Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Andre Araujo
9 de maio de 2015 3:13 amhttp://www.ptnacamara.org.br/
http://www.ptnacamara.org.br/index.php/inicio/noticias/item/22598-siba-visita-de-lula-e-evo-morales-ao-acre-evidencia-potencial-economico-do-estado
Será que Evo Morales desistiu de reinvidicar publicamente a devolução do Acre à Bolivia?
Que visita estranha, dado a questão historica, depois da Reserva Raposa do Sol em Roraima, a devolução do Acre seria
coerente com a fraternidade bolivariana, poderiam dar o Acre e mais uma indenização em dinheiro a titulo de aluguel desde 1902.
Pedro Penido dos Anjos
9 de maio de 2015 12:05 pmE por que não acabar de vez
E por que não acabar de vez com as populações indíginas, não só do Brasil, como também das Américas?
Desta vez, com tecnologias mais sofisticadas do que simples panos e alimentos embebebidos em excrementos de portadores de varíola ou outras doenças exóticas para as quais osautóctones não tinham imunidade.
Que tal anticoncepcionais sub-reptícios nos alimentos e bebidas.
Em último caso, é sóchamar a tropa do Richa, do Caiado ou do Bolsonaro.
Eles nunca foram com a cara dessa bugralhada mesmo.
Andre Araujo
9 de maio de 2015 12:46 pmhttp://congressoemfoco.uol.co
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/raposa-serra-do-sol-sofre-abandono-apos-quatro-anos/
A Reserva Raposa Serra do Sul foi um dos maiores equivocos nessa politica de demarcações, que siginificam retirada do
Estado brasileiro de imensos territorios que deveriam estar sob soberania brasileira.. Destruiu-se a viabilidade economica dde um Estado fronteiriço, tirando da area centenas de agricultores de arroz, base economica do Estado. Deu-se a 13 mil indigenas um territorio maior abusrdamente grande porque são “indios caminhantes” em AREA DE FRONTEIRA, tendo do
outro lado desta a mesma tribo yanomani. O Exercito Brasileiro, por seu ex-Comandante Militar da Amazonia, General Augusto Heleno, declarou publicamente o absurdo dessa demarcação anti-nacional.
Para completar o desastre, agora os proprios indios se queixam de abandono, quer dizer, querem uma reserva independente mas tambem querem beneficios do Estado. E tem gente que ahca bacana isso, dar 13% do territorio nacional para que indios possam regridir a idade da pedra e não se integrar à sociedade multirracial brasileira, como era a visão
do Marechal Candido Rondon.
WagMM
9 de maio de 2015 4:42 amBlindagem à vista
#laranjada
ATO DA MESA Nº 25, DE 06/05/2015
Dispõe sobre a delegação de acesso a sistemas de informação.
A MESA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, com base no art. 51, IV, da Constituição da República, e no art. 15 do Regimento Interno, RESOLVE:
Art. 1º É facultado ao Deputado, mediante delegação, autorizar a servidor da Câmara dos Deputados o acesso a sistemas de informação privativos do Parlamentar.
§ 1º O servidor autorizado somente poderá realizar os procedimentos descritos nos termos da delegação.
§ 2º A opção de que trata o caput deste artigo deverá ser formalmente registrada perante os órgãos administrativos e legislativos da Câmara dos Deputados.
Art. 2º Os sistemas de informação deverão permitir que se identifiquem posteriormente os atos praticados pelo servidor autorizado.
Art. 3º O servidor autorizado responderá civil, criminal e administrativamente pelo uso indevido dos limites de delegação.
Art. 4º O Primeiro-Secretário regulará, no prazo de 30 (trinta) dias, o disposto neste Ato.
Sala de Reuniões, 6 de maio de 2015.
Eduardo Cunha
Presidente
JUSTIFICAÇÃO
As atividades políticas são extremamente amplas e diversificadas, criando dificuldades de toda ordem, para que os Deputados operem diretamente os sistemas administrativos e legislativos de uso privativo dos Parlamentares. Soma-se a isso a necessidade de correspondência dos Deputados com seus eleitores e autoridades.
Nesse sentido, é oportuno e necessário permitir que servidores autorizados previamente por Deputados possam, em seu nome, apresentar documentos administrativos e legislativos e fazer a correspondência do Gabinete.
A norma prevê que todos os atos praticados em nome do Parlamentar permitam a identificação posterior do servidor, inclusive para que se possa aferir sobre os limites da delegação e eventual uso indevido, prevendo que, nesta hipótese, o servidor responda nos termos da lei.
ATO DA MESA ref. delegação de acesso
A Mesa Diretora, em reunião realizada hoje, resolveu, por unanimidade, baixar o Ato da Mesa nº 25, de 2015, que “Dispõe sobre a delegação de acesso a sistemas de informação”.
Participaram da votação os Senhores Deputados:
Eduardo Cunha, Presidente; Waldir Maranhão, Primeiro-Vice-Presidente; Giacobo, Segundo-Vice-Presidente; Beto Mansur, Primeiro-Secretário; Felipe Bornier, Segundo-Secretário; Mara Gabrilli, Terceira-Secretária; e Alex Canziani, Quarto-Secretário.
Sala de Reuniões, em 06 de maio de 2015.
EDUARDO CUNHA
Presidente
Antígora
9 de maio de 2015 8:50 amQuando o cinismo de um criminoso extrapola todos os limites
Beto Richa quer que os professores peçam desculpas por terem apanhado. Não é piada.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=s7nksyyxGlU align:left]
Airão
9 de maio de 2015 9:00 amBeto Richa agride mais uma vez os professores do Paraná
Richa quer que professores peçam desculpas – não é piada
Fonte: Blog da Cidadania
http://www.blogdacidadania.com.br/2015/05/richa-quer-que-professores-pecam-desculpas-nao-e-piada/
Por Eduardo Guimarães
Os professores paranaenses foram espancados pelo governo do Estado pela segunda vez na noite desta sexta-feira, 8 de maio. Desta vez, porém, o principal agressor decidiu fazer o serviço sujo pessoalmente, em vez de mandar a polícia.
Após o Jornal Nacional, entre outros, noticiar as sucessivas quedas de membros do governo Beto Richa devido à brutal agressão que esse governo promoveu contra os professores diante da “casa do povo” paranaense, ele apareceu na reportagem.
Em vez de o governador que os paranaenses elegeram há poucos meses explicar por que membros de seu governo e até da PM caíram após a agressão, já que, como dissera antes, a atuação da tropa foi contra os professores foi “uma reação natural”, preferiu esbofetear aqueles que agrediu.
No vídeo abaixo, Richa teve mau-caráter suficiente para falar em nome dos professores. É isso mesmo: ele pediu “desculpas” ao povo paranaense em nome de seu governo e EM NOME DOS PROFESSORES.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=s7nksyyxGlU align:center]
Confira, abaixo, trecho da reportagem do Jornal Nacional supracitada.
Palavras do governador do Paraná, Beto Richa:
— Queremos pedir desculpas – acho que governo e associação do sindicato dos professores – à sociedade paranaense e à sociedade brasileira pelo ocorrido aqui na frente da Assembleia Legislativa.
