Por Diogo Costa
Iniciativa interessante. Apenas não terá efeito algum, afinal de contas, abrir-se-á diálogo com quem? Com base em que propostas? Quem são os interlocutores? Pode-se dialogar com uma ‘tática’ que rejeita todo e qualquer diálogo? Enfim, não tem como vingar isso, mas a população brasileira deve saber que o governo federal está estendendo a mão e abrindo as portas para o diálogo.
E, antes que eu me esqueça, um grupo intitulado “Manifesto Libertário” respondeu de imediato ao chamado de Dilma: “Black Bloc não negocia com terroristas.” Ou seja, é a mesmíssima linguagem utilizada pelos militares golpistas de 64, que até hoje chamam Dilma de terrorista porque ela lutou contra a ditadura militar. E lutou, diga-se de passagem, no tempo do AI-5, sem Habeas Corpus, sem essa ‘veleidade’ chamada de Direitos Humanos e sem advogado à tiracolo, como o fazem alguns “revolucionários” dos dias atuais. Pois é…
Do Estadão
Ministro Gilberto Carvalho busca interlocutores para ‘compreender este fenômeno social’; ‘Só reprimir não resolve’, afirma
Tânia Monteiro – O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA – O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo está buscando interlocutores com o movimento Black Bloc porque é preciso estabelecer um “diálogo” com eles e “compreender este fenômeno social”. Depois de ressaltar que o governo está “preocupadíssimo” com esta violência, o ministro entende que “a repressão é necessária”, mas ressalvou que “só reprimir não resolve a profundidade do problema”. O ministro reconheceu que a população acabou se tornando refém da violência dos black blocs e justificou que “o próprio esvaziamento das manifestações demonstrou isso”.
Para Gilberto Carvalho, “o Estado não pode permitir a violência” e o governo quer impedi-la. Mas, ao mesmo tempo, quer ir à raiz do problema para entender essa questão e tomar medidas que resolvam. Segundo ele, o governo está “preocupadíssimo” com a questão e procura entender “até que ponto a cultura de violência vivida na periferia já emigrou para esse tipo de ação”. Salientou ainda que é preciso ir a fundo na questão e não basta criminalizar os jovens, é preciso entender o que está acontecendo.
Após lembrar que esta é “uma questão complexa”, Carvalho explicou que, “para podermos ter uma atuação eficaz, nós temos de ter um diagnóstico mais preciso”, que ainda não existe. “Estamos acelerando isso, estamos em diálogo com a polícia, com as autoridades dos Estados, estamos buscando e também com a sociedade, com movimentos juvenis porque a simples criminalização imediata não vai resolver”, declarou o ministro, acrescentando que “a polícia faz o combate à destruição e tem de fazer”. “Mas para resolver o problema na profundidade, nós temos de conhecer um pouco mais, entender de onde vem esse processo.”
Ao defender a necessidade de se conseguir interlocutores com os black blocs, Carvalho citou que o governo está em busca de integrantes do grupo que queiram dialogar. “Um dos problemas é essa dificuldade de ter interlocutores que possam e que queiram inclusive dialogar. Que a linguagem aparente – e insisto, aparente – é muito da destruição, da negação. Agora, nós precisamos de alguma forma ter uma ponte, nós estamos buscando com muita força esse diálogo, para que a gente possa achar uma saída eficaz porque só reprimir não resolve”, afirmou.
O ministro comentou ainda que tem havido dificuldade no contato porque “é um grupo que não se apresenta para o diálogo, não se identifica”. “A nós causa um grande espanto”
Fabio (o outro)
30 de outubro de 2013 11:58 amTudo bem.
Aqui em SP ,
Tudo bem.
Aqui em SP , Alckimin faz até acordo com o PCC !
Gustavo Belic Cherubine
30 de outubro de 2013 12:01 pmComecem respondendo: Por que o senhor atirou em mim?
Participe da Audiência Pública Sobre o Genocídio da Juventude Negra em SP
http://negrobelchior.cartacapital.com.br/2013/10/28/por-que-o-senhor-atirou-em-mim/
Por que o senhor atirou em mim? Quem vai responder a pergunta do Douglas?
negrobelchior / 2 dias atrás
Jovem de 17 anos é assassinado por Policial Militar, na Zona Norte de São Paulo
“Cê viu ontem? Os tiro ouvi de monte! Então,
diz que tem uma pá de sangue no campão.
‘Ih, mano toda mão é sempre a mesma ideia junto:
treta, tiro, sangue, aí, muda de assunto (…)”
Fórmula Mágica da Paz – Racionais Mc’s
Por Douglas Belchior
Douglas Rodrigues podia ser meu aluno. Cursava o terceiro ano do ensino médio e trabalhava em uma lanchonete. Tinha só 17 anos. Nesta segunda (28), passava com o irmão de 13 anos em frente a um bar quando foi abordado por policiais, quando sofreu um disparo certeiro no peito. “Por que o senhor atirou em mim?”, teria perguntado ao PM, segundo a mãe, Rossana de Souza. Douglas foi levado a um hospital da região, mas não resistiu.
Os agentes averiguavam uma suposta denúncia de “perturbação de sossego”, segundo o Boletim de Ocorrência, por conta do som de um carro que tocava funk. “Ele deu o tiro dentro do carro. Não falou nada, não teve nem reação”, disse uma testemunha. Já o policial afirmou que o tiro foi acidental. Ele foi autuado em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
A equipe da Coordenação de Juventude, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos da cidade de São Paulo está em contato com a família e informou que oferecerá todo o apoio e orientação.
Quem vai responder a pergunta do Douglas?
Ele perguntou ao estado, ao poder, aos governantes: Por que atirou em mim? Estavam na Vila Medeiros para garantir o “sossego” da comunidade. O que isso tem a ver com tiros, truculência e terror? O tiro foi acidental? De novo? E no peito? Travestidos como acidentes, o fato é que a violência e a morte tem uma estranha predileção etária, étnica, social e geográfica: as vitimas são sempre jovens, negros ou pobres e moradores de periferias.
Queria mudar de assunto, como sugere o verso do Racionais, relembrada acima. Mas a realidade não deixa! Uma das principais reivindicações dos movimentos populares hoje no Brasil é justamente a desmilitarização das polícias e a consequente extinção da PM. Está provado que, em nome do Estado e dos interesses privados que o dirige, a PM existe para reprimir e matar negros e pobres.
Políticas públicas, por mais bem intencionadas que possam parecer – como é o caso do Juventude Viva, não darão conta do problema da violência urbana se não tocarem a dimensão da política militar genocida vigente. Como já descrevi num outro momento, “O assassino não pergunta ao pretinho se é assistido pelo bolsa família; se está matriculado no curso técnico; se frequenta o projeto social da Ong do bairro; se foi cabo eleitoral do deputado eleito pelo distrito; se está inscrito para a prova do Enem; ou se já marcou a entrevista no balcão de empregos da central sindical.” Exatamente como aconteceu com Douglas, o assassino cumpre, fardado ou a paisana, sua tarefa: ele mata! E depois faz uso dos instrumentos legais da carnificina, característicos da hipocrisia democrática que vivemos e alega resistênciaou ação culposa, sempre “sem a intenção de matar”.
Aliás, esse é o argumento jurídico do Estado Brasileiro para negar o genocídio de sua juventude: “Não há a intenção”, apesar dos fatos. Mas o que importa ao morto ou a família do morto se houve ou não a intenção de matar? O que importa a intenção, se os velórios e a dor são irreversíveis?
Transfiro a pergunta de Douglas para vocês, Governador Alckmin e Presidenta Dilma, que preferiram o conforto do Palácio dos Bandeirantes a participação no lançamento do Plano Juventude Viva no último dia 25, no Campo Limpo, quando poderiam ouvir de nós as angustias e talvez – a partir de uma ação concreta, caro governador, evitar mais um assassinato.
Por que o policial atirou? Por que sempre atiram? A tropa obedece, o comando treina, a direção ordena e os chefes de estado se responsabilizam. Então respondam Alckmin e Dilma, porque Douglas foi assassinado? E até quando outros serão? E vocês, que se solidarizaram à PM imediatamente após a agressão sofrida pelo Coronel Rossi, o que tem a dizer agora?
Chega de hipocrisia. A PM mata negros e pobres todos os dias!
Participe da Audiência Pública Sobre o Genocídio da Juventude Negra em SP
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 3:46 pmE como depredar o terminal de
E como depredar o terminal de ônibus que eu uso vai ajudar em relação à violência policial?
Ao meu ver eles estão castigando a mim, que vou encontrar as coisas destruídas no terminal e não vai adiantar nada contra a violência da polícia.
E a impunidade aos BBs não vai ajudar absolutamente nada contra a impunidade aos policiais que cometem crimes.
Orlando Soares Varêda
30 de outubro de 2013 4:30 pm“E como depredar o
“E como depredar o terminal de ônibus que eu uso vai ajudar em relação à violência policial?”
OK ruyacquaviva. Então! O que fazer? Não me diga que o governo deveria investir em “campanhas educativas.” Pois sim?
Orlando
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 8:17 pmEntão por não saber o que
Então por não saber o que fazer, eu vou até o terminal de ônibus que você usa e quebro tudo. Assim eu faço alguma coisa, mesmo que seja prejudicar você sem alterar em nada a questão da violência policial.
Sua lógica é fantástica. Não sabe o que fazer? Destrua uma coisa de outra pessoa.
Jênio.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:02 pmNa verdade serve p/ justificar a violência policial
Mas acho que o Gilberto de Carvalho está certo. Os BBs precisam ser punidos, mas com justiça e sem exageros, sem acusaçoes de formaçao de quadrilha, sem escolha de bodes expiatórios, ou a violência aumentará. E punir nao basta, tem que haver um discurso de paz. E a questao da violência policial tem que ser enfrentada.
Como já disse em outro tópico, eu adoraria ver a Dilma em cadeia nacional de TV falando francamente sobre essas DUAS questoes. Sei que é difícli, porque ela nao pode interferir na política dos estados. Mas podia fazer um convite aos governadores e prefeitos no sentido de que é preciso justiça, e anunciar alguma medida que tenha algum impacto simbólico, como por ex. uma comissao dos ministérios da Justiça e dos Direitos Humanos (e o MPF podia ser convidado a participar) que acompanhasse os procedimentos policiais e questionasse os abusos.
zéca sene
30 de outubro de 2013 12:03 pmidéia absurda
Combater idiotas? Todos p o manicômio e pronto!!!
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 1:15 pmVocê está propondo o que os
Você está propondo o que os nazistas faziam, transformar os manicômios em fachadas para prisões políticas e campos de concentração.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:05 pmEle é um provocador, Ruy
Já teve comentarista aqui defendendo fazer com as casas dos BBs o que eles fazem na rua. Isso chama-se INCENTIVO AO CRIME. Está havendo uma aposta na radicalizaçao das redes sociais, temos que ficar serenos e nos contrapor a isso, seja de um lado, seja de outro.
RVeiga
30 de outubro de 2013 12:07 pmDilma erra. Dilma é a
Dilma erra. Dilma é a presidente democraticamente eleita de todos os brasileiros, apoiada pela maioria da população. Os black blocs, ainda que tivessem alguma legitimidade (isto é, apoio popular), e a gente bem sabe que não tëm, sua forma de se manifestar é (ou deveria ser) inaceitavel numa democracia. Chamando-os para o dialogo, Dilma corre o sério risco de involuntariamente dar aval a esse tipo de método. Não tem que chamar pra conversar coisa nenhuma esse pessoal que chega chutando a porta.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 12:29 pmPrimeiro mostre nos UM
Primeiro mostre nos UM comentario seu de suporte a Dilma.
RVeiga
30 de outubro de 2013 2:21 pmE eu deveria fazer isso por
E eu deveria fazer isso por que? Eu tenho por acaso que provar que estou do lado da Dilma (e ela não tem nem vai ter meu voto) para poder criticá-la?
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 3:37 pm“E eu deveria fazer isso por
“E eu deveria fazer isso por que?”:
Ja fez. Agora sim, esta claro pra todo leitor que voce nunca escreveria “Dilma acerta”, independente de toda e qualquer razao.
RVeiga
30 de outubro de 2013 6:11 pmDá uma olhada, Ivan:
Dá uma olhada, Ivan: http://criticanarede.com/falacias.htm.
Você é meio velhusco, me parece, mas nunca é tarde pra ler e aprender um pouco.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 9:02 pmUi, como doi ser
Ui, como doi ser complexado…
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 1:03 pmResponder o problema com a
Responder o problema com a repressão pura e simples, sem uma tentativa de diálogo é que seria um erro grave.
Acho muito acertada a tentativa de entender e dialogar com esses grupos. No mínimo dará uma oportunidade para eles colocarem suas reivindicações e idéias ou, não havendo reivindicações nem idéias, deixará claro para a população a natureza dessa prática.
Colocar a polícia para reprimir pura e simplesmente, sem nem tentar o diálogo, não é uma forma democrática de agir. Porém é importante lembrar que a busca do diálogo não significa legitimar a atitude deles nem representa leniência com a destruição do patrimônio público e privado e muito menos com a violência contra pessoas.
RVeiga
30 de outubro de 2013 2:20 pmPrezado Ruy: repressão pura e
Prezado Ruy: repressão pura e simples, em alguns casos, é tudo o que deve ser feito, sim. Um garoto de 17 anos foi morto de forma estúpida, na MELHOR (se se pode chamar de melhor) das hipóteses por um policial despreparado (sendo verdadeira a história do tiro acidental). Óbvio que a indignação das pessoas daquela comunidade é mais do que justa e não dá pra esperar que diante desse fato abominável essa indignação não se transforme em excessos. Nestes casos, óbvio que a resposta do Estado não pode ficar restrita à eventual contenção desses excessos, ainda que o Estado, mesmo que responsável pela morte daquele meinino, não possa admitir toda e qualquer forma de excesso. Agora, outra coisa é um bando de revoltadinhos, como os tais black blocs, sair por aí quebrando coisas, agredindo pessoas, sabe-se lá por quê e para quê… que “diálogo” quer ter o governo federal com esses caras? Quem fala por eles? Em nome de que causa estão nas ruas espalhando insegurança e prejuízos?
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 3:40 pmNo seu próprio texto você já
No seu próprio texto você já faz diuas perguntas fundamentais que a sociedade está se fazendo. Como responder a isso sem tentar um diálogo?
Veja bem, dialogar não é sinônimo de ser leniente com a violência. Não se está falando de ficar esperando parado eles responder à abertura ao diálogo, deixando que eles pratiquem a violência abertamente.
Tem que haver abertura ao diálogo, se eles não tiverem o que dizer ou não quiserem dialogar, ou não tiverem uma liderança para fazer esse diálogo, ficaremos sabendo pela forma como eles reagirem a essa tentativa de dialogar. Sem ela ficam apenas as perguntas e as especulações.
