Se há um escândalo nesse episódio Ministério da Saúde-Koinonia é o fato de, entre mais de 400 convênios bancados pelo Ministério, não terem sido aceitos dois projetos da ONG. Como pode, uma ONG de reputação internacional ter pequenos projetos que não passam pelo filtro da Saúde? Que critérios norteiam o Ministério nos seus convênios?
O recuo de Alexandre Padilha – anulando o convênio acertado – é irresponsável. Não pensou na relevância dos projetos e ainda passou recibo para uma denúncia maliciosa e sem fundamento.
Prestou um desserviço às causas abraçadas pela ONG.
Padilha anuncia cancelamento de convênio da Saúde com ONG de seu pai
“Pedi ao jurídico do ministério para tomar todas as medidas legais e cancelar o convênio. É uma decisão pessoal, para que não fique nenhuma dúvida da lisura dos meus atos no Ministério da Saúde”, disse o ministro após participar da Campus Party, no Parque Anhembi, zona norte da capital.
Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, Padilha autorizou o convênio em dezembro do ano passado. A ONG ficaria responsável por promover “ações de promoção e prevenção de vigilância em saúde”.
O ministro também afirmou que, desde 2009, o pai se afastou da direção da organização e que a entidade já havia firmado outros convênios com a pasta, inclusive durante o período em que o tucano José Serra foi ministro, entre 1998 e 2002.
Nesta sexta, Padilha cumpre o seu último dia à frente do ministério. Ele deixa o cargo para se dedicar à pré-campanha ao governo do Estado pelo PT. Na segunda-feira, o novo ministro Arthur Chioro toma posse.
Paulo Figueira
30 de janeiro de 2014 8:20 pmInfelizmente a mídia bate o
Infelizmente a mídia bate o pé e o governo sai correndo feito cachorro magro
Alberto Porem Jr.
30 de janeiro de 2014 8:53 pmE depois é boa opção pra governador?
Depois desta atitude de medroso e cagão, Lula deveria rever seus conceitos de bons candidatos do PT para assumir o governo de São Paulo.
Cagão é a melhor palavra pra expressar esta atitude.
Já dizia minha finada avó e muitas outras de todo o mundo: QUEM NÃO DEVE NÃO PODE TEMER.
Ronaldo Curitiba
30 de janeiro de 2014 9:59 pmAlberto, não aguento mais ver
Alberto, não aguento mais ver petistas se cagando de medo.
E agora, em que vamos votar?
Mas acho que cagão é muito, digamos, deselegante.
Prefiro denominar estes incomPTentes como bundões.
Heart
30 de janeiro de 2014 10:34 pmEsse aí nunca votou no PT.
Esse aí nunca votou no PT.
nilccemar
30 de janeiro de 2014 11:49 pmAqueles 4 funcionários do
Aqueles 4 funcionários do ministério do trabalho, chacinados em Unai/MG, estavam tão somente cumprindo sua obrigação de fiscalizar trabalho escravo na fazenda de um tal de Mânica, um dos mandantes da chacina, que, além de não ter sido julgado, é hoje o prefeito da cidade, eleito pelo PSDB. Dá medo ou não dá ?
André Lima
30 de janeiro de 2014 8:25 pmMensagem novo Ministro
Avaliar a necessidade do cancelamento, pois é a este que cabe agora esta decisão.
Luiz Eduardo Brandão
30 de janeiro de 2014 8:38 pmChega de bananas
Acho que nem o Pedro Banana, vulgo Pedro II, foi tão banana quanto certas figuras deste governo. A um gritinho da mídia, o Padilha pede arrego. Se bota o rabo entre as pernas diante de uma fofoca jornalística, fico me perguntando como iria fazer quando tivesse de enfrentar, p.ex., os trogloditas das polícias estaduais, muito mais perigosos do que os Álvaro Dias e Tavinhos da vida. É o fim da picada. Perdeu meu voto.
carlos batista
30 de janeiro de 2014 8:40 pmNassif
Esta estoria está
Nassif
Esta estoria está parecendo o tempo das acusações contra os ministros no inicio do governo Dilma. As noticias saiam na imprensa, o blog esperneava e depois aparecia mais sujeira e Dilma tinha que limpar os Mau feitos.
Um contratinho de 100 e poucos mil reais e Padilha ou cometeu algo errado em seu final de mandato ou é fraco (pois voltou atrás).
