O POLITICO E O ECONOMISTA NA GESTÃO DA ECONOMIA – O padrão mundial e brasileiro de Ministros da Economia
(seja que titulo tenha o cargo) registra como experiencia historica o grande politico ou o grande empresario como o
melhor operador da politica economica. Esse perfil teve no Brasil grandes nomes de politicos, como Getulio Vargas e Oswaldo Aranha, politicos puros como Ministros da Fazenda ou grandes empresarios como Guilherme da Silveira, Sebastião Paes de Almeida e Horacio Lafer.
Nos Estados Unidos, dos 26 Secretarios do Tesouro desde a crise de 1929, 4 foram economistas e 22 foram politicos ou grandes empresarios. Mesmo os economistas ( Barr, Shutz, Summers e Snow) eram tarimbados operadores politicos.
Do grupo de politicos os melhores foram velhas raposas como George Humphrey, John Connolly, James Baker, Nicholas Brady.
Alguns ja nasceram ricos como Andrew Mellon e Douglas Dillon, outros eram ricos e ficaram bilionarios depois da passagem pela Secretaria do Tesouro, como Nicholas Brady, que foi Secretario em dois governos, Reagan e Bush.
Até Winston Churchill, que não entendia nada de economia foi Ministro da Fazenda na mesma época em que Getulio
tambem virgem em conhecimentos de economia, foi Ministro da Fazenda do Governo Washington Luis.
O cargo de Ministro da Fazenda exige um POLITICO e não um técnico porque o cargo é politico antes de mais nada.
O perfil ideal exige um homem de grande personalidade e cultura, Roberto Campos foi formado em Teologia e Filosofia,
só fez curso de Economia muito mais tarde mas era antes de mais nada um DIPLOMATA, foi Embaixador em Washington e Londres, ajudou muito Juscelino na coordenação do Plano de Metas, antes tinha criado o BNDE a pedido de Getulio e com
apoio da Comissão Mista Brasil EUA, banco do qual foi depois presidente.
Mas o nosso Ministro mais politico foi sem duvida Oswaldo Aranha, revolucionario de 30, grande diplomata, duas vezes dirigiu a economia brasileira, em épocas muito diferentes, nas duas vezes reduziu a divida publica em dois terços,
operador politico de primeira linha, não tinha qualquer estudo de economia.
Os tres grandes economistas que moldaram o Seculo XX foram por ordem de nascimento Hjalmar Schacht (nascido em 1877), John Maynard Keynes (de 1883) e Friedrich von Hayek (1899). Todos tinham grandes cultura fora da economia,
Schacht formado em Filosofia, Keynes ra cultor das artes, fazia parte do Circulo de Bloomsbury onde pontificava a nata da intelectualidade inglesa, como Virginia Woolf, adorava ballet e casou-se com uma prima ballerina, Lydia Likopowa, quando perguntado por uma dama como sendo um grande economista encontrava tempo para as artes respondeu “Minha senhora
a economia é o ultimo de meus interesses”.
Hayek queria ser psicologo e teve a Psicologia como sua primeira area de interesse, escreveu um livro sobre psicologia,
The Sensory Order, onde desenvolve a teoria da “”ordem espontanea””, o fenomeno onde a ordem nasce do caos e não do planejamento, a ordem desejada nasce espontaneamente sem que se perceba a sua logica, tese que é a base da economia de mercado que ele depois desenvolveu até inventar o “neoliberalismo”. Hayek dá como exemplo da ordem espontanea a linguagem, um sistema extremamente organizado que evoluiu por séculos sem que ninguem tivesse planejado.
A ideia de que para dirigir a politica economica se necessita de um economista veio no Brasil a partir da decada de 50 quando Eugenio Gudin criou o primeiro curso de economia no Pais mas o perfil do “”economista no governo”” se consolidou a partir do governo militar de 1964 e caminhou até hoje como um grande equivoco. Para os Ministerios economicos a aposta terá muito maiores chances com operadores politicos experientes, os economistas serão apenas estado maior de apoio e não os operadores, estes precisam ser personalidade com visão de mundo e experiencia muito mais ampla do
o típico economista geralmente apresenta.
