4 de junho de 2026

O piso e o teto eleitoral de Dilma na pesquisa do Ibope

Do Estadão

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José Roberto de Toledo

Após uma série de más notícias, a pesquisa Ibope é um alívio para Dilma Rousseff (PT). Mostra que a tática do medo ajudou a presidente a encontrar um piso eleitoral – patamar abaixo do qual é difícil cair – em torno de 40%. É o dobro da intenção de voto do adversário mais próximo. Parece confortável, mas não é.

O problema de Dilma é que seu teto eleitoral está baixo. Na simulação de segundo turno contra Aécio Neves (PSDB), a presidente aparece com 43%, apenas três pontos a mais do que sua intenção de voto no primeiro turno. Contra Eduardo Campos (PSB), a taxa de Dilma é ainda menor: 42%.

Se, por um lado, a presidente parou de cair, por outro, ela terá mais dificuldade para subir além do que já conseguiu recuperar desde abril. A raiz do problema é a avaliação do governo. A taxa de quem acha sua administração ruim ou péssima continuou crescendo em maio e chegou a inéditos 33%. Está cada vez mais perto dos 35% que acham seu governo ótimo ou bom.

Não por acaso, a taxa de rejeição de Dilma também está em um terço do eleitorado. É bem mais alta do que a de Aécio (20%) e a de Eduardo (13%). A de Dilma ficou estável, enquanto a dos rivais caiu – ao mesmo tempo que eles se tornaram mais conhecidos do eleitor por força de suas propagandas na TV.

Há uma polarização crescente do eleitorado, entre simpatizantes do governo e quem não o suporta. As opiniões estão se radicalizando – fazendo cair, por exemplo, a taxa de quem acha o governo regular. Aos poucos, o eleitor está descendo do muro.

Faz parte da estratégia petista provocar essa divisão do eleitorado. A propaganda do PT no rádio e na TV procurou enfatizar quem é governo e quem é oposição, quem quer continuidade e quem quer mudança. Deu certo, ao menos em parte.

O Ibope mostra que aumentou marginalmente a taxa de pessoas que desejam a continuidade dos programas governamentais e daqueles que aprovam o governo e declaram voto em Dilma. De quebra, a presidente mostrou aos aliados reticentes, principalmente do PMDB, que ela continua com chances no jogo eleitoral. Abandonar sua canoa agora é mais difícil o que era antes da pesquisa.

A contraparte da tática petista é que ela deixa mais claro para o eleitor de oposição quem são os adversários da presidente. Dobrou a taxa de intenção de voto de Eduardo Campos entre os eleitores que querem mudar tudo ou quase tudo (de 7% para 14%). Aécio também cresceu no eleitorado mudancista: de 18% para 25%, e empatou tecnicamente com Dilma (ela tem 27%) nesse segmento.

Por ter sido feita após a série de propagandas partidárias dos três principais candidatos, a pesquisa Ibope mostrou, mais do que as anteriores, como a propaganda de TV é importante para a definição dos rumos da campanha. Foi uma prévia do que deve acontecer a partir de agosto, quando o eleitor não terá mais como escapar do debate eleitoral.

Eduardo Campos, Aécio e depois Dilma, todos se beneficiaram das propagandas de seus partidos na TV. É um sinal de como o palanque eletrônico é cada vez mais decisivo na eleição.

 

Redação

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57 Comentários
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  1. LC

    22 de maio de 2014 6:30 pm

    O decisivo é a taxa de rejeição

    Assumindo que o segundo turno a essa altura é fortemente provável, a taxa de rejeição passa a ser uma variável fundamental. Em um país com as complexidades do Brasil, na realidade o único conhecido dos três é ela. Parece muito difícil que alguém que não esteja com ela agora esteja em outubro. A percepção de que o governo piora só aumenta. E isso aumentará muito com a divisão de tempo na TV em um eventual segundo turno. A tática do medo só dará certo se evitar o segundo turno. Porque se ele acontecer, será sinal de que ela gastou um tempo precioso se preocupando com o passado.

    Daqui até outubro (paradoxalmente) acho que o favorito (se conseguir chegar ao segundo turno) é o Eduardo Campos, pois é o que tem a menor rejeição.

    1. Tales-cunha

      22 de maio de 2014 7:38 pm

      Não vai dar mesmo

      A torcida da oposição é grande, mas não vai dar mesmo. Com o início do horário eleitoral na tv (PiG) amiga/bandida não poderá mais esconder as realizações do PT, nem o TSE poderá impedir as comparações entre os anos de caos e tragédia proporcionados pelo desgoverno de FHC em relação aos últimos 12 anos de desenvolvimento social promovidos por Dilma e Lula.

      Lembro de 2010 quando Xirico Çerra tinha entre 50 e 55% de rejeição e mesmo assim a mídia amiga/bandida acreditava na vitória contra o “poste” de Lula. Mesma cena na eleição de 2012 (prefeitura de SP) onde outro poste de Lula liquidou Xirico de novo.

      … e realmente Eduardo Campos está “muito bem” mesmo. Onde a índice de rejeição é maior que o de intenção de votos…

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        22 de maio de 2014 8:33 pm

        Doce sonho :> quem vai decidir a eleição é a Net e as Ruas

        O Povo Não é bobo, abaixo a Rede Globo.

        Ou seja, tudo que passa na TV é contra o povo.

      2. Edi Passos

        22 de maio de 2014 11:32 pm

        Concordo

        Foi só a mídia oposicionista parar de falar sozinha que houve essa reação. Portanto, quando Dilma puder falar, no horário eleitoral, a diferença tende a aumentar.

  2. Nilva de Souza

    22 de maio de 2014 6:38 pm

    Acho menos difícil ganhar do

    Acho menos difícil ganhar do Aécio que do Eduardo Campos num provável segundo turno.

