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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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7 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    22 de maio de 2014 3:46 am

    “Adeus à linguagem”, novo

    “Adeus à linguagem”, novo filme de Godard, concorre à Palma de Ouro no Festival de Cannes. O cineasta com 83 anos de idade e 64 de carreira merece ganhar, por tantos serviços prestados ao cinema de invenção. Perguntado sobre o que é o filme respondeu: “É uma história simples: uma mulher casada e um homem solteiro se encontram. Se amam. Brigam… Um cachorro vaga entre a cidade o campo. As estações passam. O homem e a mulher se encontram novamente. O cachorro encontra os dois”. Disse que o filme em 3D é uma valsa. Podemos dizer também que é poesia e pintura digital. E é um filme de cinema. 

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=dk2x3ZEsnh0%5D

  2. Otaviani

    22 de maio de 2014 9:48 am

    Sting magistral

    [video:http://youtu.be/Zhm7ouCa1NI%5D

  3. jns

    22 de maio de 2014 11:18 am

    Mineiros Arteiros

    Titane

    A riqueza e a diversidade da música brasileira vão muito além daquilo que costumamos ver e ouvir na grande mídia.

    Aliás, a grande mídia parece não ser grande o bastante para dar lugar aos artistas que não se encaixam nos padrões da moda ou que não estejam ligados aos ícones da MPB.

    Titane_2845_1

    A cantora mineira Titane, nascida Ana Íris, na cidade de Oliveira, é uma dessas vozes, à margem da grande mídia e das grandes corporações da indústria fonográfica, que dialoga tanto com o folclórico e antigo quanto com o moderno, reciclando canções antigas de autores desconhecidos e clássicos da MPB, além de revelar compositores emergentes.

    [video:http://youtu.be/DMy1NxQFgBE%5D

    Gilvan de Oliveira

    Mineiro de Iataú de Minas, Gilvan iniciou tocando bateria, e, aos 12 anos de idade, começou a estudar violão.

    Ingressou na Faculdade de Engenharia Elétrica, mas se transferiu para o curso de Música da UFMG, onde estudou,  inclusive, com José Lucena Vaz, um renomado violonista mineiro.

    Gilvan começou a tocar e gravar com outros artistas, dividindo palco com vários intérpretes da MPB.

    Especializou-se como violonista, arranjador, compositor e diretor musical e é, hoje, um dos mais requisitados músicos do país, tendo se apresentando, inclusive, em vários shows no esterior, ao lado de grandes nomes da música brasileira e de todo mundo.

    [video:http://youtu.be/qo2BF8qmN5U%5D

    Gilvan recebeu o Troféu Pró-Música de Melhor Instrumentista de 1995 e o Prêmio Sharp de Música pelo CD Estação XV.

    Sérgio Pererê

    O multi-instrumentista de BH é cantor, compositor e ator.

    Herdeiro da cultura africana, Pererê cria um elo entre as tradições e a contemporaneidade.

    sergio pererÊ1

    Em seu canto nota-se a presença da força ancestral, presente nas manifestações populares como o capote, a marujada e o swing do jazz, do blues e do soul.

    [video:http://youtu.be/Idc3A-1Hy5c%5D

    Pererê integrou, durante 15 anos, o grupo Tambolelê, e, além de desenvolver projetos socioculturais na periferia de BH, excursionou pelo México, Estados Unidos, Itália, Nova Zelândia, Espanha e China.

    [video:http://youtu.be/b0aYBRt06_M%5D

    Gravou seis discos, participou de outros e dividiu o palco com grandes nomes da MPB como Fabiana Cozza, João Bosto, Naná Vasconcelos e Milton Nascimento, entre outros.

    [video:http://youtu.be/Eoj88UU_hWg%5D

    Atualmente é vocalista e compositor do grupo Sagrado Coração da Terra, ao lado do violonista e também compositor Marcus Viana.

    [video:http://youtu.be/MaFPwya4SEw%5D

    Informações (com imagens da Internet) do Cultura com Arte, Território da Música e do blog da Jerusia Arruda.

  4. jns

    22 de maio de 2014 12:21 pm

    Agora vai Sampa!

  5. Marco St.

    22 de maio de 2014 12:55 pm

    Uma selfie que doeu….

