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18 Comentários
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    1. Anna Dutra

      12 de maio de 2015 4:50 pm

      Uma salva de palmas para
      Uma salva de palmas para Nickname, JNS e Nicolas.

      1. NICKNAME

        12 de maio de 2015 5:59 pm

        e outra pra você, Anna.

        precisamos mais dessas pessoas em todos os lugares. Nicolas escreveu da Bélgica (v. perfil dele ), é desses que só olham e nunca se manifestam, mas perdeu a paciência. V. meus 3 comentários encadeados em https://jornalggn.com.br/blog/antonio-ateu/quem-for-de-esquerda-levante-a-cabeca#comment-649058

  1. jns

    12 de maio de 2015 5:27 am

    Séneca Entre a Vida e a Morte

     

                       “O sábio prolongará a sua vida enquanto dever, e não enquanto puder”

                        – Séneca

                       

                        Peter Paul Rubens (1577-1640), Morte di Seneca, Alte Pinakothek, München.

    “Não é a última gota que esvazia a clepsidra, mas toda a água que anteriormente foi escorrendo” – Séneca

    A meditação sobre a vida se resume, no fundo, a uma meditação sobre a morte. Assim, num pequeno ensaio intitulado Acerca da Brevidade da Vida, Séneca afirma que “é preciso a vida inteira para aprender a viver e – o que talvez vos surpreenda mais – é preciso a vida inteira para aprender a morrer.”

    Carta 26, ao referir-se a Epicuro, sublinha que ele “nos aconselha a ‘meditar na morte’ ou a atribuir a maior importância à aprendizagem da morte”. Indo ainda mais longe, a Carta 70 considera mesmo que “nenhuma meditação é tão imprescindível como a meditação da morte”, devendo concentrar-nos nela em vez de nos prendermos/distrairmos “com assuntos que, afinal, talvez sejam supérfluos”. Sem queremos aqui analisar exaustivamente a “meditação da morte” levada a efeito por Séneca, indicaremos no entanto algumas das suas linhas fundamentais (…)

       

    i) A morte é um processo intrínseco à própria vida, de tal forma que viver é sempre, ao mesmo tempo, morrer. Como diz Séneca de forma metafórica, “não é a última gota que esvazia a clepsidra, mas toda a água que anteriormente foi escorrendo”.

     ii) Não se pode viver bem sem aprender a desprezar a vida – saber viver implica saber morrer, morrer com “serenidade de espírito”, aceitando a morte. Por isso mesmo, “a preparação para a morte tem prioridade sobre a preparação para a vida”; só tal preparação permitirá evitar a situação de muitos “que andam miseravelmente à deriva entre o medo da morte e os tormentos da vida, sem querer viver nem saber morrer”.

    iii) Temos de viver como se estivéssemos para morrer, não adiando a nossa vida para o futuro, organizando “cada dia como se fosse o final da batalha, como se fosse o limite. O termo da nossa vida.”

        Manuel_Domínguez_Santos_Prado_madrid

        Manuel Domínguez Sánchez, Morte di Seneca, 1871, Museo Nacional del Prado, Madrid

    iv) A morte tem de ser uma morte corajosa, tem de ser vivida como um momento de grandeza, tem de, no fundo, ser a “bela morte” por outros meios – já que “a coragem perante a morte é uma fonte de glória, é uma das maiores façanhas do espírito humano”. Como observa Séneca em relação a dois casos bem conhecidos, “foi a cicuta que deu grandeza a Sócrates! Tira a Catão o gládio com que assegurou a sua liberdade, e tirar-lhe-ás grande parte da sua glória!”

     v) Viver bem, com qualidade e dignidade, é mais importante do que viver muito sem qualidade e dignidade. Por isso mesmo, diz Séneca, “o sábio prolongará a sua vida enquanto dever, e não enquanto puder”.

    Extraido de “O Suicídio considerado como uma das Belas Artes” ∗ J. M. Paulo Serra Universidade da Beira Interior; com imagens da Internet

    1. Anna Dutra

      12 de maio de 2015 4:59 pm

      Vou me eximir de pontuar que
      Vou me eximir de pontuar que o autor, a propósito de corroborar sua tese, faz a leitura mais conveniente dos postulados filosóficos ora apresentados.

