Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
anarquista sério
25 de maio de 2014 3:56 amCurta: Radio mega funk
Gilson AS
25 de maio de 2014 4:58 amPor isso a elite não perdoa o PT.
Filipe Rodrigues
25 de maio de 2014 5:01 amA situação do PSDB as
A situação do PSDB as vésperas de mais uma eleição presidencial subiu no telhado, a mídia esconde as pesquisas para os governos estaduais apesar de uma recente amostragem que teria sido feita pelo partido Democratas ter vazado na internet.
Segundo consta, o governador Alckmin caiu bastante nas pesquisas e estaria próximo dos 30%, Padilha cresceu, ainda que pouco (10%), mesmo assim não é motivo para os petistas temerem por várias razões:
– Candidato pouco conhecido do eleitor;
– Quem está abandonando o barco “Alckmista” não tem o costume de votar no PT no 1º turno.
– O PT sempre consegue atingir o teto dos 30% do eleitorado;
– Governando algumas da cidades mais populosas do estado, não será nessa eleição que o PT ficará abaixo do teto;
Ressureição do PMDB no maior estado brasileiro
Sem dúvida o que mais chamou a atenção foi a migração do voto conservador ou de classe média alta para Paulo Skaf (20% nas pesquisas) repetindo o mesmo processo de migração do Malufismo para o Tucanato a partir de 2004.
O PMDB ainda não possui a presença no estado de São Paulo que o PT tem e vive um processo de reconstrução depois dos abalos sofridos no período de redemocratização do país.
Orestes Quércia ainda é visto como o responsável pela derrocada do PMDB paulista (e nacional) por ter feito como seu sucessor no governo paulista um ex-Malufista (Fleury). Juntando isso com as mortes de Tancredo/Ulisses e as saídas de Covas/Montoro para o PSDB abriram caminho para a ascenção de Michel Temer e uma era de menos ideologia e mais pragmatismo no PMDB.
Ironia do destino o PMDB recuperar terreno em cima do PSDB, mesmo partido que nasceu da costela do próprio.
O presidente da FIESP se promoveu através da campanha direitista contra o IPTU progressivo, ao mesmo tempo já expressou opiniões positivas sobre o MERCOSUL ao dizer que o bloco econômico tem que ser priorizado já que a maioria das exportações industriais brasileiras se destinam ao Cone Sul refutando a opção colonialista de priorizar tratados de livre-comércio com EUA/UE para abrir mercados as matérias-primas (Agronegócio, Mineração).
Reflexos no PT
Deve se elogiar o ex-presidente Lula pela autocrítica e mudança de postura em relação a certas decisões erradas tomadas em 2010, sem isso o PT caminharia também para o mesmo caminho dos demais partidos, mais uma vez disputaria as eleições esse ano com Mercadante, Marta Suplicy ou apoiaria Skaf.
Já deveria ter buscado um nome novo no PT para o Senado em vez de disputar com Eduardo Suplicy novamente. Felizmente a eleição de 2014 será mais politizada que 2010 (mesmo que muitos queiram anular o voto).
Mais uma pesquisa eleitoral (Jornal Estação)
Terminal de transporte (Ônibus ou Metrô) é o melhor local para se realizar pesquisas eleitorais, pois circulam pelo local gente de todas as idades e classe social. Mesmo que o Jornal Estação tenha realizado a amostragem dois meses atrás (Março), pode ser visto como uma tendência futura:
Gilson AS
25 de maio de 2014 5:02 amfenômeno coxinha
Gilson AS
25 de maio de 2014 5:05 am(Sem título)
Gilson AS
25 de maio de 2014 5:12 amNassif onde foi este sarau ?
Nassif onde foi este sarau ?
Gilson AS
25 de maio de 2014 5:26 amBaseado nessa atitude do Irã, por aqui quantos morreriam ?
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alfredo machado
25 de maio de 2014 7:54 amMatança a mil por hora
Gilson AS,
Aos fatos- o governo iraniano mostrou-se bastante egoísta, ao não convidar a famíla do banqueiro para acompanhar a cerimônia fúnebre, e também por não oferecer à população o show habitual, execução em praça pública.
Este ramo de negócio vai mesmo de vento em popa – Tio Sam contrata há bastante tempo grupos de bárbaros para atuar na Síria, no setor matança de cristãos, e o método preferido da turma é a decapitação de homens, mulheres e crianças, fora outras variantes bem mais cruéis,
A CIA também vem demonstrando muita simpatia pelo método de corte de cabeças, que depois servem de bola de futebol prá galera- não é exagero, apenas não passa na TV.
Gilson AS
25 de maio de 2014 5:30 am(Sem título)
IDPJ
25 de maio de 2014 11:26 ammingau
Às 15:18 ? Só se for “bricadeira dançante’, “mingáu”.
E hoje em dia com idade de 10/11 anos, aos 13 anos já pega balada noturna.
Gilson AS
25 de maio de 2014 5:32 am(Sem título)
Pachecão
25 de maio de 2014 8:38 amA FARSA DO VOTO O objetivo
A FARSA DO VOTO
O objetivo deste texto é discutir a relação entre a democracia representativa burguesa, voto nulo etransformação social. Primeiramente discutiremos a questão do voto – já que este é, na sua expressão jurídica, o elemento central da democracia burguesa – e a possibilidade deste ser um meio de proporcionar mudanças na sociedade; analisaremos que mudanças são estas que podem ser provocadas através do voto; posteriormente expressaremos o que entendemos por transformação social, e finalizaremos com a análise da relação entre democracia representativa burguesa, voto nulo e transformação social.
O voto como meio de expressão da democracia burguesa surge com a emergência do capitalismoenquanto modo de produção dominante. A necessidade do capitalismo em criar mecanismos para amortecer as lutas de classes entre burguesia e proletariado leva a burguesia a buscar no estado o auxílio para esta tarefa. O estado no capitalismo, por sua vez, assume um caráter burguês, capitalista, sendo compreendido aqui como “uma relação de dominação de classe (no qual a burguesia domina as demais classes sociais) mediada pela burocracia para manter e reproduzir as relações de produção capitalistas”. Aqueles indivíduos que integram o estado capitalista formam uma classe, a burocracia estatal, cujo objetivo principal é auxiliar a burguesia no amortecimento das lutas de classes; criar as condições para a reprodução ampliada do capital e impedir que a luta entre classes exploradas e burguesia se torne umaluta aberta e direta. O controle e o dirigismo tornam-se a sua ação fundamental.
Em troca os capitalistas cedem parte de seus lucros para a burocracia estatal em forma de impostos. Nesse sentido, os rendimentos daqueles que estão no poder do estado, advém da exploração que o capitalista exerce sobre os trabalhadores. A relação de exploração existente no modo de produção capitalista provoca o descontentamento do proletariado, classe explorada pela burguesia. Esse descontentamento extrapola o chão das fábricas e passa a ser expresso em todas as partes da sociedade, associando-se ao descontentamento de outras classes exploradas, ocorrendo assim, uma generalização do descontentamento social.
Diante desta situação de descontentamento, as classes exploradas iniciam o processo de auto-organização, é quando criam organizações que expressam seus próprios interesses. Ao surgirem, essas organizações se deparam com as instituições burguesas e assim, passam a estabelecer novas lutas.
O estado se impõe diante destas organizações e cria a ideia de representação política, a qual só poderá ocorrer através do próprio estado. Um conjunto de leis é criado para controlar estas organizações e legitimar a ação estatal e a partir daí qualquer organização que pretenda uma participação nas decisões sociais devem se submeter às leis do Estado. Surgem os partidos políticos. Estes, por sua vez, “são organizações burocráticas que visam à conquista do Estado e buscam legitimar esta luta pelo poder através da ideologia da representação e expressam interesses de uma ou outra classe ou fração de classe existente”. Inicia-se assim o processo de divulgação ampliada da ideia da representação política. Com isso, o estado impõe suas leis e a partir daí a participação popular é resumida à escolha deste ou daquele representante que integrado a um partido político o representará nas decisões sociais.
Os partidos políticos são autorizados pelo estado para dirigir a sociedade e representar os seus interesses. O estado, portanto, controla as organizações criadas pelas classes exploradas e cria suas próprias organizações impondo-as à toda a sociedade como sendo as organizações que expressam o interesse de todos. Os interesses estatais passam a prevalecer e logo a ideia de representação política pelo partido se torna dominante. O estado, por sua vez, para ocultar o caráter estatal dos partidos políticos permite a participação popular na escolha dos representantes e o faz através do sufrágio universal.
