A IMPRESSIONANTE MEDIOCRIDADE DO PLANO LEVY – Como é possivel um Ministro da Fazenda, que no Brasil tem as funções de Ministro de toda a Economia e não apenas do Tesouro ter como único foco a questão fiscal, isso em plena recessão brava e crescente, sem horizonte para terminar?
Não se vê em momento algum uma palavra do Ministro Levy sobre qualquer outro aspecto da economia como um todo, produção, vendas, emprego, crescimento, safra, exportação, importação, investimentos, fabricas, usinas, estradas,
portos, nada, é só deficit fiscal, superavit primario, uma alma de contador de feijões, mas será que um Pais pode sobreviver sem alguem dar atenção à economia real, do chão de fabrica e da terra arada?
Alan Greenspan que ficou 14 anos no comando do Banco Central americano passava todo a noite horas na banheira
examinando estatisticas de produção, uma de suas preferidas era o gasto com telhas, via em cada estatistica da ECONOMIA REAL um sinalizador de botão para apertar, numero de aspiradores de pó, de bicicletas, de ingressos de cinema, tudo para ele era indicativo da atividade economica, soltava liquidez na economia de acordo com os numeros da economia real, até hoje o Banco Central americano segue essa mecanica de manejo da liquidez, toda ela manejada em função do emprego. Aqui nosso BC copiou tanta bobagem como os 45 dias do COPOM, igualzinho ao Fed, porque não 60 ou 35? ah não, o Fed faz seu COPOM cada 45 dias vamos fazer igualzinho, mas porque não copiam o essencial e não a perfumaria, a LIQUIDEZ REGIDA PELA PRODUÇÃO E EMPREGO?
Imagine-se em plena Depressão de 1933 se Roosevelt só falasse em orçamento e receita, nem tocava nisso, sua unica conversa era emprego e como sair da depressão. Tampouco Keynes na sua famosa carta aberta a Roosevelt publicada no New York Times de 31 de maio de 1933 tinha alguma preocupação com o orçamento, sua mensagem era como reavivar o emprego, quais os mecanismos para injetar liquidez na economia, como levantar a demanda e dai reanimar a produção.
Ando muito a pé pelas manhãs, é chocante o numero de pequenos comercios fechados, há quarteirões inteiros na Agusta em direção aos Jardins, em fila de placas de “”Aluga-se”, quando uma loja dessas vai alugar? Nem em uma década. E cada porta fechada representa o desfazimento de sonhos, de economias arduamente formadas. Esses pequenos comercios dão o primeiro emprego aos jovens, dão o primeiro treino e traquejo, são indutores fundamentais.
A desgraça da recessão é infinitamente maior que a da inflação e no entanto o Plano Levy em conluio com o Banco Central luta exclusivamente e sem sucesso contra a inflação, a recessão nem entra no radar e no entanto é esta o perigo maior e não a inflação. O Brasil tem capacidade de produção para aguentar uma injeção de liquidez de um ou um e meio trilhão de Reais, a inflação pode subir alguma coisa mas se criarão rapidamente dois ou tres milhões de empregos e mais importante, para-se o aumento do desemprego que está em um furor meas a mes, caminhando celremente para os 12 ou 15%, dai para 20% é um espirro.
Com um emprego é possivel suportar mais alguma inflação mas com o repontar da atividade aumenta de imediato a arrecadação, a inflação agua a divida publica e privada, beneficiando os devedores e ajuda a reposicionar o gasto publico.
Dentro o errado é preciso optar pelo menos errado mas para isso é preciso ter alma e sensibilidade e não uma calculadora
como unico instrumento unico de gestão da politica economica, esta é engenho e arte mais que ciencia.
No Banco Central precisamos de diretores afinados com o Pais e com sua economia como um todo e não somente com Wall Street. Quem teve a ideia de trazer um Tony Volpon que passou 30 anos no Canada e nos EUA para ser diretor do Banco Central em abril de 2015? O que esse senhor, cujos meritos profissionais não discuto, sabe da realidade real da economia brasileira? Faz lembrar o famoso episodio Paulo Leme, quando o brilhante Arminio Fraga, sem ironia, mas comete erros, teve a ideia de importar um “estrangeiro”brazuca que mora muito tempo no exterior para ser diretor do Banco Central. Luis Nassif abateu-o em pleno voo para tomar posse, mostrando os discursos anti-brasileiros que ele fazia em Nova York quando diretor do Goldman Sachs (ainda é hoje). Esses “wall streeters” não servem para cargos que exigem homens com visão de Estado e de politica economica no seu sentido mais amplo , são simples operadores de taxas e derivativos, homens de mesa e não de formulações estrategicas de largo alcance.