Eu não sou professor, não sou paranaense, mas me senti insultado. Pessoas que se feriram gravemente, que levaram tiros de bala de borracha nos olhos, que quase morreram por ter uma artéria da coxa triturada por mordida de um (cão) pit bull da PM, devem desculpas aos paranaenses e ao resto do Brasil?
Será que Richa estava em estado normal de consciência ao proferir essa declaração? Seria a única forma de tolerar o que disse – se estivesse embriagado.
Richa, mais cedo, declarou-se “o mais ferido” pelo episódio que ocorreu sob suas ordens e fuças. Miseravelmente, tentou eximir-se da responsabilidade, como quem diz: “Massacraram os professores, mas não sei quem fui”.
Se este blogueiro sentiu-se esbofeteado pelo governador de um Estado que não é o seu, imagino como o povo paranaense e, mais especificamente, os professores sentiram-se com as suas declarações.
Se eu fosse a “associação do sindicato dos professores” (sic) a que Richa se referiu, abriria, já, um processo na Justiça por danos morais. Para alguns professores, a declaração dele deve ter doído mais do que as pancadas e bombas da PM.
Adir Tavares
9 de maio de 2015 9:30 amHoje é sábado
10 ideias erradas acerca do passado
por Informação Incorrecta
Talvez não.
Eis uma curta série dedicada às coisas que não são exactamente como costumamos pensar.
Iniciamos com a História? Boa ideia.
01. Os habitantes da antiga Inglaterra eram todos brancos, altos e loiros
Hoje Londres é uma das cidades mais multiculturais do planeta, mas foi somente no século passado que as minorias se tornaram uma visão familiar no Reino Unido. Há dois mil anos, por exemplo, todos teriam sido branco, altos, loiros ou ruivos, certo? Errado. A Inglaterra teve cidadãos negros há pelo menos 1.800 anos.
Em 2010, pesquisadores da Universidade de Reading encontraram evidências de que York, nos tempos dos Romanos, era o lar de indivíduos de ascendência norte-africana. Um deles (uma mulher) foi encontrado enterrado com joias suficientes para identifica-la como pertencente à classe alta, sugerindo que não fosse simplesmente um viajante ou um escravo. E não podemos esquecer que no ano 208, o imperador romano Septímio Severo (que era libanês) fez da mesma cidade a base dele, governando o Império daí até sua morte.
Esta história da multiculturalidade não acabou com a queda de Roma. Os registos mostram pequenas comunidades de negros que viviam na Grã-Bretanha do século 12º e sucessivos, com pelo menos um esqueleto identificado como sendo anterior à chegada de William o Conquistador, em 1066.
Por volta do 1501, Catarina de Aragão trouxe consigo uma vasta comitiva de muçulmanos, judeus e norte-africanos, muitos dos quais se instalaram na Grã-Bretanha.
Portanto, longe de ser um fenómeno moderno, o Reino Unido tem sido multicultural por boa parte da sua existência.
2. Os Homens de Neanderthal não eram muito inteligentes
“Neanderthal” bem pode ser utilizado como sinónimo de “idiota”: afinal, temos dos nossos antigos “primos” uma ideia bastante triste. Mas errada. Todas as provas disponíveis (sobretudo as mais recentes) apontam para que estes primos fossem tão inteligentes quanto nós. Ou tão estúpidos, é a mesma coisa.
Em 2014, os pesquisadores descobriram evidências de que os Neanderthais na Europa do norte caçavam mamutes e bisões empurrando os animais para profundas ravinas. Tal operação não era simples, exigia habilidades de comunicação e de planeamento, pelo menos tão avançadas quanto aquelas dos nossos directos antepassados, que utilizavam a mesma técnica. Também há muitas evidências de que as ferramentas dos Neanderthais eram tão avançadas quanto aquelas dos humanos: ossos, pedras e adesivos caseiros para criar armas perfeitas.
Também foram encontrados sinais de cultura Neanderthal. Os arqueólogos descobriram recentemente ornamentos e pigmentos para a pintura corporal, sugerindo complexos rituais religiosos. E há até mesmo uma caverna, em Gibraltar, que contém exemplos de arte dos Neanderthais.
A Bíblia é clara neste aspecto, pois um inteiro Livro tem o nome de Êxodo: Moisés, o Mar Vermelho que se abre, etc. Quantos hebreus viviam no Egipto? 600 mil famílias, mais ou menos. Mas…
Mas os registos arqueológico dizem o contrário. Não tem sido descoberto um único fragmento de prova que indique a presença de judeus no deserto do Sinai. Considerando que temos provas de grupos nómadas bem menores, esta ausência é estranha, no mínimo. Também não há nada em israel que sugira um grande afluxo de migrantes em tempos antigos.
Os antigos Egípcios mantinham registos meticulosos de tudo o que acontecia, incluindo a migração de grupos nómadas menores. Se, de repente, a maioria dos seus escravos (um quarto de toda a sua população, segundo a Bíblia) tivesse fugido, haveria sinais duma grande crise económica, sem falar da citação nos registos. Mas nada disso existe.
Aliás, os antigos Egípcios tratavam os escravos melhor do que a maioria das culturas suas contemporâneas. Muitos eram escravos “de dívida”, que eram libertados uma vez reembolsado o valor da mesma. Em algumas circunstâncias, até viviam melhor do que os camponeses livres. Nada de fuga bíblica para escapar de tiranos cruéis.
04. Os Romanos passavam o tempo a comer e festejar
Os Romanos são conhecidos pelas suas enormes festas, com pilhas de comida e rios de vinho.
Hoje sabemos que a história acerca dos Romanos comer até provocar o vomito e poder continuar a encher-se é totalmente falsa. Mas há mais do que isso: ao longo da história da República, houve dezenas de leis muito explícitas que limitavam os gastos dos cidadãos privados em divertimentos e festas.
Em 81 a.C., Sulla aprovou uma lei que regulava severamente as despesas de entretenimento. Alguns anos mais tarde, uma outra lei definiu o tipo e a quantidade de alimentos que poderiam ser utilizados.
Será que as leis eram respeitadas? Sob Júlio César, os soldados interrompiam os banquetes e controlavam os gastos das pessoas nos mercados. Só depois da época de Nero estas leis foram abolidas.
05. Stonehenge não é grande coisa
Pois: Stonehenge é um dos principais achados pré-históricos mundiais, mas não é propriamente enorme e se encontra aí, isolada no meio da campanha rural inglesa. E podemos pensar que sempre foi assim. Mais uma vez: errado.
Nos tempos pré-históricos, Stonehenge foi cercada por uma gigantesca (para a época) metrópole.
Em 2014, um grupo de cientistas concluiu o maior levantamento alguma vez efectuado na área histórica: além de uma coleção semelhante de pedras gigantescas a apenas 2 milhas de distância, a equipa descobriu capelas, túmulos, santuários e zona alastradas para rituais ao longo de hectares de terra. Há vestígios de importantes assentamentos onde as tribos costumavam reunir-se em grande número: Stonehenge antiga era provavelmente sempre ocupada.
06. O Brontosauro nunca existiu
Steven Spielberg, Jurassic Park.
