Até hoje me lembro do impacto das bandas marciais da Escócia, influenciando a nossa Banda dos Fuzileiros Navais e, através dela, todas as fanfarras de colégios. Mas além de gaitas, foles e uísques, a Escócia tem muito mais a mostrar.
Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo
Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
A Banda Marcial do CFN/MB começou a utilizar a “gaita de fole escocesa” em principios da década de 50, alguns “velhinhos” do Corpo, afirmam que quando da incorporação do CL “Tamandaré”, em 06/02/52, estes instrumentos foram encontrados no navio, e teriam sido ofertados pelo governo britanico ao comandante do CL-49 ” USS Saint Louis”, quando este navio, ainda sob pavilhão americano, visitou a Inglaterra, após a II GM.
junior50
28 de janeiro de 2014 6:30 pmA “Gaita” do CFN
A confirmar:
A Banda Marcial do CFN/MB começou a utilizar a “gaita de fole escocesa” em principios da década de 50, alguns “velhinhos” do Corpo, afirmam que quando da incorporação do CL “Tamandaré”, em 06/02/52, estes instrumentos foram encontrados no navio, e teriam sido ofertados pelo governo britanico ao comandante do CL-49 ” USS Saint Louis”, quando este navio, ainda sob pavilhão americano, visitou a Inglaterra, após a II GM.