Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Bobo
27 de março de 2016 2:17 amTem que ver como fica a
Tem que ver como fica a convenção do PMDB. O Requião foi vaiado pelo PMDB do Rio Grande do Sul quando como advogado falou contra a coercitiva no Lula, mas os lideres vão ter que ver diferente. Para 2018 não tem candidato nem pelo PMDB nem pelo PSDB. Lembro que quando a globo noticiou o Plano Temer do PMDB a globo não gostou do quesito Leis Ambientais, o narrador falou com voz murcha no JN, diminuição de leis trabalhistas com voz alta.
Messias Franca de Macedo
27 de março de 2016 2:18 am… Ainda sobre revelações de
… Ainda sobre revelações de farsas…
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O cruzamento da planilha da Odebrecht com dados do TSE
Por conspícuo e intrépido jornalista Miguel do Rosário
26/03/2016
Thais Moya, cidadã brasileira, cruzou os números da planilha da Odebrecht com os dados do TSE.
O resultado, segundo ela, explica porque a mídia e a Lava Jato resolveram abafar a planilha.
(…)
FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.ocafezinho.com/2016/03/26/internauta-cruza-planilha-da-odebrecht-com-dados-do-tse/
***
… E de todos os tesoureiros, o único preso é o do PT!
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O espelho da planilha que ‘desMOROliza’ de morte a ‘PORCA-tarefa’ da Operação midiática – de natureza nazifasciterrorista &$ golpista – ‘Lava [DEMoTucano a] Jato’
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… Revendo a planilha acima, e lembrando: … e de todos os tesoureiros, o único preso é o do PT!
Ãhã Ãhã Ahã!
Se bem entendido!
Ricardo Fernandes
27 de março de 2016 2:49 amhttp://www.diariodocentrodomu
http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/policial-autor-de-videos-denunciando-aecio-neves-e-encontrado-morto-em-bh/
Ockham
27 de março de 2016 2:49 am“Barracas protestando”
Amanhã, 27/03 completa 10 dias de ocupação com barracas na Av. Paulista.
Trata-se de um movimento de mais ou menos uns 40 jovens a favor do golpe. Dizem que só saem de lá quando Dilma abandonar a Presidência.
Eles protestam em sistema de revesamento: Enquanto dois ou três permanecem ali cuidando das barracas, os outros 37 ou 38 ficam em casa, tocando suas vidas, depois revesam.
Sinceramente, por mim, podem ficar lá. Mas é válido chamar a atenção para o fato de que, se fosse uma manifestação contra o governo estadual, o Geraldo já teria mandado a PM jogar suas bombas ali logo no primeiro dia.
alexis
27 de março de 2016 10:15 amCombinam..
Combinam bem com as marchas domingueiras, do tipo piquenique, que os coxinhas fazem com crianças e vovozinhas.
O patinho amarelo ficaria bonitinho no meio dessa galera estúpida.
Roberto São Paulo-SP 2016
27 de março de 2016 2:53 amA maioria dos deputados vão seguir o governo
O que ocorre agora é que há uma grande expectativa de derrota do Governo da Presidenta Dilma na Câmara dos deputados, principalmente em função do apoio dado pela maior parte da grande mídia.
todos achavam que PT e Lula estavam mortos politicamente em função dos ataques da Lava Jato e da maior parte da grande mídia.
As recentes mobilizações sociais em defesa do Ministro Lula demonstraram que não é bem assim, e que é cada menor o poder de influência da maior parte da grande mídia junto ao eleitorado, basta lembrar que a oposição PSDB perdeu as duas últimas eleições presidenciais para a Presidente Dilma Roussef)apoiada por Lula e pelo PT), e deve perder também em 2018 se o candidato for o próprio Ministro Lula.