    Sabe aqueles testes em que vc tem que imaginar qual seria a sequencia natural? Então…

     

     

  6. Zarastro

    22 de maio de 2014 8:38 pm

    Animação: Chiyoko, atriz do milênio, de Satoshi Kon

    Filmes que exploram a (in)distinção entre a ficção e a realidade são relativamente comuns – pode-se mesmo dizer que esse é um tema recorrente entre os cineastas. A rosa púrpura do Cairo, O vingador do futuro, Matrix, Solaris e Mais estranho que a ficção – sem contar os diversos filmes de David Lynch – são obras em que o limite do real é levado a extremos, a ponto de – em alguns momentos – o espectador não saber onde termina o mundo real e onde começa o mundo da ficção, dentro do universo do filme.

    No Japão, essa ideia foi explorada por dois cineastas diferentes em dois filmes que foram lançados no mesmo ano, em 2001. Mas enquanto que A viagem de Chihiro se tornou o megasucesso que colocou Hayao Miyazaki em evidência no mundo inteiro, Chiyoko, atriz do milênio (Sennen joyuu), do diretor e animador Satoshi Kon, ficou praticamente desconhecido fora do Japão, exceto pelos apreciadores de animação japonesa. A divulgação do filme foi praticamente zero no ocidente, e a despeito de críticas entusiásticas, foi exibido por duas semanas em exatamente seis (!) cinemas dos Estados Unidos, por conta da inapetência da DreamWorks em promovê-lo. O que foi uma pena, pois a história certamente tem um caráter universal: o que faríamos e até onde iríamos, no tempo e no espaço, para encontrar nossa alma gêmea?

    O filme começa com uma cena insólita para um filme com essa premissa: estamos no espaço sideral, e numa tomada inspirada certamente por 2001: Uma odisseia no espaço, vemos as portas de uma base lunar se abrindo para lançar uma nave espacial. Um homem e uma mulher discutem: o homem alega que se trata de uma viagem sem volta, e a mulher se justifica, dizendo que “havia prometido ir procurá-lo”. E agradece, e se despede dele. O que parece ser um filme de ficção científica logo se revela um filme dentro do filme, pois logo após os créditos é revelado que um homem – o diretor de documentários Genya Tachibana – está revendo um filme de Chiyoko Fujiwara, a atriz do título, pois pretende fazer um documentário sobre ela. Isto porque as instalações do estúdio onde ela trabalhou por 30 anos estão sendo demolidas; coincidentemente, faz também 30 anos que Chiyoko retirou-se misteriosamente de cena, no auge do estrelato. E também após 30 anos de reclusão voluntária, ela enfim concorda em receber o diretor para dar um depoimento sobre sua vida.

    Tachibana (dir.) é acompanhado pelo seu cinegrafista Kyoji Ida (esq.), que não se mostra nem um pouco entusiasmado em fazer as tomadas do documentário. Ao referir-se com um certo desprezo (ou um desprezo certo) a Chiyoko (“aquela velha maluca, vivendo como uma eremita”) é inclusive agredido por Tachibana, que nutre um respeito absoluto pela atriz. Nada a temer: essa agressão se dá muito mais no sentido humorístico, e ao longo do filme a dupla provê vários momentos de alívio cômico à trama (mais sobre isso logo abaixo).

    Após serem recebidos pela governanta, Chiyoko aparece e é respeitosamente saudada por Tachibana. Ela dispensa maiores cerimônias e pergunta o que ele havia trazido lhe trazido de presente. Neste momento, Tachibana dá uma chave a Chiyoko, que então começa a recontar sua vida e os motivos que a levaram a seguir a carreira de atriz.

     

    Neste momento, a magia realmente começa: tal como na cena antes dos créditos – quando um terremoto irrompe no exato momento em que o foguete decola – o diretor e o cinegrafista aparecem numa cena da vida de Chiyoko quando ela adolescente, como se estivessem lá, observando a cena sem serem notados. Vemos que estamos no Japão, no final da década de 1930, quando a mãe de Chiyoko recebe uma proposta de trabalho de um produtor de cinema que deseja fazer um filme na Manchúria ocupada. A mãe se recusa, dizendo que a profissão de atriz “não é uma profissão honrada” e que “seu destino é continuar a gerir a confeitaria que herdaram de seu pai”. Chiyoko sai de casa, e para dissipar sua raiva e sua frustração com a mãe, começa a atirar bolas de neve contra uma parede.