      Me parece que “não adiando a nossa vida para o futuro” tem uma conotação diferente da que pretende e insinua o Sr. Paulo com suas “explicações e comentários “.

      De resto, porque não ir ao original, Epicteto na veia.

      Estou em trânsito, sem acesso a alguns dados agora. Depois complemento.

      Fui mas volto.

  2. Adilsonbb

    12 de maio de 2015 8:26 am

    Concurso Público para o cargo de Ministro do STF

    Notícia que dificilmente voce verá no PIG:

    “Momentos após a promulgação na quinta-feira (7) Emenda Constitucional 88, oriunda da PEC da Bengala (PEC 42/2003), que ampliou de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria obrigatória de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), demais tribunais superiores e Tribunal de Contas da União (TCU), o senador Reguffe (PDT-DF) defendeu em Plenário o preenchimento desses cargos por meio de concurso público. A inovação consta de proposta de emenda à Constituição (PEC 52/2015) de sua autoria, apresentada esta semana.

     

     

    — O Judiciário hoje sofre um total tráfico de influência, onde interesses os mais variados tentam predominar. É claro que há juízes e ministros sérios e independentes. Mas não é correto um modelo onde o indicado vai julgar as ações de quem o indicou. Isso não é bom para a democracia e a sociedade brasileira — disse Reguffe.

     

     

    Além dos ministros do STF, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do TCU, a PEC 52/2015 estabelece a exigência de concurso público — de provas e títulos — para escolha dos conselheiros dos Tribunais de Contas dos estados e dos municípios. Outra novidade é a nomeação dos selecionados para mandatos de cinco anos.

     

    — Com o mandato de cinco anos, mais pessoas neste país vão ter oportunidade de chegar aos tribunais superiores. A vitaliciedade não é boa. É preciso oxigenar o sistema — afirmou Reguffe.

     

     

    A PEC 52/2015 está em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), mas ainda não há indicação de relator”. Fonte: Jornal do Senado.

     

    1. Athos

      12 de maio de 2015 6:41 pm

      Ao inve´s de concurso, que

      Ao inve´s de concurso, que tal a Presidente nomear APENAS juízes concursados?

       

      Como Eliana Calmon dizia que deveria ser….

  3. MARINALVA

    12 de maio de 2015 10:15 am

    O futuro médico cujo pai não gostava de livros paradidáticos

    Meus filhos (um casal) estudaram em um dos melhores e mais conceituados colégios de Fortaleza. Um dia o colégio me convidou para uma reunião de pais de alunos cuja pauta única era “a importância dos livros paradidáticos”. Como eu nunca tive dúvidas com relação à importância de tais publicações para o aprendizado dos meus filhos, o convite me surpreendeu. Resolvi comparecer e a explicação inicial dada pela professora de português que convidou os pais dos alunos para a reunião foi mais ou menos nos seguintes termos:

    Muitos pais têm reclamado porque na lista de materiais necessários para cada ano letivo nós incluímos a compra de alguns livros paradidáticos. São livros que, dentre outras coisas, ajudam os alunos a aprender a ler e interpretar textos na língua portuguesa, pois, como todos nós sabemos, ler não é só pronunciar as palavras de maneira correta, mas interpretar as frases e os parágrafos de um texto de uma maneira integrada com o objetivo de se ter uma noção completa do que o escritor quer dizer/explicar.  Os livros paradidáticos estimulam a leitura ao abordarem temas diversificados que despertam a curiosidade da criança e do adolescente.

    Mesmo antes de a professora concluir a sua fala, o pai de um aluno a interrompeu, se identificou e fez a seguinte observação, pelo que eu me lembro:

    A língua inglesa é muito mais importante do que a língua portuguesa para qualquer pessoa que queira ser bem sucedida na vida.  E o colégio nunca solicitou a compra de um livro paradidático na língua inglesa. Por quê?  Outra coisa: o meu filho já decidiu, graças a Deus, que vai estudar medicina. Ele não quer ser escritor, nem professor, nem veterinário: ele vai ser médico, e um estudante de medicina não precisa aprender a interpretar textos na língua portuguesa. 