O politico tem por natureza uma meta macro muito clara e sabe improvisar para nela chegar, não depende de planilhas e nem de discussões bizantinas sofre deficits de 0,5% ou 0,7% como se esses numeros fossem a pedra filosofal.
Em uma época de crise como estamos um politico terá muito mais jogo de cintura para fazer os ajustes e reformas fundamentais, algo que exige intensa atividade de convencimento e negociação, do que um bom economista de perfil técnico, inutil em épocas de crise porque ele sabe diagnosticar mas não sabe abrir caminho para chegar à solução.
A Ford foi a primeira grande Indústria a dar aos seus funcionários o Sábado e o Domingo livres, esperando que isso estimulasse o uso dos automóveis, o que popularizou o conceito de “final de semana”.
Em 1979, uma garota de 16 anos, chamada Brenda Spencer, matou o diretor e uma funcionária da sua escola, nos Estados Unidos, além de ter ferido 8 alunos e um policial. Quando perguntaram para ela por que ela tinha cometido esses crimes, ela respondeu “eu não gosto de Segundas-Feiras…”
Você adora me pegar … Um filme de terror por semana.
Considerando os quilos ganhos com vinho, pães e doces (não abro mão de nenhum prazer), dá uns 8 kg por ano. Se eu perder 8kg x 2 (16kg) chego a 42kg. Esse era meu peso aos 15, 16 anos. Mignon.
Eu sei fazer conta Anarquista. Faltou o detalhe em negrito.
Em 1979, uma garota de 16 anos, chamada Brenda Spencer, matou o diretor e uma funcionária da sua escola, nos Estados Unidos, além de ter ferido 8 alunos e um policial. Quando perguntaram para ela por que ela tinha cometido esses crimes, ela respondeu “eu não gosto de Segundas-Feiras…”
CONCLUSÃO: Com toda certeza, Anarquista, essa garota era uma coxinha.
Do blog do comentarista político Kennedy Alencar, um dos que não entra no clima de “vale-tudo” conta o Governo, sobre a decisão de deixar para “depois do Carnaval” a decisão sobre as gravíssimas denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República contra Eduardo Cunha. Menos mal que a decisão que vai se desenhando sobre a anulação da anulação da votação espúria feita pelo presidente da Câmara para compor a Comissão do Impeachment.
O STF (Supremo Tribunal Federal) comete um grave erro ao jogar para fevereiro a decisão sobre eventual afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e do cargo de deputado federal. A assessoria do STF informou que o tema será discutido em fevereiro.
No pedido procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estão descritos os elementos que justificariam uma decisão em caráter emergencial. Ao empurrar tamanho problema com a barriga, o STF virá sócio da elite política que conduz o Brasil ao abismo.
É inacreditável que no dia 17 de dezembro a maior corte de Justiça do Brasil diga que só vai tratar do pedido de Janot em fevereiro. O Supremo tinha a obrigação de decidir rapidamente sobre um assunto tão delicado.
Quando precisou agir rápido, como no caso da prisão do senador Delcídio Amaral, o Supremo atuou nesse sentido. Hoje, por exemplo, já houve decisão de manter Delcídio preso e de soltar o banqueiro André Esteves.
Mas talvez suas excelências precisem do peru de Natal, do espumante do Ano Novo e da praia em janeiro para recompor as energias e avaliar se Eduardo Cunha atrapalha ou não investigações a respeito dele.
Para dar mais tempo hábil aos magistrados, vai uma sugestão: melhor deixar para julgar esse pedido depois do Carnaval. Interromper a folia seria uma… deixa pra lá.
Tal como Macbeth, os decisores políticos tendem a cometer novos pecados para ocultarem os seus delitos anteriores. E os sistemas políticos provam o seu valor pela rapidez com que põem fim aos erros, em série e que se reforçam mutuamente, das políticas dos seus responsáveis. À luz deste critério, a zona euro, que inclui 19 democracias estabelecidas, representa a maior economia não-democrática do mundo.
