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  1. O frustrante novo Projeto Editorial da Folha de S. Paulo
    É sabido o declínio vertiginoso da credibilidade da Folha de S.Paulo. Perdida feito cego em tiroteio, deu, mais de uma vez, tiros no próprio pé – como no caso da fraude do Datafolha na pesquisa sobre Temer. Além disso, o mercado editorial, em todo o mundo, passa por uma crise significativa. Nesse cenário extremamente desfavorável, a Folha apresenta um novo Projeto Editorial – linha-mestra de toda sua atividade jornalística. O documento é histórico e merece atenção. Lamentavelmente, a primeira impressão é frustrante. Nota-se, logo, o conjunto exíguo de propostas efetivas. Destacam-se: o jornalismo “conclusivo” e “curatorial”. A querela entre um jornalismo de tipo “factual” – presa ao ciclo semanal e intensificado pelo diário ou, na era digital, em tempo real – e outro, de tipo “conclusivo” – que investiga diferentes pontos de vista sobre um mesmo assunto e visa esgotar as dimensões que o tema suscita -, é uma querela falsa. Faz sentido apenas para os jornais que acreditaram na banalização do “furo do último segundo” quando confrontados com o advento da internet. O bom e velho jornal sempre mesclara ambos de modo equilibrado. Já o jornalismo de tipo “curatorial” trata-se de uma espécie “cardápio” de informações com ciclo diário ou semanal que leva ao leitor um resumo das notícias “mais relevantes”, complementadas com dicas de leitura sobre temas diversos. Evito entrar nos pormenores da defesa que o jornal elenca – por exemplo, a análise de que o leitor atual é mais ocupado, portanto, disperso e passivo (não haveria aqui conflito com o crescimento de blogs de crítica política e plataformas como o Medium?). Noto, antes, flagrante atraso em relação aos gigantes do mercado editorial. NYtimes e The Guardian oferecem, há pelo menos 5 anos, esse tipo de “suplemento” e, ainda assim, enfrentam dificuldades de fidelização. E, rigorosamente, com o advento do Marketing InBound, a “curadoria” é considerada estratégia de marketing até mesmo de médias e pequenas empresas do Brasil. A Folha sequer é capaz de oferecer ao assinante um aplicativo capaz de fazer algo mais que redirecionar para o site sem reconhecer o login; e agora acorda para o irritante newsletter por e-mail. Além disso, o “case de sucesso” da startup do jornalismo digital Nexo permite imaginar as dificuldades da Folha deverá encontrar. Primeiro: fazer uma “curadoria” de notícias é mais fácil, mais rico – e mais barato – se se puder colher de veículos diferentes. O The Guardian fizera parcerias para ampliar seu repertório; o Nexo seleciona materias dele e também da Folha. E a Folha? Será capaz, inclusive financeiramente, de incorporar outros veículos? Fora isso, o Nexo tem uma linha política melhor definida e menos exposta aos fluxos de interesse da grande política – consequentemente, em melhor sintonia com as flutuações de opinião das redes sociais. A Folha tem demonstrado, em mais de uma ocasião estar em completa dessintonia – cito o mais prosaico: a escolha de um youtuber cheio de cacoetes de VJ da MTV para apresentar a série “Folha Explica”; no Nexo, é o editor-chefe quem apresenta. O Projeto Editorial frustra, também, pela total miopia dos problemas reais enfrentados pela Folha, ressaltados pela exaltação de valores ou “ativos” já tornados obsoletos pela “fauna” das redes sociais.  O primeiro problema grave da Folha é não ser capaz de decidir-se no espectro político entre a extrema-direita e a esquerda; e, em contra-partida, ser absolutamente incapaz de exercer o que se convencionou chamar de estilo “isentão”. Em outras palavras, ela é – se comparada ao Valor, ao Estadão, à Veja – particularmente mais vulnerável às flutuações da política, o que dá um sabor absolutamente bizarro ao editorial. O mesmo veículo que foi capaz de por em cheque a reputação de seu braço de jornalismo estatístico para defender a reputação de um político é aquele que, meses depois, defende sua deposição. De que modo será capaz de dar unidade à sua curadoria e demonstrar várias facetas de um mesmo ponto de vista, se não consegue sequer controlar internamente a pulsão pelo falseamento, pela fraude?  Por essas e outras, soa quase cínico que tenha escolhido como “princípio” não se dedicar a atacar reputação alheia com base em investigação criminal. O maestro John Neschling que o diga (Leia a Seção 5 da seguinte matéria: https://jornalggn.com.br/noticia/xadrez-do-nao-temos-provas-mas-temos-conviccao). Cega, insiste em exibir como um trunfo ou “ativo” a pretensa pluralidade de colunistas que contrata. Ora: a pluralidade de um jornal não deve-se pautar pela diversidade de opinião, mas pela capacidade de tratar objetivamente um mesmo fato sob diferentes óticas. Não importa se se publica coluna de Guilherme Boulos ao lado de Kim Kataguiri (para falarmos de dois demitidos), quando o fato, ele próprio, insumo do jornal, não pode ser descrito sem distorções claramente unilaterais. Além disso, não é preciso ir até à Folha para saber o que pensa Boulos e Kataguiri: basta entrar no Face. Fato é: o que a Folha apresenta, tardiamente, é o que seus concorrentes diretos e promissores – El País, BBC Brasil Nexo – fazem há algum tempo e com excelência: jornalismo investigativo, opinião criteriosa e diversificada, curadoria ampla, aprofundada e minuciosa. Por isso mesmo, soa quase patético que a Folha de S.Paulo vocifere contra o Facebook e o Google em um discurso confuso que mistura acusações de “‘pós-verdade” e lamentações sobre a publicidade perdida; insinua, ainda, que esses veículos se alimentam de dinheiro ilícito, proveniente de notícias falsas, às quais o jornal deve combater. Ora, esquece-se de que a cobra já está comendo o próprio rabo: o que a Folha tem a dizer sobre a blindagem a Tucanos, a fraude da Datafolha… Mas, para isso, já ensaia uma espécie de discurso de defesa: o princípio em que diz ser seu dever “preservar o vigor financeiro” como forma de assegurar sua independência de visão de mundo esconde, em verdade, ideia inversa: é justamente por passar por problemas financeiros que rifara sua credibilidade na esperança que fosse acolhida por um aventureiro da política qualquer.