Sem jogar liquidez imediatamente para puxar a demanda não de bens de consumo mas de investimentos em saneamento, estradas, ferrovias, portos, moradia popular, sistema de saude, escolas, sem esse processo não se levanta a economia. Haverá nenhuma ou pouca inflação porque os fatores de produção para investimentos estão em casa e são abundantes,
tem cimento, ferro, tijoço, tinta, azulejo, tubos, brita sobrando, não há porque subir preço por demanda quando a capacidade ociosa é altissima. Mas para isso precisa ter o gosto do risco e da aventura, aquilo que Roosevelt tinha em 1933 e JK tinha em 1955, grandes desbravadores da economia com o instinto do futuro, pagando apostas com o pescoço.
Pobre Brasil se o que resta é o simpatico Levy, muito bom mas para “nois num serve”.
O PLC77/2015 foi votado na íntegra e, como não sofreu alterações, segue para sanção da Presidência
Por unanimidade, o Senado aprovou nesta quarta-feira (9) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, legalizando as parcerias público-privadas na pesquisa científica brasileira. O projeto será encaminhado agora à Presidência da República, para sanção.
A proposta, do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), regulamenta a Emenda Constitucional 85 e é um dos itens da Agenda Brasil, conjunto de medidas apresentadas pelo Senado para retirar direitos sociais e manter o superávit primário, favorecendo o uso de recursos públicos na iniciativa privada, e vice-versa. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) retirou as 12 emendas apresentadas por ele para que o projeto não voltasse para a Câmara dos Deputados e pudesse ser sancionado sem vetos.
Para Epitácio Macário, 2º vice-presidente do ANDES-SN e um dos coordenadores do Grupo de Trabalho de Ciência e Tecnologia (GTCT) do Sindicato Nacional, o PLC 77 representa uma regressão imensa no sistema público de ciência e tecnologia. “O PLC é mais um ataque, um passo a mais na abertura das veias do fundo público para a apropriação privada. Esse projeto abre a possibilidade de que as empresas privadas direcionem as pesquisas no país, faculta o compartilhamento de infraestrutura física e recursos humanos das universidades e institutos de pesquisa públicos com empresas privadas. O patrimônio humano e material de Ciência e Tecnologia públicos passarão a ser compartilhados, de acordo com a nova lei, com organizações sociais e empresas privadas da área científica”, explica.
Macário avalia que será muito difícil reverter esse processo, uma vez que o PLC 77 estava na Agenda Brasil e faz parte de um projeto maior de privatização do fundo público. “Teremos muita dificuldade, mas vamos nos juntar às demais organizações que estão na luta em defesa do caráter público da pesquisa científica no país e contra o PLC 77 e nos dirigiremos à presidência, pedindo que haja o veto ao projeto”, comenta.
Dentre os ataques contidos na legislação aprovada no Senado, o diretor do ANDES-SN destaca o fato da regulamentação da criação e atuação das instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs), que em sendo organizações sociais ou empresas privadas, terão total acesso ao fundo público.
“É um avanço vigoroso do processo de privatização dos recursos humanos e patrimônio científico públicos. Em médio prazo temos a possibilidade do conhecimento desenvolvido nas instituições públicas não possam ser publicados pelos professores e pesquisadores, pois as ICTs vão deter a patente. Ou seja, a produção de conhecimento será patenteada e controlada por instituições privadas, que funcionarão dentro das instituições públicas”, detalha.
Ainda de acordo com o 2º vice-presidente do ANDES-SN, o PLC 77 representa uma grande ameaça à contratação, via concursos públicos, de professores e pesquisadores e compromete o regime de Dedicação Exclusiva. A lei faculta, por exemplo, que o professor concursado em DE possa criar, gerir ou participar das ICTs, sendo liberado das suas atividades para atuar no âmbito das instituições privadas, interrompendo o regime de DE, que é algo central na carreira de docente e pesquisador.
“A Dedicação Exclusiva fica seriamente comprometida. Assim como a carreira de maneira geral, já que fica mais facilitada a contratação via Organizações Sociais, que passarão a fazer contratos de prestação de serviço ou pela CLT. Anuncia-se o fim da carreira docente como a conhecemos”, alerta.
