Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
anarquista sério
18 de maio de 2015 3:04 amanarquista sério
18 de maio de 2015 3:17 amanarquista sério
18 de maio de 2015 3:20 amanarquista sério
18 de maio de 2015 3:22 amGilson AS
18 de maio de 2015 4:23 amDILMA ABRE COM JÔ RODADA DE DIÁLOGOS COM A MÍDIA
http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/181264/Dilma-abre-com-J%C3%B4-rodada-de-di%C3%A1logos-com-a-m%C3%ADdia.htm
Presidente receberá nesta segunda-feira 18 o apresentador da Globo Jô Soares para um bate-papo informal no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência; não haverá gravação de entrevista, nem o encontro será transmitido pela emissora no programa diário; visita de Jô a Brasília faz parte de uma nova forma de aproximação de Dilma Rousseff com a mídia, que prevê ainda novas conversas fora das câmeras, as chamadas “off the records”, com outras personalidades; o apresentador tem sido uma voz dissonante na emissora que ataca frequentemente o governo por diversas vias; ele condenou no final do ano passado “o surto de impeachment” no Brasil e o que chamou de “paranoia bolivariana”; neste mês, voltou a criticar o golpismo tucano: “parece uma coisa de república de patetas”
Gilson AS
18 de maio de 2015 4:37 amLOBOBÃO ATRAI MULTIDÃO A AV: PAULISTA. 50 COXINHAS, MAS VAI PEDI
http://www.plantaobrasil.com.br/news.asp?nID=90382
Manifestantes realizaram panelaço coletivo em frente ao vão livre do MASP, na Avenida Paulista, região centro sul de São Paulo, na tarde deste domingo.
O protesto é contra o governo federal da presidente Dilma Rousseff.
Cerca de 50 manifestantes estiveram no local, entre eles o cantor e apresentador Lobão.
O ato Marcha do Panelaço foi organizado pela internet.
Adilsonbb
18 de maio de 2015 8:32 amNinguém de bom senso aguenta o PIG
Pau na Ana Maria e na Cristina Lobo, vídeo sensacional, vide link a seguir:
https://www.youtube.com/watch?v=G6fb45BBSVw
Makário
18 de maio de 2015 9:12 amA. Maria Braga e Cristina Lobo são dois animais irracionais?
Não, são dois sacos de lixo que devem ser jogados no aterro sanitário.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=G6fb45BBSVw align:center]
Mailson
18 de maio de 2015 10:21 amJanio de Freitas e a compra de votos por FHC em 1997
[video:https://www.youtube.com/watch?v=K6joVubZdwA align:center]
Adir Tavares
18 de maio de 2015 10:48 amO prenúncio de uma catástrofe
por Celso Franco no Jornal do Brasil
Com o título deste artigo, recebi um e-mail alertando para quantidade de automóveis encalhados e, se enferrujando ao relento, em todos os países do mundo que os produzem.
Eis a íntegra do texto introdutório para sérieimpressionante das fotos de milhões de carros nos depósitos das fábricas: “Tenho a impressão de que o que está acontecendo neste momento com a indústria automobilística, não foi previsto pelos “experts” do ramo, que se estivesse previsto, teriam se adequado, previamente a esta situação, mesmo porque nenhum “expert”, de nenhum ramo, está preparado para uma situação tão inusitada.
Isto me leva a imaginar que, ao contrário do que todos imaginávamos, a próxima crise econômica mundial poderá ser endógena, ou seja, poderá, sim, eclodir a partir da mudança do padrão de consumo da população.
A economia mundial não está preparada, aliás, nunca esteve, para funcionar com um a diminuição dos níveis de consumo, neste caso consciente, visto que a população parece ter se dado conta, de que estava se endividando e consumindo muito além do necessário.”.
Tive o privilégio de privar da amizade do almirante Lúcio Meira, ministro do governo JK e que implantou no Brasil, a indústria automobilística, em 1956.
