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10 Comentários
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  1. Free Walker

    8 de maio de 2015 3:35 am

    O lúdico, a emoção, a guerra

    O lúdico, a emoção, a guerra e a infamia nos Premios Pulitzer de fotografia, de 42 a 2011…

    http://historicalphotographsoftheworld.blogspot.com.br/p/pulitzer-prize-winning-photos-1942-2011.html
    (Clicando na primeira foto dá para navegar em todas sem as legendas, mas o melhor sãoa fotos comentadas)

    Para ilustrar o post, duas faces da mesma moeda,

    O horror da guerra na foto histórica

    e o prisioneiro de guerra voltando pra casa

     

  2. Mailson

    8 de maio de 2015 3:39 am

    O ativismo político do judiciário enlouqueceu o Brasil

    [video:https://vimeo.com/127103080 align:center]

  3. José C Lima

    8 de maio de 2015 5:48 am

    (Sem título)

  4. Adilsonbb

    8 de maio de 2015 8:35 am

    Alberto Fraga usou dinheiro público de forma indevida

    O deputado humanista Alberto Fraga responde processo no STF por portar munição além da quantidade permitida,  a quantidade de munição é para deixar qualquer bandido morrendo de inveja, eis  que a quantidade permitida em lei são 50 munições por ano, mas o humanista tinha em sua posse 1440 projetis. Entretanto as trepulias do deputado não param por aí, em 2009 o ilustre PM da reserva foi denunciado pela Folha de São Paulo de usar verba parlamentar para pagar sua faxineira, confira no link a seguir:

    http://www.youtube.com/watch?v=IPPd0-RjKRM

     

    há 5 minutos

     

     

     

  5. Adilsonbb

    8 de maio de 2015 8:48 am

    Deputado Alberto Fraga foi condenado

    O deputado que ameaçou a Deputada Jandira, foi condenado pela Justiça do DF, por usar laranja na compra de um imóvel e de porte excessivo de munição, confira clicando no link a seguir: 

     

    http://globotv.globo.com/rede-globo/dftv-2a-edicao/v/ex-deputado-alberto-fraga-e-condenado-por-porte-ilegal-de-arma-e-municao/2868387/

     

  6. José C Lima

    8 de maio de 2015 12:51 pm

    Em que pé está o debate sobre a impermeabilidade das ruas?

    ETS-03/2013 PAVIMENTOS PERMEÁVEIS COM REVESTIMENTO ASFALTICO POROSO – CPA

     

    http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/infraestrutura/especificacoes_de_servivo/ets_003.pdf

  7. Cláudio José

    8 de maio de 2015 4:34 pm

    VOLUNTÁRIOS DO SERTÃO EM AÇÃO

    Sem recursos, mãe de seis filhos consegue laqueadura em mutirão

    Voluntários de Ribeirão Preto (SP) fizeram 430 cirurgias em Condeúba (BA).
    ‘Minhas crianças são tudo pra mim’, diz a dona de casa Jesuína dos Santos.

     

    Adriano de OliveiraDo G1 Ribeirão e Franca

    FACEBOOKAo lado dos filhos, Jesuína conta as dificuldades encontradas no sertão da Bahia  (Foto: Adriano Oliveira/G1)Ao lado dos filhos, Jesuína conta as dificuldades encontradas no sertão da Bahia (Foto: Adriano Oliveira/G1)

    Aos 30 anos, a dona de casa Jesuína Sousa Silva precisa lidar todos os dias com um drama – a escassez de recursos para alimentar os seis filhos, três meninos e três meninas – o menor com sete meses e o mais velho com 11 anos. Conseguir alimento para tantas bocas famintas ou encontrar água para matar a sede são tarefas das mais árduas. Em terra castigada pela seca, nem tudo o que se planta, colhe.

    saiba maisVEJA FOTOS DO PROJETO EM CONDEÚBASertanejos voltam a sorrir sem medo após mutirão odontológico na BahiaVoluntários atendem mil por dia e devolvem visão a sertanejos na BahiaEsperança volta ao sertão baiano com a ajuda de voluntários da saúde

    O G1 conheceu a história de Jesuína ao acompanhar o trabalho da organização Voluntários do Sertão em Condeúba (BA), em abril deste ano.