“Ao invés de darmos um passo à frente, democratizando a ciência e a tecnologia no Brasil, estamos dando três passos atrás, vinculando a produção científica e tecnológica ao mercado, e entregando nosso patrimônio público”, afirma o docente.
Histórico do PLC
Segundo Epitácio Macário, o projeto quando proposto em 2011 na forma de PL 2177 confrontava alguns preceitos da Constituição Federal de 1988 e, por isso, teve que ficar em espera, enquanto deputados elaboravam uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 290/13), aprovada em fevereiro de 2015, que originou a Emenda 85. O que abriu as portas para a tramitação do projeto.
“A Constituição previa o investimento estatal prioritariamente para a ciência básica e essa mudança constitucional incluiu a inovação no mesmo patamar da ciência e tecnologia, para responder às demandas do mercado, e tirando o termo básico, o que implica uma mudança considerável, pois quando falamos em tecnologia e inovação falamos de produto. Outra mudança tem a ver com a garantia de oferta de educação e ciência. Agora o fundo público pode ser investido diretamente em empresas nacionais e estrangeiras que realizem atividades de pesquisa e desenvolvimento em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação”, ressalta o diretor.
Isso será o maior retrocesso dda saúde mental brasileira em décadas:
Do facebook de Ana Paula Guljor.
A todos os companheiros comprometidos com o SUS e. Reforma Psiquiátrica. Hoje na audiência com o ministro da saúde, as entidades da sociedade civil foram comunicadas do ataque mais grave impetrado a Reforma Psiquiátrica. Marcelo Castro anunciou que vai nomear no lugar de Tykanori o ex diretor do maior hospício da América latina – Casa de saúde Dr Euras Paracambi- fechada pela luta dos companheiros por décadas: Valencius Wurch. Responsável pela gerência deste hospício por toda a década de 90. Lembrando que as internações foram fechadas ao final desta década pelas condições subumanas encontradas pela comissão de parlamentares. Este Sr. Não é apenas um defensor da contra reforma mas um de seus articuladores mais ardilosos. Por anos estivemos nestes frente de batalha. E agora simbolicamente ressurge este nome, das trevas, com a missão de substituir o primeiro interventor de um hospício ( que o fechou – casa de saúde anchieta em Santos)responsável pelo primeiro programa de saúde mental em liberdade. substituído pelo braço operacional de Carlos Miranda , dono da Eiras, e filho de Leonel Mieando que não só criou a Eiras Paracambi em sua gestão como ministro mas também tentou emplacar uma lei de defesa da privatização na saúde. Valencius representa este grupo que há décadas tenta destruir as políticas públicas de Estado. Não podemos calar # naopassarao. #hospícionuncamais. Vamos juntos lutar!!
O passado de dor está perto de voltar. Para delírio dos masoquistas
Por Carlos Motta
O gosto demonstrado por boa parte dos brasileiros pelo seu próprio sofrimento lembra a condição psicopatológica chamada de “masoquismo”, termo derivado do nome do escritor Leopold von Sacher-Masoch, que, em seu romance “A Vênus das Peles” mostra um dos personagens atingir o gozo depois de ser surrado pelo amante de sua esposa.
Só o masoquismo explica o fato de muita gente dizer que sente saudade da vida no Brasil pré-governos Lula e Dilma, principalmente daqueles presididos por FHC.
Para os masoquistas, aqueles, sim, é que eram tempos bons. Afinal, vamos relembrar, a taxa de pobreza era só de 34% da população (ante 15% em 2012), a taxa de extrema pobreza, de 15% (5,2% em 2012), a mortalidade infantil atingia 25,3 em cada 1.000 nascidos vivos (em 2012, era de 12,9), e os gastos públicos com saúde chegavam a R$ 28 bilhões – diante de R$ 106 bilhões em 2012.
E essa tal de educação, que todos dizem ser o futuro do país, como era nos tempos saudosos em que o “Príncipe dos Sociólogos” irradiava sapiência por todos os rincões?
Bem, os gastos públicos na área foram de R$ 17 bilhões em 2002, número muito inferior aos R$ 94 bilhões de 2013.
