Dr. Jonas Salk, o homem que criou a cura para a Poliomelite, não patenteou a vacina. Ele queria que ela fosse acessível para toda a população, até a mais pobre, e abriu mão de ganhar US$ 7 Bilhões por ano só para cumprir seu dever médico.
O Papa Gregório IX acreditava que os Gatos eram a encarnação de Satanás, e mandou matar todos os Gatos, o que causou um aumento da população de Ratos, e que mais tarde veio a contribuir para a disseminação massiva da Peste Negra.
Existiu um Ladrão de Bancos na década de 1920 que era adorado pela população. “Pretty Boy Floyd” costumava destruir documentos de dívidas bancárias durante seus assaltos, livrando a população das suas dívidas e juros…
Em 1993, um Sargento do Exército dos Estados Unidos decapitou o amante da sua esposa, levou a cabeça dele para o quarto de hospital onde ela estava esperando para ter um filho, jogou a cabeça no colo dela e disse “Olha só, Diane, o Glover veio te ver. Ele vai dormir com você todas as noites, só você que não vai dormir…”
Deixar sua cama desarrumada expõe os ácaros À luz a ao ar fresco, o que os desidrata. Já arrumar sua cama faz o ar e a umidade fluir para o espaço debaixo dos lençóis, o que cria um ambiente perfeito para os ácaros. Ou seja, não arrumar sua cama é melhor para sua saúde.
O nome completo de Pablo Picasso era “Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso”.
Sob todo aspectos, melhor do que ler sobre Moreira Franco ……
25/12/2015 18p4 – Atualizado em 25/12/2015 18p6
Fotógrafo compra câmera em feira e acha fotos de família feitas há 20 anos
Após contar história na internet, ele encontrou família de Juiz de Fora. Câmera custou R$ 5; fotos mostram 1º Natal de casal com filha e parentes.
Roberta OliveiraDo G1 Zona da Mata
Câmera (dir) foi comprada em feira com fotos de família (Foto: Bruno Guimarães/ Arquivo Pessoal)
Ao publicar o apelo “Procuro uma família no Natal” nas redes sociais, o fotógrafo Bruno Guimarães, de João Monlevade, nem imaginava o desfecho da história. Ele comprou uma câmera antiga por R$ 5 numa feira livre, em Juiz de Fora, que continha um filme. Ao revelar, descobriu inúmeras fotos feitas há cerca de 20 anos, inclusive o registo do primeiro Natal de uma família.
Graças à publicação, após 2p0 de compartilhamentos, parentes e a própria criança – atualmente uma jovem de 20 anos – o encontraram. Agora, família e fotógrafo estão combinando de se conhecer pessoalmente para que Bruno entregue as fotos originais que foram “perdidas” pela família de Juiz de Fora.
Para o fotógrafo, a história começou há cerca de seis meses quando ele passou pela feira livre de domingo na Avenida Brasil, em Juiz de Fora, encontrou a câmera Kodak Instamatic 177XF à venda por R$ 10. “Era uma câmera muito semelhante ao modelo que meus pais tiveram quando eu era criança, uma Kodak Instamatic 155X. E eu coleciono, tenho entre 70 e 100 máquinas. Negociei com o vendedor e ainda consegui um desconto”, explicou.
Foto feita há 20 anos foi encontrada em câmera comprada em feira (Foto: Bruno Guimarães/ Arquivo Pessoal)
Sabendo que a câmera tinha um filme, tomou outras providências. “Este modelo protegia bem o filme, procurei um laboratório de confiança em Belo Horizonte e deixei para revelar. Quando as fotos foram entregues, levei um susto. Em um filme de 24 poses tinha a história de uma família, provavelmente do primeiro Natal de um casal com a filha. Tinha o pai, a mãe, a filha, a tia, primos em um clube e fotos de casa”, disse.
Bruno esperou chegar um scanner que havia comprado e digitalizou e tratou todas as fotos. “Como havia imagens de Natal, resolvi divulgar o apelo agora para localizar a família. Eu queria descobrir a história das fotos. Mesmo depois que atualizei explicando que achei a família, ainda tem gente compartilhando e querendo saber o desfecho”, afirmou Bruno.
Fotos perdidas A menina nas fotos é a estudante de Serviço Social, Luciana Gomes Cataldi, 20 anos. A jovem juiz-forana foi apresentada às fotos da própria infância durante os compartilhamentos da publicação de Bruno Guimarães.
Foto de casal e filha em câmera comprada em feira (Foto: Bruno Guimarães/ Arquivo Pessoal)
“A minha tia está nas fotos e uma amiga dela a marcou no post. Ela que me avisou. O fotógrafo também me achou e estamos conversando. Eu mostrei aos meus pais. Estamos todos muito surpresos. A gente não tinha essas fotos, porque ninguém sabia delas”, contou.
Luciana contou que a câmera era do avô paterno e a mãe se desfez dela há alguns anos. “Ela se lembra de ter jogado a câmera fora, porque era antiga. Mas não sabia que havia um filme lá dentro. Ela nem está acreditando. Nunca imaginava que isso poderia acontecer”, disse.
