4 de junho de 2026

Von Richthofen – Um crime cinzento.

Quando o Caso Richthofen veio a tona dizia-se à época que o patrimônio do engenheiro da Dersa seria de R$2.000.000,00.

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Bem, qual não é a surpresa da nova revelação de um patrimônio de R$11.000.000,00.

Como Manfred Albert Von Richthofen conseguiu em sua carreira, sendo que em 1998 ingressou na Dersa, um simples engenheiro (atentar que virou diretor em junho de 2002) conseguiu juntar tal fortuna?

Sua esposa Marisia Von Richthofen, psiquiatra deve ser incluída na acumulação deste patrimônio também.

Por infomações obtidas temos que o salário de Manfred era de aproximadamente R$11.000,00 / mês o que daria R$ 150.000,00/ano.

Descontando padrão de vida médio calculei que ele economizaria uns R$ 50.000,00/ano.

Para Marisia tem uns R$ 240.000,00/ano com descontos economizara uns R$ 180.000,00/ano.

Calculando de 1998 a 2002 teríamos: R$230.000,00 X 4 = R$920.000,00

Vamos retroagir de 1998 a 1978 e verificamos que neste período ele tenha economizado uns R$ 1.425.000,00.

Chegamos ao valor aproximado de uns R$ 2.300.000,00.

Muito bem! Aonde eles arrumaram R$ 8.700.000,00, ou seja, mais de U$5.000.000,00?

Herança como dizem? Não acredito. Um engenheiro alemão com uma fortuna de U$5.000.000,00 viria para o Brasil e aplicaria tudo em imóveis e iria trabalhar com simples engenheiro?

Tem sujeira debaixo do tapete? Muita. Porque a mídia não tenta buscar a origem deste patrimônio? Investigar, esclarecer.

Cadê a Receita Federal? Cadê o Ministério público? Cadê a polícia? Cadê a vergonha na cara?

Trechos de reportagens:

O inventário dos Richthofen mostra o quanto Suzane pretendia herdar. Apenas em propriedades em São Paulo, o casal deixou cerca de R$ 8 milhões, segundo valores de hoje em dia. Além da mansão onde o casal foi assassinado, que hoje está fechada, há outros imóveis: uma casa em uma rua próxima, outra no bairro do Ibirapuera; um apartamento no Jabaquara, parte da propriedade de outra casa, um terreno sem benfeitorias e seis terrenos em São Roque, no interior do estado. Além disso, Manfred e Marisia tinham mais de R$ 3,1 milhões (valor atual) entre contas bancárias, dólares e direitos trabalhistas. Foi pela metade dos mais de R$ 11,1 milhões que o casal foi assassinado. ( G1 SP – 14/02/2011)

Ele trabalhava na Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) – empresa estatal de desenvolvimento rodoviário – desde novembro de 1998 e era diretor de Engenharia da empresa desde junho de 2002. Como funcionário da Dersa, participou do projeto de construção do Rodoanel Mário Covas de São Paulo, via expressa que contorna a cidade, ligando várias rodovias. Manfred recebia na estatal onze mil reais mensais, mas tinha posses por causa da sua família. Marísia, que mantinha um consultório psiquiátrico, ganhava em torno de vinte mil reais em consultas. No tribunal que julgou o Suzane e os irmãos Cravinhos, a especulação era de que o patrimônio familiar estava orçado em dois milhões de reais. ( Wikipédia)

 

 

 

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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