pelo Ministério Publico e a Polícia Federal com todo rigor como se faz com a Operação Lava Jato, com o agravante de que a mídia tradicional (Globo, Bandeirantes, Veja, Folha, Estadão) não cumpre o sue papel jornalistico de ser imparcial e falar a verdades dos fatos.A segunda que o Impeachment não é remédio para quem está insatisfeito com a condução Econômica em que atravessa o Brasil, com o agravamento da inflação, juros, queda na produção e muito desemprego.A solução está nas mobilizações de classes com pautas concretas e específica para mude o rumo no Ministério da Fazenda e Planejamento.Um acompanhamento no Congresso Nacional para ver quem está bloqueando as pautas(Projeto de Lei do Executivo) que possa destravar a Economia do Brasil, pois a bem da verdade existe duas oposições: uma responsável e vigilante e a outra oportunista do “quanto pior melhor” Se mesmo assim o governo da presidente Dilma Rousseff não tiver sucesso nos próximos 3 anos, democraticamente escolhemos outro candidato a presidência da Republica em 2018.
Gilson AS
14 de dezembro de 2015 1:19 pmManisfestações é igual a
Manisfestações é igual a vulcão, eles não morrem, ficam adormecidos.
Se o governo não fizer mais besteira, destravar a economia, e o povo voltar a sentir uma sensação de bem estar, acredito que as manisfeatações continuarão adormecidas.
Alexandre Tambelli
14 de dezembro de 2015 2:04 pmPor que terminaram ontem as manifestações?
As manifestações surgiram pelo clima beligerante da velha mídia capitaneado pela Rede Globo contra o PT em 2014 a partir da Lava-jato.
Colocaram o PT da forma mais radical e antiética no centro do noticiário.
Da forma mais violenta possível noticiaram fatos da investigação da PF curitibana, muitos destes fatos vazados de segredos de Justiça em delações de ladrões do erário público e muitos deles inventados ou aumentados colocando tudo nas costas do PT.
Afinal, o noticiário a partir da Lava-jato foi feito para Aécio Neves ser eleito Presidente do Brasil.
Aécio Neves se mostrou tão fraco que nem com toda Lava-jato ao seu dispor e com 24 horas de mídia oligopólica: Rede Globo & Cia. noticiando-a, Aécio conseguiu vencer.
Porém, a população foi sendo contaminada por um anti-petismo doentio até a Eleição.
Afinal, como o partido metido em tanta roubalheira (segundo a narrativa midiática e “supostamente” comprovada pela Lava-jato) pôde vencer novamente?
Porém, o PT venceu pela quarta vez.
No sábado seguinte já estavam nas ruas os indignados com a vitória do PT. Manifestação na Paulista com os mais radicais opositores ao PT, à nova vitória da Presidenta Dilma.
Veio Março e aquela multidão dos indignados estava enfurecida.
Os “ladrões” tinham vencido.
A “ética” perdido.
Brado anticorrupção em alto-som nos microfones da Paulista tomada por manifestantes, em sua maioria teleguiados da velha mídia e alienados do mundo virtual, estes, nascidos, primeiramente, das correntes de e-mail do Guru contratado pelo Serra nas eleições de 2010 e que foram se alastrando nas redes sociais pelos anos de 2010 até 2015.
Apesar do fato da alienação coletiva (aqui uma das consequências da velha mídia e a cobertura da Lava-jato e das eleições de 2014), do anti-petismo e de uma visão de mundo mais à direita os manifestantes de 15 de março, tirando + ou – 10% deles, não eram personagens da extrema-direita e radicais no trato da palavra, da ação e no convívio social nem eram reacionários ou violentos. Eram ingênuos, até pacíficos e, principalmente, alienados acreditando que iam salvar o mundo, ali nas passeatas e manifestações coordenadas de forma meio anárquica pela extrema-direita.
Quando essa gente alienada, ingênua e pacífica (talvez, medrosa) teleguiada da velha mídia capitaneada pela Rede Globo, Veja, Folha, etc. chegou à Avenida Paulista deu de cara com bolsonaros, caiados, integralistas, skinheads, katiguris, MBL, revoltados on-line, marombados, mulheres peladas, maconheiros de longa data, gente pedindo intervenção militar, etc. Pessoas extremamente violentas e com posturas que beiram o Fascismo e que desejavam até a morte aos petistas, o 90% de perfil pacato (sem nenhuma relação com manifestações de rua), assustado com o que viu, terminou as ruas ali. O selfie da manifestação de rua deixou de ser novidade. A alienação continuou. E eles trocaram às ruas pelas varandas gourmets e a bateção de panelas.
12 de abril na Paulista já era a manifestação da extrema-direita. Os 90% ficaram em casa, descobriram a mina de ouro: bater panela, que era mais seguro.