Nos nossos almoços mensais, no edifício do Grupo Monteiro Aranha, “sorvia” os seus ensinamentos sobre o fenômeno automóvel, complementando o que eu aprendera nos livros e vira nos países do Primeiro Mundo, especialmente na Europa.
Confidenciou-me que uma de suas motivações para sugerir a implantação da indústria automobilística no Brasil foi ter visto, em 1930, quando em visita aos Estados Unidos, o extraordinário progresso daquele país graças ao enorme percentual de empregos gerados pela indústria automobilística e seus complementos.
E acrescentava filosoficamente que a indústria automobilística gerara uma revolução social muito mais importante do que a de Lenin e que os problemas que ela já estava gerando na mobilidade urbana eram fruto do não acompanhamento, pelas autoridades responsáveis, das medidas de adaptação das cidades, para acompanhar esta nova realidade.
E concluindo: “Somente o sistema financeiro entendeu e acompanhou esta evolução, infelizmente, contribuindo para piorar o problema da mobilidade urbana, na medida em que facilitou, com o financiamento, a compra do produto.” Raciocínio digno do gênio que ele foi.
Mas, agora, o problema é outro e mais importante, uma vez que influi na economia macro das nações, que apoiam a sua economia nesta indústria.
As razões deste fenômeno são várias e variam de país para país. No nosso caso, embora eu não tenha competência para a avaliação correta, valho-me do que leio a respeito, é, principalmente, a exorbitante taxação de impostos, aumentando enormemente o preço do automóvel, principalmente, se comparados com os dos demais países vizinhos. Estão matando a “galinha dos ovos de ouro”.
A nossa situação financeira, muito mais devida à má gestão do que outras causas, atravessa uma fase dificílima, onde o interesse pessoal dos nossos legisladores supera os interesses da Nação, quando o governo para obter o apoio para as medidas necessárias, a fim superar estas dificuldades, negocia cargos, como moeda de troca, envergonhado a todos ao bons brasileiros. Esta nova crise que se aproxima inexoravelmente, ameaça nos como um “terremoto”, de elevada classificação na escala “Richter” capaz de causar um enorme “desabamento” em vários fundamentos,inclusive de nossa incipiente democracia.
A luz amarela de alarme está acesa, espero eu, ainda a tempo de, como dizia aquele presidente ignorante de um time de futebol do interior, advertindo seu técnico: “Arrecua os halfes, a fim de evitar a catástese”.
http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2015/05/18/o-prenuncio-de-uma-catastrofe/
anarquista sério
18 de maio de 2015 11:13 amA semana promete. Lendo os
A semana promete. Lendo os noticiários observo esta ”sacada”—forte candidata a ‘sacada”da semana:
””Em reunião neste domingo com a presidente, no Palácio da Alvorada, à qual estava presente o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (alguém já descobriu o que ele faz o dia inteiro, ou seja, nas horas vagas?), …..
Ivo Miter
18 de maio de 2015 11:15 amEstá ficando como a Globo gosta, como os fascistas querem

Com a filha no colo, apresentador Guga Noblat é hostilizado por paneleiros na Paulista
Postado em 18 de maio de 2015 às 12:42 am Fonte: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/com-a-filha-no-colo-apresentador-guga-noblat-e-hostilizado-por-paneleiros-na-paulista/hare
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Do Facebook de Guga Noblat:
Passei pela Av Paulista voltando para casa e deu nisso. Mais uma vez fui atacado por um bando de militantes idiotas. Mesmo com minha filha no colo.
Só pra esclarecer os haters que possam apoiar os covardes que me ofenderam.
1- Estava voltando pra casa com a filha no colo qnd cruzei com cerca 20 manifestantes. Moro do lado masp. Não tinha como prever q me ofenderiam.
2- Eram 3 pessoas batendo panela e mais 15 ao redor deles. O taxi da paulista fazia mais barulho. Não evitei a manifestação pq parecia insignificante e não imaginava que seriam tão baixos e doentes a ponto de me atacar, especialmente com um bebe.