Na verdade, quando o filme foi realizado, era ideia comum de que o Brontosauro fosse uma má interpretação feita pelo paleontólogo Othniel Charles Marsh, em 1879.
Erro: no mês passado (Abril de 2015), um novo estudo de 300 páginas estabeleceu que o Brontosauro existiu de verdade. Pelo que o bicho é agora oficialmente reconhecido. E o estudo foi da Universidade Nova de Lisboa.
07. A dieta do Paleolítico era pobre
Quem disso isso? Pois, a ideia é que os nossos antepassados comiam mal e, sobretudo, com muita pouca variedade. Afinal o que tinham à disposição? Carne quando conseguiam caçar, um pouco de grão, alguns frutos e pouco mais. Uma vida triste, sem dúvida. Mas falsa.
A farinha, por exemplo: é verdade que a agricultura nasceu só há 10 mil anos atrás, mas a planta do trigo existia antes. Em 2010, os pesquisadores descobriram vestígios de farinha antiga 30.000 anos em pedras de moagem em Itália e na República Checa. E a farinha significa muitas coisas: o pão, por exemplo.
E a carne? Na altura um mamute era caçado e consumido logo? Nada disso. A carne era guardada.
Finalmente, não podemos esquecer que, tal como no caso do trigo, a agricultura “melhorou” algumas plantas, mas não as criou: na maior parte dos casos elas já existiam, pelo que era só recolher e consumir. Pensem na variedade de frutos à disposição…
08. A Rota da Seda era uma estrada para o comércio
A Rota da Seda começava na China e acabava na antiga Roma. Na verdade era uma rede de estradas, com muitas variantes (basicamente: as do Norte e as do Sul). Era uma rede de rotas comerciais, sem dúvida, mas era muito mais do que isso.
Para os nossos antepassados, a Rota da Seda trazia muito mais do que seda: num mundo sem jornais, televisão ou internet, era a única forma de contacto de muitas comunidades com o resto do mundo. As pessoas que se deslocam ao longo do seu comprimento traziam notícias, ideias, fofocas e até mesmo dicas de moda. Também era responsável por espalhar pensamentos religiosos: a posição privilegiada do Budismo na Ásia é quase inteiramente devida aos monges que caminhavam ao longo da Rota da Seda, pregando a iluminação a todos os que passavam.
Igualmente importante era o papel da Rota do ponto de vista dos refugiados. Embora raramente se pense na Rota da Seda como um caminho para pessoas que fugiam, este foi um dos seus vários papeis e um dos mais importantes até, pois aquelas marés humanas traziam conhecimentos, tecnologias e intercâmbios culturais. Os mercantes eram simplesmente uma nota de rodapé na história da Rota da Seda.
09. Na Antiga China não eram praticados sacrifícios humanos
Os sacrifícios humanos são normalmente associados aos Astecas ou aos Mayas que matavam as pessoas para garantir que o Sol aparecesse. No entanto, outra cultura praticavam sacrifícios humanos: a Antiga China.
Neste aspecto, os antigos chineses eram tão violentos como as civilizações pré-colombianas. Em 2007, os arqueólogos desenterraram uma vala comum preenchida com os corpos de 47 pessoas sacrificadas para que pudessem continuar a servir o dono no outro mundo. Antigos escritos da época Shang (1600 a.C. – 1046 a.C.) descrevem 37 diferentes categorias de sacrifício humano.
E a prática continuou ao longo dos séculos: até a Dinastia Ming (1368 d.C.- 1644 d.C.), as concubinas imperiais eram sacrificadas quando o imperador morria. Além disso, a sociedade chinesa matava grupos por motivos religiosos.
A história dos primeiros mártires perseguidos pelos Romanos é um dos mitos do Cristianismo: os Cristãos não foram perseguidos mais do que outros grupos religiosos em Roma.
Enquanto Nero odiava os cristãos, outros imperadores odiavam outros cultos. Em 186 a.C., o Senado aprovou leis para reprimir a liberdade do culto de Bacchus, uma nova religião centrada no culto de Dionísio. Como os Cristãos depois, os membros do culto de Bacchus foram caluniados e retratado como hereges e inimigos do Estado. Também foram brutalmente oprimidos. Durante a repressão, muitos membros da seita foram torturados e muito mais foram executados.
Geralmente, os Romanos não se intrometiam no âmbito religioso dos povos conquistados: mas havia excepções, sobretudo quando a religião punha em perigo a dominação romana. Os Druidos foram alvo desta tipo de aniquilação, como aconteceu com os judeus. Havia até alturas em que as perseguições contra os cristãos eram interrompidas enquanto continuavam contra outras religiões. Do ponto de vista dos Romanos, o Cristianismo era apenas uma das muitas seitas que existiam na altura.
Ipse dixit.http://informacaoincorrecta.blogspot.com.br/2015/05/10-ideias-erradas-acerca-do-passado.html
Pedro Penido dos Anjos
9 de maio de 2015 12:24 pmLegal!
Legal!
Amarildo
9 de maio de 2015 10:01 amQuando precisamos de o Globo para nos lembrar disso
É porque não temos ministro da justiça. Veja no Tijolaço essa revelação:
José Simão, me ajuda! Agente da PF que atirou em caricatura de Dilma é punido pelo O Globo!
8 de maio de 2015 | 21:46 Autor: Fernando Brito
Quando você pensa que já viu de tudo no Brasil, aparece sempre um novo acontecimento para provar que o nonsense, aqui, é caso de Guiness.
Acabo de ler que, graças à intervenção do jornal O Globo, o agente federal Danilo Balas, flagrado em 2014 (por) divulgar no Facebook os seus “tiros de treinamento” em um alvo onde se pregou uma caricatura da Presidenta Dilma Roussef, e que ficaria impune, não ficará mais:
“Uma portaria assinada pelo superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Roberto Troncon, e pelo diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra. Eles responsabilizam Danilo Balas por praticar ato que importe em escândalo ou que concorra para comprometer a função de policial. Segundo a Lei 4.878/1965, isso é considerado uma transgressão disciplinar. A penalidade seria suspensão por quatro dias, mas ela não seria aplicada porque a ação estaria prescrita.”
Como a portaria foi publicada logo depois de transcorridos os dois anos da publicação do valentão, que foi em 25 de abril de 2014, os zelosos dirigentes da Polícia Federal apelaram para a “prescrição” para “punir sem punir”.
Foi preciso que o jornal lembrasse que a prescrição se contava ao início da ação administrativa, não de sua conclusão.
Agora a PF promete republicar a portaria, aplicando a severa punição de suspensão por 4 dias do agente, com o desconto dos dias do vencimento.
Se fosse na caricatura do Aécio, coisa de agente bolivariano, quantos dias seriam?
OBS: quem colocou o (por) entre parêntese e em negrito fui eu para dar sentido a frase.
Amarildo
9 de maio de 2015 10:45 amAs putarias da Folha de São Paulo
Manchete de primeira página da Folha de São Paulo on line e do jornal impresso: “dono de empreiteira diz ter doado para Dilma com medo de retaliação”
Manchete que se encontra acima da matéria: “empreiteiro diz que doou a Dilma com medo de represália”
O primeiro parágrafo do texto: “o empresário Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC, disse a procuradores da Operação Lava Jato que doou R$ 7,5 milhões à campanha à reeleição da presidente Dilma Roussef por temer prejuízos em seus negócios na Petrobras se não ajudasse o PT”.