Através do voto, a burocracia estatal legitima a ideia de que as contradições inerentes à sociedade devem ser resolvidas por quem lhe integra e não por outras organizações que não sejam aquelas autorizadas pelo estado. Os partidos políticos se tornam os responsáveis principais pela manutenção da ordem e o faz criando novas instituições. Com isso, grandes organizações partidárias vão se formando e se tornando cada vez mais distantes dos interesses das classes exploradas.
Os integrantes de partidos se tornam poderosos quando assumem o poder e vão se distanciando cada vez mais do povo. Durante uma determinada eleição, fazem o discurso que vão representar os interesses de todos, mas quando assumem o poder, tudo o que disseram é deixado de lado, e passam a representar a si mesmos, aos seus interesses e aos interesses da classe dominante. O mesmo discurso volta a aparecer nas eleições seguintes já que dependerá da vitória para continuar desfrutando dos privilégios que o poder lhe proporciona.
Assim, os representantes de partidos políticos tornam-se autônomos em relação às classes exploradas e ao invés de ser o seu representante, passam a ser o seu dominante, controlando-as e decidindo a partir de suas próprias concepções sobre a vida de todos. Como coloca Tragtenberg:
Na prática, o líder partidário ordena e responde aos interesses do grupo dirigente minoritário e não aos da base. Como profissional do partido o líder preocupa-se mais com seu trabalho do que com suas promessas. O fato de ser dirigente leva-o a afastar-se da vida quotidiana da maioria das pessoas, o que o torna “diferente”. Torna-se geralmente conservador, levando uma vida privada e esenvolvendo interesses da minoria dirigente. Esses líderes partidários, isolados nos escritórios, são facilmente corruptíveis pelos interesses das classes dominantes (Tragtenberg, 1986, p. 70).

O voto representa a chave para abrir a porta do estado e o meio para um partido se tornar o seu legítimo dirigente. O objetivo principal dos integrantes de partidos passa então a ser alcançar o poder do estado e isso se torna possível através das eleições. Por isso o voto passa a ser desejado por aqueles que integram partidos políticos. Estes estabelecem uma luta cotidiana entre si e criam estratégias para conseguir o maior número de votos possível, cuja maioria dos votos lhe garante a ascensão ao poder do estado. A corrida dos representantes de partidos para conseguir voto se dá de várias formas (compra de votos, ameaças a eleitores etc) mas a principal é através de propagandas políticas que são em sua maioria financiadas e autorizadas pelo estado, o qual busca criar meios de tornar a sua divulgação ampliada. Para isso criou leis para controlar e possibilitar o uso dos meios de comunicação para a propaganda política. Ocorre que alguns partidos que disputam uma determinada eleição são financeiramente mais poderosos do que outros, o que lhe dá a chance de vencer a eleição já que conseguirá ampliar sua divulgação, além da possibilidade da compra de votos, questão comum que perpassa a corrupção partidária em períodos eleitorais. Os partidos, com poder financeiro menor, criam conchavos com capitalistas que financiam suas eleições. Alguns conseguem ser eleitos e acabam ficando presos aos seus financiadores, os quais passam a interferir, de forma indireta, através do partido eleito, nas decisões do estado.
Os partidos que são derrotados numa eleição, como forma de participar do poder estatal, acabam fazendo concessões e se aliando aos partidos eleitos. Fora dos períodos eleitorais as disputas partidárias se restringem em sua maior parte aos bastidores das rinhas de partidos políticos (nas diversas expressões do parlamento). Situação que se altera quando um ou outro integrante de partido é atacado por adversários tornando público o seu envolvimento com a corrupção partidária. Em períodos eleitorais as trocas de ofensas se tornam públicas e constantes. Alguns partidos chegam a publicar questões pessoais de integrantes de partidos adversários em relação a envolvimento a corrupções etc, um meio de desqualificar o adversário, e atrair os seus eleitores.
O voto é, portanto, a expressão da democracia representativa burguesa e o meio através do qual ocorre a reprodução/legitimação do estado e de suas instituições. A participação popular na democracia representativa burguesa se limita à ação dos eleitores nas seções de votação, e apenas nos períodos eleitorais. Ao votar em um determinado partido o eleitor transfere para este o poder de decisão
nas questões referentes à sociedade. Quer queira, quer não, o voto acaba sendo uma forma de legitimação do poder do estado, logo, dos interesses da burguesia pela manutenção e reprodução docapitalismo.
Em relação às mudanças que podem ocorrer através do voto, na democracia representativa burguesa, resumem-se a mudanças no interior do próprio capitalismo. Como colocamos anteriormente, a razão de ser dos partidos é o estado, e no capitalismo, o estado está de mãos dadas com a burguesia. Portanto, se alguma mudança ocorrer através da ação de algum partido, estas mudanças são na verdade adequações ou re-organização da sociedade de forma que atenda aos interesses do capital, logo, que reproduza os interesses da burguesia. Ou seja, são reformas que não alteram a essência da relação de produção capitalista.
Contudo, algumas mudanças no modo de vida das classes dominadas podem ser percebidas, como por exemplo, uma aparente melhora em suas condições de vida, como melhorias no saneamento básico
de alguns bairros de periferia etc. O estado propõe ainda ações para atender às necessidades imediatas da população empobrecida, como doações de agasalhos, alimentos, casas; construção e reformas em
escolas, hospitais; abrigos para dependentes químicos; programas para a população campesina entre outras. Enfim, várias ações são realizadas em direção às classes exploradas, porém, trata-se de ações cujo interesse real é garantir votos para as eleições futuras, o que conflui com a manutenção do estado, logo, da reprodução das relações de exploração capitalistas.
Diante destas questões, é que surge a ilusão de que algum partido ou o próprio estado algum dia irão fazer alguma coisa para resolver os problemas que afligem a vida das pessoas que integram as classes exploradas. A ideia de que algum dia aparecerá um salvador que irá resolver os problemas sociais (pobreza, fome, violência etc.) se torna o motor que leva as pessoas às urnas depositar o voto num determinado candidato e à crença na democracia burguesa. Contudo, essa ilusão acaba se desfazendo com o tempo. Muitas pessoas que acompanham a história dos partidos políticos vão percebendo que em toda a sua história nenhum partido atendeu de fato aos interesses das classes exploradas. E isso ocorre porque os seus interesses divergem dos interesses das classes exploradas. Segundo Proudhon:
A burocracia pretende governar em nome das massas trabalhadoras e faz grandes esforços para criar tal ilusão; diz ter fins que correspondem às exigências e necessidades das massas, mas, de outra parte, é legítimo falar de burocracia quando o grupo de governantes em questão tem, também, os seus próprios interesses particulares, que só podem ser assegurados se, na prática, ele se desvia, constantemente, dos princípios e dos programas publicamente enunciados (Proudhon Apud Motta, 1981, p. 35).
Portanto, o voto dirigido a algum partido político não provoca nenhuma mudança fundamental nas relações de produção capitalista. A sociedade fundada na relação de exploração continua existindo e o resultado de uma eleição apenas altera o partido que irá dirigir o estado. Na democracia representativa burguesa, as classes exploradas não participam das decisões sociais já que isso passa a ser tarefa do partido. Contudo, a ideologia da representação oculta a expressão real dos partidos, cuja tarefa é encontrar os meios para representar da melhor maneira possível os interesses do estado, logo, da burguesia.
Percebemos, portanto, que a ideia divulgada pelo estado de que representa os interesses de “toda” a sociedade é falsa. Na realidade, além de representar os interesses da burguesia, cria interesses próprios que no final concorda com a essência da sociedade burguesa, ou seja, com a luta de classes que se fundamenta numa relação de exploração e isso se dá porque seus rendimentos provêm da exploração que a burguesia exerce sobre os trabalhadores que lhes são repassados através de impostos.
Concluímos esta primeira parte colocando que a ideia da democracia representativa burguesa é uma ideologia que oculta o seu lado burguês e através da ideia da representação política mantém as classes
dominadas com mãos e pés atados, dificultando e colocando empecilhos para que estes possam criar suas próprias organizações.
