Luis Nassif
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
Jorge Nogueira Rebolla
4 de janeiro de 2014 2:30 amUm bom filme sueco…
Parece-me que ninguém postou este filme aqui… pelo menos a busca não deu retorno.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=AIqIH9fwxx4%5D
jns
4 de janeiro de 2014 3:26 amPra Que Tristeza
O humorístico Bairro Feliz, da TV Globo, exibido ao vivo, em 1965 e 1966, misturava música e humor em esquetes escritas por Max Nunes e Haroldo Barbosa.
Em um dos quadros do programa, Grande Otelo era acompanhado pelo conjunto Os Originais do Samba, que tinha entre seus integrantes o cabo da Aeronáutica Antônio Carlos. Ele participava do programa sem o conhecimento dos seus superiores e, por isso, tentava se manter o mais escondido possível em cena.
Certo dia, sem se conter, Antonio Carlos teve um ataque de riso durante um dos programas, no momento em que Grande Otelo deixou cair no chão um livro onde havia guardado o script, porque não havia decorado o texto.
Desconcertado, Otelo olhou para o negão gozador, careca e sem pelos no rosto e fuzilou: “Tá rindo de quê, ô Mussum?”. A plateia foi ao delírio e às gargalhadas: “Mussum” é o nome de uma enguia preta, sem escamas e muito escorregadia.
O ator Milton Gonçalves conta que Antônio Carlos ficou irritado com o apelido, mas, após algumas semanas, acabou adotando o ‘Mussum’ como nome artístico, com o qual entraria para o grupo Os Trapalhões e para a história do humor brasileiro.
Bairro Feliz, TV Globo
Redação e Produção: Max Nunes e Haroldo Barbosa
Direção: Maurício Sherman
Período de exibição: 30/11/1965 – 18/10/1966
Horário: terças, às 20h
http://memoriaglobo.globo.com/programas/entretenimento/humor/bairro-feliz/fotos-e-videos.htm
[video:http://youtu.be/fUvSc9QkzXw%5D
[video:http://youtu.be/Rw-qGF5v7cI%5D
[video:http://youtu.be/xpzpWRQ1eL0%5D
[video:http://youtu.be/TtgxCL3NE2M%5D
jns
4 de janeiro de 2014 1:43 pmMomento Mágico
Gal Inteirinha e Grandioso Otelo
– Tudo já fiz. Eu fui até no cangerê – Saravá Meu Pai – prá ser feliz; levanta que tu tá pesada!
– Aguenta Neguinho!
– Nego Véi num tá aguentando.
– Agora aguenta…
[video:http://youtu.be/FWl3F70TvIQ%5D
Imagem postada no Blog da Toca
jns
4 de janeiro de 2014 4:14 pmMussum e o Samba
Mumu da Mangueira
“Ele era uma figura muito dada, simples, tratava bem todo mundo que chegava nele”, disse Jair Rodrigues.
“O prazer dele era dar um porre no cara, vê-lo sair de quatro da casa dele, ver o cara ficar doidão”, afirma outro companheiro musical e de noitadas, Jorge Aragão.
“Nunca vi ninguém tocar reco-reco como o Mussum! Ninguém tinha aquele suingue, só ele”, conta a cantora Alcione para o mesmo documentário.
Na juventude, Antônio Carlos estreita sua relação com o samba por meio de sua escola de samba do coração, a Estação Primeira de Mangueira. Observador, pesquisa o jeito malandro e gozador dos colegas. Muito estimado pela comunidade, passou de “Carlinhos da São Francisco” para o “Mumu da Mangueira”. Em depoimento ao documentário “Retratos brasileiros” (1998), do Canal Brasil, dirigido por Sérgio Rossini, Dedé, um dos colegas Trapalhão afirma: “Ele fazia muitas coisas pela Mangueira. Chegou trocar o cachê porque eles precisavam de um consultório de dentista”.
