Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Alexandre Weber - Santos -SP
16 de maio de 2014 3:26 amDenise Abreu – Candidata a presidênta do Brasil em 2014
Com 6,5% da preferência dos eleitores da Net, não dá mais para desprezar a candidatura da Denise.
ALGUÉM FALOU EM… OPOSIÇÃO ? – (PARTE 1): DENISE ABREU
O Brasil está aos poucos sendo engessado por décadas com a massificação e hegemonização do esquerdismo militante e intolerante o qual não suportam qualquer tipo de oposição – seja de ideias, opiniões ou até pensamentos… esse fenômeno vai condicionando a mentalidade da população a aceitar pacificamente uma ditadura com aparências de democracia.
Não há entre os candidatos à presidência quem defenda a liberdade de mercado, os valores cristãos (maioria da população), menos poder do Estado, a propriedade privada e outros assuntos, enfim, não há nenhum representante conservador (mesmo sendo a população amplamente conservador) até aparecer a “candidata-bomba” Denise Abreu do PEN – Partido Ecológico Nacional.
Denise Abreu foi diretora da ANAC durante o governo Lula e agora é pré-candidata a Presidência da República. Mas, porque ela é considerada “candidata-bomba”?
Enquanto Denise Abreu era diretora da ANAC, Lula era presidente e a Ministra Chefe da Casa Civil era Dilma Roussef. Denise contrariou muitos interesses do governo Lula e fez muitas denúncias também contra Roberto Teixeira e Dilma Roussef que era Ministra da Casa Civil naquele tempo. A causa que gerou o conflito dela com o governo foi a falta de transparência na venda da Varig devido a muitos favoritismos, apadrinhados e “trambicagem” entre Lula, Dilma, o advogado Roberto Teixeira e com certeza, muitos outros… só para se ter uma ideia na sua denúncia ela juntou dez mil laudas de documentos (quatro malas) com a comprovação documental de que ela pediu várias vezes informações do governo sobre as negociatas da Varig e o tráfico de influencias presidido por Lula e Dilma.
Não vou me aprofundar nesse assunto, até porque muitas coisas virão à tona contra toda essa máquina de corrupção. Denise Abreu representa a maior força oposicionista devido a proximidade que tinha com o governo petista.
O Senador Álvaro Dias do PSDB disse: “Denise Abreu é o verdadeiro arquivo vivo de denúncias que amedrontam o governo! É corajosa e tem muito a dizer! Pretende disputar a presidência para encontrar espaço para as suas denuncias.”
Podemos esperar grandes coisas vinda dessa nova oposição. Muitas coisas podres que o PT tem tentado esconder pode vir à tona, e pelo fato de ser uma candidata os holofotes da mídia terão que se debruçar para trazer ruídos ante as acusações e denúncias com provas que ela tem pra fazer.
O assassinato de reputações está se tornando profissão no Brasil. Quando interesses dos políticos esquerdistas são ameaçados começa-se a ter um mega operação para difamar a imagem da pessoa aliado aos apadrinhamentos dos jornalistas e “alienadores de opinião”. Foi isso que fizeram e que farão com Denise Abreu quando estiver com mais notoriedade perto das eleições.
Como metas tem o resgate dos valores éticos e tradicionais da sociedade brasileira, a extinção dos favores de classe e favorecer sim a meritocracia além de todos os projetos conservadores – apesar de o partido ter nome de ecológico e usar termos progressista como “sustentabilidade”.Para conhecer Denise Abreu e seu projetos se for eleita: Blog Denise Abreu: CONEXÃO DENISE ABREUCanal no youtube: CONEXÃO DENISE ABREUPágina no facebook: CONEXÃO DENISE ABREU Assista até o final o hangout dela com o Filósofo Olavo de Carvalho
EZEQUIEL DOMINGUES DOS SANTOS
Jorge Rebolla
16 de maio de 2014 4:03 amVote no 51…
…pode até parecer, mas não é o Lula…
Alexandre Weber - Santos -SP
16 de maio de 2014 10:52 amVocê provoca né Rebolla?
Depois guenta….
Gilson AS
16 de maio de 2014 4:40 amEnquanto isso, em SP …
Assis Ribeiro
16 de maio de 2014 9:53 amO programa eleitoral do PT
O programa eleitoral do PT que colocou as oposições nas cordas.
Colocou em pauta de debate eleitoral a inflação, a corrupção, a reforma política via Constituinte Exclusiva, saúde, educação, segurança pública e infraestrutura.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=mGhsKzlS-Us%5D
IV AVATAR
16 de maio de 2014 11:15 amO povo brasileiro não sabe disso
A imprensa esconde e por isso o povo brasileiro não sabe e prefere acreditar na “sensação térmica” de que o PT é só roubalheira, de que o governo(federal, claro) só rouba, enquanto isso os bilhões de reais surrupiados por tucanos em SP fica no esquecimento, não há nada que se possa fazer,,,,,parece que não, pois quando se fala em quebrar o monopólio da difusão da informação o baronato da mídia vem com o velho discurso da guerra fria “é o stalinismo!” e fazem a população crer que no Brasil nunca houve regulamentação da mídia, houve sim, em 1962, como apontou Lula, bem velha portanto e quando praticamente não havia TV, internet era ficção…
ROGERIO FARIA
16 de maio de 2014 11:31 amA ira de Dinho
Clique na imagem par amais tirinhas!
BRAGA-BH
16 de maio de 2014 11:49 amPrograma Alterosa no ataque!
Assisti na noite de ontem ao Programa Alterosa no Ataque com Jaeci Carvalho como apresentador e Marques (ex ajogador de futebol) como comentarista. A TV Alterosa é repetidora do sinal do SBT em Minas. O programa no todo estava bem interessante. Jaeci e Marques comentaram a respeito principalmente da eliminação do Cruzeiro na Libertadores. Assisti ao programa todo. Fiquei até o fim por causa de uma chamada sensacionalista de seu apresentador que dizia que teria ‘cenas fortes’ no seu último quadro. Pensei que poderia ser algo relacionado à indignação da torcida do Cruzeiro. Pra minha surpresa ele mostrou as cenas de bandidos cariocas que festejavam um gol numa partida de futebol atirando com suas metralhadoras e fuzis para o alto. A partir deste momento o que se viu foi de dar vergonha! O apresentador Jaeci Carvalho pronunciou vários impropérios na rede aberta culminando em repetir por diversas vezes: “tenho vergonha de ser brasileiro” e ainda tentando conseguir o apoio de Marques ao inquirí-lo sobre o assunto. Fiquei indignado pois eu não tenho vergonha de ser brasileiro e muito menos de ser mineiro. Ou o Sr Jaeci nunca viu falar nas corridas de camelos no Egito que terminam com tiros pra cima? Ou até mesmo nos mafiosos que homenageiam seus pares ou os bandidos colombianos que comemoram alguma vitória. Pois bem. São todos bandidos e nem por isso representam seus países ou suas populações. São chamados de marginais porque estão à margem da lei e da sociedade. Meu desapontamento com o Sr Jaeci é que ele fez desmerecer uma população de 200milhões de habitantes por causa de uma parcela ínfima. Sr Jaecí. O sr é bem mais inteligente do que isso que demonstrou ontem. Não partidarizo com o sr de suas opiniões. Não vou dizer que o Brasil é o Jardim do Éden mas também não vou afirmar que somos o inferno. Com opiniões como a sua, com reações destemperadas como a sua sendo veiculadas numa rede de grande audiencia, o sr pode ter a certeza que acelerou ainda mais o processo de degradação deste país que necessita de pessoas inteligentes, cultas e que sabem discernir entre o certo e o errado e se posicionar na hora certa. Lampejos de indignação ou se mostrar como um pseudo-moralista pode atingir aos mais incautos, aos menos informados que gostam de pão e circo mas não farão melhorar em nada a situação em que vive nosso país. Temos uma Copa do Mundo batendo às nossas portas. Está na hora de arrumarmos a casa, dar um banho no cachorro, varrer e jogar uma água no quintal para baixar a poeira para recebermos nossos visitantes ilustres. É o melhor que temos a fazer neste momento e não denegrir ainda mais o nosso país e nem o nosso povo tão sofrido.