A universitária ainda não acredita nesta incrível recuperação de uma memória da própria infância e na repercussão da história nas redes sociais. “As fotos foram tiradas no Clube Bom Pastor, que fica perto de onde a gente mora. Além disso, algumas foram tiradas na casa da minha avó. Ainda temos a mesa e o relógio que aparecem nela. Se tornou algo muito grande, muitas pessoas me chamaram para falar delas”, afirmou.
A universitária afirmou que a família vai deixar a câmera continuar na coleção do fotógrafo, mas aguada pelo encontro com Bruno Guimarães. “Ele disse que quer nos encontrar, que vai trazer as fotos impressas e vai tirar uma foto nova com todos nós para mostrar como estamos agora”, explicou Luciana Cataldi.
Luciana Cataldi é a criança que hoje tem 20 anos (Foto: Luciana Cataldi/ Arquivo Pesoal)
Bruno Guimarães confirmou que pretende ir até Juiz de Fora para conhecer a família e entregar as fotos. “Isso é fotografia de verdade. Isso nunca aconteceu antes. Achar negativos, mas achar um filme que ainda tinha fotos! Um dos primos que aparece nem me pediu o arquivo digital, ele queria uma versão revelada e como tenho estúdio vou imprimir uma com alta qualidade para durar por muitos anos. Eu também quero conversar com a mãe. Já prevejo que vou ficar muito emocionado”, afirmou.
E para quem se emocionou com o desfecho da história divulgada pelo fotógrafo colecionador, ele antecipa que novas buscas podem acontecer. “Na mesma feira, comprei outra máquina que tem filme. Ainda não revelei para saber o conteúdo”, comentou.
Os ataques de playboys desocupados ao compositor Chico Buarque de Holanda não ocorreram por acaso. Ao contrário, são fruto de uma estratégia conservadora de deslegitimação de artistas, jornalistas e blogueiros de esquerda.
Qualquer divergência com o status quo midiático deve ser tratada como decorrente do recebimento de dinheiro público. Enquanto, os blogueiros são acusados de receber verbas públicas, os artistas de esquerda não defenderiam a posição da Casa Grande por causa de recursos da Lei Rouanet. A divergência de opinião seria uma questão de desvio de caráter.
Nada mais eloquente sobre esta estratégia do que o vídeo que circula nas redes sociais em que Millôr Fernandes critica Chico por “lucrar com seu ideal” (https://www.youtube.com/watch?v=OutdHvCn8Qs) . Inacreditavelmente, Chico é acusado de viver de sua arte e de sua poesia. Pouco importa os prejuízos causados pela ditadura com a censura a músicas e peças e o exílio. Ou como bem apontou Renato Janine Ribeiro no seu Facebook, qual outra alternativa resta numa economia capitalista, a não ser produzir para o mercado?
Pouco importa a realidade. A ignorância é tamanha que desconhecem que a maior parte da verba publicitária estatal continua sendo destinadas à velha mídia. Alguns dos playboys que atacaram Chico devem suas heranças e sua vida mansa aos polpudos recursos recebidos do Estado através do Proálcool ou até a fraudes financeiras.
Nesse contexto, Chico Buarque é acusado de receber dinheiro público para defender o PT e o governo. Pouco importa, que apenas tenha utilizado a Rouanet para traduzir seu livro “Leite Derramado” para o coreano e que os recursos tenham sido destinados ao tradutor e não ao autor.
Como nem mesmo algum revoltado on-line é capaz de acreditar que Chico viva dos direitos autorais da Coréia, acabam misturando alhos com bugalhos. Peças de Marieta Severo ou sua filha são incluídas na sua conta e até mesmo o filme sobre Chico, mesmo que o dinheiro seja para a realização do filme e não para o compositor.
Há uma ignorância completa em relação aos procedimentos para liberação de recursos pela Lei Rouanet.
O Ministério da Cultura contratou a Fundação Getúlio Vargas para elaboração de uma planilha com os valores de referência do mercado. Portanto, não há que se falar em valores acima daqueles praticados no mercado.
Os projetos para a Rouanet são avaliados pela CNIC, com representantes da classe artista que são listados ao fim deste post. Assim, apenas a ignorância pode relacionar a aprovação pela Rouanet a qualquer forma de dirigismo estatal. Cabe lembrar que captações foram autorizadas para diversos oposicionistas como Lobão.
Mais grave que a ignorância é o fim da civilidade política. Ao desqualificar qualquer divergência política como corrupta, os conservadores cruzaram o rubicão da civilidade, o que pode inviabilizar a convivência pacifica em nossa sociedade. Os ataques ao nosso maior compositor são apenas o sinal de que o pior pode estar por vir.
