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22 Comentários
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  1. Andre Araujo

    13 de junho de 2015 3:59 am

    O MARJETING DAS CONCESSÕES –

    O MARJETING DAS CONCESSÕES – A Presidenta Dilma vai aos EUA e na sua agenda está atrair investidores oara o programa de concessões do Governo. Com todo respeito, o caminho é outro.

    O Brasil, desde o Plano Real e a chegada ao poder no circuito Banco Central- Ministerio da Fazenda de um tipo de profissional globalizado, muitos deles com mestrado nos EUA ou Inglaterra, vê a ligação do Pais com o exterior através

    de Wall Street, porque lá trabalharam e ainda trabalham centenas de colegas economistas brasileiros, é a “turma” que liga o Brasil ao exterior. Em Wall Street as catedrais onde o Brasil reza, especialmente a “turma”,  atende pelo nome de Goldman Sachs e .J.P. Morgan. O Goldman é um banco de investimentos altamente POLITICO, inovador, agressivo,  na crise de 2008 foi o cozinheiro que fritou os “sub prime bonds” causando prejuizos de centenas de bilhões de dolares a fundos de pensões e de investimentos mundo afora. O Goldman está por trás das crises financeiras de muitos paises, como inventor de esquemas furados de financiamento. Para o Brasil lá pontifica Paulo Leme, personagem bem conhecido de muitas crises. O Goldman INVENTOU os primeiros “bonds” do Brasil pós Plano Real, os Brasil Global Bonds, que fez o Brasil retornar aos mercados de renda fixa em moeda estrangeira após as moratorias dos anos 80.

    A “turma” encastelada no BC, na Secretaria de Assuntos Internacionais do MF na porta giratoria entre “mercado”e “governo”, tipica de paises neoliberai,  só conversa com Wall Street e neste com Goldman e Morgan.

    Quando na imprensa economica brasileira se fala “a Presidenta vai falar com investidores”, leia-se, vai falar com Goldman e Morgan. Não tem outros. São os maestros das relações financeiras externas do Brasil desde 1994. Antes era o Citi, que presidia os comités de reestruturação da divida, sempre com William Rhodes na cabeceira da mesa, o Citi

    desbancado no pós-Real pelos dois de agora. Pode até falar com Bank of America, Wells Fargo e cia. mas os generais da banda são os dois G e M., suas ligações o mundo oficial financeiro são muito profundas.

    É o PIOR caminho para vender concessões. Os potenciais interessados não estão ai, são os fundos de investimento e fundos de pensão de Chicago, Denver, San Francisco, Saint Louis, Milwaukee, Toronto, QUE NÃO QUEREM NADA

    com Wall Street. Eles foram “”ferrados” na crise de 2008 por quem? Por Goldman e Morgan, que venderam a esses fundos os titulos podres dos “sub primes”. Pior ainda, muito pior, depois de esvaziarem seus portfolios de subprimes, jogando esse lixo para os fundos caipiras, eles “apostaram” na depreciação dos papeis que venderam, na forma de derivativos lincados à baixa dos subprimes. Sacanagem maior impossivel. Eu vendo a voce um titulo por 100 mas que eu sei que vale 60 e depois eu aposto com outro que esse titulo vai cair para 30, APOSTARAM CONTRA O CLIENTE QUE COMPROU TITULOS DELES. É p……….demais, é muita sacanagem.

    Os fundos caipiras do coração dos EUA (não Wall Street) estão desesperados a procura de negocios que rendam mais que  1 % ao ano, porque a renda fixa nos EUA não rende quase nada. Como atingi-los?

    Há dois anos propus no MDIC via Apex uma serie de road shows para vender exatamente esses projetos de concessão. Fui lá com uma delegação americana de primeira linha que se propunha a fazer essa tarefa.

    Não se interessaram. Se não fizerem road shows onde está o dinheiro não vai aparecer investidor para concessões,

    talvez chineses que trazem outros problemas. Nos EUA existe muita liquidez, há 19 fundos com mais de US$1 trilhão cada um, o Black Rock sozinho tem US$4,7 trilhões, no Canada os fundos de pensão estão procuram investimentos no exterior, o CPP, dos funcionarios publicos, tem ações de 35 empresas brasileiras e quer investir em projetos.

    Esses fundos tem seus PROPRIOS ANALISTAS, otimos e bem pagos, não precisam e nem querem saber de agencias de rating e de bancos piratas de Wall Street. O negocio é chegar neles. É um trabalho de mostrar e explicar.

    Minha sugestão>

    1.Um só organismo no Brasil para atender os interessados, poderia ser a EPL, empresa estatal organizada para projetos de logistica. Hoje a quem deve se dirigir o interessado? Ninguem sabe. Esta tudo disperso. Se ligar atende uma telefonista que não fala inglês e nem sabe o que o interlocutor quer. É ASSIM MESMO.

    É preciso uma PLATAFORMA que atenda direto o investidor, em INGLES FLUENTE, com os projetos prontos para por na mesa. O Governo brasileiro tem dispersos por varios orgãos EXCELENTES técnicos de projetos, muito bem preparados,

    nãoprecisa contratar ninguem, jovens que ganham pouco e sabem muito, é preciso acha-los e CONCENTRA-LOS numa só platadorma. Organizei um conference call entre o CPP de Toronto e a ANTAQ, os canadenses ficaram encantados com o nivel do pessoal da ANTAQ, mas isso tem que ser sistematico, não pode ser de vez em quando.

