É um erro pensar que a Globo recuou em relação ao golpe. Houve, isto sim, uma redivisão dos papéis. O golpe virá via TSE, como ficou claro ontem, no voto do Ministro Gilmar Mendes. Ao pedir vistas e recomendar a unificação dos processos, Fux forneceu o mapa a ser seguido pelo PSDB. Será preciso uma estratégia para incorporar os “fatos novos” da Lava Jato que a ministra Maria Thereza de Assis Moura não podia ter levado em conta em seu voto contrário a essa ação específica movida pelos tucanos. Há outras pendentes, e é preciso examinar o teor das mesmas. Pedindo vista, Fux permite ao mesmo tempo a articulação do quarto voto necessário ao provimento da ação. (O ministro João Otávio de Noronha já antecipou seu voto.)
O que fazem a Globo e a grande mídia em geral? Distanciadas da arena do TSE, criam uma pauta paralela, supostamente mais importante, centrada em Eduardo Cunha, o inimigo do povo, e Renan Calheiros, com sua “agenda propositiva”. Nessa trama, a Globo pode se credenciar como “observadora imparcial dos fatos”. Fragilizado, restará a Cunha o papel de organizador do processo de novas eleições (caso a impugnação se dê em tempo hábil). Aí, será a vez de Aécio fazer sua entrada triunfal em cena, como candidato a salvador da pátria.
A prisão de Lula vai se tornando um episódio cada vez mais necessária desse enredo. Contra ele, o mineiro provavelmente perde. Com a prisão de Lula, porém, teria boas chances, e a grande mídia estaria preservada de uma incômoda e perigosa associação com Eduardo Cunha (como seria inevitável num processo de impeachment da presidenta via Congresso).
Marina e Ciro Gomes deveriam começar a conversar sobre esse horizonte que se avizinha. Unidos, podem significar uma incômoda surpresa. Mas o candidato do “mercado” foi, é e continuará sendo Aécio Neves.
A política brasileira está corrompida de maneira generalizada. Mas com a entrada do PT no sistema a corrupção subiu de patamar
Era evidente, antes mesmo das eleições, que um segundo governo da Dilma Rousseff não teria futuro. A economia dava claros sinais de que entraria em recessão e os indícios da corrupção sistêmica eram inequívocos. A crise institucional que vivemos estava escancarada, precisando apenas da confirmação das urnas para se instalar de vez.
Foi nesse contexto que diversos formadores de opinião optaram por declarar apoio à chapa PT/PMDB. Ou porque ainda compravam o fiador dessa união, Luiz Inácio Lula da Silva, ou porque se viam como defensores da esquerda, inimigos do PSDB e da direita conservadora que ameaçava voltar ao poder.
Ajudaram a reconduzir ao poder um dos grupos políticos mais corruptos de que se têm notícia na história das democracias ocidentais. Eu sei, a alternativa não era lá essas coisas. A direita brasileira é de matar. O PSDB é difícil de engolir. Mas isso, evidentemente, não altera o que aconteceu depois das eleições.
Agora, confrontados pelos fatos, alguns desses formadores de opinião reconhecem o erro de avaliação e se dizem decepcionados. Uma atitude nobre, mas que ainda me soa um tanto quanto acanhada.
Isso porque, embutido no discurso dos arrependidos, nos é oferecida uma narrativa ingênua a respeito de Lula e do PT, narrativa que têm como objetivo redimir o “erro” de avaliação cometido.
Refiro-me à ideia de que o PT se corrompeu ao entrar em contato com a velha política, pois não tinha maioria no Congresso e precisava de base parlamentar para viabilizar o primeiro mandato de Lula. Nesse cenário, quem apoiou o PT desde o princípio apoiou a ética.
O problema foi que, com o tempo, a velha política corrompeu os “nossos heróis” e transformou ética em bandalheira. Nesse cenário, antes de ser algoz dos contribuintes, o PT teria sido vítima do sistema. Visto dessa forma, até que o pecadilho do PT não é tão grave assim. Afinal, se gente pura como Lula, Dirceu e companhia não conseguiu resistir às tentações de Brasília, quem conseguiria resistir?
Ora, parece-me claro que os dados disponíveis não sustentam essa tese. Sabemos que a corrupção existia em diversas prefeituras do PT bem antes da primeira eleição de Lula, mesmo em cidades onde o partido tinha maioria legislativa.
Foram várias as denúncias até que, em 2002, Celso Daniel foi executado. Em 2005, o senador Paulo Paim (PT-RS) fez um discurso admitindo que havia corrupção em prefeituras do partido embora, dizia, fosse corrupção incipiente. Será?
A corrupção de hoje é tão volumosa, atinge tantas figuras com importância histórica no partido e se instalou de forma tão rápida no primeiro mandato de Lula que é razoável supor que tenha nascido de forma independente e diversa da corrupção que já existia em Brasília.
Lembro ao leitor que vários sindicatos foram vitimados pela corrupção no mundo. Vide a relação entre os sindicatos e a máfia na Itália, a política sindical do leste europeu e a história dos Teamsters, sindicado de caminhoneiros, nos EUA. Será que CUT e PT já tinham a corrupção presente em suas culturas antes mesmo de o PT conquistar a primeira prefeitura? Ou será que foi nas prefeituras que saiu o primeiro pixuleco? Não sei, mas gostaria muito de saber.
A política brasileira está corrompida de forma generalizada. Municípios, Estados e governo federal. Não foi o PT quem criou esse estado de coisas. Mas sabemos também que com a entrada do PT no sistema a corrupção subiu de patamar. O que explica esse fenômeno?
Suspeito que para entendê-lo corretamente, antes precisamos encarar com sinceridade a seguinte pergunta: vem cá, de onde mesmo foi que veio a corrupção do PT?
JOSÉ PADILHA, 48, cineasta, é diretor de “Ônibus 174”, “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2”
Os manifestantes deveriam concentrar foco e fogo numa campanha por democracia direta, em que o eleitorado pode legislar diretamente
Que efeito esperar das manifestações programadas para domingo (16)? Quase nenhum. Quando muito, a imagem do esperneio difundirá pelo mundo mais uma confirmação de como é extensa e intensa a repulsa de milhões brasileiros ao zumbi exausto e putrefato de seu próprio governo.
Essas manifestações já demonstraram sua futilidade na improvisação de junho de 2013 e na desperdiçada oportunidade de, na eleição do ano passado, levar a nocaute o adversário cambaleante.
Verdade que foi eleição surripiada por mentiras, promessas solertes e a mais eficiente máquina de propaganda que o governo já conseguiu engraxar com dinheiro roubado. Mas o Partido dos Trabalhadores pode escarnecer que, como ensinou Margaret Thatcher, na etiqueta da política vencedores não dão pêsames aos vencidos.
Desistir, então? Conformar-se com a perpetuação bolivariana do PT no poder? Não necessariamente. Com sua esquálida imagem de Partido dos Trapaceiros (ou dos Traidores), o PT ruma para extensa derrota nas eleições municipais de 2016. Exponencial nesse declínio é a prevista defenestração do prefeito Fernando Haddad em São Paulo.
Muito pouco, muito devagar. Os manifestantes deveriam concentrar foco e fogo em renovada campanha de Diretas-Já: ação direta em favor duma democracia direta.
Democracia direta é o direito de legislar exercido diretamente pelo eleitorado. O processo precisaria começar pela exigência duma Assembleia Constituinte com mandato para substituir a espúria Constituição vigente. Esta foi debatida e votada não por Assembleia Constituinte, mas pelo Congresso que o regime militar consentiu suceder ao biônico. O eleitorado nunca legitimou essa Constituição nem seus remendos oportunistas e escusos.
Mais uma Constituição? Os Estados Unidos mantêm em vigor (com emendas subsequentes) a mesma Carta de sete artigos vigente desde 1788. No Reino Unido, embora nenhum documento as consolide, leis de natureza constitucional têm garantido aos cidadãos, há séculos, invejáveis liberdades civis. Mas são exceções. Na França, a Constituição que vigora desde 1958 é a última de uma sucessão que remonta a 1791.
A Constituição que vige na Suíça desde 1999 preserva muitos princípios da primeira, que em 1848 agregou substancial teor do ideário humanista da Revolução Americana e da Francesa. Já na Constituição de 1891 os suíços incorporaram inovação que outras democracias começam a imitar: a iniciativa popular.
Hoje, na Suíça, abaixo-assinado com 100 mil assinaturas ou mais, coletadas em prazo não superior a 18 meses, pode converter-se em lei, se aprovada por maioria simples; ou até em emenda constitucional, se aprovada por “maioria dupla” (dos eleitores e da maioria dos cantões, como são chamadas as unidades federativas suíças).
Promover referendos no Brasil é desafio que supera o do consenso dos 26 cantões suíços –apesar da acrimônia endêmica que vocifera lá em quatro línguas e dezenas de dialetos. Mas com internet mais difusa, aperfeiçoamento crescente de urnas e documentação eletrônicas, o entulho mais obstrutivo oposto ao estabelecimento da democracia direta no Brasil é a relutância subversiva da classe política em renunciar a seus extorquidos privilégios.
Resta saber como obter de governo petista a convocação duma Constituinte que certamente extinguiria a atual hegemonia do partido. Entra aí, então, a ação direta, assunto para outro texto, noutro contexto.
RIO DE JANEIRO – Como batizar um personagem de ficção? E por quê? Que tipo de galhofa há em Fidélia, nome escolhido por Machado de Assis para encarnar a paixão tardia do conselheiro Aires? E que diabos quis insinuar Dickens com Pickwick? Guimarães Rosa com Riobaldo, Raymond Queneau com Zazie?
É uma questão que inferniza tanto os escritores que, em certa época, todos os homens e mulheres de Dalton Trevisan chamavam-se João e Maria. Reza a lenda que Juan Rulfo, autor de “Pedro Páramo”, lia as lápides das sepulturas do cemitério de Jalisco e delas tirava inspiração para nomear seus personagens.
Pois os roteiristas da Lava Jato receberam tudo pronto, de mão beijada –nomes inclusive. Sei que se trata da dura realidade. Mas que parece ficção, parece. Há um ano e meio, o Brasil acompanha a investigação em suspense, como se fosse um folhetim do século 19, cada revelação de hoje mais espetacular que a de ontem, deixando um gancho para o capítulo de amanhã. Até o desfecho, com a esperada punição dos malvados.
Os sobrenomes de protagonistas e coadjuvantes parecem ter sido escolhidos a dedo para provocar o fascínio da maldade, a sedução do vilão: Youssef, Duque, Lobão, Cerveró, Negromonte, Argôlo, Vaccari, Nakandakari, Barusco, Vaccarezza, Zelada, Odebrecht. Existe até um (perdão, leitores) Pinto Rôla, que, com circunflexo e tudo, teve sigilos bancários e fiscais quebrados. Durma-se com um barulho e uma safadeza dessas. Quando surge um nome comum –Cunha– ou simples apelido –Baiano–, estranhamos a pobreza vocabular.
Tão diferente do futebol, outra grande preocupação atual dos brasileiros. Por que não há envolvidos na Lava Jato que atendam por prenomes tão nossos como Wheberthon, Talysson, Wanjhonson, Wilkson, Wermeson, Railkson, Markwell? Nem um mero Maykon ou Maicon?
No Brasil, a arte de falar sobre corrupção costuma ser conjugada só na terceira pessoa. Corrupto é o outro
O sociólogo Francisco de Oliveira costumava contar uma história envolvendo Celso Furtado. Na época em que era presidente da Sudene, cuja sede estava no Recife, Furtado chamou Oliveira para irem juntos a uma reunião no Rio de Janeiro.
Depois da reunião, os dois foram para seus quartos de hotel. Quando chegou ao quarto, Chico de Oliveira recebeu uma ligação de Furtado: “Chico, acabo de entrar no quarto e vi que há duas camas aqui. Você poderia vir para cá e assim devolvemos a diária do segundo quarto”. De certa forma, creio que há gente que ainda não entendeu esta ideia simples: o que a população esperou da esquerda no poder é que ela começasse por querer devolver a segunda diária do hotel.
Quando os escândalos de corrupção estouraram de forma sistemática, não foram poucos os que procuraram “contextualizar” o problema, como se dar muita importância a eles fosse fazer o velho jogo do moralismo udenista. “Focar tudo no problema da corrupção é uma pauta da direita.”
Alguns não temeram em dizer que a corrupção era um dado intrínseco do capitalismo, não para porventura mudar o capitalismo, mas para tentar vender a ideia de que ela seria o preço a pagar para se operar no interior das falhas da democracia parlamentar.
Nessa explicação funcionalista crassa, havia uma dose inacreditável de cinismo. A descrição não servia para aumentar a indignação e recusa contra um sistema corrompido, no qual a política se submete aos interesses econômicos do momento, mas para justificar a acomodação subjetiva à lama.