O exemplo clássico da oposição entre o interesse do estado e os interesses das classes exploradas é aComuna de Paris de 1871. Naquela experiência, a classe trabalhadora conseguiu avançar sobre o capital e mostraram na prática a forma de organização que representa realmente os seus próprios interesses, que se deu através das comunas. Mas o estado logo se ergueu em sua frente, e pôs fim às organizações dos trabalhadores, integrando-os novamente às relações de produção capitalista. Já a ligação histórica e clara do partido com os interesses do estado pode ser observada de forma clara desde a Revolução Russa de 1917. Durante o processo de radicalização das lutas operárias na Rússia, o partido bolchevique assume o poder dando um golpe de estado em outubro de 1917, alegando representar os interesses dos trabalhadores e afirmava ter instalado “a ditadura do proletariado”. Ocorre que ao contrário do que expressavam, haviam instalado a ditadura do próprio partido, por meio do estado, sobre a classe trabalhadora. Os meios de produção passam a ser propriedade do estado e toda organização social, distribuição da produção a ser controlada por seus dirigentes, por isso, ser denominado de capitalismode estado (Makhaiski 1981; Viana 2008; Pannekoek 2007, Tragtenberg 1988). Como colocara Tragtemberg a respeito da relação do partido bolchevista com as classes exploradas na Rússia:
No real, o proletariado russo perdera o controle das fábricas, dirigidas por delegados do estado, a insurreição camponesa autogestionária da Ucrânia, que derrotara os generais Denikin e Wrangel, foi contida pelo Exército Vermelho, e a insurreição de Kronstadt, que definia um programa de objetivos socialistas e libertários, foi selvagemente reprimida pelo bolchevismo (Tragtemberg, 1988, p. 92).
Os Conselhos de Operários – organizações criadas pelos próprios trabalhadores para representarem a si
mesmos – que se formaram na Rússia, foram desmantelados pelo estado o qual conseguiu instituir novamente a paz para o capitalismo, quando os trabalhadores são, à base da ditadura do partido bolchevique, integrados novamente à lógica capitalista. A partir daí a ideologia da representação burguesa se abala. Movimentos operários que tomavam a experiência dos Conselhos Operários como referência para se auto-organizarem, foram aparecendo em vários países. A máscara do estado e dos partidos políticos são arrancadas, e passam a ser vistos como inimigos da classe trabalhadora e não mais como aqueles que representam os seus interesses.
Diante desta situação é que inicia-se a política do voto nulo. Organizações políticas que buscam romper com a ordem estabelecida pelo capitalismo criam esta forma de manifestação como meio de protestar contra a democracia representativa burguesa. Essa é uma forma de expressão política encontrada pelas classes exploradas que perpassa pelo processo da democracia burguesa, pelo processo eleitoral, porém busca neste processo a deslegitimação do poder do estado. Assim, como uma forma de garantir a expressão dentro da lógica do estado capitalista, o voto nulo possibilita àqueles cujos interesses são contrários aos interesses de integrantes de partidos políticos, do estado e do capitalismo, de expressarem o seu descontentamento com a sociedade atual.
Por outro lado, o voto nulo pode ser também uma expressão do descontentamento pessoal ou de determinado grupo, ou ainda expressão de pessoas que com o tempo superaram a ilusão nos partidos e votam nulo por não ver outra opção, outro partido que possa confiar. Agora, numa perspectiva política desejada pelas classes exploradas, o voto nulo vai além da concordância com as determinações legais impostas pelo estado. Não se trata de cancelar uma eleição ou de substituir os representantes que concorrem entre si por outros. Independente de sua procedência, se é de direita, de esquerda ou de centro, todos os partidos, enquanto organizações burocráticas, estão integrados à lógica do estado. Neste caso, trata-se de denunciar e tornar explícito o descontentamento histórico contra a exploração existente na sociedade capitalista assim como da ligação do estado e de partidos com esta exploração. Para aprofundar um pouco mais neste assunto, discutiremos brevemente a questão da transformação social.
A transformação social tornou-se o principal objetivo das classes exploradas. Uma mudança radical da sociedade torna possível a instituição de uma organização social que represente de fato os seus interesses.
Não é qualquer tipo de organização que serve ao proletariado. Os partidos e sindicatos são a prova
disto. Sempre que os trabalhadores manifestam qualquer forma de organização que saia do estrito controle destas instituições, elas fazem todo o possível para voltar à normalidade e continuar sendo dirigente dos trabalhadores (Maia, 2010, p. 102-103).
Portanto, quando se fala em mudança radical, isso quer dizer que deve-se cortar o mal pela raiz. Nesse sentido, a transformação social almejada pela classe operária está relacionada com o modo de se produzir no capitalismo. Colocamos no início do texto que o modo de produção capitalista é uma relação de exploração. A exploração ocorre quando de um lado o proletariado produz mais-valor e de outro a burguesia se apropria deste mais-valor, de parte do trabalho realizado pela classe trabalhadora. O mais-valor torna-se assim o coração, o sangue e as pernas que sustentam o capitalismo. Quando a produção de mais-valor é interrompida ou abalada o capitalismo é colocado em xeque e suas forças começam a ruir, entrando em crise.
A interrupção da produção de mais-valor se dá a partir do momento que os produtores se apropriarem dos meios de produção e passam a utilizá-los para o bem de toda a sociedade, ou seja, produzindo e se
apropriando da produção e realizando a sua distribuição. É quando percebem a força que possuem diante do capital. Quando isso ocorreu em experiências passadas de sua luta, criaram organizações que possibilitaram a distribuição da produção para toda a sociedade, iniciando assim o processo de luta contra todas as formas capitalistas de organização (propriedade privada dos meios de produção, mercado, estado etc.). Este processo colocou em xeque o próprio modo de produção capitalista, consequentemente, o estado, os partidos políticos, enfim, a sociedade capitalista. E foi o que proporcionou às classes exploradas enxergarem a possibilidade de sua libertação e de toda humanidade, tornando em seu principal objetivo na luta contra o capital, a instituição da autogestão social.
Uma transformação social, portanto, como expressão dos interesses das classes exploradas, perpassa pelo modo de produção capitalista. Trata-se do fim do modo de produção capitalista e a instituição de um modo de produção não capitalista, um modo de produção gerido pelos próprios produtores. Essa transformação social será obra dos próprios trabalhadores, e não é tarefa de partido nem do estado. Com o fim do capitalismo e instituição da sociedade gerida pelos trabalhadores, todas as instituições criadas pelo capitalismo tenderão a desaparecer.
Não é possível prever as questões específicas provenientes da transformação social, mas, no essencial, é possível visualizar algumas formas que assumirá a nova sociedade. Uma vez que a sociedade na sua totalidade esteja nas mãos da classe trabalhadora, a democracia representativa burguesa será substituída pela autogestão social, e ao invés da representação política acontecer pelos partidos políticos, estes
serão substituídos pelos conselhos de trabalhadores. O período eleitoral em que todos param para votar, dará lugar às reuniões cotidianas, nos locais de trabalho, de moradia, diversão etc., onde os “delegados”, os próprios trabalhadores, serão escolhidos diretamente, e aos invés de permanecerem na situação de representante por longos períodos, como ocorre na democracia burguesa com os partidos no poder do estado, estes poderão ser substituídos a qualquer momento. Esta decisão caberá aos trabalhadores nas assembleias. O estado como manutenção da sociedade de classes, dará lugar aos conselhos de operários, expressão de uma sociedade sem classes. Os Conselhos Operários constituirão, assim, na “forma de autogoverno que substituirá, no futuro, as formas de governo do velho mundo”.
A partir das questões colocadas até então, podemos finalizar essa discussão relacionando democracia representativa burguesa, voto nulo e transformação social. Como colocamos anteriormente, a democracia representativa burguesa surge com a burguesia, logo, é expressão dos interesses da própria burguesia. O voto nulo é uma alternativa criada pelas classes exploradas para deslegitimar o poder estatal, sendo por um lado uma forma de manutenção e ao mesmo tempo de sua negação. A manutenção ocorre quando aquele que foi votar errou no momento de votar, neste caso o voto é anulado, ou que votou nulo apenas por ter problemas pessoais com determinado candidato ou partido político. Nestes casos, o eleitor não almeja conscientemente uma transformação social no sentido de colocar fim à democracia burguesa, nem mesmo almeja o fim do estado e dos partidos políticos. Tanto é que alguns votam nulo em uma eleição e votam em determinado partido em outra.
O voto nulo passa a ser uma negação da democracia burguesa quando este é relacionado a uma proposta política de negação da própria democracia burguesa. Neste caso, o indivíduo utiliza os meios estabelecidos de participação na sociedade, o processo eleitoral, para demonstrar o seu descontentamento com este processo. Com isso acaba constrangendo determinadas pessoas a conhecerem o projeto político de transformação social das classes exploradas, e assim, abrindo a possibilidade de engrossar as fileiras de pessoas descontentes que conscientemente buscam por uma nova sociedade, fortalecendo, desta forma, a luta por uma mudança radical na sociedade junto à classe operária.