Foi a extrema-direita que tirou o povo teleguiado da velha mídia e das mensagens apócrifas da Internet das ruas.
Bateram panela no pronunciamento de Dilma na TV, ainda em março, e no programa do PT em Maio.
Veio agosto. As manifestações na rua eram da extrema-direita.
E os teleguiados da velha mídia, não queriam saber de falar do PT, mas nem panelas batiam.
Eles começavam a sentir no bolso o peso da reação inconsequente da direita ao perder a quarta eleição seguida. A Política foi saindo do cotidiano das classes média e média-alta tradicionais. O trabalho começou a ser mais necessário do que nunca. Tinha gente perdendo emprego, trabalhando dobrado.
O fantasma do passado dos tempos de FHC acordando.
13 de Dezembro continua sendo a manifestação da extrema-direita e alicerçado nos meios de comunicação e seus representantes elitizados ou mais realistas que o Rei.
Por mais que se saiba, ainda existir o anti-petismo e se saiba existir o erro na condução econômica, já se sabe que a oposição que quis ser a voz das “ruas” só quer tomar o Poder pelo Poder para assumir novamente o controle do cofre e se sabe que ela ajudou a piorar os índices econômicos de todos nós.
Quem faz aquela balbúrdia toda no Legislativo e não quer votar nenhuma medida governamental em prol do Brasil, só medidas em benefício próprio não pode ser avaliado como alguém que quer o melhor para o País.
Hoje, o povo alienado de 15 de março já considera todos os políticos e partidos iguais.
Todos são “ladrões” e governam em causa própria.
E o pior, os alienados de 15 de março, assistem atônitos e revoltados, que os que eles votaram se aliam ao corrupto mor do Brasil, Eduardo Cunha, para conseguirem os seus intentos: o Poder pelo Poder para controlar a chave do cofre e dividir o “butim”.
Fica vergonhoso pedir “Impitman” assim, não é verdade? Eles ficaram sem chão, esta é a verdade!
Ontem, veio a resposta da parte da sociedade teleguiada da velha mídia. Ela deu o seu recado: – nós somos capazes de ir além da alienação midiática.
O “Imptiman” acabou para as ruas. Só no Legislativo oposicionista, parte dos tribunais e na velha mídia capitaneada pela Rede Globo é que não!
Hoje, os teleguiados da velha mídia querem derrubar todo mundo! – Todos são iguais! Bradam.
Este o papel nefasto do Poder da Rede Globo & Cia. na formação político-social de camadas inteiras da população brasileira:
A aversão à Política, políticos e partidos políticos.
Triste constatação, porém real!
naldo
14 de dezembro de 2015 2:22 pmAndando pela paulista quarta
Andando pela paulista quarta feira pude observar uns tres distribuindo panfletos dessa fracassada manifestação, de antemão já sabia que seria um fiasco por que as pessoas passavam olhavam feio e não pegavam o tal panfleto, todos já estão cansados desse embroglio, o problema é que o governo não está com moral nenhuma, paga por ter se metido nesse ajuste insano.
Só na Boa
14 de dezembro de 2015 2:45 pmA dilma tem que ser mto boa de diálogo par explicar
pq prometeu uma coisa e fez outra após se eleger;
pq quer voltar com a CPMF depois que o Lula acabou com ela sendo o ex presidente o maior crítico do tributo;
pq não demitiu os comissionados como havia prometido;
e vai ter que convencer até sobre os porques que não tenha culpa…
uma coisa que seria interessante seria proibir publicidade estatal para meios de comunicação que vivessem de pedir estado mínimo, é tão estranho uma revista ser anti estado e ter páginas estampando propaganda da petrobrás…
Gilson AS
14 de dezembro de 2015 5:31 pm“pq quer voltar com a CPMF
“pq quer voltar com a CPMF depois que o Lula acabou com ela sendo o ex presidente o maior crítico do tributo;”
Ô só na boa, na boa.
Não sei se você é burro, mal informado, ou mal intencionado. O quem sabe, o conjuntos dos fatores.
Quem acabou com a CPMF foi o PSDB para prejudicar o governo do PT.
Na época da votação, o Lula propôs utilizar 100% da CPMF na saúde, mas, por picuinha, a turma do contra capitaneados pelo PSDB cancelaram o tributo.
Se liga, aqui não é o face, e muito menos o blog do tio rei, para ficar falando um monte de bobagem.
Gabriel Jose Rocha
14 de dezembro de 2015 11:40 pmLula sempre foi o maior crítico da CPMF
ou o Grande Irmão mandou falar que ele nunca discordou da CPMF??