Ao contrário, é hora sim de falar, e muito, sobre corrupção. É claro que, no Brasil, a arte de falar sobre corrupção costuma ser conjugada só na terceira pessoa. Corrupto é “ele”, o outro. A corrupção do partido que grita “corrupto” é outra coisa, não é assim tão grave.
Segundo essa lógica, o mensalão tucano não teve nada a ver com o mensalão petista. A compra de deputados feita por FHC foi “outra coisa”, assim como a corrupção no metrô de São Paulo: mesmo abrindo processos nas justiça da França e da Suíça, ela não justificaria uma reles CPI no Tucanistão, vulgo Estado de São Paulo. A corrupção do PT foi caixa dois, como sempre foi feito.
Todos nós conhecemos bem esses raciocínios. Mas não, meus amigos, a corrupção do seu partido do coração não é “outra coisa”. Ela é a “mesma coisa”. É por pensar assim que estamos nesta situação. Ela só terminará quando o último corrupto petista for enforcado nas tripas do último corrupto tucano.
Pois há de se mostrar que é possível falar contra a corrupção de forma ampla, geral e irrestrita. Lembrar que toda e qualquer corrupção é a destruição da noção de bem comum e, ao mesmo tempo, da possibilidade de falar em nome do bem comum.
Ela destrói o ethos do enunciador que se quer anunciador do novo. Na política, tão importante quanto o que você fala é qual sua legitimidade. Por isso, a corrupção é sempre o começo do fim da política.
Como nos ensina Robespierre (que até onde consta não era alguém que “fazia o jogo da direita”), neste ponto não há atenuantes. Valeria lembrar que “contextualizar” a corrupção é mostrar uma ignorância fundamental a respeito do que é a política.
Mais do que um embate a respeito da partilha do poder e da riqueza, a política é uma luta a respeito de formas de vida. Não apenas um problema de redistribuição, mas um problema ligado à possibilidade de criar formas de vida novas.
De maneira astuta, o filósofo italiano Giorgio Agamben um dia afirmou: “O verdadeiro problema da esquerda italiana é que eles, no fundo, gostariam de ter a vida que leva Berlusconi”. Era sua maneira de dizer: não é possível combater Berlusconi se você não quer recusar radicalmente uma forma de vida baseada na fixação doentia às ideias de propriedade, posse, bens e primado do indivíduo.
Uma vida que alguém como Berlusconi representa tão bem. Pois se você se deixa afetar da mesma forma que aqueles contra os quais combate, se você no fundo deseja da mesma forma, então chegará um dia que você fará as mesmas coisas. Esse é o verdadeiro sentido de uma bela frase de Pepe Mujica: “O poder não muda as pessoas, ele apenas mostra quem elas realmente são”.
Em um país que sempre teve de aturar uma elite rentista e ociosa, que vive de “patrimônios” e é especializada em tomar de assalto o bem público como se fosse posse privada, socializando dívidas e privatizando ganhos, ser revolucionário começa por ter decência em relação à função pública e ter respeito absoluto pelo bem comum. Por isso, vale a pena começar a governar devolvendo a diária do segundo quarto.
Essa parcialidade do judiciário, e essa trama de golpe no processo democrático, já instaura um clima de guerra civil na sociedade.
É uma pouca vergonha esse insuflamento de pit-bulls almofadinhas, e a impunidade que esse tal de judiciario franqueia para os crimes que já estão sendo veiculados na propaganda da tal manifestação criminosa programada para o dia 16.
Qualquer bobo sabe que de manifestação popular não têm nada. Articulação da elite corruptissíma.
Receita para começar mal o dia Irajá Menezes, pelo Facebook RECEITA PARA COMEÇAR MAL O DIA
No portal UOL olhe para a foto do sangue de pessoas chacinadas sendo lavado. Atente para a quantidade de líquido vermelho. Abra o link, leia a reportagem e saiba que “em alguns locais dos crimes, testemunhas disseram que os assassinos perguntaram por antecedentes criminais, o que definia vida ou morte das pessoas” Ou, “perguntaram quem tinha passagem pela polícia e …atiraram”. Tente imaginar os possíveis responsáveis pelo massacre. As vítimas passam de 20.
No Caderno Opinião da Folha leia, no artigo assinado por José Padilha (diretor do blockbuster Tropa de Elite) – pela milionésima vez – que “com a entrada do PT no sistema a corrupção subiu de patamar”. Procure se perguntar o que será que o Capitão Nascimento “introduziu no sistema” com suas cenas de tortura, execução e desprezo pelos direitos básicos. Tente responder quanto a violência “do bem” dos heróis de Tropa de Elite contribuiu para a onda de ódio fascista que inunda, lembrando o sangue dos mortos de Osasco, as redes sociais nos tempos que correm.
Para completar polvilhe sua manhã ensolarada de inverno quente e sem perspectiva de chuva com a leitura de um certo Aldo Pereira, de 83 anos, ex-editorialista e colaborador especial da Folha que afirma que as “manifestações programadas para domingo não surtirão efeito quase nenhum”. Isto posto e dado que, na opinião dele, ninguém pode se conformar “com a perpetuação bolivariana do Partido dos Trapaceiros (ou dos Traidores)”, os manifestantes deveriam concentrar “foco e fogo em renovada campanha de Diretas-Já: ação direta em favor duma democracia direta”.
Trata-se – nada menos – de uma proposta de Assembleia Constituinte!
Resta saber, diz o decano, “como obter de governo petista a convocação duma Constituinte que certamente extinguiria a atual hegemonia do partido”. Entra aí, então, diz ele, a “ação direta, assunto para outro texto, noutro contexto”.
Ação direta tem a ver com “missão dada é missão cumprida”? Faca na Caveira? Quais os métodos idealizados pelo velho Aldo?
‘Enquanto eu for comandante do Batalhão de Choque e receber a or Entrevista com comandante do Choque de Minas Gerais, no rescaldo da violência policial contra manifestantes que protestavam contra aumento da tarifa de ônibis em Belo Horizonte.O governo Pimentel começou muito mal no quesito respeito às manifestações. Primeiro na brutal repressão aos moradores da Izidora, e agora mais essa. ‘Enquanto eu for comandante do Batalhão de Choque e receber a ordem, eu vou usar a força, sim’
Gianfranco Caiafa Comandante do Batalhão de Choque
Bernardo Miranda
Mostramos ao senhor dois vídeos. Em um, aparece o protesto pacífico e depois a PM atirando sem que houvesse ‘provocação’. No outro, uma bomba é jogada em um ciclista caído no chão. O uso da força foi proporcional?
Na câmera pode parecer que a ação foi abusiva, mas esses são os meios de dispersão. Toda dispersão é traumática. A gente negocia exatamente para evitar o uso da força. Temos filmagens dos quatro momentos em que tentamos negociar com os manifestantes a abertura de uma das faixas, mas eles não nos atenderam. Eles disseram que iriam até a prefeitura e mudaram o itinerário subindo a rua da Bahia, que se transformou num dos principais acessos à região Centro-Sul. Nessa hora, iniciou-se a quarta negociação, em que demos um ultimato para que liberassem a via em cinco minutos. Porém, segundos após esse ultimato, eu fui atingido por uma pedra e dei o comando para dispersão.
Foram vários disparos de bala de borracha, um deles atingiu o fotógrafo deste jornal Denilton Dias. Não é possível fazer a dispersão só com gás lacrimogêneo?
É possível, desde que o manifestante não arremesse pedra no policial. A gente faz sempre uso proporcional da força. Sempre que vamos dispersar, usamos inicialmente o gás de pimenta, que é incômodo, mas não provoca lesão e o efeito é rápido. Depois o gás lacrimogêneo. A defesa do policial começa com seu escudo, e se a pessoa está atirando pedra, ele tem o direito de contra-atacar. E o que ele tem é a bala de borracha.
O senhor fez corpo de delito? Outros policiais foram atingidos?
A pedra pegou no meu coturno e atingiu minha mão, provocando sangramento. Já fiz o exame. A princípio, eu fui o único militar atingido. Só que é o seguinte: se eu tomo uma pedra, eu não preciso esperar minha tropa levar outra. Essa situação mais do que legitima a ação da polícia. Aliás, eu não precisava nem ser agredido para usar a força, não. Eu dei uma ordem legal. Se não for cumprida, eu tenho o poder constitucional de usar a força proporcional. Eles estavam impedindo a população de ir e vir.
Há vídeos mostrando essa pedrada?
Nós apreendemos várias pedras, estopas com gasolina, querosene. Estamos analisando as imagens e vamos mostrar que nossa ação foi legal.
Mas os policiais do Batalhão de Choque não são treinados para aguentar provocações?
Estavam xingando os policiais, a mãe deles, a honra do militar. Não tem como você fazer a liberação daquele espaço sem usar a força. Aquele pessoal (manifestantes) gosta de se fazer de vítima. Da mesma forma que tem pessoas questionando nossa ação, tem pessoas elogiando, e tenho certeza de que é a maioria. Na Copa das Confederações, em 2013, a Polícia Militar foi cobrada por não agir contra os vândalos que depredaram bancos e concessionárias porque o governador (Antonio Anastasia, na época) havia dado ordem de não usar a força. Enquanto eu for comandante do Batalhão de Choque e receber a ordem, eu vou usar a força, sim. Eu vou dar o choque de ordem quando for necessário.
Mas a ordem veio de quem? Uma nova manifestação está prevista. A postura da PM vai ser a mesma?
Nós temos um memorando da Polícia Militar orientando como proceder em casos de interdição de via. Após três negociações, se não houver a liberação da via, teremos que usar a força, de forma proporcional para garantir a liberação.Vamos manter nossa forma de agir para garantir a liberação da via.
Juiz Sérgio Moro age, na Petrobrás, movido por incompetência ou má fé?
O acordo de Leniência foi criado, nos EUA, em 1978. Por esse acordo as empresas envolvidas em corrupção, formação de cartéis, etc., que colaboram com a justiça, têm redução na pena e outros benefícios. Vamos entender os outros benefícios.
O mundo assistiu à quebradeira americana em 2008, quando a economia tida como a mais sólida do mundo, e baseada no livre mercado, ruiu, empresas como o símbolo bancário americano, o Citibank, e a poderosa GM quebraram.
O que fez o governo americano? Interveio e, entre outros procedimentos, injetou trilhões de dólares nessas empresas, dinheiro público para salvar empresas privadas. Fez isso para manter a imagem das empresas símbolos do país e principalmente para salvar o emprego dos trabalhadores ligados a essas instituições.
O mundo se espantou com a mudança de postura do governo americano. Quem sempre pregou que o livre mercado pode tudo, como injeta dinheiro público para salvar empresas privadas?
Retornando ao Brasil de 2015. Pela primeira vez, corruptos e corruptores estão indo para a cadeia e o dinheiro adquirido pela corrupção voltando aos cofres públicos. É sabido que a corrupção é irmã siamesa do capitalismo e, lamentavelmente, atinge desde a relação do guarda de trânsito com o motorista até o executivo da mais alta esfera de empresas poderosas como a Petrobrás.
Ninguém tinha dúvida da existência de corrupção na Petrobrás, aliás, já durante a ditadura militar, o ex-ministro de Minas e Energia e também ex-presidente da Petrobrás, Shigeaki Ueki, era apontado como recebedor de propina por cada barril de petróleo que a Petrobrás comprava. Isso nunca foi investigado!
No governo de Fernando Henrique Cardoso, a corrupção corria solta, empresa como a Marítima ganhava todas as concorrências para construção de plataformas, apesar de inúmeras denúncias. Só terminou o reinado dessa empresa, em 2001, com acidente na P-36 que resultou na morte de 11 trabalhadores e o afundamento estranho da plataforma, que muitos apontam como criminoso, uma espécie de queima de arquivo. FHC colocou o ex-genro para dirigir a Agencia Nacional de Petróleo, David Zilberstein. Uma das marcas do governo de FHC foi o de engavetar denúncias, não precisa dizer que nesse governo nada foi investigado na Petrobrás.
Agora, em 2014/5, assistimos a uma devassa na Petrobrás, em março de 2015 fez um ano a operação Lava Jato que investiga a Petrobrás. Primeiro registramos que escândalos simultâneos como Zelotes, Swssleaks, Fifa, Trensalão, que envolvem valores muito maiores que o da Petrobrás, estão sem investigação. A revista Carta Capital chegou a publicar que o escândalo conhecido como Zelotes envolve valores quatro vezes maior que o da Petrobrás.
No mínimo estranho também que o juiz Sérgio Moro não denuncie os tucanos envolvidos e citados em delação premiada na Operação e nem queira, apesar de inúmeras denúncias, investigar o governo de FHC. Aliás, já no mensalão, AP 470, onde Moro também atuou, os tucanos também não foram sequer julgados e os crimes estão prescrevendo.