Daniel Klein
18 de maio de 2015 12:50 pmAmazônia
Há mais de meio século há movimentos, que cessam e retornam, com o objetivo de internacionalizar a Amazônia. Cerca de 60% da floresta amazônica situa-se no Brasil, e a floresta brasileira remanescente tem área de 3,34 milhões de km2, o que representa 80% da floresta original. Vê-se que já perdemos 20% da nossa hileia, número que não é alarmante, mas precisa ser contido. Já perdemos mais de 760 mil km2 de floresta, coisa de 95% das áreas somadas de MG e SP. O grosso da mata derrubada é transformado em pastagem para criação extensiva de gado.
Nas últimas poucas décadas, quase nenhum governo de país influente fala mais na internacionalização da Amazônia, e o que se vê são manifestações e movimentos de ONGs de pouca respeitabilidade. Mas isso não é motivo para baixarmos a guarda. Infelizmente, o Brasil nunca praticou, na verdade sequer formulou uma política bem fundamentada para preservação da Amazônia. A questão se aniquila na discussão infindável entre aqueles que propõem exploração sustentável de partes especiais da floresta e os que consideram a floresta intocável. Além da falta de um programa para a área, há o desleixo do Estado, que permite a queima da floresta (o pior destino que se pode dar a ela) como se com os recursos modernos a fiscalização da floresta não fosse coisa simples e barata.
Qualquer política para a Amazônia tem de contemplar a questão indígena, além da utilização do potencial hidroelétrico da área. Nos tempos recentes, temos jogado fora quase metade do potencial elétrico dos grandes cursos d’água por optar por usinas a fio d’água, sem reservatórios para armazenar a água. Um exemplo é a usina de Belo Monte, com capacidade de geração pouco menor do que a da usina de Itaipu. Entretanto, para evitar a inundação de 500 km2 de floresta, menos de 10% da floresta que se queima anualmente, a potência média no ano de Belo monte será de apenas 40% da potência instalada. Isso contrasta com o índice de 70% das usinas tradicionais brasileiras. É chocante, mas é verdade: há no Brasil quem pense ser melhor para o meio ambiente queimar combustíveis fósseis para gerar energia do que inundar uma pequena área de floresta para gerar energia hidráulica. Gente que se sente nobre e se julga progressista por não conseguir pensar em nada que não seja besteira.
No que tange a questão indígena, a ação mais perniciosa foi a criação da reserva para as tribos ianomâmis na divisa com a Venezuela. A área brasileira da reserva mede 93 mil km2, mais do dobro da área do estado do RJ. Na Venezuela, a área é de 83 mil km2. Nessas duas áreas moram cerca de 20 mil indígenas, em umas 200 vilas que vivem em guerra endêmica entre si, que matam 25% dos adultos masculinos. Quando o antropólogo americano Napoleon Chagnon publicou seus achados sobre esse índice de violência, a esquerda mundial o criticou com virulência e calúnias. Pois essa esquerda havia adotado a ideia do noble savage de J. Jaques Rousseau. Para sustentar essa mitologia, criou a antropologia cultural, cujo maior expoente foi Margareth Mead, cuja obra é uma inteira impostura fundada em dados empíricos tomados sem nenhum método científico e, em alguns casos, claramente fraudados. No Brasil, essa mitologia foi cultivada por FHC, então de esquerda, e sua mulher Dona Ruth Cardoso.
O que há de tão grave sobre a reserva ianomâmi? Por alguma razão que a razão não vislumbra, decretou-se que as forças militares brasileiras não podem entrar em uma reserva indígena. Em outros termos, não há como garantir a soberania nacional sobre essas reservas. Isso é especialmente grave na reserva ianomâmi, não só pelo seu desmesurado tamanho, mas também pelo fato de ela estar em área de fronteira. Verificando a fragilidade infantil da nossa política, várias ONGs internacionais passaram a defender a ideia de que as reservas indígenas sejam territórios emancipados do país que as acolhe. A ideia prosperou. Foi criada a Nação Ianomâmi, cujo presidente não é nenhum índio, e sim um cidadão alemão. Essa nação emite passaportes, com os quais é possível viajar pela Europa. Ninguém nos governos do Brasil e da Venezuela acha isso preocupante.Há mais de meio século há movimentos, que cessam e retornam, com o objetivo de internacionalizar a Amazônia. Cerca de 60% da floresta amazônica situa-se no Brasil, e a floresta brasileira remanescente tem área de 3,34 milhões de km2, o que representa 80% da floresta original. Vê-se que já perdemos 20% da nossa hileia, número que não é alarmante, mas precisa ser contido. Já perdemos mais de 760 mil km2 de floresta, coisa de 95% das áreas somadas de MG e SP. O grosso da mata derrubada é transformado em pastagem para criação extensiva de gado.