  3. MarFig

    22 de maio de 2014 6:40 pm

    E vocês ainda levam a sério

    E vocês ainda levam a sério essas pesquisas? 

    1. Alan Souza

      22 de maio de 2014 7:14 pm

      Do mesmo jeito

      Do mesmo jeito de quem não levava a sério as que davam a vitória de Lula em 2002/2006 e a de Dilma em 2010…

      1. MarFig

        22 de maio de 2014 7:28 pm

        Até a eleição as pesquisas

        Até a eleição as pesquisas são totalmente inconfiáveis. Não vê as perguntas que fazem antes da pergunta principal? Acha mesmo que não marretam os dados pra deixar o cliente que solicitou a pesquisa mais satisfeito? No fim, eles vão ajustando aqui e acolá, até no último dia. Aí dizem que acertaram. 

        Veja o que está acontecendo com a audiência da goebbels medida pelo Ibope agora que um novo instituto de pesquisa está chegando. Ela que tinha há pouco tempo (menos de 1 ano)  40 pontos de audiência na novela das 9 agora está entre 26 e 29. E em todos os programas é a mesma coisa. Nada explica uma queda tão acentuada em tão pouco tempo.

    2. Zanchetta

      22 de maio de 2014 7:25 pm

      Essa pesquisa é das nossas…

      Essa pesquisa é das nossas…

  4. Ugo

    22 de maio de 2014 6:44 pm

    enganaram o Joaquim!

    E o candidato presidente Joaquim sumiu? O pig enganou o crédulo e não entregou o prometido em troca daquelas condenações?

  5. Assis Ribeiro

    22 de maio de 2014 6:46 pm

    rsrsrsrrs

    Todas as pesquisas indicaram vitória de Dilma, mesmo com o intenso  bombardeio diário que sofreu.

    O comentário de José de Roberto Toledo procura dar um ânimo ao não considerar que o histórico de votos brancos, nulos e dos que não comparecem para votar girou nas casa dos 25% nas últimas eleições presidenciais e mais de 30% na ultima eleição, a de 2010, para prefeitos.

    De onde Campos vai tirar votos para aumentar os seus índices como supõe o articulista da Folha?

    A análise de Toledo também não leva em conta que o tempo de TV de Dilma é muito superior a de Campos.

    Tudo indica que Dilma terá cerca de 17 minutos de propaganda na TV,  Aécio seis minutos e meio e Eduardo Campos dois minutos e meio.

    1. Sergio SS

      22 de maio de 2014 7:52 pm

      O tiro no pé da mídia-mafiosa…

      É o tiro no pé da imprensa calhorda. Ao insuflar a população contra a política, está mantendo os índices dos eleitores do tipo “não estou nem aí” sempre na casa dos 25-30%. Veja os dados sobre intenção de votos no segundo turno. 25% não querem nenhum dos 3 candidatos.

      Desta forma burra de se fazer jornalismo, a imprensa inviabiliza uma alavancagem da oposição. E, nesta toada, Dilma tá eleita, em primeiro ou segundo turno.

       

      1. Lucinei

        22 de maio de 2014 8:15 pm

        Também acho.
        Só a perversão e

        Também acho.

        Só a perversão e a irresponsabilidade, até, desse pessoal da grande imprensa os impede de enxergar isso.

        Está arriscado a oposição ter menos votos do que a abstenção, branco e nulos somados. Dos dois terços que contam, quase a metade vota na situação.

        Esses analistas falam de percentuais com uma displicência muito grande.

        Parece que esquecem que cada ponto percentual significa quase um milhão e meio de eleitores. Ou seja, é muito mais fácil arrumar três, quatro, ou cinco milhões de votos do que vinte ou trinta milhões, ora, ora.

        Para lembrar o óbvio: o fato social não é fulano ou beltrano ter sido eleito; o fato social é que tantos ou quantos milhões de eleitores votaram nesse o naquele.

  6. alfredo machado

    22 de maio de 2014 6:54 pm

    1º turno

    Nassif,

    Os elementos da pesquisa do Ibope demonstram que, com certeza, existem algumas salvaguardas embutidas naqueles resultados.

    Como foi, por qual motivo o neto pernambucano chegou aos dois dígitos, porque ficou mais conhecido, de quem ?

    Quanto à subida de DRousseff, foi modesta, mas como o instituto de pesquisa não é obrigado a mostrar os meandros que provocaram os resultados finais… 

    Brancos e nulos somaram 24% , e o índice de rejeição dos três, conforme indicou Fernando Brito, do Tijolaço, é um tijolaço.

    Por enquanto, ou melhor, desde sempre todas as pesquisas mostraram DRousseff vencendo no 1º turno, quase um walk over.

     

  7. Anúbis.

    22 de maio de 2014 6:55 pm

    Dando milho aos burros.

    O mundo é como lhe parece. Nada a comentar sobre o texto do Estadão. Só temos a lamentar que com tanto espaço, o PIG ainda encontre mais espaço nos blogs para divulgar estas porcarias.

    Mas enfim, se este é o preço da Democracia, paguemo-no.

  8. Zé Roberto

    22 de maio de 2014 7:11 pm

    Parabens Aécio, vc é o

    Parabens Aécio, vc é o segundo colocado.  Só lamento informá-lo que há apenas uma vaga para o cargo que vc pleiteia.  Lamento, fica pra próxima… Novamente lamento informá-lo que em 2018, votaremos no Lula, quem sabe vc fique novamente no segundo lugar, parabens vc é um bom competidor.

  9. mauro silva 1

    22 de maio de 2014 7:12 pm

    os números

    se bater, espremer, moer, esquartejar … os números ‘dizem’ qq coisa.

    e uma récua a ver lógica nessas bobagens; a dar crédito a elas.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de maio de 2014 8:35 pm

      Omissão de candidatos é desespero da banca

      A candidatura da Denise Abreu existe, mas a banca está desesperada e quer fazer o povo crer que ninguém é contra eles.