Wagner
30 de janeiro de 2014 9:02 pmColoque-se no lugar dele: Se
Coloque-se no lugar dele: Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!
morallis
30 de janeiro de 2014 9:52 pmAinda acho que ele não correu
Ainda acho que ele não correu não., tá mais para uma questão
de estratégia que outra coisa, quando da candidatura do Haddad
tinha até petista aqui lamentando ( alguns permanecem),lidar com
tucano e mídia requer paciência e muito blefe, são vaidosos.
CELSO ORRICO
30 de janeiro de 2014 9:05 pmLula o chamou de tucano..
Lula o chamou de tucano e pelo faz bem o estilo..que amarelada, vejam que até o Governo Alckmin tem convênio com a ONG.
Saiu no PHA
Publicado em 30/01/2014
ALCKMIN TAMBÉM
GOSTA DO PAI DE PADILHA
A Folha é sub-líder da Oposição. A líder é a G. Overseas
COMPARTILHEVote:
A propósito da defesa do Padilha, aquele do jaleco branco que vem aí, a Oposição, depois da grave denuncia dobolinho de bacalhau em Lisboa, quer o impeachment da Dilma, por causa da ONG do pai do Padilha.
A seguir se verá que também o Governo tucano de São Paulo gosta da ONG do pai do Padilha:
Filipe Rodrigues
30 de janeiro de 2014 9:06 pmNa verdade, ONGs não podem
Na verdade, ONGs não podem jamais tomar o espaço das políticas públicas.
É incoerente que a maioria das ONGs no Brasil sejam dependentes de dinheiro público e ainda reforçam o discurso direitista que a arrecadação de impostos do governo não pode crescer (mesmo que certos impostos sejam reduzidos e a nossa carga tributária não é a maior do mundo).
Sergio SS
30 de janeiro de 2014 9:39 pmVc está equivocado…
… pois as ONGs vão justamente aonde o poder público não consegue chegar, ou não tem competência para atuar. É assim no mundo inteiro e graças a elas o mundo não é pior do que já é.
Onde a educação formal não chega, entra a educação informal, onde não tem Estado, entram projetos de rua e campo, mobilizando profissionais competentes e com visão humanitária, muitos deles voluntários.
Ou você defende a extinção do Médicos sem Fronteiras, Anistia Internacional, fundações culturais e até as associações de bairro ?
morallis
30 de janeiro de 2014 9:11 pmNão sei, mas tá parecendo
Não sei, mas tá parecendo isca armada,o Serra tinha convênio com essa ONG
ou o PaDILHA é medroso ou um grande jogador, a conferir.
Jair Fonseca
30 de janeiro de 2014 9:14 pmQue lástima!
Além de revelar covardia, esse ato vai prejudicar o trabalho da ONG, prejudicando milhares de pessoas.
Nilva de Souza
30 de janeiro de 2014 9:19 pmOs petistas continuam dando
Os petistas continuam dando razão à mídia quando assumem culpa sobre o que não devem. Qualquer noticiazinha os faz voltar atrás de programas sociais, nomeação de ministros, secretários etc.
Enquanto sito, o trensalão sobe montanhas, o Zé Aníbal agradece a solidariedade da população com o serralheiro que perdeu o carro numa manifestação, como se nada tivesse a ver com o governo do Estado que, a princípio e por princípio deveria ganhar a segurança dos cidadãos e devesse ser acionado.
Os tucanos e a mídia estão certos. O PT morre de medo deles.
janes salete
30 de janeiro de 2014 9:23 pmSenhores: momentos tristes
Senhores: momentos tristes que estamos vivendo. Os bons, os que lutam pra mudar o Brasil pra melhor, ou são presos pela máfia judiciária ou têm suas famílias infernizadas, destruidas pela máfia midiática. Enquanto não tirarmos o poder, principalmente, da corrupta judiciaria, não haverá quem queira se arriscar sua família na vitrine. Ninguem fará nada por eles. Depende de nós exigirmos da covarde oab, do serviçal mp e escambau a trabalharem em favor do país e não de seus bolsos e seus aliados mafiosos. Falta muita dignidade nesses órgãos podres públicos, serviçais do capital. A desonra, na história, os identificará.
Avelino de Oliveira
30 de janeiro de 2014 9:28 pmCaro Nassif e
Caro Nassif e demais
Masquequisssominhagentem.
Prefiro pensar como o Morallis.