Com relação à investigação na Petrobrás ela é muito bem vista pelos empregados, que, em sua maioria, acham que todos os corruptos e corruptores têm que ir para a cadeia. Mas pergunta que não quer calar: Por que só a Petrobrás? Aliás, é preciso que a sociedade saiba que o Brasil é o segundo parque de obras do planeta, só perdendo para a China. E que a Petrobrás, com os impostos que paga, financia 80% dessas obras, conhecidas como Obras do PAC. Estranho que o Lava Jato, que investiga a Petrobrás, não defenda os acordos de leniência que garantiria a continuidade das obras do PAC, como fez o governo Americano. A implementação da leniência impediria o fechamento de estaleiros, de fábricas de sondas, e, principalmente, a manutenção dos empregos e o sustento da família desses trabalhadores.
Muito pelo contrário veja a declaração do principal procurador da força tarefa da operação Lava Jato, Carlos Fernando Lima: “ A CGU foi feita para controlar corrupção de funcionários, não para ser salvadora do emprego. Se o governo quer criar um Proer, que faça no lugar certo, que é o Congresso”.
Como o Juiz Sérgio Moro estudou nos EUA, ou ele é incompetente e não aprendeu nada, ou age de má fé, pois parar a Petrobrás é parar o Brasil!
Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2015
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.
ESPECULANDO…..QUAIS OS FENÔMENOS PODERIAM ESTAR POR TRÁS DOS “MILAGRES” REALIZADOS POR JESUS CRISTO? COMO A FÍSICA MODERNA PODE NOS AJUDAR A COMPREENDER ISSO?
“A física mais impressionante acontece no invisível” (Murray Gell-Man, prêmio Nobel de física)
Através da física clássica, que vai até o final do séc. XIX, seria impossível explicar esses tipos de eventos. Mas com a física moderna a coisa já fica muito diferente, e graças a Deus. O que a física nos mostra hoje é que existe um oceano de energia no espaço-tempo e no tecido do espaço-tempo (que é também uma substância, um tipo de energia), como por exemplo um oceano de partículas virtuais surgindo em nosso universo e desaparecendo logo em seguida e também um oceano de fótons devido ao grande Campo Eletromagnético existente no nosso universo. Einstein nos mostrou que a energia (sempre quando eu usar a palavra energia aqui nesse texto, eu estarei me referindo a ALGO, a algum tipo de SUBSTÂNCIA, que, entre tantas outras coisas, tem a capacidade de produzir AÇÃO e de se transformar em outras coisas, em se apresentar de outras formas), então Einstein nos mostrou que a energia pode ser convertida em massa (matéria). Fica claro então que o Cristo, que a 4,5 bilhões de anos atrás já era um espírito de altíssima elevação o que implica em grande conhecimento científico, conseguiria tranquilamente utilizar este oceano de energia para converter uma mínima parte dele em matéria (pães e peixes). Outra teoria que nos ajuda a compreender este tipo de fenômeno, de “milagre”, é a gravitação quântica (ainda não estabelecida de todo, mas sendo um importante campo de investigação sobre a natureza que não se tornou, por enquanto, uma teoria majoritariamente aceita) que diz que podemos criar as partículas fundamentais que compõem a matéria à partir de configurações específicas do tecido do espaço-tempo. Assim o Cristo poderia manipular o tecido do espaço-tempo para criar matéria (pães e peixes). O grande físico Roger Penrose fala que as partículas podem ser estruturas, criadas, à partir de configurações específicas feitas com o tecido do espaço-tempo que aprisionando assim a luz, as formaria (são chamadas de twistores). A Teoria Quântica dos Campos fala que as partículas são oscilações específicas dos Campos Quânticos Relativísticos no universo, e Einstein falava que as partículas seriam condensações do tecido do espaço-tempo, como também ele falava que a matéria era energia condensada (André Luiz fala que a matéria é luz coagulada). Mais uma vez podemos ver que o Cristo poderia produzir oscilações específicas nos Campos Quânticos Relativísticos ou condensações do tecido do espaço-tempo, criando assim partículas, matéria, da forma que quisesse para fazer com elas o que quisesse. Alguém duvida que um espírito com bilhões de anos de conhecimento científico e de evolução teria essa capacidade? Nós com trezentos anos de ciência com “C” maiúsculo à partir de Newton (que também era ocultista) já estamos começando conseguir fazer isso ao começarmos entender como funciona os mecanismos que podem estar por trás desses fenômenos, quem poderá dizer que o Cristo não consegue? Mais uma possível teoria, que pode nos trazer explicações, vem também da mecânica quântica que nos diz que as coisas existem em dois estados de existência, duas formas de existência: O estado de Superposição de Estados ( é como se o ente físico se transformasse em vários fantasmas que se espalhariam instantaneamente por toda parte do universo, ao mesmo tempo, é a chamada forma de existência POTENCIAL ) e o Estado Colapsado ( ou Redução do Vetor de Estado ), que surge após o colapso da Superposição de Estados e que é a forma de existência na qual as coisas se apresentam para nós como realidades objetivas definidas no nosso universo. Jesus poderia manipular as funções de onda quântica que regem e coordenam cada coisa no universo para criar, colapsar coisas, realidades objetivas, à partir do estado de existência potencial delas (estado de existência Potencial que Werner Heisenberg, prêmio Nobel de física e um dos principais pais da mecânica quântica, chamava de Potentia, como também assim o chamava o filósofo grego Aristóteles). Cada coisa que existe, inclusive o próprio universo, tem uma função de onda quântica associada a ela. O Cristo poderia agir, matematicamente, em cada função de onda associada a cada molécula ou na função de onda do sistema todo composto por todas as partículas que formaria cada pão e cada peixe, sistema que estaria no estado de existência potencial, e então provocar o colapso dessa função de onda criando assim as realidades objetivas e definidas ( pães e peixes ), da forma que Ele quisesse. Será que novamente alguém duvidaria da Sua capacidade científica e mental para fazer isso? O projeto PEAR da Universidade de Princeton, a qual é uma das maiores instituições de pesquisa em física do mundo, dirigido pelo importante físico Robert Jahn há mais de 3 décadas, após mais de um milhão de experimentos, confirmou, como conclusão deles, a realidade da MENTE influenciar a matéria, fenômeno que eles chamam de INTENÇÃO. Se lembrarmos que a interpretação ainda majoritária da Mecânica Quântica nos revela que A OBSERVAÇÃO É QUE CRIA A REALIDADE FÍSICA; o que até o presente momento está exaustivamente confirmado teoricamente e experimentalmente, como por exemplo por experiências conduzidas por Anton Zeilinger, considerado um dos maiores físicos quânticos experimentais do mundo na atualidade, e também há algumas décadas, experiências realizadas por ele e por outros grandes experimentalistas as quais somadas ao teorema da incompatibilidade do prêmio Nobel de física de 2003 Anthony Leggett, teorema tão importante como o teorema de Bell do físico John Bell, os levaram a concluir que A REALIDADE FÍSICA NÃO É PRÉ-EXISTENTE E NEM EXISTE DE FORMA INDEPENDENTE DA OBSERVAÇÃO, ou seja, O REALISMO INGÊNUO É FALSO. Conclui-se então que a realidade física é criada pela observação, então certamente o Cristo poderia de alguma forma criar realidades físicas, pois a Mecânica Quântica nos mostra que a observação pode fazê-lo. Quero lembrar aqui que muitos grandes físicos foram além desta conclusão de que A OBSERVAÇÃO É QUEM CRIA A REALIDADE FÍSICA, e afirmaram que é A CONSCIÊNCIA QUEM CRIA A REALIDADE FÍSICA, dentre eles os prêmios Nobel de física Eugene Wigner e Brian Josephson, o gigante da física e da matemática que foi John Von Neumann, outro gigante da física que foi o famoso John Archibald Wheeler, o qual ainda nos diz que devemos trocar a palavra observador pela palavra PARTICIPANTE, ou seja, PARTICIPAMOS com as nossas mentes da criação da realidade física, segundo Wheeler, e lembramos aqui também de Freeman Dyson, um dos mais importantes físicos da segunda geração de mecânicos quânticos que disse que “A Mente dominar a matéria é UM PRINCÍPIO UNIVERSAL”; retomando aqui, se lembrarmos que a interpretação majoritária da física nos revela que A OBSERVAÇÃO CRIA A REALIDADE FÍSICA, então não fica difícil aceitarmos o fato da Mente agir sobre a matéria, isto não é mais um absurdo, não é mais um disparate, pelo contrário, passa a ter um possível fundamento dado pela mais importante área da física que é a Mecânica Quântica. Einstein falou que “Deus é a Lei e o Legislador do universo”. Como disse o nosso amigo Wilhelm Tapferpferd, “O fundamento de tudo é a Consciência Pura”, o mesmo dito pelo prêmio Nobel de física, especialista em Mecânica Quântica, Brian Josephson, que disse que é O Espírito quem cria tudo. Deus age através de SUA LEI, e não através de mágica e de milagre, e nós somos agentes (somos co-criadores como nos disse André Luiz) dessa LEI MAIOR, nós através de nossas mentes, de nossas consciências, com os nossos pensamentos, ajudamos a colapsar os estados potenciais, damos contribuições mentais (lembrar que André Luiz disse que a mente emite energia mental, que o pensamento é um tipo de energia) a esse processo de criar a realidade física, contribuições que se somam às de outras tantas consciências e a partir daí, a Natureza, a LEI MAIOR DE DEUS, através de uma hierarquia descendente de LEIS; num processo chamado de causação descendente pelo físico Amit Goswami e de causalidade vertical descendente, pelo físico Wolfgang Smith; defini qual a realidade física mais conveniente surgirá como LAMPÊJO DE REALIDADE no nosso universo físico para o conjunto de consciências que fazem parte dele, ou de uma parte dele. Temos que lembrar que a mecânica quântica nos mostrou que a realidade objetiva é criada ou modificada no nosso universo através da observação, medição ou interação. Já vi um dos maiores físicos quânticos experimentais do mundo atualmente, Anton Zeilinger, o qual já mencionei, mostrar isso através de experiências em seu laboratório em Viena. Evidente fica que Jesus poderia fazer OBSERVAÇÕES OU MEDIÇÕES OU PROVOCAR INTERAÇÕES e criar assim a realidade objetiva que quisesse (pães e peixes ). Também o princípio da incerteza de Werner Heisenberg, prêmio Nobel de física como foi dito acima e um dos principais pais da mecânica quântica, nos mostra que um oceano de energia formado por partículas “virtuais ” constantemente está surgindo do “nada ” no espaço-tempo. Jesus poderia muito bem, pegar esse tipo de matéria e energia e usá-la para formar, criar, e fazer os pães e os peixes e de alguma forma fazer algo, através do Seu conhecimento científico, para compensar esta energia que ficaria um pouco mais de tempo no nosso universo, para não violar o princípio da conservação da energia. Paul Dirac, prêmio Nobel de física, fala também da existência de um oceano de energia invisível que gera a nossa realidade, à partir do qual surge a nossa realidade, e David Bohm, outro gigante da física, diz coisa parecida (a Ordem Implícita, Profunda e invisível, gera a Ordem Explícita, que é a nossa). Para finalizar essa parte, Jesus poderia ( ou espíritos em nome Dele) reunir elementos ectoplasmáticos de pessoas em algum lugar no mundo e de elementos da natureza, como nos mostra André Luiz em seus livros quando nos ensina sobre as materializações, e materializar os pães e os peixes, formá-los e estruturá-los com o ectoplasma que depois de usado para formar os pães e os peixes e alimentar as pessoas( lembrar que o que alimenta é a energia e não a matéria que é em boa parte excretada ficando alguma coisa dela, quando necessário, só para compor ou recompor alguns tecidos ), seria, pelo menos em grande parte, restituído à sua origem. Alguns importantes físicos já dizem que é a informação quem cria a energia (energia aqui no sentido de uma SUBSTÂNCIA, de ALGO que existe, e que é capaz de produzir também ação física e de se transformar em outras coisas, em se apresentar de outras formas), a qual por sua vez cria a matéria, então consequentemente é a informação quem cria a matéria. Se eu consigo manipular e controlar a informação, eu então consigo manipular e controlar a matéria (que é uma das formas da energia se apresentar, volto a dizer, energia no sentido de uma substância, algo que possui existência e é capaz de produzir uma ação). Talvez, como possibilidade, essa fosse uma das formas que Jesus usava para ficar invisível, Ele manipulava e controlava a informação, e com isso controlava a matéria, pois como dizem alguns importantes físicos, a informação gera, cria, controla e mantém a matéria É a informação que cria a realidade física, segundo importantes físicos, se você a controla e manipula você pode certamente desaparecer a reaparecer em qualquer lugar e hora. Alguém duvida que Jesus poderia fazer isso, que a CIÊNCIA que ELE conhece o permitiria fazer isso e muito mais, (lembrando que o importante físico Michio Kaku disse que em 2100 nossos netos e bisnetos serão como deuses. Será possível mover objetos através da força do pensamento e materializá-los assim que necessário) alguém então duvida que o Cristo teria essa capacidade? Isso que o Michio Kaku falou é já para daqui a 87 anos, imaginem o poder mental e conhecimento científico que um