Los Siete Diablos de la Batucada
Na década de 1960, Antônio Carlos junta-se a outros músicos amigos, a maioria ritmistas, e forma o grupo Os Sete Modernos, posteriormente chamado Os Originais do Samba. Em 1962, fazem sua primeira excursão ao exterior: passam sete meses no México como Los Siete Diablos de la Batucada.
Carismático e bem-humorado nos palcos e nos bastidores, Mussum chama atenção dos comediantes profissionais. Em 1969, participa do programa de Chico Anysio. É o veterano colega que sugere a Mussum acrescentar as terminações “is” ou “évis” na palavras, que se torna sua marca registrada.
Acompanham artistas consagrados como Chico Buarque, Toquinho e Vinicius, Paulinho da Viola, Elza Soares, Elis Regina, Jorge Ben, Martinho da Vila, e o amigo Jair Rodrigues.
Lançam O samba é a corda, os Originais a caçamba, álbum que engata o maior sucesso do conjunto, “O lado direito da rua direita”, de Luis Carlos e Chiquinho e se tornam o primeiro conjunto de samba a se apresentar no Teatro Olympia, em Paris.
O sucesso de Mussum nos Trapalhões começa atrapalhar a trajetória de Antônio Carlos no grupo que ajudou a formar. Em 1979, após o lançamento do álbum Clima total, o cantor e ritmista abandona o conjunto com quem gravou 12 LPs e ganhou três discos de ouro.
Em “Um amor em cada coração”, uma composição de Vinicius de Moraes e Baden Powell, canta suave ao lado de Márcia. A faixa escolhida relembra o ano de 1968 quando Márcia e Os Originais do Samba acompanham o menestrel do violão, Baden, em álbum ao vivo, gravado no Teatro Bela Vista, em São Paulo.
‘Yo tengo hambre’
“Só sabem que mataram o gato, mas como é que faz o tamborim é que é fogo.”
Passamos é fueme mesmo! A gente falava é cueca-cuela, ensaladis”, relembra Antônio Carlos ao lado dos companheiros Bidi, Chiquinho, Bigode, Rubão e Lelei em entrevista ao programa MPB Especial, da TV Cultura, em 1972.
“Em 1962 fomos pro México, onde ficamos sete meses, passamos fome, trabalhamos, hablamos – dominó e fumaça -, nós hablamos, nosotros: ‘Yo tengo hambre’. No início nós falamos era fueme mesmo – fueme, cuela-cuela – mas depois fomos descascando o negócio, ensaladis, huachinangoe – aquele prato que o senhor gostava de comer – paella, um prato que tem peixe, tem galinha, tem trava da chuteira do Pelé, tem raquete da Maria Ester Bueno, tem tudo lá.”
Huachinango a la Veracruzana | Foto publicada no Blog Mexkitchen
[video:http://youtu.be/zRc9fLDK3cY%5D
‘Antes sem cabelo do que careca, é assim começa o bom samba’
As informações são do site Cultura Brasil, com reprodução de comentários do Mussum no vídeo da Trama/Radiola.
http://culturabrasil.cmais.com.br/playlists/mussum-o-rei-do-reco-requis
***
“Eu uso dizer que eu tenho 50 anos muito bem bebidos.”
“Era um grupo meio de protesto, Gracinha Leporace… Eu, milico, me metendo naquilo. O negócio era meio subversivo. E lá fui eu, me meti nesse grupo. Aí, fizemos, cantamos algumas coisas, aprendemos muito. O Sergio Porto escreveu uma música, com o nome de Samba do Crioulo Doido e o crioulo doido éramos nós.”
“Quem musicou esse samba mesmo foram os Originais do Samba com o maestro Gedacô, porque o Sergio Porto deu a letra, mas na hora de gravar quem gravou foi o quarteto em Cy. Nós gravamos como músicos, porque na época o grande Sergio Porto falou assim: ‘Não têm nome pra fazer tal coisa’. Aí, resultado, pra ter um pouco de nome, fomos para São Paulo.”