Saudações
Fr@ncisco
30 de janeiro de 2014 10:09 pmSEM DIREITO DE DESCUIDAR
Alguém precisa convencer o governo, quem sabe o que conseguiu convence-los que Helena Chagas na Secom era fria, que nesse tempo a mídia apita pouco na política e que se não fosse essa a realidade, dado o grau de envolvimento da mesma para derrotar o governo a qualquer preço, teriam conseguido em 2006 ou em 2010, mas como sabemos perderam. Mas se o governo continuar prestigiando, sustentando e temendo, essa mídia terrorista da desinformação e agora da agitação, uma hora conseguem e aí vai restar reclamar com o bispo, se é que entendem ainda pelo menos a tragédia que isso significa. Não dá para brincar com o futuro do Brasil, após anos e anos de luta de milhares de brasileiros. Deixemos isso para PSOL e PSTU, agora é encarar o inimigo e partir para cima da Casa Grande e tudo que ela representa, antes que seja tarde.
Carlos FM
30 de janeiro de 2014 10:28 pmMais um medroso?
Coitado do PHA, que acreditava no jaleco branco do Padilha… Na primeira olhada feia dos valentões de plantão na esquina, saiu correndo… sem defender nem mesmo seu pai!
nilccemar
30 de janeiro de 2014 10:31 pmNassif, tem uma questão
Nassif, tem uma questão humanitária, familiar, ai nesse caso. Todos nós vimos a coragem com que Padilha enfrentou, e enfrenta ainda, a resistência ao Mais Médicos. Mas esse caso envolve seu pai, que já é meio velhinho. Que sabemos sobre as condições emocionais que este senhor tem para enfrentar mais esse combate. Certamente Padilha decidiu por poupá-los, o novo ministro deve refazer o convênio. Não é fácil enfrentar a saga tucana. Eles são muito violentos e sem escrúpulos, não respeitam absolutamente nada, nem privaciadade, nem religião, nenhum objeto sagrado, iam infernizar a vida dos velhinhos que estão ali, trabalhando calmamente, num ambiente pacífico.
alfeu
30 de janeiro de 2014 11:34 pmEu tb acho que é por aí a
Eu tb acho que é por aí a questão.
ruyacquaviva
31 de janeiro de 2014 1:53 amConcordo.
Concordo.
emerson57
30 de janeiro de 2014 10:35 pmsaudade do Hugo Chaves
o PIG joga a isca e o PT morde.
e passa recibo!
será esse o PT da “banda mole”?
nilccemar
30 de janeiro de 2014 11:53 pmPreferível heróis vivos.
Preferível heróis vivos. Tantas mortes estranhas …
Cunha
30 de janeiro de 2014 10:36 pmConcordo totalmente com o
Concordo totalmente com o comentário da leitora Nilccemar.
EDSON MEDEIROS
30 de janeiro de 2014 10:39 pmSe o ministro se tornar
Se o ministro se tornar governador e tomar as decisões assim, recuando sempre que a imprensa paulista fazer alguma matéria boba como essa, então preciso pensar muito se votarei nele.
NALDO
30 de janeiro de 2014 10:42 pmIsso demonstra bem como será
Isso demonstra bem como será o nivel da campanha em sp, é só alguem mostrar a vontade de ser candidato que uma denuncia sai do forno quentinha, se tem fundamento ou não é o que menos importa, afinal muitos interesses inconfessaveis e a sobrevivencia de alguns estão em jogo nessas eleições; esse recuo do ministro tambem esclarece por que o Pt apanha da midia há mais de dez anos..
Luiz Eduardo Brandão
30 de janeiro de 2014 10:47 pmÉ duro ter de concordar com uma “analista” global…
Eis ao que nos leva a tibieza (para ser ameno) do ex-ministro Padilha:
“se o convênio era correto, não deveria ser suspenso apenas porque o ministro agora é candidato”, disse a comentarista Cristiana Lôbo, da Globonews.
http://www.brasil247.com/pt/247/saudeebemestar/128682/Padilha-cancela-conv%C3%AAnio-com-ONG-que-foi-do-pai.htm
Cachorro que mete o rabo entre as pernas, aí mesmo é que leva chute. Bem feito.
Osvaldo Ferreira
30 de janeiro de 2014 11:47 pmIsso é conversa mole dela.