Na votação do processo de abertura de Impeachment na Câmara dos deputados podemos ter uma grande surpresa. Muitos deputados vão esperar para ver se o Governo da Presidenta Dilma tem pelo 171 votos para barrar a abertura do processo, em se confirmando os 171 votos, a grande maior dos restantes do deputados irão votar a favor do Governo da Presidenta Dilma, para negociar o apoio, com os devidos cargos, logo em que terminada a votação, que como todos sabem será nominal.
Os deputados do sul e do sudeste podem até resistir e apoiar a oposição PSDB, mas no norte e nordeste, quase todos vão apoiar o Governo Da Presidenta Dilma, assim que se confirmar o voto 171 contra a abertura do processo, vai ser um tal de se esconder para votar por último.
O PMDB não tem jeito, e vai apoiar o governo, qualquer que seja ele, inclusive o PT, o que ocorre agora é que há uma grande oportunidade de derrotar o PT, e barganhar uma posição melhor junto com o PSDB em caso de Impeachment da Presidenta Dilma.
Mas as recentes mobilização em defesa do Ministro Lula, pode levar o PMDB a rever a sua posição, já que ficou claro que dificilmente Lula será derrotado em 2018.
O PFL, depois o DEM, acabou por esperar demasiadamente a volta do PSDB ao poder, agora boa parte do que foi o PFL está no PSD, tentando um acordo com o governo federal.
É preciso lembrar que a maioria dos políticos do Congresso e dos governos estaduais tem uma perspectiva que vai muito além de 2018, e este fator pesará nas atuais negociações políticas.
Quanto a economia, a queda forte do PIB em 2015, até que facilita a recuperação em 2016 e 2017, basta aumentar o crédito destinado ao consumo, manter o dólar próximo dos R$ 4,00 e reduzir significantemente os juros da Selic.
Marcos Antônio
27 de março de 2016 2:53 amNão durmo bem, como a
Não durmo bem, como a Presidenta!
Acordo várias vezes sobressaltado…
maria rodrigues
27 de março de 2016 3:26 amAcabo de assistir a um
Acabo de assistir a um documentário fantástico, Tv Brasil, sobre os militares que não aderiram ao golpe militar de 64. São narrativas impressionantes. Todos esses militares, de altas patentes, inclusive, se reportam ao tempo em que foram tratados com indignidade, humilhação, torturas, e alguns deles até mortos e jogados no mar. Por fim, são histórias que a gente, pra conhecer, se informar, deveria assistir, mas, infelizmente, somente essa TV, pra mim a melhor e mais importante que temos no Brasil, pouco interessa à maior parte do povo, bestializado com as grades de programação dos outros canais, todos reproduzindo músicas e cantores da pior categoria, talvez até pagos para serem vistos, seguidos do jornalismo desinformativo e barato que já até nos cansamos de comentar.
Abelardo Barbosa, o Chacrinha, dos seus bordões, um se supera ao longo das décadas, sem data pra acabar, pelo contrário. Refiro-me àquele em que ele dizia: “Na televisão nada se cria, tudo se copia”. Acho que foi dele a criação. Mas, realmente, é o que vemos até mesmo entre os diversos jornalistas das diversas emissoras, jornais e revistas. O que um diz, logo é repetido pelo outro, e, assim, sucessivamente.
Se um cantor sertanejo – que de sertanejo nada tem – for muito venerado na Globo, a Record e as demais emissoras o convidarão. Às vezes, num mesmo horário, MC Gui está em duas emissoras ao mesmo tempo. Não que ele seja Deus, mas é que numa delas o programa é reprisado. Um abagaceira de música e cantores de dar enjôo, mas que o público aplaude, e enche a plateia tal como fazem os seguidores da política, só pra agradar os donos das emissoras.
Pra quem acompanhou o movimento da MPB no tempo da ditadura, com cantores e compositores fazendo músicas de protestos incessantemente, em solo, em duplas, ou em grupos, num momento tão difícil da nossa História, mas em que nenhum se deixava abater, sempre enfrentando os generais, sendo presos e exilados, embora, por isso mesmo se tornaram imortais, como Jobim, C. Buarque, Caetano e Gil, e tantos e tantos outros, enfim, é penoso ver o que agora sucede à nossa música, ao nível de desconheciento desses cantores e compositores, que se ligam apenas ao dinheiro e à ostentação.
