4 de junho de 2026

Marina: um marco do desenvolvimento sustentável, por Militão

Ao contrário dos alertas e terrorismo típicos de fanáticos na disputa eleitoral, não há risco nenhum na eleição de MARINA, haverá sim um impacto de proporções mundial, no mesmo nível de representação de ´novidade´ política, mais ainda que as eleições de FHC, MANDELA, LULA e OBAMA. E hoje as novas pesquisas eleitorais serão divulgadas em que a população brasileira demonstra acreditar no sonho de edificação de um mundo melhor com ênfase no desenvolvimento sustentável a partir de um novo jeito de se fazer a política no Brasil.

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Não são raros os exemplos de grandes lideranças que mudaram a história sem antes terem uma prévia carreira política de governantes afiançando o êxito administrativo. Além dos referidos FHC, LULA e OBAMA, podemos lembrar-nos de MICHELLE BACHELLET, CRISTINA KICHNER, NELSON MANDELA, FIDEL CASTRO e o mais evidente, mais recente e dimensão de poder que foi eleito para exercer: o sociólogo BARACK OBAMA.

Evidente que a eleição de MARINA, a primeira ativista pela sustentabilidade ecológica, terá repercussão mundial e nós, brasileiros, nos orgulharemos disso. Tal como fez a eleição de LULA, MANDELA e OBAMA, figuras outsiders, sinalizamos ao mundo que o eixo do exercício do poder político exige novos compromissos que signifiquem mudanças.

O prestígio internacional de MARINA somada com uma votação popular extraordinária vai conferir a legitimidade e a credibilidade nas propostas de reformas institucionais que o Brasil reclama. A nossa classe política perdeu a legitimação da representação e isso é ruim para a democracia, portanto, após 25 anos da Constituição Cidadã que selou o fim da ditadura militar e escrita sob o compromisso político de assegurar a democracia, chegou a hora de, olhando para o futuro, semear um governo de reformas e transição democrática.

O fim das reeleições no executivo e a limitação no legislativo e a reforma no judiciário, os três poderes que trazem tantos vícios e dependências à governabilidade e novas regras para a representação política e para a participação da sociedade civil, serão marcos saneadores desse ambiente político viciado.

Um novo pacto federativo precisa ser consensual. Nada mais justifica a concentração orçamentária na união. O cidadão vive no município e no estado, sendo absurdo que uma ambulância do SAMU seja deliberada em ´emendas´ orçamentárias da união, adquiridas em Brasília e enviadas para Xapuri ou Brejo das Antas somente interessa ao Deputado despachante de emendas e, em muitas vezes, ao superfaturamento. E se os munícipes, em vez da ambulância, deliberem que a prioridade fosse um ônibus escolar, ou uma viatura para os bombeiros?

Ao assegurar que feita a transição e as reformas MARINA não desejará a reeleição – tal como fez MANDELA – assegura aos demais partidos, e suas lideranças, especialmente os três grandes – PT – PSDB e PMDB – que em 2018 estarão em condições de uma disputa pelo poder com regras renovadas e sadias.

Por outro lado, com MARINA-PSB, há o expresso reconhecimento dos avanços nas estruturas econômicas e políticas sociais a partir de FHC, LULA e DILMA e, com isso, não há risco algum em desmanche ou interrupção do que foi excelente até agora: a estabilidade econômica; a melhor distribuição de rendas e a redução à miséria continuam sendo compromissos do estado e não de um ou outro governante.

A criação de mecanismos institucionalizados para dar voz e peso às demandas da sociedade civil representará um aprofundamento da democracia e da cidadania e é o conceito nuclear do movimento REDE liderado por MARINA. E entendemos que essa formalização da representação da sociedade civil, para ter eficácia e legitimidade, deva ser feita com amplo debate nacional e até mesmo com uma lei submetida ao referendo conforme prevê a constituição. Fazei-lo por decreto num final de mandato e a forma da indicação da sociedade são as restrições ao decreto do atual governo.

No embate puramente eleitoral dirão os reducionistas, quanto ao ´risco´, o fato de MARINA não ter a experiência no exercido de diversos cargos no executivo. Mas nem o sociólogo FHC, nem o metalúrgico LULA, nem o advogado MANDELA e o sociólogo OBAMA ou a médica pediatra MICHELLE BACHELLET, nenhum deles haviam sido governadores antes de assumirem a presidência onde representaram seus ideais políticos.

E, concluindo, os ideais sonháticos de MARINA possuem significado extraordinário para o futuro da humanidade. 