PS.: Você perdeu UM telespectador!!
jns
16 de maio de 2014 11:53 amAtivismo Ambiental
Projetos de Energia Frustrados na América do Sul
AQ online | Richard André
Hidrelétricas são cada vez mais elogiadas pelos governos como uma forma renovável para atender à crescente demanda de energia do hemisfério sul-americano, mas os projetos encontram forte resistência local e internacional ao longo do caminho; muitas das quais estão centradas na falta de consulta à comunidade.
A hidrelétrica de Belo Monte, no estado amazônico do Pará é um exemplo. Belo Monte pode ser a melhor chance do Brasil afastar-se dos combustíveis fósseis e satisfazer as necessidades de consumo de energia elétrica da sua crescente classe média. Mas o projeto – previsto para gerar 11 milmegawatts de eletricidade – por desviar até 62 milhas (100 quilômetros) do Rio Xingu, está sob ataque feroz por seu potencial impacto ambiental e cultural.
A Amazon Watch, uma ONG opositora da construção da represa, afirma que a barragem de Belo Monte vai inundar 1.500 quilômetros quadrados) de floresta, deslocando cerca de 20.000 a 40.000 pessoas, a maioria delas indígenas. O governo brasileiro, no entanto, divulgou uma estimativa conservadora de 500 quilômetros quadrados e 16.000 desalojados que terão os seus direitos reparados.
O projeto de Belo Monte, propriedade do consórcio Norte Energia, realizou quatro audiências públicas, 12 consultas públicas, bem como oficinas e 30 visitas a aldeias indígenas entre 2007 e 2010, mas os membros das tribos Munduruku, Xipaya, Kayapó, Arara e Tupinambás e uma dúzia de outros grupos indígenas ocuparam repetidamente os locais de construção da represa, exigindo novas consultas. Até diretor James Cameron – Avatar – se tornou um crítico ferrenho do projeto.
Legitimando as suas objeções, um Tribunal Distrital Federal determinou, em outubro de 2013, que a autorização da retomada da construção do projeto pelo Congresso foi ilegal. De acordo com o Juiz Antônio Souza Prudente, Belo Monte não conseguiu realizar consulta suficiente e orientada com os povos indígenas, de acordo com a OIT 169, que o Brasil ratificou em 2002 e foi promulgada em 2004.
Embora a decisão tenha sido posteriormente derrubada pelo Supremo Tribunal Federal e a construção retomada, ele enviou uma mensagem clara de que a ausência de consulta correta às comunidades pode ser politicamente e economicamente onerosa. Em fevereiro de 2014, o IE Belo Monte, um consórcio sino-brasileiro, ganhou os direitos para construir e operar uma linha de energia que liga a barragem ao sudeste do Brasil.
Mas aqueles que pensam que a resistência por parte de grupos indígenas e ambientalistas seja simplesmente uma lombada para prejudicar o andamento do processo, não precisa olhar mais longe do que a real advertência emanada do projeto hidrelétrico HidroAysén do Chile.
Projetada corretamente, a HidroAysén consistiria em cinco mega barragens, contando com 3.220 km de linhas de transmissão que atravessariam seis parques nacionais e oito regiões indígenas, no território ancestral que em sua maioria pertence aos Mapuches, o maior grupo indígena do Chile .
Embora as barragens fossem aprovadas em 2011, pelo então presidente Sebastian Piñera, o projeto enfrentou oposição crescente, especialmente a partir da campanha Patagônia Sin Represas, uma rede que reúne grupos indígenas, ambientalistas e grupos de turismo.
A HidroAysén prometido cobrir um terço da demanda de energia do Chile até 2024. E embora o governo chileno tenha realizado consultas públicas, um relatório de 2012, aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Povos Indígenas Câmara de Deputados, encontrou irregularidades em estudos de impacto ambiental e uma falta de procedimentos institucionais para considerar as opiniões das comunidades afetadas pelo do projeto.
Respondendo à crescente pressão, a Endesa, que detinha uma participação de 51 por cento no projeto, removeu de sua carteira de investimentos em janeiro de 2014, afastando-se do plano controverso. O governo da presidente Michelle Bachelet disse que vai decidir sobre o destino de HidroAysén em maio, mas depois que ela chamou o projeto de “inviável”, durante um debate televisionado, o seu futuro está em perigo.
Ainda há esperança para Belo Monte. O Brasil poderia fazer um esforço para consultar adequadamente grupos indígenas, e negociar um plano de mitigação e compensação para que todas as partes possam concordar. Se não, Belo Monte vai seguir os passos da HidroAysén e ser reduzida a uma nota de rodapé em esforços para lidar com a expansão das necessidades energéticas da região.
http://americasquarterly.org/content/foiled-energy-projects
BRAGA-BH
16 de maio de 2014 12:00 pmPrograma Alterosa no ataque!
Assisti na noite de ontem ao Programa Alterosa no Ataque com Jaeci Carvalho como apresentador e Marques (ex ajogador de futebol) como comentarista. A TV Alterosa é repetidora do sinal do SBT em Minas. O programa no todo estava bem interessante. Jaeci e Marques comentaram a respeito principalmente da eliminação do Cruzeiro na Libertadores. Assisti ao programa todo. Fiquei até o fim por causa de uma chamada sensacionalista de seu apresentador que dizia que teria ‘cenas fortes’ no seu último quadro. Pensei que poderia ser algo relacionado à indignação da torcida do Cruzeiro. Pra minha surpresa ele mostrou as cenas de bandidos cariocas que festejavam um gol numa partida de futebol atirando com suas metralhadoras e fuzis para o alto. A partir deste momento o que se viu foi de dar vergonha! O apresentador Jaeci Carvalho pronunciou vários impropérios na rede aberta culminando em repetir por diversas vezes: “tenho vergonha de ser brasileiro” e ainda tentando conseguir o apoio de Marques ao inquirí-lo sobre o assunto. Fiquei indignado pois eu não tenho vergonha de ser brasileiro e muito menos de ser mineiro. Ou o Sr Jaeci nunca viu falar nas corridas de camelos no Egito que terminam com tiros pra cima? Ou até mesmo nos mafiosos que homenageiam seus pares ou os bandidos colombianos que comemoram alguma vitória. Pois bem. São todos bandidos e nem por isso representam seus países ou suas populações. São chamados de marginais porque estão à margem da lei e da sociedade. Meu desapontamento com o Sr Jaeci é que ele fez desmerecer uma população de 200milhões de habitantes por causa de uma parcela ínfima. Sr Jaecí. O sr é bem mais inteligente do que isso que demonstrou ontem. Não partidarizo com o sr de suas opiniões. Não vou dizer que o Brasil é o Jardim do Éden mas também não vou afirmar que somos o inferno. Com opiniões como a sua, com reações destemperadas como a sua sendo veiculadas numa rede de grande audiencia, o sr pode ter a certeza que acelerou ainda mais o processo de degradação deste país que necessita de pessoas inteligentes, cultas e que sabem discernir entre o certo e o errado e se posicionar na hora certa. Lampejos de indignação ou se mostrar como um pseudo-moralista pode atingir aos mais incautos, aos menos informados que gostam de pão e circo mas não farão melhorar em nada a situação em que vive nosso país. Temos uma Copa do Mundo batendo às nossas portas. Está na hora de arrumarmos a casa, dar um banho no cachorro, varrer e jogar uma água no quintal para baixar a poeira para recebermos nossos visitantes ilustres. É o melhor que temos a fazer neste momento e não denegrir ainda mais o nosso país e nem o nosso povo tão sofrido.