Se você me perguntar se eu acho que vai dar certo eu lhe responderei categoricamente que na minha opinião não vai dar. Mas seria um absurdo não haver espaço para que o diálogo aconteça.
Zanchetta
30 de outubro de 2013 5:12 pmTá me lembrando uma velha
Tá me lembrando uma velha anedota sobre diálogo:
PM pergunta: ” Como te chamas?”
BB responde: “Robervaldo!”
Escuta-se um tiro… “Chamavas!!!”
RVeiga
30 de outubro de 2013 6:18 pmNeste caso — como
Neste caso — como provavelmente em tantos outros — concordemos em discordar. O caso dos BBs pra mim só mostra aonde vai nos levar a tolerância com o vale tudo dos “bem intencionados”.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:11 pmMentalidade digna de “Tea Party”
É para tentar solucionar um problema, ou dar o troco a qualquer preço? Que tal usar a faculdade de raciocínio, que seria própria aos humanos? Tentar ouvir e dialogar nunca é ruim. O que nao quer dizer, no entanto, que se defenda a impunidade.
É preciso sim conter os BBs, que estao ameaçando a democracia, quer queiram (o que é provável, pelo menos por parte de quem manipula os cordéis), quer estejam apenas equivocados. Mas fazer isso jogando gasolina no fogo é pouco inteligente, e só piora a situaçao e aumenta a raiva.
Eu queria tanto que a Dilma fosse à TV com um discurso sereno e firme… Pedindo paz, censurando a violência mas mostrando compreensao das causas e abertura ao diálogo.
RVeiga
30 de outubro de 2013 6:29 pmNem comento a alusão, tão
Nem comento a alusão, tão gratuita quanto equivocada, ao Tea Party. Quanto ao uso das faculdades mentais, fique tranquila, meu cérebro tá ainda no auge da boa forma, muito bem treinado. A CPU tá rodando no clock máximo. E, modéstia às favas, não pago pedágio nem para o politicamente correto nem para seu oposto: não tenho opiniões pré-formatadas por outras pessoas.
No mais, leia minha réplica ao Ruy, se te interessa saber o que eu penso, o que acho pouco provável.
Durvalino
30 de outubro de 2013 12:30 pm… o governo precisa definir
… o governo precisa definir de qual lado estah ..
nao usa o serviço de ntelegencia da PM; a PM prende na hora do movimento, a Civil solta por falta de provas. seria o samba de uma nota soh. ?
quem ganha com isso eh a bandidagem …..
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 1:09 pmPM + Polícia Civil ->
PM + Polícia Civil -> Governos Estaduais
Quem solta os presos nas manifestações é a justiça. Justiça = Poder judiciário. Poder Judiciário é diferente e independente do poder executivo.
Pegar tudo que acontece e jogar no colo do Governo Federal, desconsiderando as demais esferas do poder público e toda a legislação que define as reponsabilidades dessas esferas é a atitude mais contraproducente possível, pois não cobra de quem deveria cobrar e ainda abre espaço para o aproveitamento politiqueiro da situação.
Vamos cobrar de quem deve ser cobrado. O Governo Federal tem responsabilidades e deve ser cobrado por elas, mas não deve ser cobrado pelo que é de responsabilidade dos governos estaduais ou de outros poderes. Nesses casos a cobrança deve ser direcionada a quem tem efetivamente a responsabilidade.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:14 pmQuestoes complexas nao se resumem a “dois lados”
Chega de pensamento primário. Um(a) estadista tem que ter a posiçao mais equilibrada e que seja melhor para a populaçao, nao tem que “dizer de que lado está”. Tem que procurar o que abra caminhos de soluçao dos problemas, nao jogar gasolina no fogo.
Kamerval Tivita Marinhos
30 de outubro de 2013 12:41 pm“Começa a Pátria a se
“Começa a Pátria a se levantar da letargia indolente na qual foi deitada pelos malévolos asseclas do bolchevismo petista durante a usurpação ilegítima do poder iniciada pelo despreparado sr. Lula da Silva, assustada pelo perigo do golpe comunista que já se faz notar no horizonte e que poderá mergulhar o país em trevas definitivas se nada fazermos agora para evitar este mal maior. A hora é crucial para o estabelecimento de nossas trincheiras democráticas, de nossos batalhões em defesa da família cristã e da propriedade, contra os grilhões do marxismo escarlate satânico que já marcham ao nosso encontro ” – Prof. Hariovaldo
André Sousa
30 de outubro de 2013 1:50 pmSonho
Isso aíque o Prof. Hari coloca como ironia, é o sonho que se passa na cabeça do pig
Fernando J.
30 de outubro de 2013 12:44 pmIsso, depois dessa ideia de
Isso, depois dessa ideia de jerico e após o “diálogo” (??), os Black Bostas não mais vão depredar tudo, mas vão se postar na frente dos bancos e gritar: feio, bobo…
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 1:12 pmSe o diálogo é idéia de
Se o diálogo é idéia de gerico, o que seri correto, não fazer nada ou tocar a repressão pura e simples.
Se é idéia de gerico dialogar então o inteligente é partir para a violência pura e simples.
Acho que não.
Idéia de gerico é condenar a tentativa de diálogo e entendimento.
Pode não dar certo, mas não se pode afirmar que não vai dar certo sem pelo menos tentar.
peregrino
30 de outubro de 2013 1:30 pmpois é, ruy…
muitos fazendo exatamente o que os oportunistas querem sem que percebam
peregrino
30 de outubro de 2013 1:37 pm…
tudo o que está aí em forma de ódio cego, mudo e surdo começou em SP
leonidas
30 de outubro de 2013 1:43 pmRepressao?
E assim que voce
Repressao?
E assim que voce entende o simples cumprimento da lei por parte do publico?
Oras bolas o problema disso tudo é absurda teimosia por parte das autoridades ( Alckymin e Cia ) em confundir interesse politico com interesse da sociedade no resguardo a direitos basicos
No contrato social de uma democracia vc delega ao estado o monopolioi do uso da força, quando por conveniencia politica o estado determina que a policia se resuma a escoltar manifestaçao que bloqueia o transito e assista depredaçao de patrimonio publico para só entao começar a agir, voce tem o resultado que vemos hoje
Ou seja a baderna generalizada
O fim do direito democratico de poder voltar para casa pq alguem ou alguns resolveram obstruir via publica e sair de lá quando bem achar dque deva
O MP deveria acionar o governo por omissao e prevaricaçao
Cumprir leis nao é repressao
O abuso deve e pode ser punido, mas nao tem nada a ver com proibiçoes absurdas ok?
Repito esses vandalos se nao forem contidos tornaram a Copa do Mundo em um show de horrores
Imagine cenas como essa durante o torneio mundo afora?
Da um tempo…
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 3:28 pmQuando a polícia cumpre a lei
Quando a polícia cumpre a lei reprimindo um comportamento criminoso, chama-se repressão policial sim.
Ela pode ser legítima, como cumprimento da lei ou ilegítima como cumprimento de uma ordem arbitrária ou resultado da truculência individual de policiais, mas é repressão.
Quando alguém reprime alguma coisa, chama-se repressão. Se quem reprimeiu é a polícia, chama-se represão poícial.
Não é “como eu chamo”, é a língua portuguesa.
Sintomático que você esteja babando pelo uso da violência para reprimir os BBs. A direita só entende a linguagem da truculência. No entanto concordo que as pessoas devem responder pelas suas atitudes. Os BBs devem responder pela violência que praticam, assim como os policiais devem responder quando cometem arbitrariedades e crimes também. O maior erro dos BBs é tentarem justificar sua violência citando a violência policial, pois fica parecendo que querem justificar a própria impunidade citando a impunidade para a violência policial.
Acho que o diálogo não é possível porque os BBs não querem. E critico muito os BBs. Acho que o processo de formação desses grupos violentos é o mesmo que resultou na formação das milícias facistas (incluindo aí as SA nazistas).
Mas acho absurdo o governo nem tentar o diálogo. O Alckmin deveria buscar um diálogo também.
No mínimo ficará claro que eles não aceitam dialogar, mas há uma chance que mesmo que eles recusem, algumas pessoas que estão entrando nessa onda devido ao efeito manada, parem e reflitam melhor sobre o que estão fazendo.
Só que eu penso que o diálogo não é desculpa para a impunidade nem para o descumprimento da lei.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:19 pmEste cara está querendo jogar gasolina no fogo
Em outro comentário em outro tópico já defendeu que se fizesse depredaçao nas casas dos BBs. E nao é só um troll psicopata. Acho que vai haver uma aposta na radicalizaçao, aquilo que o Azenha falou pode ter “dado idéias”, Fazer a web virar um imenso esgoto, e afastar os leitores mais moderados dela, jogando-os de novo nas maos do PIG. Nao caiamos nessa armadilha.
leonidas
30 de outubro de 2013 1:10 pmIsso é loucura
Nao ha dialogo
Isso é loucura
Nao ha dialogo com vandalos!
Esses caras ao serem reconhecidos ganham legitimidade inclusive em seus atos criminosos
Na Copa do Mundo o governo tera a oportunidade de se arrepender em dar ouvidos a quem nao deve…
peregrino
30 de outubro de 2013 1:25 pmno meu entender foi um ótimo passo adiante…
é com o convite ao dialogo que se desfaz qualquer mistério
alguém precisava mostrar que as explosões de violência cega, muda e surda não são as únicas ferramentas que temos à disposição dos jovens que se deixam levar pelos que querem tirar proveito político das suas insatifações, e ela mostrou
caso não aceitem o convite, silencia o mantra de que o governo trata a revolta dos nossos jovens com descaso
que, convenhamos, é o mantra dos oportunistas, sempre foi
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 1:26 pmProve o que diz
O texto diz “terroristaS”, no plural, não “terroristA” no singular. A referência é ao terrorismo de Estado, vivido diariamente nas periferias e favelas do Brasil, não ao passado da Dilma. E um dos motivos básicos do anonimato e da organização horizontal dos Black Blocs e afins é justamente impedir o surgimento de “lideranças” e “interlocutores” que possam ser cooptados.
Mas você, que além de divulgar a versão policial da realidade, também é chegado numa caluniazinha básica, não podia perder uma oportunidade destas, não?
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 1:51 pm“Versão policial”…
Pausa para um leve sorriso.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 4:36 pmUia, uma foto do fundador da Tcheka!
Tem gente que não tem mesmo noção…
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 4:57 pmUia II
Obrigado pela resposta. Lênin não é mesmo muito bem quisto pelos Blacks. Compreendo.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:25 pmDiogo, POR FAVOR nao caia nessa!
Tudo o que esse provocador quer é te irritar, te fazer chegar aos xingamentos, e afastar os leitores dos seus argumentos. NAO BAIXE AO NÍVEL DELE! Manda ele catar coquinhos, e pronto, nao responda mais, NAO ALIMENTE TROLLS!
A troca de insultos torna o clima irrespirável, afasta os leitores comuns. Acho que o que o Azenha disse deu idéias ao pessoal da Direita (NAO ESTOU DIZENDO QUE ESSA FOI A INTENÇAO DO AZENHA). Vao tentar apostar na radicalizaçao burra, afastar as pessoas moderadas e nao convencidas da web, jogando-as indefesas nas maos do PIG. Nao contribua com o jogo do inimigo!
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 5:27 pmTem razão
Tem razão Ana Lú. Farei isso a partir de agora. Abraço!
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 7:12 pmQuem não tem como responder cala-se
Você tem toda a razão em seguir os conselhos da “anarquista” lúcida — afinal, os métodos dela e os seus são idênticos.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 7:10 pmInimigo…
O próprio Diogo Costa pediu para ser meu “amigo” no Facebook há muuito tempo devido à minha extensa e intensa participação aqui no blog do Nassif — com certeza porque ele devia odiar o que escrevo. Se faz tempo que não apareço, um simples clique no meu nome teria evitado a você o constrangimento do insulto barato e infundado.
Repito o que disse: divulgar a versão policial dos fatos é colaborar com a polícia. Há nisto uma declaração de convicção, não um insulto. Foi o sr. Diogo Costa quem abriu a torneira da baixaria, a cujo nível eu jamais desci. O fato de você se identificar com as posições dele não lhe dá o direito de contribuir para o esgoto, nem muito menos de me ofender.
“Inimigo” é o que se vale da mentira, da calúnia e da difamação no debate político, venha de onde vier.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 7:28 pmEu nem devia te responder, mas além de tudo vc está equivocado
O que chamaei de “inimigo” nao era você pessoalmente, e sim uma estratégia da Direita, a de apostar na radicalizaçao burra. Que vc está implementando, é verdade. Passe muito bem, viu?
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 7:46 pmQuem está implementando o quê?
Essa tática é velha: insulta, não tem como manter o insulto e diz que não foi isso o que disse. Você foi bem clara no que disse. Se agora viu que falou besteira, peça desculpas, não tente disfarçar e sair pela tangente.
Em nenhum momento eu baixei o debate ao nível de baixaria do sr. Diogo Costa, que você parece apreciar. Foi ele que, ao não ter como negar que divulga uma versão policial das coisas, tentou introduzir a minha mãe na discussão.
Passar bem, uma pinoia. Não tenho nenhum motivo para ouvir ofensas de dois moleques — que é o que você e o sr. Diogo Costa são (e você, ainda por cima, anônima) — sem nenhuma história por trás de si e deixar passar batido. Vou prestar atenção em você.
Quem divulga a versão policial é colaborador da polícia. Quem faz frente com caluniadores é caluniador.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 7:53 pmSe vc faz questao de ter sido insultado, entao fique insultado
E passe muito bem.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 8:05 pmNão sei que dicionário você usa
Mas, no meu, “provovador” e “troll” são insultos.
Se você faz questão de não assumir o que diz, problema seu. Mas já disse, vou prestar atenção em você.
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 3:14 pmAcho interessante você querer
Acho interessante você querer que se tenha bom senso na hora de analisar o significado da expressão utilizada pelos Black Blocs, quando essa expressão já denota uma má vontade muito maior do que a necessária para fazer o tipo de leitura que você definiu como “calúnia”.
Ou seja, no dos outros é refresco.
Quem chamou ao diálogo foi o Governo Federal, que não é diretamente responsável pelas ações da Polícia Federal que VOCÊ DIZ ser o motivo do uso da palavra “terroristas” na resposta dos BBs (ainda não estou convencidop que seja isso). Por que então eles chamariam o governo federal de “terroristas”.
PIOR
Se eles definem qualquer esfera de governo como “terroristas” e se recusam ao diálogo, quem irá reclamar se os governos estaduais definirem os BBs como terroristas também e passem a responder com truculência às ações desse grupo?
Ou seja, os BBs estão pedindo por mais e mais violência, o que eu não dúvidas que irá se voltar contra eles mesmos.
O diálogo é a saída correta, mas agora está claro que eles não estão dispostos a dialogar.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 4:48 pmNão há nenhuma dúvida quanto ao sentido
Basta olhar a página deles, aqui. Está claro que são uma meninada sem maior importância que não sabe muito bem do que fala, mas está claríssimo que são de esquerda – e até, em muitas declarações, francamente pró-governo e obviamente anti-PSDB — e também anti-PSTU.