Espírito como Jesus tem. Alguém tem dúvidas do que Ele possa fazer dominando e conhecendo Leis da Natureza que só começamos a conhecer e a compreender, e que já nos mostram o tanto de “mágica” e “milagres” que se pode fazer com elas, como nos revela os fantásticos fenômenos que a Mecânica Quântica e suas descobertas, leis, etc., nos revelam? Michio Kaku diz que em física o que não for proibido por lei, acontecerá, existirá, ocorrerá. Diz também que devido às descobertas da mecânica quântica tudo tem probabilidade finita de acontecer por mais absurdo e impossível que possa parecer. Então, como até onde sabemos os “milagres” do Cristo não são proibidos por nenhuma lei natural e como também devido às descobertas da mecânica quântica tudo tem probabilidade finita de acontecer por mais absurdo e impossível que possa parecer, concluímos que os “milagres” são no mínimo possíveis. Repetindo o que eu disse anteriormente, Einstein falou que “Deus é a Lei e o Legislador do universo”. Como disse o Wilhelm Tapferpferd, “O fundamento de tudo é a Consciência Pura”, o mesmo dito pelo prêmio Nobel de física, especialista em Mecânica Quântica, Brian Josephson, que disse que é O Espírito quem cria tudo. Deus age através de SUA LEI, e não através de mágica e de milagre, e nós somos agentes (somos co-criadores como nos disse André Luiz) dessa LEI MAIOR, nós através de nossas mentes, de nossas consciências, com os nossos pensamentos, ajudamos a colapsar os estados potenciais, damos contribuições mentais (lembrar que André Luiz disse que a mente emite energia mental, que o pensamento é um tipo de energia) a esse processo de criar a realidade física, contribuições que se somam às de outras tantas consciências e a partir daí a Natureza, a LEI MAIOR DE DEUS, através de uma hierarquia descendente de LEIS; num processo chamado de causação descendente pelo físico Amit Goswami e de causalidade vertical descendente, pelo físico Wolfgang Smith; defini qual a realidade física mais conveniente surgirá como LAMPÊJO DE REALIDADE no nosso universo físico para o conjunto de consciências que fazem parte dele, ou de uma parte dele. Alguém então tem dúvidas de que o Cristo possa CRIAR REALIDADES FÍSICAS com o poder mental e conhecimento científico que Ele tem, dominando e conhecendo as Leis da Natureza como Ele domina e conhece? Nós só não controlamos e dominamos essa nossa capacidade de criar realidades físicas de forma mais efetiva e criando o que nós queremos, ou seja, nós só não fazemos os “milagres” que Jesus fez como andar sobre as águas (Pedro foi tentar não teve fé e afundou), não movemos montanhas, não multiplicamos os pães e peixes, não transformamos água em vinho, não curamos os outros, não ressuscitamos Lázaro, porque como disse Jesus, nós não temos fé nem do tamanho de um grão de mostarda, não temos evolução espiritual, evolução moral e intelectual suficiente para termos esses poderes (imaginem um poder desses nas mãos de um Hitler). Para dominarmos o colapso da superposição de estados, da existência potencial, e criarmos o que quisermos, primeiro a LEI MAIOR tem que permitir, segundo temos que ter conhecimento e moral suficiente para dominarmos e controlarmos esses processos, temos que ser suficientemente evoluídos espiritualmente, e terceiro temos que ter fé pelo menos do tamanho de um grão de mostarda, temos que ter uma vontade férrea e determinada para conseguirmos lembrando que Jesus falou “Que a cada um segundo suas obras”. Não podemos esquecer que Jesus nos disse também que ” Tudo que Eu faço vós podeis fazer e muito mais” e ” Vós sois deuses”. Um dia faremos tudo que hoje Ele faz. Murray Gell-Man, prêmio Nobel de física, disse que a física mais impressionante acontece no invisível.Trago a seguir, breve lembrança da Física que, possivelmente, ocorre NO INVISÍVEL: Temos que nos lembrar que a física de hoje nos mostra que a maior parte das coisas, da ação, dos eventos, dos acontecimentos, acontecem e existem no invisível, como por exemplo citamos a existência da energia e da matéria escura que perfazem 96% do que existe no nosso universo e que nos são invisíveis; a questão hoje majoritariamente aceita pelos grandes físicos de que o nosso universo veio (foi gerado) de uma Realidade Física Maior anterior a ele, que nos é invisível; que também o nosso universo é gerado, criado e sustentado, pelo Vácuo Quântico, que nos é invisível; que existem duas formas de existência, a forma de Existência Potencial, a Superposição de Estados, que nos é invisível, e a forma colapsada da realidade física que entendemos como “a nossa realidade física”; a física nos fala que as partículas são expressões físicas, no nosso universo, dos Campos Quânticos relativísticos que são quem as geram e eles são completamente invisíveis para nós, o grande físico Henri Margenau, devido a tudo isso, chegou a dizer “que a física de hoje lida COM CAMPOS ABSOLUTAMENTE IMATEIRAIS”. Citamos e lembramos também que a física cada vez mais fundamenta, teoricamente e experimentalmente, a possibilidade da existência de mais de três ou quatro tipos diferentes de universos paralelos, bem como a possível existência de mais dimensões físicas de espaço, todos eles invisíveis para nós; a física nos mostra que até o nosso próprio tecido do espaço-tempo é ALGO, é uma substância, apesar de ser invisível para nós, tecido de espaço-tempo no qual estamos imersos como peixes em um oceano de energias. Tudo que citamos acima, são infindáveis fontes de energia, e algumas de informação (a qual hoje se acredita, pode criar a matéria, segundo muitos grandes físicos), de onde o Cristo poderia retirar, extrair, ou em alguns casos, até mesmo criar, a quantidade de energia que quisesse dessas fontes invisíveis, e transforma-la em matéria de acordo com a famosa equação E = mc2, de Einstein, fazendo então a multiplicação dos peixes e dos pães, e dessa forma e também de outras maneiras, fazer os milagres que bem entendesse e que achasse necessários. DAURO MENDES
David Uip muda de ideia e mantém Jorge Kalil à frente do Butanta
Gestão Alckmin
David Uip muda de ideia e mantém Jorge Kalil à frente do Instituto Butantan
Após afastar Kalil da direção da Fundação e do Instituto Butantan, secretário da Saúde decide mantê-lo no instituto; em meio ao troca-troca, fundação desobedece Justiça e demite trabalhadores estáveispor Cida de Oliveira, da RBA publicado 14/08/2015 19:26, última modificação 14/08/2015 19:37 Comments YT / CC / Vem Comigo Gazeta
Conhecido pelos soros e vacinas, Butantan enfrenta crise administrativa e financeira, com paralisação da produção
São Paulo – O secretário estadual de Saúde de São Paulo, David Uip, recuou da decisão de tirar o médico imunologista Jorge Kalil da direção do Instituto Butantan, órgão subordinado à pasta. A informação foi divulgada na tarde de hoje (14) pelo Jornal da Ciência, órgão de divulgação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – mesmo veículo que há dois dias publicou a decisão do governo de Geraldo Alckmin de substituir Kalil por André Franco Montoro Filho.
De acordo com o jornal, a notícia da troca aconteceu após a separação das diretorias do Instituto e Fundação Butantan. Tanto o Butantan como a Secretaria de Saúde não atenderam à reportagem da RBA para esclarecer se André Franco Montoro Filho ocupará a direção da fundação. Como se trata de uma entidade de direito privado responsável pela gestão administrativa e financeira do instituto, a nomeação não é publicada no Diário Oficial do Estado.
Porém, a informação que circula entre pesquisadores é que Kalil se mantém à frente do instituto, e não mais da fundação, que passa para as mãos de Montoro Filho, que já integrava o conselho das duas entidades. A situação não é das mais confortáveis, já que Kalil perde a gestão sobre os recursos financeiros, como aqueles aplicados na manutenção, produção, folha de pagamento e pesquisas.
O acúmulo de funções, aliás, já era questionado. Em junho, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) publicou relatório que apontava diversas irregularidades no Butantan, entre elas as funções de presidente da fundação e de diretor do instituto exercidas por Kalil, bem como a extrapolação do teto constitucional definido para os ocupantes de cargos da administração fundacional, constatada nos subsídios do cargo de superintendente-geral da fundação.
Elza Fiúza/ABr TCE condenou cargo duplo de Jorge Kalil
Circula também um certo mal-estar entre cientistas da casa, que não se sentem representados pela carta do pesquisador Osvaldo Augusto Sant´Anna, do Centro de Toxinas, Resposta Imune e Sinalização Celular do Instituto Butantan. Em carta endereçada ao governador Alckmin, ele afirma que o corpo de pesquisadores e o conselho diretor consideram Kalil o único com competência científica e capacidade gestora para conduzir o Instituto Butantan segundos os preceitos que tem promovido benefícios, não só para a instituição como também para a saúde pública brasileira.
Sant’Anna foi procurado pela reportagem da RBA por telefone e e-mail, mas não respondeu. Ao Jornal da Ciência, ele afirma que o documento foi enviado por e-mail ao governador, mas que a sua divulgação colaborou para a decisão. “Fico muito grato pela publicação da carta. Agora o instituto continua ótimo”, diz a publicação.
Fundação desobedece Justiça e demite trabalhadores com estabilidade
Em meio à crise na direção do Butantan, a fundação demitiu dois trabalhadores com estabilidade no emprego. As demissões ocorrem menos de uma semana após o Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo e Região entrar com ação de cumprimento de sentença na Justiça de primeira instância, com tutela antecipada, para que seja obedecida a sentença dos desembargadores da 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região.
De acordo com a assessoria jurídica do Sindicato dos Químicos, a sentença tem sido descumprida em sua totalidade. “Um desrespeito à Justiça e aos direitos dos trabalhadores”, disse o advogado João Carlos Rodrigues dos Santos.
Em audiência em 24 de junho, o desembargador Francisco Ferreira Jorge Neto reconheceu o direito dos trabalhadores da Fundação Butantan de continuarem representados pelo Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo e Região.
Chegando a dizer que houve tentativa de golpe da fundação contra os direitos dos trabalhadores, o relator entendeu que há produção de medicamentos na Fundação Butantan e que por isso a direção não poderia impor, de maneira unilateral, a mudança no enquadramento sindical de seus trabalhadores – que motivou a greve no começo de maio.
A decisão foi seguida pelos demais desembargadores, que determinaram ainda reajuste salarial retroativo a 2013, estabilidade por 90 dias a partir daquela data (24 de junho) e o ressarcimento dos descontos dos salários dos trabalhadores em greve.
A fundação entrou com embargo declaratório – que não anula a sentença. No entanto, a sentença está sendo totalmente descumprida. Seu novo presidente está herdando pendências na Justiça trabalhista e indícios de irregularidades administrativas apontadas pelo Tribunal de Contas.
Jotavê
14 de agosto de 2015 4:31 amA dobradinha Gilmar-Globo
É um erro pensar que a Globo recuou em relação ao golpe. Houve, isto sim, uma redivisão dos papéis. O golpe virá via TSE, como ficou claro ontem, no voto do Ministro Gilmar Mendes. Ao pedir vistas e recomendar a unificação dos processos, Fux forneceu o mapa a ser seguido pelo PSDB. Será preciso uma estratégia para incorporar os “fatos novos” da Lava Jato que a ministra Maria Thereza de Assis Moura não podia ter levado em conta em seu voto contrário a essa ação específica movida pelos tucanos. Há outras pendentes, e é preciso examinar o teor das mesmas. Pedindo vista, Fux permite ao mesmo tempo a articulação do quarto voto necessário ao provimento da ação. (O ministro João Otávio de Noronha já antecipou seu voto.)
O que fazem a Globo e a grande mídia em geral? Distanciadas da arena do TSE, criam uma pauta paralela, supostamente mais importante, centrada em Eduardo Cunha, o inimigo do povo, e Renan Calheiros, com sua “agenda propositiva”. Nessa trama, a Globo pode se credenciar como “observadora imparcial dos fatos”. Fragilizado, restará a Cunha o papel de organizador do processo de novas eleições (caso a impugnação se dê em tempo hábil). Aí, será a vez de Aécio fazer sua entrada triunfal em cena, como candidato a salvador da pátria.
A prisão de Lula vai se tornando um episódio cada vez mais necessária desse enredo. Contra ele, o mineiro provavelmente perde. Com a prisão de Lula, porém, teria boas chances, e a grande mídia estaria preservada de uma incômoda e perigosa associação com Eduardo Cunha (como seria inevitável num processo de impeachment da presidenta via Congresso).
Marina e Ciro Gomes deveriam começar a conversar sobre esse horizonte que se avizinha. Unidos, podem significar uma incômoda surpresa. Mas o candidato do “mercado” foi, é e continuará sendo Aécio Neves.
anarquista sério
14 de agosto de 2015 7:43 amanarquista sério
14 de agosto de 2015 7:45 am(Sem título)
anarquista sério
14 de agosto de 2015 7:49 amM. Neto
14 de agosto de 2015 8:22 amE o vento quase o levou, ou cana com piaba assada
[video:https://www.youtube.com/watch?v=xd3-8Z5fER8 align:center]
anarquista sério
14 de agosto de 2015 8:31 amJOSÉ PADILHA
Bota na conta do
JOSÉ PADILHA
Bota na conta do sistema?