  10. Daytona

    22 de maio de 2014 7:23 pm

    “Há uma polarização crescente

    “Há uma polarização crescente do eleitorado, entre simpatizantes do governo e quem não o suporta. As opiniões estão se radicalizando – fazendo cair, por exemplo, a taxa de quem acha o governo regular. Aos poucos, o eleitor está descendo do muro.

    Faz parte da estratégia petista provocar essa divisão do eleitorado. A propaganda do PT no rádio e na TV procurou enfatizar quem é governo e quem é oposição, quem quer continuidade e quem quer mudança. Deu certo, ao menos em parte.”

    Interessante esse comentário sobre a reação governista, pois foi a campanha do Aécio que iniciou essa estratégia de polarização, entrando em rota de colisão com Campos e praticamente destruindo o pacto de não-agressão.

    A campanha de Dilma reagiu na mesma moeda, lembrando ao eleitorado do projeto neoliberal que Aécio representa. Essa pesquisa demonstra que a estratégia da polarização não funciona para a oposição, já que os fantasmas do governo FHC ainda assombram muitos brasileiros.

    Esse é o dilema do grupo político que Aécio representa: se defender a mudança, tem que competir com Campos; se defender a polarização, tem que enfrentar a triste memória do povo brasileiro.

    A estratégia de apostar em “medidas impopulares” foi muito arriscada, típica do desespero. Ao lançar essa estratégia fadada ao fracasso, a campanha de Aécio apostou nos únicos pilares de sustentação de seu grupo político: a capacidade de manipulação da mídia corporativa e a ignorância da classe média. Fracassaram, parece que o Brasil tem bem menos reacionário ignorante do que imaginavam os estrategistas de Aécio.

    Se continuar assim(e tudo indica que sim), a candidatura Aécio vai se tornar apenas linha auxiliar das disputas estaduais. Se o PSDB perder SP ou MG, o partido acaba.

  11. Alan Souza

    22 de maio de 2014 7:24 pm

    Só penso no seguinte

    Dilma tem maioria pra levar no 1° turno hoje. Pra tornar-se imbatível absoluta (metade + 1 do eleitorado) ela só precisa crescer 10%. Pra Aécio tornar-se imbatível ele tem que crescer 30% em 5 meses. A tarefa de Eduardo Campos é ainda maior, conseguir 37% em 5 meses.

    Se em 4 anos, com bombardeio midiático diuturno, todos os oposicionistas juntos não conseguiram até agora uma garantia de 2° turno, vão conseguir isso em 5 meses? Se nunca fizeram a Dilma baixar de 30%, o que vão fazer agora.

    O que Aécio/Campos dirão de tão bombástico e entusiasmador nas suas propagandas de TV que os leve a suplantar Dilma? O que a mídia vai produzir de tão avassalador (ela que já fiscalizou até a feijoada do Zé Dirceu…) que consiga em 5 meses o que não conseguiu em 12 anos?

    Uma oposição que tentou processar Dilma por usar vestido vermelho vai conseguir gerar uma só proposta que empolgue o eleitorado?

  12. Alberto Rubens

    22 de maio de 2014 7:27 pm

    Conclusões…
    Do artigo do José Roberto de Toledo conclui-se duas coisas: 1 – o conceito de teto (a intenção de voto no 2º turno) está errado. Veja a intenção de votos dos outros candidatos. A eleição está decidida? 2 – Com um pouquinho de propaganda positiva o governo inverteu a tendência. Com o início da propaganda política então… 

  13. Assis Ribeiro

    22 de maio de 2014 7:30 pm

    Outra curiosidade

    Outra curiosidade nessa pesquisa.

    A diferença de votos de Dilma para o segundo colocado em torno de 50% se mantém nestes mesmos índices nas simulações de segundo turno. Portanto, a tentativa de supor uma reviravolta no 2º turno serve apenas para a ilusão.

    – Dilma Rousseff: 43%
    – Aécio Neves: 24%
    – Branco/nulo: 24%
    – Não sabe/não respondeu: 10%

    – Dilma Rousseff: 42%
    – Eduardo Campos: 22%
    – Branco/nulo: 25%
    – Não sabe/não respondeu: 12%

  14. Assis Ribeiro

    22 de maio de 2014 7:32 pm

    Estão tão certos de uma derrota

    Estão tão certos de uma derrota que começaram a insuflar e inflar o nome de Campos para um eventual 2º turno.

    Tentaram nas últimas eleições levar ao 2º turno inflando e insuflando o vota para Marina e conseguiram mas perderam logo em seguida.

    Procuram repetir a  história.

    Mas, não estão levado em conta que desta vez se trata de reeleição onde sempre é mais fácil a vitória do candidato já empossado.

    Também não estão levando em conta que todos os candidatos à reeleição foram os que mais subiram as intenções de votos quando mais se aproximava o dia do sufrágio.

  15. jorge paula

    22 de maio de 2014 7:33 pm

    Daqui até outubro

    Daqui até outubro (paradoxalmente) acho que o favorito (se conseguir chegar ao segundo turno) é o Eduardo Campos, pois é o que tem a menor rejeição. “Canoa furada” quem vai querer embarcar nessa? Nao passa de 10% dos votos.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de maio de 2014 8:31 pm

      Nesta altura do campeonato o candidato da banca é o Lula

      99% de chance do Lula concorrer.

      1. JBS

        23 de maio de 2014 12:30 am

        O Bobo da Corte

        Larga de ser chato e para de fazer o papel de bobo da corte

  16. Marco St.

    22 de maio de 2014 7:46 pm

    Dilma será eleita em primeiro

    Dilma será eleita em primeiro turno.

    O que vai favorecê-la muito é o fato das pessoas terem que votar em um governador.