Câmbio apenas fortaleceu a determinação dos líderes da UE em apoiá-lo. Quanto mais o esquema era exposto como insustentável, mais afincadamente os responsáveis se agarravam a ele – e mais optimistas eram os seus relatos. O “programa” Grego é só mais uma encarnação da inércia política cor-de-rosa da Europa.
Os últimos cinco anos de política económica na zona euro têm sido uma notável comédia de enganos. A lista de erros políticos é quase interminável: aumentos das taxas de juro pelo Banco Central Europeu, em Julho de 2008 e novamente em Abril de 2011; imposição da mais dura austeridade, às economias que enfrentam a pior recessão; sábios tratados que defendem a competitividade criada por desvalorizações internas e conseguida à custa de outros países (NdT: no original, beggar-thy-neighbour); e uma união bancária, à qual falta um esquema apropriado de seguros de depósito.
Como podem os responsáveis políticos Europeus sair impunes? Afinal, a sua impunidade política contrasta vivamente não apenas com os Estados Unidos, onde os dirigentes são pelo menos responsáveis face ao Congresso, mas também com a China, onde se poderia pensar que os dirigentes são menos responsabilizáveis que os seus homólogos Europeus. A resposta reside na natureza fragmentada e deliberadamente informal da união monetária da Europa.
Os dirigentes Chineses podem não ter de responder a um parlamento democraticamente eleito ou a um congresso; mas os dirigentes governamentais têm um órgão unitário – o comité permanente de sete membros do Politburo – a quem devem responder pelos seus erros. A zona euro, por outro lado, é governada pelo oficialmente oficioso Eurogrupo, que compreende os ministros das finanças dos estados membros, mais os representantes do BCE e, em discussões de “programas económicos nos quais está envolvido”, o Fundo Monetário Internacional.
Só muito recentemente, como resultado das intensas negociações do governo Grego com os seus credores, é que os cidadãos da Europa perceberam que a maior economia do mundo, a zona euro, é gerida por um órgão a que faltam regras procedimentais escritas, que debate assuntos cruciais “confidencialmente” (e sem produzir actas), e que não está obrigado a responder a qualquer órgão eleito, nem mesmo ao Parlamento Europeu.
Seria um erro pensar no impasse entre o governo Grego e o Eurogrupo como um confronto entre a esquerda Grega e a maioria conservadora da Europa. A nossa “Primavera de Atenas” tinha a ver com algo mais profundo: com o direito de um pequeno país Europeu a desafiar uma política fracassada que estava a destruir as perspectivas de uma geração (ou duas), não apenas na Grécia, mas também por toda a Europa.
A Primavera de Atenas foi esmagada por razões que nada tiveram a ver com a política de esquerda do governo Grego. Uma vez após a outra, a UE rejeitou e denegriu políticas de senso comum.
A prova A é constituída pelas posições dos dois lados relativamente à política fiscal. Como ministro das finanças da Grécia, propus uma redução da taxa do imposto sobre transacções, do imposto sobre os rendimentos, e do imposto sobre as sociedades, para alargar a base de tributação, e dar um estímulo à exangue economia da Grécia. A UE, por outro lado, exigiu – e impôs – aumentos em todas as três taxas de imposto.
Então, se a briga da Grécia com os seus credores Europeus não foi um impasse esquerda-direita, foi o quê? O economista Americano Clarence Ayres escreveu uma vez, como se descrevesse os dirigentes da UE: “Eles elogiam a realidade, conferindo-lhe um estatuto cerimonial, mas fazem-no com o objectivo de validar o estatuto, e não de conseguir a eficiência tecnológica”. E saem impunes, porque os decisores da zona euro não são obrigados a responder a qualquer órgão soberano.
Compete àqueles de nós que desejam melhorar a eficiência da Europa, e diminuir as suas injustiças grosseiras, trabalhar no sentido de re-politizar a zona euro, como um primeiro passo no sentido da sua democratização. Afinal, a Europa não merece um governo que seja pelo menos mais responsabilizável do que o da China comunista?
Só um PhD em economia pela Universidade de Chicago tem a capacidade de arruinar 3,5% da produção nacional em um ano e ser chamado de competente pela mídia. Depois falam que os evangélicos é que são irracionais… é porque você não conhece um neoliberal.
