João de Deus – Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Jornal GGN – Até ontem, dia 17, a força-tarefa do Ministério Público de Goiás para apurar acusações de abuso sexual contra João Teixeira de Faria, o João de Deus, recebeu 506 relatos de mulheres que denunciam crimes sexuais. O grupo foi criado há uma semana e, desde então, o número de denúncias aumenta.
André Fernandes, delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, disse que o pedido de prisão preventiva contra João de Deus teve por base 15 denúncias, já formalizadas. As vítimas prestaram depoimento separadamente e contaram relatos semelhantes sobre o suposto modo de agir do acusado.
O Ministério Público acredita que há possíveis vítimas também no Ceará, Mato Grosso e Rio Grande do Norte. De início, as investigações se concentravam em Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Para, Santa Catarina, Piauí e Maranhão.
Além disso, há suspeitas de vítimas em seis países: Alemanha, Austrália, Bélgica, Bolívia, Estados Unidos e Suíça. As vítimas podem fazer os relatos para [email protected].
A força-tarefa é formada por seis promotores e duas psicólogas da equipe do Ministério Público.
Na semana passada, o procurador-geral de Justiça encaminhou ofício aos procuradores-gerais de Justiça dos MPs estaduais e do Distrito Federal pedindo que sejam designadas unidades de atendimento para coleta de depoimentos de possíveis vítimas de João de Deus.
Com Agência Brasil
Fernando Oliveira
18 de dezembro de 2018 1:41 pmO que me admira é a
O que me admira é a quantidade de denúncias de abuso sexual. Quer dizer, se essa gringa não tivesse denunciado, estariam todas caladas? Ou suas denúncias não foram ouvidas pelos justiceiros? Ou, pela peneira da verdadeira justiça nenhuma dessas denúncias se comprovam? Digo isso porque me lembro que, a tempos atrás, o monopólio globo de jornalismo arremeteu contra um casal de idosos em SP donos de uma creche. Foram acusados de maltratos e abusos das crianças frequentadoras da creche, diariamente no jornal nacional. Foram levados à sarjeta, tanto moral quanto material. Anos após, o processo julgado, ambos foram inocentados. Tudo que foi dito não passava de falta do que fazer de jornalistas e grupos de comunicação, ávidas po audiência à custa da miséria de alguém.
Manoel Júnior.
18 de dezembro de 2018 4:31 pmFantástico .
Não acredito , acho um exagero que uma pessoa possa cometer tantos crimes ,por tanto tempo . Tôdas com a mesma narrativa ,como se estivessem copiando uma das outras , sem provas ,apenas narrativas . Ninguém viu ,ouviu .