
Jornal GGN – Governadores, Judiciário e Congresso estão em alerta com o avanço da crise da segurança pública após o motim de policiais militares no Ceará, que levou o senador licenciado Cid Gomes (PDT-CE) a levar dois tiros.
Diversos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), deputados, senadores e governadores veem o motim por reajuste salarial e os sinais de um movimento se disseminando pelo país como um reflexo do estilo agressivo de Jair Bolsonaro – as declarações do presidente e de ministros do governo federal em provocação aos Poderes são vistas como gestos que potencializam as manifestações, além de elevar a polarização na população.
Ministros do STF e os congressistas entrevistados pelo jornal Folha de São Paulo dizem que a ação de Cid foi excessivamente agressiva, mas que a reação dos PMs – de disparar contra um senador – advém da sensação de respaldo de políticas adotadas pelo governo federal.
Tanto o presidente como seus filhos – o senador Flávio Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro – , além do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, fizeram críticas diretas ou indiretas a Cid Gomes, saindo em defesa dos policiais, que teriam agido em legítima defesa.
Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.
Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.
A mim tá parecendo claro. Tá explicado o esquema miliciano no Ceará!
General perde a eleição pra governador democraticamente; vira esquema (se já não era) dos milicianos do Rio; é nomeado chefe da “polícia nacional” pela milícia; bota a milicia pra tumultuar o Estado forçando esse a pedir ajuda… a quem? Já está se sentindo governadosíssimo em 2022. Se não logo interventor oficial; porque de fato já o é.
Sempre dá pra piorar, né?
Acho que dá e já tá dando. O quadro político do estado se confunde, e ao mesmo tempo fortalece, o quadro nacional. Este não é de desgoverno, mas orientado, que honra suas declaradas promessas avançanso no desmonte de direitos e da própria constitucionalidade, com o armamento e rebelião, melhor motim, das PMs, com claro apoio, conivência ou permissão dos Governos (estadual e federal), do Parlamento e Judiciário (nem sei porque ainda uso maiúscula nesses poderes cada vez mais minúsculos). Dia a dia, enquanto a mídia e os nossos sites alternativos falam/analisam fatos e riscos, entre os arroubos governamentais, filhos incluídos, e sob os tímidos arrulhos dos outros encolhidos poderes, avançamos céleres para a dissolução completa do Estado de Direito. Mesmo que Ditadura, hoje, tenha outra configuração, é disso q se trata. Alguma dúvida?