    Na casa simples na zona rural do município, distante 1,3 mil quilômetros de Ribeirão Preto(SP), cidade-sede do grupo, Jesuína descreveu o sentimento de impotência frente à dura realidade. “A gente não leva vida fácil, não. Criar os filhos nem é o problema, porque a gente já foi criança também. Mais difícil é dar de comer, não poder dar as coisas que eles pedem, ter que dizer não.”

    O pesar que carrega e o semblante triste não lhe permitem sorrir, nem mesmo quando provocada para a foto da reportagem. Ela já teve sete filhos. A mais velha morreu ainda bebê, em 2003. “Não sei o que é que foi não. Só sei que ficou doentinha e morreu”, disse.

    Jesuína esperou o mutirão de atendimentos para realizar a laqueadura gratuitamente (Foto: Adriano Oliveira/G1)Jesuína esperou o mutirão de atendimentos para realizar a laqueadura gratuitamente (Foto: Adriano Oliveira/G1)

    Jesuína, o marido e os seis filhos moram em uma casa de quatro cômodos. A viagem do sítio à cidade leva em torno de uma hora pela estrada de terra, a única que existe no local. Um caminho que ela cansou de percorrer quando sentia as contrações dos partos. Após o nascimento do caçula, hoje com sete meses, o médico recomendou que ela fizesse uma laqueadura, cirurgia contraceptiva. “Ele falou que era melhor eu operar porque já tenho muito filho e ainda sou nova, né?!”, disse.

    Minhas crianças são tudo pra mim.”Jesuína Sousa Silva, mãe e dona de casa

    Mas a recomendação médica acabou ficando para depois, porque não havia dinheiro para o procedimento em Vitória da Conquista (BA), a 200 quilômetros da fazenda, onde está o hospital mais próximo equipado com centro cirúrgico e capaz de atendê-la pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

    O destino, no entanto, reservou uma surpresa solidária à Jesuína no mês passado, quando o Voluntários do Sertão chegou a Condeúba. Os especialistas estavam focados no mutirão de consultas, exames e cirurgias de pequeno porte e médio porte, como vasectomias, fimoses, hérnias, procedimentos dermatológicos e a tão importante laqueadura.

    Ao todo, foram realizadas 430 diferentes cirurgias, e Jesuína foi finalmente operada. “Seis filhos já está bom, ainda mais com essa vida que a gente leva. Minhas crianças são tudo pra (sic) mim”, disse a dona de casa, que voltou para o sítio da família um dia após a operação, sob a orientação de permanecer em repouso absoluto. “Meu marido vai cuidar de tudo”, garantiu.

    A coordenadora do centro cirúrgico, Cilay de Freitas, se despede de Jesuína na porta do hospital (Foto: Adriano Oliveira/G1)A chefe do centro cirúrgico, Cilay de Freitas, se despede de Jesuína na porta do hospital de Condeúba (BA)
    (Foto: Adriano Oliveira/G1)

    Dura realidade
    Durante a semana em que os “Voluntários do Sertão” estiveram em Condeúba, muitas “Jesuínas” passaram pelos corredores do hospital municipal da cidade. É o que conta a instrumentadora Cilay Lunardello Pinheiro de Freitas, coordenadora da equipe cirúrgica, formada por 30 profissionais, entre médicos, anestesistas, enfermeiros e auxiliares.

    A gente não leva vida fácil, não. Criar os filhos nem é o problema. Mais difícil é dar de comer, não poder dar as coisas que eles pedem, ter que dizer não.”Jesuína Sousa Silva, mãe e dona de casa

    Por Cilay passaram todos os prontuários, recomendações e decisões. “É um trabalho duro, mas poder participar e ajudar essas pessoas é gratificante. Eu deixo o meu serviço, a minha família, fico sem internet, sem televisão, sem saber o que está acontecendo no mundo e, mesmo assim, não tenho como expressar a alegria que eu sinto”, afirmou.