O nome dos dois moleques de recado do Octavinho que escreveram matéria “tão brilhante e esclarecedora”: FLAVIO FERREIRA (DE ENVIADO ESPECIAL A CURITIBA); ESTELITA HASS CARAZZAI (CURITIBA).
Link da matéria completa: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/05/1626798-empreiteiro-diz-que-doou-a-dilma-por-temer-represalia.shtml
Folha de São Paulo
Ontem, UM JORNAL A SERVIÇO DA DITADURA
Hoje, UM JORNAL A SERVIÇO DA PUTARIA E DO CRIME ORGANIZADO
Amanhã, UM JORNAL FORA DE CIRCULAÇÃO.
Pedro Penido dos Anjos
9 de maio de 2015 11:39 amBoca do LuxoPosted
Boca do Luxo
Posted on09/05/2015by Fernando Nogueira da Costa
Anglea Klinle (Valor, 05/02/14) avalia que os novos-ricos da Barra da Tijuca ou da zona leste de São Paulo tornaram-se caricaturas. Assim como os aristocratas do Country Club carioca ou do clube paulistano Harmonia. Para quem já atua ou pretende estrear no mercado de luxo, já passou da hora de sair do engessado catálogo dos estereótipos.
As fragmentações são tantas e as trajetórias de compra, tão complexas, que em seu mais recente estudo sobre o setor, o Boston Consulting Group propõe que as estratégias daqui para frente sejam definidas não mais por países, mas por cluster de cidades. Isso significa que, para continuar crescendo, as empresas precisam entender que os consumidores de Istambul podem ter mais similaridades com os de Chicago do que com os de Xangai, e que, portanto, despachar mercadoria com rótulo “emergentes” não faz mais sentido.
Por seu número de milionários e ascendentes que fazem compras de luxo quando viajam para o exterior, São Paulo teria muito mais em comum com os ricos de Nova York e Paris, por exemplo. “A localização é muito mais importante do que já foi. As marcas precisam entender seus consumidores no nível do detalhe, incluindo o “mix” de demanda local e de turistas, para definir suas ações. Um estudo em parceria com a fundação Altagamma mostra que na próxima década dois terços do crescimento do setor de luxo será orgânico. “Muitas marcas vão otimizar a própria estrutura, mais que expandi-la”, diz Jean-Marc Bellaiche, sócio do BCG e um dos organizadores do estudo.
Com mudanças tão dramáticas no comportamento dos consumidores, os riscos são maiores. Crescer 7% ao ano, como o previsto, vai exigir muitas adaptações. O estudo do BCG levou em conta as 550 cidades mais estratégicas do mundo para o luxo (elencadas pelo PIB per capita). Nesse universo entraram 18 representantes brasileiras. As capitais São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte, entre outras, e algumas surpresas como Joinville, Sorocaba, São José dos Campos e regiões como Baixada Santista e Vale do Aço. Para identificar o potencial de crescimento e a semelhança de cada uma das integrantes do grupo, a consultoria criou três índices de mensuração.
Um deles, o Metroluxe Index, mede qual será a demanda local por “luxuosidades” das cidades em 2017. Nesse tópico, São Paulo é a única representante brasileira a aparecer entre as cem primeiras, e ocupa a 49a posição, atrás de Kuala Lumpur (36a) e Mumbai (43a). Xangai, por exemplo, está em 16o lugar. Entre as top 10, estão seis cidades americanas. Essa visão “estática”, como define o estudo, coloca as candidatas de Barack Obama no mesmo potencial de crescimento de outras reluzentes integrantes dos Brics.
Em outro índice, o Total Metroluxe, contudo, a categorização fica mais completa. Entram na conta os dados do medidor anterior mais os gastos de turistas, a maturidade do mercado, reconhecimento das marcas pelo público, a infraestrutura e a logística. Com essas variáveis, São Paulo sobe para o 17o lugar. Há ainda um terceiro índice, que avalia a evolução do mercado em cada cidade entre 2012 e 2017. Pelo Total Metroluxe Growth Index, São Paulo pula para a 12a colocação por sua velocidade de desenvolvimento. O Rio de Janeiro ocupa a 58a posição.
“É preciso considerar ainda que os brasileiros, quando viajam, ajudam a puxar o crescimento do mercado de várias cidades, em especial de Miami e Nova York. Nosso estudo mostra que 55% dos produtos de luxo consumidos pelos brasileiros são adquiridos fora do Brasil“, completa Bellaiche.
A “geopolítica” do marketing, portanto, ganha outros contornos. Será necessário ter um approach local e outro no país de origem dos turistas. Isso vale para o Brasil, que, como se vê, exporta consumidores de luxo como poucos.
Uma marca poderia identificar de onde são os brasileiros mais significativos em sua base parisiense. E aí, mesmo sem ter uma presença física naquela cidade ou país, lançar campanhas específicas para esse público. Uma estratégia adotada aqui pela rede hoteleira de luxo Four Seasons, por exemplo, por meio das redes sociais e site em português. O número de brasileiros dobrou nos hotéis da rede no exterior nos últimos três anos, antes mesmo da companhia canadense ter uma bandeira flamulando por aqui.
As empresas deverão também reavaliar geograficamente sua presença fechando lojas em praças saturadas, ou adotando modelos mais customizados. Cidades como Dallas, Berlim, Nova Déli, Mumbai e São Paulo, destaca o estudo, podem receber mais lojas porque há um gap entre a expectativa de crescimento e a penetração dos pontos existentes. Mas Nova York e Milão, que já possuem um carnudo cardápio de grifes, teriam ainda mais espaço para abrigar novos pontos por serem polos magnéticos para turistas. “Há potencial para mais unidades nessas duas capitais porque vão atrair ainda mais viajantes abonados do mundo todo até 2017″, diz Bellaiche.
Entre as marcas, o estudo destaca a Montblanc por elaborar suas estratégias “no nível das cidades”. Na Índia, por exemplo, a companhia não só desenvolveu pontos de vendas sob medida para cada região, como apostou em materiais de marketing e “mix” de produtos específicos para cada um deles.
A Gucci, por sua vez, entendeu o gap de consumo entre cidades mais maduras e aquelas em que a marca é uma novidade na China. Nas mais treinadas, coloca peças de vestuário. Nas debutantes, aposta nos itens de couro mais reconhecidos para, só depois, ir gradualmente apostando em figurinos. A estrela do grupo Kering também avalia fechar alguns pontos, expandir outros já existentes.
Fortalecer os modelos de varejo para viajantes, portanto, é crucial para os grupos de luxo. A DFS, empresa desse segmento que pertence a LVMH, é a que tem apresentado os maiores índices de crescimento no grupo. Com forte presença na Ásia, estava atenta às licitações dos aeroportos brasileiros. Imagine seduzir toda a brasileirada gastadora? Abriu até um escritório em São Paulo para avaliar as possibilidades. Continua avaliando, avaliando. Definitivamente São Paulo não é Hong Kong.