PS.: Você perdeu UM telespectador!!
jns
16 de maio de 2014 12:54 pmHidrelétricas na Amazônia Peruana
Região da amazônia peruana prevê investimentos acima de US$ 7 bilhões em hidrelétricas
ANDINA | 12/05/2014
Megaobras vão gerar mais de 8.000 postos de trabalho diretos e indiretos.
Chachapoyas – A região peruana de Amazonas planeja gerar sua própria energia e vendê-la a outros países, a partir da construção de cinco grandes centrais elétricas que exigem um investimento superior a US$ 7 bilhões, anunciou-se hoje.
O presidente do Governo Regional do Amazonas (GRA), José Arista Arbildo, disse que duas dessas centrais hidrelétricas, a de Chadín II e a de Cumba IV, já têm a permissão do Ministério de Minas e Energia (Minem) para iniciar a construção imediata, com um orçamento de US$ 4 bilhões.
Em declarações à Agência Andina, Arbildo informou que Chadín II começará a ser construída nos próximos três meses, enquanto que Cumba IV terá o prazo de sete meses para o início das obras. Cada uma dessas centrais hidrelétricas, que estão sobre o rio Marañon, demorarão cinco anos.
Arista revelou também que há outras três centrais hidroelétricas que estão em etapas de estudo e que começarão a ser construídas em 2018, com um investimento superior a US$ 3 bilhões.
“Temos uma central hidrelétrica de Tingo que seria construída sobre o rio Utcubamba, que vai gerar cerca de 400 megawatts. A outra está no Rio Marañon, na zona limítrofe com Cajamarca”, detalhou.
Também informou ter recebido a visita de executivos de uma empresa brasileira interessada em iniciar os estudos para a construção da central elétrica sobre o rio Marañon, cerca de 10 quilômetros da cidade de Bagua.
“Caso tudo dê certo com as hidrelétricas, estamos falando de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões. É por isso que a região Amazonas tem um futuro espetacular com todo esse investimento”, afirmou.
O responsável também ressaltou que esses megaprojetos permitirão gerar mais de 8.000 postos de trabalho direta e indiretamente e que Amazonas vai passar a ser uma região que deixará de depender da venda de produtos agrícolas para se transformar em uma região que vende energia.
“Dessa forma, o nível de emprego e de produção regional será muito mais adequado e não vamos depender tanto da flutuação dos produtos básicos internacionais ou das pragas como a ferrugem que tem destruído 70% dos cafezais”, asseverou.
Fonte: Agência Peruana de Notícias
Link: http://www.andina.com.pe/agencia/noticia-amazonas-proyecta-inversiones-mas-7000-mllns-hidroelectricas-505610.aspx#.U3X6a9JdWTI
***
RIO MARAÑÓN
O rio Marañón nasce a cerca de 5.800 m de altitude, no Nevado de Yapura, nas geleiras das montanhas andinas, percorrendo cerca de 1.600 km, a noroeste, ao longo da base oriental dos Andes, através do Peru, antes de virar para o leste e fluir para as planícies da Amazônia – o Marañón encontra com o rio Ucayali e juntos formam o rio Amazonas.
Imagem: Fuente del Amazonas
Imagens: Sierra Rios
Free Walker
16 de maio de 2014 12:55 pmÊpa, ops e et cetera,
já sou
Êpa, ops e et cetera,
já sou um homem devidamente cadastrado no GGN, tudo como manda o figurino, mas não consigo mais comentar (trollar segundo alguns) com o meu lindo nick Walker Liberal. Há conflito.
Pôxa, magoei…
luisnassif
16 de maio de 2014 1:50 pmSe está cadastrado, tem que
Se está cadastrado, tem que se logar para comentar. Se comentar com seu nome, sem logar, dará conflito com seu próprio nome cadastrado.
Free Walker
16 de maio de 2014 7:04 pmOk, beleza Luis, já recebi
Ok, beleza Luis, já recebi e-mail do GGN me informando como ativar o eu Walker Liberal para ficar lindo, livre, leve, solto e mosca na sopa da comunidade GGN………
Thank you for you…
joca
16 de maio de 2014 1:29 pmQuem é quem na Copa do
Quem é quem na Copa do Mundo
POR JAIME BELMIRO DOS SANTOS
Atacante do Brasil
( ) Hulk ( ) Thor ( ) Capitão América
Atacante do Brasil
( ) Jô ( ) Serginho Groismann ( ) Marília Gabriela
Defensor da Croácia
( ) Vida ( ) Amor ( ) Tchuco-Tchuco
Defensor do México
( ) Moreno ( ) Alto ( ) Bonito e Sensual
Atacante do Brasil
( ) Fred ( ) Barney ( ) Pedrita
Atacante da Holanda
( ) Robben ( ) Batman ( ) Coringa
Defensor da Costa do Marfim
( ) Bamba ( ) Conga ( ) Ki-Chute
Defensor da Costa do Marfim
( ) Boka ( ) Queixo ( ) Nariz
Defensor da Alemanha
( ) Lahm ( ) Veludo ( ) 100% Algodão
Defensor da Argentina
( ) Mercado ( ) Quitanda ( ) 1,99
Atacante da Nigéria
( ) Musa ( ) Princesa ( ) Diva
Defensor da Rússia
( ) Granat ( ) Dim-Dim ( ) Bufunfa
Meio-campista da Coreia do Sul
( ) Jung-Woo ( ) Yahoo! ( ) Woo-Hoo!!! o/
Atacante da Itália
( ) Rossi ( ) Lopes ( ) MRV
Defensor da Itália
( ) Paletta ( ) Acém ( ) Ponta de Alcatra
Atacante do Equador
( ) Caicedo ( ) Caitarde ( ) Cai Amanhã
Defensor de Honduras
( ) Peralta ( ) Sapeca ( ) Espoleta
Meio-campista de Gana
( ) Badu ( ) Facebook ( ) Orkut
Atacante da Bélgica
( ) Hazard ( ) Sorte ( ) Véi, Nunca Mais!!
Defensor da Argentina
( ) Basanta ( ) Basburro ( ) Sabe de Nada, Inocente
–
*Jaime Belmiro dos Santos é analista de sistemas e torcedor do Guarani
http://blogdojuca.uol.com.br/2014/05/quem-e-quem-na-copa-do-mundo/
anarquista sério
16 de maio de 2014 2:45 pmum casal mudou-se para um
um casal mudou-se para um novo bairro. Na manhã do dia seguinte, enquanto tomavam café da manhã, a mulher olhou pela janela e viu sua vizinha estendendo roupas. Imediatamente ela comentou com o marido: “As roupas não estão limpas, nossos vizinhos não sabem lavar roupa, quem sabe eles precisem de um sabão melhor!”.
Durante um mês eles comentaram sobre as roupas sujas dos vizinhos. Até que um dia a mulher olhou pela janela e viu a vizinha estendendo roupas impecavelmente limpas.
Então ela disse ao marido: “Nossos vizinhos finalmente aprenderam a lavar roupa, veja como estão limpas! Quem será que os ensinou?”.
Então o marido lhe disse: “Minha querida, na verdade fui eu que acordei mais cedo hoje e limpei a nossa janela!!!”.
Assim é a vida: aquilo que vemos quando olhamos os outros depende de quão limpas estejam as janelas através das quais olhamos. Antes de criticar e buscar algo no outro para julgar, quem sabe não seja melhor perguntar se não estamos prontos para um novo olhar.