Nas últimas poucas décadas, quase nenhum governo de país influente fala mais na internacionalização da Amazônia, e o que se vê são manifestações e movimentos de ONGs de pouca respeitabilidade. Mas isso não é motivo para baixarmos a guarda. Infelizmente, o Brasil nunca praticou, na verdade sequer formulou uma política bem fundamentada para preservação da Amazônia. A questão se aniquila na discussão infindável entre aqueles que propõem exploração sustentável de partes especiais da floresta e os que consideram a floresta intocável. Além da falta de um programa para a área, há o desleixo do Estado, que permite a queima da floresta (o pior destino que se pode dar a ela) como se com os recursos modernos a fiscalização da floresta não fosse coisa simples e barata.
Qualquer política para a Amazônia tem de contemplar a questão indígena, além da utilização do potencial hidroelétrico da área. Nos tempos recentes, temos jogado fora quase metade do potencial elétrico dos grandes cursos d’água por optar por usinas a fio d’água, sem reservatórios para armazenar a água. Um exemplo é a usina de Belo Monte, com capacidade de geração pouco menor do que a da usina de Itaipu. Entretanto, para evitar a inundação de 500 km2 de floresta, menos de 10% da floresta que se queima anualmente, a potência média no ano de Belo monte será de apenas 40% da potência instalada. Isso contrasta com o índice de 70% das usinas tradicionais brasileiras. É chocante, mas é verdade: há no Brasil quem pense ser melhor para o meio ambiente queimar combustíveis fósseis para gerar energia do que inundar uma pequena área de floresta para gerar energia hidráulica. Gente que se sente nobre e se julga progressista por não conseguir pensar em nada que não seja besteira.
No que tange a questão indígena, a ação mais perniciosa foi a criação da reserva para as tribos ianomâmis na divisa com a Venezuela. A área brasileira da reserva mede 93 mil km2, mais do dobro da área do estado do RJ. Na Venezuela, a área é de 83 mil km2. Nessas duas áreas moram cerca de 20 mil indígenas, em umas 200 vilas que vivem em guerra endêmica entre si, que matam 25% dos adultos masculinos. Quando o antropólogo americano Napoleon Chagnon publicou seus achados sobre esse índice de violência, a esquerda mundial o criticou com virulência e calúnias. Pois essa esquerda havia adotado a ideia do noble savage de J. Jaques Rousseau. Para sustentar essa mitologia, criou a antropologia cultural, cujo maior expoente foi Margareth Mead, cuja obra é uma inteira impostura fundada em dados empíricos tomados sem nenhum método científico e, em alguns casos, claramente fraudados. No Brasil, essa mitologia foi cultivada por FHC, então de esquerda, e sua mulher Dona Ruth Cardoso.
O que há de tão grave sobre a reserva ianomâmi? Por alguma razão que a razão não vislumbra, decretou-se que as forças militares brasileiras não podem entrar em uma reserva indígena. Em outros termos, não há como garantir a soberania nacional sobre essas reservas. Isso é especialmente grave na reserva ianomâmi, não só pelo seu desmesurado tamanho, mas também pelo fato de ela estar em área de fronteira. Verificando a fragilidade infantil da nossa política, várias ONGs internacionais passaram a defender a ideia de que as reservas indígenas sejam territórios emancipados do país que as acolhe. A ideia prosperou. Foi criada a Nação Ianomâmi, cujo presidente não é nenhum índio, e sim um cidadão alemão. Essa nação emite passaportes, com os quais é possível viajar pela Europa. Ninguém nos governos do Brasil e da Venezuela acha isso preocupante.