O terror de Estado é um tema recorrente nos meios anarquistas/libertários/autonomistas — e não sem razão.
O “Manifesto Libertário” NÃO tem ligação com os Black Blocs, o que também está claríssimo na página em questão. Portanto, não pode falar por eles — ninguém pode, nem eles mesmos.
Qualquer um — até o Diogo — seria capaz de ver que a versão que ele tenta impingir (a de que a palavra “terroristas” se refere à atuação da presidente ou dos membros do governo em geral contra a ditadura) é absurdamente incoerente com a posição da meninada. Logo, se ele prefere fingir que não viu, está sendo desonesto — e deliberadamente calunioso.
Eu me recuso a acreditar que alguém seja tão tapado.
__________________________________________
Quanto ao “diálogo” proposto pelo Gilberto de Carvalho, até o Diogo sabe que não há a menor possibilidade de acontecer, e eu sei que o digníssimo secretário-geral da Presidência sabe disto. Portanto, se ele está se propondo “achar interlocutores” em um movimento que se organiza explicitamente de maneira a não ter interlocutores nem líderes — fato que ele não ignora –, o motivo dessa “mão estendida” só pode ser o oposto: justificar o recrudescimento (se é que é possível) da repressão (“nós tentamos dialogar, mas eles não quiseram, só sobrou o sarrafo”).
Há em todas essas movimentações policiaco-caluniosas e de teatrinho “dialogante” um claro erro de cálculo: os BBs não estão isolados, como querem fazer crer a máquina de calúnias da qual o sr. Diogo Costa é uma óbvia peça e a imprensa golpista. Basta ver a declaração de apoio a eles por parte da assembleia dos professores cariocas em greve, que a máquina de calúnias tentou atribuir à direção do sindicato pelego, só porque nela há uma maioria de membros que não são do PT (quando relatos da assembleia deixam claro que a diretoria pelega tentou por todos os meios impedir a declaração de apoio). Um recrudescimento da repressão vai atear fogo à pradaria.
Juliano Santos
30 de outubro de 2013 4:15 pmTio black bloc
Caro Tomas, como pode ter certeza que o sentido de “terroristas” é esse que voce falou? Participas do grupo? Sei não, diante da mistureba ideológica que rola por aí nas manifestações, pode ser a que o Diogo falou mesmo. E sendo um grupo “horizontal” qualquer um pode tomar a palavra não? Até os saudosos da ditadura
Edinilson pereira rocha
30 de outubro de 2013 1:39 pmDifficult acreditar que on
Difficult acreditar que on governo agora quer negociar com bandidos transvestidos de manifestantes, so mesmo no Brasil um absurdo destes.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 5:50 pmVOCE usou a palava “negociar”
VOCE usou a palava “negociar” pela primeira vez nesse post.
Fernando J.
30 de outubro de 2013 1:49 pmIdeia de jerico 2 – A Missão
1. Ao abrir o diálogo com os Black Bostas, o governo federal atribui status de movimento social a bandidos;
2. Os Black Bostas são um problema afeto às Secretarias de Segurança dos respectivos estados. Ao federalizar o problema, tirou do colo dos governadores e botou no próprio. O Natal chegou mais cedo para o Alckmin e o Sergio Cabral;
3. Se os Black Bostas forem recebidos pelo governo federal, nunca mais sairão das ruas.
morallis
30 de outubro de 2013 4:24 pmGoverno popular amigo, tem
Governo popular amigo, tem que estar em todo lugar mesmo sendo atribuição dos estados, se a população
é afetada e já começa a pensar em reagir por conta própria ( sem polícia..) coisa que não tardara pois
começa a parecer terra de ninguem ,é hora de interferir sim, sempre com diálogo.Não vamos esperar defuntos
na esquina, ou massacre de mascarados quaisquer até pelo “domínio do fato.
ArthurTaguti
30 de outubro de 2013 2:08 pmIniciativa correta.
Eu não
Iniciativa correta.
Eu não tenho nada contra mascarado, mas é impressionante o grau de inconveniência dos Blac Block’s.
Nos últimos meses, toda manifestação pedindo uma bandeira legítima redunda em manchetes falando de vandalismo e depredação.
Se protestar, marcar uma manifestação é buscar espaço na mídia para sensibilizar a população sobre um tema, quem é que vai conseguir nos dias de hoje alguma coisa, se no dia seguinte todo mundo só fala do quebra-quebra?
Que eles são o sintoma do mal-estar reinante na nossa sociedade, da falta de oportunidades, não tenha dúvidas.
Só que deve ter muito inocente útil aí que vira massa de manobra de pessoas interessadas em acabar com os protestos de rua.
Gilberto Carvalho tem que chamar esta molecada para dialogar, para conhecer quem são e o que querem.
Reprimir com mais violência policial é só colocar mais lenha na fogueira da mídia que se dedica diuturnamente em criminalizar as manifestações populares.
Fellix Silva
30 de outubro de 2013 2:34 pmDesse limão vai sair uma limonada
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo está buscando interlocutores com o movimento Black Bloc porque é preciso estabelecer um “diálogo” com eles e “compreender este fenômeno social”.
Está certo o governo. Antes de qualquer atitude tem mesmo que buscar interlocutores e compreender o fenômeno. Claro que possivelmente não vai encontrar interlocutores, ou falar com pseudo-interlocutores, e poderá dar a interpretação que quiser para o fenômeno. Mas não vai ser acusado de não ter tentado.
Em junho foi parecido. O governo vai aproveitar a oportunidade para fazer ir adiante alguma reforma. O poder político vive disso: oportunismo. É a regra do jogo.
Em suma: não interessa coisa nenhuma o que pensam os black blocs. O governo vai agir como quiser, e vai ficar bem na fita.
Marly
30 de outubro de 2013 5:17 pmMesma opinião!
Concordo, Felix, nada a acrescentar. Dentro do contexto,o governo tem que tentar o diálogo, mesmo que não se concretize. Pouco se sabe desse grupo, nem mesmo se tem um líder e, se tem, quais seriam as reivindicações.
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 2:45 pmA direita ressuscita pelas mãos dos fantasiados
É admirável esse passo do governo federal em direção ao diálogo. Mas isso não tem viabilidade alguma. Os parasitas fantasiados não querem dialogar…
A DIREITA RESSUSCITA PELAS MÃOS DOS FANTASIADOS – Não há nenhuma novidade na ‘tática’ Black Bloc. Desde Seattle eles atuam em diferentes pontos do globo terrestre. O que mudou a política na América Latina não foi a ‘tática’ dos fantasiados. A mudança de época na América Latina, em especial na América do Sul, deveu-se a uma luta política travada durante décadas por partidos, movimentos e sindicatos de esquerda.
O grande catalisador das mudanças econômicas, políticas e sociais da América do Sul, nos últimos 12 anos, foi a organização e a solidariedade de experiências entre partidos, organizações, sindicatos e movimentos sociais diversos, amalgamados primeiro no Foro de São Paulo, a partir de 1990, e, posteriormente, na experiência do Fórum Social Mundial, iniciado em Porto Alegre em 2001.
Este Fórum que se repetiu na capital gaúcha em 2002, 2003 e 2005. Em todos esses fóruns colocou-se mais de 150.000 pessoas nas ruas. Pessoas de diversas partes do Brasil, da América Latina e do mundo inteiro. O Fórum Social Mundial foi o contraponto mais eficaz à desgraça neoliberal e foi justamente a forma de luta empreendida ali que começou a alterar a correlação de forças em nuestra America.
Não foram fantasiados parasitas de movimentos sociais que soterraram a ALCA! Quem soterrou a ALCA foi Lula, Chávez e Kirchnner, na IV Cúpula das Américas, que foi realizada na cidade argentina de Mar del Plata, em novembro de 2005. E isso foi fruto de lutas sociais e políticas que acumularam forças durante décadas!
Lá em Porto Alegre já tínhamos a presença dos parasitas fantasiados. Enquanto a massa de mais de 150.000 pessoas ocupava as ruas com pautas bem definidas, os parasitas iam com o único e primordial objetivo de entrar em confronto com a Brigada Militar, para deleite do Grupo RBS e dos outros órgãos da imprensa pestilenta que veiculavam dia e noite os confrontos entre os parasitas fantasiados dos movimentos sociais e a polícia, como se isso fosse o principal numa manifestação com mais de 150.000 pessoas, com gente do mundo inteiro!
A ‘tática’ dos parasitas fantasiados só interessa à direita, só fortalece à direita, só dá os motivos que a direita precisa para aumentar cada vez mais a repressão. Os parasitas sequestram as pautas dos movimentos sociais e sindicais, não propõe nada que preste e destroem esses movimentos por onde passam, como tentaram fazer inutilmente nos Fóruns Sociais Mundiais e como fizeram, efetivamente, em vários outros movimentos, como o Occupy Wall Street.
A direita só tem a ganhar com a ‘tática’ dos parasitas fantasiados. A esquerda que mudou a América do Sul não tem nada, absolutamente nada a ver com esses parasitas fantasiados. Quem mudou a Venezuela não foram os parasitas fantasiados, mas sim a luta popular e de massas comandada por Hugo Chávez e pelo Movimento V República. Quem mudou a Bolívia não foram os parasitas fantasiados, mas sim a luta popular e de massas capitaneada por Evo Morales e pelo MAS. No Equador foi exatamente igual, na Nicarágua, idem, etc, etc e etc.
A luta política é fundamental para alterar a correlação de forças em qualquer país do mundo. A ‘tática’ dos parasitas fantasiados é contraproducente, não presta para nada. Aliás, só presta para fortalecer a direita com as suas teses de aumento da repressão estatal, de endurecimento da legislação penal e de respeito à ‘ordem’.
A esquerda deve se manter a centenas de léguas de distância desses parasitas fantasiados. A atuação desses grupelhos afasta as massas populares! A atuação desses grupelhos sequestra as pautas de luta dos movimentos sociais. A atuação desses grupelhos não contribui em nada, em absolutamente nada para a luta da esquerda, muito antes pelo contrário.
São agentes a serviço da direita (voluntária ou involuntariamente). A ‘tática’ desses fantasiados pseudo revolucionários fortalece o campo dos demagogos e dos populistas que logo subirão nos palanques para defender a família, a propriedade e a ordem.
E, pior ainda, agem como milicianos “oferecendo” proteção para manifestantes! Ora tenha a santa paciência! Os movimentos sociais não precisam da proteção desses parasitas. Isso é falso, isso é uma maneira dos parasitas poderem se achegar nas legítimas manifestações e desvirtuá-las com as suas imbecis ‘táticas’ que só interessam à direita. A truculência policial aumenta justamente graças a ‘tática’ dos fantasiados!
A única coisa que os parasitas fantasiados vão conseguir empreender (pelo menos vão tentar) é a destruição do processo de mudanças capitaneado pelas lutas populares, estudantis, sindicais e de diversos movimentos sociais, feita a duras penas durante décadas e mais décadas de acúmulo de forças na América do Sul.
Porque os parasitas não foram às ruas quando vivíamos na época dura do neoliberalismo?
Porque vão somente agora, quando a América do Sul experimenta um inédito processo de ascensão social, de distribuição de renda, de diminuição das desigualdades sociais, de afirmação das soberanias nacionais, da tão almejada integração econômica, política e social dos países da região e da vigência do mais longo período de democracia política tido e havido na história dos países sulamericanos? Porque será…
Tem algo mais reacionário do que isto? Impossível, não há nada mais reacionário do que isto. A ‘tática’ dos parasitas fantasiados está sendo o oxigênio que a direita perdeu ao longo da última década. Só não vê isso quem não quer ver.
Raí
30 de outubro de 2013 10:22 pmA única e última alternativa da direita.
Diogo, concordo com você, embora correndo o risco, de tambem ter minha reputação assassinada, como tentam fazer com você, nesta discussão.
A direita e seu testas-de-ferro, os partidos de aluguel, que vendem-se a preço de bananas, para quem pagar, só estão usando estes imbecís, como massa de manobra, para desestabilizar o status quo atual, de relativa calma social, para tentar por este viéz, voltar ao poder, pois pelo voto, eles já viram, que não conseguirão, então…
Anarquista Lúcida
31 de outubro de 2013 12:40 amÚltima nunca vai ser, Raí, eles nao desistem
…
Maria Luisa
30 de outubro de 2013 3:05 pmEntendo, entendo, mas tem uns
Entendo, entendo, mas tem uns comentarios tão reacionarios… E que tal, muito além de black bloc, discutirmos uma reforma da Policia ? Por que o governo não vai ao coração do problema? Se BBs usam como desculpa “tudo que esta ai”, poderiamos pelo menos levantar o problema da violência da Policia com os pobres e miseraveis desse Pais?! Ja passou da hora de o Governo Federal ser mais severo com os Estados e propor mudanças na policia brasileira. Como esta, é obvio, que cedo ou tarde, havera conflitos. Porém muito mais sério que o que temos visto até aqui.
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 3:14 pmEsta corretíssima luta é antiga e o tema já está sendo discutido
“(…) A senadora lembrou que tramitam no Congresso proposições que sugerem a desmilitarizaçãodas polícias, como a PEC 51/2013, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Apresentada em setembro, a PEC tramitava na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e foi encaminhada à comissão especial criada para apresentar propostas na área de segurança pública. Uma das missões do relator, senador Pedro Taques (PDT-MT), será justamente discutir a reorganização das polícias militar e civil.”
Ana Rita defende desmilitarização das polícias
Da Redação
A senadora Ana Rita defendeu nesta quinta-feira (24) a desmilitarização das polícias e o fim dos autos de resistência, usados para justificar mortes causadas por policiais. Para a senadora, as duas mudanças poderiam reduzir os índices de violência contra os joens negros, tema de CPI que já conta com as assinaturas para ser criada no Senado.
– Não tenho dúvidas de que isso contribuirá para avançarmos na redução dos índices epidêmicos de violência que atinge majoritariamente a juventude negra e de periferia, e evitará que casos emblemáticos como o do ajudante de pedreiro Amarildo, vítima supostamente de tortura seguida de morte, praticada por policiais, sejam rotina em nosso país – disse.
A senadora afirmou que o modelo militarizado de polícia é uma herança da época do regime militar, o que gera discussão sobre sua incompatibilidade com uma sociedade democrática. A manutenção desse modelo, na opinião de Ana Rita, é sustentada por setores conservadores e pelo discurso da mídia, ambos contrários aos movimentos de luta por direitos. A discussão sobre os excessos, assinalou, ganhou alguma força após ações truculentas de repressão às manifestações ocoridas este ano.
– O debate da desmilitarização das polícias vem ganhando força na sociedade e o apoio daclasse média, que passou a sentir na pele a violência já muito rotineira e familiar aos moradoresdas periferias e dos bairros populares – disse a senadora.