El Cid
16 de maio de 2014 3:12 pmSuíça vota proposta de salário mínimo de R$ 10 mil
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/suica-vota-proposta-de-salario-minimo-de-r-10-mil/
Luciano Prado
16 de maio de 2014 3:17 pm“Só abro a boca quando eu tenho certeza” – Ofélia
“… Como fez o senhor Ney Matogrosso, que longe de casa e para um entrevistador atônito da TV portuguesa, que continuava a repetir “Mas o senhor tem certeza? Estou surpreso que ache isso”, se pôs a desancar seu país como se fosse um turista vivendo acidentalmente em Niterói…”
Folha
Barbara Gancia
Mick Jagger, salve-nos se puder!
É fabuloso o mal que a ditadura causou. As redes sociais parece que estão deixando o estrago ainda mais evidente.
No regime militar, era fora de questão exercitar o pensamento político, estimular a criação de agremiações comunitárias… O emburrecimento coletivo foi quase que uma imposição.
Dar consciência, é só assim que a gente vai formar uma sociedade de bem. E não deixando um bando de galinhas ao léu cacarejando, uma multidão de marias vai com as outras. Formar cidadania e politizar são obras que requerem esforço, pesquisa, leitura, organização e coerência.
Um esforço hercúleo que se assemelha ao que foi empreendido pelos operários que morreram nas obras dos estádios da Copa e que, agora, por causa de nossa boçalidade, estão sendo transformados em heróis.
Teve acidente no Itaquerão, Brasília, Manaus e Cuiabá. É mesmo um número absurdo. Só em Itaquera foram duas vítimas.
E, óbvio, a culpa é da Copa, do governo, de algum bambambã. A culpa tem que ser atribuída a alguém e lá vem o Brasil descendo a ladeira com suas opiniões desmazeladas.
Eu acho, tu achas, ele acha. Mas, pondere: talvez sejamos o país com mais acidentes de trabalho em números relativos. Há muito operário de obra buscando energia logo de manhã na base da caloria vazia do destilado (pinga é mais barato que prato feito) e, por mais que se tenha urticária quanto ao poder desmesurado das grandes construtoras, a segurança das obras da Copa foi exemplar. Adivinha se não tinha um monte de jornalista de olho?
Ou seja, morre gente em obra a rodo no país. Com ou sem Copa. Alguém já viu camarada operando uma britadeira de máscara ou com protetor de ouvido? Não, né? O sujeito que cuida da limpeza do ar condicionado da sua empresa usa máscara? Acha incômodo, certo? Isso não veio com a Copa nem com a
Dilma, a Incompetente, veio?
O mesmo se aplica a essa generalização boba: Copa/PT – PT/Copa. Não foi o atual governo que quis Copa e os Jogos Olímpicos. Todos os governos mais o Carlos Arthur Nuzman querem. Lembro, na gestão FHC, de ter dito, neste nobre espaço, que seria uma temeridade trazer a Olimpíada como se pretendia. E a mulher do então chanceler de FHC, Luiz Felipe Lampreia, mandou uma longa carta ao “Painel do Leitor” acusando-me de falta de patriotismo. Está no arquivo do jornal.
Todo governante quer Copa, Olimpíada e GP de F-1. Pergunte à Prefeitura do Rio se ela gostou de perder a receita do GP Brasil.
Quando sai pela culatra, dá um prejuízo enorme. O Pan já tinha dado. Então por que esperamos este tempão para reclamar? Ah, é! Deixamos para o último minuto…
Como fez o senhor Ney Matogrosso, que longe de casa e para um entrevistador atônito da TV portuguesa, que continuava a repetir “Mas o senhor tem certeza? Estou surpreso que ache isso”, se pôs a desancar seu país como se fosse um turista vivendo acidentalmente em Niterói.
Ocorre que ele não é. É um artista de uma idade que já não permite macaquices, que em vez de se valer de sua estatura -que não é pouca- saiu falando que os pobres estão tendo filhos para se valer dos benefícios do Bolsa Família.
Chega a ferir a dignidade humana que alguém ache que hordas de brasileiras topam dar à luz em troca de uns tostões, mas é a ignorância que mais me incomoda. O IBGE comprova essa informação? E o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e o Banco Mundial, serão burros por usar o Bolsa Família como modelo? Quero ver o sr. Matogrosso acusar o pastor Feliciano de vender superstição, quando ele mesmo usou desse tipo de crendice sobre o seu país na TV portuguesa
Douglas Portari
16 de maio de 2014 3:50 pmBrasil tem nove capitais em ranking das “cidades inteligentes”
Esta é da série “O Brasil não acabou ainda…”
http://blogoosfero.cc/fpabramo/blog/sp-e-rio-aparecem-entre-as-cidades-de-alto-potencial-em-ranking-mundial
SP e Rio aparecem entre as cidades de alto potencial em ranking mundial
15 de Maio de 2014, por DP – sem comentários ainda
O Brasil tem ainda outras sete cidades na listagem: Curitiba, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Fortaleza
Por Douglas Portari
Há algumas semanas, a insuspeita escola de negócios espanhola Iese lançou seu ranking anual de “cidades inteligentes”, o Cities in Motion, um estudo que englobou 135 cidades de 55 países, sendo 49 capitais. A pesquisa é feita com base em 50 indicadores de dez áreas-chaves: governança, gestão pública, planejamento urbano, tecnologia, meio ambiente, projeção internacional, coesão social, mobilidade e transporte, capital humano e economia.
Das 20 primeiras colocadas, dez são da Europa, seis são norte-americanas, três são asiáticas e uma é da Oceania, ficando Tóquio com o primeiro lugar. A América Latina, claro, surge na rabeira. Até aí, nenhuma surpresa, dirão. Porém, oito cidades latino-americanas – São Paulo e Rio de Janeiro entre elas – são listadas como de “alto potencial” entre aquelas que marcam tendência.
Cidades brasileiras
O Brasil entra no ranking com nove cidades. Para efeito comparativo, tanto entre seus vizinhos como com outros integrantes do BRICS: a China conta com dez; África do Sul, quatro; Rússia, duas; a Índia não teve nenhuma cidade ranqueada; Argentina, três; Colômbia, três; Chile, uma. O México tem três cidades na lista. Santiago é a cidade latino-americana mais bem posicionada, na 83ª posição. Confira abaixo o posto das cidades brasileiras:
– São Paulo (94)
– Curitiba (97)
– Rio de Janeiro (116)
– Salvador (127)
– Porto Alegre (128)
– Belo Horizonte (129)
– Brasília (131)
– Recife (132)
– Fortaleza (133)
Coincidentemente ou não, as nove são cidades-sede da Copa do Mundo, ou seja, a despeito de seus notórios problemas de infraestrutura, mobilidade, etc, estas praças não são o descalabro que a turma do ‘Não Vai Ter Copa’ quer fazer crer.
O estudo da Iese destaca que muitas cidades são extremamente avançadas em alguns quesitos, mas falham em outros, e apresenta as seguintes conclusões: é preciso uma visão de conjunto da gestão urbana, as mudanças nas políticas públicas demoram a produzir efeitos, a incidência do contexto nacional, ausência de um modelo único de sucesso e a falta de correlação entre a reputação de algumas cidades e sua realidade.
– Saiba mais aqui
– Veja o mapa interativo
– Baixe aqui o estudo
DanielQuireza
16 de maio de 2014 6:02 pmO principal erro de Barbosa
O principal erro de Barbosa na questão do trabalho externo
O principal erro de Barbosa nao é nem no mérito da questão.
O erro dele foi julgar monocraticamente, simplesmente porque sabe que vai perder no plenário.