Conheça os integrantes da CNIC para o biênio 2015/2016
Artes Cênicas
Titular: Sheila Machado de Aragão (Associação dos Produtores de Teatro Independente)
1º Suplente: Getúlio Henrique Rocha Lima (Instituto Escola do Teatro Bolshoi no Brasil)
2º Suplente: Robson Silva Santos (Associação Brasileira de Circo e Cooperativa Brasileira de Circo)
Artes Visuais
Titular: Carlos Francisco Amorim de Carvalho (Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil)
1º Suplente: Roberto de Souza Leão Veiga (Associação Nacional das Entidades Culturais)
2º Suplente: Heleninha Botelho de Campos Coelho (Sindicato Nacional dos Artistas Plásticos)
Audiovisual
Titular: Indaiá Freire da Silva (Associação Brasileira de Produtores Independentes de TV)
1º Suplente: André Muniz Leão (Associação Brasileira de Documentaristas)
2º Suplente: Tarciana Gomes Portella (Associação Brasielira de Produtores Independentes de TV- ABPITV)
Empresariado Nacional
Titular: Anna Paula Montini (Confederação Nacional das Instituições Financeiras)
1º Suplente: Gilberto Rodrigues Figueiredo (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)
2º Suplente: José Paulo Soares Martins (Confederação Nacional da Indústria)
Humanidades
Titular: Eduardo Reis Silva (Câmara Brasileira do Livro)
1º Suplente: Marcelo Luciano Martins di Renzo (Associação Brasileira de Editoras Universitárias)
2º Suplente: Maria do Socorro Sampaio Flores (Associação Nacional das Livrarias)
Música
Titular: Amilson Teixeira de Godoy (Conselho Brasileiro de Entidades Culturais)
1º Suplente: Arthur Barbosa Neto (Brasil Música e Artes)
2º Suplente: Janete de Fátima Andrade (Instituto Pensarte)
Patrimônio
Titular: José Armênio de Brito Cruz (Instituto dos Arquitetos do Brasil)
1º Suplente: José Leme Galvão Júnior (Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios)
2º Suplente: Rosangela Marques de Britto (Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus)
Devem ser espantados para longe, deixando tudo limpo.
Ouviram falar de “limpeza étnica”? Em judeus? Em guetos?
Não importa que seja uma criança.
Não importa nem mesmo que seja Natal.
O relato, que está se espalhando na rede, do advogado Breno Melaragno Costa noFacebook é cortante.
Leia, por favor, e faça uma ideia do que é parte dos que se consideram bons, especiais, melhores que os outros.
E que são piores, piores que qualquer delírio de maldade possa imaginar.
Surreal! Estava agora há pouco com meus filhos numa sorveteria na Ataulfo de Paiva, no final do Leblon.
Quando estávamos já terminando os nossos sorvetes, apareceu um menino negro e pobre vendendo balas.
Depois de não conseguir vender sequer uma bala para nenhuma pessoa que lá estava – inclusive eu – ele voltou a mim e me pediu “o senhor compraria um sorvete pra mim”. Eu, meus dois filhos e a babá já terminando os nossos deliciosos sorvetes e uma criança, trabalhando, negra, pobre e provavelmente moradora de favela me pedindo um mísero sorvete.
Claro que respondi que sim! Perguntei a ele o sabor e fomos até a caixa.
Logo após comprar o sorvete para aquela criança, uma senhora, de boa aparência, se vira pra mim e educadamente me pergunta: “o senhor é morador do Leblon?”. Respondi que sim e fiquei tentando reconhecer quem seria aquela senhora, uma ex-vizinha, uma ex-professora, etc. Poderia esperar qualquer coisa menos a frase que veio logo a seguir: “porque com o senhor fazendo isso, aí é que esta gente não vai embora daqui mesmo”. Isto na frente daquela pobre criança, que naturalmente não esboçou qualquer reação. Deve infelizmente estar acostumada a ser tratada como um ser humano inferior.
Estupefato, estampei um sorriso no rosto como forma de autocontrole e, educadamente, não resisti: “a senhora agora vai me mandar pra Cuba?”. No que ela respondeu, ainda para piorar, apontando para a criança: “é este tipo de gente que estraga o nosso bairro”. Não tive coragem de olhar para o rosto daquela criança. Sorri novamente e disse “quem estraga o nosso bairro é parte dos próprios moradores que infelizmente pensam como a senhora”.
Hoje é dia 23 de dezembro e provavelmente esta senhora estará amanhã à noite em família “pregando o bem”.
Nasci, cresci e sempre vivi no Leblon. Sei muito bem como parte dos moradores pensam, mas jamais havia presenciado cena desta natureza.
Independente de concepções, de opiniões políticas ideológicas, partidárias, etc, a crueldade da atitude daquela senhora foi explícita, pública, dita em alto e bom som, sem qualquer pudor, eivada de ódio daquela pobre criança.
Vivo criticando a esquerda por uma aparente vulgarização do termo “fascista”, por inúmeros motivos que aqui não cabem. Mas é fato que nossa elite nestes últimos tempos de excesso de opiniões raivosas e superficiais em detrimento de um mínimo de conhecimento e reflexão, se aproxima cada vez mais de um caminho irracional e suicida.
Poucos, muito poucos, lucram com isso e certamente não é o(a) morador(a) do Leblon, que se ilude em viver num principado isolado do resto da cidade e do país. Enquanto isso vou lendo o livro da Marcia Tiburi (Como conversar com um fascista) por prazer e por necessidade (rs) e vou fazendo votos para que 2016 seja pelo menos um pouco diferente…
Para quem não conhece a professora Tiburi, um video onde ela fala sobre o tema.
Peço licença para perder o tom de jornalista e fazer como fez o Chico Buarque, nos anos da ditadura, para ser o Julinho da Adelaide e fazer escapar da censura algumas de suas músicas.
Mas é que a coisa aqui tá preta e a gente estava precisando de algo para que as pessoas – a imensa maioria – de bem e da bondade se tocassem do avanço da selvageria que acontece por toda parte, inclusive em nós mesmos.