    2.A plataforma de atendimento aos interessados precisa atender, explicar, vender e acompanhar os projetos, ajuda-los a vencer a estupida e irracional buroracia de LICENCIAMENTOS do Brasil, que adora MATAR PROJETOS, metendo um indio no caminho, vendo a morte de dois pardais e dizendo que uma comuidade de 23 pessoas não vai poder mais pescar. Se não resolver essas micro questões NÃO SAI PROJETO NENHUM nem em cem anos.

    Não adianta a Presidenta falar maravilhas do Brasil. Só virão investidores se houver um MARKETING profissional e um

    follow up continuado para implantar os projetos. Se não, será tudo FANTASIA.

     

  2. Mara L. Baraúna

    13 de junho de 2015 4:04 am

    Morre Fernando Brant, escritor e compositor mineiro

     

    Morre Fernando Brant, escritor e compositor mineiro

    Em 1967, Milton conseguiu convencer o então hesitante Brant a escrever sua primeira letra. Era “Travessia”, composição que, no mesmo ano, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro

    De Nathália Lacerda

    De O Tempo

    Morreu às 21p0 desta sexta-feira (12), aos 68 anos, no Hospital das Clínicas, o jornalista, escritor e compositor mineiro Fernando Brant, depois de complicações em uma cirurgia de transplante de fígado.

    O velório acontece neste sábado (13), no cemitério do Bonfim. O sepultamento está marcado para o fim da tarde. Segundo familiares, a intenção é que amigos, músicos e artistas que moram em outras cidades tenham tempo para se despedir.

    Fernando Brant estava internado no Hospital das Clínicas da UFMG desde segunda-feira, quando se submeteu a um primeiro transplante. Após uma semana internado, ele teve que ser submetido a um segundo procedimento, mas não resistiu. Ele já havia se submetido a outra cirurgia, há dois anos, para a retirada de um tumor no órgão.

    De acordo com a filha, Ana Luiza Brant, 39, a equipe médica deu toda a assistência. “Fomos muito bem tratados. Ele entrou para sala de cirurgia super confiante”, disse. O compositor deixa três filhos: duas mulheres de 39 e 37 anos respectivamente, e um rapaz de 25 anos, além de dois netos e a esposa. O velório será aberto ao público.

    Imagens históricas de Fernando Brant

    Fernando Brant é de uma família de 10 filhos, seis homens e quatro mulheres. Ele é o primeiro a morrer.”É uma perda tão grande. Vamos demorar para assimilar a morte do meu irmão. Ele veio fazer o transplante andando, sorrindo. Vai ser uma ausência muito dolorosa. Era uma pessoa muito especial, única”, diz a irmã Vina Brant, 50 anos. 

    Clube da Esquina:

    No início dos anos 60,  Fernando Brant conheceu o amigo Milton Nascimento. Em 1967, Milton conseguiu convencer o então hesitante Brant a escrever sua primeira letra. Era “Travessia”, composição que, no mesmo ano, ganhou o segundo lugar no II Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, funcionando como o estopim da carreira de sucesso de Milton. Em 1969, conseguiu trabalho como jornalista na revista “O Cruzeiro”.

    Nesse mesmo ano, em Belo Horizonte, Brant e os amigos começaram a articular o projeto que se tornaria o Clube da Esquina. A parceria com Milton, Lô Borges, Tavinho Moura e outros membros do Clube mostrou-se muito produtiva, gerando mais de 200 canções, entre as quais há clássicos como “San Vicente”, “Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar)”, “Ponta de Areia”, “Maria, Maria”, “Para Lennon e McCartney”, “Canção da América” e “Nos Bailes da Vida”, entre muitas outras.

    Fernando Brant gravou um depoimento para o Museu do Clube da esquina contando sobre seu envolvimento com o grupo:

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=Mr6CjRIsMrY%5D

    Complicações clínicas:

    Fernando Brant foi diagnosticado com câncer no fígado há três anos, e foi submetido a uma cirurgia para retirada do tumor. No entanto, novos tumores foram descobertos este ano. Os médicos aconselharam o transplante.

    A cirurgia ocorreu na segunda-feira quando ele recebeu um novo órgão, vindo de um doador de 15 anos.

    Já na terça-feira, uma das artérias do fígado entupiu, necrosando o órgão e liberando toxinas no organismo.  Os médicos então decidiram submete-lo a um novo transplante, após a localização de um outro doador. No entanto, o músico não resistiu ao novo procedimento e morreu na noite dessa sexta-feira. 

    Primeira história:

    No Livro “Os Sonhos Não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina”, o autor Márcio Borges assim descreve o primeiro encontro entre Milton Nascimento, o Bituca, e Fernando Brant, apresentados por uma amigo em comum:

    “Contaram e recontaram seus parcos trocados. Davam para duas cervejas e um ovo cozido. Bastante. Em torno dessa duas cervejas e do ovo cozido, dividido irmamente por Bituca (extraordinário!), os dois conversaram a tarde inteira e fizeram amizade. Fernando gostava de poesia, sabia de cor versos inteiros de García Lorca e Fernando Pessoa. Era sorridente e bem-humorado. Estava gostando muito de conhecer um músico, um compositor. Antes de se levantarem, Bituca perguntou:

    – E você escreve?