Guiba
14 de dezembro de 2015 3:30 pmCom todo o respeito e sendo
Com todo o respeito e sendo bem realista, acho que a Dilma e o PT são uns “sem noção”. Uma coisa é a sociedade rechaçar uma manobra vagabunda do Presidente da Câmara, outra é apoiar um governo débil, fraco e sem rumo. O povo vai rechaçar os dois!
agincourt
14 de dezembro de 2015 5:19 pmA Velha Senhora.
“Planalto vê espaço para ‘debate com a sociedade’”
Que ninguém se iluda: na cabecinha de Dilma, sociedade é PMDB.
A Velha Senhora perdeu em 2013 a grande oportunidade de dialogar com a sociedade.
Mas o que se viu?
Após dias e dias de silêncio absoluto, adotou a tática medíocre de empurrar com a barriga, lançou um me-engana-que-eu-gosto chamado Cinco Pactos e apostou na desmobilização.
Agora, só lhe resta torcer para que os golpistas não encham a praça.
É só no vazio que ela enxerga espaço.
…
Talvez eu vá a eventuais manifestações contra o impeachment, porém não me sentiria nem um pouco confortável tendo ao meu lado camisetas e bandeiras do PT.
Orlando Soares Varêda
14 de dezembro de 2015 5:35 pmVou sim senhor, defender o
Vou sim senhor, defender o meu voto. Vencemos as eleições em conjunto com milhares de conterrâneos, quando escolhemos para continuar governando o País, renovando o mandato da presidenta Dilma do PT. NÃO AO GOLPE!
O minguado quorum obtido pelas lideranças golpistas. Justo, no dia em que a direita reacionária comemorava o ato institucional número cinco DA DITADURA. Veio o fiasco da mifestiva marcha, nem o apoio das TVs e Rádios serviu pra porra nenhuma. O que deixou as viuvas da ditadura de cabeça inchada, e, com as cadeiras descadeiradas. Cairam em profundo desânimo.
Bem fizeram os coxinhas que levaram suas nomoradas, Carolinas de Sá Leitão, digo, suas caçarolas de assar leitão, para batucar nos Malls climatizados dos Shoppings. Uma beleza de temperatura e sem nenhum risco de cruzar com um pobre. Enquanto isso, alguns gatos pingados fritavam as moleiras debaixo de sol inclemente zanzando feito baratas no asfalto quente. Alienados alguns tantos. Outros, tontos! Meros otários vidiotas. Ao cabo. Fuderam-se todos. Amém!
Orlando
S.Bernardelli
14 de dezembro de 2015 6:17 pmO que a presidente Dilma precisa fazer.
Como eu já disse a presidente precisa mudar radicalmente em tudo começando pela economia, sei que a economia brasileira passa por dificuldade, mas o meu olhar leigo diz que existe uma saída e essa é diminuindo um pouco os juros e não aumentando, principalmente no que diz respeito aos alimentos, se povo for aos supermercados sem susto isso ajuda. Sou funcionária pública aposentada e tenho que fazer milagre com o meu salário, graças a Deus eu tenho boa saúde pra fazer alguns bicos. Trocar o Levy por outro economista não vai solucionar o problema, pois qualquer outro que entrar vai ter a mesma visão, o jeito é sentar e ter sugestões de empresários, representantes sindicalista, representante dos aposentados para ver surge alguma ideia luminosa. Segundo – chamar o PMDB junto com Mimichel para saber de fato qual posição que Temer quer tomar,governo ou oposição, se for oposição colocar outro no lugar dele, Renan pode estar sujo na rodinha da justiça , mas não é tão canalha como o Cunha e menos traíra que o Temer.Terceiro – Parar de vez de oferecer cargos em troca de alguma coisa, todos esses cabras receberam votos para trabalhar para o bem do Brasil e não para achacar ou chantagear. Quarto – A presidente deve falar em rede nacional todas as vezes que houver uma decisão importante principalmente econômica deixando tudo bem claro sem importar com panelaços (se bem que muitas panelas foram para o armário) O povo quer solução, mas também quer ouvi-la, quer ver a presidente falando com o povo, em rede nacional, em rede social, e pessoalmente. O povo precisa saber que temos no Brasil um líder de fato, que não deve e que pode provar que nada deve. Se tudo o que eu escrevi é bobagem ou loucura pouco importa, o que importa é que fica aqui a minha sugestão.
Andre B
14 de dezembro de 2015 7:08 pmdispenso diálogo com quem acha que ódio é democrático.
Dispenso o diálogo como um governo que pela segunda vez diz que é parte da normalidade democrática manifestações que incluem pessoas que pedem a volta da ditadura militar e ‘morte aos comunistas’. Discursos de ódio não são democráticos.
Por essa ‘normalidade democratica’ não dou nem a unha do meu dedo mindinho.