Bem ou mal um magistrado tem e deve ter mesmo uma boa gama de interpretações possíveis quanto aos temas. O grande problema é que deve haver o controle, ou na instância superior ou mesmo em um tribunal, para alterar decisões flagrantemente erradas e injustas. O caso do juiz que todo ano anulava o enem é exemplar. Ele anulava a prova, dai 24 horas depois o tribunal anulava a decisão dele e fim de papo. Imaginemos que o juiz anulasse o enem e depois fizesse (ou tivesse a possibilidade de fazer) toda sorte de chicanas para que ninguem pudesse anular a sua decisão ? Seria ou nao absurdo ?
Ora, em primeiro lugar a decição de Barbosa foi controversa, flagrantemente contrária às principais jurisprudencias do País quanto ao tema, notadamente no STJ. Em segundo lugar, haviam presos como o Delúbio e o Romeu Queiroz que ja estavam trabalhando fora. Era um direito já posto em prática, e por questão de bom senso, não deveria ser revogado, senão por decisão já pacificada.
O que seria o lógico, o razoável de Barbosa fazer ? Submeter a questão ao prenário e, se for o caso, mudar a jurisprudência quanto ao tema. Ponto. Simples.
Mas não, como ele e todos sabem que o plenário jamais vai decidir desta nova forma, ele então toma a decisão sozinho.
Mas e ai como que fica o caso do Delúbio, por ex ? Já estava trabalhando fora, agora, com a nova decisão do Barbosa, perde o direito ao trabalho. Quando o plenário firmar entendimento e derrubar a questão ele volta a trabalhar, em tese. Qual a lógica disso tudo ? Nenhuma.
Sem contar que, até onde sei, Barbosa revogou a decisão de trabalho de Delúbio e Romeu sem mesmo haver recurso do MP neste sentido. Ele, aparentemente, simplesmente mudou a decisão da vara de Brasília apenas para dar ar de normalidade na decisão com relação a José Dirceu, que foi no mesmo sentido. Sem falar no fato de um presidente de STF decidindo acerca de execução penal é um completo absurdo.
Agora, os advogados devem entrar com agravo, para que a questão seja julgada em plenário. E ai vamos ver se o caso entrará logo em pauta ou não.
Leandro_O
16 de maio de 2014 6:05 pmRevisão da Política Nacional de Trânsito
Pesquisa do Denatran:
Revisão da Política Nacional de Trânsito – Para o decênio 2015/2024
O Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN, visando definir os objetivos da PNT – Política Nacional de Trânsito para a década de 2015 a 2024, pretende colher informações da sociedade sobre o nível de satisfação quanto às condições no trânsito. Dessa forma foi elaborado um pequeno formulário, com questões básicas, para registrar as suas observações a respeito do trânsito em sua cidade.
Contribua com suas observações respondendo a pesquisa.
http://www.denatran.gov.br/pesquisa_pnt.htm
Questionário de Política Nacional de TrânsitoEstado: Município: 1 – Há divulgação das regras de trânsito na sua cidade?Sim Nao Nao sei 2 – Os órgãos de trânsito realizam campanhas educativas de trânsito?Sim Nao Nao sei 3 – Quanto à sinalização das vias:a – É visível?Sim Nao Nao sei b – É satisfatória?Sim Nao Nao sei c – Há manutenção constante?Sim Nao Nao sei 4 – Há ações de fiscalização de trânsito?Sim Nao Nao sei 5 – Quanto tempo você passa no trânsito diariamente?Ate 30 minutosAte 1 horaAte 2 horasAte 3 horasAte 4 horasAcima 4 horas6 – Você considera as pessoas no trânsito educadas?Sim Nao Nao sei 7 – Os pedestres são respeitados no trânsito?Sim Nao Nao sei 8 – Os ciclistas são respeitados no trânsito?Sim Nao Nao sei 9 – Como avalia a atuação dos profissionais de trânsito?Bom Regular Ruim 10 – Como avalia a formação dos condutores?Bom Regular Ruim 11 – Comentários e Sugestões:
Mara L. Baraúna
16 de maio de 2014 6:12 pmA Copa do Mundo de FHC
Como FHC tentou, e não conseguiu, trazer a Copa para o Brasil em 2006
Blog da Cidadania, Eduardo Guimarães
Se houve um momento em que deveriam ter sido feitos protestos contra a realização de uma Copa do Mundo no Brasil foi em 1999, ano em que o governo do país consumou um dos maiores – se não o maior – estelionato eleitoral de sua história.
No ano anterior, o então presidente Fernando Henrique Cardoso se reelegera garantindo que, sendo reeleito, não desvalorizaria o real diante do dólar. Era mentira. Cerca de 60 dias após se reeleger ele desvalorizou a moeda e atirou o Brasil em uma terrível crise econômica.
No último ano da década de 1990, o desemprego alcançara incríveis 12% (contra 5,4% em 2013), a inflação batera nos 8,94% (contra 5,91% em 2013), 26.093 empresas quebraram (contra 1.758 em 2013). Ainda assim, FHC apresentou candidatura do país a sediar a Copa do Mundo de 2006.
A iniciativa de um governo que no primeiro ano de seu segundo mandato quebrara o país refletiu a própria incompetência na proposta que apresentou à Fifa.
O caderno de encargos apresentado pela CBF à Fifa em 1999 continha um festival de erros e contrastava com propostas minuciosas e bem apresentadas como a inglesa. Por conta disso, a proposta do Brasil perdeu de todas as outras de goleada.
O projeto apresentado pelo governo tucano começava pecando pela apresentação visual. A CBF enviara à Fifa uma brochura – que se desmontava com facilidade – e um fichário. A brochura indicava as cidades que receberiam a Copa de 2006 e discorria sobre aeroportos, estádios, pontos turísticos etc.
As fotos deixavam a desejar. Algumas eram em preto-e-branco, apesar de não serem antigas, denotando desleixo. E as legendas muitas vezes não condiziam com as fotos.
Sobre a infraestrutura de São Paulo, por exemplo, uma rodovia era apresentada duas vezes e, na primeira, a legenda dizia que a imagem era do Monumento dos Bandeirantes (São Paulo) e, na segunda, a capital paulista era chamada de “Atibaia”.
Já o metrô paulistano, que em 1999 já era o mais lotado e o menor do mundo – em se tratando de grandes centros urbanos –, além de tudo não aparecia completo. O mapa de sua extensão não citava estações como Tucuruvi e Parada Inglesa.
Mas foi na infraestrutura dos estádios que o Brasil passou vergonha. O “certificado de segurança” das instalações mandado à Fifa denotava a fragilidade da candidatura brasileira.
Sobre o estádio do Morumbi, foi apresentada carta da Secretaria de Habitação de São Paulo afirmando que o estádio comportava 80 mil torcedores, mas o mesmo documento continha informação de que metade da arquibancada térrea, até então interditada, não tinha cadeiras, obrigando os torcedores a verem os jogos em pé ou sentados no chão, o que infringia as exigências da Fifa.
Outro mico pago pelo Brasil foi sobre o estádio Vivaldo Lima, em Manaus. A brochura (mal encadernada) apresentada pelo governo FHC oferecia 20 lugares para deficientes físicos, ou 5% do que ofereciam os rivais do Brasil na disputa para sediar a Copa de 2006.
Além disso, os números da brochura tosca entregue pelo governo FHC à Fifa não batiam com os números que figuravam no fichário improvisado. Sobre o Maracanã, a documentação citava duas capacidades de público diferentes. Na brochura, 120 mil torcedores; no fichário, 100 mil torcedores.
Sobre o estádio da Fonte Nova, o material dizia que comportava “comodamente” 82 mil torcedores, mas que “boa parte” deles teria que ficar sentada no chão (!?).
Já o estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, também teve capacidade inflada. Embora o material contivesse laudo atestando capacidade para 80 mil torcedores, a direção do estádio dizia que não cabiam mais de 70 mil.