A política brasileira está corrompida de maneira generalizada. Mas com a entrada do PT no sistema a corrupção subiu de patamar
Era evidente, antes mesmo das eleições, que um segundo governo da Dilma Rousseff não teria futuro. A economia dava claros sinais de que entraria em recessão e os indícios da corrupção sistêmica eram inequívocos. A crise institucional que vivemos estava escancarada, precisando apenas da confirmação das urnas para se instalar de vez.
Foi nesse contexto que diversos formadores de opinião optaram por declarar apoio à chapa PT/PMDB. Ou porque ainda compravam o fiador dessa união, Luiz Inácio Lula da Silva, ou porque se viam como defensores da esquerda, inimigos do PSDB e da direita conservadora que ameaçava voltar ao poder.
Ajudaram a reconduzir ao poder um dos grupos políticos mais corruptos de que se têm notícia na história das democracias ocidentais. Eu sei, a alternativa não era lá essas coisas. A direita brasileira é de matar. O PSDB é difícil de engolir. Mas isso, evidentemente, não altera o que aconteceu depois das eleições.
Agora, confrontados pelos fatos, alguns desses formadores de opinião reconhecem o erro de avaliação e se dizem decepcionados. Uma atitude nobre, mas que ainda me soa um tanto quanto acanhada.
Isso porque, embutido no discurso dos arrependidos, nos é oferecida uma narrativa ingênua a respeito de Lula e do PT, narrativa que têm como objetivo redimir o “erro” de avaliação cometido.
Refiro-me à ideia de que o PT se corrompeu ao entrar em contato com a velha política, pois não tinha maioria no Congresso e precisava de base parlamentar para viabilizar o primeiro mandato de Lula. Nesse cenário, quem apoiou o PT desde o princípio apoiou a ética.
O problema foi que, com o tempo, a velha política corrompeu os “nossos heróis” e transformou ética em bandalheira. Nesse cenário, antes de ser algoz dos contribuintes, o PT teria sido vítima do sistema. Visto dessa forma, até que o pecadilho do PT não é tão grave assim. Afinal, se gente pura como Lula, Dirceu e companhia não conseguiu resistir às tentações de Brasília, quem conseguiria resistir?
Ora, parece-me claro que os dados disponíveis não sustentam essa tese. Sabemos que a corrupção existia em diversas prefeituras do PT bem antes da primeira eleição de Lula, mesmo em cidades onde o partido tinha maioria legislativa.
Foram várias as denúncias até que, em 2002, Celso Daniel foi executado. Em 2005, o senador Paulo Paim (PT-RS) fez um discurso admitindo que havia corrupção em prefeituras do partido embora, dizia, fosse corrupção incipiente. Será?
A corrupção de hoje é tão volumosa, atinge tantas figuras com importância histórica no partido e se instalou de forma tão rápida no primeiro mandato de Lula que é razoável supor que tenha nascido de forma independente e diversa da corrupção que já existia em Brasília.
Lembro ao leitor que vários sindicatos foram vitimados pela corrupção no mundo. Vide a relação entre os sindicatos e a máfia na Itália, a política sindical do leste europeu e a história dos Teamsters, sindicado de caminhoneiros, nos EUA. Será que CUT e PT já tinham a corrupção presente em suas culturas antes mesmo de o PT conquistar a primeira prefeitura? Ou será que foi nas prefeituras que saiu o primeiro pixuleco? Não sei, mas gostaria muito de saber.
A política brasileira está corrompida de forma generalizada. Municípios, Estados e governo federal. Não foi o PT quem criou esse estado de coisas. Mas sabemos também que com a entrada do PT no sistema a corrupção subiu de patamar. O que explica esse fenômeno?
Suspeito que para entendê-lo corretamente, antes precisamos encarar com sinceridade a seguinte pergunta: vem cá, de onde mesmo foi que veio a corrupção do PT?
JOSÉ PADILHA, 48, cineasta, é diretor de “Ônibus 174”, “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2”
anarquista sério
14 de agosto de 2015 8:36 amALDO PEREIRA
O que esperar do
ALDO PEREIRA
O que esperar do domingo
Os manifestantes deveriam concentrar foco e fogo numa campanha por democracia direta, em que o eleitorado pode legislar diretamente
Que efeito esperar das manifestações programadas para domingo (16)? Quase nenhum. Quando muito, a imagem do esperneio difundirá pelo mundo mais uma confirmação de como é extensa e intensa a repulsa de milhões brasileiros ao zumbi exausto e putrefato de seu próprio governo.
Essas manifestações já demonstraram sua futilidade na improvisação de junho de 2013 e na desperdiçada oportunidade de, na eleição do ano passado, levar a nocaute o adversário cambaleante.
Verdade que foi eleição surripiada por mentiras, promessas solertes e a mais eficiente máquina de propaganda que o governo já conseguiu engraxar com dinheiro roubado. Mas o Partido dos Trabalhadores pode escarnecer que, como ensinou Margaret Thatcher, na etiqueta da política vencedores não dão pêsames aos vencidos.
Desistir, então? Conformar-se com a perpetuação bolivariana do PT no poder? Não necessariamente. Com sua esquálida imagem de Partido dos Trapaceiros (ou dos Traidores), o PT ruma para extensa derrota nas eleições municipais de 2016. Exponencial nesse declínio é a prevista defenestração do prefeito Fernando Haddad em São Paulo.
Muito pouco, muito devagar. Os manifestantes deveriam concentrar foco e fogo em renovada campanha de Diretas-Já: ação direta em favor duma democracia direta.
Democracia direta é o direito de legislar exercido diretamente pelo eleitorado. O processo precisaria começar pela exigência duma Assembleia Constituinte com mandato para substituir a espúria Constituição vigente. Esta foi debatida e votada não por Assembleia Constituinte, mas pelo Congresso que o regime militar consentiu suceder ao biônico. O eleitorado nunca legitimou essa Constituição nem seus remendos oportunistas e escusos.
Mais uma Constituição? Os Estados Unidos mantêm em vigor (com emendas subsequentes) a mesma Carta de sete artigos vigente desde 1788. No Reino Unido, embora nenhum documento as consolide, leis de natureza constitucional têm garantido aos cidadãos, há séculos, invejáveis liberdades civis. Mas são exceções. Na França, a Constituição que vigora desde 1958 é a última de uma sucessão que remonta a 1791.
A Constituição que vige na Suíça desde 1999 preserva muitos princípios da primeira, que em 1848 agregou substancial teor do ideário humanista da Revolução Americana e da Francesa. Já na Constituição de 1891 os suíços incorporaram inovação que outras democracias começam a imitar: a iniciativa popular.
Hoje, na Suíça, abaixo-assinado com 100 mil assinaturas ou mais, coletadas em prazo não superior a 18 meses, pode converter-se em lei, se aprovada por maioria simples; ou até em emenda constitucional, se aprovada por “maioria dupla” (dos eleitores e da maioria dos cantões, como são chamadas as unidades federativas suíças).
Promover referendos no Brasil é desafio que supera o do consenso dos 26 cantões suíços –apesar da acrimônia endêmica que vocifera lá em quatro línguas e dezenas de dialetos. Mas com internet mais difusa, aperfeiçoamento crescente de urnas e documentação eletrônicas, o entulho mais obstrutivo oposto ao estabelecimento da democracia direta no Brasil é a relutância subversiva da classe política em renunciar a seus extorquidos privilégios.
Resta saber como obter de governo petista a convocação duma Constituinte que certamente extinguiria a atual hegemonia do partido. Entra aí, então, a ação direta, assunto para outro texto, noutro contexto.
anarquista sério
14 de agosto de 2015 8:39 amALVARO COSTA E SILVA
Um
ALVARO COSTA E SILVA
Um folhetim do barulho
RIO DE JANEIRO – Como batizar um personagem de ficção? E por quê? Que tipo de galhofa há em Fidélia, nome escolhido por Machado de Assis para encarnar a paixão tardia do conselheiro Aires? E que diabos quis insinuar Dickens com Pickwick? Guimarães Rosa com Riobaldo, Raymond Queneau com Zazie?
É uma questão que inferniza tanto os escritores que, em certa época, todos os homens e mulheres de Dalton Trevisan chamavam-se João e Maria. Reza a lenda que Juan Rulfo, autor de “Pedro Páramo”, lia as lápides das sepulturas do cemitério de Jalisco e delas tirava inspiração para nomear seus personagens.
Pois os roteiristas da Lava Jato receberam tudo pronto, de mão beijada –nomes inclusive. Sei que se trata da dura realidade. Mas que parece ficção, parece. Há um ano e meio, o Brasil acompanha a investigação em suspense, como se fosse um folhetim do século 19, cada revelação de hoje mais espetacular que a de ontem, deixando um gancho para o capítulo de amanhã. Até o desfecho, com a esperada punição dos malvados.
Os sobrenomes de protagonistas e coadjuvantes parecem ter sido escolhidos a dedo para provocar o fascínio da maldade, a sedução do vilão: Youssef, Duque, Lobão, Cerveró, Negromonte, Argôlo, Vaccari, Nakandakari, Barusco, Vaccarezza, Zelada, Odebrecht. Existe até um (perdão, leitores) Pinto Rôla, que, com circunflexo e tudo, teve sigilos bancários e fiscais quebrados. Durma-se com um barulho e uma safadeza dessas. Quando surge um nome comum –Cunha– ou simples apelido –Baiano–, estranhamos a pobreza vocabular.
Tão diferente do futebol, outra grande preocupação atual dos brasileiros. Por que não há envolvidos na Lava Jato que atendam por prenomes tão nossos como Wheberthon, Talysson, Wanjhonson, Wilkson, Wermeson, Railkson, Markwell? Nem um mero Maykon ou Maicon?
anarquista sério
14 de agosto de 2015 8:42 amVLADIMIR SAFATLE
O poder não
VLADIMIR SAFATLE
O poder não muda ninguém
No Brasil, a arte de falar sobre corrupção costuma ser conjugada só na terceira pessoa. Corrupto é o outro
O sociólogo Francisco de Oliveira costumava contar uma história envolvendo Celso Furtado. Na época em que era presidente da Sudene, cuja sede estava no Recife, Furtado chamou Oliveira para irem juntos a uma reunião no Rio de Janeiro.
Depois da reunião, os dois foram para seus quartos de hotel. Quando chegou ao quarto, Chico de Oliveira recebeu uma ligação de Furtado: “Chico, acabo de entrar no quarto e vi que há duas camas aqui. Você poderia vir para cá e assim devolvemos a diária do segundo quarto”. De certa forma, creio que há gente que ainda não entendeu esta ideia simples: o que a população esperou da esquerda no poder é que ela começasse por querer devolver a segunda diária do hotel.
Quando os escândalos de corrupção estouraram de forma sistemática, não foram poucos os que procuraram “contextualizar” o problema, como se dar muita importância a eles fosse fazer o velho jogo do moralismo udenista. “Focar tudo no problema da corrupção é uma pauta da direita.”
Alguns não temeram em dizer que a corrupção era um dado intrínseco do capitalismo, não para porventura mudar o capitalismo, mas para tentar vender a ideia de que ela seria o preço a pagar para se operar no interior das falhas da democracia parlamentar.
Nessa explicação funcionalista crassa, havia uma dose inacreditável de cinismo. A descrição não servia para aumentar a indignação e recusa contra um sistema corrompido, no qual a política se submete aos interesses econômicos do momento, mas para justificar a acomodação subjetiva à lama.
Ao contrário, é hora sim de falar, e muito, sobre corrupção. É claro que, no Brasil, a arte de falar sobre corrupção costuma ser conjugada só na terceira pessoa. Corrupto é “ele”, o outro. A corrupção do partido que grita “corrupto” é outra coisa, não é assim tão grave.
Segundo essa lógica, o mensalão tucano não teve nada a ver com o mensalão petista. A compra de deputados feita por FHC foi “outra coisa”, assim como a corrupção no metrô de São Paulo: mesmo abrindo processos nas justiça da França e da Suíça, ela não justificaria uma reles CPI no Tucanistão, vulgo Estado de São Paulo. A corrupção do PT foi caixa dois, como sempre foi feito.
Todos nós conhecemos bem esses raciocínios. Mas não, meus amigos, a corrupção do seu partido do coração não é “outra coisa”. Ela é a “mesma coisa”. É por pensar assim que estamos nesta situação. Ela só terminará quando o último corrupto petista for enforcado nas tripas do último corrupto tucano.
Pois há de se mostrar que é possível falar contra a corrupção de forma ampla, geral e irrestrita. Lembrar que toda e qualquer corrupção é a destruição da noção de bem comum e, ao mesmo tempo, da possibilidade de falar em nome do bem comum.