Outros números dão uma ideia melhor de como o professor doutor FHC tratou a educação em seu governo:
Estudantes no Ensino Superior 2003 – 583.800 2012 – 1.087.400
Criação de universidades federais: Governos Lula e Dilma – 18 Governo FHC – zero
Criação de escolas técnicas: Governos Lula e Dilma – 214 Governo FHC – 11 De 1500 até 1994 – 140
Prouni Governos Lula e Dilma – 1,2 milhão de bolsas Governo FHC – zero (não existia)
Pronatec Governos Lula e Dilma – 6 milhões de pessoas Governo FHC – zero (não existia)
Ciência Sem Fronteiras Governos Lula e Dilma – 100 mil beneficiados Governo FHC – zero (não existia)
Fies Governos Lula e Dilma – 1,3 milhão Governo FHC – zero (não existia)
E já que os masoquistas gostam mesmo de sofrer, aí vão mais dados comparativos entre o Brasil tucano e o Brasil trabalhista:
Operações da Polícia Federal Governo FHC – 48 Governo PT – 1.273 (15 mil presos)
38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C) nos governos Lula e Dilma
42 milhões de pessoas saíram da miséria nos governos Lula e Dilma
E por aí vai…
Dizem que os números não mentem.
Mentira é prerrogativa do ser humano.
No Brasil atual, ela grassa no noticiário dos jornalões, nos meios de comunicação (controlados por meia dúzia de famílias), no Congresso Nacional, no Judiciário, no Ministério Público…
Os mentirosos, porém, podem estar certos de que, no futuro, a história fará justiça a eles – e eles serão mandados para o lixo dos tempos, que é o lugar a que pertencem.
Quanto aos masoquistas, o conselho é que aproveitem ao máximo este momento peculiar do país, em que podem se deliciar com a antecipação do gozo ao qual almejam.
O passado de dor e sofrimento nunca esteve tão perto de retornar ao cotidiano brasileiro, para delírio dessa multidão de psicopatas.
Nessas fotos: mostro quando assistiram aos últimos vídeos criados para elas, tentaram pegar as frutinhas araçás da tela e criaram uma história coletiva: “JÚNIOR, MUITO MAIOR QUE UM GIGANTE”.
Depois se vestiram com as fantasias – que adoram- dançaram, lutaram, desenharam cada um seu personagem “JÚNIOR” e fomos fazer bolinhas de sabão.
Quanto prazer me dá ter de novo a mesma idade que eles!
Obrigada ao JONES, jns, parceiro de Ipatinga, nosso GRANDE AMIGO, quase do tamanho do JÚNIOR da historinha… de tão poético e incomum.
Obrigada ao risonho e doce RUI DAHER, meu amigo do peito, de São Paulo.
Justiça em cima de pobre, justiça em cima de rico…
Uma carta enviada para o Alô redação do jornal Super Notícias por Marcelo Castro, publicada em 10/12/2015:
Há mais ou menos três anos, fui pego pela polícia do meio ambiente com um casal de canário chapinha. Fui levado para a delegacia dentro de uma viatura, fui esculachado pelo delegado, paguei uma multa de mais de R$ 1.000,00 e respondi a um processo por tráfico de animal silvestre. A Samarco matou gente, destruiu patrimônio, destruiu um rio inteiro, destruiu a fauna e a flora brasileiras e ninguém e preso?
Andre Araujo
11 de dezembro de 2015 2:58 amA IMPRESSIONANTE MEDIOCRIDADE
A IMPRESSIONANTE MEDIOCRIDADE DO PLANO LEVY – Como é possivel um Ministro da Fazenda, que no Brasil tem as funções de Ministro de toda a Economia e não apenas do Tesouro ter como único foco a questão fiscal, isso em plena recessão brava e crescente, sem horizonte para terminar?
Não se vê em momento algum uma palavra do Ministro Levy sobre qualquer outro aspecto da economia como um todo, produção, vendas, emprego, crescimento, safra, exportação, importação, investimentos, fabricas, usinas, estradas,
portos, nada, é só deficit fiscal, superavit primario, uma alma de contador de feijões, mas será que um Pais pode sobreviver sem alguem dar atenção à economia real, do chão de fabrica e da terra arada?
Alan Greenspan que ficou 14 anos no comando do Banco Central americano passava todo a noite horas na banheira
examinando estatisticas de produção, uma de suas preferidas era o gasto com telhas, via em cada estatistica da ECONOMIA REAL um sinalizador de botão para apertar, numero de aspiradores de pó, de bicicletas, de ingressos de cinema, tudo para ele era indicativo da atividade economica, soltava liquidez na economia de acordo com os numeros da economia real, até hoje o Banco Central americano segue essa mecanica de manejo da liquidez, toda ela manejada em função do emprego. Aqui nosso BC copiou tanta bobagem como os 45 dias do COPOM, igualzinho ao Fed, porque não 60 ou 35? ah não, o Fed faz seu COPOM cada 45 dias vamos fazer igualzinho, mas porque não copiam o essencial e não a perfumaria, a LIQUIDEZ REGIDA PELA PRODUÇÃO E EMPREGO?
