Segundo o The New York Times, o presidente americano Donald Trump alegou que sua conversa com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, na qual solicitou que investigasse o possível candidato democrata Joe Biden, estava dentro do contexto da formulação de políticas contra a corrupção.
É mais uma prova da universalização da bandeira anticorrupção como instrumento de ação política, da qual a Lava Jato foi a experiência mais bem sucedida.
A diferença fundamental é que nos Estados Unidos há um respeito maior ao devido processo legal, uma Suprema Corte de espinha ereta, uma imprensa livre, estimulando testemunhas a denunciar os malfeitos.
Por cometer um décimo das impropriedades de Bolsonaro, Trump está a pique de ser cassado.
É mais uma comprovação da máxima: mostre-me um moralista, que lhe mostrarei um hipócrita.
Maria Luisa
3 de outubro de 2019 7:51 amSegundo revelou o NY Times, ele insistiu nada menos que 8 vezes com o presidente ucraniano para que se “investigue” as relações de Hunter Biden com os negocios do gas no Pais. E parece que funcionou porque agora é a imprensa americana, notadamente o Washington Post, que esta à procura de saber mais. Mas aqui no Brasil, Flavio Bolsonaro anda tranquilo e, seu laranja, tranquilo também! A corrupção aqui é so do Lula, Dirceu, Vaccari, enfim, PT e demais opositores transformados em inimigos.
Rui Ribeiro
3 de outubro de 2019 9:15 amO Combate à Corrupção é Bandeira da Direita
(Celso Lungaretti)
https://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/04/corrupcao-politica-e-bandeira-da.html
Paulo Dantas
3 de outubro de 2019 9:33 amO telefonema do Trump foi mesmo de iniciar um processo mas os negócios dos Biden também precisam de uma investigação.
altamiro souza
3 de outubro de 2019 11:40 amou o moralismo “é o último refúgio dos canalhas”,
paraferaseando samuel johnson