Porque, como ao zika, ninguém é imune à microcefalia do clima de guerra de torcidas que toma conta da sociedade quando está em jogo o mais caro valor humano, aquilo que Cecília Meirelles disse que era a “palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda”: a liberdade.
Porque liberdade não é apenas não estar preso, não senhor, embora a ideia de prender alguém, nem que o alguém seja um passarinho, seja repugnante.
Liberdade é poder pensar como quiser, agir como quiser – desde que não machuque ou prejudique outros -, ser igual ( o que nunca se é), ser diferente (o que nunca se é, totalmente).
Mas a liberdade não é só isso. Como Tom, maestro e parceiro do Chico, escreveu sobre ser feliz, também é impossível ser livre sozinho. A solidão, tomada em doses acima das necessárias, é um veneno: torna um ser humano a negação da liberdade, pois estende uma cerca em torno dele, que proíbe de sair e, sobretudo, proíbe de entrar.
Liberdade é um caldo coletivo, onde a gente nada conforme os nossos braços, se esbarrando uns nos outros, acertando às vezes o pé e os cotovelos, brigando aqui e ali, com uma única regra: ninguém pode ou deve ser afogado.
Porque liberdade não é conformismo, tanto quanto não é intolerância.
Quando se perde a tolerância, com ela se vai a liberdade alheia.
Como aconteceu com a do Chico de, simplesmente, andar pela calçada até um táxi.
Parece que o mundo virou um programa policial e o “escracha” a regra de comportamento.
As pessoas não podem ser deixadas em paz, têm de ser classificadas, julgadas, condenadas por darem qualquer opinião diferente daquela “autorizada” pela mídia, o general destes tempos modernos.
Mas, ainda bem, restaram alguns ícones de tempos difíceis, mas bem menos brutos.
De um tempo de delicadeza que, expulso das ruas, sobrevivia dentro de nós.
E que chocou o Brasil ver agredido gratuitamente na provocação ao Chico.
Em moldes terrenos, foi como aquele “chutar a Santa”
Vou fazer um brinde à delicadeza, hoje, neste simpático “rolezinho com o Chico Buarque” que a turma da internet inventou.
Tomo um chope com ele e, como ele não vai estar, tomo o dele também, com a devida licença.
E o levanto, na esperança que o sono da delicadeza não seja tão longo, que não se tenha perdido para toda uma geração.
—
Eu acrescentaria a este brinde, uma das melhores interpretações de “Tempo da Delicadeza”, já trazida aqui antes, creio que pela Odonir:
A mídia, o Ministério da Justiça, PGR, STF, MPF e PF acobertam Eduardo Cunha e já ensaiam marchinha para o carnaval: “Daqui não saio, daqui ninguém me tira!”.
Chico Buarque, o amigo de Lula, em resposta bem humorada e musicada aos rapazes que o hostilizaram no Leblon: “Vai trabalhar, vagabundo!”
Aécio Neves pede a recontagem dos votos de Feliz Natal, e FHC põe à venda os votos que comprou para reeleição.
Os envolvidos no Zelote, cuja investigação ainda está praticamente zerada, (são os bancos Santander, Safra e Bradesco; as companhias Cimento Penha, Boston Negócios, J.G. Rodrigues, Café Irmãos Julio e Mundial-Eberle; as montadoras Ford e Mitsubishi; o grupo Gerdau; e a maior afiliada da rede Globo, a RBS) . Esse escândalo de corrupção envolve valores oito vezes maiores que os da Lava Jato, onde os envolvidos já foram presos e parte do dinheiro devolvido. Será que irão pleitear na justiça um prazo de 25 anos para julgamento, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, no caso do Trensalão e da Sabesp? Vale lembrar que o mensalão tucano está há 17 anos sem julgamento e prescrevendo!
No Brasil, as vendas de Natal e Black Friday, no varejo, on-line, tiveram alta de 26% na comparação com o mesmo período de 2014, indo para R$ 7,4 bilhões, informou a empresa E-Bit/Buscapé nesta sexta-feira.
Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 2015
OAB/RJ 75 300
Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.
romério rômulo
26 de dezembro de 2015 2:13 amcartas entre Vinicius e Chico sobre a “Valsinha”
https://saraubenedito.wordpress.com/2007/05/20/cartas-entre-vinicius-e-chico-buarque/
Vinicius dá uma “aparafusada geral” em Chico e Chico responde.
romério
Cris Kelvin
26 de dezembro de 2015 9:01 amAinda bem…
… que o Chico não topou a alteração. A versão gravada ficou mais redonda.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:19 amA pior guerra que existe no
A pior guerra que existe no mundo não são de armas, mas acontece no coração daqueles que não sabem amar.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:20 am(Sem título)
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:23 amNão deu para pagar o aluguel?
Não deu para pagar o aluguel? Na casa de Luciana você não precisa pagar aluguel!!!