Isso é conversa mole dela. Iria descer o pau nele se não tivesse feito isso, que eu achei lamentável. Não caiam na conversa mole da Globo meus caros!
nilccemar
30 de janeiro de 2014 10:50 pmFernanda Odilla tem precedentes, vejam:
Ver carta de Urariano Mota sobre a matéria “Grupo de Dilma planejou seqüestro de Delfim Neto” publicada pela Folha de São Paulo em 5 de abril de 2009, com o dedo de Fernanda Odilla: //////////// Na lista de Os Amigos de 68 recebi este email de Roberto Espinosa, um dos entrevistados pela Folha de São Paulo ontem, na matéria sobre a ministra Dilma. Ele é bem esclarecedor das armadilhas do 2010 que já chegou. Caros amigos, A Folha de São Paulo preparou uma “armadilha” para a Dilma usando uma entrevista que concedi a uma das suas repóteres da sucursal de Brasília. Encaminhei a carta abaixo à redação. E peço que todos os amigos que a façam chegar a quem acharem necessário: redações de jornais, revistas, emissoras de TV e pessoas que talvez possam ser afetadas ou se sintam indignadas pela má fé dos editores do jornal. Como sabem, sou favorável à transparência, por achar que a verdade é sempre o melhor caminho e, no fundo, revolucionária. Á coluna painel do leitor Seguem cópias para o Ombudsman e para a redação. Vou enviar cópias também a toda a imprensa nacional. Peço que esta carta seja publicada na próxima edição. Segue abaixo: Prezados senhores, Chocado com a matéria publicada na edição de hoje (domingo, 5), páginas A8 a A10 deste jornal, a partir da chamada de capa “Grupo de Dilma planejou seqüestro de Delfim Neto”, e da repercussão da mesma nos blogs de vários de seus articulistas e no jornal Agora, do mesmo grupo, solicito a publicação desta carta na íntegra, sem edições ou cortes, na edição de amanhã, segunda-feira, 6 de abril, no “Painel do Leitor” (ou em espaço equivalente e com chamada de capa), para o restabelecimento da verdade, e sem prejuízo de outras medidas que vier a tomar. Esclareço preliminarmente que: 1) Não conheço pessoalmente a repórter Fernanda Odilla, pois fui entrevistado por ela somente por telefone. A propósito, estranho que um jornal do porte da Folha publique matérias dessa relevância com base somente em “investigações” telefônicas; 2) Nossa primeira conversa durou cerca de 3 horas e espero que tenha sido gravada. Desafio o jornal a publicar a entrevista na íntegra, para que o leitor a compare com o conteúdo da matéria editada. Esclareço que concedi a entrevista porque defendo a transparência e a clareza histórica, inclusive com a abertura dos arquivos da ditadura. Já concedi dezenas de entrevistas semelhantes a historiadores, jornalistas, estudantes e simples curiosos, e estou sempre disponível a todos os interessados; 3) Quem informou à Folha que o Superior Tribunal Militar (STM) guarda um precioso arquivo dos tempos da ditadura fui eu. A repórter, porém, não conseguiu acessar o arquivo, recorrendo novamente a mim, para que lhe fornecesse autorização pessoal por escrito, para investigar fatos relativos à minha participação na luta armada, não da ministra Dilma Rousseff. Posteriormente, por e-mail, fui novamente procurado pela repórter, que me enviou o croquis do trajeto para o sítio Gramadão, em Jundiaí, supostamente apreendido no aparelho em que eu residia, no bairro do Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro. Ela indagou se eu reconhecia o desenho como parte do levantamento para o seqüestro do então ministro da Fazenda Delfim Neto. Na oportunidade disse-lhe que era a primeira vez que via o croquis e, como jornalista que também sou, lhe sugeri que mostrasse o desenho ao próprio Delfim (co-signatário do Ato Institucional número 5, principal quadro civil do governo ditatorial e cúmplice das ilegalidades, assassinatos e torturas). Afirmo publicamente que os editores da Folha transformaram um não-fato de 40 anos atrás (o seqüestro que não houve de Delfim) num factóide do presente (iniciando uma forma sórdida de anticampanha contra a Ministra). A direção do jornal (ou a sua repórter, pouco importa) tomou como provas conclusivas somente o suposto croquis e a distorção grosseria de uma longa entrevista que concedi sobre a história da VAR-Palmares. Ou seja, praticou o pior tipo de jornalismo sensacionalista, algo que envergonha a profissão que também exerço há mais de 35 anos, entre os quais por dois meses na Última Hora, sob a direção de Samuel Wayner (demitido que fui pela intolerância do falecido Octávio Frias a pessoas com um passado político de lutas democráticas).” ( Publicado em Comentário dos leitores do Jornal Brasil 247 dia 30.01.2014 às 20:35 )
Rabuja
30 de janeiro de 2014 10:50 pmNão entendi a surpresa do
Não entendi a surpresa do Nassif. O PT quando chegou ao poder ficou mansinho… talvez sempre tenha sido e apenas fingia que era aguerrido antes.