Trecho da divertida entrevista de Mussum concedida ao Casseta & Planeta, em 1992.
http://www.casseta.com.br/blog/2013/01/28/casseta-entrevista-mussum/
Gunter Zibell - SP
4 de janeiro de 2014 3:49 amErrar é humano…
jns
4 de janeiro de 2014 6:49 amGrandes Intérpretes
[video:http://youtu.be/Q5W5PZ2NUd0%5D
‘Queria eu cantar como ela’, disse a admiradora Mariza, no palco do Theatro Municipal do Rio,
durante o seu show na celebração do ‘Ano de Portugal no Brasil’, no dia 12 de Setembro de 2012.
[video:http://youtu.be/q1j0W81_sdY%5D
Assis Ribeiro
4 de janeiro de 2014 8:37 amTom Zé e os ataques que recebeu do feicebuqui
Papa Francisco vem perdoar
O tipo de pecado que acabaram de inventar
O povo, querida, com pedras na mão
Voltadas contra o imperialismo pagão
Sou a garotinha ex-tropicalista
Agora militando em um movimento
Já não penso mais em casamento
Mas se tomo coca-cola acho que estou me vendendo
Mas eu sei que papa Francisco vem perdoar
O tipo de pecado que acabaram de inventar
O povo, querida, com pedras na mão
Voltadas contra o imperialismo pagão
Meu coração fundamentalista
Pede socorro aos intelectuais
Pois a diferença entre esquerda e direita
Já foi muito clara, hoje não é mais
Quero civilizar o capitalismo selvagem
Quero trazer a luz pra toda ignorância
Como benfeitora – não desejo o mal
Assim como não quis o velho amigo cabral
Papa Francisco vem perdoar
O tipo de pecado que acabaram de inventar
O povo, querida, com pedras na mão
Voltadas contra o imperialismo pagão
E na cerimônia do beija-pé
Papa Francisco perdoa tom Zé
No feicebuqui da santa sé
Papa Francisco perdoa tom Zé
Pela magnânima força da fé
Papa Francisco perdoa tom Zé
Por la sudamericana unidad fidel
Papa Francisco perdoa Tom Zé
[video:http://www.youtube.com/watch?v=aTfLw0ii1IA%5D
Antonio Carlos Silva - RJ
4 de janeiro de 2014 11:16 amIronia do destino..Há 45 anos multi sueca era condecorada
Há 45 atrás, o ditador Costa e Silva condecorava um dirigente da multinacional sueca Ericcson do Brasil .
Local da condecoração ?
ITA – ( Atual Embraer) em São José dos Campos
[video:http://youtu.be/A3FJdZzLc_8%5D
Antonio Carlos Silva - RJ
4 de janeiro de 2014 11:20 amO repórter trapalhão (sósia
O repórter trapalhão (sósia do Zé Rojas Chirico) é o Almir Ribeiro da TV Tupi .
Adalberto Ribeiro
4 de janeiro de 2014 12:54 pmVideo: Eduardo Campos fala umas verdades sobre Dilma e Lula
Sensacional!
Não resisti e postei: https://www.facebook.com/photo.php?v=725611700783442&l=981433145832569264
[video:http://youtu.be/CflCQ5KBEus align:center]
Antonio Carlos Silva - RJ
4 de janeiro de 2014 1:39 pmMulher na Presidência
Samba (premonição ?) do saudoso Aniceto do Império, um dos fundadores da lendária Escola de Samba Império Serrano (Madureira)
Samba gravado em 1984, logo após a morte do grande composito, em 1983 .
Mulher na Presidência – Aniceto do Império
[video:http://youtu.be/LtE7xwnB-DM%5D
Antonio Carlos Silva - RJ
4 de janeiro de 2014 2:02 pmQuem te viu e quem te vê ….
Eduardo Campos defendendo Dilma e acusando a politicagem do Jarbas Vasconcelos .
(Neste vídeo o Eduardo Campos confirma sobre os vultosos investimentos dos governos Lula e Dilma em todo Nordeste)
[video:http://youtu.be/x5upmy_8ckA%5D
Lucas Gomes
5 de janeiro de 2014 12:44 amo que nos aguarda em
o que nos aguarda em 2014:
http://ful.eco.br/
[video:http://ful.eco.br/%5D