Nos anos 20 meu pai chegou ao Brasil, vindo de Buenos Aires. Um dia depois, já era mineiro. As tias, mais velhas, mantiveram a paixão pela Argentina e por Buenos Aires. Depois, a migração dos anos 80 e 90.
Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
O lado “argentino” do Nassif está muito escondido. Nele só vejo mineirice.
Mas deixando para lá a zoação com o dono do blog, o Brasil está precisando de uma injenção de “marrentice argentina”. Poderíamos trocar a Dilma pela Cristina só por um ano. Depois de fazer a ley de medios a gente devolvia “a marrenta”
Juliano Santos
5 de janeiro de 2014 3:53 pmO lado “argentino” do Nassif
O lado “argentino” do Nassif está muito escondido. Nele só vejo mineirice.
Mas deixando para lá a zoação com o dono do blog, o Brasil está precisando de uma injenção de “marrentice argentina”. Poderíamos trocar a Dilma pela Cristina só por um ano. Depois de fazer a ley de medios a gente devolvia “a marrenta”