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:28 amanarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:31 amanarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:34 amDr. Jonas Salk, o homem que
Dr. Jonas Salk, o homem que criou a cura para a Poliomelite, não patenteou a vacina. Ele queria que ela fosse acessível para toda a população, até a mais pobre, e abriu mão de ganhar US$ 7 Bilhões por ano só para cumprir seu dever médico.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:38 amO Papa Gregório IX acreditava
O Papa Gregório IX acreditava que os Gatos eram a encarnação de Satanás, e mandou matar todos os Gatos, o que causou um aumento da população de Ratos, e que mais tarde veio a contribuir para a disseminação massiva da Peste Negra.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:46 amExistiu um Ladrão de Bancos
Existiu um Ladrão de Bancos na década de 1920 que era adorado pela população. “Pretty Boy Floyd” costumava destruir documentos de dívidas bancárias durante seus assaltos, livrando a população das suas dívidas e juros…
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:52 amEm 1993, um Sargento do
Em 1993, um Sargento do Exército dos Estados Unidos decapitou o amante da sua esposa, levou a cabeça dele para o quarto de hospital onde ela estava esperando para ter um filho, jogou a cabeça no colo dela e disse “Olha só, Diane, o Glover veio te ver. Ele vai dormir com você todas as noites, só você que não vai dormir…”
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 7:58 amDeixar sua cama desarrumada
Deixar sua cama desarrumada expõe os ácaros À luz a ao ar fresco, o que os desidrata. Já arrumar sua cama faz o ar e a umidade fluir para o espaço debaixo dos lençóis, o que cria um ambiente perfeito para os ácaros. Ou seja, não arrumar sua cama é melhor para sua saúde.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 8:09 amO nome completo de Pablo
O nome completo de Pablo Picasso era “Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso”.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 8:11 amanarquista sério
26 de dezembro de 2015 8:23 amanarquista sério
26 de dezembro de 2015 9:23 ampneumoultramicroscopicossili
pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico
é a maior palavra da língua portuguesa.
anarquista sério
26 de dezembro de 2015 9:36 amanarquista sério
26 de dezembro de 2015 9:40 amanarquista sério
26 de dezembro de 2015 10:00 amÉ o que tem pra hoje.
É o que tem pra hoje.
Carioca
26 de dezembro de 2015 1:40 pmSob todo aspectos, melhor do que ler sobre Moreira Franco ……
25/12/2015 18p4 – Atualizado em 25/12/2015 18p6
Fotógrafo compra câmera em feira e acha fotos de família feitas há 20 anos
Após contar história na internet, ele encontrou família de Juiz de Fora.
Câmera custou R$ 5; fotos mostram 1º Natal de casal com filha e parentes.
Roberta OliveiraDo G1 Zona da Mata
Ao publicar o apelo “Procuro uma família no Natal” nas redes sociais, o fotógrafo Bruno Guimarães, de João Monlevade, nem imaginava o desfecho da história. Ele comprou uma câmera antiga por R$ 5 numa feira livre, em Juiz de Fora, que continha um filme. Ao revelar, descobriu inúmeras fotos feitas há cerca de 20 anos, inclusive o registo do primeiro Natal de uma família.
Graças à publicação, após 2p0 de compartilhamentos, parentes e a própria criança – atualmente uma jovem de 20 anos – o encontraram. Agora, família e fotógrafo estão combinando de se conhecer pessoalmente para que Bruno entregue as fotos originais que foram “perdidas” pela família de Juiz de Fora.
Para o fotógrafo, a história começou há cerca de seis meses quando ele passou pela feira livre de domingo na Avenida Brasil, em Juiz de Fora, encontrou a câmera Kodak Instamatic 177XF à venda por R$ 10. “Era uma câmera muito semelhante ao modelo que meus pais tiveram quando eu era criança, uma Kodak Instamatic 155X. E eu coleciono, tenho entre 70 e 100 máquinas. Negociei com o vendedor e ainda consegui um desconto”, explicou.
Sabendo que a câmera tinha um filme, tomou outras providências. “Este modelo protegia bem o filme, procurei um laboratório de confiança em Belo Horizonte e deixei para revelar. Quando as fotos foram entregues, levei um susto. Em um filme de 24 poses tinha a história de uma família, provavelmente do primeiro Natal de um casal com a filha. Tinha o pai, a mãe, a filha, a tia, primos em um clube e fotos de casa”, disse.
Bruno esperou chegar um scanner que havia comprado e digitalizou e tratou todas as fotos. “Como havia imagens de Natal, resolvi divulgar o apelo agora para localizar a família. Eu queria descobrir a história das fotos. Mesmo depois que atualizei explicando que achei a família, ainda tem gente compartilhando e querendo saber o desfecho”, afirmou Bruno.
Fotos perdidas
A menina nas fotos é a estudante de Serviço Social, Luciana Gomes Cataldi, 20 anos. A jovem juiz-forana foi apresentada às fotos da própria infância durante os compartilhamentos da publicação de Bruno Guimarães.
“A minha tia está nas fotos e uma amiga dela a marcou no post. Ela que me avisou. O fotógrafo também me achou e estamos conversando. Eu mostrei aos meus pais. Estamos todos muito surpresos. A gente não tinha essas fotos, porque ninguém sabia delas”, contou.
Luciana contou que a câmera era do avô paterno e a mãe se desfez dela há alguns anos. “Ela se lembra de ter jogado a câmera fora, porque era antiga. Mas não sabia que havia um filme lá dentro. Ela nem está acreditando. Nunca imaginava que isso poderia acontecer”, disse.