    – Escrever o quê? Contos, essas coisas?– Você escreve poemas como os que acabou de recitar?– Eu nunca escrevi nada– Então vai ter que escrever. Assim, combinaram de se encontrar outro dia para tentar realizar a tal empreitada. Nenhum dos dois sequer poderia imaginar as estupendas consequências daquele encontro casual, que fizera cruzar a linha de suas vidas.

    Veja mais aqui:

    Escute algumas de suas composições mais importantes:

    Personalidades lamentam perda nas redes sociais:

       

     

  3. romério rômulo

    13 de junho de 2015 4:05 am

    quem é o delegado Igor de Paula? tucano!

    http://www.blogdacidadania.com.br/2015/06/delegado-que-quer-investigar-lula-fez-campanha-para-aecio-ano-passado/

    romério

  4. Mara L. Baraúna

    13 de junho de 2015 4:31 am

    Boicotes não acabam com trabalho semiescravo

     

    Boicotes não acabam com trabalho semiescravo

    Melhores condições de trabalho devem ser garantidas por leis para terem efeito de longo prazo

    Por Vivian Alt

    Politike Carta Capital

    Nos últimos anos a mídia tem denunciado inúmeros casos de empresas multinacionais que violam direitos humanos e trabalhistas fora de seus países de origem, em geral, em suas fábricas, minas ou plantações em países em desenvolvimento.  Estas empresas aproveitam-se de leis trabalhistas menos severas, forte corrupção e fiscalização ineficiente para reduzir custos de produção em detrimento, muitas vezes, da segurança, saúde e bem-estar de seus empregados.  Das minas africanas às sweatshops asiáticas, o desrespeito aos direitos humanos e trabalhistas destes indivíduos têm gerado intenso debate sobre como melhorar as condições de trabalho à nível internacional.

    O segundo texto da série “Mão de obra e comércio internacional”, aborda as sweatshopsasiáticas e alguns mitos que cercam principalmente os setores têxtil e de calçados. Este artigo analisará ainda como as campanhas de boicote promovidas pela sociedade civil têm surtido poucos efeitos e quais são as formas alternativas de garantir políticas trabalhistas eficazes.

     O mito das sweatshops – nem as marcas de luxo estão livres de trabalho semiescravo  

    O termo em inglês sweatshop foi criado para se referir a fábricas com condições desumanas de trabalho. Em geral são lugares onde a jornada de trabalho é superior ao permitido pela lei, com salários abaixo do piso, onde não há respeito a normas de segurança, onde pode existir maus tratos por parte dos empregadores e desrespeito a diversas leis internacionais de direitos humanos e trabalhistas. As multinacionais que adotam estas práticas violam leis internas e acordos internacionais de direitos dos trabalhadores com intuito de reduzir custos de produção e, consequentemente, aumentar suas margens de lucro. Dessa forma, um dos maiores mitos sobre as sweatshops é o de que apenas marcas populares e baratas se utilizam deste artifício para que o produto chegue ao consumidor final com um preço baixo.

    Apesar de ser correto afirmar que marcas de roupas como a Primark, Zara, H & M e Gap conseguem vender seus produtos a preços baixos por violarem leis trabalhistas no exterior utilizando mão de obra semiescrava na produção, não são apenas marcas “populares” que usam sweatshops. Nos últimos anos, marcas de luxo como ArmaniGucciPradaDolce and GabannaBurberry, também têm sido acusadas de utilizar este tipo de mão de obra na produção de suas peças.

    Tais acusações a marcas famosas por artigos de luxo e preços elevados, desmistifica a ideia de que apenas lojas populares fazem uso de mão de obra barata e impõem condições de trabalho insalubres aos seus empregados em países em desenvolvimento.

    Os argumentos pró-sweatshops

    Existe (ainda que mais enfraquecido atualmente) um movimento favorável às sweatshops. Entre seus argumentos, o mais utilizado é o de que trabalhar nestas fábricas, por piores que sejam as condições, é melhor do que não ter emprego nenhum. Este argumento é corroborado por testemunhos de milhares de trabalhadores ao redor do mundo, que garantem preferir um trabalho (considerado nos moldes atuais) semiescravo ao desemprego.

    Parece mentira, mas não é. Deve-se lembrar que baixo custo da mão de obra é um dos motivos pelos quais multinacionais instalam suas fábricas nesses países. Dessa forma, as condições de trabalho para a maioria da população (não somente para quem trabalha em sweatshops) são, em geral, péssimas e os salários baixíssimos. Portanto, as condições vigentes nestas fábricas não são uma exceção, ao contrário, são quase a regra.

    Não é surpreendente, assim, que apareçam na mídia relatos de trabalhadores em defesa das multinacionais onde trabalham. Um artigo do jornal The New York Times mostra o ponto de vista dos trabalhadores asiáticos sobre as sweatshops, usando-o para defender a tese de que estas “são um claro sinal da revolução industrial que está começando a remodelar a Ásia”.

    Trabalhador de uma sweatshop. Imagem: Zoriah / Creative Commons / Flickr

    O texto parece um trabalho encomendado por alguma multinacional, contudo, traz pontos válidos sobre as condições de trabalho de uma forma geral em países em desenvolvimento. Durante o tempo em que morei na Tanzânia, ouvi muitos testemunhos similares aos do artigo acima. Ouvi de mulheres que trabalhavam em uma mina ganhando o equivalente a R$1 por dia e trabalhando 7 dias por semana ao ar livre (sob sol ou chuva), como aquele emprego era o que garantia que a família não passasse fome.