Ela destrói o ethos do enunciador que se quer anunciador do novo. Na política, tão importante quanto o que você fala é qual sua legitimidade. Por isso, a corrupção é sempre o começo do fim da política.
Como nos ensina Robespierre (que até onde consta não era alguém que “fazia o jogo da direita”), neste ponto não há atenuantes. Valeria lembrar que “contextualizar” a corrupção é mostrar uma ignorância fundamental a respeito do que é a política.
Mais do que um embate a respeito da partilha do poder e da riqueza, a política é uma luta a respeito de formas de vida. Não apenas um problema de redistribuição, mas um problema ligado à possibilidade de criar formas de vida novas.
De maneira astuta, o filósofo italiano Giorgio Agamben um dia afirmou: “O verdadeiro problema da esquerda italiana é que eles, no fundo, gostariam de ter a vida que leva Berlusconi”. Era sua maneira de dizer: não é possível combater Berlusconi se você não quer recusar radicalmente uma forma de vida baseada na fixação doentia às ideias de propriedade, posse, bens e primado do indivíduo.
Uma vida que alguém como Berlusconi representa tão bem. Pois se você se deixa afetar da mesma forma que aqueles contra os quais combate, se você no fundo deseja da mesma forma, então chegará um dia que você fará as mesmas coisas. Esse é o verdadeiro sentido de uma bela frase de Pepe Mujica: “O poder não muda as pessoas, ele apenas mostra quem elas realmente são”.
Em um país que sempre teve de aturar uma elite rentista e ociosa, que vive de “patrimônios” e é especializada em tomar de assalto o bem público como se fosse posse privada, socializando dívidas e privatizando ganhos, ser revolucionário começa por ter decência em relação à função pública e ter respeito absoluto pelo bem comum. Por isso, vale a pena começar a governar devolvendo a diária do segundo quarto.
anarquista sério
14 de agosto de 2015 9:24 amThatiane Lima GomesPOLI – USP
Thatiane Lima GomesPOLI – USP também foi fundada por um homem negro, é bom lembrar!!
M. Neto
14 de agosto de 2015 9:26 amPHA diz tudo
[video:https://www.youtube.com/watch?v=EtK4cPmFkMM align:center]
anarquista sério
14 de agosto de 2015 9:28 amanarquista sério
14 de agosto de 2015 9:36 amanarquista sério
14 de agosto de 2015 9:40 amanarquista sério
14 de agosto de 2015 9:42 amanarquista sério
14 de agosto de 2015 9:45 amOdonir Oliveira
14 de agosto de 2015 5:14 pmanarquista, espero que já tentas acordado.
Seus conselhos têm sido oportunamente interessantes nessa semana.
Não frequento FB, mas creio que venham de lá.
Tenho seguido alguns- alguns- de seus “conselhos”.
anarquista sério
14 de agosto de 2015 9:49 amSras e srs. vou dormir–
Sras e srs. vou dormir– quando chegar em casa.(se a MASTER deixar )
Ótimo dia pra todos !
Meire
14 de agosto de 2015 9:59 amEssa parcialidade do
Essa parcialidade do judiciário, e essa trama de golpe no processo democrático, já instaura um clima de guerra civil na sociedade.
É uma pouca vergonha esse insuflamento de pit-bulls almofadinhas, e a impunidade que esse tal de judiciario franqueia para os crimes que já estão sendo veiculados na propaganda da tal manifestação criminosa programada para o dia 16.
Qualquer bobo sabe que de manifestação popular não têm nada. Articulação da elite corruptissíma.
Chopin
14 de agosto de 2015 10:04 amO Brasil está tomado por um delírio fascista
[video:https://youtu.be/lebZbGEHgck align:left]
Chopin
14 de agosto de 2015 11:54 amVocê é corrupto? Eu não.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=NPVDuU-d-Y0 align:center]
Carlos Cunha
14 de agosto de 2015 12:01 pmA Receita Federal parou. O
A Receita Federal parou. O nobre Jornalista Luis Nassif vai dedicar algumas linhas ao tema?
Fernando J.
14 de agosto de 2015 12:06 pmReceita para começar mal o dia
Irajá Menezes, pelo Facebook RECEITA PARA COMEÇAR MAL O DIA
No portal UOL olhe para a foto do sangue de pessoas chacinadas sendo lavado. Atente para a quantidade de líquido vermelho. Abra o link, leia a reportagem e saiba que “em alguns locais dos crimes, testemunhas disseram que os assassinos perguntaram por antecedentes criminais, o que definia vida ou morte das pessoas” Ou, “perguntaram quem tinha passagem pela polícia e …atiraram”. Tente imaginar os possíveis responsáveis pelo massacre. As vítimas passam de 20.
No Caderno Opinião da Folha leia, no artigo assinado por José Padilha (diretor do blockbuster Tropa de Elite) – pela milionésima vez – que “com a entrada do PT no sistema a corrupção subiu de patamar”. Procure se perguntar o que será que o Capitão Nascimento “introduziu no sistema” com suas cenas de tortura, execução e desprezo pelos direitos básicos. Tente responder quanto a violência “do bem” dos heróis de Tropa de Elite contribuiu para a onda de ódio fascista que inunda, lembrando o sangue dos mortos de Osasco, as redes sociais nos tempos que correm.
Para completar polvilhe sua manhã ensolarada de inverno quente e sem perspectiva de chuva com a leitura de um certo Aldo Pereira, de 83 anos, ex-editorialista e colaborador especial da Folha que afirma que as “manifestações programadas para domingo não surtirão efeito quase nenhum”. Isto posto e dado que, na opinião dele, ninguém pode se conformar “com a perpetuação bolivariana do Partido dos Trapaceiros (ou dos Traidores)”, os manifestantes deveriam concentrar “foco e fogo em renovada campanha de Diretas-Já: ação direta em favor duma democracia direta”.
Trata-se – nada menos – de uma proposta de Assembleia Constituinte!
Resta saber, diz o decano, “como obter de governo petista a convocação duma Constituinte que certamente extinguiria a atual hegemonia do partido”. Entra aí, então, diz ele, a “ação direta, assunto para outro texto, noutro contexto”.
Ação direta tem a ver com “missão dada é missão cumprida”? Faca na Caveira? Quais os métodos idealizados pelo velho Aldo?
O prato está servido. Engula, se puder.
Spin GGNauta
14 de agosto de 2015 12:29 pm!gente, estou taõ feliz! olha a vida!
!gente, estou taõ feliz! olha a vida!Olha a vida!Ele representa a nossa juventude http://josecarloslima.blogspot.com.br/2015/08/olha-vida_50.html
Leo V
14 de agosto de 2015 1:24 pm‘Enquanto eu for comandante do Batalhão de Choque e receber a or
Entrevista com comandante do Choque de Minas Gerais, no rescaldo da violência policial contra manifestantes que protestavam contra aumento da tarifa de ônibis em Belo Horizonte.O governo Pimentel começou muito mal no quesito respeito às manifestações. Primeiro na brutal repressão aos moradores da Izidora, e agora mais essa. ‘Enquanto eu for comandante do Batalhão de Choque e receber a ordem, eu vou usar a força, sim’
Gianfranco Caiafa Comandante do Batalhão de Choque
Mostramos ao senhor dois vídeos. Em um, aparece o protesto pacífico e depois a PM atirando sem que houvesse ‘provocação’. No outro, uma bomba é jogada em um ciclista caído no chão. O uso da força foi proporcional?
Na câmera pode parecer que a ação foi abusiva, mas esses são os meios de dispersão. Toda dispersão é traumática. A gente negocia exatamente para evitar o uso da força. Temos filmagens dos quatro momentos em que tentamos negociar com os manifestantes a abertura de uma das faixas, mas eles não nos atenderam. Eles disseram que iriam até a prefeitura e mudaram o itinerário subindo a rua da Bahia, que se transformou num dos principais acessos à região Centro-Sul. Nessa hora, iniciou-se a quarta negociação, em que demos um ultimato para que liberassem a via em cinco minutos. Porém, segundos após esse ultimato, eu fui atingido por uma pedra e dei o comando para dispersão.
Foram vários disparos de bala de borracha, um deles atingiu o fotógrafo deste jornal Denilton Dias. Não é possível fazer a dispersão só com gás lacrimogêneo?
É possível, desde que o manifestante não arremesse pedra no policial. A gente faz sempre uso proporcional da força. Sempre que vamos dispersar, usamos inicialmente o gás de pimenta, que é incômodo, mas não provoca lesão e o efeito é rápido. Depois o gás lacrimogêneo. A defesa do policial começa com seu escudo, e se a pessoa está atirando pedra, ele tem o direito de contra-atacar. E o que ele tem é a bala de borracha.
O senhor fez corpo de delito? Outros policiais foram atingidos?
A pedra pegou no meu coturno e atingiu minha mão, provocando sangramento. Já fiz o exame. A princípio, eu fui o único militar atingido. Só que é o seguinte: se eu tomo uma pedra, eu não preciso esperar minha tropa levar outra. Essa situação mais do que legitima a ação da polícia. Aliás, eu não precisava nem ser agredido para usar a força, não. Eu dei uma ordem legal. Se não for cumprida, eu tenho o poder constitucional de usar a força proporcional. Eles estavam impedindo a população de ir e vir.
Há vídeos mostrando essa pedrada?
Nós apreendemos várias pedras, estopas com gasolina, querosene. Estamos analisando as imagens e vamos mostrar que nossa ação foi legal.
Mas os policiais do Batalhão de Choque não são treinados para aguentar provocações?
Estavam xingando os policiais, a mãe deles, a honra do militar. Não tem como você fazer a liberação daquele espaço sem usar a força. Aquele pessoal (manifestantes) gosta de se fazer de vítima. Da mesma forma que tem pessoas questionando nossa ação, tem pessoas elogiando, e tenho certeza de que é a maioria. Na Copa das Confederações, em 2013, a Polícia Militar foi cobrada por não agir contra os vândalos que depredaram bancos e concessionárias porque o governador (Antonio Anastasia, na época) havia dado ordem de não usar a força. Enquanto eu for comandante do Batalhão de Choque e receber a ordem, eu vou usar a força, sim. Eu vou dar o choque de ordem quando for necessário.
Mas a ordem veio de quem? Uma nova manifestação está prevista. A postura da PM vai ser a mesma?
Nós temos um memorando da Polícia Militar orientando como proceder em casos de interdição de via. Após três negociações, se não houver a liberação da via, teremos que usar a força, de forma proporcional para garantir a liberação.Vamos manter nossa forma de agir para garantir a liberação da via.
M&M
15 de agosto de 2015 12:59 amOlha a cara de pau…
http://www.otempo.com.br/cidades/pm-diz-que-manifestantes-de-domingo-s%C3%A3o-pessoas-distintas-1.1085995
Fernando J.
14 de agosto de 2015 2:28 pmCasa de Francisca terá nova sede em 2016
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/08/1668439-palacete-historico-no-centro-de-sp-abrigara-nova-casa-de-francisca.shtml?cmpid=compfb
Emilia Silva
14 de agosto de 2015 5:54 pmImpeachment
Eu ri
Impeachment
Eu ri muuuuito…
https://www.youtube.com/watch?v=DTllPBXOa_0
https://www.youtube.com/watch?v=FV1ex-lu714
https://www.youtube.com/watch?v=7HN2NX77F0E
Emanuel Cancella
14 de agosto de 2015 6:35 pmLava Jato
Juiz Sérgio Moro age, na Petrobrás, movido por incompetência ou má fé?
O acordo de Leniência foi criado, nos EUA, em 1978. Por esse acordo as empresas envolvidas em corrupção, formação de cartéis, etc., que colaboram com a justiça, têm redução na pena e outros benefícios. Vamos entender os outros benefícios.
O mundo assistiu à quebradeira americana em 2008, quando a economia tida como a mais sólida do mundo, e baseada no livre mercado, ruiu, empresas como o símbolo bancário americano, o Citibank, e a poderosa GM quebraram.
O que fez o governo americano? Interveio e, entre outros procedimentos, injetou trilhões de dólares nessas empresas, dinheiro público para salvar empresas privadas. Fez isso para manter a imagem das empresas símbolos do país e principalmente para salvar o emprego dos trabalhadores ligados a essas instituições.
O mundo se espantou com a mudança de postura do governo americano. Quem sempre pregou que o livre mercado pode tudo, como injeta dinheiro público para salvar empresas privadas?
Retornando ao Brasil de 2015. Pela primeira vez, corruptos e corruptores estão indo para a cadeia e o dinheiro adquirido pela corrupção voltando aos cofres públicos. É sabido que a corrupção é irmã siamesa do capitalismo e, lamentavelmente, atinge desde a relação do guarda de trânsito com o motorista até o executivo da mais alta esfera de empresas poderosas como a Petrobrás.
Ninguém tinha dúvida da existência de corrupção na Petrobrás, aliás, já durante a ditadura militar, o ex-ministro de Minas e Energia e também ex-presidente da Petrobrás, Shigeaki Ueki, era apontado como recebedor de propina por cada barril de petróleo que a Petrobrás comprava. Isso nunca foi investigado!