Por fim, as falas de Nassif só vem à acrescentar muito a todos que o seguimos, porque nos condiciona a concatenar nossas próprias ideias, e enxergar, com clareza maior o fulcro de todas as questões envolvidas nessa barafunda que hoje está a determinar o dia seguinte do Brasil, que pode ser ou não pode ser algua coisa.
O fato é que todos os dias alguma coisa há de nos surpreender, embora o que não sai da cabeça de quem tem um mínimo de inteligência é ver um malandro, da pior espécie, como Eduardo Cunha, ser o protagonista do impedimento de uma governante, que, até prova em contrário, está acima desse monstro a anos luz.
Rodrigo Souza Gomes
27 de março de 2016 11:34 pmMilitares da Democracia
Esse documentário “Militares da Democracia”, maravilhoso, como tudo que Sílvio Tendler fez, faz e fará, é emocionante. Heróis do Brasil que lutaram por uma pátria melhor, com legalidade, justiça social e desenvolvimento. No entanto, diante das grades rigorosas da televisão, foi jogado para 1 hora da manhã. Isso não pode acontecer. O Brasil precisa conhecer heróis como o Brigadeiro Rui Moreira Lima, o maior piloto da FAB na Itália, que foi expurgado pela ditadura. Também o Almirante Cândido Aragão, o Brigadeiro Francisco Teixeira, o General Euryale Zerbini, Capitão Ivan Proença. Esses são os verdadeiros heróis, não um Cunha, o Japonês contrabandista, o juiz vazador.
Rodrigo Souza Gomes
27 de março de 2016 3:29 amConsiderações
Caro Nassif e demais leitores e espectadores do GGN,
No caso da Lava Jato, já uma tendência clara de que alcançado o “objetivo político” da operação, leia-se a queda do PT, ela vai se recolher, sem ter que recorrer ao abuso de prisões preventivas e forçar delações. Trabalhar com que tem de provas e talvez acabar a fase da 1ª Instância ainda esse ano. No máximo, as delações “bombásticas” que restariam seriam as de Duque, Zelada e Odebrecht/OAS. O que pode ocorrer para manter ela seria uma guerra civil entre uma ala antipetista que quer esfriar os ânimos e a outra ala que quer continuar com ela até o fim.
Em relação ao chamado “Impeachment”, o governo tem uma base sólida de PT, PC do B e PDT que não chega a 100 deputados. Os outros partidos estão rachados, mas vão depender do comportamento dos governadores estaduais que podem ser a chave para que os “pró-impeachment” não alcancem o número “mágico” de 343 votos. A manifestação de 31 de março pode marcar um novo equilíbrio político, bem como a repercussão das entrevistas recentes de Dilma para a imprensa internacional. O PMDB provavelmente deve desembarcar, já que o grupo de Picciani e Cabral diante da doença de Pezão não pode se arriscar a um duplo isolamento. No entanto, o pedido da OAB pode servir como um backup que pode prorrogar essa questão, por mais tempo, adiando qualquer solução para o país.
Aprovado o impeachment na Câmara e aberto o processo no Senado, Temer teria maioria no Congresso, mas em condições bem difíceis. E estaria mais isolado na sociedade do que Dilma. Se a divisão do “butim” do “impeachment” for equivocada, por exemplo, ele poderia perder votações que envolvam quórum qualificado. É um prato cheio para Cunha e suas eventuais “viúvas”. E na economia, ele teria pouca margem de erro. Se não acontecer uma melhora do quadro antes de um eventual julgamento de Dilma no Senado, muitos já pedirão a volta dela. E a eleição municipal está logo aí. Muito provavelmente, o governo teria que trabalhar mais com um eventual legado de Nelson Barbosa do que a tão propalada “Ponte para o futuro”. O maior exemplo histórico disso é Sarney que viu sua imagem reabilitada logo após o confisco da poupança por Collor, conseguindo se eleger ao Senado no Amapá e fazendo o governador do Maranhão.
