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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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  1. Joaquim Aragão

    18 de maio de 2014 3:28 am

    Martin Grubinger, o Paganini da percussão

    O jovem austríaco Martin Grubinger vem se despontando como um dos maiores percussionistas da atualidade. É interessante ver seus programas de televisão, entre os quais o KlickKlack, que ele modera na Televisão Bávara (Bayrisches Fernsehen). 

     

     

    https://www.youtube.com/watch?v=Sw1g9qlnOKA

  2. Jair Fonseca

    18 de maio de 2014 4:10 am

    Gravação de poema de Vallejo por Che Guevara

    Che Guevara, para se despedir da mulher, gravou (belissimamente bem) o poema “Los Heraldos Negros”, de Cesar Vallejo. O poeta peruano é provavelmente o maior de língua espanhola do século XX. Mas é pouco conhecido, infelizmente. Los Heraldos negros foi o primeiro livro publicado por Vallejo, em 1918. Imagens do doc Che, un hombre nuevo, de Tristán Bauer. 

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=gjTPSdlldKQ%5D

     

  3. jns

    18 de maio de 2014 5:45 am

    JUAZEIRO

    A Belíssima Canção de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

    Foto: Reprodução de Internet

    O sanfoneiro Chicão mudou-se, com a família, para o Rio de Janeiro para encontrar Luiz Gonzaga, que já conhecia o seu filho quando, ainda criança, tocando triângulo com seus irmãos no trio “Os Três Pinguins”, participou de um show em Garanhuns.

    Dominguinhos conta que, ao encontrar o Imortal Lua, “em cinco minutos, ele me deu uma sanfona novinha, sem eu pedir nada” e passou a  acompanhar o mestre para cumprir a função de segundo sanfoneiro e, eventualmente, de motorista nas suas turnês.

    O Imortal e o Grande Zé ‘Cabra Bom da Moléstia’ Ramalho

    [video:http://youtu.be/gjdRuZnDmbs%5D

    No dia do centenário, 13 de dezembro de 2012, durante um show realizado em Exu (PE), a terra natal de Gonzagão, Gilberto Gil comentou:

    “Dominguinhos teve a herança do Gonzaga, que ele incorporou, através das canções, dos estilos, o gosto pelo xote, xaxado.”

    Para Gil, no entanto, Dominguinhos soube trilhar um caminho próprio:

    “Dominguinhos foi além, em uma direção que Gonzaga não pôde, não teve tempo. Ele foi na direção do início de Gonzaga, o instrumentista, da época das boates do Mangue, no Rio de Janeiro, quando ele tocava tango, choro, polca, foxtrot, tocava tudo, repertório internacional, tudo na sanfona.”

    Juazeiro na Levada Luxuosa de Gil, Dominguinhos e Banda.

    [video:http://youtu.be/7-txHJbO7NY%5D

    “Meu nome é Luiz Gonzaga, não sei se sou fraco ou forte, só sei que, graças a Deus, té pra nascer tive sorte, apois nasci em Pernambuco, o famoso Leão do Norte. Nas terras do novo Exu, da fazenda Caiçara, em novecentos e doze, viu o mundo a minha cara. No dia de Santa Luzia, por isso é que sou Luiz, no mês que Cristo nasceu, por isso é que sou feliz.”

    Informações e imagem da Internet.

  4. Aroeira

    18 de maio de 2014 11:17 am

    Em qual Marina Acreditar?

    Nem na de Dorival Caymmi. Veja quanta contradição na Marina no que diz respeito à realização da Copa o Mundo no Brasil    —– Fonte: Blog os amigos do presidente Lula

    Em qual Marina acreditar? Na que defendeu a Copa no Acre ou na que critica hoje, sem citar Eduardo Campos, que fez estádio?

     

    Antigamente, como hoje, eu não votaria em Marina Silva para presidenta, porque acho que ela não dá conta do recado. Seria “jantada” pelos países imperialistas. Mas eu ainda compraria um carro usado dela no passado. Hoje não compro mais.

