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Ikeda aposta que algo parecido irá acontecer com o vídeo sob demanda: as salas não irão acabar, continuarão existindo como uma outra forma de experiência cinematográfica. “Eu imagino que a tendência é que o segmento de salas de cinema seja cada vez mais ‘premium’, que tenha filmes de conteúdo diferenciado para se distinguir dos demais produtos audiovisuais que vão ser licenciados nos outros segmentos de mercado”, diz. O que preocupa, para o professor, é a concentração em poucas plataformas. “No ‘video on demand’ (VoD) a internet facilita a inserção do produto de nicho — filmes que vão ter mais acesso a um perfil de público específico através dessas plataformas. Por outro lado, elas também incentivam o consumo de massa. O risco do vídeo sob demanda é, assim como as salas de cinema multiplex, estimular a concentração. Hoje no VoD a gente tem uma tremenda concentração em um único agente, a Netflix”, diz. “Acho isso preocupante e perigoso, porque se uma obra audiovisual não estiver no catálogo dessa empresa, corre o risco de ser muito pouco vista. É preciso estimular a concorrência e a competitividade nesse segmento nascente”, completa Ikeda.

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2017/05/22/Como-Cannes-explicitou-a-disputa-entre-v%C3%ADdeo-%E2%80%98on-demand%E2%80%99-e-salas-de-cinema

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