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MPF pede explicações ao Ministério da Justiça sobre monitoramento de policiais antifascistas

MPF pede explicações ao Ministério da Justiça sobre monitoramento de policiais antifascistas
Ministro da Justiça de Bolsonaro, André Mendonça. | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Jornal GGN – O Ministério Público Federal (MPF) deu o prazo de 10 dias para que a Secretaria de Operações Integradas (Seopi), braço do Ministério da Justiça, explique a investigação e produção de dossiê contra profissionais da segurança pública e professores antifascista. 

No ofício, o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Enrico Rodrigues de Freitas, pede informações como a base legal que justificou a apuração, a indicação do objeto do relatório de inteligência, a motivação de sua instauração, a relação de autoridades que tiveram acesso ao documento e o motivo do sigilo sobre o material produzido.

Em junho, o setor desencadeou, por meio de sua Dint (Diretoria de Inteligência), a produção de um dossiê sobre 579 agentes da segurança pública e quatro professores considerados “formadores de opinião” do movimento dos policiais antifascistas. 

De acordo com o procurador, sua decisão busca apurar a “existência de elementos que indiquem uma atuação estatal de eventual cerceamento ou limitação da livre expressão do pensamento de cidadãos e profissionais, por meio dossiê ou relatório sigiloso elaborado pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública”.

A Seopi foi criada pelo ex-ministro Sérgio Moro. No entanto, na gestão de André Mendonça, sofreu alterações e ganhou outras atribuições.

Com informações de O Globo. 

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