    E com uma indisfarçável irritação a professorinha respondeu:

    -Mas a interpretação de textos é exigida até mesmo no vestibular de Medicina, pode ter a mais completa e absoluta certeza.

    – Será? – perguntou incrédulo o pai do futuro médico.

    E alguns outros pais se manifestaram na mesma linha de raciocínio do primeiro.

    Conversando sobre esta reunião com um professor de química da UFC ele me disse que muitos de seus alunos não sabiam ler.

    E incrédula eu perguntei como eles haviam sido aprovados no vestibular daquela Universidade (naquela época ainda não se falava em ENEM).

    – Só Deus sabe – respondeu ele.

    E complementou:

    Um aluno com uma boa carga de leitura você o reconhece de imediato. São aqueles que têm uma melhor fluência na língua portuguesa, que sabem questionar as coisas, que escrevem frases com sujeito, verbo e predicado, e quase sempre são autodidatas. Numa turma de 20 alunos você identifica 4 a 5 deles. Uma grande parte da turma é constituída de alunos medianos que conseguem ser aprovados com notas baixas em todas as disciplinas do Curso. Os alunos que eu considero fracos são verdadeiros analfabetos funcionais: não sabem ler nem escrever e têm problemas com as quatro operações, principalmente com números decimais. Portanto, o quadro não é muito animador.  A maioria dos meus alunos nunca leu um romance ou um livro qualquer por inteiro. E alguns fazem questão de dizer que não gostam de ler. E quando um deles me diz isto, na cara de pau eu pergunto: “se você não gosta de ler, o que você está fazendo na Universidade?”

     

    1. Odonir Oliveira

      12 de maio de 2015 4:27 pm

      Marinalva, agradeço sua postagem

      Quero dar meu testemunho, visto que ensinei leitura e escrita para pré-vestibulandos (depois de ter me aposentado das salas de aula) por mais de dez anos.

      Alunos das áreas de exatas e biológicas (medicina, engenharia …) eram os que mais procuravam pelas minhas aulas, porque tinham certeza que seria a leitura e a escrita que os aprovaria, os classificaria – visto que as vagas em universidades públicas são sempre poucas- já que nas matérias específicas , todos eram bons e já haviam se dedicado bastante a elas.

      Não se trata apenas de escrever a proposta de redação nas provas, mas também de responder questões “abertas”, com textos expositivos na segunda fase dos vestibulares em geral.

      Claro que aqueles que interpretam o que leem interpretam o mundo também.E na universidade isso será ainda mais importante.

      Todos os professores universitários relatam carência de leitura e de boa escrita em seus alunos. E em todas as áreas.

    2. Athos

      12 de maio de 2015 6:48 pm

      Ótimo depoimento, obrigado!
      O

      Ótimo depoimento, obrigado!

      O analfabetismo funcional chegou ao ponto de não saberem mais o que é educação!

      Dito isso,….ainda querem ampliar o conteúdo a ser ensinado. Não conseguem passar nem o básico e querem ampliar como se o problema fosse conteúdo.

      Acho que no Governo há mais gente parecida com este Pai do que imaginamos…

  4. Oráculo

    12 de maio de 2015 10:50 am

    Assim a Globo se lasca

    Publicado em 11/05/2015 no Conversa Afiada

    NYTimes: Globo apanha
    da concorrência digital !

    O Google vai Glooglar a Globo e a Netflix vai Netflixar a Globo !

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=l2WvRhlgCjc align:center]

  5. Spin Ggnauta

    12 de maio de 2015 12:04 pm

    cujo riso
    cujo riso riso quando se sente fantástica acabou a divisão http://josecarloslima.blogspot.com.br/2015/05/jupiter-2015-15-de-marco-26-de-maio.html

  6. Paulo F.

    12 de maio de 2015 1:21 pm

    Diferenças entre adm. Dilma e adm. Lula

    A importancia do Itamaraty para ambos.