    Haverá uma campanha eleitoral que vai deixar claro o que é responsabilidade de que governo.

    Hoje, da falta de água à greve dos ônibus em São Paulo, tudo é culpa da Dilma ou do PT.

    Alckmin, governador de SP,  é quase uma entidade fantasmagórica que inexiste em São Paulo quando surge algum problema. E não há jornal que o cobre de qualquer coisa.

    Da mesma forma que, poucas horas atrás, Dilma inaugurou mais 850 kms da ferrovia Norte-Sul, feito importantissimo para a nossa economia mas que não mereceu uma mísera linha sequer em um jornal pois não houve nenhum incidente ou acidente no evento. Até os trens comprados cabiam perfeitamente na linha.

    Apesar da mídia, essa eleição será a mais fácil da história.

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de maio de 2014 8:29 pm

      A mídia faz o jogo da banca e seus candidatos

      Cadê a candidata a presidenta da República do Brasil pelo PEN?

      Estão se cagando de medo e as ações deles refletem isto na bolsa.

  17. Alexandre Weber - Santos -SP

    22 de maio de 2014 8:17 pm

    O efeito Denise Abreu – Oposição que faz oposição

    Tai o efeito Denise Abreu, que pegou de calças curtas a banca e lançou uma candidatura realmente de oposição e com tudo para ganhar no primeiro turno.

  18. Mauro B.

    22 de maio de 2014 8:18 pm

    O Titanic da Dilma já bateu

    O Titanic da Dilma já bateu no iceberg…

    Semana que vem tem pesquisa do Vox Popoli, provavelmente dará Dilma melhor ainda.

    O que está em jogo, para a oposição, é levar a disputa para o segundo turno, onde se igualarão os tempos de propaganda e haverá a polarização que o PT quer.

    A importância da rejeição se dá no segundo turno, e como foi amplamente discutido pelos comentaristas em 2010, com essa rejeição Dilma já era.

     

    1. Alexandre Weber - Santos -SP

      22 de maio de 2014 8:24 pm

      O PMDB e os demais partidos da “coalizão da governabilidade”

      A candidatura da Denise Abreu entrou na hora certa, esperou o Temer se lançar pré-candidato, pois agora não dá mais para sair da barca furada da eleição da Dilma, ou ela vence ou eles foram escanteados.

      Como a disputa real são CANDIDATOS DA BANCA X DENISE ABREU, fica uma eleição absolutamente polarizada, com DOIS LADOS, ou seja, efeito São Vicente na veia, quem ganhar no primeiro turno LEVA.

  19. Assis Ribeiro

    22 de maio de 2014 8:45 pm

    O que essas últimas pesquisas

    O que essas últimas pesquisas indicam é que Dilma já chegou em seu patamar mais baixo e pode estagnar ou mesmo crescer.

    Sabe-se que historicamente os votos brancos, nulos e dos que não comparecem chegaram a um mínimo 25%.

    O que vai acontecer é que os candidatos campos e Aécio terão que tirar votos entre eles para chegar a um 2º turno.

    O caldo vai azedar.

  20. Assis Ribeiro

    22 de maio de 2014 8:52 pm

    Como previu Nassif em seu artigo; destaco alguns trechos:

    Dilma está ficando barata no momento certo

    O candidato é caro quando a imagem que projeta está além do seu real valor.

    Criam-se expectativas favoráveis ao candidato e ele sobe na avaliação popular. Durante algum tempo, todas  suas características positivas são supervalorizadas e as negativas jogadas para segundo plano.

    No período eleitoral, rompe-se o controle quase absoluto dos grupos de mídia sobre o mercado de opinião. Há o horário gratuito, as inaugurações, a possibilidade dos governos mostrarem o que fizeram e estão fazendo.

    Atualmente, Dilma atravessa a fase de maior baixa na sua avaliação

    01/04/2014

    Profético?

    Apenas uma análise de quem segue os fatos e não a elocubração, como fez  Roberto de Toledo.

  21. Roberto Aracaju

    22 de maio de 2014 9:08 pm

    Não precisa ser nem muito

    Não precisa ser nem muito inteligente para perceber que:

    . Se a taxa de brancos e nulos ficar em 30%, como na eleição de 2010, só teremos 70% de votos válido.

    . Se Dilma tem 40% dos votos válidos ela tem 57% dos votos válidos.

    . Nestas condições, não háverá 2o. turno, o que todos nós aqui já sabiamos.

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!

    1. Alessandre de Argolo

      22 de maio de 2014 9:27 pm

      Hehehehe

      “Se Dilma tem 40% dos votos válidos ela tem 57% dos votos válidos.”

      Essa afirmação é logicamente impossível de ser verdadeira. Ou uma coisa ou outra.

  22. Ivan de Union

    22 de maio de 2014 9:11 pm

    “a tática do medo ajudou a

    “a tática do medo ajudou a presidente a encontrar um piso eleitoral – patamar abaixo do qual é difícil cair – em torno de 40%. É o dobro da intenção de voto do adversário mais próximo. Parece confortável, mas não é”:

    DE QUEM ERA essa “tatica do medo” mesmo?  Nao era a que o estadao usou?!?!?!

    E como eh que eles transformaram “dobro de intencao de voto do adversario mais proximo” em “parece confortavel mas nao eh” mesmo?!?!

    E porque gastaram uma virgula, desnecessaria, a mais, em uma sentenca, que nao precisava, de nenhuma virgula, mesmo?

  23. sforza

    22 de maio de 2014 9:15 pm

    Dilma e o bom senso

    Nassif, dê uma olhada nesse artigo:

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/jucakfouri/2014/05/1458088-com-odio-e-com-medo.shtml

    1. João Ubaldo Neto

      22 de maio de 2014 10:22 pm

      Isso não é nada

      Precisa ver os comentários contra o Paulo Sant’Ana aqui na Zero Hora por ter participado do mesmo jantar. Uma violência absurda. É um completo ignorante o Sant’Ana, mas não merece isso.