Leia mais: Monografia sobre o Mercado de Consumo de Luxo
Pedro Penido dos Anjos
9 de maio de 2015 11:44 am(Sem título)
Sorano
9 de maio de 2015 12:04 pmhttp://www.stf.jus.br/portal/
Notícias STFImprimirSexta-feira, 08 de maio de 2015
Associações de magistrados questionam no STF Emenda Constitucional 88
Dispositivos da Emenda Constitucional 88, publicada nesta sexta-feira (8), que concede eficácia imediata ao aumento do limite de idade da aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo Tribunal Federal, dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU), fixado em 75 anos, foram questionados em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5316), ajuizada no STF. A ação foi proposta, com pedido de medida cautelar, pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) e pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).
A EC 88/2015 trata do aumento da aposentadoria compulsória no serviço público de 70 para 75 anos, mas condiciona a hipótese à edição de lei complementar. Contudo, inseriu norma no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) que prevê que, até o advento da lei complementar em questão, aplica-se o novo limite aos ministros do STF, dos tribunais superiores e do TCU, “nas condições do artigo 52 da Constituição Federal”, dispositivo que trata das atribuições do Senado Federal.
Quanto a esse trecho da emenda, as associações alegam que o constituinte derivado acabou por mesclar critérios de acesso com critérios de continuidade ou permanência no cargo, “criando uma norma manifestamente violadora da garantia da vitaliciedade da magistratura”. De acordo com a ADI, a interpretação no sentido de que “a submissão de magistrados, detentores da garantia da vitaliciedade prevista no artigo 95 da Constituição Federal, a uma nova sabatina perante o Senado Federal e a uma nova nomeação pelo presidente da República afeta diretamente, não apenas o direito/garantia de parte dos associados das autoras – os membros desse egrégio STF e dos tribunais superiores –, como igualmente o regular funcionamento do Poder Judiciário”.
As entidades observaram que, no dia da promulgação, o presidente do Senado Federal deu interpretação do Poder Legislativo ao dispositivo em questão, por meio do Portal de Notícias daquela Casa, declarando que “os que desejarem continuar na magistratura deverão ser novamente sabatinados pelo Senado Federal, que não abrirá mão de prerrogativa de fazê-lo”.
No entanto, a AMB, a Anamatra e a Ajufe argumentam que “se esses magistrados terão de se submeter, novamente, à disciplina do artigo 52 da Constituição Federal, que é expresso ao dizer da ‘aprovação prévia’, ‘por meio de voto’ após a ‘arguição pública’ daquele que tenha sido ‘escolhido’, parece lógico supor que está condicionando também a uma nova nomeação, já que se trata de uma ‘aprovação prévia’”.
Assim, as autoras pedem o deferimento da medida cautelar para suspender a expressão “nas condições do artigo 52 da Constituição Federal”, contida no texto do artigo 100 do ADCT, introduzido pelo artigo 2º da EC 88/2015 ou, alternativamente, a totalidade do artigo 2º da emenda. No mérito, solicitam a declaração de nulidade da referida expressão, com efeito ex tunc (retroativo).
Cláusulas pétreas
As entidades sustentam o cabimento da ADI para discutir o tema pois entendem que a norma introduzida pelo legislador constituinte derivado viola cláusulas pétreas da Constituição Federal, razão pela qual “mostra-se essa parte da EC 88 suscetível de impugnação por meio de controle concentrado de constitucionalidade, conforme assentado na jurisprudência pacífica desse egrégio Tribunal, dada a vedação contida no artigo 60, parágrafo 4º, incisos III e IV, da Constituição Federal”.
O relator da ação é o ministro Luiz Fux.
EC/AD
Processos relacionados
ADI 5316
Sorano
9 de maio de 2015 12:21 pmPEC da Bengala no TJPE
O Des. Nivaldo Mulatinho de Medeiros Correia Filho, prestes a completar 70 anos e por isso ser aposentado na compulsória, valendo-se de duvidosa aplicabilidade da PEC da Bengala recentemente aprovada, conseguiu liminar no Mandado de Segurança Preventivo impetrado com o fim de obstar o ato de aposentadoria. O tema ainda vai dar muito pano para manga. Confira a decisão abaixo
Número 0005603-84.2015.8.17.0000 (385731-0)
MANDADO DE SEGURANÇA
BARTOLOMEU BUENO
07/05/2015 17:23
DEVOLUÇÃO DE CONCLUSÃO
CORTE ESPECIAL MANDADO DE SEGURANÇA Nº 385731-0 IMPETRANTE: NIVALDO MULATINHO DE MEDEIROS CORREIA FILHO IMPETRADO: PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO, DES. FREDERICO RICARDO DE ALMEIDA NEVES RELATOR: DESEMBARGADOR BARTOLOMEU BUENO DECISÃO INTERLOCUTÓRIA/OFÍCIO Nº 72/2015 – GDBB
Fonte – JusBrasil
Andre Araujo
9 de maio de 2015 1:42 pmONDE NASCEU A CIA – A
ONDE NASCEU A CIA – A RENDIÇÃO ALEMÃ NA ITALIA – O processo de rendição da Alemanha que tem seu termo em 7 de Maio de 1945 no QG dos Aliados em Reims na França ofuscou uma rendição menos importante das tropas alemãs no Norte da Italia, que seu deu uma semana antes, em 30 de Abril de 1945, no Palacio Real de Caserta perto de Napoles.
Os alemães tinham no Norte da Italia com eixo em Milão cerca de um milhão de homens em formação de batalha, bem armados e abastecidos, que poderiam ainda oferecer uma resistencia coerente, não era uma tropa em debandada.
O grande objetivo estrategico de Allen Dulles, chefe do OSS, organismo precursor da CIA, que seria chefiado pelo mesmo Allen Dulles, era impedir que a inevitavel rendição alemã se desse perante os “partigiani”, os guerrilheiros que obedeciam ao Partido Comunista Italiano. Se essa rendição fosse vista como uma vitoria dos comunistas, as consequencias politicas seriam desastrosas para os anglo-americanos. A rendição direta das forças alemãs para os Aliados ocidentais era de fundamental importancia no pós-guerra.
Dulles mandou emissarios ao General SS Karl Wolff, comandante geral de todas as forças alemãs no Norte da Italia
e foi correspondido. Wolff estava disposto a se render e negociar sua situação pessoal. Segundo homem na hierarquia das SS, amigo pessoal de Hitler, peso pesado na cupula nazista, Dulles pediu a Wolff uma prova de seu poder geral de comando: a libertação de Ferrucio Parri, lider partigiani não comunista que era prisioneiro dos alemães em um campo perto de Munich, Parri seria depois Primeiro Ministro da Italia. Em 48 horas Parri foi entregue aos Aliados, o que atendeu a prova de poder de Wolff, demonstrou que realmente seria obedecido por todas as forças alemãs.