Imagine-se em plena Depressão de 1933 se Roosevelt só falasse em orçamento e receita, nem tocava nisso, sua unica conversa era emprego e como sair da depressão. Tampouco Keynes na sua famosa carta aberta a Roosevelt publicada no New York Times de 31 de maio de 1933 tinha alguma preocupação com o orçamento, sua mensagem era como reavivar o emprego, quais os mecanismos para injetar liquidez na economia, como levantar a demanda e dai reanimar a produção.
Ando muito a pé pelas manhãs, é chocante o numero de pequenos comercios fechados, há quarteirões inteiros na Agusta em direção aos Jardins, em fila de placas de “”Aluga-se”, quando uma loja dessas vai alugar? Nem em uma década. E cada porta fechada representa o desfazimento de sonhos, de economias arduamente formadas. Esses pequenos comercios dão o primeiro emprego aos jovens, dão o primeiro treino e traquejo, são indutores fundamentais.
A desgraça da recessão é infinitamente maior que a da inflação e no entanto o Plano Levy em conluio com o Banco Central luta exclusivamente e sem sucesso contra a inflação, a recessão nem entra no radar e no entanto é esta o perigo maior e não a inflação. O Brasil tem capacidade de produção para aguentar uma injeção de liquidez de um ou um e meio trilhão de Reais, a inflação pode subir alguma coisa mas se criarão rapidamente dois ou tres milhões de empregos e mais importante, para-se o aumento do desemprego que está em um furor meas a mes, caminhando celremente para os 12 ou 15%, dai para 20% é um espirro.
Com um emprego é possivel suportar mais alguma inflação mas com o repontar da atividade aumenta de imediato a arrecadação, a inflação agua a divida publica e privada, beneficiando os devedores e ajuda a reposicionar o gasto publico.
Dentro o errado é preciso optar pelo menos errado mas para isso é preciso ter alma e sensibilidade e não uma calculadora
como unico instrumento unico de gestão da politica economica, esta é engenho e arte mais que ciencia.
No Banco Central precisamos de diretores afinados com o Pais e com sua economia como um todo e não somente com Wall Street. Quem teve a ideia de trazer um Tony Volpon que passou 30 anos no Canada e nos EUA para ser diretor do Banco Central em abril de 2015? O que esse senhor, cujos meritos profissionais não discuto, sabe da realidade real da economia brasileira? Faz lembrar o famoso episodio Paulo Leme, quando o brilhante Arminio Fraga, sem ironia, mas comete erros, teve a ideia de importar um “estrangeiro”brazuca que mora muito tempo no exterior para ser diretor do Banco Central. Luis Nassif abateu-o em pleno voo para tomar posse, mostrando os discursos anti-brasileiros que ele fazia em Nova York quando diretor do Goldman Sachs (ainda é hoje). Esses “wall streeters” não servem para cargos que exigem homens com visão de Estado e de politica economica no seu sentido mais amplo , são simples operadores de taxas e derivativos, homens de mesa e não de formulações estrategicas de largo alcance.
Sem jogar liquidez imediatamente para puxar a demanda não de bens de consumo mas de investimentos em saneamento, estradas, ferrovias, portos, moradia popular, sistema de saude, escolas, sem esse processo não se levanta a economia. Haverá nenhuma ou pouca inflação porque os fatores de produção para investimentos estão em casa e são abundantes,
tem cimento, ferro, tijoço, tinta, azulejo, tubos, brita sobrando, não há porque subir preço por demanda quando a capacidade ociosa é altissima. Mas para isso precisa ter o gosto do risco e da aventura, aquilo que Roosevelt tinha em 1933 e JK tinha em 1955, grandes desbravadores da economia com o instinto do futuro, pagando apostas com o pescoço.
Pobre Brasil se o que resta é o simpatico Levy, muito bom mas para “nois num serve”.
Leo V
11 de dezembro de 2015 3:33 amProjeto que privatiza
Projeto que privatiza produção científica e tecnológica é aprovado no Senado
Data: 10/12/2015
http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=7898
O PLC77/2015 foi votado na íntegra e, como não sofreu alterações, segue para sanção da Presidência
Por unanimidade, o Senado aprovou nesta quarta-feira (9) o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 77/2015, que cria o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, legalizando as parcerias público-privadas na pesquisa científica brasileira. O projeto será encaminhado agora à Presidência da República, para sanção.