Ana Rita questionou a formação a que são submetidos os policiais. Para ela, o treinamento é desumano e cruel, alicerçado em práticas agressivas e violentas com os recrutas. A parlamentar apontou a existência de uma “estrutura de humilhação hierarquizada” na corporação, em que os oficiais mais graduados usam o poder em desfavor do elo mais fraco da corrente. O impacto desse tipo de prática, segundo a senadora, recai sobre a sociedade.
– A PM é uma corporação com treinamento militar para tratar da segurança de civis – criticou.
A senadora lembrou que tramitam no Congresso proposições que sugerem a desmilitarizaçãodas polícias, como a PEC 51/2013, do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Apresentada em setembro, a PEC tramitava na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e foi encaminhada à comissão especial criada para apresentar propostas na área de segurança pública. Uma das missões do relator, senador Pedro Taques (PDT-MT), será justamente discutir a reorganização das polícias militar e civil.
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/10/24/ana-rita-defende-desmilitarizacao-das-policias
Vânia
30 de outubro de 2013 3:32 pmVou tomar a liberdade de
Vou tomar a liberdade de trazer para cá um dos comentários mais lúcidos e honestos de todos os que circularam por aqui nesses dias sobre o tema em pauta.
Comentário lúcido, simples e, sobretudo, repito: honesto. Muitas vezes a realidade é tão clara, os fatos estão escancarados na cara de quem quiser ver, mas há os que preferem, por conveniência, elaborar mirabolantes teorias da conspiração para justificar suas bandeiras. Outros ainda preferem atacar a consequência e não a causa do problema.
*****
Por Monier
em https://jornalggn.com.br/fora-pauta/black-blocs-o-assassinato-do-menino-douglas-e-o-inferno-anu#comment-129196
De tudo que se vem sendo discutido desde as manifestações de junho, parece que uma questão se tornou definitiva: a militarização da polícia que patrulha as ruas.
É difícil entender a razão pela qual o debate se desvirtuou e passou a focar na teatralização da tática black bloc (talvez pelo critério da novidade jornalística, pela estética da fotografia do mascarado).
Mas, bem lá atrás, é preciso lembrar das milhões de pessoas sem partido que saíram às ruas um dia depois de a polícia encurralar manifestantes, prender, bater, jogar gás lacrimogênio e bala de borracha em jovens que estavam protestando, além de prender gente por porte de vinagre e fazer um repórter fotográfico perder parte da visão. Por que essas pessoas não o fizeram no dia anterior, quando já havia bastante gente brigando por 20 centavos? Porque ainda não havia aparecido para a opinião pública a truculência policial, e isto foi o marco fundamental.
Hoje mesmo um comentarista publicou dizendo que seu filho foi preso de modo forjado, o que pessoalmente acredito que tenha ocorrido, e os relatos parecidos foram vários.
De todas as pessoas que soube estarem nas ruas, todas eram politizadas, mas quase nenhuma partidarizada na dicotomia atual (PT x antiPT). O que arrastou tanta gente para a rua foi o direito de se manifestar, apesar do que pensasse a máquina do estado.
Com a falta de avanços no debate que se instalou desde a redução das tarifas, fica difícil de lembrar que os black blocs são posteriores ao fenômeno de junho, e que seriam irrelevantes se não fosse a soma da curiosidade da mídia somada ao volume da crítica da esquerda, que teme uma desestabilização do seu governo, que assumidamente ainda não entendeu o que seria o fenômeno black bloc.
Em junho o grito nas ruas era “sem violência”. Havia momentos em que as pessoas se sentavam para que a polícia pudesse prender quem praticava vandalismo. Por que o cenário mudou?
A estratégia dos partidos de direita (Alckmin) e esquerda (Haddad/Dilma) de ignorar que a violência policial foi o estopim para o tamanho da mobilização de junho só criou novos focos de incêndio. Os adeptos das manifestações de massa, mas pacíficas deixaram o protagonismo para os tais dos mascarados que parecem saídos do filme Laranja Mecânica. Que agora se somam à periferia atingida pela mesma truculência policial, do Amarildo no RJ, e do Douglas em SP. Para os mascarados, que não tem ideologia alguma, fica fácil se juntar a qualquer grupo e sair quebrando tudo pela frente, bastando apenas um motivo como a morte de 2 inocentes.
Ter ignorado que truculência militar contra o tal “coxinha” também era violência – como se uma vingança de classe consertasse as instituições – ajudou a apagar o incêndio? Certamente que não. O dia em que a polícia acostumar a bater na classe média, só vão restar ilesos os presidentes do STF, da República, e talvez o presidente do Senado.
E não se trata de criminalizar a maioria dos policiais, que em regra estão atrás de um emprego, e se submetem ao treinamento e às regras da instituição e seu comando, sendo treinados dentro de uma cultura interna.
O que precisa ser feito é corrigir o defeito maior da Constituição de 88, que lembrou da independência do MP e do Judiciário,, mas se esqueceu de definir expressamente como valores da Polícia os valores democráticos. Até mesmo uma sociedade militarizada como a americana lê o “Miranda Rights” aos seus detidos, coisa que o Brasil passa longe de fazer.
Enquanto a instituição não passar do militar para o democrático, enquanto não forem vistos mais como servidores públicos do que como soldados, e treinados segundos esses valores, vão continuar a agir como agem a Rota, a Força Tática e a tropa de choque, que passam cantando pneus pelo centro de São Paulo, e atirando nas periferias, tentando provar que são bravos guerreiros, mesmo quando não há nada de anormal acontecendo.
Se a estrutura e equipe do comando, os métodos de treinamento, e o perfil dos selecionados nas carreiras policiais não for alterado, nenhuma mudança relevante vai acontecer. O primeiro passo é reconhecer que a militarização da polícia é um grande problema para uma sociedade fundamentada em uma Constituição democrática, e que a truculência policial tem sido um problema para a governabilidade pautada nos valores dessa Constituição, incluindo os tumultos decorrentes das manifestações de junho. Todo o restante vai ser um longo trabalho de reconstrução da instituição que é a Polícia.
Motta Araujo
30 de outubro de 2013 4:11 pmTodos os grandes paises do
Todos os grandes paises do mundo tem duas policias: uma judiciaria e investigativa para um tipo de função e outra militarizada, fardada e armada para outro tipo de função, a do policiamento coletivo e dos espaços publicos.
Assim é na França com a Gendarmerie, na Espanha com a Guardia Civil, que é uma instituição militar, no Chile com os Carabineros. O modelo brasileiro é universal, existe em todos os paises, o Brasil tem policias militarizadas desde o Imperio, a Força Publica paulista tem 150 anos, já teve artilharia e aviação, a Brigada Militar gaucha é ainda mais antiga, mas qual é a questão que a esquerdolandia tem com as policias militares? Querem extingui-las e deixar o controle das ruas com os movimentos sociais? O problema das policias militares hoje é de outra natureza, é a falta de apoio politico dos Governadores, com medo da esquerda, da imprensa, da OAB, dos Ministerios Publicos, dos movimentos sociais.
Por falta de suporte as Policias Militares estão sendo corroidase desmobilizadas, o Brasil pagará alto preço porisso.
O Governador de SP jamais poderia ter puxado o tapete da PM quando ela agiu dentro das regras nas primeiras manifestações. Poderia inclusive ter pedido um ajustamento de sua ação mas NUNCA desautoriza-la em publico.
Pois os Blac Blocs nasceram ai, no vacilo da fundamental solidariedade do Comando com a tropa, nenhuma guerra se ganha assim, o Comando ai é o do Governador, que é a autoridade politica que deve garantir a Policia.
A partir desse vacilo vimos uma cena inédita, um Comandante da PM apanhar em publico de mascarados impunes.
Não há nos anais da historia militar situação mais vexatoria do que essa para um comando de tropa.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 4:41 pmDa pra ler antes de comentar?
Da pra ler antes de comentar?
P Pereira
30 de outubro de 2013 6:02 pm.
A esquerdolândia não dá sossego pro André. O Motta também é porisso?
Juliano Santos
30 de outubro de 2013 4:30 pmDebate sem nóia
Também acho que a motivação maior dos blacks blocs aqui no Brasil ao ir às ruas é a raiva que os jovens tem da policia. Vi in loco, o foco da revolta, antes dos governos federal, estadual ou municipal, é a PM.
Isso pode unir sim os jovens de todas as classe. Todos em diferentes graus, e por diferentes motivos, são alvos da repressão truculenta da policia.
Mas isso não descarta a análise “mais acima”, visto que é um movimento globalizado. Seus pontos de contato com o discurso dos Anonymous Brazil (com Z!) e até o #changebrazil (com Z!), e o hsitórica das atuações desse grupos mundo afora, despertam a necessidade de investigar mais a fundo “the great picture” como dizem os americanos.
Não acredito em teorias de conspiração, pero que los hay, los hay
Zanchetta
30 de outubro de 2013 5:00 pmTraficantes e membros do PCC
Traficantes e membros do PCC também detestam a PM!!!
morallis
30 de outubro de 2013 5:18 pmTanto detesta que pagam até
Tanto detesta que pagam até bônus.
P Pereira
30 de outubro de 2013 5:18 pm.
Os viúvos da ditadura e o seus fiotes gostam muito dessa polícia que baixa o cacete no lombo do povo.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:39 pmUma coisa nao contraria a outra
Na medida em que os BBs nao se identificam e usam máscaras, eles permitem vários tipos de infiltraçao e de manipulaçao no movimento, nao um só. Sem dúvida há interesses em manipulá-los de fora, os Anonymous, os “ChangeBrazil” etc (e uma pequena prova disso é o YouTube difundindo os vídeos favoráveis a eles a todos os correntistas do Gmail…). Mas tb há a infiltraçao policial, a infiltraçao dos grupos de bandidos, de políticos oportunistas (no Rio há infiltraçao de partidários de Garotinho), de vários tipos de milícias (máfia das vans, outra vez no Rio), etc. Essas diversas forças se unem, nao sao contraditórias entre si. Todas estao desejosas de jogar gasolina no fogo e a maioria delas quer criar um caldo de cultura propício a golpes, pedidos de “ordem”, etc.
morallis
30 de outubro de 2013 6:28 pmAqui em Sp tenho quase
Aqui em Sp tenho quase certeza que já há ( se não for..) infiltraçaõ de um tal grupo ” juventude transparência “, a ver.
Raí
30 de outubro de 2013 10:12 pmEsta “mistureba” vai dar merda, se não agirmos em tempo hábil.
Analú, parece que no R.J, já há uma determinação policial, para evitar que mascarados(sejam infiltrados ou não)sejam impedidos(se for preciso, à fôrça) de participar das manifestações programadas como ordeiras e pacíficas, e em Sampa, hoje, a Câmara Municipal, votou um projeto de lei de um vereador petista, para que a mesma determinação seja praticada na capital paulista, e este projeto será votado em regime de urgência urgentíssima, por motivos óbvios.
Anarquista Lúcida
31 de outubro de 2013 12:43 amCom isso concordo, mas nao c/ enquadrá-los em formaç d quadrilha
O uso da lei e da força deve ser adequado e na medida, ou isso vai se voltar contra os movimentos em geral.
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 8:02 pmNem os traficantes nem os
Nem os traficantes nem os membros do PCC detestam a polícia. Até porque muitos policiais fazem a segurança e proteção do tráfico e do crime organizado.
Sousa
30 de outubro de 2013 5:40 pmJuliano concordo que essa
Juliano concordo que essa mútua de correia de transmissão, ou seja, a PM incita e os BB respondem. E vice-versa. Faz parte do jogo para justificar o golpe mais à frente. Não digam que não avisamos.
Raí
30 de outubro de 2013 10:05 pmGolpe que se avisinha.
Este é o temor, meu, seu, e de todas as pessoas minimamente antenadas e conhecedoras de um passado, nem tão remoto, que começou assim, e acabou “assado”
Nada justificaria tal retrocesso, porem que a justificativa para este hipotético final, está desenhado, ah, isso está.
morallis
30 de outubro de 2013 4:16 pmIdéia simples , objetiva,
Idéia simples , objetiva, vamos ver se haverá diálogo, quem sabe um bom gancho para se discutir a desmilitarização
da polícia que é o que realmente interessa e desagrada até gente que se diz de esquerda.Quanto aos bloc ‘s vão
continuar quebrando por um tempo, como bons arietes a serviço do quase nada.
Motta Araujo
30 de outubro de 2013 4:37 pmNão dá para a acreditar, o
Não dá para a acreditar, o problema então é a desmilitarização da policia, não são os vandalos, é demais.
A questão é mais policia, mais dura e mais eficiente para garantir o espaço publico, mais militarizada, com mais equipamento e mais efetivos.
Vinicius Ferreira
30 de outubro de 2013 5:56 pmVocê é tucano??? Ou isso é
Você é tucano??? Ou isso é comentário de um neo-petista????
morallis
30 de outubro de 2013 6:24 pmNada, é apenas mais um
Nada, é apenas mais um “coxinha”.
Fernando J.
30 de outubro de 2013 4:38 pmDiálogo com o crime organizado – Jerico 3
Ideia de Jerico 3 – A Saga Continua
Walter Fanganiello Maierovitch
O secretário da presidência da República, Gilberto Carvalho, quer dialogar com os membros do black-bloc, ou seja, com o crime organizado. Será que depois Carvalho vai querer dialogar com o PCC ???
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-sp/cbn-sp/2013/10/30/DIALOGO-COM-BLACK-BLOC-NAO-E-RECOMENDADO-POR-ORGAOS-COMO-A-ONU.htm
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn-sp/cbn-sp/2013/10/30/DIALOGO-COM-BLACK-BLOC-NAO-E-RECOMENDADO-POR-ORGAOS-COMO-A-ONU.htm
Morales
30 de outubro de 2013 4:47 pmQue engraçado! Na próximo vez
Que engraçado! Na próximo vez que os metalúrgicos entrarem em greve, os capitalistas não vão negociar com o sindicato ou com os metalúrgicos. Seguindo o exemplo de D. Dilma, vão negociar com a greve!
“Black bloc” é a tática que uma parcela dos manifestantes, de perfil anarquista, adota, de ataques a símbolos do capitalismo e do poder do Estado ou contra a polícia.
Se o governo quer negociar, que negocie com as entidades e organizações que protagonizam as manifestações. Com o MPL, com os professores em greve, com os petroleiros, com as entidades que se opõem às privatizações, com os movimentos que lutam contra a violência policial, etc, etc.
Mas tem de negociar de boa fé, levando em conta as reivindicações.
Eu duvido muito que D. Dilma possa fazer qualquer negociação que tenha algum significado, dados os seus compromissos com a direita e com a burguesia.
Trata-se de mera manobra para afastar a crítica que provém da esquerda (já que a solidariedade com os meganhas, no entender dos seus estrategistas de campanha, pode lhe render o apoio de parcelas do eleitorado conservador).