     

  2. O fim!

    Um bando de velhotes, à beira da morte, sem mais nenhuma expectativa pessoal, garante, apenas, aos seus descendentes, uma fortuna que arrebanham em troca da venda do futuro deste país!

    Ô inveja dos paraguaios!

    • Eu não tenho ciêmcia  do que

      Eu não tenho ciêmcia  do que escreveu—é muito confunso;

      MAS aproveito a oportunidade pra dizer:

      Se o Paraguai é um  país mais cordeiro que o nosso, por que não fazemos o mesmo ?

      A boa redação diz que, eu não faço, pra terminar o assunto aonde começamos.

      Então termino :

      ”Um bando de velhotes, à beira da morte, sem mais nenhuma expectativa pessoal, garante, apenas, aos seus descendentes, uma fortuna que arrebanham em troca da venda do futuro deste país!”

      É  ESSE seu argumento terminal ?

  3. Escrevi durante anos neste

    Escrevi durante anos neste espaço com o intiuito de trazer alegria ,fatos interessantes e matérias jornalisticas.

    Dois ou tres radicais que não escrevem nada ,nem alegre ou interessante, se queixaram.

    Pensava eu que , com minha retirada, pudesse ler algo realmente que despertasse curiosidade ou alegria.

    Mas não foi o que aconteceu. O espaço ficou vazio e sombrio.

    Ontem ,lendo um artigo de Contardo Calligaris, pensei imediatamente na maioria dos frequentadores cinzentos e radicais deste blog.

    O que é um radical?

    ”’Nenhuma exceção para a Bíblia, até porque o único livro que importa ao radical é sempre, para ele, a palavra de algum Deus.”— destaque meu.