    Em 2007 Marina queria a Copa no Acre. Em 2012 carregou a bandeira em Londres. Em 2014 é contra o Brasil. Que decepção, Marina!

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/139998/Marina-Silva-refor%C3%A7a-cr%C3%ADticas-contra-a-Copa.htm

     

     

    Em 2007, ainda ministra do meio ambiente, Marina Silva foi toda serelepe na comitiva do Acre apresentar para a FIFA a candidatura da capital Rio Branco como cidade sede da Copa.
     

    http://www.altinomachado.com.br/2007/08/marina-silva-apia-rio-branco.html

    Em 2009, já ex-ministra e pré-candidata a presidência, como senadora continuou apoiando a Copa, inclusive no Acre.

    http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2009/02/13/marina-silva-defende-escolha-de-rio-branco-como-sede-de-jogos-da-copa-em-2014

     

    Nas Olimpíadas de Londres de 2012 ela carregou a bandeira olímpica toda sorridente, sem qualquer crítica. Em entrevista à BBC (até foi simpática a entrevista e sem o rancor que ela destila atualmente), considerou aquele gesto simbólico um “legado” para o Brasil. Ora, se um gesto simbólico em Londres ela vê legado, imagina uma Copa inteira no Brasil, o quanto deixa de legado? E ela, agora, só vê defeitos? Quanta incoerência e complexo de inferioridade. Em Londres é bom. Só é ruim em Manaus, em Fortaleza, em Natal, em Recife, em Salvador, em Cuiabá, em Brasília, em Curitiba, em Porto Alegre, em BH, no Rio e em São Paulo?
     

    Por que ser tão reverente a um evento em Londres e porque se recusar a enxergar o lado bom da Copa para milhões de brasileiros e para o desenvolvimento do Brasil, inclusive cultural?

    Por acaso a Inglaterra não tem uma dívida histórica social com todas suas ex-colônias pobres africanas, asiáticas e do caribe? Que legado de hospitais, escolas, alfabetização a Inglaterra deixou para as ex-colônias africanas e asiáticas no passado? Se for pensar assim, seria a Inglaterra que não poderia fazer Olimpíadas ou Copa enquanto houvesse fome na África. Marina Silva fez alguma crítica a isso, quando carregou a bandeira em Londres? Não.

    O Brasil tem muito mais legitimidade para fazer uma Copa do que países imperialistas. E o legado ficará aqui, para os brasileiros, gerando riquezas, empregos e prosperidade para os brasileiros mais pobres melhorarem de vida com a indústria do turismo, do entretenimento e cultural.

    Agora, por mero oportunismo eleitoreiro, Marina Silva se engaja em uma campanha enganosa de detonar a Copa do Mundo no Brasil, com desinformações e falácias. Isso é até mais do que oportunismo. É fraqueza de caráter e um desserviço ao povo brasileiro.

    Além disso, quando ela critica “os estádios da Copa” o que ela tem a dizer sobre seu parceiro Eduardo Campos que, tendo três estádios em Recife que poderiam ser reformados, preferiu construir um quarto? Campos, talvez, tenha feito a pior de todas as escolhas entre todos os governadores.

    Mas o que está feito, está feito, e bola para frente. A Arena Pernambuco está lá e agora é dar um jeito de usá-la melhor após a Copa, também. A FIFA, como organização e pela sua cartolagem, merece todas as críticas que tem recebido. Inclusive pela corrupção na hora de fazer contratos de direitos de televisão como aconteceu com no escândalo envolvendo a ISL, TV Globo e Ricardo Teixeira. Mas o tal padrão FIFA nos estádios são bons projetos arquitetônicos e a proposta é justamente que não virem elefantes brancos, funcionando semelhante a um misto de shopping, parque, museu e ponto de atração e visitação pública, para ser rentável e útil, mesmo quando não há jogos. Se os governadores que licitaram os estádios não seguiram essa visão, mais cedo ou mais tarde os estádios deverão se adequar a ela.

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