    Cilay desembarcou em Condeúba dois dias antes dos demais voluntários e com apoio de parte da equipe montou todos os equipamentos do centro cirúrgico, que funcionou dentro do hospital. A instituição possui um espaço apropriado para a realização desses procedimentos, mas as salas nunca haviam sido utilizadas desde que o prédio foi construído, há sete anos.

    “Nós pedimos para providenciar cama cirúrgica, iluminação, rede de gás para anestesia, não tinha nada. O centro cirúrgico era como uma casa abandonada”, disse a instrumentadora, que também participou do processo de triagem dos pacientes, com apoio dos coordenadores das clínicas médicas de especialidades.

    Equipe do projeto Voluntários do Sertão realizou 340 cirurgias em Condeúba durante uma semana (Foto: Adriano Oliveira/G1)Equipe do projeto ‘Voluntários do Sertão’ realizou 340 cirurgias em Condeúba (BA) durante uma semana
    (Foto: Adriano Oliveira/G1)

    Estrutura
    Diariamente, as cirurgias começavam a ser realizadas pontualmente às 8h e não tinham hora para terminar. Isso porque, apesar de existir um número determinado de pacientes que seriam atendidos por dia, não eram raras as vezes em que um caso de urgência era encaminhado ao hospital.

    Estava realizando um atendimento na zona rural e uma menina perguntou se eu bebia água todo dia. Então eu percebi que a gente tem tudo e não agredece por nada.”Gianny Bordin, ginecologista voluntária

    “As salas nunca ficam vazias, os médicos não ficam parados um minuto. A central de material trabalha a todo vapor. Tudo funcionou como um hospital de uma grande cidade”, disse Cilay, que contava com o apoio e o comprometimento de todos os profissionais da equipe, entre eles a ginecologista e obstetra Gianny Bordin, de 44 anos, voluntária pela sexta vez.

    Gianny contou que todo ano se programa com antecedência, reservando os dias de atendimento voluntário na agenda da clínica particular em que trabalha em Ribeirão Preto. Para ela, mais do que poder ajudar outras pessoas, participar do projeto é uma oportunidade de aprender.

    “Uma das coisas que eu aprendi durante esses seis anos foi agradecer pelas coisas que eu tenho. Uma vez eu estava realizando um atendimento na zona rural e uma menina perguntou se eu bebia água todo dia. Eu percebi que a gente tem tudo e não agradece por nada. No sertão, eles não têm nada e agradecem por tudo. Apesar das dificuldades, são um povo feliz”, disse.

    Sandra acompanhou a filha Giovanna, de 3 anos, durante a retirada de um cisto na sobrancelha (Foto: Adriano Oliveira/G1)Sandra acompanhou a filha Giovanna, de 3 anos, durante a retirada de um cisto na sobrancelha (Foto: Adriano Oliveira/G1)

    Gratidão
    As palavras da médica ganharam significado no sorriso franco da pequena Giovanna Pereira da Silva, de 3 anos. Mesmo sabendo que passaria por um procedimento cirúrgico para retirada de um cisto na sobrancelha, Giovanna não se deixou abater, no corredor do hospital.

    Uma das coisas que eu aprendi durante esses seis anos foi agradecer pelas coisas que eu tenho. ” Gianny Bordin, ginecologista e obstetra

    Brincando com a garota no colo, a mãe também sorria e agradecia aos voluntários pelo carinho com que a filha era tratada. “A gente vê esses médicos fazendo tudo com tanto amor. Os médicos que trabalham pelo SUS não atendem dessa forma, não têm essa motivação. Talvez nem por plano privado ela fosse tão bem acolhida como foi no “Voluntários do Sertão’”, disse a dona de casa Sandra Pereira da Silva, de 26 anos.