O burocrata Diogo Costa, que até ontem gritava “choque!” e pedia que descessem o pau nos “anarcoprimitivistas” (o cara repete chavões sem nem mesmo entender essas diferenças entre os anarquistas), já assumiu a posição que “seu mestre mandou”, se enquadrando na nova tática de D. Dilma, como manda o manual do praticismo “revolucionário” (abaixo, o texto do Sérgio Lessa), muito esperançoso de “desmascarar” os “fantasiados”.
Como dizem aqui no Rio Grande do Sul, é possível que venham tosquiar e saiam tosquiados, se os movimentos apresentarem uma pauta para negociação, que faça eco às inquietudes do momento, e D. Dilma e seus conchavos com a direita não possam dar nenhuma resposta.
Suspeito que é por isso que querem o “diálogo” com a tática e não com os movimentos. Como Bush e Obama, que lutam contra “o terrorismo”, D. Dilma quer o diálogo com “o vandalismo”. Depois, dirá que não teve como. E seguirá sua trajetória de concessões à direita. Em todos os sentidos.
O texto de Sérgio Lessa – Crítica ao Praticismo Revolucionário:
http://www.sergiolessa.com/artigos_92_96/praticismo_1995.pdf
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 5:02 pmTem razão, Dilma não dialogou com o MPL…
Na matéria que segue, vemos Dilma Rousseff “não negociando” com o MPL:
Dilma está reunida com manifestantes em Brasília
A presidente está reunida, neste momento, com representantes do Movimento Passe Livre (MPL)
24/06/2013 – 15p2 | Da Agência Brasil
[email protected]
Foto: Agência Brasil
A presidente Dilma Rousseff recebe integrantes do Movimento Passe Livre, no Palácio do PlanaltoTexto


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A presidente Dilma Rousseff está reunida, neste momento, com representantes do Movimento Passe Livre (MPL), um dos grupos que organizaram as manifestações em São Paulo contra o aumento da tarifa do transporte público. Vieram ao Palácio do Planalto, representando o MPL, Matheus Nordon, Marcelo Hotimsky, Mayara Vivian e Rafael Siqueira.
Além da presidenta, do lado do governo, participam os ministros das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, a secretária Nacional da Juventude, Severine Macedo, e o secretário-executivo da Secretaria-Geral, Diogo de Sant’ana.
Em pronunciamento à nação na última sexta-feira (21), Dilma anunciou que vai propor a governadores e prefeitos um pacto pela melhoria dos serviços públicos e que, no processo, serão ouvidos líderes das manifestações e de movimentos sociais. O MPL é o primeiro grupo que se reúne com a presidenta após a série de manifestações. Às 16h, Dilma se reunirá com governadores e prefeitos de capitais.
http://correio.rac.com.br/_conteudo/2013/06/capa/nacional/73589-dilma-esta-reunida-com-manifestantes-em-brasilia.html
Morales
30 de outubro de 2013 5:48 pmNão tomou nenhuma medida
Não tomou nenhuma medida significativa para resolver a crise dos transportes de uma maneira progressista. Só desonerou a burguesia concessionária dos seus impostos (ou seja, desviou recursos de outras áreas sociais para manter os lucros dos empresários do setor) e nem sequer tocou na questão da gratuidade dos transportes e da mobilidade urbana para os mais pobres. Ou seja, nem arranhou a pauta do MPL.
Estatização do transporte coletivo, público, nem pensar.
O empresariado agradeceu comovido.
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 6:19 pmTem ‘razão’*
Tá bom mas não se irrite…
O PCB há de empreender a redenção dos povos oprimidos e há de estatizar todos os transportes no Brasil!
Entre a consternação e a comoção, povo brasileiro colocará o PCB no comando de Pindorama, já em 2014! Não falta muito… Basta saltar dos atuais 39 mil votos auferidos na eleição presidencial de 2010 (impressionantes 0,04%), para pouco mais de 55.000.000 de almas, digo, de votos…
Nada muito difícil ou impossível, afinal de contas, o PCB, guia genial dos povos, está coberto de razão, apenas o povo brasileiro ainda não compreendeu a genialidade das propostas da vanguardista agremiação!
De 0,04 para 50% + 1, em fulgurante caminhada rumo a vitória, PCB há de resolver em seis meses os problemas acumulados pelo país ao longo de toda a sua história!
Viva o genial PCB!
* Quem é totalmente desimportante no cenário político nacional tem o sacrossanto direito (e a inabalável prática…) de dizer qualquer coisa.
Morales
30 de outubro de 2013 6:58 pmPela atividade histérica do
Pela atividade histérica do burocrata Diogo Costa, nos últimos dias, parece que não sou eu que estou nervoso.
Sintomática, também, a preocupação eleitoral e com os resultados de pesquisas (como aquela da Datafolha que o burocrata brandiu para provar o “ódio popular” contra os “Black Blocs”).
Por que será tanta ansiedade?
Diogo Costa
30 de outubro de 2013 7:35 pmTransbordando júbilo, subscrevo-o!
Assombrar-me-ia ao encontrar, e hei de deslindar n’alguma brochura ‘revolucionária’, a caracterização d’alguém que labuta na iniciativa privada como sendo um ‘burocrata’! Hei de fazê-lo!
Quanto às eleições, sinto-me duplamente ansioso!
Faço votos de que Dilma permaneça, e faço votos de que o genial PCB consiga, ao fim e ao cabo, auferir no pleito presidencial mais votos do que consegue um vereador na mui leal e valerosa cidade de Porto Alegre!
Digo mais, faço cândidos votos de confiança e de esperança, e desejo ardentemente que o PCB aumente em 100% a sua votação no pleito que se avizinha!
Que o povo brasileiro, comovido e ciente dos desafios que surgem no horizonte, eleve o PCB dos atuais 0,04% para estonteantes, vívidos e resplandecentes 0,08% dos votos!
Salve o PCB!
(Aplausos consternados e prolongados)
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 7:51 pmAh, a incompreensão, como é conveniente!
Ele quis dizer burocrata do partido, carreirista político, coisa que você com certeza é.
Dê
30 de outubro de 2013 7:39 pmEntão Diogo…faltou dizer
Então Diogo…faltou dizer que……depois de conquistados os 50% +1…..terão que combinar com as casas……513 dep. Federais + os 81 senadores…!! Aí que o bicho pega!! Rapadura é doce, mas não é mole não
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 7:58 pmEsse seu comentário está
Esse seu comentário está cheio de mais mentiras.
Sua má-fé é tamanha que não importa o que o governo faça, você sempre vai achar um jeito para dizer que o governo não fez nada.
Você não está nem aí para o transporte coletivo, tanto que nem tocou nas medidas tomadas para permitir mais investimentos e a melhoria do transporte.
Tudo é apenas uma desculpa para atacar o governo, não importa o que ele faça ou deixe de fazer.
Você deveria ser honesto e fazer as críticas que realmente te motivam porque é evidente que não está nem aí para o transporte público e sua motivação é outra.
O que desmerece seus comentários é a falta de honestidade intelectual ao criticar uma coisa tendo outra como motivação.
Raí
30 de outubro de 2013 9:56 pmGratuidade do transporte público ?
Caro Morales, não nos faça rir !
Como “sonhar” com gratuidade no transporte público, e concomitantemente pedir melhoria na mobilidade urbana, sem recursos ?
Quem na “outra ponta” pagaria a conta ?
Você que é uma pessoa exclarecida, sabe que “não existe almôço grátis” ou nunca leste esta sábia frase ?
Morales
30 de outubro de 2013 5:52 pmMPL diz que Dilma não
MPL diz que Dilma não apresentou proposta concreta
Movimento Passe Livre não saiu satisfeito da reunião com a presidente
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Foto: ANDRE DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO
Líderes do MPL concederam entrevistas após a reunião com Dilma
Após reunião com a presidente Dilma Rousseff, o Movimento Passe Livre saiu do Palácio do Planalto dizendo que o governo federal não apresentou nenhuma proposta concreta para zerar a tarifa do transporte público ou melhorar o serviço. “Diálogo é um passo importante, mas sem ações concretas, que firmem essas melhorias para a população, não existe avanço”, disse Mayara Vivian, uma das líderes do MPL.
Segundo os líderes do movimento, os quatro militantes que vieram de São Paulo foram convidados pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, no sábado, 21. A Presidência da República custeou, de acordo com eles, a passagem para Brasília. “A gente não tem dinheiro nem para pagar R$ 3,20”, justificou Mayara.
s líderes do MPL defenderam o empenho do governo na PEC 90, que torna o transporte público num direito social, mas Dilma se comprometeu apenas a fiscalizar os gastos dos recursos públicos com transporte. “Se tem dinheiro para construir estádio, tem sim para tarifa zero”, insistiu Mayara. Eles contaram que essa foi a primeira vez que a Presidência da República recebeu um grupo ligado a defesa do transporte público e deixaram a reunião criticando o “despreparo do governo” para lidar com a questão.
O grupo deixou o Palácio do Planalto anunciando que continuará mobilizado até que medidas concretas sejam anunciadas e que o MPL se somará nesta semana às “lutas das esquerdas”. “As manifestações seguem até a gente conseguir o nosso objetivo, que é a tarifa zero”, disse Marcelo Hotinsky, um dos líderes do MPL.
http://www.leiaja.com/politica/2013/mpl-diz-que-dilma-nao-apresentou-proposta-concreta/
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 7:52 pmSe o MPL saiu satisfeito ou
Se o MPL saiu satisfeito ou não, é outra coisa. O fato é que houve o diálogo e você disse que não houve. Portanto, mentiu.
E agora está arrumando uma picuinha para disfarçar o fato de ter mentido, o que por si só já configura a mesma má-fé com que a mentira foi inicialmente feita.
Almeida
31 de outubro de 2013 3:19 am“O fato é que houve o diálogo”
Depende, Ruy. Nos tempos da ditadura, um conhecido meu dizia:
– “Olha aqui, diálogo para os milicos é uma ordem explicada; ele chama o subordinado, explica o que este deve fazer e acha que assim dialogou”.
Este governo está se portando da mesma forma com os movimentos sociais; ele explicou, por exemplo, o que ia fazer com Libra e acha que assim dialogou com a sociedade. Posso lhe mostrar mais exemplos de “diálogos”, do governo com os movimentos sociais, onde estes se mostram “p” da vida com o que vem ocorrendo.
Raí
30 de outubro de 2013 9:51 pm“Eles não têm nem R$ 3,20 para pagar a condução.
Quem destes mauricinhos, toma condução, e sabe o que é ser transportado, que nem animais para os matadouros, como a maioria dos trabalhadores brasileiros, que dizem representar, se nem sabem que o preço da condução, não é R$ 3,20, e sim R$ 3,00 Reais ?
ruyacquaviva
30 de outubro de 2013 7:48 pmÉ Diogo, o que tem de gente
É Diogo, o que tem de gente mentindo nos comentários não é brincadeira… Ainda bem que você deu uma resposta perfeita a essa mentira, com provas mateiris como essa reportagem e a foto que a acompanha. Parabéns, antes desse para rebater todas as mentiras desse jeito, mas como são tantas fica difícil, pelo menos essa teve uma resposta a altura.
Antonio C.
30 de outubro de 2013 4:57 pmComentário
Desculpem-me, mas logo no início eu comecei a rir. Black “Plocs” não é um grupo, os encapuzados de juntam e se vão espontaneamente (alguém que diz que é do grupo não entendeu). Como negociar com um grupo que não existe? Quanto ao manifesto, se assim o for, é gente da direita infiltrada ( como o “Annonymous” que hackeou um site de sindicato vai na mesma esteira). Isso ainda pressupondo que a informação é verídica (ironia…). Em parte, os “nossos” Black “Bollocks” têm origem no descolamento social, em que não há identidade, mas procura se criar alguma. Para o grupos que fazem “combate cultural” isso é mais forte. A identidade de classe ruiu, as novas identidades (seja de gênero, por exemplo) não dependem de mudanças estruturais radicais (mas não é menos problemático) ou são mediadas por insatisfações difusas. Embora eu não ache que haja uma crise institucional, a violência que vemos é um misto de insatisfação com tais sentimentos difusos. A se ver.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 5:45 pmNinguem falou em “negociar” e
Ninguem falou em “negociar” e a palavra nao aparece no item.
Anarquista Lúcida
30 de outubro de 2013 5:46 pmIsso nao impede uma postura de diálogo
Mesmo que um diálogo propriamente dito nao seja possível, pelo nao comparecimento do interlocutor, pode-se tentar entender e fazer um discurso que mostre compreensao das causas, acompanhado de medidas. Isso ecoaria, e teria efeitos simbólicos. É preciso tentar. Tentar combater os BBs só com violência só agravará o problema, e, a meu entender, será fazer exatamente o que os manipuladores deles querem.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 5:54 pmEvidente, AnaLu, concordo com
Evidente, AnaLu, concordo com tudo, mas a frustracao eh imensa: e a isonomia que a PM nunca teve? Eu ja fui agredido sem razao 3 vezes por eles em Belo Horizonte. Sem razao. Mas os BB’s nao estao sendo nem remotamente agredidos, eles estao sendo ASSISTIDOS pela PM, como se assiste um programa de televisao.
MAIS uma vez: a UNICA manifestacao agressiva de extrema direita da historia do Brasil eh a UNICA na qual ninguem foi agredido pela policia militar.
Ninguem esta vendo que eles tem garantia invisivel? Que ela so poderia ter saido da PM?
Ninguem ta vendo que a policia militar esta atraz disso?
morallis
30 de outubro de 2013 6:22 pmSempre lúcida !
Sempre lúcida !
Antonio C.
31 de outubro de 2013 12:23 amComentário
A postura de diálogo, buscando compreender as causas do fenômeno, tem efeito simbólico. É uma esperança nada oculta de que as reivindicações mais difusas sejam atendidas… Não esperava outra coisa da presidenta (apesar desse claro vício político que é pensar a política como presidente um “porta-voz”). Formalmente, correto, mas ela vai compreeder para miná-los. Por princípio, eu perguntaria por qual motivo alguém imitaria uma estratégia de ataque de origem europeia (isso já daria uns bons indícios de formação/informação dos grupos). O maior perigo não é a violência (depredar um terminal de ônibus é mais fácil que tomar de assalto o prédio da FIESP, mas essa é outra história): é a pauta magra, tanto quanto impossível de ser cumprida. Sem dúvida, a Dilma deve fazer isso (e os governadores nem aparecem em cena… tá difícil o diálogo com o Alckmin por aqui… no caso do Sérgio Cabral, então…). E os Break Flakes implodirão naturalmente; ou haverá uma violência defensiva como forma de manter uma estrutura que não faz mais sentido para cada um deles. A se ver.
Flávias
30 de outubro de 2013 5:51 pmDilma, chame a polícia!
Concordo com o comentário da Vânia, muito bem construído.