  24. Marco Antonio L.

    22 de maio de 2014 9:31 pm

    Se considerarmos a pesquisa

    Se considerarmos a pesquisa espontânea, a vitória de Dilma é avassaladora :

    Espontânea


    Na pesquisa espontânea, Dilma aparece com 22% das intenções de voto, Aécio com 8%, Lula com 6% e Eduardo Campos, com 4%. Brancos e nulos somam 18% e 37% dos entrevistados não souberam dizer ou não responderam à questão.

    DILMA + LULA = 28%

    AÉCIO + EDUARDO + DEMAIS = 17%

    DIFERENÇA = 11 %

    MAMÃO COM AÇÚCAR E CHANTILLY

     

  25. Vânia

    22 de maio de 2014 9:41 pm

    Extra! Extra!

    Vejam isso antes que saia do “ar”.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u22846.shtml

     

    1. nosde

      23 de maio de 2014 12:44 am

      ?????????????????????????? .

      ?????????????????????????? . . . . . . .

  26. Marcio Almeida da Silva

    22 de maio de 2014 9:58 pm

    O ibope de cada um de nós..

    Interessante… Semanas atrás o IBOPE foi criticado ferozmente, por apontar um crescimento dos candidatos de oposição e uma queda de Dilma. 

    Hoje, ele aponta o inverso. E ninguém põe em dúvida a credibilidade do Instituto. Muitos inclusive celebram o resultado. E já vislumbram uma vitória acachapante…. Bizarro no mínimo.

    Um detalhe interessante, bem antes do Ibope ir as ruas já era anunciado o crescimento de Dilma na pesquisa… Paralelamente, o Ibope celebrava um contratozinho milionário com Governo Federal, que receberá pesquisas, cujos resultados terão natureza sigilosa… 

    Realmente, esse País não é sério. Não dá para acreditar em ninguém.

     

  27. Miguel A. E. Corgosinho

    22 de maio de 2014 10:12 pm

    Dilma precisava de um novo

    Dilma precisava de um novo elemento que concorresse de maneira decisiva para sua reeleição: o medo da volta ao passado.

    Bastou uma consideração na TV e, segundo a mídia, ela não cai mais nas pesquisas.

    E virá o futuro sem o medo? 

    Aí que dá medo: Basta uma consideração na TV e o partido do segundo colocado não projetará o povo na esfera dos fatos de hoje.

    As pesquisas não se colocam naquele que é, mas na larguesa do que quer ser, porém no futuro nenhum pesquisado jamais se acusou com uma medida de realidade.

    Advirta-se: quem entrar no campo das atividades humanas efetivas deixa de ter razão naquele que nega ao passado a forma do mundo.

    Portanto, as situações concretas do governo FHC não podem se reduzir ao plano dos valores da objetividade, como pretexto preciso, sem que se faça menção dos sacrificios econômicos do povo.

     

     

  28. Gilson AS

    22 de maio de 2014 10:34 pm

    Não boa, não estou preocupado

    Não boa, não estou preocupado com 2014, o PIG pode fazer o que quiser que o máximo que vão conseguir  levar a eleição para o 2° turno é só.

    No 2°  turno eles vão tomar um sacode que vão perder o rumo.

    O Brasil não está em clima de mudança, diferente do que ocorre em SP.

    A sensação que está no ar em relação ao país  é  da continuidade com alguns retoque aqui e ali.

    Duvido e faço pouco de quem acredita que a oposição ganha essa.

    O meu medo é 2018, lá sim o bicho vai pegar. 

    Se a oposição perder em 2018, eles corem o risco de ficarem 1/4 de século fora poder.

    Em 2018 eles vão tentar de tudo para derubar o PT, inclusive com o auxilio luxuoso dos gringos.

     

  29. peregrino

    22 de maio de 2014 10:39 pm

    o que importa realmente…

    é que esta é a quinta pesquisa que indica que o país está sendo bem governado

    1. peregrino

      22 de maio de 2014 10:51 pm

      e como teto indica que tá bom…

      piso indica que tá bom à beça

      piso e teto variando em apenas 3% nunca vi

  30. Vânia

    22 de maio de 2014 11:39 pm

    Aécio pode fazer os tucanos sentirem saudade de Serra

    http://www.diariodocentrodomundo.com.br/aecio-pode-fazer-os-tucanos-sentirem-saudade-de-serra/

    A última pesquisa Ibope é uma paulada em Aécio. Compare os 20% dados a ele com os quase 24% que o instituto Sensus lhe atribuíra semanas atrás.

    Fica agora claro que o que realmente ergueu Aécio foi a decisão do Sensus de usar a ordem alfabética nas cartelas mostradas aos eleitores.

    Seu nome vinha em primeiro e isso o elevou artificialmente.

    O patamar real de Aécio é, ao que tudo indica, os 20%, e se ele não sair daí a eleição deve ser decidida no primeiro turno, dada a anemia eleitoral de Eduardo Campos.

    Temos, aparentemente, “2 and a half” candidatos: Dilma, Aécio e Campos.

    Campos perdeu a chance de mostrar que é um político diferente ao não fazer o que as intenções de voto gritavam que fizesse: deixar Marina ser a candidata da coalizão.

    Aécio pode crescer a ponto de forçar o segundo turno?

    Numa palavra: não. Não com seu discurso thatcherista, atrasado em mais de trinta anos.

    Nem os conservadores ingleses ousam repetir as teses de Thatcher, que ajudaram a levar o mundo a uma brutal concentração de renda. Desregulamentar, privatizar, ceifar direitos trabalhistas etc etc.

    É incrível que ele faça do thatcherismo a base de sua campanha em 2014.

