1 de outubro de 2026

Lindbergh pede ao STF apuração sobre dinheiro de Flávio

Deputado cita declarações de Renan Santos sobre suposto apoio da Rockbridge Network à campanha presidencial
Davi Alcolumbre e Flávio Bolsonaro - Foto de Lula Marques - Agência Brasil

Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu ao STF investigação sobre recursos estrangeiros na campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Pedido baseia-se em declarações de Renan Santos sobre apoio da Rockbridge Network à campanha do candidato presidencial.
Solicitação visa apurar origem dos recursos e possível repasse dos EUA, proibido pela legislação eleitoral brasileira.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (11) para pedir a investigação de uma possível entrada de recursos estrangeiros, de forma direta ou indireta, na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

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O pedido apresentado pelo petista tem como base declarações atribuídas a Renan Santos, nas quais o empresário teria mencionado apoio da organização Rockbridge Network à campanha do candidato do PL. Lindbergh quer esclarecer se houve participação de recursos provenientes dos Estados Unidos no financiamento das atividades eleitorais de Flávio.

A solicitação ao STF busca verificar a eventual origem dos recursos e se houve algum tipo de repasse estrangeiro para a campanha. A legislação eleitoral brasileira estabelece regras para o financiamento de candidaturas, incluindo restrições à utilização de recursos de origem estrangeira.

Flávio Bolsonaro é candidato à Presidência da República pelo PL nas eleições de 2026. O episódio ocorre em meio à disputa eleitoral e às discussões sobre o financiamento das campanhas e a eventual atuação de organizações estrangeiras no processo político brasileiro.

*Com informações do Poder360.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    12 de setembro de 2026 12:03 am

    O pior cego é o que finge não ver*

    Augusto Cury, um psiquiatra que vendeu milhões de livros falando de gestão da emoção, agora condiciona apoio no segundo turno a uma “prova de inocência” de Flávio Bolsonaro no caso Dark Horse.

    É o teatro perfeito da isenção seletiva.

    Não é mais sobre opinião. O STF já autorizou investigação sobre o financiamento do filme. O ministro André Mendonça abriu inquérito contra Flávio Bolsonaro pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas no caso dos repasses do banqueiro Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse”.
    A Polícia Federal apura se recursos ligados ao Banco Master foram direcionados à produtora por meio de fundo no exterior e se houve desvio de emendas parlamentares para a produção — operação que já teve 49 mandados de busca autorizados pelo ministro Flávio Dino mirando deputado e produtora.

    O próprio senador admitiu que pediu dinheiro a Vorcaro para o filme, em valores que interlocutores estimam em R$ 134 milhões, com mais de R$ 60 milhões efetivamente pagos segundo planilhas da PF.

    E a história do dinheiro de aposentado não é invenção: a investigação nasceu do colapso do Banco Master, com prejuízo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito, banco que tinha como lastro justamente dinheiro de fundos e previdências. 73b8

    Aí vem Cury e diz: “se provar que não tem dinheiro público, eu apoio”. Inverte tudo. Em um país sério, quem quer apoio teria que provar a origem limpa de cada centavo antes de pedir voto, não depois. O ônus da prova virou prêmio de campanha.

    Milhões de trabalhadores que contribuem para previdências estaduais veem seu dinheiro virar risco em operação de filme biográfico superfaturado — um filme de R$ 134 milhões, mais caro que a maioria dos vencedores do Oscar — enquanto o discurso oficial é “zero de dinheiro público”. aac7

    Cury não está desinformado. Está fazendo escolha política com verniz de equilíbrio emocional. Chama de gestão da emoção o que é, na prática, gestão da omissão.

    Quem finge não ver investigação do STF, operação da PF, áudio cobrando dinheiro e rastro de banco liquidado não está sendo neutro. Está sendo cúmplice por conveniência.

  2. Paulo Dantas

    12 de setembro de 2026 10:57 am

    Jogando para a galera , pedindo uma investigação que já está em andamento.

    Depois reclamam que o STF atua demais.

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