Sérgio T.
18 de maio de 2015 1:04 pmProvocação ao vira latismo por Gerson Carneiro
Reflexão muito aguda do amigo Gerson Carneiro… Vale a pena ler a “provocação”…
Para conseguir visto norte americano no Brasil a pessoa se submete a três fazes. Na segunda fase se dirige a um centro de triagem aonde deixa as digitais e lhe é fotografado o rosto. Nesse centro de triagem, aonde não tem funcionário norte americano atendendo mas apenas brasileiros se sentindo american, é possível constatar uma situação curiosa. Desde a entrada, os guardinhas brasileiros em serviço terceirizado praticamente gritam “Desliguem os celulares. Se alguém for pego com celular ligado aqui dentro será colocado pra fora”.
Agora vem a parte curiosa.
Diante das ordens dos guardinhas brasileiros em serviço terceirizado todos na fila ficam miudinhos, pianinho, quietinhos com os celulares desligados, praticamente cabisbaixos, ninguém questiona absolutamente nada, conversam baixinho entre si.
Isso depois de pagar uma taxa de U$ 160 dólares que não será ressarcida se o visto for negado.
Imaginem alguém dando ordem em qualquer repartição pública brasileira: “desliguem os celulares senão serão colocados pra fora”.
No mínimo um gaiato vai querer questionar, desobedecer, levantar a voz.
Imaginem essa situação dentro de uma agência do INSS.
É assim: esse povo valente no trânsito; em repartições públicas e etc, sabe aonde pode levantar a voz. Infla o peito e anuncia ser detentor de direitos. Mas pagam o maior pau quando vão tirar visto norte americano. Permanecem miudinhos diante das ordens de um guardinha brasileiro em serviço terceirizado que em uma repartição pública brasileira seria prontamente ignorado, ou no máximo debochado. Eles sabem aonde podem bagunçar.
É assim o modus operandi do tipo valentão que importunou o jantar aonde o Padilha estava presente na semana passada.
E sabe a razão desse comportamento bipolar?
É a incorporação inconsciente do espírito de colonizado enraizado nos últimos 515 anos.
Acompanhei um coxinha que foi em busca do visto. E na saída ele deslumbrado me disse: – Você viu o esquema de segurança dos caras!?
Eu só dei um meio sorriso e preferi não comentar.
Para ir pra Cuba não precisa se submeter a isso.
A colega Lidia Stefani fez uma ótima associação. Lembrou que isso explica a razão das ciclovias em São Paulo serem vistas por brasileiros com desprezo mas prontamente elogiadas na Europa.
https://www.facebook.com/gerson.carneiro.5/posts/10205219557542688?fref=nf&pnref=story
anarquista sério
18 de maio de 2015 1:07 pmVc acha justo?
joão pereira
Vc acha justo?
joão pereira coutinho
Escritor português, é doutor em ciência política. É colunista do ‘Correio da Manhã’, o maior diário português. Escreve às terças-feiras na versão impressa, e a cada duas semanas no site.
Ensaio sobre as cegueiras
Perguntei em tempos por que motivo as universidades de elite não discriminavam negativamente alunos asiáticos. Pensamento lógico: se as cotas pretendem mais negros nas universidades, onde eles estão sub-representados, por que não limitar o mérito que alunos asiáticos costumam exibir com abundância?
Perguntas proféticas. Informa o “The Wall Street Journal” que a Universidade de Harvard enfrenta queixas judiciais por discriminação de (bons) alunos asiáticos. Escreve o jornal que, no momento da candidatura, é exigido a um chinês, a um japonês ou a um sul-coreano mais 140 pontos do que a um aluno branco; mais 270 pontos do que a um aluno hispânico; e mais 450 pontos do que a um aluno negro.