    A família mora em Piripá (BA) e chegou a pagar R$ 280 por uma consulta particular com um pediatra em Vitória da Conquista, na esperança de conseguir solucionar o problema estético de Giovanna. O médico disse que as únicas alternativas seriam realizar a cirurgia pelo sistema privado, ao custo de R$ 3,5 mil, ou aguardar na fila do SUS.

    Sem condições financeiras para arcar com o procedimento, Sandra optou por esperar o mutirão de voluntários em Condeúba. “Foi tudo tão rápido e prático, que eu nem acreditei. Só por Deus mesmo”, afirmou.

    O sorriso de Giovanna traduz a felicidade após o procedimento feito pelos médicos, em Condeúba (BA)  (Foto: Adriano Oliveira/G1)O sorriso de Giovanna traduz a felicidade após o procedimento feito pelos médicos, em Condeúba (BA) (Foto: Adriano Oliveira/G1)tópicos:CondeúbaRibeirão Preto

     

    1. Otavio Barros

      8 de maio de 2015 10:32 pm

      Nassif, anos atrás o Fora de

      Nassif, anos atrás o Fora de Paula dispunham de muitos colaboradores, principalmente quando você aprecisava de apoio da opinião pública para defendê-lo da agressão da elite e seus testas de ferro. Com tanto noticiário fútil sobre Economia e Política, peço rever sua linha editorial com os “causos” do interior do Brasil, principalmente de Minas e do Nordeste. O factual de seu site já encheu o saco do leitor, aliás, com repetiçao de outros sites. Que tal lembrar de seu tempo de menino e jovem no interior das Gerais, a primeira professora, os amigos de infância e adolescência… Depois, juntar esse material num livro. Claro que os assuntos sobre Economia Políca continuaria sobre a “Paulicéia Desvairada”, mas o leitor ganharai muitos  leitores sobre o interior do Brasil (Guimares Rosa, Graciliano Ramos, Pedro Américo, Rachel de Queiros, etc.Consumo, consumismo, consumismo, consumismo, tecnologia, tecnologia, tecnologia… E o laze do leitor fica aonde? 

    2. Otavio Barros

      8 de maio de 2015 11:10 pm

      Nassif,
      Ou, para lembrar

      Nassif,

      Ou, para lembrar “JORNAL DE DEBATES . SILÊNCIOS DO JORNALISMO”. Da selva das cidades às ilusões do paraíso. Por Sylvia Debossan Moretzsohn, em 05/05/2015, na edição 849 do Observatório da Imprensa:

      “Estamos todos infelizes e acuados na selva das cidades, onde perambulam meninos maltrapilhos e ameaçadores. Não é difícil concluir que, se todos pudéssemos cair fora, só restariam nas cidades os prédios inabitados e os ansiados paraísos se transformariam num novo inferno. Mas enquanto estivermos convencidos de que o sistema em que vivemos é o único possível – e não é preciso ressaltar o papel da mídia hegemônica nesse convencimento –, vamos continuar nos alimentando de ilusões.

       

       

  8. Emanuel Cancella

    8 de maio de 2015 8:58 pm

    CIA

    Conspiração da CIA tem o Brasil e a Venezuela como alvos

     

    A Central Intelligence Agency – CIA , central de inteligência americana, conspira contra o Brasil e a Venezuela! Essa mesma CIA foi a autora intelectual da “Primavera Árabe” que derrubou, entre outros governantes, Saddam Hussein do Iraque e Muammar AL-Gaddafi, da Líbia.

     

    Os protestos nesses países mobilizaram, de uma hora para outra, milhões de pessoas, que tinham como objetivo a volta da democracia; entretanto mesmo mudando os governantes, a democracia não progrediu no Oriente médio, principalmente por culpa dos EUA e da Europa que cooptam governos desses países em torno de interesses comercias, em prejuízo da maioria de sua população pobre. Na verdade, os EUA e seus aliados europeus só estavam de olho era no petróleo, principalmente do Iraque e da Líbia.