O mundo capitalista precisa ser sacudido por essa figura ímpar: o desenvolvimento com sustentabilidade, tanto econômico como social, é dar vida ao que profeticamente ensinava o saudoso professor MILTON SANTOS em sua última grande obra: “A outra globalização é possível.” em que demonstrou a necessidade de se criar uma globalização mais humanizada, em que a tecnologia, o capital financeiro e a mecanização são criticados por sua desumanização e centralização do capital diante da vida pessoal e social. 

Enfim, MARINA significará para o mundo a denúncia da globalização como fábula; da globalização perversa que retira os recursos naturais das nações e continentes mais pobres para usufruto perdulário nos países mais ricos e, por fim, que o mundo dê ênfase à nova globalização que busca novos conceitos a partir de uma integração real, humanitária e social, dizia MILTON, ao que designou como ´consciência universal´.

Nós brasileiros podemos, nessa oportunidade histórica, através de MARINA e da histórica possibilidade de interlocução política do PSB rompendo com a nefasta polarização de ‘nós x eles´, convocar a elite política brasileira, do PSDB, do PT, PCdo B, setores do PMDB e com uma base parlamentar consistente, promover as reformas, de forma fraterna e exemplar, oferecendo ao mundo os ideais sonháticos de MARINA e ela será ser o êmulo transformador das relações globalizadas em que o ser humano seja o sujeito dos agentes econômicos, e não o empecilho descartável da atual globalização.

Nunca mais o mundo será igual após a eleição de MARINA SILVA. E sonháticos seremos todos.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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6 Comentários
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  1. Ivan de Union

    27 de agosto de 2014 12:22 am

    “Nunca mais o mundo será

    “Nunca mais o mundo será igual após a eleição de MARINA SILVA”:

    Depois eu eh que sou lunatico…

  2. Vitor Carvalho

    27 de agosto de 2014 12:42 am

    Mano: messianismo puro. Pra

    Mano: messianismo puro. Pra voce a Marina tem caracteristicas divinas que governara acima de tudo e todos, emanando da pessoa dela uma luz radiante tao grande da qual unira a todos os povos e nacoes no sentido literal da palvra. Assim, iluminados por sua luz, todas as contradicoes do capitalismo serao resolvidas. Voce somente se esquece de demonstrar, mesmo que como proposito no papel, como isso ocorrera a partir da realidade objetiva do mundo de hoje. Voce vice de messianismo por que ve o Pais a partir de um sonho, mas nao tem capacidade de mostrar como isso pode ser feito com propositos objetivos definidos. Cara, a Marina pode ter uma otima visao do mundo a partir de sua experiencia voltada ao meio ambiente. Entretanto, o fracasso dela como ministra demonstra que ela nao sabe colocar politicas publicas de forma integrada em pratica. O pior e que tudo o tem tem sido colocado como intencao pratica e altamente ligado a tese neoliberal no estilo Tony Blair. E esse cara, muito mais pragmatico do que Marina fez muita coisa ruim pro Pais dele e pro resto do mundo. Marina e um Tony Blair piorado e verde. So isso. E mais nada! Ah, e sobre a hegemonia do capital financeiro sobre o mundo, pergunta pra sua candidata o que ira ocorrer se o BC for dado de bandeja para o mercado brasileiro? Pergunta para o guru economico dela como ele enriqueceu quando ele e seus amigos financistas davam as cartas? Acorda Brasil!

  3. alcarpinteiro

    27 de agosto de 2014 1:36 am

    Eu entendi corretamente? Ele

    Eu entendi corretamente? Ele está fazendo campanha para Jesus Cristo?

    Imagino o dia em que ela tentará resolver o problema entre Israel e Palestina. Hahaha, ou será que HIHIHI é mais apropriado?

  4. NH alemanha

    27 de agosto de 2014 6:00 am

    Pronto
    Agora o blog descambou pra panfletagem barata.

  5. Ricardo Santos

    28 de agosto de 2014 10:44 pm

    Estou cansado de tanto lobby

    Estou cansado de tanto lobby pro – Marina

    Então toma!

     

    Neca Setúbal e Marina Silva: a mão invisível do mercado escolheu uma candidatura que vale ouro

     

    Zanone Fraissat/Folhapress

    Foi curiosa a entrevista de Maria Alice Setúbal, sócia e irmã do presidente do Banco Itaú, e ex-coordenadora da campanha de Marina Silva (PSB), para o jornalista Fernando Rodrigues, na Folha de S.Paulode ontem (22). Apesar de deixar mais dúvidas do que esclarecimentos, em um ponto foi bastante explícita, ao falar de

     

     

    esclarecimentos, em um ponto foi bastante explícita, ao falar de economia com o objetivo de tranquilizar o mercado financeiro.