Vejo como uma inabilidade da presidenta depositar a culpa da violência observada nas manifestações nos “Black Blocs”. Primeiro porque hoje qualquer um que amarre uma camisa no rosto é chamado de BB e todos que participam das manifestações sabem que é impossível estar presente nas manifestações sem uma blusa no rosto ou máscara de respirar porque os ataques com gás lacrimogênio só têm aumentado. Mas não só o gás, as balas de borracha às vezes se confundem com balas de verdade e não foram poucas as pessoas que sofreram sérios ferimentos pela ação da polícia.
Na manifestação da Educação havia professores com filhos pequenos participando e eu mesma dei minha máscara para uma criança, porque sabia o risco que ela corria. Então agora temos crianças Black Bloc.
A segunda questão, também levantada pela Vânia, é que ficou explicita a inabilidade e truculência da polícia em lidar com os movimentos sociais e tal fato só incitou a maior adesão dos jovens às táticas BB. Portanto, antes de tentar um diálogo com esses meninos, a Presidenta deveria tentar um diálogo com a polícia militarizada que, inclusive promove atos de vandalismo e terrorismo ao jogar pedras de cima da Câmara para incitar os próprios policiais e a população, assim como também infiltra P2 nas passeatas e que forja flagrantes nas mochilas de meninos que serão enquadrados em crimes de formação de quadrilha inafiançáveis depois que decidiram ressucitar leis utilizadas no período da ditadura e do Estado de Exceção.
O vídeo do policial batendo em um motorista de ônibus não causou tanta comoção quanto um homem de máscara quebrando o vidro de um banco. Me pergunto o porquê. Me pergunto onde está o Ministério Público que se debruça mais sobre o tema dos Black Blocs do que sobre as investigações sobre uma polícia que infiltra P2 em manifestação popular, que utiliza policial para jogar pedra e plantar flagrante, que prende 200 cidadãos por estarem no local das manifestações. MP esse que inclusive foi defendido nas passeatas de junho.
E, por fim, as manifestações se esvaziaram não por causa dos Black Blocs, mas sim por medo da violência da polícia e de sermos presos com falsos flagrantes e mofarmos em Bangu.
Para quem tem dúvida sobre isso tenho duas sugestões. Primeira: Ler nas redes sociais os pedidos de ajuda da sociedade para que os BB resolvam vários problemas que, em tese, a polícia (desacreditada) deveria estar resolvendo. O que demonstra a total confiança que a sociedade tem num pseudo grupo que, na prática nem é um grupo e sim uma tática.
Segundo: Convido a população a participar mais das manifestações e verem com os próprios olhos de qual lado parte a violência.
alexis
30 de outubro de 2013 6:06 pmGoverno: Omitir-se é que não pode
Seja sincera ou apenas uma estratégia, a atitude do Governo de disposição ao diálogo é muito correta
Gardenal
30 de outubro de 2013 7:05 pmQuase impossível se
Quase impossível se estabelecer diálogo. Os Black Blocs são, a meu juízo, uma espécie de do Bando de Lampião……SEM O LAMPIÃO.
Gilberto .
30 de outubro de 2013 7:06 pmO diálogo com um saco de gatos
Acho difícil considerar um terminal de público como o do Parque Dom Pedro e até mesmo os onibus, que se não são públicos servem à população, possam ser considerados “símbolos do capitalismo”.
Pouca se falou desta nota sobre a última manifestação, da revista Época:
…………………………………………………………………………………………………………….
O movimento anarquista Ação Direta diz que são dele as 119 bananas de dinamite apreendidas pela polícia paulista em Guarulhos, na quarta-feira passada (23). O jornalista Leonardo Morelli, que se apresenta como líder e porta-voz do grupo, afirma que elas foram fabricadas artesanalmente. A Ação Direta promete um “dia de fúria” em novembro.
119 bananas de dinamite e cordões detonantes foram apreendidos na quarta-feira (23), em Guarulhos
(Foto: Polícia Militar/Divulgação)
…………………………………………………………………………………………………………
A fonte não é digna de confiança, mas de qualquer forma há algum recado implícito na notícia. É ele que tentarei decodificar.
Conheci Leonardo Morelli, jornalista citado na matéria, nos idos de 1980 no Centro de Cultura Social, através de Jaime Cubero. O Centro de Cultura Social é um dos mais antigos remanescentes do movimento anarquista em São Paulo. Jaime Cubero, já falecido, anarquista histórico e figura impecável, foi um de seus fundadores.
Leonardo Morelli, jovem então, começou sua atividade política no Sindicato dos Ferroviários, antiga potência já em decadência nos anos 80, em razão do desmanche do setor pela Fepasa. Ligou-se ao pequeno CCS vendo nele uma possibilidade de ação. Contou a princípio com a total confiança de Jaime, que enxergou nele a chance de atrair jovens para a militância no CCS. Mesmo contando com parcos recursos, o Centro patrocinou várias viagens de Leonardo pelo Brasil e até para o exterior para manter contato com outros grupos anarquistas.
Em torno de 1986, salvo engano meu, Leonardo foi expulso do CCS acusado de ser um trotskista infiltrado no movimento. Há registros, em vário sites anarquistas, afirmando sua ligação com a Força Sindical. Manteve, mesmo assim, o elo com alguns grupos anarquistas. Utilizou para tal contato que estabeleceu com um grupo anarquista uruguaio de pequena expressão.
Eis que ressurge agora como porta voz de um grupo, Ação Direta, e se aproveita do momento para surgir novamente como uma liderança “importante”.
A história toda serve para mostrar a não unidade, do movimento ou grupo, e das facções que participam das manifestações. Mesmo que horizontais, é evidente que escolhem um sentido de direção e logo aparecerá a preponderância de alguma liderança nos grupos. É a isto, no meu entender, que assistimos: A busca desta liderança. Não afirmo que o movimento seja composto exclusivamente por pessoas com o mesmo histórico que o de Leonardo, mas é importante saber da existência delas. Todos os grupos são relativamente pequenos individualmente, e existem várias tendências de luta entre eles. Será difícil ouvir a todos e mais difícil ainda localizar lideranças que sejam consideradas representativas dos vários grupos.
De qualquer forma recomendo a todos que, ao menos, pesquisem e localizem os grupos anarquistas de maior penetração, antes de elaborar teorias mirabolantes e falar, no genérico e como um movimento único, em Blac Blocks. Não é uma tarefa tão difícil atualmente.
Link para uma entrevista (mal transcrita e com alguns erros) de Jaime Cubero em que fala de Leonardo Morelli e do CCS:
http://www.nodo50.org/insurgentes/textos/brasil/08cuberoentrevista.htm
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 6:02 pmA noticia nao eh confiavel e
A noticia nao eh confiavel e coloca holofotes em uma nao-entidade.
Entendeu?
Era um recado sim, seja noticia falsa ou nao… mas nao era pra BB’s. Era pra militares.
Gilberto .
30 de outubro de 2013 9:42 pmColoca holofotes indicando uma “liderança”
Ivan,
Coloca os holofotes em alguém que a vida inteira se apresentou para assumir o comando. Tanto que para isto corre até o risco, calculado, de ser indiciado. Ele acharia ótimo, se fosse, pois legitimaria sua pretensão de liderança.
É, ainda, um jogo repleto de tautologias.
jura
30 de outubro de 2013 7:47 pmA polícia está dopada pela violência
Quem bateu no coronel Rossi?
Do Diário do Centro do Mundo
Postado em 30 out 2013por : Jura Passos
Onde está a chapa que mostra a fratura?
A política de segurança pública brasileira foi cercada pela polícia.
Para romper o cerco, há dois dentre milhares de crimes cujo esclarecimento é indispensável.
Onde está Amarildo?
Quem agrediu o coronel Rossi?
A violência policial em São Paulo atingiu níveis inadmissíveis numa suposta democracia e estado de direito há muito tempo.
Os atuais conflitos com black blocs – nunca é demais lembrar – foram precedidos por crimes gratuitos em sucessão, desde omissão durante a Virada Cultural paulistana até tiros no olho de fotógrafos e senhoras de idade.
A história de crimes violentos cometidos pela polícia é antiga. Pode-se recordar facilmente justiceiros como o cabo Bruno e as reações aos ataques do PCC em 2006 que marcam o início da escalada que estamos vivendo até hoje.
A tragédia da família Pesseghini foi a gota d’água. Ela revelou a perda do controle da violência dentro de casa. Mais, que ela já se tornou uma cultura. Ninguém quis admitir a hipótese de uma violência contra a polícia que não viesse de fora, que não fosse obra de black blocs e PCCs.
A violência já estava transbordando pelo ladrão. A Polícia Militar percebeu que todo mundo percebeu, e entrou em pânico.
O que deveria ser a solução tornou-se um problema. Apesar de ter percebido, ela foi incapaz de admitir e mudar de atitude. Pior, entrou em crise existencial e, como uma criança mimada, passou a se eximir de culpa e a acusar todo mundo, só ou com apoio dos amigos.
Foi assim que chegou a haver um protesto na avenida Paulista contra a violência. Da polícia carioca, é claro.
E é assim que ela agora elege os “black blocs” como a grande ameaça à paz social. Exatamente nos dias seguintes aos protestos contra a morte do jovem estudante e trabalhador da periferia que pararam a via Fernão Dias. Essa foi uma manifestação considerada legítima e não foi reprimida. Afinal, a repressão maior já estava feita.
“Por que o senhor atirou em mim?”, foi a última dúvida da vida de Douglas Rodrigues, aos 17 anos.
“Por que vocês bateram em mim?” é a pergunta que o coronel Rossi – agredido por manifestantes no centro de São Paulo na última manifestação legitima do Movimento Passe Livre – deveria fazer a si mesmo e a seus companheiros de farda.
Porque, se os black blocs são uma novidade a ser ainda compreendida, a polícia paulista não é novidade alguma. É o que sempre foi.
O ataque de supostos black blocs ao coronel Rossi ainda não foi esclarecido. Durante as manifestações anteriores do mesmo Passe Livre o responsável pelo ataque à sede da Prefeitura Municipal – fartamente documentado por repórteres e cinegrafistas – foi rapidamente identificado.
O esclarecimento da morte de Amarildo se arrastou durante meses no Rio de Janeiro, e só começou a ser desvendado a partir da confissão dos policiais envolvidos.
Sem confissão não há perdão, nem salvação.
A promiscuidade entre a polícia e os meios de comunicação cresceu e se intensificou com os programas de reportagem policial na TV, uma mistura perigosa de entretenimento e jornalismo. Perigosa porque entretenimento é ilusão e jornalismo deve ser verdadeiro.
Os programas fizeram sucesso, tanto para a polícia quanto para as emissoras de TV, que puderam melhorar suas combalidas audiências. Das perseguições hollywoodianas – ou bolywoodianas? – de bandidos em favelas, chegaram, enfim, aos protestos no Parque Dom Pedro. Em ambos os casos a ilusão impera sobre o jornalismo.
Dezenas de fotógrafos e milhares de fotogramas foram incapazes de apontar quem bateu no coronel Rossi, e por quê. Não foram identificados sequer os repórteres e o autor da única gravação disponível.
Sem imagens televisivas, a polícia não teve ainda capacidade para apontar um culpado indiscutível. As versões são contraditórias. As primeiras diziam que o coronel teve a clavícula quebrada. Como a agressão foi pelas costas, ele declarou que os omoplatas foram quebrados.
A imagem mais importante nessa investigação é a do raio X do coronel, não o vídeo do YouTube.
Por enquanto, só há um suspeito. Seu advogado alega que a agressão ao coronel não pode ser classificada como tentativa de homicídio, que ele não aparece agredindo ninguém em nenhuma imagem gravada e que só poderia ser preso em caso de flagrante. Se a Justiça der razão à defesa, temos aí mais uma vítima da violência policial.
A violência dos outros, a da polícia carioca contra Amarildo, está cada vez mais próxima de uma solução. Talvez pela certeza de que seu desfecho será tão familiar, a milícia policial paulista está tão empenhada em encontrar um álibi. E os black blocs servem com uma luva negra.
O depoimento do coronel Reinaldo Rossi à TV Globo não deixa dúvida. Ao se tornar um herói nacional defendido até pela presidente Dilma, Rossi tornou-se porta voz não só da polícia, mas do Estado. Depois de estrelar a maior videocassetada da TV brasileira, o coronel Rossi voltou à tela da Globo para afirmar e reafirmar seis vezes, do princípio ao fim, por 21 minutos, a necessidade de endurecer a legislação para a polícia poder amolecer a pancadaria nos inocentes das manifestações legítimas.
Mais uma vez a polícia percebe a própria violência e mais uma vez indica que não consegue parar.
É um vício e precisa ser tratado antes que o paciente continue reincidindo.
Como no caso Amarildo, a confissão é indispensável para a cura.
O doente que não percebe a própria doença não pode ser curado.
Raí
30 de outubro de 2013 9:43 pmNem doping, nem violencia gratúita.
Prezado Jura, imagine-se na função de um policial mal-pago, que é escalado para proteger e ordenar uma manifestação que promete ser pacífica e ordeira, porem tem em seu meio, extremistas infiltrados(e permitidos, sabe-se lá a que preço)que após ter sua frequencia engrossada, tem sua condução desestabilizada e seu contêxto desvirtuado, e o final da história, todos conhecemos, é uma turba de vândalos e bandidos mascarados, destruindo tudo o que encontram pela frente e ultimamente enfrentando os poucos e desarmados(pela obediencia aos malditos direitos humanos) policiais, que se não correrem em debandada, correm risco de vida, como ocorreu ultimamente.
Querer comparar a violencia que vem acontecendo dos dois lados, uns querendo simplesmente incendiar a cidade, e os outros querendo defender o patrimônio público(seu e meu)e preservando a própria vida, é de uma hipocrisia, que não tem sociologia que explique.
Em tempo: A Câmara Municipal de São Paulo, acaba de encomendar uma proteção à sua sede, que custará R$ Hum Milhão de Reais, e quando chegar o próximo impôsto municipal, que será criado, para pagar estas depedrações que os BBs causaram em São Paulo, espero que você(se residir na capital) e os demais defensores destes vândalos, não reclamem e paguem-os “pianinhos”.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 10:03 pmMais um…
Divulgando — e embelezando!, tadinho do meganha mal pago… — a versão policial dos fatos.
Erly Ricci
30 de outubro de 2013 10:59 pmconcordo com você, Rai
Você está certíssimo. Os Black Bloc não estão nas ruas para contribuir com alguma coisa, ao país, à democracia, ao desenvolvimento social, às reivindicações de classe. Eles estão nas ruas simplesmente pela violência, cultura da qual estão impregnados desde a infância, primeiro pela TV, pelo cinema e depois pelos video games. Nada, absulotamente nada do que eles dizem ou fazem é útil à humanidade.
Anarquista Lúcida
31 de outubro de 2013 12:51 amAntes fosse só isso, Erly. Mas tem gente apostando nisso…
Independentemente dos próprios BBs.