     

    Aliás, essas guerras contemporâneas têm como pano de fundo o petróleo, como também com o gás, ambos fomentadores da crise na Ucrânia, envolvendo a Rússia, EUA e Europa.  Agora, os EUA e a Europa se voltam para o cone sul para derrubada do governo do Brasil e da Venezuela. A Venezuela tem a maior reserva de petróleo do planeta, passando a Arábia Saudita, e o Brasil fez a maior descoberta de reserva de petróleo dos últimos tempos, com o pré-sal. Os EUA só têm petróleo para os próximos três anos.

     

    Os atuais governos do Brasil e da Venezuela são vistos pelo EUA e seus aliados como parte do “Eixo do Mal”, por isso, na sua lógica maldita e tirana, entendem que esses governos precisam ser derrubados. Quem duvida dessa tese de conspiração internacional contra o governo do Brasil e da Venezuela, leia o livro: “Confissões de um Assassino Econômico”, escrita pelo próprio ex-assassino econômico, John Perkins.

     

    Pessoas como Edward Joseph Snowden, ex-administrador da CIA,  e Julian Assange, um dos membros e coordenador do wikileaks, viraram persona não grata pelo EUA e ameaçados de prisão e morte porque, através de fatos, denunciaram a conspiração ilegal americana contra vários países, inclusive o Brasil e a Venezuela, na questão petróleo.

     

    O poder americano é muito grande e não percebido pelo restante da humanidade. Para se ter ideia, os EUA apertaram um botão e desligaram a internet da Coréia do Norte. É como se alguém estranho e à distância desligasse a luz de sua casa! E ainda, mobilizaram, através das redes sociais, milhões de árabes que realizaram o movimento Primavera Árabe. Aqui no Brasil, milhões de brasileiros foram às ruas contra o governo Dilma, mas, com certeza, não buscavam avanços sociais, muito menos a democracia.

     

    Se no Oriente Médio, a ferramenta para a mobilização foram as redes sociais, no Brasil quem mais mobilizou foi a Globo, que apoiou e cresceu à sombra da ditadura e que foi extremamente beneficiada pelo grupo Time Life americano.

     

    O presidente Getúlio Vargas, que criou a Petrobrás, recebeu, antes de seu suicídio, a visita do dono dos diários associados, Assis Chateaubriand, que era a Globo da época, que lhe propôs: “Esqueça a Petrobrás que paramos de lhe criticar e vamos lhe apoiar”. Getúlio Vargas preferiu a morte!

     

    A presidente Dilma disse na campanha eleitoral que o pré-sal era nosso passaporte para o futuro, e depois reafirmou a defesa intransigente do nosso pré-sal. Mas estranhamente, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga afirmou em tribuna do Senado Federal, publicada no jornal O Globo, de 8 de maio,: “que a Petrobrás pode deixar de ser a única operadora do pré-sal”. Disse também que “o conteúdo local fez grande diferença, mas não significa dizer que não deveremos revisitar a legislação do conteúdo nacional”, e questionou a partilha que garante para Petrobrás o mínimo de 30% dos campos do pré-sal, estranhamente fazendo coro com o senador José Serra, do PSDB.

     

    O tucano de São Paulo, em 2009, já tinha prometido à Chevron americana, segundo denúncia do wikileaks, publicada na Folha, que iria mudar a lei do pré-sal, caso eleito. A posição de Serra não é novidade, considerando que o governo de Fernando Henrique Cardoso, também do PSDB, tentou privatizar a Petrobrás. O ministro Eduardo Braga, pelo que propõe, já foi cooptado. O povo brasileiro foi para as ruas na campanha “O petróleo é nosso!”, na década de 40 e 50, quando o petróleo era apenas um sonho. Será que hoje, quando o petróleo é uma realidade, vamos entregá-lo? Vamos deixar que tornem o sonho de nosso povo em pesadelo?

     

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

    Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

    Rio de Janeiro, 08 de maio de 2015

     

     

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