A proposta, do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), regulamenta a Emenda Constitucional 85 e é um dos itens da Agenda Brasil, conjunto de medidas apresentadas pelo Senado para retirar direitos sociais e manter o superávit primário, favorecendo o uso de recursos públicos na iniciativa privada, e vice-versa. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) retirou as 12 emendas apresentadas por ele para que o projeto não voltasse para a Câmara dos Deputados e pudesse ser sancionado sem vetos.
Para Epitácio Macário, 2º vice-presidente do ANDES-SN e um dos coordenadores do Grupo de Trabalho de Ciência e Tecnologia (GTCT) do Sindicato Nacional, o PLC 77 representa uma regressão imensa no sistema público de ciência e tecnologia. “O PLC é mais um ataque, um passo a mais na abertura das veias do fundo público para a apropriação privada. Esse projeto abre a possibilidade de que as empresas privadas direcionem as pesquisas no país, faculta o compartilhamento de infraestrutura física e recursos humanos das universidades e institutos de pesquisa públicos com empresas privadas. O patrimônio humano e material de Ciência e Tecnologia públicos passarão a ser compartilhados, de acordo com a nova lei, com organizações sociais e empresas privadas da área científica”, explica.
Macário avalia que será muito difícil reverter esse processo, uma vez que o PLC 77 estava na Agenda Brasil e faz parte de um projeto maior de privatização do fundo público. “Teremos muita dificuldade, mas vamos nos juntar às demais organizações que estão na luta em defesa do caráter público da pesquisa científica no país e contra o PLC 77 e nos dirigiremos à presidência, pedindo que haja o veto ao projeto”, comenta.
Dentre os ataques contidos na legislação aprovada no Senado, o diretor do ANDES-SN destaca o fato da regulamentação da criação e atuação das instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs), que em sendo organizações sociais ou empresas privadas, terão total acesso ao fundo público.
“É um avanço vigoroso do processo de privatização dos recursos humanos e patrimônio científico públicos. Em médio prazo temos a possibilidade do conhecimento desenvolvido nas instituições públicas não possam ser publicados pelos professores e pesquisadores, pois as ICTs vão deter a patente. Ou seja, a produção de conhecimento será patenteada e controlada por instituições privadas, que funcionarão dentro das instituições públicas”, detalha.
Ainda de acordo com o 2º vice-presidente do ANDES-SN, o PLC 77 representa uma grande ameaça à contratação, via concursos públicos, de professores e pesquisadores e compromete o regime de Dedicação Exclusiva. A lei faculta, por exemplo, que o professor concursado em DE possa criar, gerir ou participar das ICTs, sendo liberado das suas atividades para atuar no âmbito das instituições privadas, interrompendo o regime de DE, que é algo central na carreira de docente e pesquisador.
“A Dedicação Exclusiva fica seriamente comprometida. Assim como a carreira de maneira geral, já que fica mais facilitada a contratação via Organizações Sociais, que passarão a fazer contratos de prestação de serviço ou pela CLT. Anuncia-se o fim da carreira docente como a conhecemos”, alerta.
“Ao invés de darmos um passo à frente, democratizando a ciência e a tecnologia no Brasil, estamos dando três passos atrás, vinculando a produção científica e tecnológica ao mercado, e entregando nosso patrimônio público”, afirma o docente.
Histórico do PLC
Segundo Epitácio Macário, o projeto quando proposto em 2011 na forma de PL 2177 confrontava alguns preceitos da Constituição Federal de 1988 e, por isso, teve que ficar em espera, enquanto deputados elaboravam uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC 290/13), aprovada em fevereiro de 2015, que originou a Emenda 85. O que abriu as portas para a tramitação do projeto.
“A Constituição previa o investimento estatal prioritariamente para a ciência básica e essa mudança constitucional incluiu a inovação no mesmo patamar da ciência e tecnologia, para responder às demandas do mercado, e tirando o termo básico, o que implica uma mudança considerável, pois quando falamos em tecnologia e inovação falamos de produto. Outra mudança tem a ver com a garantia de oferta de educação e ciência. Agora o fundo público pode ser investido diretamente em empresas nacionais e estrangeiras que realizem atividades de pesquisa e desenvolvimento em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação”, ressalta o diretor.