    Será que todos os são-paulinos são “bambis”? Mesmo se você for corintiano, responder sozinho a essa pergunta é complicado. 1) Você suspeita que os são-paulinos são paulistanos quaisquer, como os corintianos. 2) Você não sabe bem se “bambi” deveria ser um insulto. 3) Alguns amigos e parentes seus –quem sabe até seu filho– são são-paulinos.

    A solução dessas dificuldades consiste em deixar a responsabilidade dessa besteira para quando você está no meio da sua torcida. Aí, quem fala não é você, é a Gaviões, justamente.

    O grupo, em suma, serve para aliviar o fardo da responsabilidade individual. No grupo, nós nos tornamos capazes de ações que, sozinhos, nunca cometeríamos.

    Mas há figuras solitárias, que nunca frequentaram grupos e, de repente, radicalizam-se e agem, matando por atropelamento e golpes de faca, como o assassino de Londres na semana passada (ou como o caminhoneiro de 14 de julho passado, em Nice).

    Certo, esses indivíduos invocaram um grupo, mas com o qual eles mal tinham relações –a ponto que eles parecem ter agido por conta própria. Quem são eles? Como eles se radicalizaram?

    É possível interrogar o isolamento social e familiar de cada um deles ou, o conflito entre seu desejo de inserção e a frustração de não conseguir se integrar. Ou ainda a radicalização pode ser o efeito de uma neurose clássica: um exemplo tocante disso é “Pastoral Americana”, de Philip Roth (agora um filme, com e de Ewan McGregor).

    É possível também perguntar não tanto “quem se radicaliza?”, quanto “o que é radicalização?”

    Um psiquiatra e filósofo, Maurice Dide, num livro de 1913, “Les Idéalistes Passionnés”, propunha a ideia de que a idealização seja o vício comum aos que se apaixonam e aos extremistas radicais –ou seja, o jovem Werther e Lênin compartilhariam o mesmo transtorno. A ideia é sedutora, e talvez a idealização seja mesmo o maior percalço de quem se apaixona, por qualquer coisa que seja.

    Agora, um amigo, Caio Rodriguez, chamou minha atenção para uma linha de pensamento mais recente, assinalando-me um artigo da “Wired”, de fevereiro, sobre o interesse da Justiça dos EUA num programa que se propõe desradicalizar terroristas (migre.me/wk4xI).

    Segundo Daniel Koehler, do Girds (acrônimo para o instituto alemão de estudos de radicalização e desradicalização), há como saber se um indivíduo que se tornou radical, em sua relação com uma religião ou uma ideologia, poderia ou não voltar a ser cidadão de uma democracia. Quando possível, o Girds propõe um tratamento de desradicalização como alternativa à cadeia.

    Koehler define a radicalização como uma forma de ignorância –voluntária ou involuntária, tanto faz: radical é aquele que só acredita numa explicação, que lhe parece exaustiva e total, ou seja, suficiente e valendo para tudo.

    O radical não enxerga a pluralidade possível das explicações e das versões: ele é o famoso homem de um livro só.

    “Timeo hominem unius libri”, receio o homem de um livro só. Atribuída (misteriosamente) a São Tomás ou a Santo Agostinho, essa expressão já foi entendida assim: tenho medo do homem de um livro só porque, especializadíssimo, ele vai ser um debatedor especialmente afiado.

    Hoje, vige o sentido moderno da expressão, pelo qual o homem que coloca fé num só livro, que leu apenas um livro (pior ainda se for o único livro que ele escreveu) é um perigo 1) para ele mesmo (porque ele será o escravo desse livro só, como dizia o grande Joseph Needham), e 2) para todos os outros, porque ele não aceita a complexidade, a pluralidade e o conflito que a realidade e a variedade dos livros sempre apresentam. O homem de um livro só é o radical descrito por Kohler.

    Na terceira vez que alguém, numa conversa, cita o mesmo livro para justificar suas posições, não hesite, chame o Girds. Nenhuma exceção para a Bíblia, até porque o único livro que importa ao radical é sempre, para ele, a palavra de algum Deus.

    Em contrapartida, a desradicalização proposta pelo Girds consiste em tornar a vida e o mundo mais complexos, em restaurar o presença de perguntas, dúvidas e adversativas no discurso do radical que é, em geral, feito de afirmações.