Com o computador pifado não sei se foi comentado aqui a entrevista com Bicudo na TV Brasil. PML e Forestan se esforçaram para tirarem o mínimo do homem, que só soube fazer bico e ficar bicudo. Não lembrava de nada, como se fosse um idoso com problemas mentais – que não o é, claro -, e, pior, foi incapaz de se estender quanto aos seus motivos, e intensos desejos de ver Dilma fora do poder. Fiquei cansada, e concluí, por fim, que os entrevistadores se arrependeram de entrevistá-lo. Talvez o filho de Bicudo tenha razão em achar que o pai vem sendo usado por outros para fazer esse papel de anti-petista, que nem ele mesmo sabe argumentar a razão disso.
Andre Araujo
18 de dezembro de 2015 3:02 amhttp://www.portalfeb.com.br/w
http://www.portalfeb.com.br/wp-content/uploads/cm_Osvaldo_03.jpg
O POLITICO E O ECONOMISTA NA GESTÃO DA ECONOMIA – O padrão mundial e brasileiro de Ministros da Economia
(seja que titulo tenha o cargo) registra como experiencia historica o grande politico ou o grande empresario como o
melhor operador da politica economica. Esse perfil teve no Brasil grandes nomes de politicos, como Getulio Vargas e Oswaldo Aranha, politicos puros como Ministros da Fazenda ou grandes empresarios como Guilherme da Silveira, Sebastião Paes de Almeida e Horacio Lafer.
Nos Estados Unidos, dos 26 Secretarios do Tesouro desde a crise de 1929, 4 foram economistas e 22 foram politicos ou grandes empresarios. Mesmo os economistas ( Barr, Shutz, Summers e Snow) eram tarimbados operadores politicos.
Do grupo de politicos os melhores foram velhas raposas como George Humphrey, John Connolly, James Baker, Nicholas Brady.
Alguns ja nasceram ricos como Andrew Mellon e Douglas Dillon, outros eram ricos e ficaram bilionarios depois da passagem pela Secretaria do Tesouro, como Nicholas Brady, que foi Secretario em dois governos, Reagan e Bush.
Até Winston Churchill, que não entendia nada de economia foi Ministro da Fazenda na mesma época em que Getulio
tambem virgem em conhecimentos de economia, foi Ministro da Fazenda do Governo Washington Luis.
O cargo de Ministro da Fazenda exige um POLITICO e não um técnico porque o cargo é politico antes de mais nada.
O perfil ideal exige um homem de grande personalidade e cultura, Roberto Campos foi formado em Teologia e Filosofia,
só fez curso de Economia muito mais tarde mas era antes de mais nada um DIPLOMATA, foi Embaixador em Washington e Londres, ajudou muito Juscelino na coordenação do Plano de Metas, antes tinha criado o BNDE a pedido de Getulio e com
apoio da Comissão Mista Brasil EUA, banco do qual foi depois presidente.
Mas o nosso Ministro mais politico foi sem duvida Oswaldo Aranha, revolucionario de 30, grande diplomata, duas vezes dirigiu a economia brasileira, em épocas muito diferentes, nas duas vezes reduziu a divida publica em dois terços,
operador politico de primeira linha, não tinha qualquer estudo de economia.
Os tres grandes economistas que moldaram o Seculo XX foram por ordem de nascimento Hjalmar Schacht (nascido em 1877), John Maynard Keynes (de 1883) e Friedrich von Hayek (1899). Todos tinham grandes cultura fora da economia,
Schacht formado em Filosofia, Keynes ra cultor das artes, fazia parte do Circulo de Bloomsbury onde pontificava a nata da intelectualidade inglesa, como Virginia Woolf, adorava ballet e casou-se com uma prima ballerina, Lydia Likopowa, quando perguntado por uma dama como sendo um grande economista encontrava tempo para as artes respondeu “Minha senhora
a economia é o ultimo de meus interesses”.