    É difícil ouvir tais relatos  e continuar demonizando as sweatshops. Contudo, é preciso ler nas entrelinhas o real significado da frase “é melhor isso do que nada”. Essa opinião dos trabalhadores não é fruto de sua satisfação com as condições de trabalho, mas sim o resultado da ausência de melhores alternativas de emprego. O debate, neste sentido, não deveria estar focado apenas nas sweatshops, mas sim em como melhorar as condições de trabalho como um todo em países em desenvolvimento.

    Por que boicotes não são eficazes no longo prazo?

    Grandes organizações não governamentais têm buscado promover a ideia de boicote a empresas denunciadas por infringir direitos trabalhistas e violar direitos humanos. Denúncias sobre quais multinacionais reduzem custos de produção devido às condições de trabalho insalubres são importantes para garantir transparência e informar a população sobre a origem dos produtos nas prateleiras do supermercado, das lojas de roupas, calçados e brinquedos, ou até mesmo de serviços prestados.

    A ideia de promover boicotes às marcas que usam sweatshops segue a seguinte lógica: as campanhas de boicote têm por objetivo reduzir lucros de uma dada marca como forma de pressão para que esta empresa melhore as condições de trabalho em suas fábricas. A ideia é mostrar para a marca que aumentar sua margem de lucros em detrimento dos direitos dos trabalhadores terá o efeito contrário, pois ela perderá consumidores. Apesar de fazer sentido na teoria, na prática essa lógica não possui resultados positivos a longo prazo.

    Para que campanhas de boicotes surtam efeito, ou seja, para que empresas sintam-se de fato pressionadas, é necessário grande publicidade e mobilização e manutencao desse boicote por anos e anos. No curto prazo, portanto, o boicote pode ter um resultado positivo e as marcas podem prometer mudanças em suas fábricas. Contudo, uma vez que haja menos exposição na mídia e menos atenção por parte do grande público, a marca pode voltar a violar os direitos de seus trabalhadores.

    Dessa forma, campanhas de boicotes ou mesmo boicotes individuais não mudam o panorama no longo prazo, sendo apenas medidas de caráter imediatista e paliativo. Eles também podem acabar agravando as condições de trabalho nas fábricas, uma vez que as empresas podem optar por reduzir salários ou demitirem trabalhadores como forma de compensar a redução do lucro oriunda dos boicotes. Ainda que funcionem em alguns, como há o exemplo da Nike, os boicotes são direcionados para uma marca em si e não para a situação de um país como um todo.

    Existe uma necessidade enorme de pressão da comunidade internacional. Contudo, essa pressão deve ser direcionada aos governos nacionais para que estes aprovem leis rígidas de trabalho e estabeleçam instrumentos de monitoramento do cumprimento destas leis. Boicote a uma ou outra multinacional levará a mudanças pontuais. Leis rígidas que protejam os trabalhadores, por sua vez, respaldam todos os empregados, além de evitar que eles busquem alternativas onde seus direitos não são respeitados.

    O próximo texto da série abordará a indústria extrativa e concluirá o argumento a favor da pressão por leis de trabalho rígidas.

     

  5. Adilsonbb

    13 de junho de 2015 7:56 am

    Imagine se fosse petistas agredindo um tucano?

    A seguir observe a postura de uma delegada da Bahia, diante da abertura de um BO de uma petista:

    “A vereadora Janaína Ballaris (PT-SP) afirma ter apanhado de um manifestante anti-PT na quinta (11), durante o congresso do partido em Salvador; “Eram três homens, vestidos com algum uniforme e camisetas pedindo impeachment. Um deles apertou meu braço e meu pescoço e me empurrou até o elevador”; ela também prestou queixa na Corregedoria da Polícia Civil da Bahia contra a delegada que fez o boletim de ocorrência; “A delegada ‘justificou’ a agressão que sofri colocando a mão na testa e dizendo que todo mundo já está ‘por aqui com o PT’”, disse.” Fonte: Brasil 247.

     

     

  6. anarquista sério

    13 de junho de 2015 8:39 am

     
    Foto de Jose Passanante.

     

  7. anarquista sério

    13 de junho de 2015 8:46 am

     
     
    Foto de Lisboa E Diego. 

     

  8. anarquista sério

    13 de junho de 2015 8:49 am

    Rossicléa
    Claro que te
    Foto de Rossicléa.Rossicléa

    Claro que te perdôo, meu amooor! Perdôo você, sua amante e amo todos os seus 5 filhos com ela!

     

  9. anarquista sério

    13 de junho de 2015 8:56 am

    A imagem de satélite abaixo é

    A imagem de satélite abaixo é uma visão noturna da península da Coréia, dividida há mais de 60 anos entre o norte comunista e o sul capitalista. Trata-se de uma mesma nação, com a mesma cultura, povo e idioma, porém dividida somente pelo regime político.

    O uso de energia, algo que pode ser visto até mesmo do espaço, é um bom indicador da prosperidade de um povo e a imagem deixa claro o enorme abismo que existe entre esses dois países. Raras imagens demonstram graficamente de maneira tão forte o estrago que o sistema comunista pode fazer.

    Foto de O Mundo Por Simone Romanelli.

     

  10. anarquista sério

    13 de junho de 2015 9:02 am

    Namorados!

    Namorados!