     

    Você quer lutar contra a radicalização? Não simplifique, complexifique. E, mesmo se achar que você tem a resposta, prefira a pergunta.

  4. Vi alguns vídeos sobre as

    Vi alguns vídeos sobre as manifestações em SP, Salvador e BH. Mas, sei que outros estados, do mesmo modo, conseguiram arrebanhar muita gente para protestar contra a Gobo, Temer, a terceirização e reformas em andamento no Congresso. Pelo menos nas três citadas cidades foram manifestações expressivas. Todavia, o que fizeram os diversos jornais televisivos? Não mostraram nada, ou quase nada. 

    Lembrei-me de quando as manifestações eram dos coxinhas, que até a Record News, na voz dos repórteres dizia: “O que vocês estão fazendo em casa? Vamos todos pras ruas,…”. 

    O que fizeram os diversos canais de tv golpistas foi, na sequência da apresentação das pesquisas sobre o governo Temer, dar algumas explicações sobre o porvir, como se realmente a situação de Temer fosse apenas temporária. Uns disseram que Temer, diferente de presidentes demagogos, não carece de aprovação popular para nada, se tem o que a maioria dos presidentes não tem: aprovação do Congresso na quase totalidade dos parlamentares. 

    Na TV Cultura, aqueles homens tucanos, os de sempre a comentar as pautas jornalísticas, foram mais longe em dizerem que Temer não poderia fazer diferente, se pegou o Estado destruído. Ele está no caminho certo, com projetos indigestos à maioria do povo, mas que amanhã, até 2018, esse mesmo povo vai ver que tudo que ele vem fazendo doi pro seu próprio benefício.

    Ou seja, Temer pode tudo mesmo. Chega a brincar com a sensibilidade do povo, que ele despreza. A aprovação da terceirização ontem, no dia de tantos protestos contra seu governo, foi a prova maior de sua posição contra o povo trabalhador.

    O fato é que não é só o Congresso que tem parlamentares suficientes para aprovar todos os projetos desse governo, mas também a imprensa e o judiciário. Vejamos como se deu a entrada do ministro da justiça para o STF, e agora a indicação de um ministro para o TSE, quando está na pauta desse tribunal a votação da chapa Dilma-Temer. 

    • Pela quinta vez tento

      Pela quinta vez tento escrever pra vc. Por algum motivo que desconheço o texto some no meio do caminho.

      Pelo seu perfil vc ultrapassou os 60 anos e tem simpatia pelo PT.

      Uma única vez se referiu a mim. Não respondi porque fiquei embasbacado com a sra. lady se refirindo a mim.

      Foi até graciosa : ”Voltou da esbórnia”.—num contexto simpático,registsre-se.

      Se me permite discordar :

      Temer é a fina flor dos labirintos das falcatruas.

      Temer se elegeu com menos de 100 000 votos–não tem representividade.

      Temer é fraco e sujeito a qualquer tipo de pressão;

      Temer é o ÚNICO que pode fazer políticas impopulares que farão bem ao páis–porque não almeja futuro político.E nem se quisesse poderia.

      Há pouco mais de um ano pra eleição 2018, que tal deixarmos Temer com políticas necessárias e desgastante que o país precisa ?

      o PRÓXIMO presidente encontrará o país redondo.Não é inteligente criticar Temer por vários motivos.

      O principal deles é que essa suposta cassação se arrastará por séculos.Portanto, é inútil .

      ”’Vi alguns vídeos sobre as manifestações’

      Manifestantes petistas são como gado.–Um lanche de mortadela e 20 reais, eles vão mesmo.

      EM DIA ÚTIL PAGO,MELHOR AINDA.

      Lady Maria:

      Eu gosto de vc.

    • Vc atualiziou, é ?
      O mundo

      Vc atualiziou, é ?

      O mundo perderia muito se vc não atiualizasse.

      Outra coisa :

      Por que não colou na multimídia?—vc faz isso sempre.

      Entenda o seguinte :

      Sem os seus MESMOS comentários em 3 possíveis: Fora de Pauta. Clipping e Mutimídia, o mundo se apequena.