No governo de Fernando Henrique Cardoso, a corrupção corria solta, empresa como a Marítima ganhava todas as concorrências para construção de plataformas, apesar de inúmeras denúncias. Só terminou o reinado dessa empresa, em 2001, com acidente na P-36 que resultou na morte de 11 trabalhadores e o afundamento estranho da plataforma, que muitos apontam como criminoso, uma espécie de queima de arquivo. FHC colocou o ex-genro para dirigir a Agencia Nacional de Petróleo, David Zilberstein. Uma das marcas do governo de FHC foi o de engavetar denúncias, não precisa dizer que nesse governo nada foi investigado na Petrobrás.
Agora, em 2014/5, assistimos a uma devassa na Petrobrás, em março de 2015 fez um ano a operação Lava Jato que investiga a Petrobrás. Primeiro registramos que escândalos simultâneos como Zelotes, Swssleaks, Fifa, Trensalão, que envolvem valores muito maiores que o da Petrobrás, estão sem investigação. A revista Carta Capital chegou a publicar que o escândalo conhecido como Zelotes envolve valores quatro vezes maior que o da Petrobrás.
No mínimo estranho também que o juiz Sérgio Moro não denuncie os tucanos envolvidos e citados em delação premiada na Operação e nem queira, apesar de inúmeras denúncias, investigar o governo de FHC. Aliás, já no mensalão, AP 470, onde Moro também atuou, os tucanos também não foram sequer julgados e os crimes estão prescrevendo.
Com relação à investigação na Petrobrás ela é muito bem vista pelos empregados, que, em sua maioria, acham que todos os corruptos e corruptores têm que ir para a cadeia. Mas pergunta que não quer calar: Por que só a Petrobrás? Aliás, é preciso que a sociedade saiba que o Brasil é o segundo parque de obras do planeta, só perdendo para a China. E que a Petrobrás, com os impostos que paga, financia 80% dessas obras, conhecidas como Obras do PAC. Estranho que o Lava Jato, que investiga a Petrobrás, não defenda os acordos de leniência que garantiria a continuidade das obras do PAC, como fez o governo Americano. A implementação da leniência impediria o fechamento de estaleiros, de fábricas de sondas, e, principalmente, a manutenção dos empregos e o sustento da família desses trabalhadores.
Muito pelo contrário veja a declaração do principal procurador da força tarefa da operação Lava Jato, Carlos Fernando Lima: “ A CGU foi feita para controlar corrupção de funcionários, não para ser salvadora do emprego. Se o governo quer criar um Proer, que faça no lugar certo, que é o Congresso”.
Como o Juiz Sérgio Moro estudou nos EUA, ou ele é incompetente e não aprendeu nada, ou age de má fé, pois parar a Petrobrás é parar o Brasil!
Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2015
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.
http://emanuelcancella.blogspot.com.br/
Gomes Tobias
15 de agosto de 2015 12:34 amEspeculando …
ESPECULANDO…..QUAIS OS FENÔMENOS PODERIAM ESTAR POR TRÁS DOS “MILAGRES” REALIZADOS POR JESUS CRISTO? COMO A FÍSICA MODERNA PODE NOS AJUDAR A COMPREENDER ISSO?
“A física mais impressionante acontece no invisível” (Murray Gell-Man, prêmio Nobel de física)
Através da física clássica, que vai até o final do séc. XIX, seria impossível explicar esses tipos de eventos. Mas com a física moderna a coisa já fica muito diferente, e graças a Deus.
O que a física nos mostra hoje é que existe um oceano de energia no espaço-tempo e no tecido do espaço-tempo (que é também uma substância, um tipo de energia), como por exemplo um oceano de partículas virtuais surgindo em nosso universo e desaparecendo logo em seguida e também um oceano de fótons devido ao grande Campo Eletromagnético existente no nosso universo. Einstein nos mostrou que a energia (sempre quando eu usar a palavra energia aqui nesse texto, eu estarei me referindo a ALGO, a algum tipo de SUBSTÂNCIA, que, entre tantas outras coisas, tem a capacidade de produzir AÇÃO e de se transformar em outras coisas, em se apresentar de outras formas), então Einstein nos mostrou que a energia pode ser convertida em massa (matéria). Fica claro então que o Cristo, que a 4,5 bilhões de anos atrás já era um espírito de altíssima elevação o que implica em grande conhecimento científico, conseguiria tranquilamente utilizar este oceano de energia para converter uma mínima parte dele em matéria (pães e peixes).
Outra teoria que nos ajuda a compreender este tipo de fenômeno, de “milagre”, é a gravitação quântica (ainda não estabelecida de todo, mas sendo um importante campo de investigação sobre a natureza que não se tornou, por enquanto, uma teoria majoritariamente aceita) que diz que podemos criar as partículas fundamentais que compõem a matéria à partir de configurações específicas do tecido do espaço-tempo. Assim o Cristo poderia manipular o tecido do espaço-tempo para criar matéria (pães e peixes). O grande físico Roger Penrose fala que as partículas podem ser estruturas, criadas, à partir de configurações específicas feitas com o tecido do espaço-tempo que aprisionando assim a luz, as formaria (são chamadas de twistores). A Teoria Quântica dos Campos fala que as partículas são oscilações específicas dos Campos Quânticos Relativísticos no universo, e Einstein falava que as partículas seriam condensações do tecido do espaço-tempo, como também ele falava que a matéria era energia condensada (André Luiz fala que a matéria é luz coagulada). Mais uma vez podemos ver que o Cristo poderia produzir oscilações específicas nos Campos Quânticos Relativísticos ou condensações do tecido do espaço-tempo, criando assim partículas, matéria, da forma que quisesse para fazer com elas o que quisesse. Alguém duvida que um espírito com bilhões de anos de conhecimento científico e de evolução teria essa capacidade? Nós com trezentos anos de ciência com “C” maiúsculo à partir de Newton (que também era ocultista) já estamos começando conseguir fazer isso ao começarmos entender como funciona os mecanismos que podem estar por trás desses fenômenos, quem poderá dizer que o Cristo não consegue?
Mais uma possível teoria, que pode nos trazer explicações, vem também da mecânica quântica que nos diz que as coisas existem em dois estados de existência, duas formas de existência: O estado de Superposição de Estados ( é como se o ente físico se transformasse em vários fantasmas que se espalhariam instantaneamente por toda parte do universo, ao mesmo tempo, é a chamada forma de existência POTENCIAL ) e o Estado Colapsado ( ou Redução do Vetor de Estado ), que surge após o colapso da Superposição de Estados e que é a forma de existência na qual as coisas se apresentam para nós como realidades objetivas definidas no nosso universo. Jesus poderia manipular as funções de onda quântica que regem e coordenam cada coisa no universo para criar, colapsar coisas, realidades objetivas, à partir do estado de existência potencial delas (estado de existência Potencial que Werner Heisenberg, prêmio Nobel de física e um dos principais pais da mecânica quântica, chamava de Potentia, como também assim o chamava o filósofo grego Aristóteles). Cada coisa que existe, inclusive o próprio universo, tem uma função de onda quântica associada a ela. O Cristo poderia agir, matematicamente, em cada função de onda associada a cada molécula ou na função de onda do sistema todo composto por todas as partículas que formaria cada pão e cada peixe, sistema que estaria no estado de existência potencial, e então provocar o colapso dessa função de onda criando assim as realidades objetivas e definidas ( pães e peixes ), da forma que Ele quisesse. Será que novamente alguém duvidaria da Sua capacidade científica e mental para fazer isso?
O projeto PEAR da Universidade de Princeton, a qual é uma das maiores instituições de pesquisa em física do mundo, dirigido pelo importante físico Robert Jahn há mais de 3 décadas, após mais de um milhão de experimentos, confirmou, como conclusão deles, a realidade da MENTE influenciar a matéria, fenômeno que eles chamam de INTENÇÃO. Se lembrarmos que a interpretação ainda majoritária da Mecânica Quântica nos revela que A OBSERVAÇÃO É QUE CRIA A REALIDADE FÍSICA; o que até o presente momento está exaustivamente confirmado teoricamente e experimentalmente, como por exemplo por experiências conduzidas por Anton Zeilinger, considerado um dos maiores físicos quânticos experimentais do mundo na atualidade, e também há algumas décadas, experiências realizadas por ele e por outros grandes experimentalistas as quais somadas ao teorema da incompatibilidade do prêmio Nobel de física de 2003 Anthony Leggett, teorema tão importante como o teorema de Bell do físico John Bell, os levaram a concluir que A REALIDADE FÍSICA NÃO É PRÉ-EXISTENTE E NEM EXISTE DE FORMA INDEPENDENTE DA OBSERVAÇÃO, ou seja, O REALISMO INGÊNUO É FALSO. Conclui-se então que a realidade física é criada pela observação, então certamente o Cristo poderia de alguma forma criar realidades físicas, pois a Mecânica Quântica nos mostra que a observação pode fazê-lo. Quero lembrar aqui que muitos grandes físicos foram além desta conclusão de que A OBSERVAÇÃO É QUEM CRIA A REALIDADE FÍSICA, e afirmaram que é A CONSCIÊNCIA QUEM CRIA A REALIDADE FÍSICA, dentre eles os prêmios Nobel de física Eugene Wigner e Brian Josephson, o gigante da física e da matemática que foi John Von Neumann, outro gigante da física que foi o famoso John Archibald Wheeler, o qual ainda nos diz que devemos trocar a palavra observador pela palavra PARTICIPANTE, ou seja, PARTICIPAMOS com as nossas mentes da criação da realidade física, segundo Wheeler, e lembramos aqui também de Freeman Dyson, um dos mais importantes físicos da segunda geração de mecânicos quânticos que disse que “A Mente dominar a matéria é UM PRINCÍPIO UNIVERSAL”; retomando aqui, se lembrarmos que a interpretação majoritária da física nos revela que A OBSERVAÇÃO CRIA A REALIDADE FÍSICA, então não fica difícil aceitarmos o fato da Mente agir sobre a matéria, isto não é mais um absurdo, não é mais um disparate, pelo contrário, passa a ter um possível fundamento dado pela mais importante área da física que é a Mecânica Quântica.
Einstein falou que “Deus é a Lei e o Legislador do universo”. Como disse o nosso amigo Wilhelm Tapferpferd, “O fundamento de tudo é a Consciência Pura”, o mesmo dito pelo prêmio Nobel de física, especialista em Mecânica Quântica, Brian Josephson, que disse que é O Espírito quem cria tudo. Deus age através de SUA LEI, e não através de mágica e de milagre, e nós somos agentes (somos co-criadores como nos disse André Luiz) dessa LEI MAIOR, nós através de nossas mentes, de nossas consciências, com os nossos pensamentos, ajudamos a colapsar os estados potenciais, damos contribuições mentais (lembrar que André Luiz disse que a mente emite energia mental, que o pensamento é um tipo de energia) a esse processo de criar a realidade física, contribuições que se somam às de outras tantas consciências e a partir daí, a Natureza, a LEI MAIOR DE DEUS, através de uma hierarquia descendente de LEIS; num processo chamado de causação descendente pelo físico Amit Goswami e de causalidade vertical descendente, pelo físico Wolfgang Smith; defini qual a realidade física mais conveniente surgirá como LAMPÊJO DE REALIDADE no nosso universo físico para o conjunto de consciências que fazem parte dele, ou de uma parte dele.
Temos que lembrar que a mecânica quântica nos mostrou que a realidade objetiva é criada ou modificada no nosso universo através da observação, medição ou interação. Já vi um dos maiores físicos quânticos experimentais do mundo atualmente, Anton Zeilinger, o qual já mencionei, mostrar isso através de experiências em seu laboratório em Viena. Evidente fica que Jesus poderia fazer OBSERVAÇÕES OU MEDIÇÕES OU PROVOCAR INTERAÇÕES e criar assim a realidade objetiva que quisesse (pães e peixes ).
Também o princípio da incerteza de Werner Heisenberg, prêmio Nobel de física como foi dito acima e um dos principais pais da mecânica quântica, nos mostra que um oceano de energia formado por partículas “virtuais ” constantemente está surgindo do “nada ” no espaço-tempo. Jesus poderia muito bem, pegar esse tipo de matéria e energia e usá-la para formar, criar, e fazer os pães e os peixes e de alguma forma fazer algo, através do Seu conhecimento científico, para compensar esta energia que ficaria um pouco mais de tempo no nosso universo, para não violar o princípio da conservação da energia. Paul Dirac, prêmio Nobel de física, fala também da existência de um oceano de energia invisível que gera a nossa realidade, à partir do qual surge a nossa realidade, e David Bohm, outro gigante da física, diz coisa parecida (a Ordem Implícita, Profunda e invisível, gera a Ordem Explícita, que é a nossa).