A primeira reunião de Dulles com Wolff foi na Suiça, em Ascona, onde Wolff chegou em trajes civis acompanhado de dois ajudantes de ordens. Dulles queria evitar o aperto de mão mas foi impossivel. Combinou-se nessa reunião de Ascona os termos e modos de rendição. O romance detalhado de todo o processo está nas memorias de Dulles, publicadas em português.
A rendição nesse formato foi parte de um plano estrategico maior da cabeça de Dulles, o estabelecimento de uma aliança dos EUA com o Vaticano para a criação de um Partido catolico para enfrentar o fortissimo Partido Comunista Italiano que sem essa manobra dominaria a Italia do pós-guerra. O Vaticano aceitou o acordo mas precisava de recursos, suas rendas secaram com a guerra. Dulles montou um dinheiroduto através da Arquidiocesa de Chicago, a mais rica dos EUA, com recursos que deram origem ao Banco do Vaticano (Istituto delle Opere Religiosi) e para administrar o canal foi designado um religioso de Chicago, o Monsenhor (depois Cardeal) Marcinkus.
O processo foi azeitado porque Dulles tinha um tio Cardeal nos EUA. Fundou-se dentro do projeto o Partido Democrata Cristão, que governou a Italia por 45 anos, destruido pela Operação Mãos Limpas.
O sucesso da Operation Sunrise deu cacife para Dulles criar a CIA em 1947, agencia que dominou por decadas pessoalmente ou através de diretores indicados po ele. Seu irmão John Foster Dulles foi o poderoso Secretario de Estado da Presidencia Eisenhower.
Curiosamente, um filho de John Foster Dulles, que tem o nome do pai, é um historiador especializado em Brasil, com excelentes livros publicados sobre nossa Historia.
O General SS Karl Wolff sobreviveu ao fim da guerra sob proteção de Dulles, se não fosse teria seguramente sido reu
em Nuremberg e condenado à forca. Foi processado depois pela Aleamna Federal, cumpriu algum tempo de prisão mas renasceu como consultor empresarial de sucesso, morreu na decada de 70. Abaixo foto dele depois da guerra.
http://cache4.asset-cache.net/gc/551455523-former-ss-general-karl-wolff-appearing-in-gettyimages.jpg?v=1&c=IWSAsset&k=2&d=X7WJLa88Cweo9HktRLaNXhuePCf9Ib%2Fg3iCvQyQlBdqZHI2FuO1ngnXq%2BGF%2F0D9xtjI8ryB2waRo87kWtUOedw%3D%3D
Andre Araujo
9 de maio de 2015 2:06 pmhttp://ptphoto980x880.mnstati
http://ptphoto980x880.mnstatic.com/palacio-real_7610195.jpg
Palacio Real de Caserta, em Napoles, , onde foi assinada a rendição alemã na Italia.
Cláudio José
9 de maio de 2015 2:42 pmSOS PLANETA TERRA ( ALÔ ONU)
A PRÓXIMA EPIDEMIA. ELA VIRÁ, E NÃO ESTAMOS PREPARADOS
Em 2014, o mundo evitou uma terrível epidemia global do Ebola, graças a milhares de generosos profissionais de saúde e graças também a muita sorte. Bill Gates sugere que agora é a hora de colocar todas as nossas boas ideias em prática, de planejamento de cenários a treinamento de profissionais de saúde. Como ele diz: “Não há razão para pânico, mas precisamos nos apressar”.
6 DE MAIO DE 2015 ÀS 09:13
Serta N.
9 de maio de 2015 3:38 pmPsicografia pelo espírito de Freud
Psicografia pelo espírito de Freud
Serta N.
9 de maio de 2015 3:55 pmTrês perguntas de Einstein
Artigos Revistas
Três perguntas de Einstein para Freud (Que também podem ser respondidas por Kardec)
Adilton Pugliese
Prezado professor Freud: “Existe alguma forma de livrar a Humanidade da ameaça de guerra?”
Assim está exarado no caput da carta enviada ao cognominado Médico de Almas e Pai da Psicanálise, Sigmund Freud. A correspondência estava assinada pelo famoso físico alemão Albert Einstein, datada de 30 de julho de 1932, às vésperas da invasão nazista à Áustria, o qual apresenta a questão a convite da Liga das Nações [precursora da ONU] e de seu Instituto Internacional para a Cooperação Intelectual, localizado em Paris. Além daquela, outras duas perguntas compõem a histórica missiva: “Como os mecanismos de poder conseguem despertar nos homens um entusiasmo extremado, a ponto de sacrificarem suas vidas?” e “É possível controlar a evolução da mente do homem de modo a torná-lo à prova das psicoses do ódio e da destrutividade?”1
Einstein nasceu na cidade de Ulm, Alemanha, em 14 de março de 1879. A partir de 1912-1914 começa a realizar os seus famosos estudos em torno da Teoria da Relatividade Geral, publicando-a em 1916. Recebe o prêmio Nobel de Física em 1922, desencarnando em 18 de abril de 1955, aos 76 anos.2
Sigmund Freud, nasceu na Morávia em 6 de maio de 1856, na cidade de Freiberg, atual Pribor, na República Checa. Ingressa no curso de Medicina, na Universidade de Viena, em 1873, concluído em 1881. A partir de 1885 e até março de 1886, faz estágio com o grande médico francês Jean Martin Charcot (1825-1893), no hospital Salpêtrière, em Paris. Desencarna em Londres, a 23 de setembro de 1939.3
A essência do pensamento de Einstein, ao formular ao criador da Psicanálise as suas instigantes perguntas4, demonstra a preocupação do grande físico, inicialmente com a ameaça constante de nova guerra. Ele um dia declarou: Não sei quais serão as armas da Terceira Guerra Mundial, mas a Quarta Guerra Mundial será combatida com paus e pedras5. Destaca para o Dr. Freud, assim, que, com o progresso da Ciência de nossos dias, “esse tema adquiriu significação de assunto de vida ou morte para a civilização”, e de que “todas as tentativas de solucioná-lo terminaram em lamentável fracasso”. Ao justificar o seu apelo ao famoso psicanalista, em nome das entidades de caráter social e científico que representa, o gênio da Matemática declara que “o objetivo habitual do seu pensamento não lhe permite uma compreensão interna das obscuras regiões da vontade e do sentimento humano”, e posiciona a sua expectativa de que Freud “proporcione a elucidação do problema mediante o auxílio do seu profundo conhecimento da vida instintiva do homem”.
No segundo questionamento, derivado do primeiro, Einstein enfatiza o seu diagnóstico científico que “o homem encerra dentro de si um desejo de ódio e destruição e que esse estado de paixão pode ser elevado à potência de psicose coletiva e que só um especialista [como no caso de Freud] na ciência dos instintos humanos pode resolver ”.