Enfim, democracia representativa burguesa e transformação social se localizam em sentidos opostos. A democracia representativa burguesa representa um instrumento do estado para a manutenção na sociedade capitalista, dos interesses burgueses, enquanto a transformação social almejada pela classe trabalhadora representa o fim do capitalismo e o início de uma nova sociedade, a sociedade autogerida, pautada pela autogestão social. Quando se vota em algum partido político realiza-se a concordância com a manutenção da luta de classes, da exploração que a burguesia exerce sobre a classe trabalhadora e de todo descontentamento proveniente daí. Já o voto nulo vai em direção oposta, objetivando a transformação social, o fim da luta de classes, a libertação humana de todos os seus grilhões, o fim da democracia burguesa representativa.
Revista Enfrentamento – no 08, Jan./Jul. 2010
Pachecão
25 de maio de 2014 8:46 amNo Brasil, em algum tempo, se
No Brasil, em algum tempo, se seguirá a mesma tendência de eleitores migrando para novas forças políticas. Isso se não fizerem a tal da reforma eleitoral antidemocrática para eternizarem na disputa política apenas os velhos partidos que estão aí.
Un sondeo ‘destroza’ a PP y PSOE y apuesta por la irrupción de siete partidos minoritarios
24 mayo, 2014 6 ComentariosFuente: El Economista
La última encuesta realizada por Sondea Investigación Social augura un descalabro electoral en las dos principales fuerzas políticas, PP y PSOE, que, respecto a los recientes sondeos (Sigma Dos, CIS, El País) pierden siete y nueve escaños respectivamente. La encuesta estima la irrupción de siete partidos minoritarios, destacando la explosión de La Izquierda que pasa de los dos escaños de 2009 a 8-9 de 2014, el crecimiento de UPyD (4-5) y la aparición de Podemos (2 escaños) o Ciudadanos (1-2).
El trabajo desmoscópico del diario Público arroja unos resultados menos positivos para el Partido Popular, encabezado por Miguel Ángel Arias Cañete, y el Partido Socialista, cuya cabeza de cartel recae en Elena Valenciano.
Si Sigma Dos, Cis y Metroscopia daban al PP entre 20/22 escaños, la encuesta encargada por Público no apuesta por más de 17/19 escaños para estos comicios del 25-M. En el caso del Partido Socialista pasa de las anteriores encuestas de 17/19 a 14/16. Una pérdida significativa para las dos formaciones que se dejan por el camino siete y nueve eurodiputados respectivamente.
Los partidos minoritarios
En cuanto al resto de partidos, cabe destacar el crecimiento de La Izquierda, con una proyección de 8/9 escaños; el aumento de UPyD, con una horquilla de entre 4/5 eurodiputados; y la irrupción de nuevas fuerzas políticas entre las cuales destaca Podemos, liderada por Pablo Iglesias, con 2/3 escaños; La Esquerra del Dret, con 2/3; Coalición por Europa (CIU y PNV) con 1/2; Ciudadanos, con 1/2; Primavera Europa con 0/1 y, Los Pueblos Deciden con 0/1 representantes en la cámara europea.
Pirão Perdido
25 de maio de 2014 10:56 amSe chega até você,não sei.O
Se chega até você,não sei.O nosso desentendimento se deu em função da ligação do nome de Aecio com drogas.Pois bem,o próprio Aecio jogou o assunto dentro da campanha.No 247 já passava dos 420 comentários.So um maluco podia imaginar,que esse assunto passaria batido pelas eleições.Mais uma vez você se equivoca e erra.A vida e muito longa.
Amaro Doce
25 de maio de 2014 11:13 amPaulista gosta de sofrer
Gilson AS, o cara é leitor do PSDB e também masoquista. Vai dormir sujo dizendo “amanhã o Alckmin dá um jeito. Melhor com ele do que com o Padilha”.
Aconselho aos paulistas que irão ao Itaquerão assistirem aos jogos da Copa a usarem pelo menos um pouco de perfume francês. Se o dinheiro estiver curto, compre um perfume de feira mais baratol. Dá no mesmo. O negócio é torcer pelo Brasil, cheiroso.
jns
25 de maio de 2014 12:30 pmSegurança na Copa
Brasil inicia “operação de guerra” para garantir segurança na Copa
Com equipamentos como lança-mísseis e drones à disposição e 170 mil agentes, país terá maior efetivo da história dos Mundiais. Plano, avaliado em quase 2 bilhões de reais, prevê possível greve de policiais.
O Brasil iniciou nesta sexta-feira (23/05), nas 12 cidades-sedes, uma verdadeira operação de guerra para garantir a segurança pública durante a Copa do Mundo. Entre os principais equipamentos empregados estão 30 robôs antibomba controlados à distância, lança-mísseis, drones, câmeras que reconhecem até 400 rostos por segundo, além de 5 mil máscaras contra gás inspiradas no vilão Darth Vader, de Guerra nas Estrelas, para policiais usarem durante manifestações.
O governo federal disponibilizou o maior efetivo da história de todas as Copas. Serão 170 mil agentes entre policiais, militares e segurança privada. Desse total, 57 mil fazem parte das Forças Armadas. O efetivo será 20% maior do que os 140 mil homens usados no Mundial da África do Sul, em 2010. No total, o Brasil vai gastar 1,9 bilhão de reais para garantir a segurança no evento.
O país também vai receber mais de 200 policiais estrangeiros dos 31 países que classificaram suas seleções para o Mundial, além de mais 15 nações que não vão mandar suas seleções, mas que são consideradas relevantes para o Brasil no quesito segurança da Copa. O reforço, que não terá poder de polícia, seguirá o padrão de megaeventos esportivos internacionais e auxiliará as forças de segurança brasileiras dentro e fora dos estádios.
“Do ponto de vista de segurança pública para a Copa, o Brasil vai fazer bem e dar as condições necessárias para que o evento aconteça sem grandes ações de violência nas proximidades dos estádios e nos locais onde estarão as delegações”, diz Antônio Flávio Testa, especialista em segurança da Universidade de Brasília (UnB). “Mas não significa que não haverá grandes movimentações nas favelas e grandes centros. Haverá também um aparato de segurança muito forte para evitar o vandalismo em protestos.”
Possível legado
A preparação do plano começou há quatro anos e se espelhou em megaeventos internacionais. Militares brasileiros foram enviados aos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, e à Copa do Mundo na África do Sul, em 2010, para ganhar experiência. Além disso, as experiências bem-sucedidas nos Jogos Pan-americanos no Rio, Conferência Mundial Rio+20, Copa das Confederações e Jornada Mundial da Juventude foram aproveitadas.
PM do Rio adquiriu 200 vestimentas do tipo “Robocop” para enfrentar manifestações violentas
Apesar das críticas sobre os gastos, para muitos excessivos, o governo federal diz que o dinheiro gasto na compra de equipamentos e treinamento de homens das Forças Armadas e das Polícias Militares vai se transformar em legado para o país após a Copa do Mundo, com a possibilidade de ser usado na segurança de novos eventos, como os Jogos Olímpicos de 2016.
Por outro lado, especialistas criticam que o governo brasileiro priorizou a compra de armas e equipamentos e investiu muito pouco em inteligência e perícia. Para eles, o Brasil perdeu uma grande oportunidade de investir em áreas problemáticas de um país que registra mais de 53 mil homicídios por ano.
“Salvo algumas exceções, o legado será o de equipamentos que ficarão entulhados em galpões das polícias brasileiras, sem recursos para o seu funcionamento e sem efetivo especializado para o seu manuseio”, diz Felipe Machado, especialista em segurança pública da Ibmec/Minas Gerais.
Saída em caso de paralisação
Dos 57 mil militares destacados para a segurança pública durante a Copa, 21 mil homens farão parte da chamada força de contingência e estarão de prontidão para atuar em situações de emergência, como protestos violentos. Além disso, eles podem entrar em ação para substituir policiais (militares e federais) que entrem em greve durante o evento.
No início do mês, a Polícia Militar do Recife paralisou as atividades durante dois dias. No período, pelo menos 200 lojas foram saqueadas e 27 assassinatos foram registrados. Houve recentemente também greve policial na Bahia, no Rio Grande do Norte e no Amazonas. Durante o Mundial, não é descartada a paralisação de policiais e de outros servidores públicos.
“Não somente servidores dos órgãos de segurança pública, mas também de outros serviços podem entrar em greve para reivindicar melhores salários e condições de trabalho”, afirma Machado. “Isso já aconteceu no carnaval do Rio de Janeiro, onde os agentes de limpeza urbana interromperam a coleta de lixo, o que gerou enormes transtornos para a cidade.”
Roupa “Robocop”
Visando possíveis protestos e para conter a violência, a Polícia Militar do Rio de Janeiro comprou 200 equipamentos de proteção individual que se parecem com a roupa usada pelo personagem Robocop. A vestimenta, que resiste a fortes impactos como de rojões e pedras, será uma proteção extra para os policiais enfrentarem atos violentos durante as manifestações.