Para finalizar essa parte, Jesus poderia ( ou espíritos em nome Dele) reunir elementos ectoplasmáticos de pessoas em algum lugar no mundo e de elementos da natureza, como nos mostra André Luiz em seus livros quando nos ensina sobre as materializações, e materializar os pães e os peixes, formá-los e estruturá-los com o ectoplasma que depois de usado para formar os pães e os peixes e alimentar as pessoas( lembrar que o que alimenta é a energia e não a matéria que é em boa parte excretada ficando alguma coisa dela, quando necessário, só para compor ou recompor alguns tecidos ), seria, pelo menos em grande parte, restituído à sua origem.
Alguns importantes físicos já dizem que é a informação quem cria a energia (energia aqui no sentido de uma SUBSTÂNCIA, de ALGO que existe, e que é capaz de produzir também ação física e de se transformar em outras coisas, em se apresentar de outras formas), a qual por sua vez cria a matéria, então consequentemente é a informação quem cria a matéria. Se eu consigo manipular e controlar a informação, eu então consigo manipular e controlar a matéria (que é uma das formas da energia se apresentar, volto a dizer, energia no sentido de uma substância, algo que possui existência e é capaz de produzir uma ação).
Talvez, como possibilidade, essa fosse uma das formas que Jesus usava para ficar invisível, Ele manipulava e controlava a informação, e com isso controlava a matéria, pois como dizem alguns importantes físicos, a informação gera, cria, controla e mantém a matéria
É a informação que cria a realidade física, segundo importantes físicos, se você a controla e manipula você pode certamente desaparecer a reaparecer em qualquer lugar e hora. Alguém duvida que Jesus poderia fazer isso, que a CIÊNCIA que ELE conhece o permitiria fazer isso e muito mais, (lembrando que o importante físico Michio Kaku disse que em 2100 nossos netos e bisnetos serão como deuses. Será possível mover objetos através da força do pensamento e materializá-los assim que necessário) alguém então duvida que o Cristo teria essa capacidade? Isso que o Michio Kaku falou é já para daqui a 87 anos, imaginem o poder mental e conhecimento científico que um Espírito como Jesus tem. Alguém tem dúvidas do que Ele possa fazer dominando e conhecendo Leis da Natureza que só começamos a conhecer e a compreender, e que já nos mostram o tanto de “mágica” e “milagres” que se pode fazer com elas, como nos revela os fantásticos fenômenos que a Mecânica Quântica e suas descobertas, leis, etc., nos revelam?
Michio Kaku diz que em física o que não for proibido por lei, acontecerá, existirá, ocorrerá. Diz também que devido às descobertas da mecânica quântica tudo tem probabilidade finita de acontecer por mais absurdo e impossível que possa parecer. Então, como até onde sabemos os “milagres” do Cristo não são proibidos por nenhuma lei natural e como também devido às descobertas da mecânica quântica tudo tem probabilidade finita de acontecer por mais absurdo e impossível que possa parecer, concluímos que os “milagres” são no mínimo possíveis.
Repetindo o que eu disse anteriormente, Einstein falou que “Deus é a Lei e o Legislador do universo”. Como disse o Wilhelm Tapferpferd, “O fundamento de tudo é a Consciência Pura”, o mesmo dito pelo prêmio Nobel de física, especialista em Mecânica Quântica, Brian Josephson, que disse que é O Espírito quem cria tudo. Deus age através de SUA LEI, e não através de mágica e de milagre, e nós somos agentes (somos co-criadores como nos disse André Luiz) dessa LEI MAIOR, nós através de nossas mentes, de nossas consciências, com os nossos pensamentos, ajudamos a colapsar os estados potenciais, damos contribuições mentais (lembrar que André Luiz disse que a mente emite energia mental, que o pensamento é um tipo de energia) a esse processo de criar a realidade física, contribuições que se somam às de outras tantas consciências e a partir daí a Natureza, a LEI MAIOR DE DEUS, através de uma hierarquia descendente de LEIS; num processo chamado de causação descendente pelo físico Amit Goswami e de causalidade vertical descendente, pelo físico Wolfgang Smith; defini qual a realidade física mais conveniente surgirá como LAMPÊJO DE REALIDADE no nosso universo físico para o conjunto de consciências que fazem parte dele, ou de uma parte dele. Alguém então tem dúvidas de que o Cristo possa CRIAR REALIDADES FÍSICAS com o poder mental e conhecimento científico que Ele tem, dominando e conhecendo as Leis da Natureza como Ele domina e conhece? Nós só não controlamos e dominamos essa nossa capacidade de criar realidades físicas de forma mais efetiva e criando o que nós queremos, ou seja, nós só não fazemos os “milagres” que Jesus fez como andar sobre as águas (Pedro foi tentar não teve fé e afundou), não movemos montanhas, não multiplicamos os pães e peixes, não transformamos água em vinho, não curamos os outros, não ressuscitamos Lázaro, porque como disse Jesus, nós não temos fé nem do tamanho de um grão de mostarda, não temos evolução espiritual, evolução moral e intelectual suficiente para termos esses poderes (imaginem um poder desses nas mãos de um Hitler). Para dominarmos o colapso da superposição de estados, da existência potencial, e criarmos o que quisermos, primeiro a LEI MAIOR tem que permitir, segundo temos que ter conhecimento e moral suficiente para dominarmos e controlarmos esses processos, temos que ser suficientemente evoluídos espiritualmente, e terceiro temos que ter fé pelo menos do tamanho de um grão de mostarda, temos que ter uma vontade férrea e determinada para conseguirmos lembrando que Jesus falou “Que a cada um segundo suas obras”. Não podemos esquecer que Jesus nos disse também que ” Tudo que Eu faço vós podeis fazer e muito mais” e ” Vós sois deuses”. Um dia faremos tudo que hoje Ele faz.
Murray Gell-Man, prêmio Nobel de física, disse que a física mais impressionante acontece no invisível.Trago a seguir, breve lembrança da Física que, possivelmente, ocorre NO INVISÍVEL: Temos que nos lembrar que a física de hoje nos mostra que a maior parte das coisas, da ação, dos eventos, dos acontecimentos, acontecem e existem no invisível, como por exemplo citamos a existência da energia e da matéria escura que perfazem 96% do que existe no nosso universo e que nos são invisíveis; a questão hoje majoritariamente aceita pelos grandes físicos de que o nosso universo veio (foi gerado) de uma Realidade Física Maior anterior a ele, que nos é invisível; que também o nosso universo é gerado, criado e sustentado, pelo Vácuo Quântico, que nos é invisível; que existem duas formas de existência, a forma de Existência Potencial, a Superposição de Estados, que nos é invisível, e a forma colapsada da realidade física que entendemos como “a nossa realidade física”; a física nos fala que as partículas são expressões físicas, no nosso universo, dos Campos Quânticos relativísticos que são quem as geram e eles são completamente invisíveis para nós, o grande físico Henri Margenau, devido a tudo isso, chegou a dizer “que a física de hoje lida COM CAMPOS ABSOLUTAMENTE IMATEIRAIS”. Citamos e lembramos também que a física cada vez mais fundamenta, teoricamente e experimentalmente, a possibilidade da existência de mais de três ou quatro tipos diferentes de universos paralelos, bem como a possível existência de mais dimensões físicas de espaço, todos eles invisíveis para nós; a física nos mostra que até o nosso próprio tecido do espaço-tempo é ALGO, é uma substância, apesar de ser invisível para nós, tecido de espaço-tempo no qual estamos imersos como peixes em um oceano de energias.
Tudo que citamos acima, são infindáveis fontes de energia, e algumas de informação (a qual hoje se acredita, pode criar a matéria, segundo muitos grandes físicos), de onde o Cristo poderia retirar, extrair, ou em alguns casos, até mesmo criar, a quantidade de energia que quisesse dessas fontes invisíveis, e transforma-la em matéria de acordo com a famosa equação E = mc2, de Einstein, fazendo então a multiplicação dos peixes e dos pães, e dessa forma e também de outras maneiras, fazer os milagres que bem entendesse e que achasse necessários.
DAURO MENDES
rogerio.bertani
15 de agosto de 2015 12:37 amDavid Uip muda de ideia e mantém Jorge Kalil à frente do Butanta
Gestão Alckmin
David Uip muda de ideia e mantém Jorge Kalil à frente do Instituto Butantan
Após afastar Kalil da direção da Fundação e do Instituto Butantan, secretário da Saúde decide mantê-lo no instituto; em meio ao troca-troca, fundação desobedece Justiça e demite trabalhadores estáveispor Cida de Oliveira, da RBA publicado 14/08/2015 19:26, última modificação 14/08/2015 19:37 Comments YT / CC / Vem Comigo Gazeta
Conhecido pelos soros e vacinas, Butantan enfrenta crise administrativa e financeira, com paralisação da produção
São Paulo – O secretário estadual de Saúde de São Paulo, David Uip, recuou da decisão de tirar o médico imunologista Jorge Kalil da direção do Instituto Butantan, órgão subordinado à pasta. A informação foi divulgada na tarde de hoje (14) pelo Jornal da Ciência, órgão de divulgação da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – mesmo veículo que há dois dias publicou a decisão do governo de Geraldo Alckmin de substituir Kalil por André Franco Montoro Filho.
De acordo com o jornal, a notícia da troca aconteceu após a separação das diretorias do Instituto e Fundação Butantan. Tanto o Butantan como a Secretaria de Saúde não atenderam à reportagem da RBA para esclarecer se André Franco Montoro Filho ocupará a direção da fundação. Como se trata de uma entidade de direito privado responsável pela gestão administrativa e financeira do instituto, a nomeação não é publicada no Diário Oficial do Estado.
Porém, a informação que circula entre pesquisadores é que Kalil se mantém à frente do instituto, e não mais da fundação, que passa para as mãos de Montoro Filho, que já integrava o conselho das duas entidades. A situação não é das mais confortáveis, já que Kalil perde a gestão sobre os recursos financeiros, como aqueles aplicados na manutenção, produção, folha de pagamento e pesquisas.
O acúmulo de funções, aliás, já era questionado. Em junho, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) publicou relatório que apontava diversas irregularidades no Butantan, entre elas as funções de presidente da fundação e de diretor do instituto exercidas por Kalil, bem como a extrapolação do teto constitucional definido para os ocupantes de cargos da administração fundacional, constatada nos subsídios do cargo de superintendente-geral da fundação.
Elza Fiúza/ABr
TCE condenou cargo duplo de Jorge Kalil
Circula também um certo mal-estar entre cientistas da casa, que não se sentem representados pela carta do pesquisador Osvaldo Augusto Sant´Anna, do Centro de Toxinas, Resposta Imune e Sinalização Celular do Instituto Butantan. Em carta endereçada ao governador Alckmin, ele afirma que o corpo de pesquisadores e o conselho diretor consideram Kalil o único com competência científica e capacidade gestora para conduzir o Instituto Butantan segundos os preceitos que tem promovido benefícios, não só para a instituição como também para a saúde pública brasileira.
Sant’Anna foi procurado pela reportagem da RBA por telefone e e-mail, mas não respondeu. Ao Jornal da Ciência, ele afirma que o documento foi enviado por e-mail ao governador, mas que a sua divulgação colaborou para a decisão. “Fico muito grato pela publicação da carta. Agora o instituto continua ótimo”, diz a publicação.
David Uip troca Jorge Kalil por Franco Montoro Filho na direção do Butantan
Fundação desobedece Justiça e demite trabalhadores com estabilidade
Em meio à crise na direção do Butantan, a fundação demitiu dois trabalhadores com estabilidade no emprego. As demissões ocorrem menos de uma semana após o Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo e Região entrar com ação de cumprimento de sentença na Justiça de primeira instância, com tutela antecipada, para que seja obedecida a sentença dos desembargadores da 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região.
De acordo com a assessoria jurídica do Sindicato dos Químicos, a sentença tem sido descumprida em sua totalidade. “Um desrespeito à Justiça e aos direitos dos trabalhadores”, disse o advogado João Carlos Rodrigues dos Santos.
Em audiência em 24 de junho, o desembargador Francisco Ferreira Jorge Neto reconheceu o direito dos trabalhadores da Fundação Butantan de continuarem representados pelo Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo e Região.
Chegando a dizer que houve tentativa de golpe da fundação contra os direitos dos trabalhadores, o relator entendeu que há produção de medicamentos na Fundação Butantan e que por isso a direção não poderia impor, de maneira unilateral, a mudança no enquadramento sindical de seus trabalhadores – que motivou a greve no começo de maio.
A decisão foi seguida pelos demais desembargadores, que determinaram ainda reajuste salarial retroativo a 2013, estabilidade por 90 dias a partir daquela data (24 de junho) e o ressarcimento dos descontos dos salários dos trabalhadores em greve.
A fundação entrou com embargo declaratório – que não anula a sentença. No entanto, a sentença está sendo totalmente descumprida. Seu novo presidente está herdando pendências na Justiça trabalhista e indícios de irregularidades administrativas apontadas pelo Tribunal de Contas.
http://www.redebrasilatual.com.br/saude/2015/08/david-uip-muda-de-ideia-e-mantem-jorge-kalil-a-frente-do-instituto-butantan-4509.html