Fato é que morre de medo da imprensa e está cada vez mais encurralado. E fica eternamente iludido que será aceito na mesa do banquete.
A entrada do amigão da Folha e patrocinador da Veja na Casa Civil é apenas um sinal a mais.
Rui Daher
30 de janeiro de 2014 11:04 pmFSP
Isso é o que irrita. No final, entrega-se a razão ao jornal e valida-se o assassinato de reputação. No site da Folha, olimpicamente, está livrada a cara da jornalista. Vai ver ela tem razão, é o que se pensará. Parece burrice.
nilccemar
30 de janeiro de 2014 11:05 pmReportagem de 30 de abril de 2009
FERNANDA ODILLA (Folha de São Paulo): A Pulha da Vez
(falseada e manipulada pela Folha de São Paulo)
À Jornalista Fernanda Odilla,
Os picaretas, ainda que o sejam por opção ou aprendizado na faina diuturna que os move, têm um código de ética (por mais torpe que seja!).
Você, jornalista (?!?!) Fernanda Odilla, demonstrou com sua infame e maliciosa reportagem (Folha de São Paulo, 05/04/2009) que joga o jogo do antijornalismo, da desinformação e parece-me que o fez com intenções obscuras.
Por qual conduta você, jornalista (?!?!) Fernanda Odilla, deixou-se nortear: a vil delação sem provas ou com “provas forjadas”?!? O estelionato informativo?!? O mórbido e gratuito prazer em destruir reputações?!?
A simples aposição de uma rubrica, assumindo total responsabilidade – civil, criminal e profissional (?!?) – pelo que faria com documentos públicos examinados sobre terceiros (no caso a Ministra Dilma Rousseff) – e não cumprida – já dá o indício e a dimensão de um perverso modus operandi.
Acredito que, nas suas próximas empreitadas, não mais se arriscará a produzir tais peças com ares de fidedignas notícias, mas, propositalmente, falseadas na sua gênese. Se incorrer em novas ações desse tipo, você, jornalista (?!?) Fernanda Odilla, será configurada como um caso típico de pessoas que, de modo inescrupuloso e leviano, tornam enferma a sociedade da qual faz parte. Se, novamente, agir como no caso Dilma, você, jornalista (?!?) Fernanda Odilla, deverá ser submetida a urgente e sério tratamento, pois é um ser doente!
Antonio Idevano dos Santos
30 de janeiro de 2014 11:38 pmPadilha presta um desserviço
É incrível a falta de coragem de nossos melhores políticos, em um paralelo a isso pela mesma falta de coragem o prefeito de Sao Paulo rifou a mobilidade na região de Sao Mateus (Leste) com base em mentiras, o famoso borra botas.
Osvaldo Ferreira
30 de janeiro de 2014 11:45 pmEsta covardia do PT em
Esta covardia do PT em relação a mídia me irrita profundamente. Ao fazer isso o candidato já dá mostras de que será subserviente ao PIG. Eu não pretendo votar num candidato a governador acovardado diante de uma mídia que se tornou uma pústula nacional!
nilccemar
30 de janeiro de 2014 11:56 pmEssa questão envolveu o pai
Essa questão envolveu o pai dele, que não é nenhuma criancinha resistente a violentos e perigosos ataques tucanos.
Osvaldo Ferreira
31 de janeiro de 2014 12:29 amQuando falei de resistir
Quando falei de resistir enfoquei o aspecto partidário e institucional. Óbvio para mim que se trata de um jogo sujo.
nilccemar
31 de janeiro de 2014 12:46 amClaro, eu sei. Concordo com
Claro, eu sei. Concordo com você, ele teria que resistir, pois se não há culpa alguma. Mas acho que neste caso em particular _ diferentemente do Mais Médicos, em que as consequências recairiam só sobre ele _ ia sobrar para pessoas muito vulneráveis, como seu pai e outros, e, conturbar muito a vida deles numa fase da vida em que já não estão mais em condições de entrar numa luta dessas. Acho que quis poupá-los, ciente de que o convênio será feito pelo próximo ministro. Enfim, acho que ele não quis pôr em risco a vida do pai, falei.
drigoeira
31 de janeiro de 2014 12:58 amQue vá então…
Continue votando na tucanada, paulistas gostam de sentar no grosso.