    Duke/O Tempo

  11. anarquista sério

    13 de junho de 2015 9:38 am

    (Sem título)

    O JULGAMENTO

  12. anarquista sério

    13 de junho de 2015 9:40 am

    (Sem título)

    8

  13. anarquista sério

    13 de junho de 2015 10:04 am

    Em menos de 1 mês  o quilo de

    Em menos de 1 mês  o quilo de cebola passou de 3 pra 10 reais,

    O que aconteceu?

  14. anarquista sério

    13 de junho de 2015 10:13 am

    Quem lembra

    Quem lembra dele?

    https://www.youtube.com/watch?v=B9jtVsuRrR4

    https://www.youtube.com/watch?v=DFim5bk0ob8

  15. anarquista sério

    13 de junho de 2015 10:36 am

    Jovem que teve castigo

    Jovem que teve castigo divulgado na internet se mata nos EUA

    Izabel pulou de uma ponte em Tacoma; polícia local investiga o caso

    Izabel pulou de uma ponte em Tacoma; polícia local investiga o caso

     

    A adolescente Izabel Laxamana, 13 anos, matou-se pulando de uma ponte em Tacoma, cidade de Washington, nos Estados Unidos. O ato de desespero aconteceu logo depois de um vídeo em que ela aparece tendo os longos cabelos cortados pelo pai –como forma de punição por um mau comportamento– ter sido divulgado nas redes sociais, segundo reportagem publicada pelo jornal americano “Daily News”.

    A polícia local abriu uma investigação sobre o episódio e o pai da jovem não deverá ser responsabilizado. Os oficiais trabalham com a hipótese de bullying, já que a jovem teria postado na rede social Google Plus que odiava estar na escola, onde todos a julgavam. “A investigação está sendo frustrante, pois a única pessoa que disse ter informações sobre o caso sequer conhecia menina”, disse a policial Loretta Cool ao periódico americano.

    Os motivos que levaram o pai a repreender a filha dessa forma não foram divulgados à imprensa. Segundo Loretta, o vídeo não foi publicado na internet pelo pai da garota.

    A menina saiu de um carro na última sexta-feira (5) e pulou de uma ponte na rodovia interestadual da cidade. Ela chegou a ser socorrida e levada para um hospital de Seattle, mas morreu no dia seguinte.

    Alguns usuários das redes sociais acusam o pai de Izabel de humilhação pública e o culpam pelo suicídio. Até uma página no Facebook, intitulada “Justiça para Izabel”, foi criada pedindo que o homem responda criminalmente pela morte da filha.

    “Ela fez algumas escolhas erradas, mas não precisava se matar por isso,” afirmou Loretta ao “Daily News”. Na entrevista, a oficial da polícia reconheceu que cortar o cabelo para disciplinar a garota não foi a melhor maneira de castigá-la.

    Segundo psicólogas e psicopedagogas, esse tipo de punição humilhante pode sermuito prejudicial para o desenvolvimento da subjetividade do adolescente, além de causar problemas de autoestima, raiva e revolta em relação aos pais.

    O vídeo original do castigo foi retirado do YouTube, no entanto, um amigo da adolescente compartilhou o material com o objetivo de desencorajar outros pais a fazerem o mesmo.

  16. jns

    13 de junho de 2015 10:59 am

    O golpe

     

    Por Fernando Brant | Estado de Minas | 05/03/2014

    Ditaduras e ditadores, sob qualquer pretexto ou ideologia, merecem desprezo, repulsa e nojo.

    Eu tinha 17 anos e acompanhava com muito interesse a movimentação política. Lia jornais, ouvia rádio e vi, ao vivo, pela televisão, o comício do dia 13 de março, no Rio. Estudava no Colégio Estadual, instituição pública de ensino exemplar. Nos intervalos e nas salas de aula, as conversas sobre cultura e arte, e o olhar sorrateiro para as meninas que subiam e desciam pela rampa, dominavam o ambiente e foram ponto de partida para o que sou hoje.

    Passando a Semana Santa em Diamantina, recebia assustado os rumores de uma possível quartelada, enquanto Dom Sigaud abençoava os frequentadores dos botequins da cidade. Voltamos para Belo Horizonte a tempo de acompanhar de casa os acontecimentos. Na Rádio Nacional, os amados artistas pregavam pela legalidade. Na Rádio Inconfidência, destoando, animadores de auditório apoiavam a ação dos golpistas.

    Triste, chorei e sofri com o resultado final. “Minhas lágrimas continuam justas”, eu escreveria alguns anos depois para o final do filme Jango, de Sílvio Tendler.

    21 anos mais tarde dessa desgraça que se abateu sobre os brasileiros eu teria meu momento de desforra quando, diretor artístico da rádio pública de Minas, com alegria e muito trabalho, junto com os radialistas e jornalistas, colocamos no ar, durante todo o dia, a festa da vitória no Colégio Eleitoral, que trazia de volta a esperança e a democracia. Como nem tudo é perfeito e a vida nos prega peças indesejáveis, acabamos tendo de engolir o sapo Sarney.

    A Cultura me alimentou durante esse período de repressão e escuridão. O teatro, com espetáculos poéticos que nos inflamavam, vindos do Rio, São Paulo ou nascidos aqui mesmo, carregava nossas baterias para que suportássemos os tempos que se anunciavam. Música, cinema e literatura eram um saboroso combustível para o quase menino que eu ainda era. Havia o trabalho, a faculdade, os amigos e as passeatas que percorriam as ruas da cidade em protesto.