      Na verdade, deixa de existir.

      Vc é nossa luneta, front, arco íris, sapiência ,ser mágico que nos ilumina, guia ,rota.

      Sem vc , não seriamos nada.

      Muito obrigado.

  5. Eu nunca acreditei em

    Eu nunca acreditei em humildade verdadeira.

    A humildade traz consigo um pedido, uma súplica.

    Não é e nunca será espontânea.

    A vida se resume na troca de interesses.

    Até Jesus quando fazia  milagres  pedia algo em troca—sua alma,

    Se ELE soubesse que sua alma jamais seria Dele, jamais  faria o milagre.

    Claro que estou fantasiando. Mas se Deus criou Adão, precisava tirar uma costela do mesmo, pra uma mulher ?

    Por que não criou os dois de uma vez só ?

    Será que Adão ficou paralítico sem uma costela ? Não sei.

    O que aprendi lendo vários livros sobre o assunto é o seguinte:

    Adão viveu 900 anos

    A ”maçã” nunca existiu na Bíblia– era fruto .( CADA um que nomine o fruto como quiser)

    Jesus NUNCA foi marceneiro.AliáS, nunca trabalhou de verdade. Sumiu aos 13 anos de idade.–uns dizem aos 16.

    E voltou aos 33 anos.

    Uma bela hisrtória ,mas totalmente surreal.

    Ou seja. terminar voltando pro início.

    E voltando pra terminar o texto com elegãncia e boa redação como os professores ensinam :

    Vc acredita em humildade verdadeira ?

    • Não é  que a notícia seja de

      Não é  que a notícia seja de importância.

      A importância é sua presença.

      Podia manadar mail , mas não vou.,

      Numa das frases abaixo que publiquei vc lerá sobre a renúncia.

      E quando a gente se encanta muito com alguém, a renúncia( desde que seja opção necessária) é tão frustante como gratificante.

      Uma seita católica , dizem praticada pelo meu governador, se chicoteava nas costas e colocava espinhos pelo corpo.

      Eu não chego a tanto.

      Mas a dor é a mesma.

      • Eu vi e ☆☆☆☆☆
        Querido,
        renúncia é escolha.
        Uma pena que eu estar aqui seja desagradável.
        Minhas “escolhas” são resultantes mais que estruturantes. Dói. Teu tom dói. Ausências também. Todos escolhemos.
        O melhor remédio para a frustração que eu conheço é o silêncio : estanca os erros e faz mastigar. Flagelo mais eficiente que o cilício.
        Bom domingo e uma boa semana.
        Anna.

        • Vc” fala ”  sobre o

          Vc” fala ”  sobre o silêncio,

          Como sou muito interessado em vc, fui ler em tudo que escreveu.

          ”Didático” segundo seu raciocínio :

          ”É por isso que não frequento FB. Publico as boas coisas daqui por lá e nem me dou ao trabalho de comentar, que não sou evangelista nem doutrinadora política. E minha paciência acabou.”

          Não estou querendo demonstrar sua incoerência. Não. Não é isso.

          Estou tentando demonstrar como nós mudamos com o decorrer da vida.

          E isso, pra mim, não é nada vegonhoso.

          Na minha linguagem tem um nome:

          Crescimento.

          • Incoerente? Volta e meia…
            Questão de ponto de vista.

            A renúncia é escolha mesmo que de origem comparativa. Escolher renunciar é escolher evitar “tumultos mil”.

            São dois silêncios diferentes: um, para conseguir deglutir a dor. O outro porque a discussão é inócua e desgastante.

            Seu interesse é um elogio pra mim, mas não pude evitar de me lembrar do Legião: “alguém que não use o que eu disse contra mim…” :))))

            Uma pena não haver compatibilidade de “agendas” entre nós, Anarquista. Seria interessante…

            Até!

          • Não entendi, ainda mais com

            Não entendi, ainda mais com aspas

            “alguém que não use o que eu disse contra mim…” :))))

             

            ”Uma pena não haver compatibilidade de “agendas” entre nós, Anarquista. Seria interessante…”

            Tenho certeza disso. E é aí que mora o perigo.