Raul Abreu Leite
31 de janeiro de 2014 12:31 amCalma aí galera. Nós mesmos
Calma aí galera. Nós mesmos estamos cansados de ver a mída jogar verde para fazer de sua acusação fato, de acordo com a reação do povo. Até aqui alguns estão reforçando e endossando, de pronto, a acusação da mídia!? Serve inclusive para o texto do Nassif.
Eu acho que o Padilha não pode ser tão ingênuo. Ele não imaginou sob nenhuma hipótese que conseguiria governar pelo partido do PT, com o rabo preso a um hipotetico escândalo tão evidente.
Também acho que ele não seria ingênuo, a ponto de cancelar o convênio, sem um motivo plausível. Aliás, ele nem precisa de motivo, mas sim quem está acusando deve mostrar as provas concretas que evidenciem o delito. Coisa que até agora, não vi nada ainda.
Só esperando para ver! Mas não me parece que ele tenha cometido algum crime e nem tenha fugido por medo (da mídia), como muitos acharam.
lenita
31 de janeiro de 2014 12:34 amE a Folha ainda teve o
E a Folha ainda teve o desplante de dizer que “Tinha sido cancelado o contrato com a ONG DO PAI DO PADILHA !.
Essa foi demais, como foi demais a atitude do Ministro da Saúde.
SergioMedeirosR
31 de janeiro de 2014 1:21 amAssassinato de reputações – LN – ainda que sem intenção
Conforme noticiado no Brasil247
“Para poupar a instituição de qualquer exploração política, eu tomei a decisão hoje de solicitar ao jurídico do ministério a tomar todas as medidas legais possíveis para cancelar esse convênio”, disse Padilha durante evento em São Paulo.
A motivação foi explicita… trata-se de pura exploração politica….
O titulo da matéria deveria ser: Nem ONGs com reconhecimento internacional por serviços prestados em prol da coletividade são poupadas da falta de carater de certos meios da mídia. e de certos politicos – como Roberto Freire e outros….
Ao acusar o Ministro Padilha,,, comete-se mais um crime…
Pode-se questionar o erro de estratégia… jamais a intenção…
Fica o registro…..
ruyacquaviva
31 de janeiro de 2014 1:48 amNassif, concordo com você que
Nassif, concordo com você que o Padilha não deveria ter cancelado o convênio porque não tinha nada errado nele.
Porém acho que isso foi feito porque a imprensa pode mentir à vontade sem dar direito de resposta e sem responder pela calúnia que fizeram, portanto mesmo estando certo ele acha que o prejuízo seria menor com o cancelamento. Portanto acho que se é para reclamar de alguém, deve ser da imprensa, que está espalhando uma mentira impunemente.
Agora, em ralação aos projetos rejeitados achei muito leviana sua crítica. Se você sabe exatamente o que motivou as rejeição aos dois projetos deveria explicar, se não sabe não deveria criticar sem saber.
Gunter Zibell - SP
31 de janeiro de 2014 2:07 amBom, esse é um assunto que não vou repercutir
Nessa Padilha ficou num fogo cruzado e mais realista que o Rei. Não é elogioso mas não é de se espantar.
Mas o monte de concessões que faz à bancada evangélica, cancelando programas bem-sucedidos do Temporão, campanhas já pagas, etc, alegando moralismo, etc., que nem vou citar de novo, tão somente para não perder o suposto (já que não garantido) apoio do PSC em SP, incomodam-me profundamente.
Acho a gestão de saúde em geral ok, acho o Mais Médicos ótimo, mas cancelar programas elogiados por todo mundo menos Feliciano não dá.
Adamastor
31 de janeiro de 2014 8:10 amMais do mesmo
É a covardia de sempre, nãosei o porquê do espanto de muitos.
Claudio.SJ
31 de janeiro de 2014 10:16 amTá todo mundo loko
Gente, ao invés de atacarem o ministro e o PT por que vocês não vão em frente do prédio da Folha de São Paulo para protestar contra essa vil mentira?
RONALD
31 de janeiro de 2014 11:51 amA VERDADE
Se é verdade ou não, não importa.
Afinal a verdade é uma quimera.
Logo logo o povo do pig vai encontrar o primo do filho da tia do vizinho do porteiro que viu qualquer um candidato que possa desbancar um tucano em SÃO PAULO/MINAS entrando na banquinha do presidiario que faz jogo do bicho.
CONTRAVENTOR.