O amadorismo da proposta do governo brasileiro foi tanto que um campo de treinos em Goiânia foi chamado de “Vila Nova”, mas esse era o nome de um time goiano. O campo de treinos era o do Estádio Serra Dourada.
A proposta inglesa continha 608 páginas, a alemã (que acabou vencendo) continha 1.200 páginas, a sul-africana continha 1.500 páginas. Todas bem encadernadas, com descrição detalhada das cidades-sede. A proposta brasileira, mal ajambrada, continha 208 páginas.
Por fim, a previsão de gastos apresentada pelo Brasil condizia com o estado de penúria econômica do país. O valor apresentado para “investimentos” era de US$ 360 milhões e não era detalhado. Na proposta inglesa, por exemplo, só para reconstruir o estádio de Wembley os gastos previstos eram de US$ 490 milhões, o que denotava o irrealismo da proposta brasileira.
Oito anos depois, mais exatamente em 30 de outubro de 2007, o Brasil apresentou a sua proposta para sediar a Copa de 2014.
A apresentação brasileira condizia com a euforia social e econômica que vigia no país. Agora, tínhamos inflação de 4,6%, desemprego (ainda alto, porém cadente) de 9,3% e o país sofrera com apenas 2.721 falências naquele ano.
O material primoroso apresentado previa prioridade para os investimentos privados na construção e na reforma dos estádios, deixando os recursos públicos para a modernização da infraestrutura (transporte, segurança etc.)
A apresentação ainda continha vídeos com depoimentos de artistas, cenas de paisagens naturais e narração em inglês. Ao fundo, a apresentação tocava samba.
Duas horas depois, Joseph Blatter, presidente da Fifa, disse que a escolha do Comitê Executivo da entidade fora unânime, confirmando a sede da Copa de 2014 para “o melhor futebol do mundo”.
Todos os governos brasileiros, ao longo da segunda metade do século XX, tentaram trazer para cá a Copa do Mundo. Porém, só o governo Lula conseguiu. No século XXI.
As obras de infraestrutura (aeroportos, meios de transporte etc.) ficarão e beneficiarão as populações das regiões que as receberam. Os estádios, em um país em que milhões comparecem a eles todas as semanas, continuarão recebendo o afluxo desses mesmos milhões de brasileiros. Só que com mais conforto.
Todos os recursos públicos gastos com a Copa voltarão (com lucro expressivo) através dos negócios com turismo. A realização de evento disputado há décadas por incontáveis países projetará o país no mundo.
É compreensível que as demandas sociais justas deste país sejam feitas. Quanto mais forem feitas, melhor. Porém, a Copa não irá tirar um único centavo do social. Pelo contrário: o lucro que a Copa de 2014 irá gerar ajudará a atender essas demandas.
olv
16 de maio de 2014 6:56 pmferrovia norte/sul
Deveris ser noticia importante a inauguração da ferrovia norte/sul até Anapolis/GO.
El Cid
16 de maio de 2014 7:49 pmuma colaboração da Brastemp
A Brastemp pode ajudar a Sabesp nesse problema de água em SP:
https://www.youtube.com/watch?v=HcdLPXerAuo
Gilberto .
16 de maio de 2014 8:07 pmMemorial da América Latina, um gesto de grandeza
No ano do 25º aniversário do Memorial da América Latina, cumpre resgatarmos as palavras de seu autor:
“O Memorial da América Latina representa um ato de fé e solidariedade continental. Um gesto de grandeza e aproximação, um apelo a essa unidade política que nela há deveria estar estabelecida.”
Aproximação esta que volta a ser alvo de críticas de pessoas incapazes de ter “um gesto de grandeza”, de construir através de “um ato fé e solidariedade”. Saudades de Darci Ribeiro. Saudades de Oscar Niemeyer.
Saudades de um país que não se constrói miúdo, sem esperança e desigual.
do site da Fundação Oscar Niemeyer
“A entrada principal seria feita pela rampa da estação do metrô. E aí, construído um grande patamar do qual os visitantes teriam uma visão completa do conjunto.
São dois terrenos. Num deles ficaria o Memorial das Américas; a biblioteca – a primeira a ser construída para os povos da América Latina – e um restaurante. No outro, – a segunda etapa – o grande salão de exposições para venda de livros e obras de arte dos povos deste continente, o grande auditório para 5.000 pessoas e a secretaria.
A idéia é criar uma arquitetura baseada na técnica mais apurada. Vigas e placas curvas de concreto pré-fabricado. Solução simples, rápida de construir, capaz de dar ao conjunto a importância e a monumentalidade que merece.
No Memorial é uma viga de 60 metros com 5 metros de altura e nela apoiadas as placas curvas da cobertura. Um ambiente severo e grandioso enriquecido pelo painel de Portinari e baixos relevos que Darcy Ribeiro sugeriu, a contarem as origens dos povos homenageados. Na biblioteca, a viga de 90 metros e 8 metros de altura, na qual também se apoiam as placas curvas da pré-fabricação. No restaurante, a cobertura circular e, semi-enterrados, o serviço e a cozinha.
No terreno anexo, o grande salão de exposições e o auditório com sua cobertura convexa e protensão.
Era o que devia dizer sobre este projeto, já dimensionado pelo técnico estrutural José Carlos Sussekind.” *1
“O Memorial da América Latina representa um ato de fé e solidariedade continental. Um gesto de grandeza e aproximação, um apelo a essa unidade política que nela há muito deveria estar estabelecida. E tudo isso deve inserir-se na sua arquitetura. No arrojo das suas estruturas, na unidade plástica que a deve caracterizar.
Se vocês examinarem melhor este projeto, verão como tais problemas constituíram minha primeira preocupação. Como suas estruturas são ousadas e simples, ao mesmo tempo, como nelas predominam o apuro técnico e a forma inovadora. Nada de filigranas. Nada de detalhes menores. São vigas de 90 e 60 mts. a sustentarem as placas curvas do pré-fabricado. É a arquitetura reduzida a 2 ou 3 elementos. Clara, simples e diferente. É a procura da beleza nas suas superfícies curvas e sensuais, nas espessuras variadas de suas lajes e apoios. E estes, vigorosos pois assim os exigiu os grandes vãos livres; altos, iluminando a grande praça acentuando pelo contraste as longas superfícies horizontais da composição.
E se vocês forem ao local depois da obra concluída, sentirão, logo ao descer da estação do metrô, ainda no grande patamar de chegada, como todo o conjunto é harmonioso e bem distribuído. O Memorial das Américas a convidá-los de longe para o visitar, com suas colunas a se refletirem nos espelhos d’água projetados.
E os aconselharia a se deterem na biblioteca – a primeira biblioteca da América Latina – construída neste continente – a contar nos seus 50 mil volumes sua história, sua libertação, sua cultura, seus grandes artistas e poetas.
Logo após vocês vão chegar ao Memorial. E aí, entre os negros vidros das fachadas, lembrar os velhos tempos dessa América Latina tão tão ofendida, suas origens, seus libertadores, seus colonizadores, sonhos e esperanças.
Mas a visita continua e depois da passarela, do outro lado da estrada, surgirá o Pavilhão da Criatividade e mais adiante, o grande auditório para 4 mil pessoas, onde serão debatidos os problemas da América Latina e os meios de, unidos, levá-los a bom termo.” *2
*1 NIEMEYER, Oscar. [Memorial da América Latina].Rio.16.9.87.Fundação Oscar Niemeyer. Coleção Oscar Niemeyer.
*2 NIEMEYER, Oscar. [Memorial da América Latina – Pré-Fabricados].s.d.Fundação Oscar Niemeyer. Coleção Oscar Niemeyer.