O interessante da notícia é que ela revela o pensamento igualitário e multiculturalista no seu melhor. Ou no seu pior –e a diferença entre asiáticos e negros é um exemplo arrepiante.
Primeiro, porque ao exigir aos alunos asiáticos mais 450 pontos do que a um aluno negro “normal”, o que está implícito no cálculo é que um aluno negro é sempre um caso de atraso pedagógico a exigir proteção infantil.
Não sei o que pensarão os negros da atitude paternalista. Mas se Harvard realmente a pratica, é como se estivesse a dizer: “Não se preocupe, você é negro, ninguém espera nada de especial da sua parte.”
Mas o gesto é aberrante ao enviar o sinal contrário: não vale a pena estudar ou trabalhar se você nasceu na cultura errada. As origens asiáticas praticamente decidem o seu destino.
Se isso é punitivo para os bons alunos asiáticos, é duplamente punitivo para alunos asiáticos simplesmente “regulares”, obrigados a terem mais 800 ou 900 pontos do que um aluno negro “regular”.
A injustiça do esquema fura os olhos de qualquer um. Só não fura os olhos de quem já padece de cegueira mental incurável.
Daniel Klein
18 de maio de 2015 3:48 pmAmazônia, texto corrigido
Há mais de meio século há movimentos, que cessam e retornam, com o objetivo de internacionalizar a Amazônia. Cerca de 60% da floresta amazônica situa-se no Brasil, e a floresta brasileira remanescente tem área de 3,34 milhões de km2, o que representa 80% da floresta original. Vê-se que já perdemos 20% da nossa hileia, número que não é alarmante, mas precisa ser contido. Já perdemos mais de 760 mil km2 de floresta, coisa de 95% das áreas somadas de MG e SP. O grosso da mata derrubada é transformado em pastagem para criação extensiva de gado.
Nas últimas poucas décadas, quase nenhum governo de país influente fala mais na internacionalização da Amazônia, e o que se vê são manifestações e movimentos de ONGs de pouca respeitabilidade. Mas isso não é motivo para baixarmos a guarda. Infelizmente, o Brasil nunca praticou, na verdade sequer formulou uma política bem fundamentada para preservação da Amazônia. A questão se aniquila na discussão infindável entre aqueles que propõem exploração sustentável de partes especiais da floresta e os que consideram a floresta intocável. Além da falta de um programa para a área, há o desleixo do Estado, que permite a queima da floresta (o pior destino que se pode dar a ela) como se com os recursos modernos a fiscalização da floresta não fosse coisa simples e barata.
Qualquer política para a Amazônia tem de contemplar a questão indígena, além da utilização do potencial hidroelétrico da área. Nos tempos recentes, temos jogado fora quase metade do potencial elétrico dos grandes cursos d’água por optar por usinas a fio d’água, sem reservatórios para armazenar a água. Um exemplo é a usina de Belo Monte, com capacidade de geração pouco menor do que a da usina de Itaipu. Entretanto, para evitar a inundação de 500 km2 de floresta, menos de 10% da floresta que se queima anualmente, a potência média no ano de Belo monte será de apenas 40% da potência instalada. Isso contrasta com o índice de 70% das usinas tradicionais brasileiras. É chocante, mas é verdade: há no Brasil quem pense ser melhor para o meio ambiente queimar combustíveis fósseis para gerar energia do que inundar uma pequena área de floresta para gerar energia hidráulica. Gente que se sente nobre e se julga progressista por não conseguir pensar em nada que não seja besteira.
No que tange a questão indígena, a ação mais perniciosa foi a criação da reserva para as tribos ianomâmis na divisa com a Venezuela. A área brasileira da reserva mede 93 mil km2, mais do dobro da área do estado do RJ. Na Venezuela, a área é de 83 mil km2. Nessas duas áreas moram cerca de 20 mil indígenas, em umas 200 vilas que vivem em guerra endêmica entre si, que matam 25% dos adultos masculinos. Quando o antropólogo americano Napoleon Chagnon publicou seus achados sobre esse índice de violência, a esquerda mundial o criticou com virulência e calúnias. Pois essa esquerda havia adotado a ideia do noble savage de J. Jaques Rousseau. Para sustentar essa mitologia, criou a antropologia cultural, cujo maior expoente foi Margareth Mead, cuja obra é uma inteira impostura fundada em dados empíricos tomados sem nenhum método científico e, em alguns casos, claramente fraudados. No Brasil, essa mitologia foi cultivada por FHC, então de esquerda, e sua mulher Dona Ruth Cardoso.