    Isso vai dar a ele um apoio torrencial dos barões da mídia e do chamado 1%. Mas não vai lhe dar votos.

    Imagine a seguinte cena num debate: Candidato Aécio, o senhor poderia descrever as medidas impopulares que prometeu tomar? O senhor concorda que o salário mínimo cresceu muito, como diz seu conselheiro econômico, Armínio Fraga?

    Nelson Rodrigues dizia que gostava que os atores fossem burros ao interpretar peças suas. Burros para não melhorar, aspas, o texto original de NR.

    Se fosse inteligente, Aécio seria burro. Pegaria a essência do discurso do Papa Francisco e a adaptaria a seu discurso. As pessoas iam querer conversar com ele, como querem conversar com Francisco.

    Bastava, de cara, falar em desigualdade como o grande mal brasileiro. E falar, e falar, e falar.

    Depois, as oportunidades de brilhar se apresentariam. Aécio poderia posar segurando o livro de Piketty sobre desigualdade que é a sensação do mundo econômico e político em nossos dias.

    Num gesto surpreendente e que lhe renderia boa publicidade, poderia convidar Piketty para fazer uma palestra no Brasil.

    Ele estaria inovando, surpreendendo. E mostrando que está sintonizado com o mundo.

    Mas não.

    Em vez de Piketty, ele nos oferece Armínio Fraga. Talvez desça ainda mais na escada e fale na Esquerda Caviar de Constantino.

    Aécio poderia tornar interessante a eleição.

    Mas optou pelo caminho que conduz a um só destino: o fracasso.  É possível que os tucanos terminem saudosos de Serra: perdia, mas pelo menos chegava ao segundo turno.

      

    1. José Lidio Moura Pinho

      23 de maio de 2014 1:02 am

      Vânia,
      Essa é uma missa

      Vânia,

      Essa é uma missa  encomendada pela imprensa psdebista de SP: hoje a folha já começou a descontruir a candidatura de aecinho, com aquela historinha de que fumou maconha aos 18 anos. Logo logo, ela começa a propagandear e inflar a cabeça de chapa com Marina para destronar o Eduardo. pois aquele pessoal que está com ele, vai iludí-lo para esperar até 2018. O patrocinador  maior da campanha da Marina que é aquele banco, que por acaso é de SP? Vai escassear os recursos de campanha dela, mesmo assim, Marina vai chegar aos 16, 18%. Aécio começa a cair até 12, 10% (ainda tem o negócio do helicóptero, que a imprensa de lá vai usar com toda a certeza). Esses votos do Aécio, vão se esfarelar como pó, ou voltam quase todos prá SP, e paulista só vota em paulista. Adivinha quem vai surgir como salvador da pátria? Se pensou Serra, eu também.

      É a única chance de ter 2º turno!

  31. 22 de maio de 2014 11:59 pm

    JN esconde pesquisa IBOPE

    O Jornal Nacional escondeu o resultado da pesquisa presidencial que apresenta subida de Dilma. Em compensação fez grande alvoroço em relação à queda de aprovação ao governo.

  32. ROSALVO

    23 de maio de 2014 12:23 am

    COM UMA CAMPANHA DA MÍDA

    COM UMA CAMPANHA DA MÍDA CONTRA A DILMA QUE LEMBRA 1954( CONTRA GETÚLIO)  E MOVIMENTOS PELO CAOS  QUE LEMBRAM O CHILE EM 1973 A DILMA TA BEM. BASTA O PT E OS VERDADEIROS ALIADOS IREM PARA A RUA E MOSTRAR A QUEM SERVE O PSTU E O AÉRCIO.

  33. joao

    23 de maio de 2014 12:46 am

    O que você esta pensando em relação ao que vai acontecer na elei

    Olá!  Gunter.

    O que você esta pensando em relação ao que vai acontecer na eleição?

    1. A deterioração da Dilma é real ou há recuperação depois da copa, o marketing do PT vai conseguir alterar o que esta transformando nas entranhas da população.

    2. A base da eleição será continuidade ou não, bem colocado, continuidade dos programas políticos iniciais do PT e com Lula não questiono, mais a continuidade dos avanços e melhoria do bem social. Sejam por reformas na politica, na economia, transporte, na educação, e ai vamos.

    3. Vai dar empate no primeiro turno? Esse sim, quem estará no segundo turno?

    4. Sem bandeiras na oposição você acredita que tentaram o sórdido? Ou com as perdas de nichos pelo PT reagiram como?

    Ontem vi um comentario teu e escrevi uma ideia. Hoje postei aqui, depois do Ibope.

    https://jornalggn.com.br/noticia/o-piso-e-o-teto-eleitoral-de-dilma-na-pesquisa-do-ibope

    1. Gunter Zibell - SP

      23 de maio de 2014 1:37 am

      Olá joao

      Bom, eu acho que as coisas mudam devagar.

      pra dar uma ideia de quão devagar, acho que quase tudo que escrevi em março/2013 permanece plausível:

      2013 03 22 https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/caminhos-para-campos-e-o-psb

      Limite mesmo para Dilma parece ser a votação de 2010, 56% de válidos no 2º turno. Se pensarmos em tudo que mudou em 4 anos há mais detalhes pró-oposição que pró-governo. Pró-oposição não significa aqui vitória, significa chance de puxar a eleição para menos que os tais 56%

      Também acho que a visão destes posts não mudou muito.

      2014 01 01 http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/eleicoes-2014-as-maiores-probabilidades

      2014 02 23 http://www.jornalggn.com.br/blog/gunter-zibell-sp/elementos-para-discutir-‘campanha-2014’

      Um grande gargalo é a taxa de aprovação:

      2014 03 28 http://www.jornalggn.com.br/noticia/analise-da-proxima-campanha-presidencial

      E o que eu acho que se deve dar atenção é a simulações de 2º turno. Chamou a atenção na Ibope de hoje que Dilma cresce pouco entre turnos. E que Campos se aproxima de Aécio, ou seja, na ausência de outros candidatos fica ‘pró’ x ‘contra’.