Hayek queria ser psicologo e teve a Psicologia como sua primeira area de interesse, escreveu um livro sobre psicologia,
The Sensory Order, onde desenvolve a teoria da “”ordem espontanea””, o fenomeno onde a ordem nasce do caos e não do planejamento, a ordem desejada nasce espontaneamente sem que se perceba a sua logica, tese que é a base da economia de mercado que ele depois desenvolveu até inventar o “neoliberalismo”. Hayek dá como exemplo da ordem espontanea a linguagem, um sistema extremamente organizado que evoluiu por séculos sem que ninguem tivesse planejado.
A ideia de que para dirigir a politica economica se necessita de um economista veio no Brasil a partir da decada de 50 quando Eugenio Gudin criou o primeiro curso de economia no Pais mas o perfil do “”economista no governo”” se consolidou a partir do governo militar de 1964 e caminhou até hoje como um grande equivoco. Para os Ministerios economicos a aposta terá muito maiores chances com operadores politicos experientes, os economistas serão apenas estado maior de apoio e não os operadores, estes precisam ser personalidade com visão de mundo e experiencia muito mais ampla do
o típico economista geralmente apresenta.
O politico tem por natureza uma meta macro muito clara e sabe improvisar para nela chegar, não depende de planilhas e nem de discussões bizantinas sofre deficits de 0,5% ou 0,7% como se esses numeros fossem a pedra filosofal.
Em uma época de crise como estamos um politico terá muito mais jogo de cintura para fazer os ajustes e reformas fundamentais, algo que exige intensa atividade de convencimento e negociação, do que um bom economista de perfil técnico, inutil em épocas de crise porque ele sabe diagnosticar mas não sabe abrir caminho para chegar à solução.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:11 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:22 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:31 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:37 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:41 amBruce Lee também era um
Bruce Lee também era um excelente dançario, e ganhou o Campeonato de Cha-Cha em Hong Kong, em 1958.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:44 amQuando foi fundada, a
Quando foi fundada, a Coca-Cola só vendeu 9 garrafas no primeiro ano. Hoje, ela vende 1,7 BILHÕES de garrafas e latas POR DIA.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:45 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 4:27 pmNão sou noveleiro, Nem
Não sou noveleiro, Nem assisto tv aberta.
Mas deduzo , pelo que leio, que usaram a desculpa pra trair com o argumemto de ”fazer as unhas ”.
É isso mesmo ?
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:48 amEsta Pistola antiga atirava
Esta Pistola antiga atirava em 8 direções diferentes ao mesmo tempo.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:51 amO Hotel mais velho do mundo
O Hotel mais velho do mundo é o Nisiyama Onsen Keiunkan, que fica em Yamanashi, no Japão. Ele está em funcionamento desde o ano 705 d.C.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:52 amNa Via Lactea, existe um
Na Via Lactea, existe um Diamante que é maior do que a Terra.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:54 amA Ford foi a primeira grande
A Ford foi a primeira grande Indústria a dar aos seus funcionários o Sábado e o Domingo livres, esperando que isso estimulasse o uso dos automóveis, o que popularizou o conceito de “final de semana”.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:55 amCerca de 51% da população
Cerca de 51% da população mundial vive na região desse círculo.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:57 amNo mundo inteiro, só existem
No mundo inteiro, só existem 5 pessoas que nasceram no século 19 e ainda estão vivas. E são todas mulheres…
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 7:59 amUma pesquisa apontou que 70%
Uma pesquisa apontou que 70% das Mulheres preferem receber um poema ou uma Carta de Amor, em papel, em vez de qualquer forma de comunicação digital.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:03 amQuando o Pinguim Macho se
Quando o Pinguim Macho se apaixona por uma Fêmea, busca por toda a praia a pedra mais bonita e a entrega como prova de seu amor.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:04 amExiste uma tradição na
Existe uma tradição na Irlanda na qual, quando você faz doação de sangue, você recebe a mesma quantidade doada em Cerveja, para repor o ferro perdido.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:08 amEm 1979, uma garota de 16
Em 1979, uma garota de 16 anos, chamada Brenda Spencer, matou o diretor e uma funcionária da sua escola, nos Estados Unidos, além de ter ferido 8 alunos e um policial. Quando perguntaram para ela por que ela tinha cometido esses crimes, ela respondeu “eu não gosto de Segundas-Feiras…”
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:12 amAssistir a filmes de terror
Assistir a filmes de terror pode fazer com que você perca até 200 calorias, o que equivale a uma caminhada de meia hora.