            Se já te curto a distância, imagine perto.

            Não pense que estou fugindo de vc. Estou fuginfo de mim mesmo.

            Sinto o perigo delicioso seaproximando.

            Mas ao mesmo  tempo não posso jogar minha família pro além.

            E não é drama.

            É FATO.

            Porque com vc não será aventura.

            Por isso fui até um tanto indelicado em mail que trocamos.

            Sorry.

             

          • Sem drama.
            “alguém que não use o que eu disse contra mim…” é o trecho de uma canção… Vc usou o que eu disse para tentar desacreditar meu argumento. Tudo bem.

            Não jogue. Não renuncie. (!!!!)

            Você não foi indelicado. Você pensou – acho – que minha reação seria diferente mas, inteligente como é, ajustou rapidinho o tom e a direção. Saiu-se muito bem.

            Não se desculpe. Não há razão pra isso.

            Agora vou ver o Kong! Sua paixão pela loura é das demonstrações mais genuínas de afeto que tive o prazer de assistir na minha curta vidinha.

            Vlw!

        • Não . Não e não.
          ”’renúncia

          Não . Não e não.

          ”’renúncia é escolha.”

          Vc surtou ?

          Quem te disse que escolhemos renunciar ?

          A renúncia é mais pro lado comparativo ( o que o perdemos ou ganhamos) do que algo que nos compara a santos.

          Assim como não existe humildade sem interesse,tbm não existe renúncia altruísta.

          Eu sou sincero e prático.

          Eu só renuncio algo, porque a outra opção é pior.—tumultos mil.

          Não é pra dar uma de santo.

  6. Globo Golpista

    Levante Popular da Juventude recebe o apoio da FNP e Sindipetro-RJ na porta da Globo

    A campanha do petróleo, a FNP e o Sindipetro-RJ  se fez presente, hoje, 01/04/17 na porta da Globo, no Jardim Botânico do Rio. Estivemos lá para levar nosso apoio ao levante Popular. Esses jovens, homens e mulheres que estão acampados a alguns dias na porta da Globo. Levamos uma pequena ajuda pecuniária dos membros da direção do sindicato e cartilhas da campanha do petróleo.  

    Ontem fez 53 anos do golpe militar, quando milhares de pessoas ativistas do movimento social, estudantil, sindicalistas civis e militares foram perseguidos, presos, torturados e muitos mortos, pela ditadura militar.

    Durante 21 anos nossa liberdade foi castrada e a democracia usurpada. E a Globo apoiou e cresceu a sombra da ditadura militar, e ainda apoiou o golpe contra o presidente Getúlio Vargas que se suicidou em 1954; e agora apoiou em 2016 o golpe que tirou do governo, Dilma Rousseff, eleita pela maioria do povo brasileiro.

    E os petroleiros têm motivos de sobra para protestar contra a Globo, pois foi ela que durante três anos veiculou diariamente noticias vazadas pela operação Lava Jato para manchar a imagem da companhia.

    Foi a Globo que na década de 90, no governo de FHC na tentativa frustrada de privatizar a Petrobrás, comparava a Petrobrás a um paquiderme e chamava os petroleiros de marajá. E foi a Globo que em dezembro de 2016 publicou um editorial, dizendo: O pré-sal pode ser patrimônio inútil.   

    E hoje a despeito de todas as conquistas da Petrobrás, cuja principal, é garantir o abastecimento de petróleo, no mínimo nos próximos 50 anos a Globo tenta passar a ideia que todo petroleiro é corrupto.

    A Globo, sim é golpista, corrupta, não pagou o imposto de renda da Copa do mundo de 2002; e está envolvida em escândalo de lavagem de dinheiro conhecidos com Swssleaks e Panamá Papes.  

    Se quisessem realmente combater a corrupção além de investigar a Globo, tinham investigado o governo de FHC na Petrobrás varias vezes delatado na operação Lava Jato, até o próprio FHC reconhece em seu livro Diários da Presidência que havia corrupção na Petrobrás em seu governo, na Petrobrás.