Especialistas dizem que podem ocorrer protestos violentos durante a Copa
“É muito provável que durante o Mundial aconteçam confrontos violentos entre a polícia e alguns manifestantes que são organizados e querem promover a balbúrdia e o caos”, diz Testa. “Depois de ser agredida violentamente por alguns manifestantes com rojões, pedras e cacos de vidro, não acredito que a polícia vai reagir com flores”, completa o especialista da UnB.
Mesmo com os investimentos na compra de vestimentas especiais, cassetetes, barreiras de contenção e demais equipamentos para atuar no controle das manifestações, a presidente Dilma Rousseff afirmou que está trabalhando para uniformizar a atuação das polícias de modo a garantir o direito à manifestação e coibir a violência em protestos.
“Estamos buscando um protocolo comum às Polícias Militares em manifestações. Nossa meta é que disponham de um regulamento unificado, que defina melhor o uso proporcional da força”, disse Dilma.
DW.DE
http://www.dw.de/brasil-inicia-opera%C3%A7%C3%A3o-de-guerra-para-garantir-seguran%C3%A7a-na-copa/a-17634873
Cláudio José Jacinto da Silva
25 de maio de 2014 12:30 pmHumorista diz que “Tá no Ar”
Humorista diz que “Tá no Ar” é “ligeiramente parecidíssimo” a projeto seu
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Mauricio Stycer
24/05/2014 05:01Comunicar erroImprimir
A chateação de Bianchi com as recusas aumentou muito este ano, depois que ele assistiu à estreia de “Tá no Ar”, na Globo. “Criei e divulguei (em meus canais pessoais e na imprensa) projeto ligeiramente parecidíssimo três anos antes”, diz o humorista, que evita falar em “plágio”, mas se diz “prejudicado”.
Programas com sátiras à televisão existem muitos, mas o projeto de Bianchi tinha um diferencial, na sua visão: a ideia de mostrar um espectador zapeando um aparelho de TV, enquanto assistia a quadros variados, rindo de diferentes programas, formatos e emissoras (veja abaixo o piloto produzido por Bianchi em agosto de 2011).
Adnet trabalhava na MTV em 2010 quando Bianchi apresentou o projeto à emissora. Em dezembro daquele ano, uma reportagem de meia página na “Ilustrada”, da “Folha”, assinada por Laura Mattos, anunciava: “Fim do ‘Rock Gol’ faz Bianchi apostar em sátiras à TV”, na qual ele descrevia o projeto de “Descontrole Remoto”. Em agosto de 2011, o mesmo jornal publicou outra grande reportagem, na qual Bianchi falava que havia terminado de gravar o piloto e iria oferecê-lo a emissoras.
Questionado pelo UOL, Marcius Melhem disse: “Nunca tomei conhecimento deste projeto. Jamais. Só soube na semana da estreia, pelo Adnet, que tinha conversado com ele. Coincidências acontecem.” Ainda assim, acrescenta: “No meu julgamento, não é tão parecido”.
Em defesa da ideia de que coincidências ocorrem neste terreno, Melhem lembra que, em 2002, atuou em uma peça de teatro, que ironizava o mundo da televisão, sob direção de Bruno Mazzeo, cujo título era “Descontrole Remoto”, exatamente o mesmo do programa idealizado por Bianchi.
Outra coincidência, segundo Melhem: Mauricio Rizzo, ator e redator do “Tá no Ar”, tem um projeto parecido com o do programa da Globo, para internet, chamado “TV Vai com as Outras”. “Também não conhecia”, diz. “Todo autor tem um projeto que criou primeiro e não foi ao ar. Vida que segue”.
Abaixo, o piloto de “Descontrole Remoto”, de Marco Bianchi:
Tags : Descontrole Remoto Globo Marcelo Adnet Marcius Melhem marco bianchi MTVTá no ar: a TV na TV
jns
25 de maio de 2014 12:59 pmO COPO IDEAL
Não é nenhum segredo que a Alemanha é uma das principais produtoras de cerveja. Mas qual a maneira correta de degustar a bebida?
Muitas vezes o segredo se resume à espuma do topo. Um sommelier de cervejas revelou à DW que o formato cônico do copo ajuda a manter o aroma, enquanto um copo fininho preserva o frescor.
O orgulho de Colônia
Para os cervejeiros de Colônia estes copos de 20 cl são essenciais. O termo Kölsch (adjetivo referente a Köln, nome de Colônia em alemão) é restrito a cervejarias dentro e nos arredores de Colônia. Garçons carregam bandejas circulares com alças cheias de Kölsch e trocam constantemente os copos cheios pelos vazios. Se você não quer beber mais, tampe o copo.
Frescor em primeiro lugar
Assim como os rivais às margens do Reno, os moradores da vizinha Düsseldorf também têm uma especialidade, a Altbier. O copo também comporta 20 cl, mas é mais curto e largo que o de Colônia. E como a Altbier é de alta fermentação, o sabor ficaria choco se fosse servida em copos largos, diz um produtor. “No copo correto, a ‘Alt’ solta seu aroma e forma uma espuma compacta.”
Copos decorativos
“Um copo de pilsen se estreita em direção à boca do copo, para que o aroma de lúpulo alcance o nariz”, diz um mestre cervejeiro de Essen à DW. “Isto melhora o sabor da cerveja.” Alguns copos são apenas cilíndricos, outros, como o da foto, têm o formato de tulipa. O pedestal da base é somente ornamentação e não influencia o sabor da bebida.
Um litro de coragem
A cerveja típica da Oktoberfest ou “helles” é servida em uma caneca de um litro, chamada “Mass”. Originalmente de cerâmica, estas canecas são produzidas para resistir às diversas rodadas de brindes e celebrações. Quando vazias, elas pesam mais de um quilo cada uma! Saúde!
Espaço para a espuma
Os copos da “Hefeweizen”, a cerveja clara de trigo, são altos e sinuosos. O elevado teor de dióxido de carbono forma a espuma na parte superior da bebida. Para isso, a cerveja deve ser derramada no copo vagarosamente. O diâmetro ampliado no topo do copo acomoda a espuma extra, assim como seus aromas florais.
Vermelho ou verde?
Até mesmo os soldados de Napoleão levantaram seus copos para brindar a “champanha do norte”. Uma fermentação especial à base de culturas de ácidos lácticos dá à “Berliner Weisse” sua característica borbulhante e de sabor único, geralmente complementada com um toque de framboesa ou xarope de aspérula (Waldmeister). O copo amplo serve para acomodar bem a espuma.
Cerveja no pedestal
Todos os detalhes do copo da “Schwarzbier”, a cerveja escura, celebram a experiência da degustação. A forma, a espessura e o tratamento dado à borda do vidro salientam o sabor. O formato amplo da boca do copo permite exalar melhor a nota de castanha torrada, chocolate e pão fresco. O formato também ajuda na manutenção da espuma, encorajando a degustar a bebida devagar.
De Bonn
Ao beber a “Bönnsch”, da cidade de Bonn, os amantes de cerveja seguram em suas mãos pequenas obras-primas inspiradas pelo designer Luigi Colani. A “Bönnsch” é uma versão não filtrada da “Kölsch”. Apesar de não alterar o sabor da bebida, o copo é mais popular que a própria cerveja, especialmente entre turistas que procuram por um souvenir diferente, diz o dono da cervejaria.
Fonte: http://www.dw.de/not%C3%ADcias/economia/s-7143
MiriamL
25 de maio de 2014 1:14 pmFundação Casa segue lógica
Fundação Casa segue lógica do sistema penitenciário paulista
Leonardo Sakamoto
24/05/2014 11:46
O antropólogo Fábio Mallart passou mais de cinco anos estudando o cotidiano da Fundação Casa, das relações internas de poder à administração dessas unidades. Com base nisso, afirma em seu livro Cadeias Dominadas (que será lançado, nesta terça (27), em São Paulo – veja no final deste post) que o sistema socioeducativo de internação, progressivamente, está se alinhando à dinâmica de funcionamento dos presídios paulistas. “Não é exagero afirmar que a redução da maioridade penal, de certa forma, já há algum tempo foi colocada em prática pelo Estado de São Paulo”, explica Fábio em artigo escrito para este blog. Vale a leitura:
Muralhas com arame farpado, portões de aço, grades por todos os lados, menções ao Primeiro Comando da Capital (PCC) cravadas pelas paredes, postos de vigilância, negociações envolvendo internos e diretores, torturas, rebeliões, drogas e celulares.