Anna Dutra
18 de dezembro de 2015 6:42 pmAhhhh, agora sim está explicado …
No último ano emagreci 8 kg. Um por semana. Neste ritmo em 02 anos chego ao peso que eu tinha aos 15 …
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:53 pmAos 15 . vc tinha 104 quilos
Aos 15 . vc tinha 104 quilos a menos ?
Sempre considerando que no ano há 52 semanas.
Anna Dutra
18 de dezembro de 2015 9:40 pmVocê adora me pegar …
Um filme de terror por semana.
Considerando os quilos ganhos com vinho, pães e doces (não abro mão de nenhum prazer), dá uns 8 kg por ano. Se eu perder 8kg x 2 (16kg) chego a 42kg. Esse era meu peso aos 15, 16 anos. Mignon.
Eu sei fazer conta Anarquista. Faltou o detalhe em negrito.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:16 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:17 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:19 amanarquista sério
18 de dezembro de 2015 8:35 amPartiu…chuveiro.
Partiu…chuveiro.
José Carlos - Spin
18 de dezembro de 2015 9:37 am(Sem título)
Irene Rir
18 de dezembro de 2015 10:00 amAécio, não vai ter golpe, querido
Ataulpho e Gilmar não acatam decisão do Supremo!
Irene Rir
18 de dezembro de 2015 10:05 amAnarquista Sério postou
Em 1979, uma garota de 16
sex, 18/12/2015 – 06:08
Em 1979, uma garota de 16 anos, chamada Brenda Spencer, matou o diretor e uma funcionária da sua escola, nos Estados Unidos, além de ter ferido 8 alunos e um policial. Quando perguntaram para ela por que ela tinha cometido esses crimes, ela respondeu “eu não gosto de Segundas-Feiras…”
CONCLUSÃO: Com toda certeza, Anarquista, essa garota era uma coxinha.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 4:05 pmNada a ver.
Uma rápida
Nada a ver.
Uma rápida pesquisa, vc encontrará que era esqauerdista.
O que é redundante,
NINGUÉM faz atentado que não seja contra –esqursdista RADICAL.
SÓ O EXÉRCITO.—que é direitista,
Pena que Obama se aposentará em menos de 1 ano.
Esse sim, é um esqauerdista que eu respeito.
Irene Rir
18 de dezembro de 2015 10:27 amViva Zé pereira! O Cunha ainda vai brincar o próximo carnaval
Kennedy Alencar: Supremo faz “papelão” ao não parar a folia de Cunha
POR FERNANDO BRITO · 17/12/2015 no tijolaço
Do blog do comentarista político Kennedy Alencar, um dos que não entra no clima de “vale-tudo” conta o Governo, sobre a decisão de deixar para “depois do Carnaval” a decisão sobre as gravíssimas denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República contra Eduardo Cunha. Menos mal que a decisão que vai se desenhando sobre a anulação da anulação da votação espúria feita pelo presidente da Câmara para compor a Comissão do Impeachment.
STF erra ao adiar decisão sobre Cunha
Kennedy Alencar
O STF (Supremo Tribunal Federal) comete um grave erro ao jogar para fevereiro a decisão sobre eventual afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara e do cargo de deputado federal. A assessoria do STF informou que o tema será discutido em fevereiro.
No pedido procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estão descritos os elementos que justificariam uma decisão em caráter emergencial. Ao empurrar tamanho problema com a barriga, o STF virá sócio da elite política que conduz o Brasil ao abismo.
É inacreditável que no dia 17 de dezembro a maior corte de Justiça do Brasil diga que só vai tratar do pedido de Janot em fevereiro. O Supremo tinha a obrigação de decidir rapidamente sobre um assunto tão delicado.
Quando precisou agir rápido, como no caso da prisão do senador Delcídio Amaral, o Supremo atuou nesse sentido. Hoje, por exemplo, já houve decisão de manter Delcídio preso e de soltar o banqueiro André Esteves.