Erly Ricci
30 de outubro de 2013 10:59 pmconcordo com você, Rai
Você está certíssimo. Os Black Bloc não estão nas ruas para contribuir com alguma coisa, ao país, à democracia, ao desenvolvimento social, às reivindicações de classe. Eles estão nas ruas simplesmente pela violência, cultura da qual estão impregnados desde a infância, primeiro pela TV, pelo cinema e depois pelos video games. Nada, absulotamente nada do que eles dizem ou fazem é útil à humanidade.
Erly Ricci
30 de outubro de 2013 10:59 pmconcordo com você, Rai
Você está certíssimo. Os Black Bloc não estão nas ruas para contribuir com alguma coisa, ao país, à democracia, ao desenvolvimento social, às reivindicações de classe. Eles estão nas ruas simplesmente pela violência, cultura da qual estão impregnados desde a infância, primeiro pela TV, pelo cinema e depois pelos video games. Nada, absulotamente nada do que eles dizem ou fazem é útil à humanidade.
Erly Ricci
30 de outubro de 2013 10:59 pmconcordo com você, Rai
Você está certíssimo. Os Black Bloc não estão nas ruas para contribuir com alguma coisa, ao país, à democracia, ao desenvolvimento social, às reivindicações de classe. Eles estão nas ruas simplesmente pela violência, cultura da qual estão impregnados desde a infância, primeiro pela TV, pelo cinema e depois pelos video games. Nada, absulotamente nada do que eles dizem ou fazem é útil à humanidade.
jura
31 de outubro de 2013 8:17 pmPreste atenção
Raí,
Eu só falei de um dos lados, o único que existe de verdade, usa uniforme, é mantido pelo Estado e tem a função de usar apenas para nos proteger da violência.
É o lado real.
O outro não tem cara nem endereço, não sabemos quem são e até agora não foi comprovada a culpa nenhum de seus integrantes. Ou eles são muito bons ou o lado real é muito ruim.
Por favor não me acusem de fazer comparações que eu não fiz. Eu só abordei a violência da polícia paulista, que covardemente se apóia na violência dos outros para justificar a própria que existe há muito mais tempo.
Você se lembra do Carandiru, do cabo Bruno, da Castelinho e da reação de 2006, só para citar os casos mais famosos e recentes? E os milhares que nunca viraram manchete?
Se essa é a polícia que você quer, não é a minha.
A Câmara Municipal vai precisar gastar muito mais em grades se continuar surda nas audiências públicas e loquaz nas leis encomendadas pelos especuladores imobiliários de quem não passa de corretora.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 8:36 pmMentirosos ou burros
Como acontecem os assassinatos acidentais
Mas tem quem a defenda: os políticos e demagogos de extrema-direita ligados ao tráfico de drogas e de armas, por exemplo. E, agora, as burocracias partidárias de “esquerda”, aterrorizadas com a perda do controle sobre os movimentos sociais, instruem os seus cães de fila a responsabilizarem os Black Blocs pela violência policial — os mais pudicos dizem que a reação à violência e a autodefesa dos manifestantes “justifica” a truculência, os mais descarados acusam os manifestantes de provocarem o confronto com a polícia.
Não há inocentes neste jogo: os que defendem a polícia são ou mentirosos ou inacreditavelmente burros.
morallis
30 de outubro de 2013 8:54 pmQue piada.
Que piada.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 8:58 pmDã
Em qual das duas categorias você se encaixa?
morallis
30 de outubro de 2013 9:08 pmPossivelmente nas duas já que
Possivelmente nas duas já que voce esta interagindo.
Voce anda muito nervoso amigo, lembrando até alguns “policiais” , essa foto que voce postou é realmente
uma piada, certamente bem longe de sua realidade, se acalme ou troque o chapeu de “veio do rio” por um
capuz..
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 9:16 pmMais um…
Haja paciência…
A foto pode ser piada pra você, bebê. Mas só quem já teve uma arma apontada para si sabe do que estou falando, e este não é o seu caso, obviamente. Mas não se preocupe. Do jeito que a coisa vai, logologo você vai topar com um meganha entediado. Daí, depois de trocar as cuecas e as calças e provavelmente até as meias e sapatos, você volta aqui pra contar mais uma piada prà gente.
morallis
30 de outubro de 2013 9:27 pmVoce pode ser bem intencionado
Voce pode ser bem intecionado mas ainda naõ tem “bola de cristal” prá saber onde eu trafego,mas trafego..
quanto ao bebê, melhor seria “beber , sou chegado a uma “caninha fora do gabinete,pescando no pantanal
ao sons dos pássaros , apareça ! Saia dessa cabine policial filosófica in regalia! Até mais ver..
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 10:01 pmCaramba…
Dizer e se fazer de miguel parece ser um esporte popular, por aqui. Foi você, seu moço, que usou a sua bola de cristal pra falar da minha distância da realidade.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 11:13 pm“Foi você, seu moço, que usou
“Foi você, seu moço, que usou a sua bola de cristal pra falar da minha distância da realidade”:
Abra o jogo entao, Tomas, dessa ai ninguem sabe nada. Qual eh o seu conflito de interesse mesmo?
Ah, eu? Nao, eu moro nos EUA e ja tenho agenda especifiquissima, como todo mundo sabe desde os tempos do Observatorio da Imprensa.
O Brasil nao vai ser puta dos EUA: essa eh a minha agenda.
Tomás Rosa Bueno
31 de outubro de 2013 1:48 pmA identidade
Ué, mas você já sabe qual é a minha realidade — tanto que até já conhece a distância que a separa da piada da foto que postei.
Ao contrário de você e da “anarquista” “lúcida” e muitos outros, estou aqui com o nome que consta no meu RG brasileiro e no meu DNI argentino, e com uma foto da minha cara. Se quiser saber de mim, é fácil: é só guglar o meu nome completo. E acrescento ao que é difícil encontrar nos 3360 resultados: 32 passagens pela polícia e uma condenação com sursis, em cinco países diferentes, por motivos nobres como vagabundagem, porte de substâncias ilícitas, “atitude suspeita” (juro!), furto, perturbação da ordem pública e, claro, destruição do patrimônio público e vandalismo. Também ex-menino de rua e ex-favelado.
Ivan de Union
31 de outubro de 2013 10:42 pmKKKKKKKKKKKKKKKKKK…
Uau!!!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKK…
Uau!!!! Meu tipo de camarada!!!!!
Uh… retiro me dessa “luta” entao: eu nao queria gostar de voce mas seu historico eh impecavel!
Ivan de Union
31 de outubro de 2013 10:51 pm“Ao contrário de voce”:
Opa!
“Ao contrário de voce”:
Opa! Perdi isso da primeira vez: meu nome eh Ivan Moraes, de Union -primeiro link de “Ivan Moraes Union” com aspas no google, (tem ate endereco e mapa pra minha casa), eu moro nos EUA ha 33 anos, descobri “recentemente” na propria pele que o governo dos EUA eh um poco sem fundo de desespero e nunca vai ser outra coisa. Nao que eu esperasse o contrario.
So nao esperava o que esta acontecendo comigo e que ja estou documentando ha 3 anos aqui no blog.
ArthurTaguti
30 de outubro de 2013 8:38 pmGeladeira
O maior desperdício de energia, talento, prestígio e, principalmente, coragem, é quando vejo o Caco Barcellos naquele programa inútil de terça, o Profissão Repórter.
Que ele tenha vocação para ser Professor, não tenho dúvidas, mas estamos aqui falando do jornalista que escreveu o maior clássico brasileiro sobre violência policial, o Rota 66.
Antes desta discussão toda sobre desmilitarização da PM estourar, Caco já tinha feito o trabalho de formiguinha ao garimpar o setor policial dos Notícias Populares, bem como laudos do IML, e descobrir algo que as autoridades de SP só se deram conta nos últimos tempos, ao proibir que os PM’s levassem feridos em combate ao hospital.
Agora me pergunto da Globo, tendo em seu time um jornalista deste quilate: qual os interesses, ou falta de interesses, envolvidos em colocá-lo na geladeira do Profissão Repórter, mesmo que certamente a peso de ouro?
Em tempos de Blac Blocks, discussão sobre a atuação da PM, e tudo mais, certamente ele faria reportagens inesquecíveis e esclarecedoras.
Só que não.
peregrino
30 de outubro de 2013 9:17 pmbem lembrado…
Globo faz da violência passageira um espetáculo, mas de repente é apenas para encobrir a permanente, a da PM
alguém mais reparou na mudança repentina para enfoque regional, SP, ou foi apenas impressão minha?
sempre acaba onde tudo começa
peregrino
30 de outubro de 2013 9:21 pmô língua, essa minha…por que não te calas?
logo logo teremos milicianos cariocas espelhando SP
peregrino
30 de outubro de 2013 9:27 pmnão se esqueçam, jovens…
tudo que se faz repetidas vezes denota processo histórico em ação
Raí
30 de outubro de 2013 9:19 pmDialogar com quem ?
O Sr. Ministro Gilberto Carvalho, está perdendo seu tempo, se pensa que estes manifestantes têm alguem que os represente. Bem que este governo, entende a vóz das ruas, e quer chegar num consenço, para atendê-los dentro da lei e das normas Constitucionais, porem este diálogo é impossível, pois eles não têm representantes nem fundamentos em suas reinvindicações, e agem simplesmente por motivos anárquicos e para tentar desconstruir o que a esquerda conseguiu fazer, em apenas 12 anos no Poder.
E quando o diáçogo e o entendimento em tôrno de uma proposta concreta, é inviável, a única solução é a extinção, pela fôrça(legal) destes defensores do anarquismo e do vandalismo gratúito.
jc.pompeu
30 de outubro de 2013 9:34 pmconsolidação de post político-cultural com arte numa só salada
Governo Dilma quer abrir diálogo com black blocs
Ministro Gilberto Carvalho busca interlocutores para ‘compreender este fenômeno social’; ‘Só reprimir não resolve’, afirma
A raposa política lulolulista no galinheiro (no sentido moral alegórico da conhecida fábula, por supuesto), o sábio ministro Gilberto aconselha que, antes de se investir a toda carga ligeira com a violência institucionalizada do Estado, deve-se tentar a compreensão do fenômeno black blocs e depois, como procederam com o movimento estudantil da UNE e congêneres, azeitadamente suave nave suave… enquadrá-los e cooptá-los para o seu bolso… isto é, seduzir e cativá-los para não fazer água nos negócios de Estado e nas aspirações políticas do governo Dilma…e é claro! nos salvar a todos e aos pobres banqueiros do quebra-quebra geral, dos congestionamentos da vida besta por demais atrasada, das correrias e barulheiras pelas cidades, da mediocracia mística inventando a notícia ideológica a gosto.
não adianta, por mais que os novatos black blocs façam quebradeiras espetaculares midiáticas pelas cidades, eles nunca chegarão aos pés do potencial operante de quebradeira que o seu objeto de ira e destruição teve e tem: bancos e banqueiros, estes sim, tem o poder de fogo e a força monstruosa de quebrar mercados, economias, governos, nações, países, continentes…
da mesma forma que o império romano fazia propaganda de obscurantismo, ignorância, violência atroz contra as tribos bárbaras e os povos vândalos para obter consenso da opinião pública do império e justificar invasões e legiões de assalto pra cima da resistência e coragem black blocs daquela época, a mediocracia imperial faz o mesmo hoje ao mistificar e rotular o jovem movimento político-cultural de vândalos, extremistas sem-causa, baderneiros sem-noção…
procuram destituir o movimento black blocs de qualquer valor de civilidade e vontade política como se destituídos fossem de viver ideais da sociedade como amor, bondade, gratidão, amizade, altruismo, solidariedade, justiça, paz, respeito, cidadania etc.
darei somente um exemplo de vida e amor judaico-cristão ocidental para refutar todas essas mentiras e intrigas maldosas contra os black blocs – estigmatizados como inimigos da civilização e do império mediocrático:
The Lovers, 1928, René Magritte (1898-1967)
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 9:52 pmOs Black Blocs incitam a violência
[video:http://vimeo.com/78165785 align:center]
Danilo Mandioca, via Viomundo: http://tiny.cc/3wes5w
Você aí, que foi em uma pá de manifestação no centro, na Paulista, no Palácio do Governo. Que se indigna com a violência da polícia e se orgulha de ter conseguido reverter o aumento da tarifa. Dá uma olhada nesse vídeo e vê se dá pra notar a diferença de quando o protesto é com a classe média branca e quando ele é sem ela. Bomba do helicóptero, execução, viatura atirando com a reportagem filmando no local, bala de borracha no rosto, fuzil e escopeta. Essa é a PM de todo dia, essa é a real violência da polícia militar. O que você passou nas manifestações, amigo/a, é fichinha. De domingo pra cá, já foram dois adolescentes assassinados pela PM na zona norte de SP, a zona com o maior número de instalações militares e de moradores milicos da cidade. E você — assim como eu e todo mundo aqui — não tá sabendo de quase nada, porque não tem Mídia Ninja, não tem MPL, não tem milhões de streamings ao vivo. Em 2005, em Paris, as revoltas populares começaram assim. Em 2007, na Grécia, também. Em 2012, em Londres, idem. A gente vai ficar citando e felicitando as populações desses países ou vai entender que é a nossa vez e se juntar à população em revolta da zona norte? Movimento Passe Livre – MPL, Mães de Maio, Rede de Comunidades do Extremo Sul – SP e todos os demais movimentos que há anos estão nas ruas entre outras coisas pelo fim da violência policial: a hora — de um grande levante, de uma chamada geral pra ir pras ruas da zona norte — é essa. Leonardo Sakamoto, Pablo Ortellado, Luiz Carlos Azenha e demais blogueiros progressistas de grande alcance: a hora de usar seus canais de comunicação é essa. Já mataram dois, quantos mais esta semana? Laerte Coutinho, Carlos Lattuf e demais artistas/quadrinistas: a população pobre e negra da zona norte de SP esta sendo chacinada. Vamos usar a arte pra chamar a atenção pra isso? Sinto calafrios de chegar em casa e primeiro não encontrar notícias sobre a zona norte, depois encontrar só em meios oficiais, e ver pelas redes sociais quase nenhuma mobilização sobre o que está acontecendo. Posso estar procurando errado, espero que seja o caso. Mas não vi nenhum grande chamado de protesto coletivo e em solidariedade à população do Jardim Brasil, Jaçanã e arredores. A Polícia Militar não vai acabar do nada. Ou a gente se mexe mais do que o habitual, ou continuaremos apenas lamentando, denunciando e reportando mortes. Pra mim já deu.
claudio mesquita
30 de outubro de 2013 10:41 pmDesculpa amigo, mas o que é
Desculpa amigo, mas o que é que tem uma coisa a ver com a outra. O pessoal da periferia leva esculacho da polícia desde sempre, e nunca ninguém se importou com isso. Agora querer justificar essa violência boçal desses BB usando a desgraça dos outros é tergiversar. Agora que os playboys sacaram que a polícia é violenta?
Leva a mal não, mas acho isso tremendo maniqueísmo. Como disse um comentarista aqui, uma bomba semiótica.
