
Jornal GGN – Muito criticada pela mídia na época, a intervenção brasileira no Oriente Médio, nas negociações do programa nuclear iraniano, foi feita a pedido do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Para o ex-ministro Celso Amorim, esse foi um episódio fundamental para o Brasil finalmente aceitar a sua vocação como um ator global.
“O presidente Obama que pediu ao presidente Lula que o ajudasse naquilo que ele considerava, e hoje voltou a considerar, o maior legado da sua administração, que seria um acordo com o Irã sobre o programa nuclear”, lembrou o ex-ministro.
Atualmente, os Estados Unidos se engajam pessoalmente em tentar resolver a questão. O que para Celso Amorim mostra que a lógica da diplomacia brasileira estava no caminho certo. “Naquela época o Irã tinha dois mil quilos de urânio enriquecido. Hoje tem oito mil quilos. E vai manter. Quer dizer, o raciocínio da época estava correto. Então, perdeu-se tempo”, disse.
https://www.youtube.com/watch?v=v9n1SDvneAc&feature=youtu.be width:700 height:394
Entrevista concedida aos jornalistas Luis Nassif e Luiz de Queiroz
M.C
31 de março de 2015 12:29 pmO Irã tinha 2 mil e passou a
O Irã tinha 2 mil e passou a ter 8 mil kilos de urânio porque nunca negociou seriamente, apenas buscava tempo.
Enquando o Megalomaniaco posava para fotos, o Irã acelerava as centrífugas.
Ahmadinejad, nem os Aitolás queriam mais.
Álvaro Noites
31 de março de 2015 12:41 pmVocê estava lá?
Ao que
Você estava lá?
Ao que consta, foi celebrado um acordo entre Irã, Turquia e Brasil, implodido pelos EUA e a alguns países europeus.
Será que os Aiatolás confidenciaram para Obama que não cumpririam o acordo celebrado?
Alberto Porem Jr.
31 de março de 2015 2:09 pmTipos de comentário
Este particular tipo de comentário tem a função única de mostrar que a sabedoria troll-coxinha não consegue passar da pura e simples ofensa pessoal, coisa que particularmente vejo como sinais de uma doença psicossomática derivada da necessidade de limpar a residência já que a última funcionária do lar (antigamente chamada de empregada doméstica) deixou o sub-emprego e o “quartinho da empregada” para retornar à sua cidade de origem que está em franca expansão desde a chegada de Lula ao poder em 2003. A esta doença chamaremos: Síndrome de Olavete.
Daytona
31 de março de 2015 3:04 pmPior que os comentários são
Pior que os comentários são os artigos seguindo a mesma linha de “raciocínio”, recheados de chavões dos jornalões, que frequentemente aparecem no blog. Motta Araújo e Gunter Zibell são exemplos da “intelectualidade” do leitor da Veja.
Athos
31 de março de 2015 3:19 pmEu não queria mas terei que
Eu não queria mas terei que compartilhar seu comentário no FB!
Síndrome de Olavete eu acho que vai pegar!
Marcos Giraldi
31 de março de 2015 3:52 pmTanto não negociava seriamente…
…que assinou o acordo/’compromisso’, arrumou tudinho para o transporte do material radioativo e confiou na palavra do Brasil e da Turquia, que por sua vez confiaram na palavra (por escrito, lembre-se) dos EUA e de países europeus.
E quem foi que não cumpriu o acordado?
Os que pediram a negociação (ou aceitaram que ela ocorresse) para depois referendá-la ou os que negociaram?
Sua opinião carece de lógica e fatos para embasá-la.
juarez da silva campos
31 de março de 2015 2:06 pmbomba
O Irã tem direito de construir a bomba. Hipocrisia é só Israer ter este direito. O brasil tem fazer a sua e deixar de besteira de seguir protocolo trouxa.
leonidas
31 de março de 2015 4:26 pmEsse Celso Amorim é um
Esse Celso Amorim é um abestado mesmo…