    Quando em 1968 vieram o AI-5 e o 477, o ato institucional contra a liberdade na educação, a coisa piorou. Senti isso de modo profundo quando voltei às aulas no início de 1969. Tudo era um vazio e um silêncio. Fomos levando nossas vidas na resistência pacífica, eu já escrevia canções nesta época, mas muitos daqueles jovens que beiravam os vinte anos acabaram empurrados para a luta clandestina, o que resultou em muita morte.

    Tempos de desespero aqueles, que devem ser lembrados para que não mais ocorram. Ditaduras e ditadores, sob qualquer pretexto ou ideologia, merecem desprezo, repulsa e nojo.

    [video:https://youtu.be/kDe3qOhrJLo width:600]

    Imagem da Internet

  17. Cláudio José

    13 de junho de 2015 11:01 am

    SALVE SANTO ANTÔNIO

    No dia de Santo Antônio, mais de 200 mil cariocas rezam por amor e mesa farta

    Devotos celebram o padroeiro dos casamentos e da fartura

    ATHOS MOURA E GABRIEL SABÓIA

    Rio – Em tempo de crise, além de casamenteiro, Santo Antônio está sendo bem lembrado este ano para garantir a fartura nos lares cariocas. A doação dos pães à igreja para serem distribuídos entre os devotos após a benção neste sábado começou cedo na véspera. A grande quantidade arrecada é para atender bem a previsão de 200 mil visitantes no convento, no Largo da Carioca, o templo mais tradicional do santo no Rio. Religiosos recolherão mais de 150 mil pãezinhos e centenas de pedaços de bolo, considerados amuletos para a fartura doméstica e devem ser conservados em recipientes de mantimentos. Na igreja, haverá missas de hora em hora, entre 6h e 19h. 

    A previsão de lotação máxima do local, alvo maior da peregrinação, simboliza a tradição secular que veio da Europa e fincou raízes no Brasil. O cardeal arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, por exemplo, preside a missa solene em homenagem ao santo a partir das 10h, na catedral da Avenida Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Nova Iguaçu, cidade que tem Santo Antônio como padroeiro, e às 19h na Pavuna. 

    O padre Paulo Hamurabi olha com fé para a imagem de Santo Antônio. A procissão sai da Paróquia de Nossa Senhora dos Pobres, na Rua dos Inválidos, na Lapa, às 16p0Foto:  Joao Laet

    O Santo também é padroeiro do município de Duque de Caxias, onde missas serão celebradas de hora em hora, a partir das 6h. Para Dom Orani, o Santo simboliza bem a herança de fé deixada pelos portugueses em solo tupiniquim. “Santo Antônio é um dos mais populares nos países de tradição portuguesa”, expplica o religioso. “As imagens e estátuas que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus nos braços, que lembram uma aparição milagrosa, mencionada por algumas fontes literárias são muito estimadas em todo Brasil”, afirma o cardeal.

    Contudo, é a fama de casamenteiro que atrai pessoas das mais variadas idades. Nesta sexta-feira, na Paróquia de Santo Antônio dos Pobres, na Lapa, dona Fátima Paes Leme, de 60 anos, e sua neta Gabriela, de 13, antecipavam as preces. Viúva há 14 anos, ela lembra das orações, antes de conhecer seu marido, com quem viveu por 24 anos. “Ele se foi, mas ficou o sentimento por toda a vida e a certeza de que Santo Antônio estará sempre ao meu lado”, disse dona Fátima, emocionada. 

    A jovem Gabriela garante já “ter nascido com aquela fé inexplicável”. O desconcerto entre avó e neta só aparece quando a adolescente deixa escapar que as preces deste sábado terão um pedido especial: um namorado. Por que não? Compreensiva, a avó arregala os olhos e repreende, em tom de brincadeira. “Nem pensar!”, antes de cair na gargalhada. Elas vão embora, enquanto ajeitam alguns pãezinhos em uma bolsa.

    Que eles tragam fartura.

    Pão e casamento no Convento de Santo Antônio 

    A devoção ao santo atinge todas as idades e propósitos. Para Elza de Oliveira, de 94 anos, a devoção vem de longe. “Venho toda terça aqui na Carioca desde agosto de 1955. Vai fazer 60 anos dia cinco de agosto”, afirmou. Sozinha e independente, Dona Elza se ajoelhou num dos bancos da antiga Igreja de Santo Antônio na Carioca para fazer suas preces e vai voltar este sábado para pegar seu pãozinho. “Comecei a vir depois que a minha mãe morreu e sempre estou aqui”. 

    A consultora de beleza Ana Carolina Farias, 23, foi fazer suas preces a Santo Antônio e tentar conseguir antecipadamente um pãozinho para colocar entre os presentes para o namorado, um livro e um balão em forma de coração. “Vim aqui para agradecer tudo que tem acontecido comigo, inclusive namorar o Anderson há 3 anos”, explicou. Ela contou que o namoro tem uma vivência católica e que tudo começou com uma mãozinha do santo. “Éramos amigos do mesmo grupo religioso. Quando nos aproximamos, pedi a Santo Antônio e Nossa Senhora para interceder e mostrar se isso era a vontade de Deus, e aconteceu. Estamos juntos desde então”, disse com um sorriso.