    Não investigaram o tucano FHC, e não investiga a gestão do também tucano, Pedro Parente que é réu em ação movida por petroleiros quando ministro de FHC (2).  E agora novamente Pedro Parente foi denunciado em novembro de 2016 ao MPF e até agora nada de investigação (1)!

    Viva o Levante popular, e o povo não é bobo abaixo a rede Globo!

     

       

       

    Fonte:   1 – http://fnpetroleiros.org.br/?p=12171

    2 – https://jornalggn.com.br/noticia/desde-2001-pedro-parente-e-reu-em-acao-sobre-prejuizo-a-petrobras

     

    Rio de Janeiro, 01 de abril de 2017.

     Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, integra a coordenação do Sindipetro-RJ e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), sendo autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro”

     

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

     

      (Esse relato  pode ser reproduzido livremente)

     

     Fonte:  https://www.facebook.com/emanuelcancella.cancella

     

      http://emanuelcancella.blogspot.com.

     

     

  7. Divórcio:
    Nessa confusa toda

    Divórcio:

    Nessa confusa toda ,fui ler esperando vc me escrever.

    Wel. não tinha nada seu.

    Mas pro meu conforto. e que conforto ! ! ! recebi :

    SOCORRAM AS BALEIAS, ASSINE!

    De: “LUDIASBH” <[email protected]>

    Para: [email protected]

     

     

    A Noruega está prestes a iniciar uma terrível tradição anual: o massacre anual de centenas de baleias. Mas temos uma estratégia para dizer ao país: “SAIA DESSA!”. Se muitas pessoas se manifestarem agora, poderemos pressionar os governos europeus a fechar os portos para navios noruegueses, até que o país concorde em acabar com a caça destes seres sencientes e inteligentes! Já fizemos isso antes, no caso da Islândia. Acrescente seu nome ao abaixo-assinado e espalhe-o para todo mundo.

    NORUEGA, NÃO AO MASSACRE DAS BALEIAS!

    Abraços,

    Evidente que escreveu pra muitos. Mas fazer parte desses muitos, é uma satisfação.

      Estou carente.

     

     

     

     

  8. Agora é definitivo. Vou

    Agora é definitivo. Vou embora mesmo.

    Fuçando meu mail pra ver se Anna escreve alguma coisa , recebi essa graça de um canto do céu:

    Sou um felizardo.

    Mario, 25° GRANDE CONCURSO DE SELEÇÕES – CONVITE DE PARTICIPAÇÃO
    CONTÉM OFERTA DE PRODUTO

     Abra no navegador, Mario, voce está recebendo por fazer parte do relacionamento Pass.
    Caso deseja nao receber, cancele aqui máximo 24h para processar ou responda por esse email.

     

    Uma notícia como essa você não recebe todos os dias!

    Os nossos processadores já estão preparados, apenas aguardando para iniciar o Plano de Ação dos Potenciais Ganhadores. E você teve a sorte única de ser pré selecionado para participar e concorrer a um prêmio no valor de R$ 205.000,00¹*! 

    Já imaginou tudo o que você poderia fazer com todo esse dinheiro extra na conta?

    ¹Valor referente a soma do Grande Prêmio de R$ 100.000,00 e Prêmio Antecipação de R$ 25.000,00 e Prêmio Extra de R$ 80.000,00. * Valor bruto de Imposto de Renda (25%), conforme legislação vigente, vinculado a Títulos de Capitalização. Promoção vinculada a título de capitalização da modalidade incentivo emitido por Sul América Capitalização S.A. – Sulacap, CNPJ nº 03.558.096/0001-04 e Processos SUSEP nºs 15414.901389/2013-41 e 15414.901439/2013-90. A aprovação do Título pela SUSEP não implica, por parte da Autarquia, em incentivo ou recomendação a sua aquisição, representando, exclusivamente, sua adequação as normas em vigor. Para conhecer as condições de participação, datas dos sorteios e outras informações, acesse o regulamento no site http://www.selecoes.com.br. Imagem meramente ilustrativa.

    Viu só ?

    Fui.

     

     

     

     

     

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