    Da série   O último a sair apague a luz

    Do Ig

    Servidores do Itamaraty entram em greve nesta terça-feira

    Entre as reivindicações estão pagamento em dia do auxílio-moradia no exterior e reajustes salariais de assistentes de chancelaria, diplomatas e oficiais de chancelaria

    iG Minas Gerais | Agência Brasil |

    12/05/2015 08:14:17

     

    A greve dos servidores do Ministério das Relações Exteriores que começa nesta terça-feira (12) no Brasil e no exterior tem como principais reivindicações o pagamento em dia do auxílio-moradia no exterior e os reajustes salariais de assistentes de chancelaria, diplomatas e oficiais de chancelaria. Embaixadas e consulados no exterior com fuso horário à frente do brasileiro, na África, Ásia, Europa e Oceania já iniciaram a paralisação.

    Para avaliar o alcance e a condução do movimento, a presidente do Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty), Sandra Maria Nepomuceno, convocou uma assembleia para discutir as ações dos grevistas, a continuação da paralisação, além de apresentar o balanço da reunião de segunda-feira (11) em Brasília entre o sindicato e o Departamento do Serviço Exterior do Itamaraty.

    Outras reivindicações da pauta são a concessão automática de passaporte diplomático a todos os membros do Serviço Exterior Brasileiro, que não contempla os assistentes de chancelaria; além de regras para os plantões consular, diplomático e dos setores de comunicações dos postos no exterior, que hoje não têm regime de compensação de horas para quem realiza os plantões.

    A oficial de chancelaria Ivana Lima entrou no ministério em 2007 e há um ano e oito meses vive em Atlanta. Ela participa do movimento grevista e explicou como a irregularidade do pagamento dos alugueis afetam seu orçamento doméstico. Segundo ela, o valor do aluguel da casa onde mora equivale a três quartos do salário líquido.

    “Irregularidades no pagamento como atrasos de um ou dois meses já aconteceram antes, mas de agosto de 2014 para cá tivemos atrasos de três ou quatro meses”, conta. Segundo ela para manter o aluguel em dia, foi preciso recorrer às reservas, empréstimos e cartões de créditos. “Vivemos no vermelho e não podemos planejar nada”, acrescenta ela, que é casada e tem um filho. Filiada ao Sindicato, Ivana defende que seja firmado acordo escrito pelo Itamaraty com o compromisso de regularização do pagamento do auxílio-moradia no exterior.

    O Itamaraty reconhece as dificuldades para cumprir o compromisso. Em um ofício enviado pelo ministério ao sindicato no dia 16 de abril, o Itamaraty afirmou se solidarizar com o pleito da regularização e pagamento dos auxílios atrasados, e informou estar empenhado na obtenção da verba para o repasse. Segundo o ofício, o saldo destinado para este tipo de despesa é insuficiente.

    O impacto do atraso afeta todos os servidores e é mais grave em cidades com alto custo de vida. Osvaldo Nascimento é casado com uma oficial de Chancelaria e vive em Camberra. Eles têm três filhos de 17 anos, 14 anos e 12 anos. Ele disse à Agência Brasil que a família já usou todas as economias que tinha por causa do pagamento atrasado e o que ajuda a minimizar é o fato de que ele pode trabalhar.

    “Mas trabalho pelo dinheiro e estou fora da minha carreira”, pondera. “O visto de trabalho que tenho é limitado e aqui trabalho carregando malas em um hotel e como lavador de pratos”, diz Osvaldo que, no Brasil, era professor universitário de português em Brasília. A família vive fora há oito anos. O primeiro posto foi em Tóquio e agora em Camberra.

    Com relação à reivindicação salarial, o Sinditamaraty informa que, em 2008, os diplomatas tiveram reajuste salarial, mas os assistentes e oficiais de chancelaria não receberam aumento.

    1. Athos

      12 de maio de 2015 6:30 pm

      Tem minha simpatia mas eles

      Tem minha simpatia mas eles tem que dar uma limpa nos quadros.

      Não são todos os que tem que ganhar auxílio!

       

      O assunto tem que ser tratado com transparência. Não é caro morar no exterior, salvo algumas raras excessões.

      No RIO com certeza é mais caro que Camberra!

  7. Mara L. Baraúna

    12 de maio de 2015 4:49 pm

    A boquinha de Jabor na TV Cultura

     

    A boquinha de Jabor na TV Cultura, por Altamiro Borges

    Do Blog do Miro

    Em 14 de abril, os midiotas de plantão foram surpreendidos com a notícia de que o Arnaldo Jabor, o arqui-inimigo do “lulopetismo” e bajulador-mor do tucano FHC, não iria mais obrar suas colunas no Estadão. Numa notinha lacônica, o jornalão oligárquico simplesmente informou que ele havia sido enxotado.