Com informações de Agência Senado e imagem de EBC
hugo1
11 de dezembro de 2015 8:48 amIsso será o maior retrocesso
Isso será o maior retrocesso dda saúde mental brasileira em décadas:
Do facebook de Ana Paula Guljor.
A todos os companheiros comprometidos com o SUS e. Reforma Psiquiátrica. Hoje na audiência com o ministro da saúde, as entidades da sociedade civil foram comunicadas do ataque mais grave impetrado a Reforma Psiquiátrica. Marcelo Castro anunciou que vai nomear no lugar de Tykanori o ex diretor do maior hospício da América latina – Casa de saúde Dr Euras Paracambi- fechada pela luta dos companheiros por décadas: Valencius Wurch. Responsável pela gerência deste hospício por toda a década de 90. Lembrando que as internações foram fechadas ao final desta década pelas condições subumanas encontradas pela comissão de parlamentares. Este Sr. Não é apenas um defensor da contra reforma mas um de seus articuladores mais ardilosos. Por anos estivemos nestes frente de batalha. E agora simbolicamente ressurge este nome, das trevas, com a missão de substituir o primeiro interventor de um hospício ( que o fechou – casa de saúde anchieta em Santos)responsável pelo primeiro programa de saúde mental em liberdade. substituído pelo braço operacional de Carlos Miranda , dono da Eiras, e filho de Leonel Mieando que não só criou a Eiras Paracambi em sua gestão como ministro mas também tentou emplacar uma lei de defesa da privatização na saúde. Valencius representa este grupo que há décadas tenta destruir as políticas públicas de Estado. Não podemos calar # naopassarao. #hospícionuncamais. Vamos juntos lutar!!
https://www.facebook.com/anapaula.guljor/posts/721755397926413?fref=nf
Adir Tavares
11 de dezembro de 2015 9:40 amVamos aos números
O passado de dor está perto de voltar. Para delírio dos masoquistas
Por Carlos Motta
O gosto demonstrado por boa parte dos brasileiros pelo seu próprio sofrimento lembra a condição psicopatológica chamada de “masoquismo”, termo derivado do nome do escritor Leopold von Sacher-Masoch, que, em seu romance “A Vênus das Peles” mostra um dos personagens atingir o gozo depois de ser surrado pelo amante de sua esposa.
Só o masoquismo explica o fato de muita gente dizer que sente saudade da vida no Brasil pré-governos Lula e Dilma, principalmente daqueles presididos por FHC.
Para os masoquistas, aqueles, sim, é que eram tempos bons.
Afinal, vamos relembrar, a taxa de pobreza era só de 34% da população (ante 15% em 2012), a taxa de extrema pobreza, de 15% (5,2% em 2012), a mortalidade infantil atingia 25,3 em cada 1.000 nascidos vivos (em 2012, era de 12,9), e os gastos públicos com saúde chegavam a R$ 28 bilhões – diante de R$ 106 bilhões em 2012.
E essa tal de educação, que todos dizem ser o futuro do país, como era nos tempos saudosos em que o “Príncipe dos Sociólogos” irradiava sapiência por todos os rincões?
Bem, os gastos públicos na área foram de R$ 17 bilhões em 2002, número muito inferior aos R$ 94 bilhões de 2013.
Outros números dão uma ideia melhor de como o professor doutor FHC tratou a educação em seu governo:
Estudantes no Ensino Superior
2003 – 583.800
2012 – 1.087.400
Criação de universidades federais:
Governos Lula e Dilma – 18
Governo FHC – zero
Criação de escolas técnicas:
Governos Lula e Dilma – 214
Governo FHC – 11
De 1500 até 1994 – 140
Prouni
Governos Lula e Dilma – 1,2 milhão de bolsas
Governo FHC – zero (não existia)
Pronatec
Governos Lula e Dilma – 6 milhões de pessoas
Governo FHC – zero (não existia)
Ciência Sem Fronteiras
Governos Lula e Dilma – 100 mil beneficiados
Governo FHC – zero (não existia)
Fies
Governos Lula e Dilma – 1,3 milhão
Governo FHC – zero (não existia)
E já que os masoquistas gostam mesmo de sofrer, aí vão mais dados comparativos entre o Brasil tucano e o Brasil trabalhista:
Produto Interno Bruto
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões
PIB per capita
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil
Dívida líquida do setor público
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB
Lucro do BNDES
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões
Lucro do Banco do Brasil
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões
Lucro da Caixa Econômica Federal
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões
Produção de veículos
2002 – 1,8 milhão
2013 – 3,7 milhão
Safra Agrícola
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas
Investimento Estrangeiro Direto
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares
Reservas Internacionais
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares
Empregos Gerados
Governo FHC – 627 mil/ano
Governos Lula e Dilma – 1,79 milhões/ano
Taxa de Desemprego
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%
Valor de Mercado da Petrobras
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões
Lucro médio da Petrobras
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governos Lula e Dilma – R$ 25,6 bilhões/ano
Salário Mínimo
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)
Dívida Externa em Relação às Reservas
2002 – 557%
2014 – 81%
Posição entre as Economias do Mundo
2002 – 13ª
2014 – 7ª
Exportações
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares
24. Inflação Anual Média
Governo FHC – 9,1%
Governos Lula e Dilma – 5,8%
Capacidade Energética
2001 – 74.800 MW
2013 – 122.900 MW
Operações da Polícia Federal
Governo FHC – 48
Governo PT – 1.273 (15 mil presos)
38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C) nos governos Lula e Dilma
42 milhões de pessoas saíram da miséria nos governos Lula e Dilma
E por aí vai…
Dizem que os números não mentem.
