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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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13 Comentários
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  1. hugo1

    20 de janeiro de 2014 2:13 am

    Raimundos – Cajueiro & Rio

    Raimundos – Cajueiro & Rio das Pedras

    http://www.youtube.com/watch?v=_ShxBeWdR9Y

  2. Gunter Zibell - SP

    20 de janeiro de 2014 2:52 am

    Go Back – Titãs

    Composição: Sérgio Britto e Torquato Neto

    Você me chama / Eu quero ir pr’o cinema
    Você reclama / Meu coração não contenta
    Você me ama / Mas de repente
    A madrugada mudou / E certamente
    Aquele trem já passou / Se passou, passou
    Daqui prá melhor / Foi!…

    Só quero saber / Do que pode dá certo / Não tenho tempo a perder 
    Só quero saber / Do que pode dá certo (2x)

    Você me chama…

    Só quero saber…

    Não é o meu país / É uma sombra que pende
    Concreta / Do meu nariz em linha reta
    Não é minha cidade / É um sistema que invento
    Me transforma / E que acrescento
    À minha idade / Nem é o nosso amor
    É a memória que suja / A história que enferruja
    O que passou / Não é você
    Nem sou mais eu / Adeus meu bem
    Adeus! Adeus! / Você mudou, mudei também
    Adeus amor! Adeus! / E vem!

    Só quero saber…
     

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=0bxzxcj-ktM%5D

  3. Gunter Zibell - SP

    20 de janeiro de 2014 3:13 am

    Negativos centenários achados em cabana na Antártida

    http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2014/01/1393652-negativos-centenarios-achados-em-cabana-na-antartida-detalham-expedicao-ao-polo-sul.shtml

    Negativos centenários achados em cabana na Antártida detalham expedição ao Polo Sul

    RICARDO BONALUME NETO

    A cabana de um explorador preservada na Antártida há mais de um século rendeu agora um tesouro inesperado: negativos de 22 fotografias da expedição fracassada de um colega no começo do século 20.

    A cabana no Cabo Evans, Ilha Ross, foi estabelecida pelo britânico Robert Scott (1868-1912), o segundo homem a chegar ao polo Sul.

    Seu colega e rival Ernest Shackleton (1874-1922) tentou uma ousada expedição entre 1914 e 1917 para cruzar o continente, e parte de sua tripulação usou a cabana.

    O Antarctic Heritage Trust neozelandês mantém a cabana como um patrimônio cultural; mais de 10 mil objetos estão ali preservados. Em 2010, por exemplo, durante os trabalhos de conservação, foram achadas três caixas de uísque e duas de conhaque.

    Os negativos de nitrato de celulose estavam grudados uns aos outros dentro de uma caixa de madeira.

    Um dos fotógrafos da expedição de Shackleton, Herbert Ponting, criou um quarto escuro na cabana para revelar fotos, mas aparentemente não foi ele o autor das imagens agora encontradas e cuidadosamente restauradas na Nova Zelândia.

    O outro fotógrafo da expedição, Frank Hurley, acompanhava Shackleton do outro lado do continente.

    As fotos agora achadas foram tiradas pela equipe do explorador depois que um de seus navios, o Aurora, se perdeu temporariamente no mar. Os exploradores tiveram que se refugiar na cabana de Scott. Uma das melhores imagens mostra o cientista líder da expedição, Alexander Stevens, a bordo do navio.

    Antarctic Heritage Trust/EfeAlexander Stevens, cientista-chefe da missão, posa a bordo do navio AuroraAlexander Stevens, cientista-chefe da missão, posa a bordo do navio Aurora

    CONCORRÊNCIA
    O drama de Scott é mais conhecido. Saindo desta mesma cabana em 1911, ele conseguiu chegar ao polo Sul em janeiro de 1912, apenas para descobrir que pouco mais de um mês antes o norueguês Roald Amundsen (1872-1928) tinha chegado ali antes.

    Scott e mais quatro companheiros morreram na viagem de volta –de frio, fome e de exaustão.

    Como o polo já havia sido alcançado, Shackleton decidiu embarcar no desafio que lhe restava –cruzar o continente gelado.

    Ele tinha participado de uma expedição de Scott em 1901 e liderou duas expedições em 1907 e 1909. Nesta última, ele chegou a 180 km do polo, o mais perto até então.

    Scott era um explorador dedicado, mas não preparava suas viagens com muita atenção ao detalhe. Amundsen venceu a corrida por fazer um planejamento perfeccionista das suas necessidades, incluindo bom número de cachorros para puxar seus trenós (e servirem de comida quando necessário).

    Shackleton também planejou com cuidado o cruzamento do continente, que chamou de “Expedição Trans-Antártica Imperial”, mas teve azar.

    O FRACASSO
    O explorador usou dois navios. O Endurance chegaria ao mar de Weddell e desembarcaria Shackleton e cinco colegas que cruzariam a Antártida na direção do mar de Ross, onde o outro navio, o Aurora, desembarcaria pessoal para criar bases de suprimentos que permitiram aos exploradores se reabastecerem e terminarem a travessia de quase 3.000 km.

    O Endurance primeiro ficou preso no gelo; havia a esperança de que na primavera ele se soltasse, mas terminou afundando em novembro de 1915 devido à forte pressão do gelo sobre o casco. A equipe terminou encalhada na ilha Elefante, de onde alguns, incluindo Shackleton, partiram em um barco e chegaram ao arquipélago das Geórgias do Sul em maio de 1916. Os demais foram então resgatados da ilha.

    O navio no mar de Ross também teve uma viagem atribulada. Não conseguiu se manter ancorado, e parte da tripulação acabou tendo que se refugir na cabana de Scott, onde deixaram os negativos agora encontrados.