Finalmente, na última questão formulada naqueles idos de 1932, pelo criador da Teoria Geral da Relatividade – e que um dia declarou que “apenas duas coisas são infinitas, o Universo e a estupidez humana, mas não estou certo quanto ao primeiro”6 –, ele argumenta que possuía consciência do interesse das classes dominantes, que “não tinham limite em sua fome de poder político” e que “consideravam a guerra como uma forma de expandir seus interesses pessoais”, tendo Einstein ainda noção exata, além das guerras entre as nações, “da existência dos conflitos por intolerância religiosa ou perseguições a minorias raciais”.7
Em setembro de 1932, Sigmund Freud responde ao “prezado professor Einstein”, declarando ter sido pego de surpresa acerca da indagação: O que pode ser feito para proteger a Humanidade da maldição da guerra?, enfatizando que, em princípio, entendeu ser o assunto do domínio de estadistas, mas teve a intuição que Einstein formulara a questão não como cientista, mas na qualidade de filantropo, solicitando, portanto, a ele, Freud, uma resposta-abordagem a partir da Psicanálise, enfatizando ser a guerra consequência das “pulsões”*, do ódio e do desejo de destruição e que a sociedade vive em constante transformação da violência. Em muitos indivíduos, segundo Freud, existem agressividade e crueldade, conforme apurava o ilustre psicanalista, ouvindo relatos dramáticos resultantes de transtornos da personalidade.
O pensamento freudiano ensina que os seres humanos são incitados à guerra por diversos motivos, entre eles o desejo da agressão e destruição, e que a satisfação desses impulsos destrutivos seria facilitada por sua mistura com outros motivos de natureza emotiva e idealista. Freud enfatiza que, se o desejo de aderir à guerra é um efeito do instinto destrutivo, a solução será contrapor-lhe o “eu” antagonista mais poderoso: Eros, o instinto do amor. Nesse ponto, portanto, a Psicanálise fala de amor e Freud lembra o Novo Testamento: Ama a teu próximo como a ti mesmo e que nesse momento “os homens partilham seus interesses e produzem comunhão de sentimentos”. O autor de O Mal-estar na Civilização (1930) propunha que era necessário um cuidado com a educação dos homens de mentalidade independente, educação essa que não deveria ser baseada na coação ou na intimidação, embora para ele esse ideal educacional fosse uma utopia.
No ano em que Sigmund Freud fazia treze anos de idade, Allan Kardec desencarnava em Paris, a 31 de março de 1869. Einstein nasceria somente dez anos depois e, em 1932, a sua famosa carta, escrita quando ele tinha cinquenta e três anos, poderia também ter sido submetida à apreciação do pensamento doutrinário do Espiritismo, constante de suas obras básicas, resultado do esforço pessoal de Allan Kardec e de sua equipe de médiuns e de colaboradores diretos, e da ação coletiva, organizada, com dinâmica de universalidade de ensino, promovida pelos Espíritos que se mobilizaram, em nome de Deus e de Jesus, para consolidarem a vinda do Consolador à Terra.
Imaginando-se a possibilidade, que resposta Allan Kardec daria aos questionamentos de Einstein? O Codificador certamente se reportaria ao capítulo VI – Da Lei de Destruição, constante da parte terceira de O Livro dos Espíritos8, publicado em 18 de abril de 1857, máxime a partir da questão 742, quando os Espíritos, indagados sobre: Qual a causa que leva o homem à guerra?, respondem que é “Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e satisfação das paixões” e que “À medida que o homem progride, a guerra se torna menos frequente, porque ele evita suas causas, e quando a julga necessária, sabe adicionar-lhe humanidade”. Reforçaria esses lúcidos e racionais ensinos informando que o homem não tem duas almas, uma boa e outra má, maneira de ver que resultaria serem, os bons e maus instintos do homem, efeito da predominância de uma ou outra dessas almas, e sim o que dupla no homem só é a natureza. Há nele a natureza animal e a natureza espiritual, tal como exarado na questão 605.
Comentaria, ainda, consoante a questão 743 do livro básico da Doutrina Espírita, que a guerra desaparecerá um dia da face da Terra, quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus e que, nessa época, todos os povos serão irmãos.
Elucidaria, também, a respeito do livre-arbítrio, tal como está registrado na questão 843, na qual os Espíritos destacam que o homem tem a liberdade de pensar e de agir, e que seria uma máquina se não possuísse a liberdade de escolha consoante o seu próprio discernimento. Apresentaria, igualmente, os seus estudos em torno da educação moral, aquela que consiste na arte de formar os caracteres, que pode ser definida como o “conjunto dos hábitos adquiridos”, afirmando que “só a educação poderá reformar os homens”, ensinamentos estes constantes das questões 685a e 796 de O Livro dos Espíritos.
Finalmente poderia encerrar a sua resposta a Einstein informando-o que “o homem é quase sempre o artífice da sua própria infelicidade”, mas que, “praticando a lei de Deus, ele pode poupar-se de muitos males e alcançar felicidade tão grande quanto o comporte a sua existência grosseira”, consoante as informações dos Espíritos, exaradas na questão 921 do referido livro.
Num futuro próximo, muitas indagações acerca de enigmas da vida e do comportamento humano, que aturdem cientistas, religiosos, pensadores agnósticos e de visão reducionista do homem, serão examinadas à luz do Espiritismo, obtendo-se, então, a claridade necessária à sua interpretação e solução.
* Instinto (no sentido freudiano) que compele a agir.
1. Tudo Sobre Freud. Revista Mythos Editora, n.19, p.30.
2. COHEN, Marleine. Albert Einstein. Biblioteca Época – personagens que marcaram época. Editora Globo.
3. Tudo Sobre Freud. Opus cit. e Freud e o Despertar do Inconsciente. Coleção Memórias da Psicanálise 1. Viver Mente e Cérebro.
4. Vide http://www.scribd.com/doc/7182942/Einstein-e-Freud-Por-Que-a-Guerra-Cartas
5. COHEN, Marleine. Albert Einstein. Opus cit. p.109.
6. Idem, Ibidem, p.110.
7. Tudo Sobre Freud, p.30.
8. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 1. edição comemorativa do Sesquicentenário.Tradução de Evandro Noleto Bezerra, 2006, FEB.
Revista RIE – Janeiro de 2010
Cláudio José
9 de maio de 2015 10:48 pmA MÃE DO ANO
Papel de mãe: a luta de uma voluntária para não perder crianças para a Aids
1
Talita Martins
Da Agência de Notícias da Aids
09/05/201506h00 Ouvir texto 0:00 Imprimir Comunicar erro
Agência de Notícias da Aids
Marlene Ribeiro há mais de 20 anos cuida de crianças vivendo com HIV
Marlene Ribeiro tem 70 anos, é avó, ex-diretora de escola aposentada, viúva, mãe biológica de uma única filha, Taiza Helena, de 35 anos. Mas a educadora tem muitos outros filhos de coração, na conta dela são mais de 100, todos portadores de HIV. Foi aos 49 anos que ela se envolveu, de corpo e alma, na luta contra a Aids e decidiu compartilhar seu amor de mãe com as crianças órfãs da doença.
“Era o início da década de 90, quando o padre Valeriano Paitoni convocou os membros da Paróquia Nossa Senhora de Fátima (no bairro de Imirim, zona norte de São Paulo) e pediu que pensássemos numa ação concreta para ajudar na luta contra a Aids”, conta Marlene. “Eu não poderia ficar de fora dessa.”
Na época, não existia tratamento para a Aids e muitas pessoas morriam. Uma das consequências era o enorme contingente de crianças soropositivas órfãs de pai e mãe. Foi com o objetivo de acolher esses pequenos que a pastoral paroquial decidiu fundar a Sociedade Filantrópica Padre Costanzo Dalzébio e a Casa de Apoio Siloé ([email protected]).