Mas talvez suas excelências precisem do peru de Natal, do espumante do Ano Novo e da praia em janeiro para recompor as energias e avaliar se Eduardo Cunha atrapalha ou não investigações a respeito dele.
Para dar mais tempo hábil aos magistrados, vai uma sugestão: melhor deixar para julgar esse pedido depois do Carnaval. Interromper a folia seria uma… deixa pra lá.
Que papelão!
Paulo F.
18 de dezembro de 2015 1:11 pmHora da democracia para a Eurolândia
Do Swissinfo.ch
Democratizar a zona Euro
Por Yanis Varoufakis , Atenas
08. Dezembro 2015 – 11:00
Tal como Macbeth, os decisores políticos tendem a cometer novos pecados para ocultarem os seus delitos anteriores. E os sistemas políticos provam o seu valor pela rapidez com que põem fim aos erros, em série e que se reforçam mutuamente, das políticas dos seus responsáveis. À luz deste critério, a zona euro, que inclui 19 democracias estabelecidas, representa a maior economia não-democrática do mundo.
Câmbio apenas fortaleceu a determinação dos líderes da UE em apoiá-lo. Quanto mais o esquema era exposto como insustentável, mais afincadamente os responsáveis se agarravam a ele – e mais optimistas eram os seus relatos. O “programa” Grego é só mais uma encarnação da inércia política cor-de-rosa da Europa.
Os últimos cinco anos de política económica na zona euro têm sido uma notável comédia de enganos. A lista de erros políticos é quase interminável: aumentos das taxas de juro pelo Banco Central Europeu, em Julho de 2008 e novamente em Abril de 2011; imposição da mais dura austeridade, às economias que enfrentam a pior recessão; sábios tratados que defendem a competitividade criada por desvalorizações internas e conseguida à custa de outros países (NdT: no original, beggar-thy-neighbour); e uma união bancária, à qual falta um esquema apropriado de seguros de depósito.
Como podem os responsáveis políticos Europeus sair impunes? Afinal, a sua impunidade política contrasta vivamente não apenas com os Estados Unidos, onde os dirigentes são pelo menos responsáveis face ao Congresso, mas também com a China, onde se poderia pensar que os dirigentes são menos responsabilizáveis que os seus homólogos Europeus. A resposta reside na natureza fragmentada e deliberadamente informal da união monetária da Europa.
Os dirigentes Chineses podem não ter de responder a um parlamento democraticamente eleito ou a um congresso; mas os dirigentes governamentais têm um órgão unitário – o comité permanente de sete membros do Politburo – a quem devem responder pelos seus erros. A zona euro, por outro lado, é governada pelo oficialmente oficioso Eurogrupo, que compreende os ministros das finanças dos estados membros, mais os representantes do BCE e, em discussões de “programas económicos nos quais está envolvido”, o Fundo Monetário Internacional.
Só muito recentemente, como resultado das intensas negociações do governo Grego com os seus credores, é que os cidadãos da Europa perceberam que a maior economia do mundo, a zona euro, é gerida por um órgão a que faltam regras procedimentais escritas, que debate assuntos cruciais “confidencialmente” (e sem produzir actas), e que não está obrigado a responder a qualquer órgão eleito, nem mesmo ao Parlamento Europeu.
Seria um erro pensar no impasse entre o governo Grego e o Eurogrupo como um confronto entre a esquerda Grega e a maioria conservadora da Europa. A nossa “Primavera de Atenas” tinha a ver com algo mais profundo: com o direito de um pequeno país Europeu a desafiar uma política fracassada que estava a destruir as perspectivas de uma geração (ou duas), não apenas na Grécia, mas também por toda a Europa.
A Primavera de Atenas foi esmagada por razões que nada tiveram a ver com a política de esquerda do governo Grego. Uma vez após a outra, a UE rejeitou e denegriu políticas de senso comum.
A prova A é constituída pelas posições dos dois lados relativamente à política fiscal. Como ministro das finanças da Grécia, propus uma redução da taxa do imposto sobre transacções, do imposto sobre os rendimentos, e do imposto sobre as sociedades, para alargar a base de tributação, e dar um estímulo à exangue economia da Grécia. A UE, por outro lado, exigiu – e impôs – aumentos em todas as três taxas de imposto.