    Devoção sem idade: Dona Elza, 94, é devota desde 1955. A consultora Ana Carolina, 23, vai aos cultos pelo menos uma vez por semanaFoto:  João Laet / Agência O Dia

    O milagre do casamenteiro

    Santo Antônio é lembrado como casamenteiro por causa de um milagre. Diz a tradição católica que uma senhora em dificuldades financeiras teria resolvido prostituir a filha, mas a moça se negou e pediu ajuda à Santo Antônio rezando em frente a uma imagem, quando caiu um papel. 

    No papel, estaria escrita a mensagem: “Senhora, queira obsequiar esta jovem que lhe entrega este bilhete com tantas moedas de prata quanto o peso do mesmo papel. Deus o guarde! Assinado: Antônio.” A história conta que a jovem correu com o bilhete na mão à loja de um comerciante. Ele achou graça. Mas, vendo a atitude modesta e digna da moça, colocou o bilhete num dos pratos da balança e no outro deixou cair uma moedinha de prata. O bilhete pesava mais que a moeda. 
    Intrigado e sem entender o que acontecia, o comerciante foi colocando moedas, só conseguindo equilibrar os pratos da balança quando as moedas chegaram a 400 escudos. 

    A moça começou a ser procurada por rapazes que lhe propuseram casamento, o que não tardou a acontecer, e o casamento foi muito feliz. Conta-se que, daí por diante, as moças começaram a recorrer a Santo Antônio sempre que pensavam em tentar encontrar um namorado.

     

     

     

     

  18. anarquista sério

    13 de junho de 2015 11:05 am

    MARILIZ PEREIRA

    MARILIZ PEREIRA JORGE

    Futebol, sangue, suor e machismo

    A seleção das garotas só vai virar notícia se começar a ganhar e chegar à final no dia 5 de julho, em Vancouver

    Todo mundo sabe que está tendo Copa América. Mas talvez você não tenha se dado conta de que a Copa do Mundo feminina de futebol começou há uma semana no Canadá. Quase não se fala nisso. Ninguém. Nem o público nem a imprensa.

    A própria Folha vem ignorando solenemente a competição. Abro o jornal, nada. Entro no site, nada. Me pergunto se a imprensa ignora por falta de interesse do público ou se o público acaba não se interessando em razão da cobertura pífia.

    Ouvi de um jornalista esportivo que futebol feminino é chato. Chato para mim é marmanjo chorar em campo e perder de lavada em casa. Chato e vergonhoso. Enfim, tive que apelar aos sites gringos para saber alguma coisa.

    Não se fala de outra coisa. Os jogos estão sendo disputados em grama sintética. Isso nunca aconteceu quando os homens estão em campo.

    No Canadá fica evidente o porquê. Gramado sintético é feito de borracha e plástico, que muda a característica do jogo e afeta o desempenho das jogadoras. Para pior, claro. Ninguém estaria reclamando se houvesse algum benefício.

    Tem mais: durante o uso, a temperatura desse material sobe. O que explica porque fazia 50°C no campo enquanto a temperatura em Edmonton, onde China e Canadá jogavam no sábado passado, era de 24ºC. Não se trata apenas de desconforto. Significa que a saúde das atletas está sendo colocada em risco.

    Segundo uma pesquisa da Universidade de Nevada, nos EUA, praticar esportes num calorão desse é totalmente fora de recomendação.

    Há outros problemas. Na grama natural, o jogador que leva um tombo ou escorregão, levanta, limpa o short e volta para a partida. No piso sintético, o material pode arrancar a pele do atleta, causar assaduras e queimaduras.

    A Fifa, que já chegou a sugerir que as atletas usassem shortinhos curtos e justos, está tendo que ver as jogadoras apelarem para meiões e bermudas de lycra embaixo do uniforme como proteção.

    No final do ano, cerca de 60 atletas, entre elas a brasileira Marta, cinco vezes a melhor do mundo, entraram na Justiça do Canadá contra a Fifa e a Federação Canadense de Futebol pelo direito de jogar em gramados naturais. Senadores americanos intervieram pelas atletas, que acabaram desistindo do processo.

    Por aqui, nenhum pio da CBF sobre os gramados canadenses, nenhum esforço para que o Mundial tenha mais visibilidade. Futebol de mulher, não é mesmo? No começo do ano, Marco Polo Del Nero encheu a boca para contar que, pela primeira vez na história do futebol nacional, as atletas da seleção feminina tinham salários fixos de R$ 9.000.

    Como diria meu pai, dinheiro de pinga. Ainda mais se compararmos com os dirigentes da CBF, que recebem salários milionários e não estão suando sangue pra representar seu país numa competição. Ainda mais se compararmos com os valores que envolvem a equipe masculina. Aquela que protagonizou o maior vexame do futebol brasileiro.

    A seleção das garotas só vai virar notícia se começar a ganhar e chegar à final no dia 5 de julho, em Vancouver –onde eu gostaria de estar. Mesmo no futebol feminino, são os homens os donos da bola, tanto os que escolhem um gramado de merda quanto os que pautam as notícias, ou a falta delas.

    Se isso tudo não é machismo, gostaria de saber o que é.