Luciano Prado
16 de maio de 2014 9:36 pmSobre o discurso encadeado dos artistas “Globais”
Após declarações de Wagner Moura, Jorge Furtado rebate críticas de artistas ao país
Diretor publicou em seu blog texto lamentando quem só vê “as coisas piorando” no Brasil
16/05/2014 | 11p3
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
O diretor gaúcho Jorge Furtado usou seu blog pessoal para rebater as manifestações de artistas brasileiros que criticaram a atual situação social, política e econômica do Brasil. O texto foi publicado um dia após as declarações de Wagner Moura para jornal O Estado de S. Paulo, em que o ator se diz satisfeito em deixar o país por dois anos.
Na entrevista, em que fala sobre seu recém lançado Praia do Futuro, Moura reclamou do preconceito e do conservadorismo, criticou o PT – “O PT não inventou o toma lá, dá cá, mas o institucionalizou” – e o governo de Eduardo Paes (PMDB) no Rio de Janeiro: “Eduardo Paes governa com a iniciativa privada”.
Em seu blog, Furtado escreveu:
“Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados. (…) Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos (…)”, escreveu o diretor em seu blog no site da Casa de Cinema de Porto Alegre. No texto, ele questiona: “Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual sua fonte de informação?”
Jorge Furtado encerra o texto dizendo “o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?”.
Recentemente, outros artistas brasileiros também se manifestaram sobre o tema, gerando grande repercussão: o cantor Ney Matogrosso deu entrevista para o canal de TV português RTP fazendo duras críticas ao governo, dizendo que “hoje em dia, a saúde pública no Brasil é uma vergonha” e “está piorando”, “a educação no país é vergonhosa” e “o transporte público é horroroso”.
Na semana passada, o vocalista Roger, do Ultraje a Rigor, rebateu declarações de que ele seria incoerente por tocar em um evento financiado pelo governo – que ele critica. Roger aproveitou para criticar planos como o Bolsa Família: “Tenho certeza que, se fôssemos bem educados, ninguém precisaria de esmola do governo, assim como eu próprio nunca precisei”.
:: Leia o texto de Jorge Furtado na íntegra:
“Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados.
Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação.
Fico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira. Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual a fonte da sua informação?
Fico triste ao ouvir artistas que parecem sentir orgulho em dizer que odeiam política, que julgam as mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 12 anos insignificantes, ou ainda, ruins, acham que o país mudou sim, mas foi para pior. Artistas dizendo que pioramos tanto que não há mais jeito da coisa “voltar ao ‘normal ‘”, como se normal talvez fosse ter os pobres desempregados ou abrindo portas pelo salário mínimo de 60 dólares, pobres longe dos aeroportos, das lojas de automóvel e das universidades, se “normal” fosse a casa grande e a senzala, ou a ditadura militar. Quando o Brasil foi normal? Quando o Brasil foi melhor? E melhor para quem?
A mim, não enrolam. Desde que eu nasci (1959) o Brasil não foi melhor do que é que hoje. Há quem fale muito bem dos anos 50, antes da inflação explodir com a construção de Brasília, antes que o golpe civil-militar, adiado em 1954 pelo revólver de Getúlio, se desse em 1964 e nos mergulhasse na mais longa ditadura militar das américas. Pode ser, mas nos anos 50 a população era muito menor, muito mais rural e a pobreza era extrema em muitos lugares. Vivia-se bem na zona sul carioca e nos jardins paulistas, gaúchos e mineiros. No sertão, nas favelas, nos cortiços, vivia-se muito mal.
A desigualdade social brasileira continua um escândalo, a violência é um terror diário, 50 mil mortos a tiros por ano, somos campeões mundiais de assassinatos, sendo a maioria de meninos negros das periferias, nossos hospitais e escolas públicos são para lá de carentes, o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?”
Luciano Prado
16 de maio de 2014 9:52 pmO Brasil tá piorando? Pra quem?
Perito do INSS rejeita laudo de cubano do Mais Médicos
De acordo com o paciente, a negativa teria sido motivada por preconceito contra o cubano
Maria do Carmo Pagani – Especial para O Estado
CAMPINAS – Um perito do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) rejeitou um atestado emitido pelo médico cubano do Programa Mais Médicos Israel Revê Robles. A decisão causou surpresa ao operador de máquinas Marcos Pascoal de Oliveira, morador no Jardim Gilda, periferia de Piracicaba, que teve indeferida a prorrogação de seu afastamento do trabalho por doença.
A negativa, segundo entende Oliveira, teria sido motivada por preconceito contra o cubano já que, de acordo com o documento baseado na avaliação de exames clínicos apresentados pelo paciente, o cubano concluiu que ele realmente não estava apto a retornar ao trabalho. Já o perito do INSS entendeu o contrário.
Oliveira conta que o profissional da Previdência sequer leu o atestado e tampouco fez qualquer exame, antes de alegar que ele poderia retornar ao trabalho. “Ele mal me olhou, nem leu o atestado que o cubano forneceu. E quando eu ponderei, me disse que o registro profissional dos cubanos (CRM) não tem validade no Brasil. Ou seja, demonstrou preconceito”, considera.
Oliveira diz que, em situação anterior, um atestado semelhante, mas fornecido por um médico brasileiro que atendia no mesmo posto de saúde, foi aceito pelo INSS. E afirma que, mesmo sem levar em conta o documento emitido pelo cubano, se o perito tivesse a preocupação em pelo menos ler os resultados dos exames clínicos veria que a taxa de glicose em seu sangue (ele é diabético) está na faixa de 500, ou seja, que ele está ‘descompensado’ e que não pode retornar ao trabalho.
De acordo com Oliveira, a empresa onde trabalha não aceitaria seu retorno nas condições atuais já que necessita de insulina com frequência. Ele lamenta a postura do perito e diz que vai em busca de seus direitos, pois trabalha e contribui com a Previdência há mais de 10 anos. Sobre o profissional cubano, conta que, apesar do pouco tempo em que atua no Programa de Saúde da Família do Jardim Gilda, “a comunidade adora seu trabalho e a atenção que dispensa aos pacientes”.
Outro lado. A assessoria de Imprensa do INSS, afirma que o pedido de reconsideração feito por Oliveira foi aceito e que ele passará por nova avaliação do Instituto no próximo dia 5 de junho.
Em nota o órgão nega ter havido preconceito do perito em relação ao médico cubano e afirma: “em atenção à situação apontada pelo senhor Marcos Pascoal de Oliveira, esclarecemos que ele recebeu auxílio-doença entre novembro do ano passado e maio deste ano. Ele teve o benefício negado neste mês porque a perícia médica do INSS avaliou que ele, embora possua a doença, pode desempenhar suas funções profissionais”.
Mesmo o beneficiário tendo negado a realização de qualquer exame pelo perito, a nota assinala “que a decisão de indeferir o pedido de auxílio-doença foi tomada com base em exame clínico feito pelo perito médico do INSS, levando em conta também os exames apresentados pelo segurado”.
E ressalta ainda que “a avaliação da incapacidade, ou não, para o trabalho cabe exclusivamente ao perito médico do INSS, não necessariamente de acordo com o atestado feito pelo médico que acompanha o tratamento do segurado”.
Leo V
16 de maio de 2014 10:41 pmEsse absurdo num país que se
Esse absurdo num país que se diz democrático praticamente não virou notícia.
Faz realmente achar que ainda vivemos uma ditadura civil-militar.
http://advogadosativistas.com/acusado-de-desacato-contra-militar-sera-julgado-na-justica-militar-decide-supremo/
Acusado de desacato contra militar será julgado na Justiça Militar, decide Supremo
15/05/2014By AA 0 Comments
Nesta terça-feira, dia 13, o Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Habeas Corpus nº 112.932, decidiu que em casos “excepcionais” cabe à Justiça Militar o julgamento de civil por crime de desacato.