Então, se a briga da Grécia com os seus credores Europeus não foi um impasse esquerda-direita, foi o quê? O economista Americano Clarence Ayres escreveu uma vez, como se descrevesse os dirigentes da UE: “Eles elogiam a realidade, conferindo-lhe um estatuto cerimonial, mas fazem-no com o objectivo de validar o estatuto, e não de conseguir a eficiência tecnológica”. E saem impunes, porque os decisores da zona euro não são obrigados a responder a qualquer órgão soberano.
Compete àqueles de nós que desejam melhorar a eficiência da Europa, e diminuir as suas injustiças grosseiras, trabalhar no sentido de re-politizar a zona euro, como um primeiro passo no sentido da sua democratização. Afinal, a Europa não merece um governo que seja pelo menos mais responsabilizável do que o da China comunista?
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 4:15 pmComo já disse, sou
Como já disse, sou melancólico.
Talvez chegou a hora de rever meus conceitos sobre isto :
Por enquanto, não estou inclinado a rever nada, não.
Anna Dutra
18 de dezembro de 2015 6:18 pmNa rede: FHC, Aécio, Serra et.
“Nós do PSDB vamos à justiça para que os votos de Feliz Natal sejam recontados.”
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 11:12 pmComversaremos en março;
Lá
Comversaremos en março;
Lá pelo dia 15;
Abração !
anarquista sério
19 de dezembro de 2015 12:27 amExcelente tirada.
Mass esse
Excelente tirada.
Mass esse assunto fica pra 13 de março.
É o dia que mediremos a febre doi povo.
Só a febre e não fome.
SEM MORTADELA GRÁTIS,
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 9:00 pmEstou assistindo um filme
Estou assistindo um filme fantástico.
Disse o cara :
”Vc procura o melhor das pessoas,mas não há muito pra encontrar ”
De psiquiatra pra psicanalista.
Anna Dutra
18 de dezembro de 2015 10:59 pmA racionalidade neoliberal
http://caviaresquerda.blogspot.com.br/2015/12/a-racionalidade-neoliberal.html?m=1
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
A racionalidade neoliberal
Gustavo Castañon
Só um PhD em economia pela Universidade de Chicago tem a capacidade de arruinar 3,5% da produção nacional em um ano e ser chamado de competente pela mídia. Depois falam que os evangélicos é que são irracionais… é porque você não conhece um neoliberal.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 11:07 pmEu tenho um tema legal pea
Eu tenho um tema legal pea escrever amanhã;
Mas escrrverei no multimídia.
Até lá;
Partiu….dormir.
anarquista sério
18 de dezembro de 2015 11:44 pmEstou assintinfo Criminal
Estou assintinfo Criminal Minds.
O gararotoi gênio e as frases no fim ou no meio, me encantam.
É mais que o suficiente.
Porque o final é sempre o mesmo.
anarquista sério
19 de dezembro de 2015 12:32 amP H A , o convertido, teve
P H A , o convertido, teve uma sacada ótima
Dilma vive em balão de oxigênio
Vilmar Boa Viagem
anarquista sério
19 de dezembro de 2015 12:36 amQuase 11 horas. Vou dormir.
Quase 11 horas. Vou dormir.
Amanhã ,quando acordar, escrevo no multimídia.
Um comentá’rio só.
FUI .
maria rodrigues
19 de dezembro de 2015 1:23 amCom o computador pifado não
Com o computador pifado não sei se foi comentado aqui a entrevista com Bicudo na TV Brasil. PML e Forestan se esforçaram para tirarem o mínimo do homem, que só soube fazer bico e ficar bicudo. Não lembrava de nada, como se fosse um idoso com problemas mentais – que não o é, claro -, e, pior, foi incapaz de se estender quanto aos seus motivos, e intensos desejos de ver Dilma fora do poder. Fiquei cansada, e concluí, por fim, que os entrevistadores se arrependeram de entrevistá-lo. Talvez o filho de Bicudo tenha razão em achar que o pai vem sendo usado por outros para fazer esse papel de anti-petista, que nem ele mesmo sabe argumentar a razão disso.