Qualquer propósito de “acabar com aquela raça” por parte dos elementos que querem tomar o poder do PT vai encontrar resistência nas ruas, sobretudo se tentarem prender o ex-presidente Lula. O funcionalismo público deve preparar greves pesadíssimas, enquanto os movimentos sociais indignados deverão movimentar as ruas. A obviedade da tentativa de impedir a maior liderança do período pós-1985 de exercer sua atividade política na plenitude vai ser de enorme risco e perigo para os que querem destruí-lo. O maior teste vai ser nas Olimpíadas, em que o Rio pode se tornar um caldeirão de protestos. E medidas impopulares poderão seduzir até pessoas são do “bando verde e amarelo” para que se realinhem ao “bando vermelho”. Isso sem contar as bases estaduais que serviriam de trincheiras de resistência.
A eleição municipal vai ser o grande termômetro dos rumos que o Brasil deve seguir nos próximos dois anos. Candidaturas de oposição ao establishment vão ser as grandes novidades. PSOL deve vir forte em grandes cidades, como Rio de Janeiro e Porto Alegre, enquanto figuras do tipo Russomanno vão ser fortes em várias capitais. Em São Paulo, o racha do PSDB vai ser sentido e uma pulverização eleitoral em grau jamais visto pode causar uma derrota vexatória para qualquer prospecto de poder da parte deles. Qualquer lado que vença essa parada vai ter que esperar esse momento para apontar um rumo até 2018.
Saudações baianas!
Ed Döer
27 de março de 2016 4:14 amRodrigo,
Gostei da análise,
Rodrigo,
Gostei da análise, mas tem um ponto que ela peca…
Você fala que o funcionalismo público deve preparar greves pesadíssimas, mas a verdade é que o PT foi perdendo espaço no funcionalismo público federal, seja pela falta de comunicação (e aí entra também o trabalho de desconstrução feito pela mídia), como pela maneira que o governo tratou o setor durante negociações salariais.
Se eventualmente rolar alguma greve, vai ser porque o Temer rasgou os acordos feitos pela Dilma no sentido de dar reajuste de agosto em diante (devido a crise) para o Executivo, sendo que tais acordos foram praticamente impostos pelo governo e ainda não foram sacramentados em lei.
E no caso do Judiciário Federal, a questão salarial ainda está por ser decidida, com um acordo ainda em estágio de ser fechado através do STF. Com o detalhe de que hoje os sindicatos da categoria estão principalmente nas mãos de PSTU, PSOL e Conlutas. Ou seja, grupos que não morrem de amores pela Dilma.
Mas, dependendo da sede do novo governo, talvez haja sim, bastante mobilização de quem atua nas áreas onde a privatização seria provável, como bancos, Correios, Petrobrás, etc.
Rodrigo Souza Gomes
27 de março de 2016 4:45 amCaro Ed
Pelo que vejo, eu
Caro Ed
Pelo que vejo, eu acho que você é meu colega… Sou servidor na economia mista (bancário)…
Por exemplo, a grande raiz do motim da PF contra o governo foi a greve de 2012, quando Dilma atacou os “sindicalistas de sangue azul”. Um acordo não foi fechado, nem o governo não procurou punições exemplares. Muito menos fez uma regulação forte.
E as negociações perderam muita qualidade depois da morte do Duvanier Paiva. Ele era sindicalista e tinha o jogo de cintura para lidar com os sindicatos. O Sérgio Mendonça é economista do DIEESE e não tem capacidade de convencimento com os sindicatos.
E o Judiciário tem sérios problemas… Não sei realmente como funciona a dinâmica entre os sindicatos de servidores, bem como as associações de juízes e promotores. O apoio deles ao Moro tem muito a ver com isso. Diante disso, qualquer governo que queira viver em paz vai ter que ser bem cirúrgico nesse ponto.