      Se as intenções de 2º turno para Campos e Aécio forem crescendo daqui para a frente é formação de opinião que (apenas acho) não serão muito influenciáveis por propaganda. Se ficar do jeito que está até a campanha, aí é porque ainda está em aberto a opinião de indecisos.

      “1. A deterioração da Dilma é real ou há recuperação depois da copa, o marketing do PT vai conseguir alterar o que esta transformando nas entranhas da população.”

      Eu acho que é real. Não sei dizer se pode haver recuperação no pós-Copa (ou seja, durante a campanha.) Também não posso avaliar se o marketing do PT será bom. Aí eu confesso que este ano não estou acompanhando o assunto e não estou lendo quase nada. 

      Mas o que dá para perceber é que se aprofundou a divisão social do voto. A cada eleição a faixa acima de 5 s.m. de renda familiar menos pretende endossar o PT. Não vi detalhes ainda, mas dá para imaginar que nessa faixa Dilma esteja atrás de Aécio. Só que essa faixa é uns 15% só, acho.

      E é onde a conscientização sobre problemas se difunde primeiro, já há uma predisposição contra o governo, isso só vai aumentar.

      E talvez acabe influenciando outros segmentos de renda, não sei, isso demora anos. Mas o que não ocorrer agora ocorrerá em 2018.

      “3. Vai dar empate no primeiro turno? Esse sim, quem estará no segundo turno?”

      A única coisa no que minha impressão mudou nos últimos meses é sobre isso de 2º turno. Antes achava pouco provável, agora parece que a probabilidade está crescendo.

      Ou Campos ou Aécio estará no 2º turno, se houver, né? Eu prefiro o primeiro. Ele precisaria tirar uns 5 pp de Aécio e uns 5 pp de Dilma pra isso (ficariam 35 – 15 – 21) Não acho impossível, mas parece que ele não está obtendo o apoio de mídia que desejaria.

      “4. Sem bandeiras na oposição você acredita que tentaram o sórdido? Ou com as perdas de nichos pelo PT reagiram como?”

      Você diz balas-de-prata, essas coisas? Acho que não. A campanha de Campos até agora é bem certinha, nunca se atribuiu um único hoax a ele.

      A oposição não sabe aproveitar e pegar as bandeiras que o PT vai largando pelo caminho.

      Como costumo dizer, paciência.

      “Ontem vi um comentario teu e escrevi uma ideia. Hoje postei aqui, depois do Ibope.

      https://jornalggn.com.br/noticia/o-piso-e-o-teto-eleitoral-de-dilma-na-pe…” Não entendi, você pôs o link deste post.

  34. Alexandre Tambelli

    23 de maio de 2014 12:52 am

    Eleição no Brasil se tornou plebiscitária.

    Penso que no Brasil estamos criando uma eleição plebiscitária: a favor do PT e contra o PT. 

    Não mais temos uma eleição baseada em propostas dos candidatos. 

    A velha mídia cumpre o papel de embolar o meio de campo, que é o de não se discutir propostas dos candidatos.

    Ela passa 24 por dia detonando com o PT, porque está defendendo o lado, que é mais frágil, se quebram em cacos as candidaturas que ela apoia se pronunciarem com a boca bem aberta e a voz bem alta seus programas de Governo.

    E ficamos assim: Aécio e Eduardo pouco dizem do que farão em seus governos para o povão, vão, apenas, em cerimônias de empresários e banqueiros e têm muitos votos ganhos só porque são candidatos que disputam contra o PT.

    Mesmo sem haver simpatia, sem conhecer bem os dois candidatos, mesmo sem se inteirar das propostas dos dois candidatos Anti-PT muitos eleitores votarão neles, por razão única: não são candidatos do PT, e sim, Anti-PT .

    A questão é saber até que ponto da eleição esta disputa plebiscitária se manterá. Será que vai passar/terminar do/no primeiro turno, ou o horário eleitoral poderá mostrar programa de governo e modelos de sociedade diversos de PSDB e PSB X PT. 

    A propaganda do PT que foi proibida era nesta seara do plebiscito, porém, tentou mostrar um ponto a mais que até agora se negligenciou, há modelos e modelos de Governo. Foi bem sacada. Não sei se este é o caminho que o PT deve seguir. O da separação do eleitorado, entre classes sociais. Classe C, D e E de LULA e DILMA X classes média e média alta de FHC. 

    O certo é que está cada dia mais impraticável qualquer diálogo entre as correntes pró-PT X Anti-PT. 

    Parece que no Brasil só existem dois partidos: o Partido Petista e o Partido Anti-Petista. 

    O Partido Petista não tem força na mídia hegemônica tradicional e sua voz, geralmente, é calada ou distorcida, quando se ouve ela nos meios de comunicação principais deste País. 

    O Partido Anti-Petista tem força descomunal na mídia tradicional, mas não gosta muito de se comunicar com o povo sobre suas propostas, prefere que a mídia, sua aliada 24 horas, apenas exista para atacar o Partido Petista.

    Neste embate o Partido Petista ainda tem uma maioria de votos e o Partido Anti-Petista uma menor quantidade de votos.

    Até outubro a meta do Partido Petista é mostrar que o melhor é a sua continuidade.

    Até outubro a meta do partido Anti-Petista é mostrar que o Partido Petista já deu o que tinha que dar e é melhor a mudança. 

    A Eleição no Brasil de 2014 me lembra a dos Estados Unidos: Democratas X Republicanos, mas aqui parece que ao menos o Partido Petista e o Partido Anti-Petista não pensam muito igual sobre os rumos futuros da economia e sociedade brasileira e sobre o papel do Brasil no cenário geopolítico e econômico mundial. 