O que há de tão grave sobre a reserva ianomâmi? Por alguma razão que a razão não vislumbra, decretou-se que as forças militares brasileiras não podem entrar em uma reserva indígena. Em outros termos, não há como garantir a soberania nacional sobre essas reservas. Isso é especialmente grave na reserva ianomâmi, não só pelo seu desmesurado tamanho, mas também pelo fato de ela estar em área de fronteira. Verificando a fragilidade infantil da nossa política, várias ONGs internacionais passaram a defender a ideia de que as reservas indígenas sejam territórios emancipados do país que as acolhe. A ideia prosperou. Foi criada a Nação Ianomâmi, cujo presidente não é nenhum índio, e sim um cidadão alemão. Essa nação emite passaportes, com os quais é possível viajar pela Europa. Ninguém nos governos do Brasil e da Venezuela acha isso preocupante.
maria rodrigues
18 de maio de 2015 11:29 pmFala-se tanto em abusos
Fala-se tanto em abusos contra crianças, não apenas sobre pedofilia, mas sobre qualquer tipo de abuso, que reduz uma criança, ou mesmo um bebê, a moeda de trocas, ora vendendo-as para traficantes; ora saindo com os prórprios filhos, ou filhos de amigas para delas se valerem no sentido de angariarem dinheiro de quem sentir pena, etc. Quanto à pedofilia existe desbragadamente no Brasil, por toda parte, e muito por brasileiros cafetões, homens e mulheres, que usam as crianças para práticas sexuais com homens e até velhos, de preferência estrangeiros endinheirados.
Essas coisas eu vi e vejo até hoje, acontecendo debaixo dos olhos de todos, sem que nada aconteça para mudar essa realidade.
No Rio, onde morei por décadas, cheguei a acompanhar o crecimento de meninas levadas às calçadas das praias, onde ficam os restaurantes da orla para se fingirem de vendedoras de alguma bobagem, quando a finalidade era outra. Enquanto essas meninas se insinuam para os homens, alguma mlher está sentada à distância, porém de olho no que vai acontecer, e quanto ela vai faturar. Um dia, aquela menina de apenas 7 anos, por exemplo, já estava com 16, ou mais, vivendo as mesmas circunstâncias. Como residente em Copa, frequentadora dos bares da orla, reconhecia essas garotas. Ficava muito indignada, como tantos, mas só isso.
Em Brasília as coisas se sucedem do mesmíssimo jeito. Também morei lá, e tudo via acontecer com crianças muito pequenas, às vezes após meia-noite. Elas fingem que estão trabalhando pra ajudar aos pais, o que é mentira, porque sabemos que por perto se encontra alguém, com a cumplicidade das mães de todas elas, alugando suas filhas para esse crime hediondo.
Aqui em Natal é tudo igualzinho. O negócio com os gringos é mais corriqueiro. Outro dia, sentada em um banco de um shopping, vejo no banco ao lado sentar-se um idoso de mais de 60 anos. Mais uns mnutos, senta-se não tão perto dele uma garotinha dos seus 13 anos, com o corpo ainda em construção. Trocam umas palavras e a menina se vai. Mais dois minutos, é o homem que se manda. Tudo muito claro, pra qualquer imbecil entender. De tanto me indignar com isso, ante nova visão macabra como aquela, disse pra um motorista de táxi, meu conhecido, que o correto seria ligar para a polícia. Resposta: “Não perca seu tempo. A polícia, se chegar, vai molhar a mão do cara, e pronto”.