O cenário descrito poderia ser de qualquer cadeia do sistema prisional adulto, mas se refere à dinâmica cotidiana de unidades de internação da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (Fundação Casa), antiga Febem, de São Paulo.
Entre setembro de 2004 e novembro de 2009, passei boa parte de meus dias circulando por distintas unidades de internação de tal instituição. Durante esse período, ministrei atividades fotográficas aos adolescentes que, por terem cometido atos infracionais, cumpriam medida socioeducativa de internação nos complexos do Brás, Franco da Rocha, Vila Maria, Raposo Tavares e Tatuapé – este último desativado em 2007.
Durante as atividades ministradas, deparei-me com determinadas unidades de internação conhecidas entre adolescentes e funcionários como “cadeias dominadas”. Em tais espaços institucionais, pude etnografar um conjunto de normas de conduta que orienta a experiência cotidiana dos adolescentes. Regras que estipulam desde as vestimentas adequadas para um dia de visita, ou impedimentos relativos ao contato entre os adolescentes e os funcionários, até diferenciações entre os próprios jovens. Vale salientar que tais prescrições são semelhantes às que operam em instituições prisionais orientadas pelas políticas do Primeiro Comando da Capital, coletivo de criminosos que atua dentro e fora do sistema penitenciário paulista.
De fato, no cotidiano das “cadeias dominadas”, os adolescentes orientam as suas ações de acordo com as diretrizes do PCC. Em tais unidades há uma série de posições nas quais as lideranças dos adolescentes se distribuem: faxinas, pilotos, setores e torres. Termos que – vale notar – também operam no sistema prisional adulto e que designam as funções e as responsabilidades, mas também os procedimentos de conduta. Trata-se de espaços institucionais que se configuram como verdadeiros campos de batalha, nos quais se processam conflitos silenciosos, disputas violentas e tensões. Locais em que os ideais de “Paz, Justiça, Liberdade e Igualdade” que, segundo os jovens, constituem o lema do Primeiro Comando da Capital, fazem parte do léxico mobilizado pelos internos.
Tais reflexões, cravadas em algumas páginas de meu livro que será lançado no dia 27 de maio – fruto de pesquisa de mestrado pelo Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo – evidenciam a simetria existente entre tais unidades de internação da Fundação Casa e o sistema carcerário paulista.
A nomeação de Berenice Gianella como presidente da instituição, em junho de 2005, após ocupar os cargos de corregedora-geral do sistema penitenciário do Estado de São Paulo e secretária adjunta da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), bem como o fato de que, no mesmo período, funcionários do sistema carcerário assumem a direção de algumas unidades de internação, simbolizam o deslocamento da Fundação Casa em direção à dinâmica de funcionamento do sistema penitenciário.
É importante salientar que, em março de 2005, Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, anuncia a transferência de mais de 700 adolescentes de diversas unidades de internação para uma penitenciária localizada no interior do estado. No mesmo mês, 240 internos do complexo de Franco da Rocha são transferidos para um presídio de segurança máxima em Taubaté. Diante de tais medidas – e de muitas outras adotadas ao longo dos últimos anos, todas elas marcadas por uma lógica punitiva-carcerária – não é exagero afirmar que a redução da maioridade penal, de certa forma, já há algum tempo foi colocada em prática pelo Estado de São Paulo.
De fato, nota-se que o sistema socioeducativo de internação, progressivamente, alinha-se à dinâmica de funcionamento dos presídios paulistas. Contudo, tal processo de simetrização não deve ser compreendido tendo-se em vista apenas as ações estatais. Se por um lado a dinâmica das “cadeias dominadas” reflete o crescimento de políticas governamentais eminentemente punitivas, por outro, aquilo que acontece dentro das muralhas institucionais está em sintonia com o que ocorre nos presídios e nas periferias urbanas, territórios nos quais também se constatam práticas e políticas do PCC. Nesse cenário, vê-se que as fronteiras entre o dentro e o fora estão cada vez mais borradas.
Debate e Lançamento do livro Cadeias Dominadas, de Fábio Mallart
Terça (27), às 19h, na Ação Educativa: Rua General Jardim, 660, Vila Buarque, São Paulo (SP). Debate com a mediação de Bruno Paes Manso jornalista e pós-doutorando do Núcleo de Estudos da Violência da USP, Flávio Américo Frasseto, defensor público da Infância e Adolescência, e Vera da Silva Telles, professora do Departamento de Sociologia da USP
http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/05/24/fundacao-casa-segue-logica-do-sistema-penitenciario-paulista/
anarquista sério
25 de maio de 2014 1:29 pmA classe e elegância ,voz
A classe e elegância ,voz melodiosa pra lá de diferenciada,letra maravilhosa,com vcs…
http://www.youtube.com/watch?v=E2VCwBzGdPM
Cláudio José Jacinto da Silva
25 de maio de 2014 1:59 pmAMIGO FURA OLHO
Publicado em 25/05/2014 às 09h00
Ronaldo repete com Dilma Rousseff o que fez com Andrés Sanchez e Ricardo Teixeira. Confessando estar envergonhado com a Copa e posando ao lado de Aécio ‘futuro presidente’, apela para o que faz melhor na vida: sobreviver…
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O mês era novembro de 2011.
Ricardo Teixeira estava sendo massacrado pela imprensa.
Jornalistas europeus o acusavam de ter recebido propina da ISL.
E que por isso teria caído em desgraça na Fifa.
No Brasil, a repercussão da investigação da Polícia Federal.
Ele não tinha explicações para o gasto de um amistoso.
R$ 9 milhões para o Brasil jogar contra Portugal em Brasília.
Dilma Rousseff não o queria no comando da organização da Copa.
Diante desse quadro, Andrés Sanchez resolveu agir.
O ex-presidente corintiano indicou a Teixeira um escudo.
Ronaldo.
O ex-jogador seria o símbolo e porta-voz da Copa de 2014.
E ainda desviaria o foco do ex-presidente.
Andrés era amigo íntimo desde a última passagem como jogador.
Que o Flamengo negou.
Sabia que os dois estavam rompidos.
O presidente da CBF vetou o jogador depois da gandaia de 2006.
Era Ronaldo quem levava os atletas para a farra durante o Mundial.
Sua convocações passaram a ser proibidas por Teixeira.
“Até 2006 a gente tinha ótimo relacionamento, e esse relacionamento acabou, não sei por que. Algumas vezes a gente se encontrou e ele foi super frio. Não me importa absolutamente nada ter relacionamento com uma pessoa de duplo caráter.”
Disse em 2009, quando vivia uma excelente fase no Corinthians.
Mas acabou se esquecendo do ‘duplo caráter’ dois anos depois.
Ronaldo se reuniu com Andrés e Teixeira.
Recebeu a proposta para ser membro do Comitê Organizador Local.
Seria um símbolo apenas, que viajaria pelo mundo, um embaixador.
Não teria poder efetivo para decidir nada.
Só falaria bem do Mundial, visitaria estádios ao lado de políticos.
E posaria para fotos que seriam distribuídas para o mundo.
Ronaldo não receberia salário.
Mas teria total liberdade para faturar em propagandas.
E mais, já começava a amarrar sua participação como comentarista da Globo.
O convite a Ronaldo agradou em cheio o Planalto Central.
Dilma sabia muito bem o quanto sua imagem era valiosa.
Principalmente fora do país.
Seria um excelente negócio para todas as partes.
“Conheço Ronaldo desde quando ele era garoto, e acompanhei sua trajetória até o Penta. É um símbolo do nosso país e encantou várias gerações. É a voz perfeita para a organização da Copa de 2014.”
Esse foi a parte alta do discurso de Teixeira.
Mostrava orgulho ao apresentar Ronaldo como membro do COL.
O ex-jogador assumiu no dia 1º de dezembro.
Chegou tarde.
Três meses mais tarde, Ricardo Teixeira foi obrigado a renunciar.
Não suportou a pressão da Fifa, do Planalto Central e da Polícia Federal.
Deixou o cargo para José Maria Marin.
Uma semana após a renúncia, Ronaldo se afastou de Andrés.
Ele afirmou publicamente que desejava ser presidente da CBF.
Queria o cargo depois do mandato de Marin.
Exatamente como o ex-presidente corintiano.
Os dois se afastaram.
Andrés logo perderia suas funções na CBF.
E acabaria obrigado a renunciar.
Ronaldo continuou seguindo impávido no COL.
Fazendo cada vez mais propagandas.
Sua agência trabalhando firme com Neymar.
E ainda comentando a Copa das Confederações para a Globo.
Defendia a Copa com unhas, dentes e declarações infelizes.
A maior delas foi inesquecível.
“Sem estádio não se faz Copa. Não se faz Copa com hospital.”
Foi além.