As empresas estatais devem sofrer ataques pesados, mas tudo vai depender de como reagirmos. Nos bancos, nós é que garantimos as greves. E nos últimos anos temos obtido acordos razoáveis, pois melhoram alguma coisa, mas não repõem as perdas da era FHC, nem nos garantem isonomia. Em 2015, conseguimos só a inflação. Num governo mais hostil, qualquer intenção de maior terceirização e reajustes abaixo da inflação vai encontrar oposição pesada da categoria. No entanto, o impacto social de uma greve de bancários é menor do que antigamente, pois os meios tecnológicos são cada vez mais relevantes, mas muita coisa que depende de “boca do caixa” acaba parada. Então a mobilização deve começar desde já. No entanto, durante a manifestação do dia 15, nós conseguimos apoio até de colegas da Intersindical, por exemplo.
Ciro Daraujo
27 de março de 2016 4:00 pmDeve-se lembrar também que
Deve-se lembrar também que quem precisa chegar a 342 votos é o impeachment. Abstenção e Ausência é equivalente a votar contra o impeachmente nesse caso e imagino que governo esteja se concentrando também em garantir que alguns não apareçam no congresso nesse dia.
Ciro Daraujo
27 de março de 2016 3:32 amAcho que o acordão com o
Acho que o acordão com o Temer é mais no sentido de um “caretaker government” estilo parlamentarista até 2018. Mesmo meus interlocutores na economia neo-lib já chutaram o balde dizendo que a possibilidade de passar as reformas q eles acham necessárias é minima num governo Temer. Seria basicamente “tocar o balde” até 2018, porém conseguindo passar algumas medidas para conseguir tocar o balde (isso sob o ponto de vista de pessoas que defendem uma agenda neoliberal). As reais reformas ficariam para um futuro governo, inclusive por medo da conflagração nacional que qualquer reforma neoliberal mais brusca poderia gerar.
O acordão de governabilidade passa então pelo enquandramento da Lava Jato, coisa que a Dilma nunca se mostrou minimamente disposta a fazer e possivelmente a razão real de seu impeachment se (quando?) este ocorrer. Porém a novidade é que tal acordão se tornou condição indispensável para qualquer grupo que assuma o poder, especialmente pós-lista da odebrecht. Derrubar o governo é relativamente fácil. Já derrubar a República sempre leva ao risco dela cair na cabeça de quem esta derrubando.
O problema também é combinar com o “Partido dos concursados” que pulula nas primeiras instâncias, ministério público, receita federal, e outras instâncias do estado que ao contrário do que dizem, não foi aparelhado pelo atual governo e nem está sob controle da oposição, estando muito mais controlado pela grande mídia. Acho que esses não vão ser enquadrados com tanta facilidade e irão alimentar a representação de uma nova direita brasileira, financiada pelos irmãos Koch e ideologicamente cega numa crença a uma sistema de pensamento que não compreendem. Nossa atual direita (psdb e pmdb) são como padres que rezam a missa, mas não creem com tanto vigor, até por saberem que, na prática, a teoria é outra. Essa nova direita será como fieis fanáticos, que inclusive não tem compreensão clara dos efeitos de suas ações, movidas por uma sensação intuitiva primária de justiça/moral. A boa notícia é que ao menos que essa nova direita consiga penetrar nas classes mais baixas (e para isso precisaria de um discurso diferente), ela está demograficamente fadada ao fracasso eleitoral (e por isso mesmo apela para o exercício de um poder não-eleitoral na busca da implantação de sua agenda).
E novamente, a batalha por 171 votos continua. Vejamos quem ganhará.
Gilson AS
27 de março de 2016 3:32 amLi uma matéria que dizia que
Li uma matéria que dizia que foi feita pesquisas internas junto ao pessoal que apoiam o impeachment, depois do vazamento a lista da Odebrecht.
