
Jornal GGN – Quase um ano após a inauguração do linha 15-Prata do monotrilho – que funcionava com “visita controlada” desde então, operando fora do horário de pico – a linha da zona leste da capital paulista começa a operar das 7h às 19h, agora cobrando R$ 3,50 pela passagem, o valor regular da rede.
A informação foi divulgada através de nota na terça-feira (4), que não fala quando a linha irá operar no mesmo horário da rede de metrô, das 4h40 à meia-noite.
As obras da linha 15 foram marcadas por atrasos e mudanças no cronograma, assim como outras obras do metrô paulistano. Orçada inicialmente em R$ 6,2 bilhões, a linha 15 deverá ter 26 km de extensão, com 18 estações.
Do Estadão
Bruno Ribeiro
Operação da Linha Prata, na zona leste, será ampliada, das 7h às 19h; passageiro pagará valor regular da rede: R$ 3,50
A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu ampliar o horário de funcionamento e cobrar tarifa para passageiros usarem a Linha 15-Prata do Metrô, o monotrilho da zona leste. Mas a linha ainda não funcionará no horário do Metrô (4h40 à meia-noite). A partir de segunda-feira, dia 10, o novo horário de operação da linha será das 7h às 19h, e a passagem custará R$ 3,50, o mesmo valor da rede.
A informação foi divulgada por nota na noite desta terça-feira, 4. No texto, o governo do Estado não explica quando a linha vai operar em horário normal. Também não informa qual será o prazo dessa nova rodada de testes. Quando as obras do monotrilho começaram, a promessa era de que esse primeiro trecho entraria em operação em março de 2014. Os testes com passageiros completam um ano neste mês.
“Por ser um sistema de transporte inédito em São Paulo, o monotrilho da Linha 15 terá seu horário de funcionamento ampliado gradativamente. Durante os horários em que estiver fechado para o público, o Metrô continuará realizando os protocolos de testes dos equipamentos, sistemas e trens, de forma a garantir seu bom funcionamento e permitindo que as novas composições possam ser usadas”, argumenta o texto do Metrô, sem dar mais detalhes sobre os testes.
Mudança. Será a primeira vez que o monotrilho será testado em horários que coincidem com horários de pico da rede. O passageiro poderá, agora, embarcar na Estação Oratório - na Avenida Professor Luiz Ignácio de Anhaia Melo, perto do cruzamento com a Avenida Alberto Ramos -, pagar a tarifa de R$ 3,50, andar 2,9 quilômetros no trem elevado até a Estação Vila Prudente (na mesma avenida) para, então, descer seis lances de escada rolante até a plataforma, na mesma estação, da Linha 2-Verde do Metrô, onde poderá se conectar ao restante da rede metroviária.
Na mesma nota em que anuncia o fim dos testes gratuitos, o Metrô afirma que “a Linha 15-Prata foi projetada para ser o modal de maior capacidade do mundo, podendo transportar até 48 mil pessoas por hora/sentido”. Conta o texto que “os trens trafegam a 15 metros de altura e têm sua operação totalmente automática”.
A nota afirma ainda que, quanto estiver pronta, a linha transportará meio milhão de pessoas por dia.
Mas o texto não crava uma data para a conclusão da obra, que foi orçada inicialmente em R$ 6,2 bilhões e deverá ter 26 km de extensão, com 18 estações. No momento, há apenas 10% desse tamanho disponível, com duas estações. A promessa é entregar mais 10 km de via, com oito estações, até São Mateus, e depois fazer a entrega das estações restantes, até Cidade Tiradentes, no extremo leste.
sergio ribeiro
5 de agosto de 2015 2:27 pmFala sério
Moro na região. Tanto a estação Oratório quanto a Vila Prudente ficam na Av. Luís Ignácio de Anhaia Melo. A distância das duas é coisa de 2 a 3 km.
O cara leva mais de 5 anos para fazer uma extensão deste tamanho? E a imprensa reclama também nesta velocidade. Só ontem a Folha de S. Paulo voltou a tecer algum comentário a esse respeito no editorial do jornal.