“O povo tem de se sentir orgulhoso de pagar imposto e ver que vão ser feitas coisas importantes. Coisas que ficarão para a gente. Teremos estádios, ferrovias, estradas… Tudo ficará para o povo.”
Dilma e o ministro Aldo Rebelo vibravam.
As declarações de Ronaldo eram perfeitas.
Ele era um escudo fantástico.
Para as obras que seriam o legado da Copa…
E não saíram do papel, como as tais ferrovias.
Além dos atrasos nos caríssimos estádios.
Ronaldo fazia o seu papel até na semana passada.
Quando veio o jogo de abertura do Itaquerão.
Entre Corinthians e Figueirense.
O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke ficou possesso.
Teve a certeza de que 30 mil pessoas ficarão expostas à chuva.
O Corinthians não colocou vidros como cobertura.
Por serem ficarem verdes com o sol e lembrarem o rival Palmeiras.
Absurdo que o comando da Fifa desconhecia.
Mais perigoso ainda é o atraso com os equipamentos de transmissão.
A abertura da Copa deverá ser acompanhada por um bilhão de pessoas.
A internet para a imprensa internacional também não está pronta.
Valcke exigiu uma nova partida como teste definitivo.
A CBF teve de se submeter.
O Corinthians jogará contra o Botafogo dia 1º de junho.
O secretário reclamou muito com as pessoas que o acompanham.
Inclusive com Ronaldo.
Foi quando ex-jogador foi entrevistado na sexta-feira.
E saiu do papel que lhe cabia.
Não defendeu cegamente a Copa e o governo Dilma.
Pelo contrário.
Falou que o Brasil sabia que organizaria a Copa em 2007.
“E de repente chega aqui é essa burocracia toda, uma confusão, um disse me disse, são os atrasos. É uma pena. Eu me sinto envergonhado, porque é o meu país, o país que eu amo, e a gente não podia estar passando essa imagem para fora.”
O mundo repercutiu.
O embaixador da Copa de 2014 estava ‘envergonhado com os atrasos’.
Situação inédita na história dos Mundiais, assim como as manifestações.
Dilma e Aldo Rebelo já estavam se sentindo traídos por Ronaldo.
No dia 30 de abril ele acompanhou o jogo Cruzeiro e Cerro Porteño.
Pela tevê.
Fez questão de colocar a foto no seu instagram.
Caprichou na legenda.
“Deixando de ver o Timão por causa do meu grande amigo e futuro presidente do Brasil @aecionevesoficial que hoje como visita eu deixei ele escolher assistir o Cruzeiro! Vamos Timão e vamos Cruzeiro!”
Isso mesmo, com direito até a e-mail de Aécio.
Uma facada em Dilma, candidata à reeleição.
Ela decidiu se calar.
Mas não suportou a ‘vergonha pelo atraso na Copa’.
Respondeu duro ontem, em Brasília.
“Tenho certeza que nosso país fará a Copa das Copas. Tenho certeza da nossa capacidade, tenho certeza do que fizemos. Tenho orgulho das nossas realizações. Não temos por que nos envergonhar e não temos complexo de vira-latas.”
O ministro Aldo Rebelo também tinha de falar alguma coisa.
“A frase dita pelo Ronaldo, tomada de forma isolada, é um chute contra o próprio gol. Ele foi parte do grande esforço para construir a Copa do Mundo.”
Aí é que está a questão.
Por conhecer ‘tudo’ sobre o Mundial que vem a vergonha de Ronaldo.
O estrago já está feito.
Dilma sabe que Ronaldo está do lado de Aécio.
Tem um ‘inimigo’ na trincheira.
Poderosíssimo.
Porque daqui 18 dias começará o Mundial.
E ele terá o microfone da Globo à sua disposição.
Comentarista contratado dos jogos.
A reação do governo federal deverá ser a mesma com Marin.
Acabou a intimidade.
Tudo será mais frio, político apenas.
E enquanto a Copa durar.
Um rompimento drástico seria pior.
Teria consequências ainda mais danosas ao Mundial.
A reação de Dilma é exatamente a mesma de Andrés.
Se sente surpresa e traída.
Não há como reagir.
Mas o estrago já está feito.
O primeiro efeito colateral está nas redes sociais.
Começa a ser até elogiado.
Ou seja, está claro seu instinto de sobrevivência.
Como sempre se salvando do que está dando errado.
O ex-presidente do Corinthians e Ricardo Teixeira já sabiam.
Dilma Rousseff e Aldo Rebelo descobriram agora.
Ronaldo merece a alcunha que o consagrou.
É um Fenômeno…

Espalhe por aí:





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“Ronaldo repete com Dilma Rousseff o que fez com Andrés Sanchez e Ricardo Teixeira. Confessando estar envergonhado com a Copa e posando ao lado de Aécio ‘futuro presidente’, apela para o que faz melhor na vida: sobreviver…”
25 de May de 2014 às 09:00 – Postado por Cosme Rímoli
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João Paulo S.
25 de maio de 2014 4:40 pmPSDB queria comprar Dilma Bolada
PSDB queria comprar Dilma Bolada, mas só conseguiu manchete na Folha
20 de maio de 2014
Luana Schabib
Agência fez proposta para contratar Jeferson Monteiro para falar de Aécio Neves
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Imagem publicada na página de humor.
A influência de Dilma Bolada nas redes sociais e a proximidade das eleições tem assustado a direta. Destaque recente da revista Forbes, o jovem criador do personagem fictício que mobiliza mais de um milhão de seguidores no Facebook, Jeferson Monteiro, tem sofrido tentativas constantes de desconstrução de sua reputação. Nesta terça-feira (20), o estudante de publicidade denunciou ter recebido proposta de R$ 500 mil para trabalhar para o PSDB.
>> Leia o perfil de Jeferson Monteiro publicado na Brasileiros.
Segundo Jeferson, o contato foi intermediado pela Agência Ama de publicidade que pretendia vender a personagem ao PSDB. O objetivo, claro, seria confundir o eleitorado. Não deu certo. Na noite de segunda-feira (19), o criador do personagem revelou a tentativa de negociação em nota no Facebook.
Segundo explica o estudante, o primeiro contato com a Ama aconteceu há cerca de 15 dias. Depois, ele teria recebido um e-mail (leia abaixo) do programador Pedro Guadalupe, um dos responsáveis pela estratégia tucana na internet. Jeferson afirma ter estranhado a mensagem enviada por Guadalupe e, como possui um histórico de desentendimentos públicos com ele decidiu manter a conversa.
Numa das mensagens, o Guadalupe afirma que é preciso definir como aproveitar o personagem para mudar opiniões políticas na rede e que o importante do Dilma Bolada é o “capital político/poder”. Jeferson não deu sequência à negociação, segundo afirma, para manter a lealdade com o personagem e o seu público.
Tentaram comprar personagem popular mas conseguiram manchete na Folha.
“Resolvi expor tudo isso aqui porque eu há mais de 1 ano venho sido constantemente atacado por pessoas dessa corja. Sujos e cínicos que têm a capacidade de inventarem mentiras absurdas que vão desde histórias de que mantenho ‘ligação direta com a Presidenta’ até ‘de sou pago com o dinheiro público e recebo R$120 mil/mês’ como foi dito recentemente num blog de simpatizantes tucanos. Não Pedro Guadalupe, eu não quero o dinheiro sujo de vocês. Diferentemente de você eu tenho caráter”, explicou.
Por meio de nota à imprensa, os tucanos negaram qualquer envolvimento no caso. “O PSDB Nacional desconhece inteiramente o assunto citado e não mantém qualquer tipo de contrato com o blogueiro Pedro Guadalupe”. Veja abaixo a troca de emails.
Leo V
25 de maio de 2014 4:51 pmSobre as recentes prisões
Sobre as recentes prisões políticas em Goiânia de estudantes que participavam de manifestações por transporte público gratuito.
Do Idelber Avelar no https://www.facebook.com/idelber.avelar/posts/10152247333262713?fref=nf
“O que aconteceu nas últimas 48 horas em Goiânia não tem nome. Parece indicar que entramos mesmo na fase de caçar manifestantes em suas casas para encarcerá-los, simplesmente por terem exercido seu direito previsto no Artigo 5º da Constituição, o de reunir-se em praça pública para protestar.
A 7ª Vara Criminal de Goiânia acolheu o pedido de dois delegados para que fossem decretadas as prisões preventivas de quatro estudantes, com idades entre 18 e 19 anos, e emitidos mandados de busca e apreensão em suas casas, para ir atrás de … basicamente, panfletos! Eis aqui o “flagrante” exibido com orgulho pela polícia para justificar o encarceramento dos estudantes: http://bit.ly/1jMOzGJ.
