Por que a cúpula do Santander é alvo de condução coercitiva

Banco é questionado por ter aberto empresa de leasing em Barueri, para supostamente fugir de tributações mais elevadas na capital paulistana

Jornal GGN – O presidente do Banco Santander, Sérgio Rial, entre outros membros da cúpula paulista da empresa, podem ser conduzidos coercitivamente a uma sessão da CPI da Sonegação Tributária, se não conseguir reverter a decisão na Justiça até a próxima quinta-feira (6), quando está agendada a audiência.

O Santander é investigado como pessoa jurídica por supostas fraudes e sonegação fiscal de empresas com atuação em São Paulo capital, mas que possuem CNPJ em cidades com alíquota menor de ISS, como Barueri, onde foi aberta a empresa de leasing do próprio banco.

Nesta sexta, o Santander entrou com mandado de segurança e pedido de habeas corpus para afastar a obrigatoriedade de o presidente da instituição prestar depoimentos. A instituição alega que já esclareceu o caso aos membros da CPI e que não tem novas informações para acrescentar.

Segundo o Santander, a leasing ficou pouco tempo em Barueri, e dentro das normas legais, tendo sido transferida para a capital paulistana ainda em 2017.

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