Segundo essas pesquisas internas, a tendência do movimento pró impeachment e diminuir, pois muitas pessoas ficaram decepcionadas com alguns nomes que consta da lista.
Muitos alegam que foram enganados pelas mídia. Putz !!! coitados, não foi por falta de aviso dos petralhas.
Alguns dizem que não irão mais participar das passeatas
Se não houver fato novo, a tendência do movimento de rua é diminuir.
Isso pode ser observados nas redes sociais,os coxinhas estão com a crista baixa, perderam a empolgação e a agressividade.
Se STF autorizar a posse do Lula, ai vai ser um abate coletivo dos coxinhas.
Gabriel Moreno
27 de março de 2016 4:08 amEu observo muito isso nos
Eu observo muito isso nos chamados “coxinhas”: se eles percebem um clima de derrota, ou algo que seja negativo para eles, retraem-se bastante. A lógica deles é a lógica das torcidas, não a lógica política. Andei postando por aí uma matéria do Emporio do Direito, que diz em detalhes que o STF deve barrar o impeachment por inconstitucionalidade, e isso curiosamente teve um efeito incrível sobre eles, ficam bem retraídos.
As ruas agora são todas nossas. Eles só voltam se tiver fatos novos. O problema é que a mídia, em dupla com essas partes do Estado que foram apropriadas (judiciário, delegados, procuradores, etc) tem essa capacidade de gerar fatos. Então era importante o governo neutralizar isso também gerando fatos, e não precisa ser só o Lula ministro (era bom que fosse, no entanto), podem ser outros fatos de grande potencial simbólico e que demonstre força e reação.
Dia 31 temos que fazer uma passeata ainda maior que a do dia 18. todos para as ruas mas sem nem pensar duas vezes, mobilizando o máximo de pessoas possível. É talvez o dia mais importante da nossa história. No mínimo, é um dos mais importantes. E continuar se mobilizando até o dia da votação do impeachment, tomando Brasília e ganhando o fator rua.
Gabriel Moreno
27 de março de 2016 4:02 amNassif, fico impressionado
Nassif, fico impressionado com sua calma, profissionalismo e racionalidade nesse momento. Suas análises tem sido um porto-seguro nesse caos todo, uma referência para a gente poder se localizar. Muito obrigado e vamos que vamos. Não vai ter golpe não.
will
27 de março de 2016 4:17 amA sensação do virar
A sensação do virar passageiro nesse avião,Brasil – com uma dúzia perturbandoa comandante Dilma, vai matar meio mundo.Vão jogar o avião na montanha. Republicanamente ,pegamos o congtresso!Todas as ratazanas estão lá. Todos B.O.s, cometeram crimecom dinheiro publico, Crime Hediondo.O lance é que se não houver um filtro pra saber quem tem moralde pedir impeachmemt da Prasidenta, ou nãos, vai ter que haver provasna lista da odebrecht.A Receita Federal deve ser acionada para veirficar outros focos dessa doença. Em todas as instâncias, os direito dos trabalhadores estão em risco: Todos, sem exceção correm risco de perder seus empregos e o poder do salário minimo cai no segundo dia. No primeiro eles assaltam os cofres públicos. Normas jurídicas e advogados sairam do parâmetro. Usurpando o que esta bem definidono Livro do Mundo. Nossa Constituição, dizem, é bem moderna. Tem tudo lá e muito mais! E o Juiz Moro? Esse descarado puloru fora da lista.A globo não vai dizer quem são, ou vai insistir. Os blogs sujos não. continuar nos calcanhares desses facínoras sem consciência, sem pudor querendo picas pra população.Só quem conhece esses vagabundos que tem misericórdia com eles.A população, petralhas ou não, estão vendo tudo. Globo, juiz, aedes neves, PF , Abril, …Mas o temporal esta destelhando várias instituições. Não deixem jogar o avião na montanha.
