Jornal GGN – Pesquisadores a Coppe/UFRJ, Marinha do Brasil e Universidade de Bordeaux, na França, estimam que o pico da pandemia de coronavírus no Brasil deve ocorrer nesta terceira semana de maio.
Pelo estudo, a crise deve se estabilizar no fim de julho, com os casos positivos chegando ao patamar dos 370 mil. Considerando as subnotificações, o número pode chegar a 1 milhão.
O estudo foi encomendado pelo Estadão, e leva em consideração o cenário atual de isolamento e medidas adotadas até aqui contra o coronavírus.
Porém, os pesquisadores advertem que a tendência é de flexibilização da quarentena e aumento da testagem, criando fatores que alteram as projeções e adiam a estabilização da crise.
“Se tivéssemos o cenário de hoje congelado, chegaríamos ao dia 150 da pandemia, em 18 de julho, com 368 mil casos”, disseram ao jornal.
Os pesquisadores não fizeram projeções do número de mortes. Mas considerando a mortalidade atual, de 6,7%, em média, isso levaria a um total de 25 mil mortes até o fim de julho.
O Brasil tem hoje 261 mil casos de coronavírus e mais de 17,3 mil vítimas fatais. É o quarto país mais afetado em termos de casos confirmados, atrás apenas dos EUA, Russia e Espanha, que tem 278 mil casos.
sergioa
19 de maio de 2020 1:49 pmEstudo furado e inutil.
Para este estudo estar certo precisariamos de ter uma media de 1500 por dia nos próximos 70 dias.
Como estamos com uma média maior que esta em uma semana já teremos batido esta meta. Ai só um milagre para que os próximos 63 dias tenhamos 0 casos novos por dia.
O estudo não vale o papel em que foi registrado.
Andre élebê
19 de maio de 2020 2:59 pmExato. E como se falar em 25.000 mortes até o final de julho se já estamos com algo em torno de 17.000 óbitos OFICIAIS e por esses dias devemos ficar com algo em torno de mil???
Que “estudo” é esse?
Carlos Elisio
19 de maio de 2020 2:17 pmMas nao se preocupem, chegaram os salvadores. Do sub ao coronel, têm pra todo mundo.
Saude!
https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/05/19/pazuello-nomeia-nove-militares-do-exercito-para-atuar-no-ministerio-da-saude.ghtml