  19. Cláudio José

    13 de junho de 2015 11:17 am

    LUTO NA MPB

    MPB PERDE FERNANDO BRANT, DO CLUBE DA ESQUINA

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    Entre os mais importantes da MPB, compositor de 68 anos, parceiro de Milton Nascimento em mais de 200 canções, não resistiu às complicações de um transplante de fígado; velório acontece neste sábado (13), no cemitério do Bonfim, com sepultamento no fim da tarde; Brant deixa três filhos, dois netos e a mulher Leise; inúmeras personalidades manifestaram pesar pela morte do jornalista, autor de “Travessia”, célebre composição que em 1967 ficou em segundolugar no II Festival Nacional da Canção da TV Globo; relembre alguns de seus clássicos

     

    13 DE JUNHO DE 2015 ÀS 07:05

     

  20. Sorano

    13 de junho de 2015 5:38 pm

    Nassif e Banda em BH
     

     

    Bhar SavassiOntem às 08:00 · 

    É HOJE! Tá solteiro? O dia é dos namorados mas a noite no Bhar Savassi é dos solteiros! Os comprometidos também serão bem-vindos! Na entrada, todos receberão plaquinhas de acordo com o status de relacionamento, e durante a noite, muitas brincadeiras, alegria e diversão esperam por você! Vão rolar sorteios de brindes especiais, vouchers de consumo no Bhar de até R$100 e quem participar das ações pode até concorrer a diárias no Hotel Mercuri! Muito clima de romance e paquera nessa noite que promete emoções…‪#‎VemProBhar‬#DiadosNamorados#NoitedosSolteiros#Todasasformasdeamor

    Foto de Bhar Savassi. · Comentar · 

     

  21. Emanuel Cancella

    14 de junho de 2015 10:56 am

    Lava Jato

    A operação Lava Jato contribui para desmoralizar nossas principais Lava Jato joga no lixo as principais instituições brasileiras

    instituições: Justiça, Ministério Público Federal e Polícia Federal. É impossível acreditar que o chefe da operação Lava jato, juiz Sérgio Moro, não saiba que a delação premida só valha com o processo transitado em julgado.

    O juiz permitiu que a revista Veja, na véspera da eleição, publicasse uma notícia mentirosa, de capa, de que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás. Mesmo se fosse verdadeira, a notícia não poderia ser divulgada, em obediência  à lei 12 850/13, § 16: “ Nenhuma sentença condenatória será proferida com fundamento apenas nas declarações de agente colaborador”. Como também é  estranho na operação Lava Jato   o silêncio do Ministério Público Federal que,  pela nossa Constituição Federal, é  o “fiscal da lei”. Diz a lei 12.850/13 ( Delação Premiada)  … Art. 19.: “ Imputar falsamente, sob pretexto de colaboração com a Justiça, a prática de infração penal a pessoa que sabe ser inocente, ou revelar informações sobre a estrutura de organização criminosa que sabe inverídicas”.

     A mesma Globo, que deu o título de personalidade do ano ao Juiz Sérgio Moro, divulgou a notícia da Veja no Jornal Nacional, também na véspera da eleição, e fez isso, mesmo depois do período permitido pela lei eleitoral, e com o agravante de o  TSE ter proibido a divulgação, com base na palavra do advogado do doleiro, que disse que seu cliente, Alberto Youssef, não dissera nada disso.

     

    Aliás, a Globo nunca respeitou as leis brasileiras, crescendo e vivendo à  sombra da ditadura militar, é sonegadora do Imposto de renda da Copa do mundo de 2002 e está na lista do Swisslikes com contas na Suíça para lavagem de dinheiro. Depois da ditadura, a Globo interferiu, de forma ilegal, em todas as eleições, sendo que na eleição de Fernando Collor de Mello, em 1989,  levou ao ar, depois do período permitido pelo lei eleitoral, os melhores momentos de Collor e com isso derrotou Lula.

     

     Passou também “despercebido”  pela Justiça e o MPF a desobediência ao nosso vigente Código de Processo Civil que manda argüir o impedimento e a suspeição do juiz: … art. 134, IV – “Quando nele estiver postulando, como advogado da parte, o seu cônjuge ou qualquer parente seu, consangüíneo ou afim, em linha reta; ou na linha colateral até o segundo grau;

    V – quando cônjuge, parente, consangüíneo ou afim, de alguma das partes, em linha reta, ou  na colateral, até o terceiro grau;”

     

    Ora, a esposa do juiz Sérgio Moro, segundo o Wikipédia, advoga  para o PSDB do Paraná e para multinacionais do petróleo, justamente os principais  beneficiados com essa operação. Senão vejamos, a operação lava Jato investiga a Petrobrás cujo maior inimigo são as multinacionais de petróleo, clientes da esposa de Moro,  e ainda, a notícia da revista Veja visou a prejudicar a candidata Dilma do PT, favorecendo assim  o candidato Aécio Neves, do PSDB,  partido para quem também trabalha a mulher do juiz Sérgio Moro.

     

    E quanto à Policia Federal ninguém pode questionar a preferência do delegado, agente, ou qualquer funcionário, por apoio a esse candidato ou por aquele partido. O que não pode, e está sendo feito descaradamente na operação Lava Jato, a Policia Federal a serviço de interesses de empresas de petróleo estrangeiras e do PSDB.

     

    A sociedade acredita numa reação dessas instituições, que são esteios da nossa democracia e que não podem continuar a defender interesses escusos!

     

    Fonte da denuncia da mulher do juiz da operação Lava jato, Sérgio Moro: Wikipédia: (http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Moro.)

     

    OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

    Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

    Rio de Janeiro, 13 de junho de 2015

    http://emanuelcancella.blogspot.com.br/

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