Enquanto isso, o povo continua andando feito sardinha nas estações da linha vermelha, zona leste.
W K
5 de agosto de 2015 2:38 pmOu seja mais terceirização!
quer dizer, nesse metrô pras pombas, agora a cobaia paga para ser cobaia!
Ah, e um detalhe: se faltar luz para movimentar o trem ou ocorrer uma pane no mesmo, os passageiros estarão presos, sem direito a nenhuma saída de emergência.
Basta olhar o posicionamento das portas na imagem – todas são laterais, nenhuma fica na frente, para os passageiros presos poderem caminhar nos trilhos.
E se essas portas laterais não ficarem bloqueadas corretamente, vamos ter lindas quedas.
Quem sabe, quem construiu aproveita este detalhe e o transforma num aditivo contratual ?
Ataíde Coutinho
5 de agosto de 2015 3:33 pmexiste uma especie de
existe uma especie de estrutura andaime de alumino paralela aos trilhos por onde, em caso de emergencia, os usuarios serao resgatados os bombeiros fizeram diversas simulaçoes de acesso durante esse ano de testes.
Antonio Idevano dos Santos
5 de agosto de 2015 2:54 pmMonotrilho
Tratando-se de mobilidade, por enquanto o Monotrilho da Linha 15 Prata do Metrô de São Paulo, não passa de uma piada de péssimo gosto e de altissimo custo, a linha de ônibus urbano da SPTRANS 5110-10 Terminal Mercado – Terminal São Matheus tem mais movimento e utilidade a população do que aquilo, e pelo que me parece a um custo bem menor.
Ataíde Coutinho
5 de agosto de 2015 3:11 pmmentiras
A radio jovem Pan e a midia estao na obra ou empreendimento todos os dias promovendo a pauta positiva do governador, mas nao perguntam porque a demora na construçao, já que argumentaram que pelo sistema adotado seria mais rapido , os trens ou VLTs como gostam de chamar sao desconfortaveis (poucos assentos ) alem de vibrarem demais no deslocamento, a estaçao Oratorio em dias de chuva , alaga internamente mesmo estando há 15 mts de altura !
Essa obra junto com a linha amarela mostra muitissimo bem o descaso da gestao tucana com a demanda de serviços publico, nunca um gestor entregou tantas obras inacabadas depois de 20 anos de gestao e mesmo assim vem se reelegendo sucessivamente em nome de uma febre chamada antipetismo .
[video:https://www.youtube.com/watch?v=T6-If-otWYI%5D
cassio guimaraes
5 de agosto de 2015 3:21 pmNão está claro na reportagem
Não está claro na reportagem do Estadão quantas estações farão parte desta nova fase. Pelo que sei, dos jornais de bairro da região, é que hoje atende-se somente 1 estação. Então será isto, extensão do horário para uma estação? O projeto original da linha prata era Vila Prudente/Tatuapé, mas após muita discussão o governo optou por fazer a linha Vila Prudente/Cidade Tiradentes. Mas a alegria durou pouco, ou pelo menos a população da região ria sem entusiamos quando foi anunciado que não seria o metro tradicional, aquele que funciona, e sim um tal de monotrilho. Bom, aceitaram! Na época não achavam justo ter uma linha que ligava ate o Tatuapé, já abastecido por uma linha. Pois bem, agora tem um projeto, acredito que em execução, ligando a Vila Prudente ao Tatuapé. Resumindo, acredito que a galera da linha prata foi enganada..
MarioF
5 de agosto de 2015 7:23 pmE o nosso Sul Maravilha!!!
E o nosso Sul Maravilha!!!
Elvys
5 de agosto de 2015 11:49 pmSou um tanto leigo, mas pela
Sou um tanto leigo, mas pela estrutura e o gasto ‘oficial’, acho que daria para construir o metrô tradicional – trens com maior capacidade de passageiros – e não o tal monotrilho, que acredito ser metade de um trem normal.