    Nisso, um estranho ferido vai a seu encontro e lhe pede ajuda, pois está fugindo da polícia secreta. Ela despista os guardas e depois se encontra novamente com o homem misterioso, que então lhe entrega a chave – “a chave para a coisa mais importante do mundo”. Ele carrega também um quadro, que se recusa a mostrar para Chiyoko pois, segundo ele, “ainda não está pronto”. No dia seguinte, ao voltar para sua casa, Chiyoko vê uma grande aglomeração próxima à sua casa. Ela então descobre que o homem misterioso tinha conseguido escapar e se dirigia à Manchúria. Com isso, lembrando-se do convite do produtor, ela  finalmente consegue convencer a mãe a deixá-la partir, e inicia sua carreira cinematográfica.

    A partir daí, o filme vai e volta no tempo – sempre usando do recurso de colocar Tachibana e o cinegrafista não só como espectadores da ação, mas também tomando parte dela. São essas intervenções que provêem os momentos de humor do filme, mas que também estabelecem Tachibana como o “protetor” de Chiyoko. Enquanto isso, as diversas eras da história do Japão nos são apresentadas conforme a vida de Chiyoko vai passando. Não sabemos nunca ao certo se ela está representando um papel nos filmes em que atua, ou se ela realmente está expressando seus próprios sentimentos e sua esperança de reencontrar seu grande amor da juventude. Com isso, Satoshi Kon não só faz um filme dentro do filme, mas vários, entrelaçando-os com a vida de Chiyoko de maneira magistral.

    E agora? Conseguirá Chiyoko encontrar o seu grande amor de adolescente em sua jornada pela vida?

    Quem será a velha que a amaldiçoa, dizendo “eu odeio você… e eu amo você”?

    Será que o amado de Chiyoko estará na lua, ou nas estrelas?

    Para saber as respostas, assista ao filme! Está disponível (com legendas) em http://anitube.xpg.uol.com.br/video/42986/Millennium-Actress-Filme. Divirtam-se e emocionem-se!

    Da Wikipedia: Satoshi Kon (今敏), Kushiro, 12 de outubro de 196324 de agosto de 2010). Foi diretor e roteirista dos filmes de animação Perfect Blue (1997), Millenium Actress (2001), Tokyo Godfathers (2003), e Paprika (2006). A maioria de suas obras era animada pelo estúdio Madhouse, no qual ele fazia oficialmente parte da equipe como diretor, junto de Rintaro e Yoshiaki Kawajiri. Mas diferente dos outros diretores, ele apenas dirigia filmes dos quais ele mesmo criou. Seus filmes se destacam pela complexidade psicológica, personagens e planos de fundo realísticos, e a distorção do sonho e da realidade.

    Deixou uma belíssima carta de despedida pouco antes de sua morte, vítima de um câncer pancreático.

  7. jns

    22 de maio de 2014 11:46 pm

    Os Mestres Supremos da Comédia Cinematográfica

    Charles Chaplin , Buster Keaton

       e HAROLD LLOYD  – foto

    Harold Clayton Lloyd é lembrado, principalmente, pela  sequência filmográfica com as suas traquinagens no relógio instalado em um arranha-céu no centro da metrópole, mas a sua vida e a sua carreira permanecem mais emocionantes do que qualquer imagem isolada – este homem viveu, de fato, a história americana de sucesso que alcançou a partir da primeira década século passado.

    Nos anos 20 e 30, as duas megaestrelas do cinema moravam muito próximas – a mansão de Lloyd está destacada em uma colina como Pickfair.

    Lloyd e os parças: Chaplin e Doug Fairbanks

    Localizada na Califórnia, esta mansão, batizada como Greenacres, foi concluida em 1928.

    Lloyd – com a sua atriz principal e esposa, Mildred Harris, e os filhos – em Greenacres, em 1930, nas duas fotos acima.

    O VÍDEO é uma compilação extraída das divertidíssimas películas gravadas pelo grande ídolo Harold Lloyd.

    [video:http://youtu.be/QD9VypQh7qM%5D

    Informações e imagens:

    http://myloveofoldhollywood.blogspot.com.br/

    http://www.historiasdecinema.com/2010/05/harold-lloyd-2/

    http://haroldlloyd.us/the-life/the-biography-of-harold-clayton-lloyd/

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