A universitária ainda não acredita nesta incrível recuperação de uma memória da própria infância e na repercussão da história nas redes sociais. “As fotos foram tiradas no Clube Bom Pastor, que fica perto de onde a gente mora. Além disso, algumas foram tiradas na casa da minha avó. Ainda temos a mesa e o relógio que aparecem nela. Se tornou algo muito grande, muitas pessoas me chamaram para falar delas”, afirmou.
A universitária afirmou que a família vai deixar a câmera continuar na coleção do fotógrafo, mas aguada pelo encontro com Bruno Guimarães. “Ele disse que quer nos encontrar, que vai trazer as fotos impressas e vai tirar uma foto nova com todos nós para mostrar como estamos agora”, explicou Luciana Cataldi.
Bruno Guimarães confirmou que pretende ir até Juiz de Fora para conhecer a família e entregar as fotos. “Isso é fotografia de verdade. Isso nunca aconteceu antes. Achar negativos, mas achar um filme que ainda tinha fotos! Um dos primos que aparece nem me pediu o arquivo digital, ele queria uma versão revelada e como tenho estúdio vou imprimir uma com alta qualidade para durar por muitos anos. Eu também quero conversar com a mãe. Já prevejo que vou ficar muito emocionado”, afirmou.
E para quem se emocionou com o desfecho da história divulgada pelo fotógrafo colecionador, ele antecipa que novas buscas podem acontecer. “Na mesma feira, comprei outra máquina que tem filme. Ainda não revelei para saber o conteúdo”, comentou.
http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2015/12/fotografo-compra-camera-em-feira-e-acha-fotos-de-familia-feitas-ha-20-anos.html
Luiz Alberto Vieira
26 de dezembro de 2015 3:32 pmAs raízes dos ataques ao Chico
Os ataques de playboys desocupados ao compositor Chico Buarque de Holanda não ocorreram por acaso. Ao contrário, são fruto de uma estratégia conservadora de deslegitimação de artistas, jornalistas e blogueiros de esquerda.
Qualquer divergência com o status quo midiático deve ser tratada como decorrente do recebimento de dinheiro público. Enquanto, os blogueiros são acusados de receber verbas públicas, os artistas de esquerda não defenderiam a posição da Casa Grande por causa de recursos da Lei Rouanet. A divergência de opinião seria uma questão de desvio de caráter.
Nada mais eloquente sobre esta estratégia do que o vídeo que circula nas redes sociais em que Millôr Fernandes critica Chico por “lucrar com seu ideal” (https://www.youtube.com/watch?v=OutdHvCn8Qs) . Inacreditavelmente, Chico é acusado de viver de sua arte e de sua poesia. Pouco importa os prejuízos causados pela ditadura com a censura a músicas e peças e o exílio. Ou como bem apontou Renato Janine Ribeiro no seu Facebook, qual outra alternativa resta numa economia capitalista, a não ser produzir para o mercado?
Pouco importa a realidade. A ignorância é tamanha que desconhecem que a maior parte da verba publicitária estatal continua sendo destinadas à velha mídia. Alguns dos playboys que atacaram Chico devem suas heranças e sua vida mansa aos polpudos recursos recebidos do Estado através do Proálcool ou até a fraudes financeiras.
Nesse contexto, Chico Buarque é acusado de receber dinheiro público para defender o PT e o governo. Pouco importa, que apenas tenha utilizado a Rouanet para traduzir seu livro “Leite Derramado” para o coreano e que os recursos tenham sido destinados ao tradutor e não ao autor.
Como nem mesmo algum revoltado on-line é capaz de acreditar que Chico viva dos direitos autorais da Coréia, acabam misturando alhos com bugalhos. Peças de Marieta Severo ou sua filha são incluídas na sua conta e até mesmo o filme sobre Chico, mesmo que o dinheiro seja para a realização do filme e não para o compositor.
Há uma ignorância completa em relação aos procedimentos para liberação de recursos pela Lei Rouanet.
O Ministério da Cultura contratou a Fundação Getúlio Vargas para elaboração de uma planilha com os valores de referência do mercado. Portanto, não há que se falar em valores acima daqueles praticados no mercado.
Os projetos para a Rouanet são avaliados pela CNIC, com representantes da classe artista que são listados ao fim deste post. Assim, apenas a ignorância pode relacionar a aprovação pela Rouanet a qualquer forma de dirigismo estatal. Cabe lembrar que captações foram autorizadas para diversos oposicionistas como Lobão.
Mais grave que a ignorância é o fim da civilidade política. Ao desqualificar qualquer divergência política como corrupta, os conservadores cruzaram o rubicão da civilidade, o que pode inviabilizar a convivência pacifica em nossa sociedade. Os ataques ao nosso maior compositor são apenas o sinal de que o pior pode estar por vir.