    O motivo da dispensa sumária não foi uma autocrítica da famiglia Mesquita, mas sim a própria crise da empresa, que está falida e endividada. Uma semana antes, o jornal já havia demitido outros 125 profissionais – num facão que foi questionado pela Justiça do Trabalho. 

    Os midiotas, porém, não precisam ficar mais tristes. Neste Dia das Mães, os órfãos do “calunista” foram agraciados com a notícia de que ele poderá ganhar uma boquinha na TV Cultura, a tevê pública que virou um biombo dos reacionários e um palanque do governador Geraldo Alckmin. 

    Segundo a repórter Camila Gomes, do site de entretenimento F5, da Folha, “Arnaldo Jabor está sendo cotado para comandar um novo programa na TV Cultura. A atração será um ‘talk show’ intelectualizado, que ocupará o espaço de ‘Provocações’, comandado por Antônio Abujamra, que morreu na semana passada. A ideia é colocá-lo no ar também às terças-feiras”. 

    A possibilidade da contratação do ex-colunista do Estadão – que ainda destila o seu veneno na TV Globo, outro veículo descaradamente golpista – deve alegrar os midiotas e paneleiros, mas entristece os que ainda se recordam do rico passado da TV Cultura. Ele “substituirá” o irreverente Antônio Abujamra, que brilhava num dos poucos programas que ainda prestavam nesta emissora pública. Lamentável! 

     

  8. Emanuel Cancella

    12 de maio de 2015 5:24 pm

    Corrupção

    Prisão de corrupto e corruptor e devolução do roubo, só no governo do PT

    Ontem, 11/5, assistindo, no Jornal Nacional da Globo, ao gerente da Petrobrás, Pedro Barusco, devolvendo R$ 157 milhões, fruto de corrupção, fiquei emocionado! Corruptos e corruptores presos, com dinheiro do roubo sendo devolvido, passando na TV para todo o Brasil. É demais! Agora queremos assistir também no Jornal Nacional à família Marinho, dono da Globo, devolvendo o dinheiro da sonegação da conta do HSBC na Suíça, como também a família Saad, dono da Bandeirantes, a família Civita da Abril responsável pela revista Veja e os Frias, da Folha de São Paulo, todos sonegadores envolvidos no escândalo denominado Swissleaks. Sonegação é crime! Queremos também que os envolvidos no Zelote, como o Jorge Gerdal, também façam a devolução aos cofres públicos, daquilo que lesou da Receita Federal, com direito à transmissão pela TV pelos jornais da noite. Não podemos  nos esquecer da Neca Setubal, do Itaú, que deve 18,7 bilhões em tributos à Fazenda. Todo esse dinheiro de sonegação é muito mais que o Petrolão. Quem sabe, com esse dinheiro, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não precise mais fazer o ajuste fiscal!    

     

     OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

    Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

    Rio de Janeiro, 12 de maio de 2015

     

     

  9. SilvioBCampello

    12 de maio de 2015 6:50 pm

    Procede?
    Ratitu Ratz

    FORA DO EIXO NO MINISTÉRIO DA CULTURA BOICOTA A MÍDIA LIVRE

    A Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SCDC/MinC) está abrindo consulta pública para o edital Prêmio Pontos de Mídia Livre. Segundo Ivana Bentes, responsável pela Secretaria do MinC, a consulta “deverá ser a mais ampla possível” (vai vendo).

    Mas, já de cara, fica claro o objetivo desse “apoio à míd…

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=827913780611464&set=a.113861395350043.14799.100001785502136&type=1

  10. Anna Dutra

    13 de maio de 2015 12:52 am

    Próximo bonde ! ?
    Mauro Santayanna

    Quanto vale o BNDES

    Me parece que depois de algumas tentativas um tanto erráticas e frustradas, vem aí a próxima desconstrução.

    http://www.maurosantayana.com/2015/05/quanto-vale-o-bndes.html?m=1

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