JB Costa
27 de março de 2016 9:41 amO ineditismo no atual impasse
O ineditismo no atual impasse político é que a base – única – sobre a qual se tenta erigir um acordo se assenta num pântano. Jamais em nossa história o estamento político como um todo foi tão rejeitado e até odiado por boa parte da população. O que ainda subsiste é uma caricatura, ou seja, uma farsa de um sistema que simplesmente se exauriu.
O fruto podre da árvore da desilusão é a busca por soluções heterodoxas, seja de fora do modelo, seja de dentro. Nesse último caso, temos a progressiva ascensão de soluções tipo “bolsonaros” e de fora as de cunho messiânico que se materializam em figuras como Joaquim Barbosa e seu atual êmulo, o Juiz Moro.
O corolário dessa premissa é que tudo que sobrevier no pós-crise, seja via conflituosa ou mesmo por um difícil, mas não impossível, acordo, será apenas arremedo e cabalmente será o patamar para novas e inevitáveis crises.
Weyll
27 de março de 2016 9:55 amPela primeira vez teremos uma
Pela primeira vez teremos uma Revolução com muito derramamento de sangue. Se as Forças Armadas se posicionarem a favor dos velhos e eternos ladrões, voltaremos à Idade Média
jeuli
27 de março de 2016 9:58 amVc havia dito que a semana
Vc havia dito que a semana passada seria o caos, briga de informação. Semana passada foi tranquilo, a não ser por denúncias absurdas como a da Veja. De qualquer forma, a curiosidade é saber como está o pmdb, as informações da imprensa em geral não são confiáveis. O que dizem as suas fontes? O Lula conseguiu influenciar?
Jossimar
27 de março de 2016 12:14 pmNassif,
Falemos sério. Se o
Nassif,
Falemos sério. Se o golpe vier a vingar, o Brasil será a vergonha até para a mais reles das repúblicas de bananas.
Perderemos totalmente o parco respeito internacional que temos.
Seremos a República de Bananas Hour Concours da repúblicas de bananas como seremos também a República dos Bananas, cujo representante máximo será o STF.
E nós mereceremos.
Wilson Ramos
27 de março de 2016 3:07 pmapenas uma lembrança, talvez correção:
Michel Temer deve ter assumido o governo em alguns momentos do primeiro mandato, entre 2011 e 2014. Se assumir em lugar da Dilma, não poderá se reeleger para um terceiro mandato em 2018. O último que conseguiu isto foi Alkmin no governo de SP. A questão foi para o TSE, que teve uma daquelas magníficas decisões de que estava errado pleitear um terceiro mandato mas toleraria pela última vez. Me parece que o Anastasia já não pode concorrer à reeleição em MG justamente pelo mesmo motivo
Edu Pedrasse
27 de março de 2016 4:43 pmDica para melhorar o áudio do Hang Out
Nassif,
queria sugerir uma microfone de lapela para vc gravar o áudio das Hangouts.
O som da sua sala gera uma reverberações que atrapalham, às vezes, o entendimento da sua fala.
Se quiser uma ajuda de marcas e modelos, e lgações também, estou à disposição.
Parabéns pelo vídeo.
Abraços.
Antonio Carlos Silva - Brasil
27 de março de 2016 4:54 pmO golpe micou, quase todas as
O golpe micou, quase todas as pessoas com quem conversei toda esta manha odeiam Dilma, mas ficam transtornados ao saberem que a opção golpista será o PMDBsta do Cunha em conluio com o odiado José Chirico .
Antonio Carlos Silva - Brasil
27 de março de 2016 4:56 pmO povo não é bobo, já
O povo não é bobo, já despertou que será um golpe contra o Brasil .
Antonio Carlos Silva - Brasil
27 de março de 2016 5:00 pmA solução imediata seria o
A solução imediata seria o governo abrir concessões de rádio (ou tv) para a sociedade organizada(FAMERJ, FAFERJ, CUT, UNE etc…)
O povo exige uma mídia alternativa .