Tomás Rosa Bueno
30 de outubro de 2013 11:23 pmQuem você acha que está por trás das máscaras?
Tem universitário, classe media? Tem, claro. Mas os únicos Black Blocs que conheço em pessoa são do Jardim São Luiz e do Jardim Ângela. Muito playboys, todos eles. Do tipo de playboy que a classe mérdia vê e muda de calçada, se borrando de medo.
A violência não é dos Black Blocs, é da polícia.
Kamerval Tivita Marinhos
31 de outubro de 2013 12:14 amJC
30 de outubro de 2013 10:15 pmMais uma besteira do
Mais uma besteira do “imexível” representante da CNBB no governo do PT.
Os black blocs não devem, nem irão, perder tempo dialogando com esse governo fantoche do capital.
Me digam, pelo histórico, pelas mãos e pés amarrados com todo tipo de interesse vil, o que esse governo tem a dizer aos black blocs ?
Nada, absolutamente nada.
Ivan de Union
30 de outubro de 2013 10:22 pmSo adicionando: somente voce
So adicionando: somente voce nao notou a contradicao de dizer que “o PT” nao tem nada a dizer pra BB’s no primeiro item que diz que o governo esta aberto ao dialogo.
Da proxima vez, LEIA ANTES DE COMENTAR, ok? Ta pensando que vai passar? Nao vai nao.
JC
30 de outubro de 2013 10:38 pmMe poupe da sua burrice, já
Me poupe da sua burrice, já estou cansado de antas. Benza Deus.
JC
30 de outubro de 2013 10:21 pmDiogo Costa usando Lênin para
Diogo Costa usando Lênin para defender o Estado burguês é a coisa mais idiota, burra, caricata, imbecil que eu já vi neste espaço.
Parece que o Dioguito sonha com um Lênin “limonada”, como ele. Ou um Lênin “Paz e Amor” com o capital, como o chefinho.
Querido, Lênin era porrada pura.
IV AVATAR
30 de outubro de 2013 10:50 pmLênin não se aliou ao crime organizado
Ao contrário dos ideólogos dos Black Blocs, o camarada Lênin nunca recorreu ao crime organizado e nem mesmo ao lumpesinato, incrível como as pessoas não tem a minima noção do poderio bélico em poder destes criminosos que poderão vir a ser integrados aos Black Blocs, se é que não estão atuando conjuntamente, como dizem por ai
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/impunidade-agora-em-video
JC
30 de outubro de 2013 10:53 pmQue eles podem se integrar
Que eles podem se integrar aos Black Blocs você ainda tem dúvida, que eles já se integraram a polícia e ao Estado, você e eu temos certeza. A menos que você tenha morado na lua nos últimos tempos.
IV AVATAR
30 de outubro de 2013 11:09 pmPCC no comando
Então suponho que vc é a favor da bandidagem do PCC, milicanos, Comando Vermelho et caterva nesse vale tudo contra o “estado burguês”, estou certo, vc não tem medo de ser o primeiro a ser decapitado. Por serem demais repugnantes, não vou postar vídeo, comentários e imagens que revelam o grau de evolução dessa gente, tô fora meu amigo. Claro que eles são excluidos, se tivessem se formado, tido oportunidades como tiveram os suiços, eles não teriam o nível de consciência que têm, mas não é por aí meu amigo, com certeza não.
JC
30 de outubro de 2013 11:14 pmNão. Quem é a favor de PCC ou
Não. Quem é a favor de PCC ou crime organizado é quem defende a polícia e o Estado burguês. Pois é público e notório que as facções criminosas funcionam em comum acordo com a polícia e com o Estado, em detrimento do cidadão.
Estou quase acreditando que você esteve mesmo na lua nestes últimos anos.
IV AVATAR
31 de outubro de 2013 12:15 amLênin não saiu por aí destruindo lixeiras
É evidente que estão no mesmo balaio o crime organizado e a banda podre da polícia, pois que tratam-se de forças que atuam conjuntamente, isso não se discute. Quanto a destruição do estado burguês, pelo que eu saiba, Lênin não advogou a destruição de lixeiras, monumentos, prédios públicos, ônibus, fábricas. Violência revolucionária não tem nada a ver com bandidagem, venha ela do PCC ou da polícia. Um processo revoluciónário pressupõe conhecimento de causa, o que falta ao lumpensinato e ao crime organizado, cá prá nós, que cacife tem esta gente para destruir o “estado burguês’,acreditar nisso chega a ser engraçado não fosse tão trágico.
Editado –
VAMOS PRÁ LUA – E já que vc repetiu tanto que estive na Lua, nada contra sair um pouco do mundo cartesiano, ai de nós se não se a realidade fosse somente o mundo ordinário, o que não quer dizer que não tenamos que estar atentos ao nosso derredor e vigilante para que aventureiros não destrua essa jovem democracia em construção, que continuemos livres e bem longes da tirania dos PCC da vida e do crime organizado em geral, venha de onde vier, ah, para relaxar um pouco, som na caixa então e viva a liberdade, vamos prá Lua.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=ig5DqiZaM3g%5D
JC
31 de outubro de 2013 12:30 amBem, você definitivamente
Bem, você definitivamente atrelou os Black Bloc ao crime organizado, por conta própria, ou pela própria imaginação. Acho normal vocês quererem atrelar revolucionários aquilo que vocês mesmo criaram, o crime organizado que justifica a manutenção da sua polícia. Embora você saiba que o Estado, os governantes, e não a banda podre da polícia como você disse, mantém acordos de cooperação com este mesmo crime organizado.
Quanto a você não saber o que Lênin escreveu ou advogou, não é de se estranhar, se nunca leu nenhum livro dele, não tem como saber mesmo.
IV AVATAR
31 de outubro de 2013 1:28 amVc disse que eu disse coisas que eu não disse
Bem, você definitivamente atrelou os Black Bloc ao crime organizado, por conta própria, ou pela própria imaginação.
Eu não tinha certeza da aliança entre Black Blocs e crime organizado e foi vc mesmo que confirmou a existência de tal aliança ou ao menos a possibilidade de que ela venha a ocorrer e, pelo que entendi, está lá, afirmantes em alto e bom som que essa junção seria positiva pq capaz de “destruir o estado burguês”. Aind a sobre a junção dos Black Blocs e crime organizado, veja só, não sou eu nem vc quem está afirmando, há muitas pessoas, bem informadas, tratando do assunto:
“(…) Outra organização que se funde perigosamente com o Black Bloc é o Narcotráfico. A fusão, aparentemente, se dá depois do desaparecimento do nacional Amarildo de Souza, quando moradores da comunidade onde este vivia se somaram àquele núcleo do Black Bloc formado no calor da preparação para as primeiras ações diretas que marcaram a vida do bairro do Leblon, no mês de junho do corrente. Dezoito de junho, se não me engano, pode ser tido como a data-chave dessa fusão. A partir dali, simpatizantes do Tráfico, descontentes com a ação das UUPPPP, parentes e amigos dos traficantes, usuários de drogas e, possivelmente, alguns dos ditos soldados do crime organizado integram os núcleos que se formam nos locais das ações diretas, sendo, no entanto, difícil de crer que possam participar já das células fixas da facção Black Bloc RJ(…)” (Igor Buys, no ensaio Proposição de uma tática anti-Black Bloc:
(http://ensaiosde-igorbuys.blogspot.com.br/2013/10/proposicao-de-uma-tatica-anti-black.html?showComment=1383060636213)
Acho normal vocês quererem atrelar revolucionários aquilo que vocês mesmo criaram, o crime organizado que justifica a manutenção da sua polícia.
Hum…revolúcionários,,,então tá…
Quanto a você não saber o que Lênin escreveu ou advogou, não é de se estranhar, se nunca leu nenhum livro dele, não tem como saber mesmo.
Eu particularmente advogo uma nova realidade, totalmente diferente desta, sobretudo curativa ao invés de punitiva e, dito isso, uma coisa é certa: Sem pessoas detentoras do conhecimento acerca da engrenagem social e sobre a condução da sociedade rumo a porto seguro, nada feito. O problema é que vc pretende considerar jovens revoltados com a polícia como vanguarda revolucionária capaz de destruir o estado burguês e instalar uma nova realidade. Destruir o Estado implica, antes de tudo, em destruir suas Instituições que, a exemplo do Poder Judiciário, seria substitúido por algo novo, ou seja, o Poder Curador, de curar ao invés de punir, bem como nova divisão social do trabalho, meios de produção a serviço da coletividade, o que não tem nada a ver com grupos associados ao crime organizado cuja aliança vc apontou e que, como estamos vendo, usam como tática destruir orelhões, estações de ônibus, preciso desenhar, não entendo como uma pessoa em sã consciência possa imaginar que essa turma de “revolucionários” (assita ao vídeo abaixo) tomará as armas do exército e da polícia e instalará a paz nas cidades, conta outra.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=WT4BZJMzRMU%5D
JC
31 de outubro de 2013 1:33 amVocê é louco ou está bêbado
Você é louco ou está bêbado ?
Quem trouxe o crime organizado para a discussão foi você mesmo.
Única e exclusivamente para tentar atrelar os cidadãos black block a ele, quando todos sabemos, ele está atrelado é ao Estado e aos governantes..
Benza Deus.
IV AVATAR
31 de outubro de 2013 1:40 amKd o rivotril
Que eles podem se integrar aos Black Blocs você ainda tem dúvida(JC)
Esta frase é sua, não é mesmo. A sua afirmativa me leva a crer que vc considera como revolucionária, capaz de assumir o controle da sociedade numa tomada de poder, um grupo que pode vir a se aliar ao crime organizado na primeira piscada de olhos, quero é distância destes seus “revolucionários”, não se esqueça de tomar sua dose de rivotril.
JC
31 de outubro de 2013 2:04 amO que você transcreveu não é
O que você transcreveu não é uma frase, é apenas uma parte de um período que você retirou para distorcer a idéia que eu quis transmitir.
Caso você tenha faltado nessa aula elementar, toda frase começa com letra maiúcula e termina com um ponto.
IV AVATAR
31 de outubro de 2013 2:09 amInfantil
Ah mas vc é tão infantil, só consigo achar graça, muito divertido vc
André Sousa
31 de outubro de 2013 1:56 amMaierovitch: Black Blcs são parasitas
‘Os black-blocs querem apenas destruir’
Maierovitch: atuação da tática black-bloc ‘leva à desmoralização do estado democrático e de direito’. – Marcos Peron
Mais uma vez um problema grave, no caso a onda de violência e vandalismo, ganhou corpo devido à má aplicação das nossas leis. Esta advertência é feita pelo desembargador Walter Maierovitch, 66, tomando como referência a Lei nº 12.720, de setembro de 2012, na entrevista abaixo. Maierovitch, presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais Giovanni Falcone, é consultor da União Europeia para assuntos de crime organizado. Diário do Comércio – A escalada de vandalismo traz insegurança e a dúvida sobre a capacidade de ser contida. O que o senhor pensa disso?Walter Maierovitch – Na verdade, do ponto de vista legal, existe uma boa perspectiva, que é o enquadramento dos criminosos na Lei nº 12.720, de 2012, relativa à constituição de milícias privadas. No seu artigo 288A estabelece a pena de quatro a oito anos de prisão. Os acusados estão sendo enquadrados nela e acredito que isso poderá se tornar uma barreira inibitória. DC – Por que essa conduta não era adotada antes?Maierovitch – A lei foi criada por meio de uma recomendação da ONU e da Convenção de Palermo, de 2000, sobre criminalidade organizada. E ela cai como luva para reprimir as milícias privadas do Rio de Janeiro e os black-blocs. As milícias do Rio, compostas até por policiais, têm controle territorial e social; exploração de atividades econômicas de forma clandestina tipo gatonet e pedágios para acesso às favelas, monopólio de venda de botijões de gás etc. E serve o novo tipo criminal para organizações, como os black-blocs que reúnem os requisitos das permanência, da habitualidade, da constância: atuam rotineiramente e parasitariamente, se infiltrando em manifestações dos outros. Ocorre que essa lei ainda é pouco conhecida. Haja visto que, por desconhecimento dela, manifestantes foram enquadrados na Lei de Segurança Nacional, não recepcionada pela Constituição democrática de 88. O fato é que essas milícias abriram espaço para o surgimento de esquadrões da desordem em geral, entre os quais se enquadram os black- blocs. DC – O senhor acredita em motivações políticas dos black-blocs?Maierovitch – A rigor, não. Falou-se em inspiração anarquista. Mas os anarquistas tinham objetivos claros e específicos nas suas ações, o que não é caso deles. Eles, ao que tudo indica, querem apenas destruir. É um impulso de revoltas individuais, pessoais . A característica deles é que atuam parasitariamente, autoanexados às manifestações próprias do estado democrático. Do contrário, não teriam espaço. Mas, na verdade, sua atuação leva à desmoralização do estado democrático e de direito, que prevê e garante manifestações de protesto e de expressão, porém, de caráter pacífico. DC – Na Europa, o movimento dos black-blocs é considerado terrorismo? Por que não aqui? Maierovitch – A questão é que tal enquadramento, da maneira sugerida pelos EUA na ONU, poderia abranger, com grande erro, movimentos sociais legítimos e associados à reivindicação de reforma agrária, moradia etc. É por isso que o Brasil tem sido reticente e que não há um enquadramento de terrorismo junto à ONU a respeito. DC – Quer dizer que o senhor considera que a Lei 12 720 seja suficiente para conter a escalada?Maierovitch – Sim. Mas no meu entender está havendo um vácuo nas atividades de inteligência. Uma das evidências é que a identificação dos criminosos está sendo demasiadamente lenta. E com a identificação, e já que se atua com permanência e rotineiramente, poderíamos ter decretações de prisões preventivas e temporárias. Enquanto não se chegar a isso, vamos enxugar gelo e outros coronéis poderão ser lesionados fisicamente.
http://www.dcomercio.com.br/index.php/cidades/sub-menu-cidades/117278-os-black-blocs-querem-apenas-destruir
Tomás Rosa Bueno
31 de outubro de 2013 3:46 pmJuizecos de encomenda
O Maierovitch é um juizeco a soldo, cão de trela do Mino Carta, que usou e abusou dele na sua campanha sórdida pela extradição do Césare Battisti. A opinião jurídica dele vale o que lhe pagam.
Tomás Rosa Bueno
31 de outubro de 2013 3:47 pmExplicação irrefutável
[video:http://youtu.be/VAoSy07-dwk align:center]
Está explicado o porquê da maciça campanha de difamação e calúnias contra os Black Blocs promovida pela polícia no oligopólio da imprensa — e apoiada pela intelectualha bem-pensante de “esquerda”: se a moda da autodefesa das manifestações pegar, a polícia não vai mais poder bater à vontade.
Repito: todo aquele que tome como certa e divulgue a versão policial das coisas é um colaborador da polícia, e como tal deve ser tratado.