Conheça os integrantes da CNIC para o biênio 2015/2016
Artes Cênicas
Titular: Sheila Machado de Aragão (Associação dos Produtores de Teatro Independente)
1º Suplente: Getúlio Henrique Rocha Lima (Instituto Escola do Teatro Bolshoi no Brasil)
2º Suplente: Robson Silva Santos (Associação Brasileira de Circo e Cooperativa Brasileira de Circo)
Artes Visuais
Titular: Carlos Francisco Amorim de Carvalho (Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil)
1º Suplente: Roberto de Souza Leão Veiga (Associação Nacional das Entidades Culturais)
2º Suplente: Heleninha Botelho de Campos Coelho (Sindicato Nacional dos Artistas Plásticos)
Audiovisual
Titular: Indaiá Freire da Silva (Associação Brasileira de Produtores Independentes de TV)
1º Suplente: André Muniz Leão (Associação Brasileira de Documentaristas)
2º Suplente: Tarciana Gomes Portella (Associação Brasielira de Produtores Independentes de TV- ABPITV)
Empresariado Nacional
Titular: Anna Paula Montini (Confederação Nacional das Instituições Financeiras)
1º Suplente: Gilberto Rodrigues Figueiredo (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo)
2º Suplente: José Paulo Soares Martins (Confederação Nacional da Indústria)
Humanidades
Titular: Eduardo Reis Silva (Câmara Brasileira do Livro)
1º Suplente: Marcelo Luciano Martins di Renzo (Associação Brasileira de Editoras Universitárias)
2º Suplente: Maria do Socorro Sampaio Flores (Associação Nacional das Livrarias)
Música
Titular: Amilson Teixeira de Godoy (Conselho Brasileiro de Entidades Culturais)
1º Suplente: Arthur Barbosa Neto (Brasil Música e Artes)
2º Suplente: Janete de Fátima Andrade (Instituto Pensarte)
Patrimônio
Titular: José Armênio de Brito Cruz (Instituto dos Arquitetos do Brasil)
1º Suplente: José Leme Galvão Júnior (Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios)
2º Suplente: Rosangela Marques de Britto (Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus)
Anna Dutra
26 de dezembro de 2015 3:56 pmE mais uma vez no Leblon…
http://tijolaco.com.br/blog/ao-pobres-nem-caridade-que-dira-justica/
Ao pobres, nem caridade. Que dirá justiça
POR FERNANDO BRITO · 25/12/2015
Um sorvete. Nada mais que um sorvete.
Bastou. Os pobres, os negros, são moscas.
Devem ser espantados para longe, deixando tudo limpo.
Ouviram falar de “limpeza étnica”? Em judeus? Em guetos?
Não importa que seja uma criança.
Não importa nem mesmo que seja Natal.
O relato, que está se espalhando na rede, do advogado Breno Melaragno Costa noFacebook é cortante.
Leia, por favor, e faça uma ideia do que é parte dos que se consideram bons, especiais, melhores que os outros.
E que são piores, piores que qualquer delírio de maldade possa imaginar.
Surreal! Estava agora há pouco com meus filhos numa sorveteria na Ataulfo de Paiva, no final do Leblon.
Quando estávamos já terminando os nossos sorvetes, apareceu um menino negro e pobre vendendo balas.
Depois de não conseguir vender sequer uma bala para nenhuma pessoa que lá estava – inclusive eu – ele voltou a mim e me pediu “o senhor compraria um sorvete pra mim”. Eu, meus dois filhos e a babá já terminando os nossos deliciosos sorvetes e uma criança, trabalhando, negra, pobre e provavelmente moradora de favela me pedindo um mísero sorvete.
Claro que respondi que sim! Perguntei a ele o sabor e fomos até a caixa.
Logo após comprar o sorvete para aquela criança, uma senhora, de boa aparência, se vira pra mim e educadamente me pergunta: “o senhor é morador do Leblon?”. Respondi que sim e fiquei tentando reconhecer quem seria aquela senhora, uma ex-vizinha, uma ex-professora, etc. Poderia esperar qualquer coisa menos a frase que veio logo a seguir: “porque com o senhor fazendo isso, aí é que esta gente não vai embora daqui mesmo”. Isto na frente daquela pobre criança, que naturalmente não esboçou qualquer reação. Deve infelizmente estar acostumada a ser tratada como um ser humano inferior.
Estupefato, estampei um sorriso no rosto como forma de autocontrole e, educadamente, não resisti: “a senhora agora vai me mandar pra Cuba?”. No que ela respondeu, ainda para piorar, apontando para a criança: “é este tipo de gente que estraga o nosso bairro”. Não tive coragem de olhar para o rosto daquela criança. Sorri novamente e disse “quem estraga o nosso bairro é parte dos próprios moradores que infelizmente pensam como a senhora”.
Hoje é dia 23 de dezembro e provavelmente esta senhora estará amanhã à noite em família “pregando o bem”.
Nasci, cresci e sempre vivi no Leblon. Sei muito bem como parte dos moradores pensam, mas jamais havia presenciado cena desta natureza.
Independente de concepções, de opiniões políticas ideológicas, partidárias, etc, a crueldade da atitude daquela senhora foi explícita, pública, dita em alto e bom som, sem qualquer pudor, eivada de ódio daquela pobre criança.
Vivo criticando a esquerda por uma aparente vulgarização do termo “fascista”, por inúmeros motivos que aqui não cabem. Mas é fato que nossa elite nestes últimos tempos de excesso de opiniões raivosas e superficiais em detrimento de um mínimo de conhecimento e reflexão, se aproxima cada vez mais de um caminho irracional e suicida.