O Programa de Pesquisa sobre Ativismo em Perspectiva Comparada da Universidade Federal de Goiás emitiu nota de repúdio às prisões (http://bit.ly/1nIomIX) e o site Passa Palavra publicou uma narrativa que mostra o grau de criminalização da atividade política de protesto (http://bit.ly/1nIoBnd) que o caso evidencia.
A decisão judicial que autorizou as prisões preventivas e os mandados de busca e apreensão (http://on.fb.me/1maYPa3) é uma coleção de pérolas de puras ilações sem absolutamente nada processual — nada que justifique uma prisão preventiva. O juiz chega ao ponto de fundamentar sua decisão dizendo que um dos manifestantes havia afirmado em seu Facebook que o quebra-quebra nos protestos era obra espontânea da população indignada, como se essa pura opinião política fosse motivo para decretar prisão preventiva de alguém!
Heitor Aquino Vilela, Ian Caetano de Oliveira, Tiago Madureira Araújo e João Marcos Aguiar Almeida são, hoje, presos políticos — não há outro nome. Tive a oportunidade de conversar com um de seus professores, que está estarrecido com a prisão arbitrária de alguns de seus melhores alunos. A Camilla Magalhães resumiu a ópera num tuíte: “Quando ‘subversão’ é motivo pra decretar medida cautelar, é que o estado de exceção já aprendeu direitinho a usar o estado de direito.”
Manifesto aqui todo o apoio aos estudantes goianos e peço a atenção dos amigos Advogados Ativistas, da OAB de Goiás e dos movimentos sociais na solidariedade a eles.”
Mara L. Baraúna
25 de maio de 2014 4:52 pm25 de maio: Dia Nacional da Adoção
25 de maio: Dia Nacional da Adoção
Por Fábia Galvão
No Dia Nacional da Adoção, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) celebra a criação do Cadastro Nacional de Adoção (CNA). Criada em 2008, a ferramenta reúne informações sobre crianças e adolescentes que estão aptos a serem adotados e sobre as pessoas que pretendem recebê-las. Juízes, Promotores de Justiça e outros representantes de cerca de 3 mil varas da infância e juventude do país estão habilitados a consultar o banco de dados; prática que diminui significativamente a burocracia dos processos de adoção no Brasil.
Os dados do Cadastro Nacional de Adoção revelam uma desigualdade alarmante na relação entre pretendentes e candidatos à adoção. Enquanto 26.694 pessoas estão aptas a adotar, 4.427 crianças e adolescentes esperam por um novo lar. A explicação para essa discrepância reside nas preferências de quem está em busca de um filho: dos interessados, 70% só aceitam crianças brancas, 80,7% exigem que elas tenham no máximo três anos de idade – apenas 7% dos candidatos disponíveis têm essa idade, segundo o sistema – e 86% só aceitam adotar crianças ou adolescentes sozinhos, enquanto boa parte dos jovens possui irmãos.
Os fatores de restrição revelam que, no Brasil, a adoção ainda é um processo que tem critérios extremamente seletivos como prioridade antes de ser entendido como um ato de amor indiscriminado. Para Nicolau Lupianhes, Juiz Auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça, é preciso haver uma mudança cultural nesse sentido: “Precisamos trabalhar cada vez mais para a efetivação dos melhores interesses das crianças e adolescentes. Necessitamos de uma mudança de cultura quanto ao perfil desejado pela maioria, para que todos os jovens tenham oportunidade na adoção. O CNJ contribui para essas mudanças com o seu sistema de cadastros da infância e juventude”.
Jel
25 de maio de 2014 5:47 pmVale do Cuiabá, em Itaipava – tragédia outra vez
Em pleno paraiso verde, aconteceu ontem uma mega-festa, o Baile do Zeh Pretim, com convites vendidos pela internet e ampla divulgação.A festa foi ótima, para quem estava nela. Pra nós, vizinhos, foi um horror.Vieram umas 1500 pessoas, de carro ou de ônibus de turismo (eram cerca de 30). Como a estradinha é estreita, criou-se o caos no trânsito, com carros invadindo terrenos privados para estacionar, ou mesmo estacionaram na própria estrada. Os ônibus, enormes, tinham dificuldade para manobrar e retornar.Cambistas atuavam antes da festa começar.O som era altíssimo, e a cada batida as janelas da minha casa vibravam forte; achei que os vidros iam quebrar.Chamamos a polícia, que conferiu a documentação do evento (estava tudo certo, um absurdo liberado pela Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros etc e principalmente pela Prefeitura de Petrópolis; aí já não é só absurdo, é ilegal, porque a Lei de Ocupação do Solo de Petrópolis não permite esse tipo de evento naquele local). Os PMs pediram para eles abaixarem o som, eles atenderam, mas meia hora depois, a polícia já tinha ido embora, eles aumentaram de novo.A festa tinha que acabar às 22h, conforme constava na autorização, mas eles só desligaram o som às 23h.Chamamos novamente a PM, que prontamente enviou uma viatura que acompanhou a saída das pessoas do local da festa. Mesmo com a viatura da PM, houve: caos total no trânsito, inclusive fechando o nosso acesso à estrada, enorme algazarra, exibições de estripulias em motos, pancadas na lataria do ônibus que atende a região quando ele passou, e um grande buzinaço lá pela 1p0 da madrugada.O tumulto foi até umas 2p0 e aí, quando achamos que poderíamos dormir ainda veio o inacreditável: começaram a desmontar tudo logo a seguir. Foi uma barulheira infernal de marteladas e não sei o que mais das 3h até a hora em que saí, por volta das 9h da manhã. Além de tudo, tanto o pessoal do Tamboatá, que organizou o evento, como o dono do sítio, que o alugou, estão com intenção de repetir a dose de vez em quando. A menos de 100 metros do sítio onde houve a festa começa uma reserva florestal, ou ZPE, como diz a Lei de Ocupação do Solo de Petrópolis. Os esquilos, jacus e outros silvestres estão como nós, os moradores, sem entender nada.
Gilson AS
25 de maio de 2014 6:39 pmEstá sem opção neste domingo ?
Está de bobeira sem o que fazer ?…………………………………….
Que tal ouvir musicas de qualidade ?…………………………………..
No link http://www.jazzradio.com/ sugiro……………………………..
Mellow JazzDave Koz & FriendPiano Jazz……………………………. No link http://www.sky.fm/ sugiro – Love Music………………………………………………….. No link http://www.radio.uol.com.br/#/home tem bastente coisa bacana de MPB, é só fuçar ………………………………………….. Deleitem-se !!!!
anarquista sério
25 de maio de 2014 8:15 pmUau!!
Uau!!
Bravo,bravíssimo!
Muito acima da média.
Valeu!
anarquista sério
25 de maio de 2014 7:28 pmFinal de domingo
Final de domingo sombrio,taciturno,nebuloso e chuvoso.
Então vamos pensar pra sair dessa inhaca
Gilson AS
25 de maio de 2014 9:09 pmFácil, 27
Fácil, 27
anarquista sério
25 de maio de 2014 7:30 pm“}” data-reactid=”.e”
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anarquista sério
25 de maio de 2014 7:58 pmO grande assunto do final
O grande assunto do final de semana foi a espetacular vitória do Real Madri no mais importante campeonato da Europa:
”A décima”
Faltava dois minutos e o Real perdia.Prorrogação, empatados até os 5 minutos finais.E depois 3 gols.
Eletrizante,pra dizer o mínimo.Sem contar a tal ”placenta” de égua pra Diogo Costa jogar.E jogou apenas 9 minutos. Talvez o maior erro do grande técnico argentino Simeone.( faltou gás e substituto no final)
E nenhum post a respeito ?
Nilva de Souza
26 de maio de 2014 1:13 amDa série Criança fala cada
Da série Criança fala cada coisa, kkkkkkkkk
Meu sobrinho-neto, Enzo, de 3 anos e dois meses, estava em dúvida pra que time torceria pois o avô e um tio são santistas e a grande maioria da família é corintiana.
Ele sempre reza pra dormir e fala aquela prece “com Deus me deito, com Deus me levanto. Com a graça de Deus e do Espírito Corinthians”, kkkkkkkkkkkk Sua mãe ouviu e perguntou porquê ele falou coríntians na prece.
A fofura respondeu que porque agora ele é corintiano, kkkkkkkkk
Ou seja, misturou tudo e tirou a palavra santo(s) do vocabulário, porque virou corintiano, kkkkkkk
Indiretamente ele é a prova viva de que corínthians é religião, kkkkkkkkk
PS.: eu sou Parmêra, bello !