A comunidade uniu forças, arrecadou fundos e construiu a casa nas dependências da igreja. No dia 7 de outubro de 1994, a Siloé recebeu a primeira criança com HIV, batizada de Indaiara. “Lembro que o início foi de incertezas, tínhamos muitas dúvidas e nosso desafio era cuidar dos órfãos da melhor forma possível.”
De voluntária, no começo, com o tempo Marlene assumiu o cargo de vice-presidente da sociedade. Ela conta que, depois de Indaiara, não demorou para outros bebês chegarem. Desde a fundação, mais de 100 crianças moraram na Casa Siloé. Muitas chegaram bebês e saíram aos 18, que é a idade limite para viver lá — depois disso, eles são reintegrados na sociedade ou vão para outra casa, a Vila Vitória, da mesma paróquia.
Hoje, a Siloé abriga dez crianças e adolescentes e há vagas para mais quatro. Houve época em que abrigou 16. “Com o avanço dos medicamentos, felizmente menos crianças nascem com HIV hoje em dia”, diz Marlene. “Atualmente, a nossa caçula tem dez anos.”
Bronca e carinho
Nas casas, seja na Siloé ou na Vila Vitória, Marlene é conhecida como aquela que dá bronca. “Claro que eu chamo a atenção da moçada quando é preciso, mas também dou apoio e carinho, gerencio conflitos. Ou seja, desempenho mesmo o papel de mãe.”
Pouco antes de começar nossa entrevista, Marlene foi verificar a roupa que uma de suas meninas vestiu para ir trabalhar. “Sempre digo a elas para se arrumarem direitinho, tomarem cuidado com o perigo na rua, pegarem o ônibus certo, se alimentarem direito…. Cuidar do outro me fortalece. Não sei explicar o motivo, mas eu gosto e sinto que é minha missão.”
Quem vai à Siloé sente que está num autêntico lar. As visitas entram pela cozinha e são recebidas com um cafezinho cheiroso. Há salas de estar e TV, quartos de meninos e meninas. No térreo da casa é onde Marlene passa a maior parte do tempo. Ali fica seu escritório.
Sobre a rotina na Siloé, Marlene garante: a regra é não ter rotina. “Cada dia é um dia, às vezes o meu papel é resolver as coisas mais burocráticas ou levar os jovens ao hospital. Nem tudo é fácil, já passamos por muitas dificuldades. Mas sempre digo a eles que somos uma família, uma família diferente, mas uma família.”
A perda
O que mais entristece Marlene é a perda. “Quando entrei nesta luta, entrei para ganhar e perder crianças para a Aids e foi uma das coisas mais difíceis ao longo desses anos. É o sentimento de perder um filho, a ferida vai cicatrizando com o tempo, mas a gente nunca esquece.”
Marlene se emocionou quando se lembrou de alguns jovens que ela recebeu ainda criança, viu crescer e, um dia, acabaram morrendo. “Sempre lutamos até o fim pela vida.”
Ela tem sua própria casa, mas, se é preciso, dorme noites seguidas na Siloé. “Se uma criança precisa de mim, eu fico, durmo. Já fiquei três dias sem ir na minha casa.”
Questionada como foi para sua filha, Taiza, dividir com outras crianças o amor que poderia ser só dela, Marlene é enfática. “Ela não teve opção. Precisou entender que eu não dormir em casa num dia ou noutro era uma necessidade. As crianças vivendo com HIV lidam com preconceito o tempo inteiro, com a falta da família biológica, às vezes ficam revoltadas pelo abandono.”
Mesmo com a agenda lotada de compromissos com o gerenciamento da Casa Siloé, em raros momentos livres Marlene ainda participa de outros projetos sociais na comunidade do Imirim. Vaidosa, adora cuidar dos cabelos e se encontrar com amigos para curtir um samba [é fã de Zeca Pagodinho] e comer uma pizza.
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Conheça alguns mitos e verdades sobre Aids16 fotos
14 / 16Não é preciso se preocupar com a Aids porque já existe tratamento. MITO: Aids é uma doença séria, e não dá pra descuidar. Apesar dela ter tratamento, não tem cura e ainda faz muitas vítimas no mundo todo. Além disso, os medicamentos devem ser tomados por toda a vida e podem causar efeitos colaterais, como diarreia e vômito. “Tem pessoas que com o tratamento conseguem diminuir o vírus no corpo a ponto dele não ser mais detectável. Estas dificilmente transmitem o vírus. Mas isso não significa que podem se descuidar”, afirma o médico infectologista e imunologista Esper Kallas Leia maisThinkstock
Monier.,.,.,.
10 de maio de 2015 12:30 amDo Facebook dos Advogados
Do Facebook dos Advogados Ativistas, um tijolo a mais na discussão para explicar por que a Redução é retrocesso.
Advogados Ativistas4 hrs · Edited · Em 1927, o Código de Menores brasileiro optou por abandonar um tratamento jurídico do menor de idade baseado em seu discernimento.
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Segundo o sistema anterior, o menor responderia penalmente – como adulto – de acordo com sua capacidade de percepção do delito.
O abandono se deu frente à constatação da ineficácia deste mecanismo para o controle da criminalidade precoce. Adotou-se com o Código de Menores o critério da ressocialização pela primeira vez.
O atual Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 foi inspirado na Declaração Universal do Direitos da Criança de 1959 e no artigo 227 da Constituição Federal 1988 – os quais preveem que: “crianças sejam considerados sujeitos de direitos em condição especial de desenvolvimento”.
Sua promulgação foi o resultado da luta de movimentos sociais em defesa da infância e da adolescência e seu texto traz diversos ganhos à proteção dos direitos de desenvolvimento da pessoa.
Temos presente desde 1927 uma tensão constante entre ideias de punição e de recuperação no âmbito do direito penal, a qual aparece de forma mais latente em situações de adolescentes infratores. A década de 1990 trouxe uma tendência à repressão, oposta à tendência à ressocialização dos anos 1970/80. Desde então, esta inclinação só se reforçou, e a figura do preso como sujeito de direitos perdeu força.
Nesse contexto, no ano de 2007 um caso gerou grande mobilização da mídia em torno da questão da maioridade penal: o do menino de 6 anos que foi arrastado durante 14 quadras fora de um carro, por um grupo de jovens – dentre eles, um garoto de 16 anos. A comoção em torno da família da vítima e a ênfase à suposta impunidade do adolescente dominaram canais midiáticos durante semanas. Duas semanas depois do ocorrido, o Congresso Nacional aprovou leis de endurecimento penal para os que cometem crimes acompanhados por menores de 18 anos.
E, há um mês, o Datafolha revelou pesquisa segundo a qual 87% dos brasileiros é a favor da redução da maioridade penal. Esta tendência reflete-se no trâmite da PEC 171, a qual, pela primeira vez desde o Código de Menores de 1927, representaria um retrocesso na política de proteção a crianças e adolescentes.
Foto-Rede de Intervenção Contra a Maioridade Penal.
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