Mentira é prerrogativa do ser humano.
No Brasil atual, ela grassa no noticiário dos jornalões, nos meios de comunicação (controlados por meia dúzia de famílias), no Congresso Nacional, no Judiciário, no Ministério Público…
Os mentirosos, porém, podem estar certos de que, no futuro, a história fará justiça a eles – e eles serão mandados para o lixo dos tempos, que é o lugar a que pertencem.
Quanto aos masoquistas, o conselho é que aproveitem ao máximo este momento peculiar do país, em que podem se deliciar com a antecipação do gozo ao qual almejam.
O passado de dor e sofrimento nunca esteve tão perto de retornar ao cotidiano brasileiro, para delírio dessa multidão de psicopatas.
http://cronicasdomotta.blogspot.com.br/2015/12/o-passado-de-dor-esta-perto-de-voltar.html
Odonir
11 de dezembro de 2015 2:34 pmCLUBINHO DA LEITURA DE BARBACENA
(encerramento de atividades de 2015).
Nessas fotos: mostro quando assistiram aos últimos vídeos criados para elas, tentaram pegar as frutinhas araçás da tela e criaram uma história coletiva: “JÚNIOR, MUITO MAIOR QUE UM GIGANTE”.
Depois se vestiram com as fantasias – que adoram- dançaram, lutaram, desenharam cada um seu personagem “JÚNIOR” e fomos fazer bolinhas de sabão.
Quanto prazer me dá ter de novo a mesma idade que eles!
Obrigada ao JONES, jns, parceiro de Ipatinga, nosso GRANDE AMIGO, quase do tamanho do JÚNIOR da historinha… de tão poético e incomum.
Obrigada ao risonho e doce RUI DAHER, meu amigo do peito, de São Paulo.
https://www.facebook.com/profile.php?id=100010139983585
Anna Dutra
11 de dezembro de 2015 9:01 pmTerno
É sempre emocionante ver essa garotada, esperança de um futuro melhor.
Fotos muito bacanas! É pelos frutos que se conhece a Árvore.
Parabéns!
gardenal
11 de dezembro de 2015 4:04 pmContinuando dentro do “Padrão
Continuando dentro do “Padrão Temer de Cominicação Epistolar”: IN VINO VERITAS.
Pisquila
11 de dezembro de 2015 7:29 pmPalavras voam, mas hoje em dia são as imagens que permanecem…
alêminas
11 de dezembro de 2015 8:54 pmPOR QUE TANTO AO ÓDIO AO PT …
Olhem que interessante esse TCC de uma jornalista da PUC… Vejam a resposta:
https://www.youtube.com/watch?time_continue=2154&v=zYLMF2jmXwM
antonio francisco
11 de dezembro de 2015 9:18 pmJustiça em cima de pobre, justiça em cima de rico…
Uma carta enviada para o Alô redação do jornal Super Notícias por Marcelo Castro, publicada em 10/12/2015:
Há mais ou menos três anos, fui pego pela polícia do meio ambiente com um casal de canário chapinha. Fui levado para a delegacia dentro de uma viatura, fui esculachado pelo delegado, paguei uma multa de mais de R$ 1.000,00 e respondi a um processo por tráfico de animal silvestre. A Samarco matou gente, destruiu patrimônio, destruiu um rio inteiro, destruiu a fauna e a flora brasileiras e ninguém e preso?