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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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4 Comentários
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  1. Jair Fonseca

    23 de maio de 2014 10:12 pm

    “Hoje ainda é dia de rock”

    Rock rural de Sá, Rodrix e Guarabira. Cateretê e rock’n’roll: Eu tô doidim por uma viola/Mãe e pai, de doze cordas e quatro cristais/Pra eu poder tocar lá na cidade/Mãe e pai, esse meu blues de Minas Gerais/E o meu cateretê lá do Alabama/Mesmo que eu toque uma vezinha só/Eu descobri e acho que foi a tempo/Mãe e pai, que hoje ainda é dia de rock”.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=aK09W_1G3vU%5D

     

  2. jns

    23 de maio de 2014 10:25 pm

    O QUE TINHA DE SER

    Ela só queria o luar
    O luar de uma companhia,
    E encontrar nessa noite,
    um amor verdadeiro!

    [video:http://youtu.be/A8eZxLie6PI%5D

     

    VÓNY FERREIRA

     

    De todos os nomes
    que me chamares
    um eu saberei 
    que é meu…

    – MULHER!

     

    CORA CORALINA:

    A Justiça estendeu sua destra poderosa e lançou o repto milenar: “Aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra”. As pedras caíram e os cobradores deram as costas. O Justo falou então a palavra de eqüidade: “Ninguém te condenou, mulher… nem eu te condeno”.

    PICASSO ,  Les Demoiselles d’Avignon

     

    CORALINA

    [ Trecho do poema dedicado ao Ano Internacional da Mulher em 1975 ]

     

    Mulher da Vida,

    Minha irmã.

    De todos os tempos.

    De todos os povos.

    De todas as latitudes.

    Ela vem do fundo imemorial das idades

    e carrega a carga pesada

    dos mais torpes sinônimos,

    apelidos e ápodos:

    Mulher da zona,

    Mulher da rua,

    Mulher perdida,

    Mulher à toa.

    Mulher da vida,

    Minha irmã.

     

    As Prostitutas de New Orleans no Início do Século XX

    John Bellocq nunca chegou a publicar as suas imagens que, anos mais tarde, foram encontradas em sua casa por um outro fotógrafo – contêm nudez explícita.

    SÁBADO | Marta Gonçalves Miranda | 13 – 03 -14

    Corria o ano de 1912 quando o fotógrafo americano John Ernest Joseph Bellocq se aventurou por Storyville, o famoso bairro de Nova Orleans que legalizou a prostituição entre 1898 e 1917. Quando voltou a ser proibida, praticamente todos os edifícios foram demolidos. 

    Poucos vestígios ficaram da “capital americana não oficial do vício”, onde começaram a ser tocadas as primeiras notas de jazz e estas mulheres eram vistas como autênticas celebridades.

    John Bellocq passou algum tempo no bairro de Storyville a fotografar as prostitutas, mas acabou por desistir de publicar as imagens. Anos depois da sua morte, mais precisamente em 1949, foram encontradas numa pasta empoeirada escondida na sua antiga casa. 

    O fotógrafo Lee Friedlander, autor da descoberta, editou um livro com as imagens. ‘Storyville Portraits’ (Retratos de Storyville) que, pela chancela da editora Little Brown & Co, chegou às livrarias em Junho de 1970. Décadas depois, as fotos permanecem um retrato fiel do mundo da prostituição no início do século passado.

    IMAGENS: http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/Artes/Como-eram-as-prostitutas-no-inicio-do-sec–XX%20.aspx

    PICASSO, la doulleur

    Erotic Scene (known as “La Douleur”) Pablo Picasso

     

    PROSTITUIÇÃO , vóny ferreira

    Nessa noite fria e por ela subvertida
    As janelas dos olhos queriam fechar-se
    Contudo…
    Vestiu-se de flores de laranjeira
    E partiu sem rumo, pelas sombras da noite.
    A noite vigiou-a e deixou-a sozinha
    Entre uivos nocturnos de lobos famintos
    Contudo…
    ela gélida, tremia por dentro
    Porque ansiava um amor verdadeiro!
    Apareceu como uma nuvem
    o primeiro homem,
    beijou-a…
    Ela mordeu-lhe os lábios,
    e incrédula correspondeu.

    Descalçou-se e abraçou-o
    Deixou que a penetrasse,
    Com a fome de alguém que já morreu…
    Um segundo homem perguntou-lhe o nome
    ela viu o sol no seu sorriso
    Falou-lhe da solidão que consome
    Ele embriagado ao ouvi-la, adormeceu.
    Um terceiro estendeu-lhe uma nota
    Ela apunhalou-o com o seu olhar frio
    Ele fingindo afagou-lhe os cabelos
    E ela gemendo, então… consentiu.
    Morreu mais um pouco
    enquanto o amava

    O QUE TINHA DE SER

    [video:http://youtu.be/CEUCAroeyi4%5D

  3. Ivan de Union

    23 de maio de 2014 10:27 pm

    Nem eh que a musica eh ruim,

    Nem eh que a musica eh ruim, nao eh.  Mas…  Eu tou ficando doido ou esse video de Carlos Brown com Shakira eh inassistivel?!?!?!

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=7-7knsP2n5w%5D

    Aguentei dois minutos.  Eu quero que Carlos Brown e Shakira me paguem por esses dois minutos perdidos da minha vida.

    QUE CARA DE PAU!

  4. André Oliveira

    23 de maio de 2014 11:48 pm

    Um especial mais do que

    Um especial mais do que especial sobre a vida de Baden Powell:

     

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=R9Le2YzqrMo%5D

     

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