    Antarctic Heritage Trust/EfeFotografia tirada a partir de um convés do navio Aurora Fotografia tirada a partir de um convés do navio Aurora

    Foram resgatados meses depois, quando o clima permitiu a aproximação do navio, mas das dez pessoas que foram deixadas para trás, três morreram.

    Ironicamente, eles tinham conseguido estabelecer os depósitos para Shackleton, achando que a expedição vinda do outro lado do continente precisaria deles, correndo o risco de eles próprios passarem fome.

    Editoria de Arte/Folhapress 

    Os negativos precisaram de restauração cuidadosa. O especialista em conservação de fotos antigas, Mark Strange, teve de delicadamente separar cada uma das 22 imagens, além de limpá-las e preservar as camadas de nitrato de celulose com as imagens. Depois de escaneados, os negativos foram convertidos em imagens positivas. 

     

  4. Gunter Zibell - SP

    20 de janeiro de 2014 3:15 am

    O melhor dos cartões postais sem graça

    http://flickrhivemind.net/Tags/boringpostcard/Interesting

    1. Luiz Antonio Antunes Machado

      20 de janeiro de 2014 10:40 am

      Cartões sem graça

      Permita-me discordar parcialmente, caro Zibbel. A maior parte é sem graça mesmo, alguns até consterangedores. Mas há exceções: A igreja de São Basílio, tirando o prédio tipo pombal ao fundo, é muito interessante. A vista da cidade de Aachen (uma linda cidade que tive o prazer de conhecer), mesmo na chegada de uma rodovia, é legal. O hotel em Chamonix, com as montanhas ao fundo tem seu charme. E a ponte, aparentemente simples, no Tirol, perto do Innsbruck, tem uma paisagem deslumbrante. O resto…abraços.

  5. Gunter Zibell - SP

    20 de janeiro de 2014 3:16 am

    Série fotográfica mostra que existe amor e sexo na velhice

    Erotismo e sensualidade não costumam ser associados com idades avançadas; trabalho da holandesa Marrie Bot vai contra esse tabu

    A fotógrafa holandesa Marrie Bot trabalha há mais de 30 anos com temas considerados tabus. Ficou conhecida, por exemplo, por suas séries em preto e branco que retratavam peregrinações de penitência feitas na Europa, pessoas com deficiências mentais ou mesmo rituais funerários.

    “Geliefden – Timeless Love”, de 2004, é sua primeira série fotográfica com cores. No trabalho, as imagens mostram cenas de amor, erotismo e sensualidade com pessoas em idades avançadas. O objetivo é explorar a estranheza causada pela associação entre velhice e sexo – segundo a fotógrafa, um dos últimos tabus da sociedade ocidental moderna.

    Algumas fotos do trabalho podem ser conferidas abaixo.

    http://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/serie-fotografica-mostra-que-existe-amor-e-sexo-na-velhice/

     

     

     

  6. Antonio Carlos Silva - RJ

    20 de janeiro de 2014 11:30 am

    Uma Cidade Maravilhosa ( A minha Cidade)

     

    São Sebastião da Cidade do Rio de Janeiro – Mart’nália & Alcione

    [video:http://youtu.be/X8QroAccSW0%5D

  7. Antonio Carlos Silva - RJ

    20 de janeiro de 2014 11:39 am

     
    Black 21 – Cidade

     

    Black 21 – Cidade Mravilhosa

    [video:http://youtu.be/G6yEZCAyRZU%5D

  8. Antonio Carlos Silva - RJ

    20 de janeiro de 2014 11:49 am

    Linha Vermelha – O Rappa

    “Fecharam a Linha Vermelha
    Fecharam a Linha Amarela
    Fecharam Avenida Brasil
    Grajaú – Jacarepaguá
    e também o Anil
    Alto da Boavista, Vista
    Chinesa, Paineras
    mandaram esperar
    Sentido Lagoa – Barra
    Niemeyer

    Tem que recomeçar
    Tem que construir
    Tem que avaliar
    E ter hora pra agir
    O tempo todo
    O tempo todo agir

    Vou me benzer
    Vou orar
    Vou agradecer
    Vou me rezar”

    [video:http://youtu.be/pdsPTG2Drgo%5D

  9. jns

    20 de janeiro de 2014 12:02 pm

    (Sem título)

    1. jns

      20 de janeiro de 2014 6:53 pm

      ou vai, ou fica

      Martha Medeiros

      * O caminho é este
      tem pedra, tem sol
      tem bandido, mocinho
      tem você amando
      tem você sozinho
      é só escolher
      ou vai, ou fica.
      Fui. *

  10. D

    20 de janeiro de 2014 4:12 pm

    Pietá no Porto dos Homens D
    [video:http://www.youtube.com/watch?v=B-967MZD0Wo&feature=youtu.be%5D Nós precisamos é de tradução e não de repressão Título: Pietá no Porto dos Homens D Categoria: Gestual ou Performance, tanto faz Ano: 3.000.000.014 Participante: José Carlos Lima(Maria) Matheus Mcyr(Jesus)

  11. lucianohortencio

    20 de janeiro de 2014 4:35 pm

    Sebastian!

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=-HAnWw_DFKQ%5D

     

    Sebastian, Sebastião Diante de tua imagem Tão castigada e tão bela penso na tua cidade Peço que olhes por ela Cada parte do teu corpo Cada flecha envenenada Flechada por pura inveja é um pedaço de bairro é uma praça do Rio Enchendo de horror quem passa Oô cidade, oô menino Que me ardem de paixão Eu prefiro que essas flechas Saltem pra minha canção Livrem de dor meus amados Que na cidade tranqüila Sarada cada ferida Tudo se transforme em vida Canteiro cheio de flores pra que só chorem, querido, Tu e a cidade, de amores

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