10 de junho de 2026

O Brasil pode ser uma potência em Defesa? Especialistas debatem no programa ‘Projeto Brasil’

Especialistas do ITA, IPT, Unicamp, Finep e do setor marítimo discutem soberania tecnológica e os impactos da Lava Jato na Defesa

O Brasil pode se tornar uma potência em Defesa? Quais os desafios, oportunidades e caminhos para fortalecer a soberania tecnológica e reconstruir a indústria estratégica do país? Essas são as questões centrais do debate especial do Projeto Brasil, que reúne alguns dos principais especialistas do setor aeronáutico, marítimo, tecnológico e de políticas públicas.

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Participam da discussão desta quinta-feira (11):

  • Anderson Correia – Presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e ex-reitor do ITA.
  • Elias Ramos – Diretor de Inovação da Finep;
  • Felipe Salles – Mestre em Estudos Marítimos pela EGN, analista geopolítico e criador do canal Base Militar Video Magazine;
  • Henrique Alvarez – Doutor em Políticas Públicas, Estratégia e Desenvolvimento (UFRJ), autor de estudo sobre os impactos da crise econômica e da Lava Jato na Base Industrial de Defesa (BID);
  • Marcos Barbieri – Professor da Unicamp e referência em indústria aeroespacial e de defesa;

O encontro aborda desde a necessidade de planejamento de longo prazo e recomposição da capacidade produtiva, até a integração entre universidades, Forças Armadas, agências de fomento e empresas estratégicas. Em discussão, também, os efeitos da desindustrialização acelerada e as mudanças no cenário geopolítico internacional.

Assista pelo link abaixo:

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5 Comentários
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  1. AMBAR

    11 de dezembro de 2025 2:37 pm

    Debaixo da América o Brasil poderá ser, quando muito, uma potência indefesa.

  2. Paulo Dantas

    11 de dezembro de 2025 3:26 pm

    Este site tenta discutir estes assuntos sem farofa e lugar comum.

  3. Paulo Dantas

    11 de dezembro de 2025 6:23 pm

    O país PRECISA de uma Defesa que funcione, o mundo caminha para um “cada um por si”.

    O problema é os investimentos chegarem ao destino e não se perderem na corrupção endêmica.

  4. Aurélio Medina Dubois

    12 de dezembro de 2025 9:04 am

    Em momento oportuno, incorporar na discussão deste tema o comandante Robinson Farinazzo, do Canal Arte da Guerra, e o professor Manuel Domingos Neto, autor do recente livro “O que Fazer com o Militar, Anotações para uma Nova Defesa Nacional”.

  5. Fábio de Oliveira Ribeiro

    12 de dezembro de 2025 1:37 pm

    Nos anos 1970 o Brasil tinha uma economia maior e mais diversificada do que a China. Mas hoje é impossível comparar a situação dos dois países. O Brasil regrediu à condição de exportador de grãos. A China se tornou um país altamente industrializado, com uma indústria eletrônica e robótica pujante, comparável apenas à dos EUA. Isso para não mencionar que apenas os chineses construíram Big Techs capazes de rivalizar com as Big Techs norte-americanas. No final dos anos 1970 o Brasil produzia computadores, hoje importamos computadores chineses. Os que são montados na Zona Franca de Manaus não são realmente “made in Brazil”. A indústria de Defesa da China é imensa e bem financiada. A brasileira com raras exceções, é mal financiada e indefensável. A maior diferença entre os dois países é a missão dos respectivos BCs. O da China cuida dos interesses chineses. O BC do Brasil sabota o país para cuidar apenas do bem estar dos especuladores. Essa pequena diferença fez dois países muito diferentes. Se quiserem realmente derrotar a China os EUA só precisa fazer uma coisa: transplantar a mentalidade do BC brasileiro para o BC chinês. Não tem país que consiga se desenvolver ou se defender tendo como inimigo interno um BC como o do Brasil.

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