  35. lfmrodrigues

    23 de maio de 2014 1:16 am

    queda na rejeição

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=17591

    Rejeição “marota” do Ibope para animar oposição

     

    Embora já se tenha dado uma “arrumada” na taxa de intenção de voto, ainda há coisas marotíssimas na pesquisa Ibope divulgada hoje.

    A maior delas, alegria da oposição,  seria que seus candidatos têm uma taxa de rejeição menor que a de Dilma Rousseff.

    Diz José Roberto de Toledo, analista de pesquisas do Estadão: “Não por acaso, a taxa de rejeição de Dilma também está em um terço do eleitorado. É bem mais alta do que a de Aécio (20%) e a de Eduardo (13%). A de Dilma ficou estável, enquanto a dos rivais caiu – ao mesmo tempo que eles se tornaram mais conhecidos do eleitor por força de suas propagandas na TV.”

    Nada demais em Dilma ter uma taxa de rejeição significativa, até porque ela é situação e, depois da campanha raivosa que se vem fazendo contra ela (leiam o próximo post) é de esperar que seja mesmo alto este índice, numa eleição que se polariza.

    Mas há algo errado. E muito errado.

    Em 21 de março, segundo o Ibope – e o Estadão publicou – “as taxas de rejeição de Dilma, Aécio Neves (PSDB) e Campos se equivalem:38%, 41% e 39%, pela ordem”.

    Na pesquisa de abril, ao menos que eu encontrasse, este dado não foi divulgado.

    Talvez porque, naquela pesquisa, o Ibope tenha mudado a forma de perguntar sobre rejeição. (aqui maio, aqui abril e aqui março, os questionários)

    Mas agora aparece dizendo que Aécio tinha 25% em abril (contra 41%,30 dias antes)  e passou para 20 %  em maio e que Campos tinha 21% em abril e passou a 13% em maio, também, apenas um terço do que tinha 60 dias atrás?

    Como as taxas de rejeição caíram à metade e a um terço? Eles tiraram foto com Jesus Cristo ou salvaram uma criancinha de atropelamento? Ganharam na loteria e distribuíram o prêmio aos pobres?

    Isso não existe e tanto não existe que o Datafolha apontava, menos de duas semanas  antes do Ibope, uma taxa quase igual entre Dilma e Aécio. Novamente, o próprio Estadão publicou: “No Datafolha, Dilma tem 35% de rejeição e Aécio 33%“. Campos também tinha 33%.

    Uma diferença de 33% para 20% na taxa de rejeição é tão monstruosa que não há margem de erro ao quadrado que a justifique. E olha que no Ibope essa taxa era, em março, de 41%.

    O Ibope parece estar tomando lições com Geraldo Alckmin, deixando uma “reserva estratégica” para seus prognósticos.

    E como a Justiça Eleitoral exerce seu papel de controle sobre as pesquisas eleitorais apenas com um carinho de data para divulgação, sem sequer obrigar a publicação dos resultados, ficamos nós aqui tentando entender o que faz estes “milagres” acontecerem.

  36. AlvaroTadeu

    23 de maio de 2014 2:47 am

    Rejeição para que te quero!

    O IBOPE não perguntou, mas minha taxa de rejeição é zero no eleitorado brasileiro. Sabem por quê? Porque ninguém nunca ouviu falar em mim. Aécio e Dudu, quando ficarem mais conhecidos, terão suas taxas de rejeição dobradas. Há candidato que não cheira nem fede, mas há candidato que cheira muito e aí mora o perigo. Ninguém quer Fernandinho Beira-Mar entrando no Palácio de madrugada para entregar “mercadoria” .Candidatos traidores também não são bem aceitos pelo eleitorado. Certo que o eleitorado quer mudanças, desde que não seja nas taxas de desemprego para cima. E o que oferecem Aécio e Dudu? Ajustes ferozes e desemprego à beça. Isso, o brasileiro não quer e nunca vai querer. Quem experimentou desemprego no octênio FHC sabe do que estou falando.

  37. Jossimar

    23 de maio de 2014 12:02 pm

    O problema da Dilma foi

    O problema da Dilma foi acreditar no controle remoto.

    A Globo faz uma campanha de difamação contra o governo 24 horas por dia durante 365 dias por ano.

    Em algum momento isto fará efeito.(tem feito, mas ainda não o suficiente)

    Uns dizem que a mídia não tem tanto poder. Estão enganados. A mídia tem tanto poder que conseguiu levar as duas últimas eleições para o segundo turno. Se não fosse a mídia, o LULA e a Dilma teriam mais de 70% dos votos.

    Dado a ruindade dos dois governos FHC e o que foi feito pelo PT em apenas doze anos após pegar o país quebrado, só mesmo o imenso poder da midia( leia-se GLOBO) para que ainda tenhamos segundo turno.

    Isto sem contar o enorme prejuízo aos negócios no páis, criado pelo constante mau humor e distorção de notícias colocado em prática por esta mesma mídia(acho que este prejuízo é incalculável) e o prejuízo , também imenso, em ódio, preconceitos, intolerância,  etc…

    Inflação de 6% em um país como o Brasil é aceitável. Se ela baixar para 3%, o país pára de crescer (mesmo os poucos 2,5%)e o desemprego vai às nuvens, com todas as consequências nefastas junto.

  38. Jean Baptiste

    23 de maio de 2014 2:24 pm

    Pesquisa Eleitoral

    Só nessas pesquisas Ibope/Datafolha/sensus que um candidato consegue subir de 6 para 11 de um mês para outro sem aparecer em lugar algum e com o Estado de origem dele pegando fogo. Como perdemos tempo com informações colocadas na mesa só prá fortalecer outros candidatos numa tentativa inútil de haver segundo turno.

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