O processo trata de um processo de “pacificação” nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, no ano de 2001. Após membros das Forças Armadas pedirem que a acusada baixasse o volume do som, por atrapalhar o sono da vizinhança, foi sugerido que eles usassem “fones de ouvido” e depois abaixou as calças e mostrou as nádegas.
A Defensoria Pública da União alegou no HC que os militares do Exército faziam policiamento, atividade enquadrada como própria da segurança pública. Sendo assim, pela inexistência de crime militar, alegou pelo deslocamento da competência da Justiça Estadual.
O Supremo não acolheu as alegações. O relator, min. Luís Roberto Barroso, argumentou que o artigo 9º do Código Penal Militar admite a competência da Justiça Militar para processar civis em tempos de paz em certas situações, dentre elas, no desempenho de serviço de preservação da ordem pública.
“Essa é uma exceção. Embora essa seja uma função atípica, é prevista em lei, e se as Forças Armadas estão em função de segurança pública, devem ter esta proteção institucional”. Outras implicações processuais foram discutidas. Por se tratar de Justiça Militar, não há benefícios das Leis dos Juizados, como transação penal – suspensão do processo – e outros.
Gilson AS
16 de maio de 2014 10:57 pmeh,eh,eh muito bom ! Aécio Jackson
Vale conferir ![video:http://youtu.be/1HSQUvcfm0Q%5D
claudio bala
16 de maio de 2014 10:58 pmATE DISNEY FATURA COM COPA NO
ATE DISNEY FATURA COM COPA NO BRASIL
E TEM BRASILEIRO querendo preju
http://youtu.be/ppz4n7Yoe2s
jc.pompeu
17 de maio de 2014 1:39 amParis importará policiais chineses durante o verão
Paris importará policiais chineses durante o verão
Uma notícia divulgada esta semana tem causado estranhamento na mídia francesa e entre os parisienses. O ministério de assuntos estrangeiros anunciou que, durante o verão deste ano, serão trazidos policiais chineses para ajudar os turistas compatriotas a se virarem melhor pelas ruas da capital francesa. A explicação dada pelo governo é que os visitantes provenientes da China são, com muita frequência, vítimas dos batedores de carteira parisienses que estão sempre de olho nos turistas que passeiam distraídos pela Cidade-Luz.
Representando quase um milhão e meio de visitantes por ano, os chineses sofrem porque são vítimas frequentes de furtos, já que os ladrões sabem que eles costumam carregar grandes quantidades de dinheiro no bolso e comprarem produtos extravagantes durante o período de férias. Os policiais chineses que serão trazidos a Paris utilizarão os uniformes do seu país, serão monitorados pelas autoridades francesas, não terão direito de portar armas e estarão espalhados pelos principais pontos turísticos da cidade com o propósito de alertar e aconselhar os conterrâneos.
http://ela.oglobo.globo.com/blogs/paris/posts/2014/05/14/paris-importara-policiais-chineses-durante-verao-535722.asp
PARIS14.05.2014 07h00m
Nilva de Souza
17 de maio de 2014 2:46 amFico triste ao ver artistas
Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados. Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação. Fico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira. Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual a fonte da sua informação? Fico triste ao ouvir artistas que parecem sentir orgulho em dizer que odeiam política, que julgam as mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 12 anos insignificantes, ou ainda, ruins, acham que o país mudou sim, mas foi para pior. Artistas dizendo que pioramos tanto que não há mais jeito da coisa “voltar ao ‘normal ‘”, como se normal talvez fosse ter os pobres desempregados ou abrindo portas pelo salário mínimo de 60 dólares, pobres longe dos aeroportos, das lojas de automóvel e das universidades, se ”normal” fosse a casa grande e a senzala, ou a ditadura militar. Quando o Brasil foi normal? Quando o Brasil foi melhor? E melhor para quem? A mim, não enrolam. Desde que eu nasci (1959) o Brasil não foi melhor do que é que hoje. Há quem fale muito bem dos anos 50, antes da inflação explodir com a construção de Brasília, antes que o golpe civil-militar, adiado em 1954 pelo revólver de Getúlio, se desse em 1964 e nos mergulhasse na mais longa ditadura militar das américas. Pode ser, mas nos anos 50 a população era muito menor, muito mais rural e a pobreza era extrema em muitos lugares. Vivia-se bem na zona sul carioca e nos jardins paulistas, gaúchos e mineiros. No sertão, nas favelas, nos cortiços, vivia-se muito mal. A desigualdade social brasileira continua um escândalo, a violência é um terror diário, 50 mil mortos a tiros por ano, somos campeões mundiais de assassinatos, sendo a maioria de meninos negros das periferias, nossos hospitais e escolas públicos são para lá de carentes, o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?
Fico triste ao ver artistas brasileiros, meus colegas, tão mal informados.
Imagino que, com suas agendas cheias, não tenham muito tempo para procurar diferentes fontes para a mesma informação, tempo para ouvir e ler outras versões dos acontecimentos, isso antes de falar sobre eles em entrevistas, amplificando equívocos com leituras rasas e impressionistas das manchetes de telejornais e revistas ou, pior, reproduzindo comentários de colunistas que escrevem suas manchetes em caixa alta, seguidas de ponto de exclamação.
Fico triste ao ler artistas dizendo que não dá mais para viver no Brasil, como se as coisas estivessem piorando, e muito, para a maioria. Dizer que não dá mais para viver no Brasil logo agora, agora que milhões de pessoas conquistaram alguns direitos mínimos, emprego, casa própria, luz elétrica, acesso às universidades e até, muitas vezes, a um prato de comida, não fica bem na boca de um artista, menos ainda de um artista popular, artista que este mesmo povo ama e admira. Em que as coisas estão piorando? E piorando para quem? Quem disse? Qual a fonte da sua informação?
Fico triste ao ouvir artistas que parecem sentir orgulho em dizer que odeiam política, que julgam as mudanças que aconteceram no Brasil nos últimos 12 anos insignificantes, ou ainda, ruins, acham que o país mudou sim, mas foi para pior. Artistas dizendo que pioramos tanto que não há mais jeito da coisa “voltar ao ‘normal ‘”, como se normal talvez fosse ter os pobres desempregados ou abrindo portas pelo salário mínimo de 60 dólares, pobres longe dos aeroportos, das lojas de automóvel e das universidades, se ”normal” fosse a casa grande e a senzala, ou a ditadura militar. Quando o Brasil foi normal? Quando o Brasil foi melhor? E melhor para quem?
A mim, não enrolam. Desde que eu nasci (1959) o Brasil não foi melhor do que é que hoje. Há quem fale muito bem dos anos 50, antes da inflação explodir com a construção de Brasília, antes que o golpe civil-militar, adiado em 1954 pelo revólver de Getúlio, se desse em 1964 e nos mergulhasse na mais longa ditadura militar das américas. Pode ser, mas nos anos 50 a população era muito menor, muito mais rural e a pobreza era extrema em muitos lugares. Vivia-se bem na zona sul carioca e nos jardins paulistas, gaúchos e mineiros. No sertão, nas favelas, nos cortiços, vivia-se muito mal.
A desigualdade social brasileira continua um escândalo, a violência é um terror diário, 50 mil mortos a tiros por ano, somos campeões mundiais de assassinatos, sendo a maioria de meninos negros das periferias, nossos hospitais e escolas públicos são para lá de carentes, o Brasil nos dá motivos diários de vergonha e tristeza, quem não sabe? Mas, estamos piorando? Tem certeza? Quem lhe disse? Qual sua fonte? E piorando para quem?
http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/ainda-h%C3%A1-jornalistas-em-s%C3%A3o-paulo Via Mescla Notícias