Outro caso frequente, que me causa irritação e muita raiva, vem acontecendo pra eu ver, todos os dias, nos dois mercados próximos à minnha residência. Mulheres muito jovens chegam com bebês de colo, geralmente vestindo uma fralda apenas. São algumas na mesma situação. Sentam-se no chão com a criança, às vezes em frente aos caixas eletrônicos. Esses bebês podem estar chorando, muito gripados, como tenho observado, mas não vemos sequer uma mamadeira com água pra a mulher saciar a sede das crianças. Um bebê precisa dormir, comer direito, tomar água, e ter o seu cantinho. Mas tudo passa ao largo das autoridades. Se converso com a gerência dos mercados, o que dizem é que não lhes cabe pôr a mulher pra fora. E sei, por ouvir de um conhecido, que elas alugam os bebês para darem parte do arrecadado à mãe no final do dia.
Na última sexta-feira liguei para o nº 181. Perguntei se podia fazer uma denúncia contra mau- tratos a crianças, e o atendente respondeu que sim. Deu-me tempo pra começar o relato, só que logo ouvi o sinal de ocupado. Claramente o sujeito bateu o telefone na minha cara.
Essas coisas acontecem no Brasil inteirinho, com gente abusando e causando traumas irreversíveis nos bebês, nas criancinhas, e em qualquer adolescente, porque as próprias mães consentem, sabendo o que estão fazendo de tão mal a seus filhos, e que se houvesse quem se importasse com essas situações, o destino dessas vagabundas teria que ser a cadeia, para que todas as vítimas de abusos e maus-tatos pudessem ser recuperadas, e desfrutarem de uma vida mais digna sem que seus futuros tivessem que ser, necessariamente, a prostituição, ou a morte precoce, ou a bandidagem, afinal quem pode crecer desse jeito sem um dia não se tornar muito revoltada com a vida e o mundo.
Se alguém acha que esses números tão badalados, como 180, 181 realmente atendem as denúncias, digam-me como, porque eu mesma não acredito neles.
Emanuel Cancella
19 de maio de 2015 11:25 amPSDB
PSDB – O partido mais corrupto do Brasil
No Brasil colônia, o rei tinha o poder supremo. Acabamos com o império e instalamos a República, um dos princípios republicanos é de que todos somos iguais perante a lei. Estranho que passados 125 anos de nossa República ainda tenhamos setores de nossa sociedade blindados contra qualquer tipo de investigação, como é o caso do PSDB. Parece que nossas instituições amarelam diante dos tucanos, já que as autoridades se apequenam diante desse partido. Acima do bem e do mal, esses elementos se arvoram até em tirar do governo uma presidente eleita pela vontade popular, sendo que eles disputaram e perderam a eleição. Fazem isso como retaliação. Já prendemos corruptos, corruptores, confiscamos seus bens, juízes e poderosos donos de empresas já foram para o xilindró e nada de tucano! Será por quê? Escândalos como “a compra de votos para reeleição de FHC”, “A privataria Tucana”, Trensalão”, “Aeroporto de Claudio em MG”, “Mensalão do PSDB”, “Lava Jato”, em nenhuma dessas maracutaias os tucanos foram sequer investigados para valer, imagine engaiolá-los! Reflexo dessa blindagem é que a maioria dos candidatos barrados pelo “Ficha Limpa” são do PSDB, segundo a revista Exame em setembro de 2012. Em setembro de 2014, segundo o Blog dos desenvolvimentistas: “Justiça Eleitoral confere título inédito ao PSDB; o partido mais corrupto do Brasil”. Na divisão por partido, o PSDB é o que possui a maior “bancada” de barrados, com 56 candidatos – o equivalente a 3,5% dos tucanos que disputam. O PMDB vem logo atrás (49). O PT aparece na oitava posição, com 18 – 1% do total de seus postulantes…Por que será essa procura de tantos candidatos fichas sujas ao PSDB? Seria por conta da impunidade?
Pergunta que não quer calar: até quando a sociedade vai aceitar essa omissão de nossas intuições e de nossas autoridades?
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.
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Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
Rio de Janeiro, 19 de maio de 2015