Poucos, muito poucos, lucram com isso e certamente não é o(a) morador(a) do Leblon, que se ilude em viver num principado isolado do resto da cidade e do país. Enquanto isso vou lendo o livro da Marcia Tiburi (Como conversar com um fascista) por prazer e por necessidade (rs) e vou fazendo votos para que 2016 seja pelo menos um pouco diferente…
Para quem não conhece a professora Tiburi, um video onde ela fala sobre o tema.
[video:https://youtu.be/R71v-akXmxA%5D
GalileoGalilei
26 de dezembro de 2015 5:58 pmTempo da Delicadeza – Fernando Brito – Tijolaço
Um chope para o Chico, pelo tempo da delicadeza
Por Fernando Brito · 26/12/2015
Peço licença para perder o tom de jornalista e fazer como fez o Chico Buarque, nos anos da ditadura, para ser o Julinho da Adelaide e fazer escapar da censura algumas de suas músicas.
Mas é que a coisa aqui tá preta e a gente estava precisando de algo para que as pessoas – a imensa maioria – de bem e da bondade se tocassem do avanço da selvageria que acontece por toda parte, inclusive em nós mesmos.
Porque, como ao zika, ninguém é imune à microcefalia do clima de guerra de torcidas que toma conta da sociedade quando está em jogo o mais caro valor humano, aquilo que Cecília Meirelles disse que era a “palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda”: a liberdade.
Porque liberdade não é apenas não estar preso, não senhor, embora a ideia de prender alguém, nem que o alguém seja um passarinho, seja repugnante.
Liberdade é poder pensar como quiser, agir como quiser – desde que não machuque ou prejudique outros -, ser igual ( o que nunca se é), ser diferente (o que nunca se é, totalmente).
Mas a liberdade não é só isso. Como Tom, maestro e parceiro do Chico, escreveu sobre ser feliz, também é impossível ser livre sozinho. A solidão, tomada em doses acima das necessárias, é um veneno: torna um ser humano a negação da liberdade, pois estende uma cerca em torno dele, que proíbe de sair e, sobretudo, proíbe de entrar.
Liberdade é um caldo coletivo, onde a gente nada conforme os nossos braços, se esbarrando uns nos outros, acertando às vezes o pé e os cotovelos, brigando aqui e ali, com uma única regra: ninguém pode ou deve ser afogado.
Porque liberdade não é conformismo, tanto quanto não é intolerância.
Quando se perde a tolerância, com ela se vai a liberdade alheia.
Como aconteceu com a do Chico de, simplesmente, andar pela calçada até um táxi.
Parece que o mundo virou um programa policial e o “escracha” a regra de comportamento.
As pessoas não podem ser deixadas em paz, têm de ser classificadas, julgadas, condenadas por darem qualquer opinião diferente daquela “autorizada” pela mídia, o general destes tempos modernos.
Mas, ainda bem, restaram alguns ícones de tempos difíceis, mas bem menos brutos.
De um tempo de delicadeza que, expulso das ruas, sobrevivia dentro de nós.
E que chocou o Brasil ver agredido gratuitamente na provocação ao Chico.
Em moldes terrenos, foi como aquele “chutar a Santa”
Vou fazer um brinde à delicadeza, hoje, neste simpático “rolezinho com o Chico Buarque” que a turma da internet inventou.
Tomo um chope com ele e, como ele não vai estar, tomo o dele também, com a devida licença.
E o levanto, na esperança que o sono da delicadeza não seja tão longo, que não se tenha perdido para toda uma geração.
—
Eu acrescentaria a este brinde, uma das melhores interpretações de “Tempo da Delicadeza”, já trazida aqui antes, creio que pela Odonir:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=kloAsMazs-g align:center]
Emanuel Cancella
26 de dezembro de 2015 8:18 pmPapo de bar
Papo de bar X
com Emanuel Cancella
A mídia, o Ministério da Justiça, PGR, STF, MPF e PF acobertam Eduardo Cunha e já ensaiam marchinha para o carnaval: “Daqui não saio, daqui ninguém me tira!”.
Chico Buarque, o amigo de Lula, em resposta bem humorada e musicada aos rapazes que o hostilizaram no Leblon: “Vai trabalhar, vagabundo!”
Aécio Neves pede a recontagem dos votos de Feliz Natal, e FHC põe à venda os votos que comprou para reeleição.
Os envolvidos no Zelote, cuja investigação ainda está praticamente zerada, (são os bancos Santander, Safra e Bradesco; as companhias Cimento Penha, Boston Negócios, J.G. Rodrigues, Café Irmãos Julio e Mundial-Eberle; as montadoras Ford e Mitsubishi; o grupo Gerdau; e a maior afiliada da rede Globo, a RBS) . Esse escândalo de corrupção envolve valores oito vezes maiores que os da Lava Jato, onde os envolvidos já foram presos e parte do dinheiro devolvido. Será que irão pleitear na justiça um prazo de 25 anos para julgamento, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, no caso do Trensalão e da Sabesp? Vale lembrar que o mensalão tucano está há 17 anos sem julgamento e prescrevendo!
No Brasil, as vendas de Natal e Black Friday, no varejo, on-line, tiveram alta de 26% na comparação com o mesmo período de 2014, indo para R$ 7,4 bilhões, informou a empresa E-Bit/Buscapé nesta sexta-feira.
Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 2015
OAB/RJ 75 300
Emanuel Cancella é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.
http://emanuelcancella.blogspot.com.