    Primeiro disse ter compromisso de dar independência ao Banco Central. Afirmou ainda que os economistas gurus de Marina dão aval ao mercado financeiro, por suas posições pró-mercado. Mesmo tendo banqueiros como André Lara Resende na equipe, e ela própria ser uma banqueira, ou, como diz a imprensa, herdeira, por não exercer cargos executivos, Neca Setúbal, como é conhecida, disse que falta acrescentar gente com perfil de operador do mercado, o que deve ocorrer ao longo da campanha.

    Talvez o tal operador de mercado seja o irmão Roberto Setúbal, presidente do Itaú, ou, para não dar muito na cara, alguém indicado por ele. Já a candidata Marina Silva, afiada com o discurso dos banqueiros, promete Banco Central autônomo por lei.

    As declarações preocupam, porque o conceito de independência do Banco Central leva à pergunta: independência de quem? Ou o presidente do Banco Central responde à nação, podendo a soberania popular demiti-lo através de seu representante eleito para presidência da República, ou responde apenas ao próprio mercado financeiro, cujo capital hoje é apátrida, globalizado e sem compromisso com nenhum projeto nacional.

    Os países em desenvolvimento que estão sendo bem-sucedidos, em geral, mantêm controle estatal sobre o Banco Central. A entidade tem sua autonomia para fazer uma governança técnica, mas não foge à obrigação de ter de prestar contas e mostrar desempenho satisfatório à nação, e não apenas a corporações financeiras privadas.

    A proposta de Marina Silva significa uma privatização do Banco Central, portanto privatização do próprio dinheiro, da gestão da dívida pública e das RESERVAS. Os bancos privados, em vez de serem regulados pelo Banco Central, passariam a controlá-lo, e sabemos bem quais são os interesses que seriam saciados antes de tudo.

    Por trás do discurso, mais teórico do que prático, sobre uma suposta nova política, Marina Silva carrega consigo todo o retrocesso de dar plenos poderes a antigas oligarquias econômicas que enriqueceram muito desde a ditadura e depauperaram o povo brasileiro através de políticas perversas de concentração de renda às custas da exploração do suor da maioria da nação.

    Marina traz de volta toda a política econômica da chamada privataria tucana, que colocava no Banco Central a figura do operador de mercado que Maria Alice Setúbal sugere, e toda a nação tinha de entregar ao altar do mercado sua cota de sacrifício. Fez parte dessa cota a venda da Vale a preço de banana, de fatias da Petrobras da mesma forma, o arrocho nos salários e aposentadorias, a venda da Telebrás arrecadando menos do que o investido para “saneá-la”, a entrega dos bancos estaduais aos bancos privados e estrangeiros em vez de incorporá-los ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal.

    Por pouco não foram entregues também estes dois bancos públicos, e geradoras de energia como Furnas e Eletrobrás. A volta da privataria em um governo de Marina assanha aqueles que querem concluir o serviço. E hoje a cobiça é muito maior, com a Petrobras tendo o pré-sal, e o Banco Central administrando RESERVAS de US$ 380 bilhões. Imagine essa montanha de dinheiro público colocada nas mãos de operador de mercado privatista?

    Marina fala de um suposto purismo político, mas no escurinho dos bastidores da campanha corre o mais sinistro toma lá dá cá que se pode considerar, que é com o chamado mercado.

    Curiosamente, Maria Alice Setúbal deixou escapar em sua entrevista que já captou uma corrida de doadores de campanha querendo financiar a campanha de Marina. É a corrida do ouro.

  6. Celso Felício Panza

    30 de agosto de 2014 10:09 pm

    MUDA TUDO.

    Não é ser lunático, simplemente vão ter que dialogar com a força de representação popular que trará Marina para a presidência, sem que se possa jogar um grão de areia em sua reputação, dado singular para essa corja maldita que até agora usurpou o Brasil, não há bem quesempre dure nem mal que nunca se acabe, a necrise é total, não falta saúde aosmpolíticos, o que está aí já morreu, e morrem juntos os que gostam de boquinha, acabou, temos que ser radicais agora com a decência, com a corrupção chegamos mal até aqui.

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